Home » Coluna do Torcedor

A segunda morte de Leandro Amaral

[ 01/01/2009 | 35 Comentários | Imprimir Imprimir ]

(Por: Felipe Demier)

Reproduzo aqui uma crônica que escrevi no início do ano passado, poucos dias depois que Leandro se apresentou ao Fluminense (pela primeira vez).

+ + +

Finalmente, na tarde ensolarada da última quarta-feira, o talentoso atacante Leandro Amaral vestiu a camisa do tricolor das laranjeiras. Afora as conseqüências jurídicas que, possivelmente, ainda se farão presentes nos próximos dias ou até meses, a trama envolvendo o Vasco, o Fluminense e o próprio Leandro não passou, aparentemente, de mais uma ordinária transferência clubística de um destacado jogador motivada por aspectos financeiros. Contudo, infelizmente, a escolha de Leandro pelo Fluminense talvez possa encerrar um conteúdo um pouco mais significativo, e triste, para nosso futebol atual.

Sinceramente, seria escusado gastar tinta enredando-nos em polêmicas de cunho ético acerca dos métodos utilizados pela diretoria e pelo patrocinador do Fluminense no episódio em questão. A ética nunca foi substrato das relações capitalistas, e o futebol de hoje é um espaço visceralmente mercantilizado. O que, sim, vale a pena ser lembrado exaustivamente é o fato de que, quando contratado pelo Vasco em meados de 2006, Leandro Amaral era considerado, por todos, como um jogador “acabado”, “morto” para o futebol (o cronista Juca Kfouri, notório anti-vascaíno, talvez tenha sido quem melhor expressou este tipo de consideração, em uma de suas intervenções no programa Linha de Passe). Com muita dedicação e belos gols, Leandro logo conquistou a torcida vascaína, assim como calou os críticos que, como Kfouri, haviam se mostrado apressadamente céticos. Com o tempo, o respeito e o carinho da torcida para com o centroavante só fizeram aumentar. Nem mesmo a fatídica bola na trave contra o Figueirense (2006), que custou ao Vasco a vaga na última Libertadores, foi capaz de amainar o amor da torcida pelo novo goleador.

No último brasileiro (2007), Leandro Amaral, lutando até a última gota de suor em todas as partidas contra adversários, fracos parceiros e um técnico medíocre, foi, indubitavelmente, a maior motivação dos milhares de vascaínos que se dirigiram, sob sol ou sob chuva, ao antigo estádio da Rua São Januário. Findado o novo sonho da Libertadores, o Vasco perigou adentrar a pantanosa zona do rebaixamento. Entretanto, paradoxalmente, no sofrimento das conquistas frustradas, a relação entre Leandro e a torcida tornou-se ainda mais intensa. Muito ocupados em noticiar à porfia a festa rubro-negra que tomava conta da cidade, poucos foram os veículos de comunicação que noticiaram a bela demonstração de fidelidade ao time que a torcida vascaína proporcionou na despedida da equipe contra o Paraná. Temendo que aquela partida fosse também a despedida do artilheiro, os vinte mil torcedores, agradecidos e em tom de apelo, ecoaram incessantemente gritos de “Fica, Leandro! Fica, Leandro!” ao longo dos noventa minutos do jogo, no qual o atacante marcou mais dois bonitos tentos. Em uma retribuição de caráter um tanto quanto medievalesco, Leandro curvou-se com os braços estendidos para a torcida, numa interessante alternância de papéis entre “rei” e “súditos”. A mútua vassalagem expressava, na verdade, um agradecimento recíproco entre uma torcida há tempos sofrida e um craque “ressuscitado”, em grande parte, por ela. Situação raríssima em nosso futebol pós-romântico, abria-se, naquele instante, a possibilidade de surgimento de um ídolo.

Ainda que desconhecedora dos meandros organizacionais e administrativos da estrutura do futebol atual (infestado de empresários, procuradores, multinacionais, patrocinadores e afins), a torcida cruzmaltina sabia (ainda que só o soubesse empiricamente) que ídolos são peças escassas numa engrenagem futebolística que busca ajustar-se às demandas de um mercado “racional” e “impessoal”. Entretanto, naqueles instantes vespertinos em que vinte mil vozes clamaram para que Leandro permanecesse no Vasco, alguns, como eu, tiveram a esperança de que aquele gesto carinhoso oriundo das arquibancadas pudesse adentrar o coração e a mente de Leandro, convencendo-o a ficar. Românticos e, consequentemente, um pouco utópicos, nós, vascaínos, acostumados desde cedo ao angustiante combate contra forças aparentemente mais poderosas, sonhávamos, enquanto gritávamos que nosso encanto sobre Leandro superasse o encanto das cédulas verdes, e que teríamos novamente um ídolo para os bons e maus momentos. Numa convergência de temporalidades, altamente dialética, Leandro só tornar-se-ia, de fato, um ídolo, quando, pela primeira vez em que fosse exigido como tal, adequadamente se portasse. É natural que a torcida espere daquele jogador que por ela foi alçado à condição de ídolo em potencial uma postura distinta dos demais. A torcida vascaína, em seu íntimo, esperava que Leandro colocasse o afeto com que sempre foi tratado em São Januário acima das vantagens financeiras oferecidas por outrem. A torcida vascaína esperava que Leandro simplesmente ficasse em casa, e, a partir daí, nela ficaria como um ídolo. A esperança da torcida vascaína, finalmente, mostrou-se vã; todavia, ela fora, à época, extremamente legítima. O jogador, que há meses havia sido considerado “morto”, estava novamente à prova; desta vez, porém, não o estava mais na qualidade de jogador (em que fora aprovado com louvor), mas sim como ídolo.

Lamentavelmente, numa atitude vil, Leandro capitulou às notas de papel dos mercadores da saúde e foi para o Fluminense. No momento em que estas linhas são escritas, ainda não se dignou sequer a pronunciar o nome do Vasco. A opção de Leandro foi, sem dúvida, ilustrativa do atual momento vivido pelo esporte que aprendemos a gostar desde pequenos. Num mundo no qual tudo é mercadoria, a escolha por um clube, assim como o amor que dedicamos a ele, ainda é algo essencialmente gratuito; é uma opção cultural, familiar e, às vezes, até mesmo política, mas é, acima de tudo, uma opção passional. Não foi para “ganhar algum” que meu pai me levou, quando tinha apenas cinco anos, para ver o Vasco, que estreava Romário, derrotar a Portuguesa da Ilha por 5×2, com três gols do pequeno e ágil atacante, assim como não foi senão por amor paternal e clubístico que, neste último brasileiro, o conduzi a São Januário para assistir, sob chuva torrencial, o Internacional derrotar nosso time por 2 x 1, com brilhante atuação de Nilmar. Do mesmo modo, nenhum dos vinte mil torcedores que entoaram os gritos de “Fica, Leandro” no jogo contra o Paraná desejavam nada mais do que a simples permanência de um jogador que ela, incluindo eu, meu pai e meu irmão, ajudou a reabilitar. No futebol, o capital ainda não pode comprar tudo. Não pode comprar, entre outras coisas, nossas emoções mais intensamente sentidas por nossos clubes, mas já pode, infelizmente, corroer caracteres e nos privar de termos ídolos. De nenhuma maneira, Leandro Amaral pode ser responsabilizado pelo fato de sua atitude ser sintomática da estrutura mercantilizada do futebol atual; contudo, ele poderá ser visto, futuramente, como um sujeito que ajudou a fortificá-la e, consequentemente, ajudou a matar nossas esperanças do retorno de um futebol apaixonado de outrora.

Não obstante o desejo dos torcedores vascaínos de que Leandro, como que divinamente punido pela sua perfídia, viesse a ter outra “morte” em sua carreira de jogador, caindo novamente no ostracismo, o mais provável é que Leandro, em seu novo clube, continue a se apresentar bem e marcar importantes e bonitos gols, pois isso ele sabe fazer, e bem. Como jogador, Leandro Amaral continua inquestionavelmente vivo.

Contudo, como se sabe, com o tempo, os jogadores passam e os clubes ficam. Pela lógica da vida e da história, é assim e só assim poderia ser. Todavia, aos ídolos, e somente a estes, está reservado o direito de, enquanto personagens, acompanhar a imortal saga de seus clubes. Porém, como ídolo, Leandro Amaral está morto, para sempre.

35 Comentários »

  1. canizio
    01/01/2009 9:15h

    A esposa do Leandro Amaral é muito mais sagaz do que a dupla Dinamite Luis Américo.

    Da primeira vez em que saiu do Vasco, não houve ética.

    Da segunda faltou adversário.

    Na nossa dupla de dirigentes, um tem o tico e o outro o teco.

  2. José Oliveira
    01/01/2009 9:25h

    Em 2007, LA jurava amor ao Vasco, dizia que queria ficar e já no meio do mesdmo ano já tinha definido sua ida para o Fluminense, mas continuava jurando amor e que queria ficar. Agora, novamente, fez questão de coagir a atual administração em encurtar seu contrato, prorrogado judicialmente até abril, disse não se importar em jogar a série B e, para surpresa daqueles que hoje administram o clube, voltou ao Fluminense. Se houvesse desejo de permanecer, por que o LA fingiria uma contusão para coagir a diretoria a liberá-lo do compromisso deliberado pela justiça?
    Repito:
    Não existe ex-viado, ex-corno, ex-puta e muito menos EX-TRAIDOR.
    Esse cara é um tremendo mau caráter
    Uma vez TRAIDOR, sempre TRAIDOR. Se cuida Fluminense.

  3. Cláudio Ribeiro
    01/01/2009 11:04h

    O Leandro Amaral já morreu há muito tempo, falta acabar a decomposição.

  4. Nei Tesi
    01/01/2009 11:14h

    Excelente a crônica, retratou muito bem o sentimento da torcida do Vasco e a característica do comportamento falso do Leandro Amaral, lógico, respeitando o seu direito de jogar onde bem entender, ele só não podia iludir a torcida do Vasco, ao adotar um discurso mentiroso.

    Recordo-me de um comentário dele quando voltou ao Vasco em função de uma medida judicial, afirmando que o problema era com o Eurico e não com a torcida, agora observa-se que não se tratava disso, o argumento não correspondia à verdade.

  5. evandro reis
    01/01/2009 12:54h

    terráqueos

    o mundo, repito o mudo sabia que no início de 2008 o Leandro Emoral pegou 500 mil da UNIMED empresa onde muitos vascaínos desalmados pagam seus planos de saúde em dia.

    pois bem, a justiça mandou ele voltar ao VASCO e ele teve de volta com o rabinho entre as pernas, grande vitória do departamento jurídico do VASCO.

    mas o Leandro Emoral não devolveu os 500mil, portanto eu aqui na minha humilde casa, Osama Bin Laden lá no sua caverna, Fernandinho Beira-mar na cadeira e o Bush na casa branca, todos nós sabíamos que em 2009 o Leandro Emoral retornaria ao FLOR.

    daí me vem as seguintes perguntas:

    1) Só o Dinamite não sabia???

    2) Se não sabia é grave, pois como Presidente do Vasco deveria saber, agora para saber precisa querer saber e não ficar nas Festinhas da Vida… Agora se o Dinamite sabia pq mentiu para a torcida com aquele papinho que “fizemos uma proposta pra ele” ???

  6. Sérgio Ignacio da Silva
    01/01/2009 13:00h

    Uma coisa é certa pra está imprensa de merda a culpa será sempre do Dr, Eurico, esse Leandro Amaral e Bananinha seram sempre mandado pelas esposas como um corninho manso, serão sempre um bando de safado.

  7. orlando adão
    01/01/2009 13:24h

    página virada para o vasco, parece aquela mulher que traiu o marido uma vez, ficou arrenpida mas o tempo passou e com o tempo foi buscando mais motivos para uma nova traição, um vestidinho de boutique com marca, um jantar em restaurante sofiscado, um passeio em um carro zero, assim é leandro amaral, sempre com a sua recaída.
    saud. vasc. orlando adão, vila isabel

  8. Luizão
    01/01/2009 15:08h

    É isso mesmo Evandro!!

    É claro que o Capitão Gancho Sabia de tudo!!! Só para variar ele e os piratas que andam com ele fizeram o já manjado jogo de cena!!!Mis en scene puríssimo!! O Leandro sai como traidor mais uma vez e o Gancho sai como coitadinho, aliás esse papel ele ADORA! E cá para nós aquela cara-de-bunda combina!

    Continuamos fudidos…

    O piratas continuam na Caravela…

    Até quando?

  9. José Pedro Mota
    01/01/2009 15:57h

    Caros Vascaínos,

    Não nos esqueçamos que isso somente aconteceu pois o PRESIDENTE BANANÃO abriu mão dos 3 últimos meses de contrato do Leandro Amaral.

    Quanto o Vasco ganhou com isso? Porque abriu mão ao invês de tentar negociá-lo e entrar um caixa para o clube?

    Perguntas que não querem calar, e as respostas, TALVEZ NO BOLSO DE ALGUNS ELAS SE ENCONTREM, AFINAL, SÓ O VASCO FOI LESADO COM ESSA ATITUDE.

  10. Eduardo
    01/01/2009 16:30h

    Ele é um cigano, cigano nao tem amor a nada, e corre passos largos para ser corno…pq tudo a mulher que resolve…

  11. Marcio Cordero
    01/01/2009 16:47h

    QUERO SABER QUANTO OS GOLPILTAS GANHARAM AO ABRIR MÃO DE TRÊS MESES DE CONTRATO.

    UM ABSURDO !!!!

    Mais uma grana nos bolsos do crazy rabbit, além, é claro,da penhora on line !!!!

    FORA BANANAMITE, FORA CRAZY RABBIT.

    EURICO SEMPRE !!!!

  12. JOSE LUIS LENZ
    01/01/2009 17:13h

    O LEANDRO AMARAL SEMPRE FOI TRAÍRA E NÃO É DE HOJE. SÓ LEMBRAR AS FACANHAS EM OUTROS CLUBES LESADOS POR ELE. MAS O DINAMITE É CLARO VAI DIZER QUE “AH, FIZEMOS UMA PROPOSTA A ELE”, SIM LEVAR MAIS GRANA LIBERANDO ELE ANTES.

    EM TEMPO, É CLARO “TUDO CULPA DO ORICO”, EH EHE SÓ OS ALIENADOS DA VIDA PARA NÃO ENXERGAR A VERDADE QUE A MÍDIA PIG ESCONDE.

    SAUDAÇÕES VASCAÍNAS!!!!!

  13. Dino Rebello
    01/01/2009 17:57h

    Excelente a crônica sobre esse cafajeste desse Leandro Amaral, canalha, mau caráter, parceiro de falta de personalidade como o Bob Espoleta sempre o foi, ao serem dominados pelas mulheres. Mas não podemos esquecer que, além de nos deixar de fora da Libertadores, ainda perdeu propositalmente um gol no Maracanã contra o Fluminense. Mas não foi só não. Afinal, devo fazer uma observação: esse sórdido não é tudo isso. Espero que aconteça com ele um final de carreira igual ou pior ao ostracismo do qual o Vasco o tirou.

    Desejo a todos os vascaínos, um feliz 2009

    DINO REBELLO

  14. celso coelho
    01/01/2009 19:41h

    Parabéns pela crônica!

    Vale para o LA e para alguns outros que passaram por São Januário como o Alex Dias.

    Esse moço já vai tarde. Passou o Brasileiro tirando o pé das divididas e correndo para não chegar (eu já havia feito esse comentário aqui durante o campeonato). E o fluminense que se cuide, pois se vocês lembrarem, àquele time só melhorou quando o LA saiu.

    Contudo, o que precisa ficar registrado é a inércia dessa diretoria quanto a liberação dele. Liberar porquê? O contrato não era até abril?
    Que departamento jurídico é esse que só dá tiro no pé? Que bondade é essa?

    No mais é esperar pra ver, porque pessoas mau-caráter como o LA e outros que já sacanearam a gente, não se criaram em outros clubes.

    Saudações vascaínas e Feliz Ano Novo

    Celso Coelho

  15. Cláudio Ribeiro
    01/01/2009 21:49h

    União Fla / Vascão. Flamengo dá o aval, e Vandinho e Sambueza negociam com o Vasco. A torcida que colaborou com isso, merece!
    Vamos ouvir muito, Não é mole não! A Fla- Vascão na segunda divisão!

  16. Jackson Oliveira
    01/01/2009 22:07h

    Esse jogador, Leandro Amaral, está indo para o clube onde, segundo ele, tem grandes amizades e sente-se muito bem. Aliás, quando de sua passagem anterior por lá, assistiu jogo em uma cabine acompanhado do Horcades e torceu como uma “criança” pelo seu Flu. Então só falta , diante de tanta felicidade, marcar gols decisivos, o que para ele ( e para mim) não parecem ser o seu forte(vide jogos finais do Vasco em 2008). Enfim, esse tipo de filme já vimos (eu e os mais antigos) diversas vezes, ou seja, cuidado com o fracasso enganador!

  17. Eduardo P. Dias
    01/01/2009 22:14h

    Amigos

    Linda crônica, principalmente quando fala sobre o único processo de idolatria aceit´´avel…

    Quanto ao la (em minúsculas, como merece) prefiro nem comentar. Só queria que os bananetes esclarecessem essa questão do encurtamento do contrato.

    SV

    EPD

  18. PAULO OLIVEIRA
    01/01/2009 23:10h

    FICO PENSANDO COMO A TORCIDA DO VASCO AINDA ACREDITA EM PESSOAS COM ESTE TAL DE LEANDRO AMARAL.

  19. waltamir
    01/01/2009 23:20h

    Quero cumprimentar o autor. Desde a época do maldito “troca -troca” protagonizado pelo então presidente do Fluminense, Francisco Horta, vivemos essa ciranda mercantilista que deixa nosso futebol cada vez mais vazio e sem graça. Leandro Amaral,com certeza, jogou fora uma grande chance de se imortalizar como ídolo de um clube que o resgatou.É porque, de fato, não merecia. Talvez não tenha mesmo capacidade para tanto. Pois que vá embora de vez, não volte mais e seja feliz, se puder ser, no fluminense e aproveite da melhor maneira seu “ouro de tolo”. Aos Mercenários, o que merecem: moedas. E só!
    Que surja muito breve um novo ídolo digno da minha querida cruz-de-malta.

  20. LUIZ CLAUDIO
    01/01/2009 23:35h

    COMUNICADO URGENTE … SOBRE A DITADURA NO VASCO DA GAMA

    FORÇA JOVEM VASCO

    A TÃO DECANTADA DITADURA NO VASCO DA GAMA CHEGOU AO NIVEL MAIS BAIXO POSSIVEL , A FORÇA JOVEM VASCO ESTÁ EXCLUINDO DA COMUNIDADE DO ORKUT , QUEM FALAR MAL DA ADMINISTRAÇÃO ROBERTO DINAMITE A FRENTE DO VASCO

    PORQUE SERÁ

  21. Marinho Picorelli
    02/01/2009 8:51h

    Amigos Vascaínos,

    É por essas e por outras, que sempre afirmo não ser um idólatra. Ídolos – da forma como os fazemos -, são seres humanos e, como tais, sujeitos a todos as fraquezas inerentes à estes. Mais cedo (vide Leandro Amaral) ou mais tarde (vide Roberto Dinamite), cai por terra a máscara do “ídolo” e fica à mostra, apenas, a face de mais um canalha. Nada a me espantar.

    Saudações Expressianas

    Marinho Picorelli
    Grajaú – RJ

  22. fábio vieira
    02/01/2009 10:55h

    O que me alivia é que o citado jogador no ano passado quando foi para o Fluminense, não jogou nada. Por uma fortuna este ano será ainda pior para ele.

  23. Felipe Matias
    02/01/2009 11:11h

    Isso é exatamente verdade, no Campeonato de 2007 como diz nosso querido Felipe Demier o Vasco tinha um time fraco, um técnico medíocre e uma direção que fez sumir o dinheiro do Vasco. É verdade, ainda bem que a própria oposição reconhece que quando estava no poder não sabia de nada e hoje quando saiu ainda é uma anta! Eurico nunca mais, Vasco pra sempre!

    xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

    Olá Felipe Matias,

    Teu xará se referiu a parceiros de ataque, entende?
    Exemplificando: Roberto Dinamite:
    Parceiros: Paulinho, Ramon, Claudio Adão, César, Romário.
    Não parceiros: Moisés, Alfinete, Helinho, Dudu, Ernâni.

    Quanto ao técnico do Campeonato Brasileiro de 2007, este era o Celso Roth, vice-campeão brasileiro pelo Grêmio em 2008, que se tivesse derrotado o Vasco na quarta rodada do Campeonato Brasileiro do ano passado, teria o número de pontos necessários para conquistar o título deste ano, com Amaral e tudo.

    Quem roubava o clube em 2007? Quanto foi? Quem te falou? Seu testemunho é importante. Você viu?

    A oposição reconhece que não sabe nada de segunda divisão, mas a Turma da Oportunidade de Prata deve saber, ou pelo menos deveria… Somos néscios em termos de segundona, já o “novo Vasco” deve saber tudo, e se não sabe terá que aprender.

    Com Eurico, Calçada, Alberto Pires Ribeiro, Agathyrno, segunda divisão nunca! Vasco sempre!

    Abraço,

    Sérgio Frias

  24. Waldecir Stein
    02/01/2009 12:59h

    Ídolos de barro…
    Assim como o Bob banana esta fazendo, este canalha esta dando adeus a idolatria dos vascaínos.
    O dinheiro no caso dele e a raiva no caso do bananamite, apagam da memória um passado que me orgulhava.
    Infelizmente, ambos não tem personalidade definida.
    Um, manda a mulher, talves por isso o bananamite o entenda.
    Outro, mandam os comparsas.

  25. JOSE LUIS LENZ
    02/01/2009 13:46h

    1. Leituras brilhantes de Sérgio Frias e Fernando Antonio Cruz Pereira sobre o nosso querido vasco.
    Bom, tenho certeza que todos podem opinar democraticamente sobre a nossa instituição VASCO DA GAMA, mas acredito que o Sr Manoel Francisco se equivoca ao criticar o Dr Eurico, é só entender o que aconteceu com outros considerados grandes clubes que foram rebaixados, não porque havia dirigentes considerados ditadores, mas sim dirigentes ladrões e incompetentes constantemente apoiados pela mídia golpista PIG. O Dr Eurico apenas quis defender o Vasco do que está ocorrendo nesse momento, mas a pressão e a força deste PIG(criação do Paulo Henrique Amorim) foi demais.
    Se não chegamos a ser campeões mais vezes desde 2001 até hoje com o Dr Eurico como presidente, foi porque a pressão do PIG, OAB, justiça, etc, não permitiu utilizando-se das mais variadas situações. Veja por exemplo, o caso da Copa João Havelange em 2000, quando o Dr Eurico era vice presidente do vasco, Sr Calçado era ainda o presidente.
    Em 2000, a Globo já estava indisposta com o vasco pois o vasco estava lucrando bem com a associação com a National Bank, ganhando títulos em outros esportes dos mais variados e se tornando potência esportiva do Rio, já o flamengo completamente em decadência. Então começou a perseguição implacável contra o vasco e o Dr Eurico, na final da Copa JH, havia consenso em que deveria se disputar no Morumbi e Maracanã, não haveria maiores problemas a menos que os “coitadinhos de São Caetano” quisessem quebrar o consenso e disputar a primeira final no Parque Antártica. Tudo bem , então a segunda final seria no São Januário, nada mais que justo já que o São Caetano queria um caldeirão p ter alguma chance e nós teríamos consenso de disputar em nosso estádio. Isso confrontou a Globo. É claro que houve um problema de número de ingressos e acabou acontecendo o incidente que NÃO matou ninguém como a final do flamengoxbotafogo de 1992, mas causou feridos. Nesse dia, o jogo estava paralisado e conforme as provas apresentadas pelo Dr Eurico, sem edição feita pela Globo, mostrou que o nosso dirigente tentou cuidas das vítimas e nem haveria mais jogo, mas o comandante da polícia militar deu aval para partida seguir entendendo já estar resolvido a segurança do estádio, assim fazendo o árbitro do jogo reiniciar e o Dr Eurico começar a tirar todos do campo de jogo. Nesse momento já era mais de 18:00 hs e por ser dia 30/12, a Globo tinha compromissos com patrocinadores das novelas das seis e sete, então mudando o discurso positivo do vasco para um total descontrole e caos pedindo para alguma autoridade “agir”, palavras de Galvão Bueno, vindo o oportunista Garotinho, governador do estado do Rio na época e futuro canditado a presidente do país, alterar a ordem dada pelo comandante e acabar com a partida. Depois disso todo mundo já sabe o que aconteceu. Inclusive que na final no Maracanã, qualquer de nós usaríamos o logotipo do SBT na camisa do vasco.
    Bom, quero dizer com isso, que a partir dali, ficamos 2 anos sem o dinheiro da Globo e que a dívida com o Romário fica explicável hoje, pois sem dinheiro dele, o vasco já seria rebaixado naquela época.
    Poderia ser o Dr Eurico, o governado Cabral, lula, que a intenção da Globo e outras entidades e jornalistas era ver o VASCO no fundo do poço. O Dr Eurico apenas era um guardião do nosso vasco, que como xadrez foi tirado do jogo. Agora , cabe a nós nos unirmos para salvar o que resta de nosso vasco, cada vez mais combalido por essa diretoria incompetente, irresponsál, fraca, inútil, que achando ficando de bem com todo mundo vai chegar algum lugar. Pois bem, agora somos uma piada e uma tremenda felicidade para os outros e o PIG, que até suspiram quando falam de futebol.
    Se tivermos que esperar até novembro, talvez será tarde. Uma das medidas a tomar será acabar com qualquer chance de alterações no estatuto que possa prejudicar nosso clube, ou boicotando ou juntando maior número de votos contra qualquer mudança prejudicial ao nosso clube e lucrativa para esses canalhas.
    saudações vascaínas

  26. JOSE LUIS LENZ
    02/01/2009 13:47h

    E ainda a tempo, espero que as pessoas que acham que toda essa desgraça com o vasco é só culpa do orico, lembrem que poderia ser qualquer um dirigente ou presidente, que essa avalanche iria ocorrer pois a força do PIG e outras entidades foi demais. O Dr. Eurico procurou defender o nosso vasco dessa corja toda. Mas infelizmente não conseguiu e ainda ficou manchado como o mafioso do charuto.
    Em tempo ainda, que lamentável ver aquele gordo do dinamite jogando futebol de areia, jogueco da globo, só passando mais vergonha a todos nós, envergonhando como um fracassado “presidente democrático” do vasco, que de democrático não tem nada.
    Muitos ainda sentirão a falta do orico.
    Saudações Vascaínas.

  27. leo almeida
    02/01/2009 15:41h

    leandro amaral é pule de dez….by Didinamite!!!

  28. Hilton Charles S. Prata
    02/01/2009 18:24h

    Foi esse Juca Kfurado o primeiro a cometer o maior crime da história do futebol, inventando na revista placar, já na década de 80 (época em que era diretor da revista), dizendo que o CUrinthians tinha mais torcida no Brasil que o Vasco.

  29. Guilherme Veiga
    02/01/2009 19:12h

    Como bem frisado pelo Sr. Celso Coelho, alguém ainda se lembra do Alex Dias?
    Um ilustre desconhecido (apesar de ter feito um bom Brasileiro no Goiás), veio como contrapeso na negociação do goleiro Fábio com o Cruzeiro, que após belos gols e raça em campo, quase virou ídolo do Vasco (e olha que fazia a dupla de ataque com o Romário), mas preferiu ir para o São Paulo (para ser banco do Aloísio!!!), saindo do Vasco pela porta dos fundos, após ser chamado de traidor (ou mercenário, não me recordo exatamente) ao ser substituído em um jogo em São Januário, quando já era certa sua saída do clube. Depois, foi “resgatado” pelo Fluminense, mas já não repetia as atuações da época do Vasco e de lá saiu sem ser notado.
    Detalhe: foi um dos poucos a ter camisa personalizada à venda!
    Esse histórico serve de consolo para aqueles que lamentam a (segunda) saída do Leandro Amaral, que, ao que me consta, também não repetiu no Fluminense as atuações destacadas do Vasco.
    Por outro lado, a “diretoria” poderia e deveria (em nome da transparência) esclarecer o motivo pelo qual decidiu reduzir a duração do contrato do jogador em três meses. Se bem que o Roberto disse que a renovação era “pule de dez”…
    Parafraseando o Eurico (culpado de tudo, afinal o problema do Leandro Amaral era com o presidente e não com o Vasco), essa “diretoria” “SABE NADA!!!”
    Abraços a todos,

    Guilherme

  30. Ricardo Augusto
    02/01/2009 21:05h

    Brilhante e emocionada crônica. O Jogador, um pouco fraco.

    O comportamento desse jogador… sem comentários

  31. milton de oliveira viana
    03/01/2009 9:50h

    QUERIDOS AMIGOS VASCAINOS, ESQUEÇAMOS ESTE SAFADO DO LEANDRO AMARAL, UM DIA, NÃO MUITO LONGE ELE ACABA PARA O FUTEBOL E, NOSSO VASCO CONTINUARÁ GLORIOSO.
    FELIZ ANO NOVO A TODOS.

  32. Jackson Oliveira
    03/01/2009 13:02h

    O Fluminense está quase no caminho certo. Falta só contratar o Edmundo, para formar a dupla dinâmica com o “grande” Leandro Amaral. Tomando essa medida, o caminho para o rebaixamento vai ser tranquilo , sem possibilidade de erro. OS DOIS SÃO ESPECIALISTAS NO ASSUNTO! O Edmundo no Napoli e Vasco , e o L. Amaral na Portuguesa e Vasco. O que lamento nisso tudo é que o Vasco foi a constante desses dois enganadores!

  33. Danilo Soldati
    04/01/2009 16:45h

    Sensacional texto,
    Mais uma vez o LA mostra que não é homem. Desde aquele primeiro fatídico acontecimento, não queria que esse indivíduo voltasse a vestir a tradicional e gloriosa camisa cruzmaltina. Fui sabatinado em debates quando disse que se fosse dirigente, deixaria esse rapaz treinando com os juniores e nem na reserva ficaria, mesmo que custasse uma queda para a segunda divisão (o que acabou acontecendo).
    Desde que retornou ao Vascão, esse idiota fez apenas uns dois ou três jogos razoáveis e foi um dos principais responsáveis, junto com os zagueiros e o Wagner Chinelinho Diniz, pelo nosso rebaixamento.
    O fanfarrão do Renato Gaúcho deveria colocá-lo no banco para o Edmundo (como já disse, no meu time nem no banco ele ficaria).
    Mas, como “águas passadas não movem moinhos”, esse traíra não jogará nada no Florminense e será mais um perdedor neste time de perdedores.
    Essa prostituta do futebol merecia continuar treinando no Tupi para ser um triatleta de quinta categoria!

  34. Virgílio
    06/01/2009 11:32h

    ESSE INDIVÍDUO , AFIRMOU CERTA VEZ QDº FUGIU PARA O FLUMINENSE QUE PREFERIA FICAR LÁ POR CAUSA D´ORICO. ESTAMOS HOJE COM ESSA NOVA DIRETORIA E A OPÇÃO FOI A MESMA,OU SEJA, É MAU CARATER, MENTIROSO E O PIOR SE FAZ DE BONZINHO. MAS NÃO TEM NADA NÃO PORQUE ELE JÁ VIROU ABÓBORA(NÃO ESTA´JOGANDO NADA, O QUE FOI DURANTE TODA A SUA CARREIRA).

  35. joao antonio
    07/02/2009 16:23h

    O LEANDRO AMARAL SOMADO AO WAGNER DINIZ,MORAIS,ANTONIO LOPES E ETC…SAO PESSOAS QUE DEVERIAM PEDIR DESCULPAS AO VASCO E NUNCA MAIS FALAREM EM FUTEBOL,SAO VERDADEIRAS VERGONHAS PARA O VASCO, E AINDA TEM GENTE QUE DEFENDE ISSO…….
    xxxxxxxxxx

    Olá João Antônio,

    Não entendi.

    Você pega os três principais jogadores do Vasco, entre 2006 e 2008, mais o técnico campeão de conquistas no clube e dizem que eles tem de pedir desculpas ao Vasco?

    Imagino o que você deve achar dessa diretoria que levou o time à segunda divisão, coisa inédita até para o teu avô.

    Sérgio Frias

Comente »

Deixe seu comentário abaixo, ou trackback do seu próprio site. Você também pode acompanhar os comentários via RSS.

Seja educado. Evite palavrões. Mantenha-se no tópico. Sem spam.