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2010 é logo ali, após a miragem

[ 25/09/2009 | 38 Comentários | Imprimir Imprimir ]

Lá vem o Duque de Caxias na esquina e a subida à Primeira Divisão logo mais à frente. Nada de novo na agenda cruzmaltina. Dentro de alguns jogos, o Vasco voltará ao seu lugar. Nelson Rodrigues se vivo fosse escreveria na sua Remington antiquíssima dos tempos dos faraós: “Após jogos e mais jogos cálidos e modorrentos como boas peladas de várzea, o Almirante volta ao seu lugar de onde nunca deveria ter sido retirado a pontapés feito ratazana prenhe. Chorou lágrimas de esguicho sentado ao meio-fio no fim do ano passado e fez seu trato com o destino: um ano na Segundona e estamos conversados, ouviu, é batata. Quem comemora soltando foguetes tal feito nada entende de futebol ou galopa feito um dos Dragões da Independência do Pedro Américo nas horas vagas. Qualquer paralelepípedo da Ouvidor sabia que o Vasco da Gama subiria com umas duzentas rodadas de antecedência. Assim estava escrito o óbvio ululante”.

Contando nos dedos os dias para que 2009 acabe, o torcedor cruzmaltino vai se engalfinhando como em brigas de rua com os jogos às terças, às sextas e aos sábados, seja em que lugar for. Seguirá sua procissão até o fim, feito penitência. Faz bonito como sempre fez desde que o mundo é mundo nas arquibancadas. Só quem não conhece a torcida cruzmaltina ou é novato nas artes das arquibancadas para se surpreender com os festejos, cânticos e lotações de estádio. Quem bebeu do samba da Beija-Flor para criar o mito cantado do “time da virada”; quem empurrou grandes esquadrões a títulos estaduais, nacionais e continentais; quem fez músicas deliciosas para caçoar de rivais em goleadas estrondosas e quem viu a milenar Virada da Mercosul de 2000 não precisou se esforçar muito para fazer uma doce festa, mesmo que na triste Segundona. Por essas e por outras que o cruzmaltino clama para que 2009 passe logo, que os jogos contra Campinenses da vida atravessem as ampulhetas e que voltem os tempos de títulos, goleadas contra os rivais e, principalmente, o Tempo da Primeira Divisão que poderia ser eterno, após ser conseguido com honra, bravura e pioneirismo por operários, negros e portugueses na distante década de 20 do século passado. Não foi eterno, o Vasco foi manchado na sua trilha histórica e tal tragédia ficará para sempre forjada nas retinas de quem vive os dias que correm. A verdade é que o torcedor implora por 2010 como um esfomeado.

Enquanto isso, grande parte da imprensa esportiva vai fazendo seu jogo de encaixe infantil para quem só quer ver 2009 longe. Lamentavelmente, coloca triângulos nos lugares dos círculos e enfia com toda força possível quadrados vermelhos nos buracos verdes triangulares. Uma criancinha de dois anos faria melhor, possivelmente por sua inteligência lógica e por sua falta de malícia, quesitos fundamentais que fazem tanta falta a alguns jornalistas de fraldas, geriátricas ou não. Veremos, leremos e ouviremos até dezembro sofismas que comparam Élton a Edmundo, a atual defesa com outras tantas campeãs pelo clube, o presente ataque com os melhores de todos os tempos, o técnico Dorival Júnior elencado dentre os melhores treinadores de toda a brilhante história da instituição mais que centenária e outros exemplos que serviriam muito bem à função de mostrar como se dão certas manipulações de discursos na imprensa em aulas de lógica em faculdades.

As crianças se desenvolvem psiquicamente e sabem que não podem mais comparar coisas diferentes. Vê-las brincando é bem instrutivo de como se dá o nascimento e os primeiros passos lógicos da humanidade. Ao contrário, ver alguns adultos brincando nas redações é horripilante e mostra a capacidade surpreendente de se manejar números por interesses, comparar porta-bandeira de escola de samba com a Guarda Suíça do Vaticano pelo bem da divina pauta e tornar uma Segundona, após muita maquiagem, contorcionismos e omissões, numa Primeirona digna dos melhores Photoshops vendidos no Largo da Carioca. Tais redações precisam de crianças de dois anos urgentemente pelo bem das nossas inteligências.

Dirão alguns incautos, eufóricos sem medida alguma e desvairados por vitórias portentosas contra um São Caetano aqui ou um Ipatinga da vida: “Pombas, até que enfim a imprensa está soprando a favor! É bacana, tem que se dar uma força, pô! O Vasco nunca teve tanto apoio. Por que criticar ajuda?”. Pois é, bacana o interesse da imprensa que há tão pouco tempo apedrejava a Cruz-de-Malta feito cão ladrão, né? Nem parece ser a mesma, deve ser toda diferente com profissionais novos. Quem sabe é a tal da reengenharia tão moderna, não? Com tanta coisa boa, a gente até esquece, por exemplo, que um dia diante de um Mundial de Clubes da Fifa disputado pelo Vasco, veja só, a maior emissora de televisão deste país fez o carinho de chamá-lo de Torneio de Verão, sem sequer passar um golzinho do campeonatinho meia-boca assistido por bilhões no planeta e por outros milhões na concorrente (que, aliás, nunca teve tanta audiência em sua história). Apagamos da memória os deboches dos jornais por nosso pioneirismo, por nossa Carta de renúncia ao preconceito estabelecido, por nosso desejo de possuir um grande estádio. Relevamos a supressão por décadas da conquista do Sul-Americano de Clubes de 1948 dos anais da grande imprensa. Passamos a borracha no que fizeram com os vascaínos partícipes da derrota contra o Uruguai na Copa de 50 e, fundamentalmente, contra Barbosa. Absolvemos de culpa o criador da infame manchete “Final da Vergonha” de um jornal impresso após a conquista do título estadual de 2003. Não foi nada, podemos perdoar. Perdoaremos mais de cem anos em troca de umas migalhas de um ou dois anos de um “milagre jornalístico”. Realmente, é histórico o período em que vivemos, depois de tanto e tanto tempo sendo visto como o diferente insuportável na festa dos aristocratas, o Vasco passa a ser respeitado e tratado com justiça e imparcialidade diante de outros clubes cariocas como Fluminense, Botafogo e Flamengo. É lindo mesmo. De chorar.

Pena que tão linda quanto uma miragem no deserto. Para os sedentos, uma ilusão que faz a boca salivar. Chegando perto, areia e nada mais do que alucinação. Volta à crua e nua realidade. Ou alguém tem alguma dúvida para que lado soprará o vento das impressoras numa semana hipotética antes de uma final estadual entre Vasco e Flamengo? 2010 vem aí, que os atuais meses de miragem passem voando e que o Vasco volte forte à realidade, a sua terra, ao seu chão.

O resto é paisagem. Com camelos, muita água, coqueiros, dança do ventre e cenário global de folhetim das oito pra enganar trouxa.

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“Sociedade dos Poetas Mortos” foi um filme que vi adolescente, me identificando com aquela turma de estudantes e seu nada reverente professor de poesia. O tempo passou e várias cenas ficaram na memória como a que os alunos rasgam páginas dos livros a pedido do mestre pouco conservador, a que “Ode à alegria” de Beethoven é tocada de modo impactante, as dos encontros às escondidas para ler poetas malditos britânicos, a do suicídio de um dos alunos contra a repressão paterna e, claro, a emblemática passagem final dos adolescentes subindo nas carteiras diante da demissão daquele que os fez ver novas alternativas diante do tradicionalismo reinante.

Por que me refiro a tal filme aqui? Quem passeia pelas esquinas do CASACA! deve saber. Alguns dias atrás, quase duas semanas, o amigo João escreveu uma bela crônica que possuía como tema o epíteto dado por um determinado jornalista a nós por essas bandas. O doce apelido a nós conferido foi “Sociedade dos Poetas Mortos”. Nós não poderíamos escolher melhor tamanho símbolo. Num lampejo de raro brilhantismo, o dono da pena nos brindou com o cirúrgico mote. Pensou ser um xingamento ou um deboche, quem sabe, do fundo tenebroso de sua sagacidade pantanosa. Para a nossa sorte, recebemos de presente algo que nem o melhor dos amigos nos deu: a bandeira definitiva para o que já era uma referência, uma trilha nossa. Agradeço comovido.

Quem não viu o longa talvez não entenderá por essas poucas palavras que deixei o espírito que perpassa cada minuto da criação de Peter Weir. Recomendo uma boa olhada ou, para quem já viu, uma revisitada. Envelheceu bem após duas décadas. Não sei bem se o CASACA! chega a duas décadas ou se envelhecerá bem. O fato é que após quase uma década de existência do grupo, o Vasco segue sendo nosso norte (desculpem mencionar o óbvio, é que alguns tolos precisam tomar aulas com as tais crianças de dois anos) e, por que não dizer, será como o da nossa infância até a nossa morte. Neste caminho contra o status quo, sempre do lado oposto da rua da grande imprensa conservadora, a tal da sociedade dos poetas mortos aqui foi criando leitores, foi trazendo mais gente para a caverna, para os encontros às escuras em oposição às iluminadas e transparentes reuniões dos tradicionais e sempre tão apegados às suas límpidas e imaculadas convicções morais. A sociedade aqui formada nos idos de 2000 continuará seus trabalhos de arrastar correntes pelos castelos afora. Seguiremos lendo nossos poetas malditos, escorraçados pela moral e bons costumes. Aproveitaremos nossos dias, até não mais poder.

Carpe Diem, caros cruzmaltinos.

Rafael Fabro

38 Comentários »

  1. César
    25/09/2009 6:48h

    Rafael

    Como sempre,brilhante!

    Carpe Diem.

    Viva a nossa “Sociedade dos Poetas Mortos”.

  2. Mateus Faria Brito
    25/09/2009 7:36h

    Parabéns Rafael Fabro pelo perfeito texto escrito!
    Nos fez ver a noção exata do que acontece hoje com o nosso Club de Regatas Vasco da Gama!
    Ser campeão da Série B não é título,é sim OBRIGAÇÃO!
    Ser rebaixado para a Série B foi algo consiguido por apenas um presidente do Vasco,Carlos Bostafogoberto Bananamite,só ele conseguiu tal desastre em apenas 6 meses de governo!
    IMPEACHMENT JÁ NO BANANAMITE!
    IMPEACHMENT JÁ EM TODOS DO MUVÍRUS!
    VOLTA CHAPA AZUL!
    VOLTA ETERNO PRESIDENTE EURICO MIRANDA!
    NOVEMBRO 2009 É VITÓRIA DA CHAPA AZUL!

  3. André Luiz
    25/09/2009 7:47h

    Pra variar, brilhante e emocionante.

    Obrigado mais uma vez Rafael “Captain, my Captain!”

  4. José Acácio de Almeida
    25/09/2009 8:37h

    Rafael Fabro,

    Mais uma vez após ler uma crônica sua me pergunto, como Milton Nascimento: “Por que não fui eu que fiz?”

    Parabéns, irretocável a sua crônica.

    Quero ver esse ar de casamento perfeito ser mantido na série A. Quando estivermos enfrentando os queridinhos da mídia esportiva, podemos esperar pela volta ao sarcasmo e as distorções de sempre.

    Aliás, nem precisa esperar. Com a proximidade da definição da súbita o representante mais ácido, e anti-vascaíno, da ala geriátrica da imprensa esportiva, o Calazans, já começou. Começou a recordar a parcela ignara e desmemoriada da imensa torcida do Vasco que esse time é de segunda.

  5. José Acácio de Almeida
    25/09/2009 9:15h

    Em tempo, na mesma linha.

    Mas se, porém, todavia, contudo, esse grupo de jogadores mantiver a mística de honradez e garra da nossa camisa (coisa que na minha modesta opinião não é difícil, pois considero esse elenco tão bom quanto a maioria dos elencos dos times da série A). Ai teremos, como sempre, as arbitragens criativas, e quem sabe até as trabalhadas da nossa atual diretória, para ajudar a imprensa canalha a depreciar o time.

  6. José Acácio de Almeida
    25/09/2009 9:20h

    ERRATA: onde se lê: “Com a proximidade da definição da súbita” leia-se “Com a súbita proximidade da definição da subida”.

  7. Cláudio Ribeiro
    25/09/2009 9:27h

    Rafael, sempre brilhante, ler teus textos faz bem à saúde, material e espiritual, os vascaínos, apesar de alguns saltitantes, estão precisando muito. Obrigado.

  8. Sérgio Frias
    25/09/2009 9:49h

    Carpe Diem, Fabro.

    Grande Abraço!

  9. daniel pires
    25/09/2009 9:51h

    Muito boa sua coluna, sim, o VASCO sempre foi perseguido, e agora a imprensa vê com “bons olhos” o nosso gigante.
    Porém, penso que a situação anterior estava insuportavel, enquanto nosso nobre presidente, que tanto lutou por nós, estivesse à frente da caravela, ficariamos a dar murros em ponta de facas, perseguidos pela mídia e sem ventos à soprar a nosso favor.
    Não vejo com olhos ingênuos a mudança de comportamento da mídia em relação ao VASCO, sei que muito é maquiagem de jucas que realmente querem que a nossa caravela afunde, mas que ventos novos sopram na colina sopram, e mudanças são essenciais em qualquer democrácia, para o próprio crescimento da instituição.
    Penso que se o nosso querido Eurico (fez muito pelo VASCO)tivesse deixado o poder de forma mais tranquila, e, de modo que continuasse nos bastidores, ajudando-nos com seu conhecimento e influência, não estariamos passando por esta transição turbulenta que é a segunda divisão .
    Aí eu coloco a parcela de culpa no Ex presidente, ele não soube a hora de comandar por trás das cortinas.
    Obrigado, SAUDAÇÔES VASCAÍNAS!!!!!

  10. C. Sant Anna
    25/09/2009 9:54h

    Discordo do primeiro paragrafo. a maioria que postou aqui no inicio
    do ano afirmou, e ainda falou q podia cobrar, que o Vasco nao
    subiria ou cairia para a serie c. os paralelepípedo da ouvidor sabem
    mais do q vc imagina.
    VASCO acima que QUALQUER politico.
    xxxxxxxxxxxxx
    A posição do site foi sempre claríssima, Sant’Anna. O Vasco tinha a obrigação de subir e deveria ser com o chicote na mão. Menos do que o primeiro lugar folgado seria e é inaceitável.

    Agora é compreensível que durante o processo um ou outro postante pensasse que – pela atuação dos dirigentes, com relação ao clube e também em virtude de partidas inaceitáveis como as realizadas contra o Duque de Caxias em São Januário (exibição de quinta categoria) – o Vasco poderia cair ainda mais. Aliás, alguns defensores de sigla se esquivaram de tecer maiores comentários sobre o futuro do Vasco após o final do mês de junho. Muitos sumiram ou se esconderam. A coisa ficou preta por um tempinho.

    A turminha do “novo” Vasco é que nos momentos delicados dizia que o importante era subir, entre um e outro discurso temeroso.

    Os incompetentes, incapazes e despreparados até tentaram fazer besteiras e chegaram a oitavo lugar. Conseguiram ficar um mês inteiro sem vitórias, mas só a força da camisa do Vasco faria com que subíssemos.

    Sérgio Frias

  11. Vitor Martins
    25/09/2009 10:35h

    Parabéns Rafael,

    Estou nesse exato momento, em pé, em cima da minha “carteira”!!!

    Tamu Junto!
    Abs, Vitrola
    http://bandasdegaragem.uol.com.br/hotsite/musicas.php?id_banda=20643

  12. Paulo Salles Alecrin
    25/09/2009 10:48h

    Rafael,

    mais um “amontoado de palavras” que atrairá a ira adversária na sua incapacidade de retrucar no mesmo nível.

    Pra quê isso???

    Rs rs rs (as escondidas)…

  13. LUIZ FERNANDO LOUREIRO
    25/09/2009 10:58h

    Rafael Fabro,

    Bela coluna daquele que, na minha modesta opinião, é o mais sincero e ácido colunista do Casaca.
    Tenho minhas discordâncias quanto à sua opinião em relação ao Dorival Jr. que, para mim, é o melhor técnico que tivemos desde o Oswaldo de Oliveira.
    Quanto ao que o futuro nos reserva em matéria de críticas e comentários da imprensa e de atuações dos árbitros, não sei o que vai acontecer mas todos nós lembramos que quando o Vasco teve grandes times, principalmente no final da década de 90, se o juiz roubasse muito, nós ganhávamos de pouco e a atuação da imprensa não fazia diferença.
    Resta torcer para que a diretoria atual ou as próximas, possam nos brindar com times daquele quilate.

    Saudações.
    xxxxxxxxxx
    Depois o Rafael te responde, se quiser.

    Primeiramente, Loureiro, a sua opinião de que A ou B é mais sincero, significa que C, D e E não o são tanto assim, portanto, tal opinião é agressiva a todos nós. Deselegante, desrespeitosa e leviana.

    Discordamos quanto ao técnico, principalmente com a sua alusão ao Oswaldinho.

    Se o juiz não roubasse muito ou se enganasse muito (melhor assim) teríamos tido a oportunidade de vencer os seguintes campeonatos na década de 90: 92 (Brasileiro), 93 (Conmebol), 96 (Carioca), 98 (Brasileiro) 99 (Carioca), 2000 (Mundial), 2000 (Carioca). Como se vê, mesmo com grandes times os árbitros atrapalharam grandes conquistas.

    A atuação da imprensa faz diferença, sim. Sempre fez e continuará fazendo. Prova disso é que há uma diminuição inconsciente na cabeça dos vascaínos a respeito do Campeonato Carioca de 2003, conquistado com um gol de placa na decisão, apenas uma derrota no certame e vitória nas Taças GB e Rio. Foi tido como final da vergonha, inclusive, a decisão daquele ano pelo jornal “O Globo”.

    O nosso papel é para além dela falar a verdade sobre o Vasco. Com sinceridade e responsabilidade.

    Sérgio Frias

  14. Roberto Nasato Kaestner
    25/09/2009 11:15h

    Fabro,

    Mais uma vez, de emocionar.

    Talvez muitos que freqüentam o CASACA! não sejam poetas, mas você o é.

    Carpe diem!

    O Vasco precisa de nós!

    Um abraço,

  15. Paulo Salles Alecrin
    25/09/2009 12:36h

    Eu sou um réu confesso em apregoar que o time não subiria neste ano. E só acreditarei quando isso estiver de fato consumado.

    Com relação a diretoria não há comentário a fazer. Ela é de terceira divisão. Ou talvez nem tanto.

    Quanto ao time, continua o mesmo. Sofrível. Para não dizer horrível.

    Se subir, será por obra da ruindade geral desta turma da segundona. Menos por mérito próprio.

    Tenho 53 anos e não me lembro de ter acontecido o que acontece atualmente: não consigo assistir a um jogo todo. Durmo durante, antes do final e as vezes nem vejo o final.

    Os jogos desse time atual me lembram muito as partidas de video game. Esses FIFA’s Socer’s da vida.

    O bonequinho, o jogador, previamente escolhido e nominado, domina a bola, sai correndo, mecanicamente, em direção ao gol adversário. De repente há uma trombada, uma furada, perde-se então a bola e aí é a vez do adversário fazer o mesmo. É um corre-corre, trombadas, furadas e bizonhices sem nenhuma emoção.

    Se alguém vê diferente, tudo bem. Eu não. Durmo.

    Afinal, assisto por dever de obrigação. O time é de segunda, o clube passou a ser também, a diretoria não tem nem divisão e disso tudo tudo aí eu tô fora.

    Se subir ano que vem, eu retorno.

  16. be
    25/09/2009 12:40h

    Apoiar só na boa é fácil!!! Parabéns vascainos verdadeiros!!!

  17. luisfernando
    25/09/2009 13:05h

    seu texto é digno de aplausos,mostra que existe vida inteligente na torcida do vasco.fora do tópico,leiam isto:o presidente da fia max mosley não apoiará,a candidatura de ari vatanen ao maior cargo do automobilismo mundial.vc não tem experiencia,vc nunca liderou coisa alguma,vc não esteve nem mesmo no comando de uma organização menor.vc não tem idéia de como isso funciona.nem mesmo o seu carro no rally vc pilotava tinha um co-piloto para isso.palavras de max mosley.isso me lembrou o “presidente”do vasco nunca administrou a própria carreira,como deputado é uma nulidade,e se arvorou a “administrar”o vasco,o resultado todos nós já sabemos.fonte f1 na web.

  18. BRUNO NOVAES FERREIRA
    25/09/2009 14:25h

    Olá, amigos,

    Desde já parabenizando o grande Rafael Fabro por mais uma belíssima coluna, gostaria de dizer que compartilho em gênero, número e grau com a colocação de ser uma grande honra ser estereotipado como pertencente a tal ” Sociedade dos Poetas Mortos”.

    No citado filme, trata-se de uma espécie de Confraria, no melhor sentido, onde pessoas, apesar de diferentes origens e estilos, movem-se contrariamente à maré, fogem da mesmice, da pura e simples aceitação das informações, da Zona de Conforto…são “cabeças pensantes”, com poder de discernimento, questionamento, guiados e estimulados por um líder(Robin Willians) incapaz de se sujeitar à comandos inibidores às suas linhas de pensamento, intuição, liberdade de expressão e ação…enfim, alguém sem o menor interesse em seguir normas e paradigmas pré estabelecidos! Qualquer analogia é mera coincidência!rs!

    Quem dera fosse este o quadro ilustrativo de nossa realidade, e, especialmente, de nossa torcida! Cidadãos capazes e dispostos a questionar informações infundadas transmitidas por uma sabida e conhecida “Imprensa Marrom”, pessoas que agissem sob os preceitos da Razão, fundamentando suas teorias e opiniões, porém nunca deixando de lado a Sensibilidade e o Amor à nossa Centenária Instituição! E que falta faz um líder legítimo, com as características acima colocadas, a estes incautos!

    Confesso que nunca imaginei dirigir palavras de agradecimento por qualquer coisa a este pilantra, mas, se me permitem, OBRIGADO, GILMAR!
    Por mais que tentássemos, jamais acharíamos nome tão apropriado!

    Orgulhosamente, Bruno Novaes Ferreira, humilde integrante desta valiosa “Sociedade dos Poetas Mortos”

  19. LUIZ FERNANDO LOUREIRO
    25/09/2009 14:30h

    Prezado Frias,

    Não esquentes a cabeça.

    Fiz o elogio que achei apropriado ao colunista. Se de alguma maneira o comentário lhe atingiu…

    Não fui deselegante, desrespeitoso nem leviano. Falei o que acho, o que é sempre de muito bom gosto. Aprecio às colunas do Fabro, pois apesar de ter opiniões divergentes das minhas, ele diz o que pensa, sem se esconder atrás de certas estatísticas favoráveis e sem esconder as estatísticas que não favorecem tanto assim.

    Quanto a todos os campeonatos que você citou, pelo menos de um, o Brasileiro de 1992, eu lembro com riqueza de detalhes, pois o único jogo do Vasco no Rio de Janeiro em que eu não estava presente, foi o Vasco x São Paulo, pois tinha certeza de que o Vasco ia dar uma sova no cliente de caderninho e colocar o Flamengo nas finais do Campeonato, como realmente aconteceu. Neste ano, o Vasco não foi campeão, por causa de uma velha máxima futebolistica que diz que todo grande time, começa por um grande goleiro. E em 92, o Régis fazia questão de levar tantos gols quantos fossem os que o Bebeto fazia lá na frente. Dos outros campeonatos citados, confesso que não lembro bem.

    Quanto à final do Carioca de 2003, se o Casaca não lembrasse desta manchete de jornal a cada cinco minutos, ela já estaria esquecida, e a única lembrança seria a do Campeão daquele ano, Vasco da Gama.

    Se a cada jogo que eu assisto e vejo um jogador arrebentar e no dia seguinte levar nota cinco no jornal, eu for me revoltar, eu to morto. Como eu disse antes, o que vale é a atuação do time, não a da imprensa.

    Saudações.
    xxxxxx
    É aquela história, Loureiro.

    Quando se é leviano ou reticente vive-se uma posição confortável.

    Você pode apreciar o que quiser só não pode falar de maior ou menor sinceridade entre os outros membros do site. É bastante simples.

    Você acompanhou pouco o Brasileiro de 1992. Ele foi perdido, no frigir dos ovos por uma velha máxima: Bola no peito não é mão na bola.

    Infelizmente é história e não estória. Sendo lembrada não será mais repetida que é o que nos interessa. Já que foi feito isso com o Vasco, que não ousem repetir. Pode ter certeza que funciona.

    Como você deve perceber, levar nota cinco, um ou zero não tem absolutamente nada a ver com a manchete: “Vasco Campeão na Final da Vergonha”. Você comparou alhos com bugalhos.

    Sérgio Frias

  20. Fernando Antonio Cruz Pereira
    25/09/2009 15:08h

    Muito bom, Fabro.

    Vascaíno que é vascaíno sempre remou contra a maré. Só os vascaínos do “novo” Vasco não têm a têmpera de sobreviver e vencer na adversidade. Não nos importamos com as pechas lançadas contra nós. Sempre foi assim. Tudo nosso é “pequeno”, “rasteiro”, “vergonhoso”. Eles não sabem o que é isso. Eles foram, são e sempre serão “os envergonhadinhos”. Gostam de elogios, de ver seus nomes estampados nas rádios, nos jornais, etc. Que ideologia esse pessoal tem? São uns amorfos. Como dizia meu pai: “uns miolos de pote”. Por isso são infantilizados, massa de manobra. Não falo isso com alegria, não. Falo com profunda tristeza. Não estou praguejando, nem amaldiçoando. Simplesmente constato o óbvio. As bases onde fundamentam suas posições políticas são tão inócuas, etéreas, desprovidas de lógica que só nos resta lamentar: é uma pena…

    Estou como você, Paulo Salles Alecrin. Não consigo nem mais vibrar com um gol. Está tudo insosso. Nos meus 51 anos de vida e muitos de Vasco, nunca tinha me sentido assim. Minha alegria, meu prazer, minha satisfação foram roubados, arrancados a fórceps por esse “novo” Vasco. Só quando houver justiça é que, espero, acordarei desse pesadelo e voltarei a vibrar e me orgulhar com a minha paixão vascaína. Contudo, sou Vasco até os quintos.

    Saudações Vascaínas.

  21. Paulo Marcelo
    25/09/2009 15:18h

    O Dorival não é realmente o melhor técnico do Vasco de todos os tempos, mas é com certeza, o melhor dos últimos 8 anos. Melhor pagar o salário dobrado a ele, do que pagar R$ 1 que seja, ao Antonio Lopes, Joel Santana, Geninho, Renato Gaúcho, Tita, Romário, e outros menos votados.
    xxxxxxxxxxxx
    Olá Paulo Marcelo,

    Dorival Junior tem que comer muito feijão com arroz prá chegar aonde Joel e Lopes chegaram. Ganhava 65 mil no Coritiba. Não faz o menor sentido receber o que ganha, muito menos o dobro e ademais o Vasco não tem como pagá-lo, agindo de forma minimamente responsável.

    Sérgio Frias

  22. Vinícius Augusto
    25/09/2009 16:43h

    Carpe Diem, mestre!!!

  23. SEBASTIÃO
    25/09/2009 18:01h

    É Rafael. Há muitos e muitos “jornalistas” por aí a fora que deveria ler sua crônica e talvez, com isso, melhorar bastante as merdas que eles escrevem. Vou citar um desses merdas: Gilson Ricardo. Ele escreve todos os dias numa coluna da página esportiva do tablóide “Expresso”. Só escreve porcaria, sem inteligência alguma, e sem cultura. E ele fala e escreve como quem se acha conhecer muito (vejam o programa da TV BANDEIRNTES diariamente às 12;30 hs.) Ele também deveria ler você, Rafael, para se inspirar e melhorar muito aquela massa encefálica que mais parece um ovo vazio. Quanta pobreza de cultura tem aquele senhor meus amigos.

  24. José Oliveira
    25/09/2009 19:01h

    Por enquanto, a flauta toca e as serpentes dançam hipnotizadas, saindo do seu cesto a encantar a platéia.
    Quero ver quando a flauta parar, onde vão enfiar esta cobra?

    Quando os antolhos serão retirados?
    Quando as lobotomias serão revertidas?

  25. Miguel Silva
    25/09/2009 19:57h

    Sou Vasco e apolitico! Acho que tanto a administração atual como a passada nem se compara Agathyno Silva Gomes e Antônio Soares Calçada que faz parte diretamente dos meus anos de vida. Espero eleiçoes e outros no comando. Não poderia deixar de comentar o termo deselegante: Eu não gostei da administração do Sr. Eurico porque deixamos uma taça (Copa do Brasil) que não temos em função do projeto (Sr. Romario 1000), o que fez acontecer perdas para o urubu e nem por isso acho que deva receber ofensas a sua pessoa. No site casaca hà publicação de Banadinamite, bovinos a simpatizantes. Concordo que devemos criticar e cobrar a falta de incopetência administrativa que acharmos. Quanto ao Sr.Roberto maior idolo(Alguem discorda é direito); quantos gol êle fez, quantas conquistas êle participou, o bom senso diz que devemos separar o Pelé do Edson e Zico do jogador que fizeram um lei absurda e porque não o jagodor do administrador? Vamos ser realistas essa de que o Sr. Eurico foi vice na admistração Antonio Soares Calçada e que fez acontecer; então deveria ter ficado como vice, imaginem quantos títulos teriamos comemorados? Desculpem mas acho que todos nós como Vascainos queremos o melhor.

    Sds.,
    xxxxxxx
    Olá Miguel Silva,

    Se você está elogiando a administração de Agathyrno e de Calçada em detrimento das outras duas (incomparáveis uma com a outra por sinal) não está sendo apolítico.

    Calçcada sozinho não arrumou nada no Vasco. Entre 1983, nada ganhou, chegou a ficar num campeonato atrás de todos os grandes, mais Bangu e América. Foi no período dele que fizemos a pior campanha na Taça Libertadores, quando além de não chegar a segunda fase não vencemos sequer um jogo. A chegada de Eurico Miranda mudou o Vasco. Calçada poderia ficar o resto da vida lá que nada mudaria. Participou da vida política do Vasco desde os anos 50. Se fosse referência para um Vasco pujante teria transformado o clube nisso duarante os 30 anos anteriores a chegada de Eurico ao clube. Eurico chegou no Vasco como vice-presidente de futebol, mas sempre teve força inegável dentro do Vasco. No período entre 1997 e 2000 é uma brincadeira achar que não era ele o homem forte do Vasco. A melhor decisão da vida política de Calçada no Vasco foi chamar Eurico para trabalhar com ele e depois disso Eurico passou a trabalhar para um Vasco muito, mas muito superior ao dos últimos 25 anos anteriores de sua história.

    Quanto a Agathyrno, no período dele havia a idéia de não se pagar impostos, o Vasco virou notório freguês de Flamengo e Fluminense, tendo ocorrido a virada na estatística contra o rubro-negro. O clube foi duas vezes lanterna da Taça de Prata (Campeonato Brasileiro da época) em 1969 e 70. A pior posição do Vasco em Campeonatos Brasileiros até o golpe, pertence ao tempo dele. Além disso chegou a fechar o Remo do clube.

    Sob o aspecto positivo destaca-se o título conquistado em 1970, após 12 anos de jejum no Campeonato Carioca e suas participações na decisão contra o Cruzeiro em 1974, com relação à inversão do mando de campo da final, conforme previa o regulamento e a anulação da partida contra o Bangu em 1977 que proporcionou ao Vasco enfrentar o Flamengo pela decisão do segundo turno e conquistar o Campeonato Carioca.

    São Januário foi encontrado em situação precária na administração de Alberto Pires Ribeiro da qual Eurico fez parte como assessor especial da presidência e nela muito do que estava abandonado foi reestruturado.

    Eurico Miranda por tudo que fez pelo Vasco não pode ser comparado a nenhum dos dois citados. Está anos luz na frente e pôs o Vasco anos luz na frente. Como presidente viveu um torniquete financeiro, o advento da Lei Pelé, um massacre da imprensa e uma oposição que até quando pôde sabotar o clube (caso do terreno de Caxias) o fez. Mesmo assim o Vasco permaneceu como clube de primeira divisão, equacionou suas dívidas obteve sim suas conquistas e manteve-se com possibilidades de conquistar títulos. Seria facílimo, tanto quanto irresponsável, Eurico Miranda deixar tudo para os outros e formar dois, três grandes times para sair de sua administração como herói, mas este preferiu o saneamento do clube a pô-lo num lugar próximo da onde estão os outros três clubes do Rio.

    Mas por que sanear? Ele endividou? Ele roubou? Não. Como disse antes, circunstâncias do torniquete, fruto da defesa ao Vasco e não de uma logomarca do SBT, mais A Lei Pelé (O Vasco foi o clube mais prejudicado por ela) e o inadimplemento do Nations Banks, na ordem de 12 milhões de dólares no final do século passado, junto a uma CPI que quis dizer ser o Vasco um clube devedor de 60 milhões e teve que engolir tal valor ter virado pó, mais uma mídia babando de ódio sobre ele e um movimento de oposição absolutamente irresponsável, repleto de vascaínos mais interessados nele do que no Vasco, em razão de ódios pessoais. Tudo isso levou o Vasco a ter dificuldades, mas o clube se manteve em pé. Quando Eurico chegou ao Vasco o clube era a quarta força do Rio atrás do Bangu. Achar que como mero vice-presidente de futebol ele capitaneado pelo grande Calçada conseguia títulos e depois que aquele gênio saiu do Vasco, Eurico ficou órfão ou algo parecido beira a ingenuidade.

    Eurico, inclusive, assumiu ainda durante a tal gestão de Calçada tudo a respeito da CPI e saiu dela provando não ser o Vasco aquilo de que estava sendo acusado. Eurico Miranda, portanto, matou no peito os problemas e o assumiu, como, por sinal sempre fez, independentemente da posição que ocupava.

    Entende-se que a massificação de informações a respeito dele e do Vasco pelos olhos da mídia e aqueles que o odeiam tenha levado os vascaínos a receber um coquetel de desinformação e inverdades, porém os fatos, o tempo e a história têm uma outra verdade. O que se vive neste momento é a fase da pregação de mentiras, desde essa dívida absurda feita à base da canetada, a declarações irresponsáveis como as que são feitas pela Turma da Oportunidade de Prata.

    Sérgio Frias

  26. DODÔ DA BAHIA
    25/09/2009 21:37h

    Aconteceu por acaso, mas hoje, começei lendo os comentários a sua coluna e ao chegar a ela, decidi guardar para amanhã deleite final. hehehehehe
    Quero dormir esta noite, com a sensação de ter jogado na loteria e embora não saiba o resultado, existe sim, a certeza de que o premio maior estará me esperando.

    Portanto amigo Fabro

    antecipadamente,

    rendo-te, minhas homenagens.

  27. Daniel Guimaraes
    25/09/2009 23:15h

    Hoje tive uma triste ideia de comprar o forra fundo de gaiola, Lance, para saber do grande classico de amanha, e para minha “surpresa” o urubu tinha 3 paginas e meia destinadas a grande arrancada final do brasileirao, e da contratação do inquestionavel e super craque Gil. Para a turma do pó de arroz duas páginas e meia convocando a massa para apoiar na luta contra o rebaixamento. Já vasco e Botafogo tinham duas paginas com muito mais otimismo para o botafogo claro.
    Isso sim é imparcialidade e credibilidade.
    Amanha vou comprar outro, afinal, preciso dar brilho no vidro do meu carro!

    E ao Vasco nada?
    TUDO!!!
    VASCO!VASCO!VASCO!

  28. Marcio Cordero
    25/09/2009 23:17h

    Muita coisa boa junta !!!!

    primeiramente, Rafael, Parabéns por mais um excelente texto. Força a gradiosa Sociedade dos Poetas Mortos.

    Em seguida, a brilhante e suscinta narrativa da história recente do Vasco elaborada pelo Sérgio.

    LEITURA OBRIGATÓRIA !!!!!!!!!

  29. SANDRA CRISTINA "Euriquete"
    26/09/2009 1:44h

    Daniel Guimaraes
    25/09/2009 23:15h

    DANIEL:
    DOMINGO COMPRA MAIS UM, CORTA EM QUADRADINHOS E COLOCA PENDURADO NO BANHEIRO… rs…

    ABRAÇOS!!!

  30. Cláudio Ribeiro
    26/09/2009 6:29h

    Daniel Guimarães, não gaste seu dinheiro à toa, comprar estopa, papel toalha, peça jornal usado ao vizinho ou porteiro rubro negro ou até deixe de limpar os vidros do carro é melhor, bom para o bolso e para o espírito, além de contribuir com a quebra do jornal que tem compromisso com tudo, menos com a verdade. Siga a sugestão e acredite num mundo melhor, somos os responsáveis e dvemos fazer a nossa humilde parte.

  31. Paulo Salles Alecrin
    26/09/2009 10:19h

    Sérgio Frias,

    no seu comentário, se permite, faltou dizer ao Miguel Silva que ele, o do charuto, chegou a vice presidência também do C13 e era quem negociava quase tudo pela instituição. Inclusive a grana que todos o clubes deveriam receber da TV.

    Ajudou a muitos clubes a levantar uma graninha extra junto a esta e quando saiu (entregou o cargo), todos (dirigentes dos clubes participantes) disseram: temos uma grande perda.

    E o ídolo não conseguiu ficar no seu lugar. Embora o requisitasse.

    Deve ser porque no C13 não houve TRE, MP, OAB, Wadih Nemer Damous Filho, Sérgio Cabral…, não?

  32. Miguel Silva
    26/09/2009 12:01h

    Sergio

    Sem querer polemica mas quando citei as duas administrações anteriores eu quiz dizer sim que nessa época havia harmonia entre todos os Vascainos, lendo abaixo verá que eu disse sobre criticas! Esporte é ganhar quem estiver melhor! Mas comentando eu uma pessoa que tem todos os registros do Vaco da Gama não poderia deixar de expôr o pouco que sei e acompanhei: Neste período podemos sim verificar como diz o Sr. Eurico, que com o flamengo é campeonato a parte: 1958: Vascco campeão vice Fla – 1974: fla vice Vasco – 1977 Vasco vice Fla, 1978 Campeão fla vice Vasco, 79 ??????? não ha como comentar, 8l Fla vice Vasco, 82 Vasco vice fla,. 86 Fla vice Vasco, 87/88 Vasco vice quem? 1992 Fla vice Vasco, 94 Vasco vice fla, 98 Vasco vice fla, 99 Fla vice Vasco, 99/2000/2001 Fla quem vice????? e ai 2003 Vasco vice fla e em 2004 fla vice Vasco; Da era 2.004 Ha 2.009 quem comemorou mais? Não informando Copa Brasil, Libertadores da America e o que mais faz falta “Campeão Mundial”.
    Sds
    xxxxxx
    Ok, Miguel Silva.

    Ficou claro.

    Abraço,

    Sérgio Frias

  33. DODÔ DA BAHIA
    26/09/2009 18:37h

    Caro Dr. Miguel Silva.
    Vossa Excelencia fala de respeito aos torcedores! Roberto, não é banana!
    Muvista, não é bovino!O Ex-Presidente, não é Sr!
    Por fim ao que eu saiba, o senhor, não é Dr.

    MURISTAS “OUT”!

  34. Cláudio Ribeiro
    26/09/2009 18:51h

    Que sufoco, que coisa horrorosa essa formação e esse esquema covarde. Mil vezes não, isso não é o Vasco.

  35. Renée
    26/09/2009 19:31h

    Parabéns pelo texto!

  36. Caio Jose da Silva
    26/09/2009 21:35h

    A torcida do Vasco deveria se envergonhar do que fez hoje com o Presidente Eurico Miranda.
    Deixar de incentivar o Vasco, que se arrastava em campo, para entoar citações ridiculas é muito triste.
    Parece despeito. Tem memoria curta. Esquece rapidamente a serie de titulos conquistados.

  37. JOSE LUIS LENZ
    26/09/2009 22:34h

    Caio Jose da Silva
    26/09/2009 21:35h A torcida do Vasco deveria se envergonhar do que fez hoje com o Presidente Eurico Miranda.
    Deixar de incentivar o Vasco, que se arrastava em campo, para entoar citações ridiculas é muito triste.
    Parece despeito. Tem memoria curta. Esquece rapidamente a serie de titulos conquistados.

    É caio, essa torcida é muito ingrata e sem personalidade pois acham que xingando o DR Eurico, vão estar agradando a Globo e o Sr Carlos Roberto Banana Dinamite e assim o namoro vasco-globo(?????) continuar. Eles se esquecem o quanto Dr Eurico foi importante no vasco. Agradeçam a ele o único título LEGÍTIMO, enfrentando argentinos e outros mais diferente de 1981, da LIBERTADORES DA AMÉRICA DE 1998. AGRADEÇAM O ANO BRILHANTE DE 2000 – 2 TÍTULOS EM MENOS DE DUAS SEMANAS – UM INTERNACIONAL E O NACIONAL -SÓ O VASCO!!!!! AGRADEÇAM AO DR EURICO POR FAVOR, MAS LEMBREM O CALÇADA DEIXARA NA MÃO DO EURICO O FUTEBOL E VEJAM AS ALEGRIAS QUE SEMPRE NOS ORGULHAMOS. ESSES VASCAÍNOS QUE DIZEM ODIAR O DR EURICO, UM DIA JÁ O ENDEUSARAM POR ENFRENTAR TANTA GENTE PODEROSA PELO AMOR AO VASCO!!!

    E assim encaminharemos para mais desastres ano que vem se essa corja do MUV continuar no poder do clube.

    Em tempo, Miguel Silva, por favor admita, gosta de assistir as novelas da globo e se diverte com o “vale a pena ver de novo”. MUUUUUUUUUU!!!

    SDS vascaínas

  38. José Laudir Vefago - Criciúma - SC
    06/10/2009 12:08h

    Coisa linda este post do Fabro! O “contra o consenso” do filme é o que se tem de mais parecido com a verdadeira Vascaína. O jornalista (não lí, não sei quem foi) querendo nos xingar nos deu uma pérola. O espírito dos Templários ainda reina!

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