De pai para filho
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](por Pedro Marcelino)
Ninguém sabe explicar muito bem como se começa a gostar, admirar, amar
alguém ou alguma coisa. Sabemos sim que uma vez tendo início, o certo é que
nunca pararemos de gostar, admirar ou amar, mesmo que caminhos diferentes
nos levem para outras direções. Peço licença hoje para o meu pai, para
partilhar com vocês sua história de amor com o Club de Regatas Vasco da
Gama.
Em uma das inúmeras vezes que conversamos sobre o nosso time, chegamos a um
ponto inicial: por que você é Vasco? Sua resposta foi: filho, não sei. Na
verdade, sua resposta virá ao longo desse texto.
Nascido em 1951 num morro da zona norte do Rio de Janeiro, criado por 3
mulheres, sua mãe, avó e tia, todas negras, teve desde pequeno uma criação
bem rígida e uma infância difícil. Sua avó era na época uma representante da
comunidade, e por conseqüência era cabo eleitoral de políticos que faziam
alguma coisa pelo bem-estar da região. Em 1954, sua avó entrou como sócio no
Club de Regatas Vasco da Gama, e participava efetivamente dos eventos
sociais e políticos. Meu pai conta que são 2 as coisas que ele tem desde
essa época, a carteirinha do club e o número do telefone da casa dele.
Em uma das andanças que fazia com a sua avó, meu pai foi a um evento em que
estava presente o falecido Gama Filho. Gama Filho era político nessa época e
sua avó era cabo eleitoral dele. Torcedor de outro time do Rio de Janeiro,
Flamengo, Gama Filho em uma de suas reuniões encontrou meu pai que tinha 7
anos de idade, apenas uma criança.
Tentando ser gentil, ele fez uma brincadeira com meu pai. Perguntou seu
time, e meu pai respondeu que era Vasco. Impressionado com a resposta tão
firme, ele pegou seu chaveiro do bolso e que assim foi descrito por meu pai:
era uma bola de gude de ouro com um escudo do Flamengo marcado. E em outra
mão ele tinha um bombom, embrulhado num papel com o escudo do Vasco e pediu
para o meu pai escolher.
Todos os presentes, inclusive a sua avó, pensaram que era evidente a
escolha que meu pai faria, afinal era um chaveiro de ouro. Contrariando
todos, ele disse que queria o bombom. Prontamente tomou um “sacode” da sua
avó que disse: menino deixa de ser bobo, pega o chaveiro que é de ouro.
Alegando estar com fome, não deu ouvidos pegando o bombom, desembrulhou e
comeu ali mesmo, na frente de todos. É bem verdade que foi apanhando até
chegar em casa, apanhou mais um pouco quando chegou, mas não fez o que era
de vontade da maioria.
Em 1966, sua avó transferiu a carteira que estava no seu nome para o nome
do meu pai. Hoje esta carteira se encontra em São Januário esperando a boa
vontade da “diretoria” em validar a transferência para o meu nome.
Avançando um pouco no tempo, pulo direto para 1994. Estava com 12 anos na
época e para mim é um dos fatos mais emocionantes das alegrias vividas junto
com meu pai que há pouco havia separado de minha mãe e não morava mais em
casa. Os jogos do Vasco viraram o nosso ponto de encontro.
Em 1997, lembro do meu pai com os olhos marejados, batendo palmas como uma
criança, nos minutos finais do jogo. Salve Edmundo!
Em 1998, na saída de São Januário, comentando que o titulo da Libertadores
já estava no papo, mas chegamos à conclusão de que se tivéssemos feito mais
um gol estaríamos um pouco mais tranqüilos. Salve Juninho!
Em 1999, assistindo as finais do RJ-SP no Maracanã e na casa dele. O ano
mal tinha começado e já éramos campeões. Tome alegria. Salve Juninho!
Em 2000, em São Januário, na final da João Havelange, e um pouco depois já
em 2001, no Maracanã, estávamos lá novamente, em ritmo de festa. Salve
Romário!
Novamente em 2000, na final da Mercosul. Esse eu não consigo falar nada.
Transcende qualquer coisa do homem. Salve o Club de Regatas Vasco da Gama!!!
Voltando em 94. Era um domingo meio chuvoso, também não iria nesse jogo,
era difícil convencer a patroa. Antigamente, os jogos tradicionalmente eram
às 17h. Por volta de 16h, a chuva caia fina e ainda não havíamos decidido se
iríamos ao jogo, pois alguém já havia decidido e a resposta era não. Foi em
questão de segundos, combinamos que iríamos ao portão ver alguma coisa, e
num momento de distração fomos para o jogo. Na descida da Mal. Rondon a cena
que não esquecerei. Bem em cima do Maracanã o céu começa a abrir e alguns
raios de sol aparecem. Eu e meu pai ficamos muito felizes e o resultado do
jogo não poderia ser diferente. Salve Jardel!
Em meados do ano passado, os jogos do Vasco perderam um pouco a graça. Não
pela situação do club, que acabara de sofrer com intervenções alheias a sua
vontade ou pelo que se decorreu desse golpe até a 2ª divisão. O que
aconteceu é que devido a toda essa situação meu pai parou de me acompanhar
nos jogos. Alegava que já não tinha mais paciência para aturar tanta
incompetência e subserviência de uma administração que não brigava pelos
interesses do club e pouco fazia para tirá-lo da situação que se encontrava.
Mas como sabemos, é impossível deixar de gostar, admirar ou amar, mesmo que
caminhos diferentes nos levem para outras direções. Bastava um resultado,
positivo ou negativo, que o telefone tocava, um gol saia ou um gol entrava e
estávamos nós no telefone novamente. É assim, só sabe quem é, e o que se
sente não se pode explicar. Minha maior irritação é que conseguiram afastar
meu pai dos jogos, conseguiram afastá-lo de um de seus lugares preferidos, o
estádio do Vasco, e por conseqüência, o afastaram de mim também.
Infelizmente, uma coisa eles não vão conseguir, que é diminuir nossa
paixão. Mesmo à distância de forma física, ele está sempre presente na
torcida. Não importa o resultado, o que eu quero é estar com ele assistindo
ao jogo do nosso time de coração. Continuaremos torcendo, até que nosso club
volte aos trilhos e a verdade volte a prevalecer, pois o sentimento, esse
nunca parou.
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29/04/2009 13:48h
obrigado amigo!
Me fez lembrar de meu saudoso pai, socio-atleta desta honrada instituição, que se foi fazem dois anos. Lhe perdi para uma doença degenerativa mas,(como é incrivel esta paixão!!), um dos pouquíssimos assuntos que lhe trazia à lucidez eram os jogos do Vasco, que acompanhavamos aqui de Goiânia, para onde nos mudamos a cinco anos.
Passei toda minha infância e boa parte da juventude no Leblon, av Bartolomeu Mitre. Estudei no antigo col. mun. george pfisterer cercado de urubus e pós de arroz. E me mantive fiel. Saudoso Pai. O que ameniza um pouco minha dor é saber que ele não precisou passar pelo que estamos passando, com esta escumalha que tomou o Vasco de assalto entregando nosso patrimônio,(principalmente o moral).
Desculpem-me amigos Casaquista, é que lendo este lindo texto me bateu um misto de saudade com a mais absoluta indiguinação.
Força amigos casaquistas!!! O Vasco estará duas vezes em Goiânia este ano e estou à disposição de vcs para o que for preciso. ESTE SOFRIMENTO TEM QUE ACABAR.
Sucesso à todos
Marcos Maia
29/04/2009 14:57h
Pedro Marcelino
Você deve estar com vinte e sete anos, se não errei nas contas.
Eu, por minha vez, estou com setenta.
Separam-nos, portanto, nada menos do que quarente e três anos.
Apesar dessa abissal diferença, nosso sentimento pelo Vasco tem absolutamente a mesma idade. Assim como nós, o amigo casaquista que postou ai em cima, o Marcos Maia, tem também a nossa idade em seu amor pelo Vasco.
Se ao Marcos Maia sua brilhantíssima crônica (porque não é um simples post) lembrou seu pai, a mim lembrou meu pai, já falecido, e meu filho, que este mês fez quarenta e seis anos. Ambos, é claro,
vascaínos.
Novembro está chegandoo e, até lá vamos torcer e, para os que acreditam, rezar muito para que, quando novembro chegar, ainda haja tempo para trabalhar e reconstruir o nosso Vasco, hoje entregue nas mãos desses incompetentes e, acima de tudo, mal intencionados.
Parabéns pelo seu brilhante texto e parabéns pela emoção que você transmite quando fala do Vasco.
Saudações Vascaínas.
João Carlos
29/04/2009 15:00h
Belissímo depoimento, parabéns.
Pois é, o sentimento nunca parou,e essa diretoria com suas atitudes, obterá uma consequência no mínimo irônica. Fará com que o sentimento dos que a apoiam, sendo estes enganados pela mídia ou não, se apague cada vez mais até sumir.
O nosso sentimento nuca paraou, o nosso é eterno. Acho que um trecho da letra da canção “clube da esquina 2″ traduz a eternidade do nosso sentimento.
Trecho de “club da esquina 2″ composição;Milton Nascimento, Lô Borges e M.Borges:
“E basta contar compasso
e basta contar consigo
Que a chama não tem pavio
De tudo se faz canção
E o coração
Na curva de um rio, rio…”
VELHO VASCO NELES !!!
CASACA NELES !!!
EURICO NELES !!!
TEMPO NELES !!!
29/04/2009 15:08h
Amo o Vasco como o meu velho, e acredito que meu filho amara essa Cruz de Malta. Se Deus quiser!!!!!Ao ler texto como este so consigo lembrar de uma coisa:
CASACA! CASACA! CASA-CASA-CASACA! A TURMA É BOA! É MESMO DA FUZARCA! VASCO! VASCO! VASCO!
Nunca, nuca, nunca esse amor vai parar!!!!!!
29/04/2009 15:09h
Comigo também foi de pai para filho, pois meu pai é vascaíno e graças a ele consegui escapar de ser urubu(maioria da minha família)me arrisco a dizer que ele me deu a vida duas vezes!!! Obrigado pai!! Vasco sempre!!!!
29/04/2009 16:06h
ESSE TEXTO ME FEZ LEMBRAR DE VARIAS DECISOES COM O MEU PAI… ELE TAMBEM É VASCO,HOJE NÓS DOIS ANDAMOS UM POUCO TRISTE PELA SITUAÇAO QUE SE ENCONTRA O NOSSO AMADO CLUBE DE REGATAS VASCO DA GAMA, MAS COM AJUDA DE DEUS E DE VOCES QUE ESTAO AÍ MAIS PERTO PARA PRECIONAR ESSA DIRETORIA FAJUTA NÓS IREMOS SAIR DESSA… O SENTIMENTOU NUNCA PAROU E NEM PARARA, POIS DEUS É JUSTO E A VERDADE VAI PREVALECER SEMPRE!
CASACA NELES!
EURICO NELES!
QUE DEUS ABENÇOE A TODOS! E O SENTIMENTO NUNCA PAROU!
29/04/2009 16:33h
Pedro Marcelino e Marcos Maia, vocês fizeram-me voltar aos meus 10 anos, (hoje estou com 81), quando entrei pela la vez em S.Januario
para assistir a um jogo noturno entre Vasco x Flamengo. Levado por um tio vascaíno, entramos na social e deparei-me com a estátua do Almirante o que já me impressionou bastante, como ainda era cedo para o início da partida entramos no salão de troféus, já naquele tempo deslumbrante(1937), começou aí o meu encantamento pelo querido Vascão
que até hoje me4 faz derramar lágrimas quando não somos felizes nas
competições. Portanto aos 81 anos meu coração já não aguenta mais o sofrimento que esses falsos vascaínos estão nos impondo, será que entre eles não existe consciência, não temem o dia de amanhã, o que di-
rão aos seus descendentes quando conseguirem destruir uma paixão como é o Vasco da Gama. Mas Deus é grande e justo, jamais permitirá esse desfecho. Vamos continuar na luta até à VITORIA. Sauções Vascaínas.
29/04/2009 16:48h
Seu relato me deixou emocionado
Meus parabens!
29/04/2009 16:55h
Pedro Marcelino, parabéns pela sua história, contada com simplicidade e fidelidade. Como seu pai, também nasci no ano de 1951, e vem ocorrendo comigo o inverso, as oportunidades de ir aos jogos com meu filho também diminuiram muito, é o que esta “Diretoria” está nos proporcionando !
Manoel Pereira
29/04/2009 17:50h
Obrigado, Jovem Pedro Marcelino,
pelo que há meses não me acontecia,
nestes 73 anos de viver cruzmaltino:
trazer-me, com o Vasco da Gama,
a alegria no bater do coração,
e os olhos cheios da água da emoção.
29/04/2009 18:05h
Boa noite, amigos do Casaca, e em especial, do amigo Pedro… Me fez recordar minha infancia, meu saudoso Pai… aquele Domingo Uh, o Vasco é Tri, Terere!!! Não me sai da memória… Tenho até hoje, o canhoto desse jogo comigo.
29/04/2009 18:13h
Irmãos Casaquistas,
Vocês são de mais… No post anterior eu disse que estava confuso e triste. E era verdade. Era. Porque vocês, agora, me deram a certeza de que nada está perdido. Corações, anseios e emoções como os nossos(me incluo no meio) não podem ser destruídos sem mais nem menos.
A certeza é: o Vasco vai dar a volta por cima. Ele vai ser reerguido e retornará ao seu caminho histórico de vitórias (vitórias além do campo desportivo, aliás), nas quais nossos ancestrais hão de se orgulhar, se um dia puderem saber de tudo o que está se passando. O sentimento nunca parou!!! Nunca!!! Jamais!!! Ainda veremos isto acontecer.
Nosso orgulho e anseio de ser Vasco não está somente nas vitórias dentro dos campos, quadras, ginásios, mar e raias. Foram vitórias, óbvio. Mas foram vitórias de homens e mulheres que tinham um desejo não só de vencer, mas de lutar por aquilo que sabiam ser o certo, o melhor, o verdadeiro… Eles nos representaram na nossa própria luta do dia a dia, com vitórias e derrotas pessoais, no campo daquilo que está certo e errado; uma verdadeira associação e clube lutam por isso. Não por simples vitórias a qualquer preço (embora que, contra os mulambos valha até gol de mão, não é mesmo? KKKKKKKKKKK); mas por vitórias dignas, épicas, contra tudo e contra todos, principalmente contra aqueles que desprezam o mais fraco, o mais pobre, o mais tímido, o mais acanhado e ‘na dele’. São vitórias com cunho moral. São vitórias com significado maiúsculo. São vitórias pra ‘lavar a alma’ e expurgar os fantasmas da humilhação; são vitórias para dizer aos injustos, arrogantes, aqueles todos que se acham deuses ou semideuses de que não vão prevalecer. NÃO VÃO PREVALECER!!! NÃO VÃO PREVALECER!!!
A VERDADE VAI PREVALECER E ELA SÓ TEM UMA FACE: A VERDADE NUA E CRUA.
Nossos ancestrais entenderam isto e nós estamos entendendo também. Eurico nos ajudou a entender e não cabe só a ele, mas a todos que entendem lutar pela verdade e honra dos nossos ancestrais. Isto não é ser piegas, não é ser ‘viuva’, não é ser antiquado. Isto é ser VASCO.
Vamos VENCER e PREVALECER MUITAS e MUITAS outras vezes mais.
CASACA! CASACA! CASACA-SACA-SACA! A TURMA É BOA! É MESMO DA FUZARCA! VASCO! VASCO! VASCO!
Obrigado, irmãos.
Saudações Vascaínas.
29/04/2009 18:31h
Amigo Pedro Marcelino,
Seu texto me emocionou por sua história e me fez lembrar também da minha e do meu saudoso pai (que assim como o do amigo Marco Maia, também fez sua passagem antes do rebaixamento).
Em 1999/2000, eu escrevia num dos primeiros sites de textos vascaínos, oriundo do maior fórum de discussão do Vasco na época (Raça Vasco) e fiz uma crônica chamada “O retorno do pai-herói”, que mostrava como meu pai me transformou em um homem, cidadão e vascaíno somente com ações e exemplos. Espero um dia compartilhar essa singela homenagem com vocês, se me for permitido.
Uma grande abraço à todas as famílias vascaínas, aos avôs, aos pais, aos filhos, aos netos!!!!!
29/04/2009 18:36h
Parabéns. Pelo menos o nosso amor não vão apequenar ou tentar vender.
Um grande abraço,
Alexandre Lopes
29/04/2009 23:22h
Ótimo texto…
Eu sou Vasco por cause de meu pai, e ele por causa de mim!
Vasco Sempre
30/04/2009 5:42h
É Pedro, é este sentimento que nos fez ser Vasco da Gama. Somos frutos de uma paixão de uma emoção. Os “outros” são consequencia da mída, da imposição mercantil, são porque são e não por que nasceram “contaminados” pela paixão.
Infelizmente, parte da nossa torcida também nasceu fruto dessa imposição, vivíamos na midia, VENCENDO… E são justamente esses torcedores que apóiam a atual condições em que nos encontramos. Não floresceu neles a flor da paixão, do sentimento e principalmente a gratidão aquele que “transplantou” para o sangue deles a vascainidade.
Parabéns! Você relatou bem como nasce um Vascaíno de fibra, com vergonha na cara.
30/04/2009 6:58h
Pedro Marcelino, parabéns pelo relato, que me fez lembrar do meu pai e avô, estamos na 4ª geração de vascaínos bem formados e informados. Emocionou, valeu!
30/04/2009 17:11h
Muito maneiro o texto,ótimo texto!
Olha só,uma pergunta,o site mentiroso do Globobo disse que o Hércules Figueiredo tirou todas as ações que tinha contra o Vasco da Gama,queria saber a verdade sobre este assunto pelo pessoal do Casaca,eu acredito que o Globobo está novamente mentindo!
IMPEACHMENT JÁ NO BOSTAFOGOBERTO BANANAMITE!
IMPEACHMENT JÁ EM TODOS DO MUVÍRUS!
VOLTA ETERNO PRESIDENTE EURICO MIRANDA!
VOLTA CHAPA AZUL!
ELEIÇÕES EM NOVEMBRO DE 2009 COM VITÓRIA DA CHAPA AZUL!
30/04/2009 19:41h
Participem da Comunidade: O BANANAMITE UM BANANA!
Participem da Comunidade no Orkut galera:
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=87835560
30/04/2009 22:45h
Boa noite amigos do CASACA!
Primeiramente gostaria de agradecer por postarem meu texto aqui. Fuquei muito feliz quando ví aqui no site. Muito obrigado.
Estou muito feliz também por ter feito que muitos amigos aqui, com idade para serem meus pais ou avôs, tenham se emocionado e recordado de seus pais, que como o meu também tem no peito a cruz de malta.
Amigo João Carlos, completo 27 anos em agosto, no mês que o Gigante da Colina completa 111 anos, e espero que até lá tenhamos boas notícias sobre os rumos que temos que retomar.
Obrigado a todos.
Saudações vascaínas /+/
02/05/2009 14:23h
SOU VASCAÍNO E IMPÉRIO SERRANO COMO O MEU PAI.ESSES FALSOS VASCAÍNOS TB NOS AFASTARAM DE SÃO JANUÁRIO.PERDI A GRANDE ADMIRAÇÃO Q TINHA PELO DINAMINTIRA.NO ENTANTO O SENTIMENTO NUNCA PAROU.