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	<title>Comentários sobre: As Crianças Vascaínas de Sábado</title>
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	<description>A comunidade 101% vascaína na internet.</description>
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		<title>Por: Tess</title>
		<link>http://www.casaca.com.br/home/2009/11/05/as-criancas-vascainas-de-sabado/comment-page-2/#comment-116729</link>
		<dc:creator>Tess</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 04:31:00 +0000</pubDate>
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		<description>Incrível... senti vontade de ler algo escrito por um poeta e sobre o vasco...

Escolhi ler este pelo título... e me deparo com um jogo entre Vasco e Vitória... apesar de ser uma situação diferente... hoje o Vasco ganhou... 

e pensar que um time baiano já o deixou sem fala... sem chão... sem escrita. 

adoro ler sua coluna... principalmente suas réplicas... e confesso que sorrio até quando está bravo com os comentaristas... hehehe ... me refresca a alma suas palavras... 

sinto falta de te ler... 

quem sabe um dia em sao januario... estaremos torcendo juntos??</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Incrível&#8230; senti vontade de ler algo escrito por um poeta e sobre o vasco&#8230;</p>
<p>Escolhi ler este pelo título&#8230; e me deparo com um jogo entre Vasco e Vitória&#8230; apesar de ser uma situação diferente&#8230; hoje o Vasco ganhou&#8230; </p>
<p>e pensar que um time baiano já o deixou sem fala&#8230; sem chão&#8230; sem escrita. </p>
<p>adoro ler sua coluna&#8230; principalmente suas réplicas&#8230; e confesso que sorrio até quando está bravo com os comentaristas&#8230; hehehe &#8230; me refresca a alma suas palavras&#8230; </p>
<p>sinto falta de te ler&#8230; </p>
<p>quem sabe um dia em sao januario&#8230; estaremos torcendo juntos??</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: vieira73</title>
		<link>http://www.casaca.com.br/home/2009/11/05/as-criancas-vascainas-de-sabado/comment-page-2/#comment-79782</link>
		<dc:creator>vieira73</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 16:06:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casaca.com.br/home/?p=20157#comment-79782</guid>
		<description>Rafael,

Não entendo de política do Vasco. Não sou do time do Eurico nem do Time do Roberto. Sou Vasco. Mas quero te parabenizar pelas palavras e pelo alto nível dos argumentos, coisa que venho tentando estabelecer aqui desde que entrei pela primeira vez no site. Infelizmente não tive sucesso.

Podemos discordar em vários pontos (e discordamos) mas o importante é apenas uma coisa: o Vasco. 

Acompanho às terças (ou quintas) o &quot;Só dá Vasco&quot; e acompanho às segundas o &quot;Casaca&quot; pelo simples fato de querer ouvir ambos os lados e me manter informado do clube que eu amo. Por isso foi com tristeza que me senti &quot;jogado de lado&quot; ao tentar expor meus argumentos (por vezes perguntas) no site e não ter conseguido.

Por isso lhe dou os parabéns. É dessa maneira (conversando, debatendo) que conseguimos expor nossas opiniões e entender as opiniões que às vezes são contrárias as nossas.

Entendo e acredito que muitos comentários que chegam aqui devem ser jocosos, com palavrões e tentativas insanas de mostrar pontos divergentes. Minhas tentativas sempre foram como as que mandei para você.

Não me interessa ser &quot;publicado&quot;. Me interessa expor opiniões, ler opiniões e principalmente debater opiniões. Mesmo que contrárias.

Não tenho amores pelo Presidente Roberto, mas vejo coisas muito boas em sua gestão. Divergemos sobre &quot;obrigação da subida&quot; e, é claro, com o modo que ele dirige o clube. Mas vejo (de fora, como disse não me envolvo na política do clube) um trabalho muito melhor realizado do que o do Presidente Eurico. Esse eu não gostei e não queria mais no Vasco. Queria de volta o Vice de Futebol Eurico. Esse sim.

Não concordo com as idéias do Eurico mas gosto da pessoa Eurico. Por isso vejo com bons olhos seu retorno ao clube como benemérito. Oposições são benvindas!

E para finalizar, Rafael... digo com certeza que você ganhou um fã.

Abs,
Marcelo Vieira

&lt;strong&gt;****************************
Agradeço, Marcelo e desde já, peço desculpas pela demora em responder. Volte mais vezes, pois realmente mesmo discordando de alguns pontos importantes sobre o Vasco, somos sobretudo vascaínos. Há conversa possível sim, por que não? Se há elegância nos comentários e sobriedade na argumentação, há espaço aberto para o debate. Acertou quando disse que por várias vezes recebemos comentários jocosos, mas são excluídos de pronto, nem lidos após três palavras ofensivas ou são respondidos com sarcasmo ou raiva mesmo (somos humanos, Marcelo, nem sempre dá pra manter a paciência e a tolerância com gente que chegou aqui outro dia para falar mal da colônia portuguesa, só para citar um exemplo).

E repito: o que diz sobre a Oposição é fundamental. Ela é saudável ao clube, a qualquer um.

Rafael Fabro&lt;/strong&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael,</p>
<p>Não entendo de política do Vasco. Não sou do time do Eurico nem do Time do Roberto. Sou Vasco. Mas quero te parabenizar pelas palavras e pelo alto nível dos argumentos, coisa que venho tentando estabelecer aqui desde que entrei pela primeira vez no site. Infelizmente não tive sucesso.</p>
<p>Podemos discordar em vários pontos (e discordamos) mas o importante é apenas uma coisa: o Vasco. </p>
<p>Acompanho às terças (ou quintas) o &#8220;Só dá Vasco&#8221; e acompanho às segundas o &#8220;Casaca&#8221; pelo simples fato de querer ouvir ambos os lados e me manter informado do clube que eu amo. Por isso foi com tristeza que me senti &#8220;jogado de lado&#8221; ao tentar expor meus argumentos (por vezes perguntas) no site e não ter conseguido.</p>
<p>Por isso lhe dou os parabéns. É dessa maneira (conversando, debatendo) que conseguimos expor nossas opiniões e entender as opiniões que às vezes são contrárias as nossas.</p>
<p>Entendo e acredito que muitos comentários que chegam aqui devem ser jocosos, com palavrões e tentativas insanas de mostrar pontos divergentes. Minhas tentativas sempre foram como as que mandei para você.</p>
<p>Não me interessa ser &#8220;publicado&#8221;. Me interessa expor opiniões, ler opiniões e principalmente debater opiniões. Mesmo que contrárias.</p>
<p>Não tenho amores pelo Presidente Roberto, mas vejo coisas muito boas em sua gestão. Divergemos sobre &#8220;obrigação da subida&#8221; e, é claro, com o modo que ele dirige o clube. Mas vejo (de fora, como disse não me envolvo na política do clube) um trabalho muito melhor realizado do que o do Presidente Eurico. Esse eu não gostei e não queria mais no Vasco. Queria de volta o Vice de Futebol Eurico. Esse sim.</p>
<p>Não concordo com as idéias do Eurico mas gosto da pessoa Eurico. Por isso vejo com bons olhos seu retorno ao clube como benemérito. Oposições são benvindas!</p>
<p>E para finalizar, Rafael&#8230; digo com certeza que você ganhou um fã.</p>
<p>Abs,<br />
Marcelo Vieira</p>
<p><strong>****************************<br />
Agradeço, Marcelo e desde já, peço desculpas pela demora em responder. Volte mais vezes, pois realmente mesmo discordando de alguns pontos importantes sobre o Vasco, somos sobretudo vascaínos. Há conversa possível sim, por que não? Se há elegância nos comentários e sobriedade na argumentação, há espaço aberto para o debate. Acertou quando disse que por várias vezes recebemos comentários jocosos, mas são excluídos de pronto, nem lidos após três palavras ofensivas ou são respondidos com sarcasmo ou raiva mesmo (somos humanos, Marcelo, nem sempre dá pra manter a paciência e a tolerância com gente que chegou aqui outro dia para falar mal da colônia portuguesa, só para citar um exemplo).</p>
<p>E repito: o que diz sobre a Oposição é fundamental. Ela é saudável ao clube, a qualquer um.</p>
<p>Rafael Fabro</strong></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: vieira73</title>
		<link>http://www.casaca.com.br/home/2009/11/05/as-criancas-vascainas-de-sabado/comment-page-2/#comment-79756</link>
		<dc:creator>vieira73</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 13:48:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casaca.com.br/home/?p=20157#comment-79756</guid>
		<description>Rafael,

O conheço pouco. Mas pelo pouco que li, seus textos têm consistência, são interessantes e não me resta dúvida alguma que és um grande vascaíno.

Provavelmente temos a mesma idade, já que meus primeiros jogos no Maracanã foram no começo dos anos 80 e eu era uma criança com menos de 10 anos, com certeza.

Mas tenho algumas ponderações a fazer:

1) Algumas coisas óbvias (ululantes) só assim o são quando vistas de alguns ângulos. É pensar muito pequeno que um time como o Vasco cai de uma divisão para outra em 28 rodadas. Não, não cai. Por mais doloroso que isso possa parecer é essa a verdade.

2) Seus textos para as colunas são, realmente, muito bem escritos. Mas aqui vai uma dica: tente manter a boa escrita quando os assuntos não são condizentes com a forma que você pensa, ou seja, nas respostas dos vascaínos (sim, vascaínos que não pensam da mesma forma, mas vascaínos) que não rezam da mesma opinião editorial do site.

3) Também é óbvio (isso, é claro, se visto de outros ângulos) que o time está passando por uma reestrutura. Digo o time pois o clube, ao meu ver, ainda vai demorar um pouco para se reestruturar. Eurico Miranda era um dirigente de clube, não de time.

4) A &quot;virada da Mercosul&quot;, a Libertadores, todos nossos grandes títulos (históricos) são de uma tremenda importância, não há dúvida. Mas a realidade hoje (ou até semana passada) é essa. Futebol é um esporte. Futebol não é uma ciência exata. Não existe obrigação. Existe trabalho bem feito. E não há como negar que o trabalho realizado na Série B foi bem feito. TODOS nós Vascaínos devemos, sim, fiscalizar e patrulhar sempre para que isso nunca mais ocorra. E, principalmente, aprendermos com esses erros.

5) E por último, mas não menos importante, não levemos TÃO a sério assim o que o Eurico Miranda diz. Seguir cegamente o que uma pessoa fala nós sabemos muito bem o que pode acontecer, vide um certo país (outrora dividido) da Europa... torço para que o Eurico faça parte da política do Vasco SIM. Em termos de dirigente de clube ele é bom. Afinal, a democracia clama por oposições. Mas como mandatário do clube eu não quero mais. E se todos vissempor todos os ângulos, certamente teríamos a mesma opinião.

Saudações,
Marcelo Vieira

&lt;strong&gt;****************************
Marcelo, obrigado pela elegância dos comentários discordantes em certos tons. Às vezes, temos que ler discordâncias um tanto quanto ofensivas.

Bom, vamos lá. Antes de tudo, agradeço as palavras sobre a escrita. Geralmente, não respondo em tópicos, mas para facilitar a leitura dos demais, sigo:

1. A queda se deu. Fato. O que resta são opiniões para os motivos, algumas com mais consistência, outras nem tanto. Acredito que pela sua escrita, devas ter uma argumentação mais bem edificada do que a que lemos por vezes aqui e em jornais. Espero que não uses clichês e parta para algo singular. Veja, é exatamente esse arranhar do disco provocado por alguns jornais e canais que nos incomoda. Há algo aí estranho, de uma uniformidade bizarra num mundo amplamente diverso como o da imprensa esportiva. Como, de repente, virou uma cantilena a expressão &quot;herança maldita&quot; para dar conta de tudo na base das simplificações?

2. Acredito que mantenho minha escita nas respostas com a devida tolerância, mas sem me desapegar da ironia. Sem isso, não posso nem assinar Rafael Fabro nem atravessar a rua ou chupar um Chicabon, como diria Nelson Rodrigues. Acho que os leitores compreendem, Marcelo.

3. Você foi no ponto quanto à diferenciação entre time e clube. Os bastidores da vitrine chamada futebol são de estarrecer, Marcelo, infelizmente. E o futebol do nosso clube não pode ser tomado como referência no ano de 2009 pelo simples motivo de não ter disputado a principal competição do país no ano. Não há como medir adequadamente seu rendimento. 

Quanto a Eurico, discordo no que tange à formação de times antes da Lei Pelé que engessou tantos clubes por aí para a alegria de empresários. Ele sabia como poucos montar bons times, mesclando categoria de base com alguns craques pescados aqui e ali. E levava tais times a conquistas por seu bom gerenciamento, por nunca falar mal dos jogadores (coisa que, infelizmente, foi um dos primeiros atos do nosso atual presidente ao chegar, depreciando o elenco) e por protegê-lo, blindá-lo nos piores momentos. Eurico foi e pode ser um bom dirigente para o Club de Regatas Vasco da Gama, incluindo aí o futebol, portanto.

4. A realidade hoje é nua e crua, Marcelo, desafortunadamente. Que bom que assim vê: é diferente da grandeza do Vasco. Não poderíamos ter passado por tal infortúnio de jogar uma Segundona para ficarmos cicatrizados por décadas. Lembre que nossa marca maior era exatamente a subida de 1922 para a elite e ela foi arranhada em dezembro de 2008. 2009 é apenas a continuação do livro de tristezas. E aqui, não vai nada de político, entenda bem. Muitos vascaínos que conheço que não são euriquistas viram essa Série B como uma dor ou até uma injeção anestésica como escrevi no texto de hoje do site. Ficamos moribundos por meses, Marcelo. Não há o que pague essa conta simbólica.

5. O importante não é seguir a pessoa, mas as ideias. Isso vale para qualquer cena política. E creio que, em relação ao trabalho da oposição, você foi bem oportuno, Marcelo.

Cordialmente,
Rafael Fabro &lt;/strong&gt; </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael,</p>
<p>O conheço pouco. Mas pelo pouco que li, seus textos têm consistência, são interessantes e não me resta dúvida alguma que és um grande vascaíno.</p>
<p>Provavelmente temos a mesma idade, já que meus primeiros jogos no Maracanã foram no começo dos anos 80 e eu era uma criança com menos de 10 anos, com certeza.</p>
<p>Mas tenho algumas ponderações a fazer:</p>
<p>1) Algumas coisas óbvias (ululantes) só assim o são quando vistas de alguns ângulos. É pensar muito pequeno que um time como o Vasco cai de uma divisão para outra em 28 rodadas. Não, não cai. Por mais doloroso que isso possa parecer é essa a verdade.</p>
<p>2) Seus textos para as colunas são, realmente, muito bem escritos. Mas aqui vai uma dica: tente manter a boa escrita quando os assuntos não são condizentes com a forma que você pensa, ou seja, nas respostas dos vascaínos (sim, vascaínos que não pensam da mesma forma, mas vascaínos) que não rezam da mesma opinião editorial do site.</p>
<p>3) Também é óbvio (isso, é claro, se visto de outros ângulos) que o time está passando por uma reestrutura. Digo o time pois o clube, ao meu ver, ainda vai demorar um pouco para se reestruturar. Eurico Miranda era um dirigente de clube, não de time.</p>
<p>4) A &#8220;virada da Mercosul&#8221;, a Libertadores, todos nossos grandes títulos (históricos) são de uma tremenda importância, não há dúvida. Mas a realidade hoje (ou até semana passada) é essa. Futebol é um esporte. Futebol não é uma ciência exata. Não existe obrigação. Existe trabalho bem feito. E não há como negar que o trabalho realizado na Série B foi bem feito. TODOS nós Vascaínos devemos, sim, fiscalizar e patrulhar sempre para que isso nunca mais ocorra. E, principalmente, aprendermos com esses erros.</p>
<p>5) E por último, mas não menos importante, não levemos TÃO a sério assim o que o Eurico Miranda diz. Seguir cegamente o que uma pessoa fala nós sabemos muito bem o que pode acontecer, vide um certo país (outrora dividido) da Europa&#8230; torço para que o Eurico faça parte da política do Vasco SIM. Em termos de dirigente de clube ele é bom. Afinal, a democracia clama por oposições. Mas como mandatário do clube eu não quero mais. E se todos vissempor todos os ângulos, certamente teríamos a mesma opinião.</p>
<p>Saudações,<br />
Marcelo Vieira</p>
<p><strong>****************************<br />
Marcelo, obrigado pela elegância dos comentários discordantes em certos tons. Às vezes, temos que ler discordâncias um tanto quanto ofensivas.</p>
<p>Bom, vamos lá. Antes de tudo, agradeço as palavras sobre a escrita. Geralmente, não respondo em tópicos, mas para facilitar a leitura dos demais, sigo:</p>
<p>1. A queda se deu. Fato. O que resta são opiniões para os motivos, algumas com mais consistência, outras nem tanto. Acredito que pela sua escrita, devas ter uma argumentação mais bem edificada do que a que lemos por vezes aqui e em jornais. Espero que não uses clichês e parta para algo singular. Veja, é exatamente esse arranhar do disco provocado por alguns jornais e canais que nos incomoda. Há algo aí estranho, de uma uniformidade bizarra num mundo amplamente diverso como o da imprensa esportiva. Como, de repente, virou uma cantilena a expressão &#8220;herança maldita&#8221; para dar conta de tudo na base das simplificações?</p>
<p>2. Acredito que mantenho minha escita nas respostas com a devida tolerância, mas sem me desapegar da ironia. Sem isso, não posso nem assinar Rafael Fabro nem atravessar a rua ou chupar um Chicabon, como diria Nelson Rodrigues. Acho que os leitores compreendem, Marcelo.</p>
<p>3. Você foi no ponto quanto à diferenciação entre time e clube. Os bastidores da vitrine chamada futebol são de estarrecer, Marcelo, infelizmente. E o futebol do nosso clube não pode ser tomado como referência no ano de 2009 pelo simples motivo de não ter disputado a principal competição do país no ano. Não há como medir adequadamente seu rendimento. </p>
<p>Quanto a Eurico, discordo no que tange à formação de times antes da Lei Pelé que engessou tantos clubes por aí para a alegria de empresários. Ele sabia como poucos montar bons times, mesclando categoria de base com alguns craques pescados aqui e ali. E levava tais times a conquistas por seu bom gerenciamento, por nunca falar mal dos jogadores (coisa que, infelizmente, foi um dos primeiros atos do nosso atual presidente ao chegar, depreciando o elenco) e por protegê-lo, blindá-lo nos piores momentos. Eurico foi e pode ser um bom dirigente para o Club de Regatas Vasco da Gama, incluindo aí o futebol, portanto.</p>
<p>4. A realidade hoje é nua e crua, Marcelo, desafortunadamente. Que bom que assim vê: é diferente da grandeza do Vasco. Não poderíamos ter passado por tal infortúnio de jogar uma Segundona para ficarmos cicatrizados por décadas. Lembre que nossa marca maior era exatamente a subida de 1922 para a elite e ela foi arranhada em dezembro de 2008. 2009 é apenas a continuação do livro de tristezas. E aqui, não vai nada de político, entenda bem. Muitos vascaínos que conheço que não são euriquistas viram essa Série B como uma dor ou até uma injeção anestésica como escrevi no texto de hoje do site. Ficamos moribundos por meses, Marcelo. Não há o que pague essa conta simbólica.</p>
<p>5. O importante não é seguir a pessoa, mas as ideias. Isso vale para qualquer cena política. E creio que, em relação ao trabalho da oposição, você foi bem oportuno, Marcelo.</p>
<p>Cordialmente,<br />
Rafael Fabro </strong></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcelo Costa Siqueira</title>
		<link>http://www.casaca.com.br/home/2009/11/05/as-criancas-vascainas-de-sabado/comment-page-2/#comment-77572</link>
		<dc:creator>Marcelo Costa Siqueira</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 17:36:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.casaca.com.br/home/?p=20157#comment-77572</guid>
		<description>Caro Rafael,

Parabéns pelo texto. Realmente inspirador. Assim como você gosto de, vez por outra, submeter algumas idéias deconcertadas para juri popular. Aqui no Casaca mesmo já tive algumas publicadas. Infelizmente, contudo, não foram inspiradas pela nostalgia, como a sua, e sim pela revolta do acontecido, que todos já estão carecas de saber e não pretendo relembrar mais uma vez.

Minha primeira aparição no maior templo do futebol brasileiro foi na apoteótica final do brasileiro de 1974. Sem muito entender a magnitude do momento, codjuvei o gol do Jorginho Carvoeiro com um amassado cachorro-quente Geneal em uma mão e um abraço em meu pai com o outro braço. Tudo isso em meio a gritos incompreensíveis e coreografias desritmadas de mais de 100.000 pessoas.

A partir de então continuei minha trajetória de vascaíno saudável, comparecendo a alguns jogos ou ouvindo pelo Moto-Rádio na grande maioria. Porém com tempo e a idade avançando, meu pai, meu maior companheiro de arquibancada, foi perdendo motivação para enfrentar as maratonas de idas e vindas do maracanã, agravada pelo constante aumento da frequência de jogos televisionados. Mesmo assim, estive presente em vários momentos importantes da nossa história. Títulos cariocas (um com direito a farta distribuição de cocadas durante a semana), brasileiros e sulamericano ao longo da década de 80 e 90. Roberto voltando da europa em 80 e se despedindo contra o La Coruna em 93. A embaixada tripla de Vivinho em gol imaculado no brasileirão de 89. A estreia de Bebeto em 89, a do Edmundo em 92 e a reestreia em 96. Todos, entre muitos outros, momentos inesquecíveis.

Até que veio à tona o Mundial da Fifa de 2000. Fui a todos os jogos do Maracanã, inclusive ao martírio derradeiro de 14 de Janeiro. Novamente na companhia de meu pai, vi um maracanã se calar, dessa vez das cadeiras, após um penalty perdido pelo nosso ídolo Edmundo. 

Desde então, confesso, me ausentei dos estádios. Não fui testemunha ocular de nenhuma peleja, nem das que culminaram no último título carioca, brasileiro ou da mercosul. Sim, estava inconsolável com aquela derrota de 2000. A bem da verdade, ainda estou. Ainda é uma ferida que não cicatrizou. Talvez esse problema de cicatrização seja genético, pois meu falecido avô, outro vascaíno ilustre, jamais pisou em um estádio após a final da copa de 50. Enfim, quem sai aos seus...

É possível, até, que eu jamais voltasse a um estádio. Contudo, neste meio tempo virei pai. Pai de 2 pequenos vascaínos - espero que se mantenham assim, apesar da pressão oposta da ala materna. E o mais velho, hoje com quase 5 anos, precisa conhecer mais do Vasco. Talvez jamais ele conheça o Vasco que eu conheci. O Vasco guerreiro, respeitado. O Vasco altivo, altaneiro, o Vasco respeitado e contestador. Mas, apesar dos muitos Vascos vistos pelos arquibaldos e cadeireiros de hoje, eu preciso ensinar-lhe principalmente as coisas únicas, as que não mudam: a nossa história, as nossas lutas, o nosso patrimônio e o nosso manto. E assim, em 5 de abril deste ano, viajei para minha cidade natal, o nosso Rio de Janeiro, para que ele um dia também possa contar para seus filhos que conheceu o nosso estádio, os nossos trofeus, a nossa torcida. Foi um Vasco x Bangu pela Taça Rio. Após um passeio pela sala de troféus, das poltronas especiais de São Januário, ele viu o gigante da colina vencer por 4x0 um Bangu indefeso, muito diferente, assim como o meu Vasco, daquele Bangu que eu vi quase vencer um campeonato brasileiro. 

Também o levei na nossa festa de aniversário contra o Ipatinga. Ele precisava também conhecer um Macanã repleto de vascaínos em um uníssono &quot;casaca&quot;.

Mas confesso, caro Fabro, hoje com 43 anos, não tenho mais a alegria que outrora. Não reconheço mais &quot;aquele&quot; Vasco nesse destes dias. Não reconheço &quot;aquela&quot; torcida nestes vascaínos desses tempos. No jogo do Ipatinga eu estava na tribuna de honra. Mesmo com a vitória, juro, fiquei triste. Enquanto via a imprensa e os presentes assediando atual presidente, um grande ex-jogador de futebol, sem dúvida, e deixando, quase como um torcedor comum como eu, o nosso Eterno e mais vitorioso Presidente Antônio Soares Calçada ao relento. Não seria leviano em supor que mais de metade dos presentes sequer sabiam quem era aquele senhor de cabelos brancos, calça social e olhar sereno. 

Que Vasco é esse que celebra momentos que deveriam ser de vergonha e esquece os paladinos dos tempos de glória? 

Não é o meu Vasco. 

E, pior: para meu desespero, é o Vasco que eu tenho que ensinar meus filhos a amar. 

Um Grande Casaca !

Saudações Cruzmaltinas

Marcelo Siqueira</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Rafael,</p>
<p>Parabéns pelo texto. Realmente inspirador. Assim como você gosto de, vez por outra, submeter algumas idéias deconcertadas para juri popular. Aqui no Casaca mesmo já tive algumas publicadas. Infelizmente, contudo, não foram inspiradas pela nostalgia, como a sua, e sim pela revolta do acontecido, que todos já estão carecas de saber e não pretendo relembrar mais uma vez.</p>
<p>Minha primeira aparição no maior templo do futebol brasileiro foi na apoteótica final do brasileiro de 1974. Sem muito entender a magnitude do momento, codjuvei o gol do Jorginho Carvoeiro com um amassado cachorro-quente Geneal em uma mão e um abraço em meu pai com o outro braço. Tudo isso em meio a gritos incompreensíveis e coreografias desritmadas de mais de 100.000 pessoas.</p>
<p>A partir de então continuei minha trajetória de vascaíno saudável, comparecendo a alguns jogos ou ouvindo pelo Moto-Rádio na grande maioria. Porém com tempo e a idade avançando, meu pai, meu maior companheiro de arquibancada, foi perdendo motivação para enfrentar as maratonas de idas e vindas do maracanã, agravada pelo constante aumento da frequência de jogos televisionados. Mesmo assim, estive presente em vários momentos importantes da nossa história. Títulos cariocas (um com direito a farta distribuição de cocadas durante a semana), brasileiros e sulamericano ao longo da década de 80 e 90. Roberto voltando da europa em 80 e se despedindo contra o La Coruna em 93. A embaixada tripla de Vivinho em gol imaculado no brasileirão de 89. A estreia de Bebeto em 89, a do Edmundo em 92 e a reestreia em 96. Todos, entre muitos outros, momentos inesquecíveis.</p>
<p>Até que veio à tona o Mundial da Fifa de 2000. Fui a todos os jogos do Maracanã, inclusive ao martírio derradeiro de 14 de Janeiro. Novamente na companhia de meu pai, vi um maracanã se calar, dessa vez das cadeiras, após um penalty perdido pelo nosso ídolo Edmundo. </p>
<p>Desde então, confesso, me ausentei dos estádios. Não fui testemunha ocular de nenhuma peleja, nem das que culminaram no último título carioca, brasileiro ou da mercosul. Sim, estava inconsolável com aquela derrota de 2000. A bem da verdade, ainda estou. Ainda é uma ferida que não cicatrizou. Talvez esse problema de cicatrização seja genético, pois meu falecido avô, outro vascaíno ilustre, jamais pisou em um estádio após a final da copa de 50. Enfim, quem sai aos seus&#8230;</p>
<p>É possível, até, que eu jamais voltasse a um estádio. Contudo, neste meio tempo virei pai. Pai de 2 pequenos vascaínos &#8211; espero que se mantenham assim, apesar da pressão oposta da ala materna. E o mais velho, hoje com quase 5 anos, precisa conhecer mais do Vasco. Talvez jamais ele conheça o Vasco que eu conheci. O Vasco guerreiro, respeitado. O Vasco altivo, altaneiro, o Vasco respeitado e contestador. Mas, apesar dos muitos Vascos vistos pelos arquibaldos e cadeireiros de hoje, eu preciso ensinar-lhe principalmente as coisas únicas, as que não mudam: a nossa história, as nossas lutas, o nosso patrimônio e o nosso manto. E assim, em 5 de abril deste ano, viajei para minha cidade natal, o nosso Rio de Janeiro, para que ele um dia também possa contar para seus filhos que conheceu o nosso estádio, os nossos trofeus, a nossa torcida. Foi um Vasco x Bangu pela Taça Rio. Após um passeio pela sala de troféus, das poltronas especiais de São Januário, ele viu o gigante da colina vencer por 4&#215;0 um Bangu indefeso, muito diferente, assim como o meu Vasco, daquele Bangu que eu vi quase vencer um campeonato brasileiro. </p>
<p>Também o levei na nossa festa de aniversário contra o Ipatinga. Ele precisava também conhecer um Macanã repleto de vascaínos em um uníssono &#8220;casaca&#8221;.</p>
<p>Mas confesso, caro Fabro, hoje com 43 anos, não tenho mais a alegria que outrora. Não reconheço mais &#8220;aquele&#8221; Vasco nesse destes dias. Não reconheço &#8220;aquela&#8221; torcida nestes vascaínos desses tempos. No jogo do Ipatinga eu estava na tribuna de honra. Mesmo com a vitória, juro, fiquei triste. Enquanto via a imprensa e os presentes assediando atual presidente, um grande ex-jogador de futebol, sem dúvida, e deixando, quase como um torcedor comum como eu, o nosso Eterno e mais vitorioso Presidente Antônio Soares Calçada ao relento. Não seria leviano em supor que mais de metade dos presentes sequer sabiam quem era aquele senhor de cabelos brancos, calça social e olhar sereno. </p>
<p>Que Vasco é esse que celebra momentos que deveriam ser de vergonha e esquece os paladinos dos tempos de glória? </p>
<p>Não é o meu Vasco. </p>
<p>E, pior: para meu desespero, é o Vasco que eu tenho que ensinar meus filhos a amar. </p>
<p>Um Grande Casaca !</p>
<p>Saudações Cruzmaltinas</p>
<p>Marcelo Siqueira</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Marinho</title>
		<link>http://www.casaca.com.br/home/2009/11/05/as-criancas-vascainas-de-sabado/comment-page-2/#comment-77565</link>
		<dc:creator>André Marinho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 17:11:43 +0000</pubDate>
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		<description>Prezado Rafael,

Cometi o &quot;pecado&quot; de não ler a sua coluna no dia 05 quando ela foi publicada. Agora, passado o jogo de sábado e feliz por ver tantos vascaínos orgulhosos do time (!!!) quero parabenizá-lo pela excelente coluna que me fez voltar ao início dos anos 80 num jogo entre Vasco e Nacional-AM em Manaus. Muito emocionante, espero que vc consiga sempre por em palavras tudo o que 20 milhões de vascaínos sente por esse time.

SV</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Rafael,</p>
<p>Cometi o &#8220;pecado&#8221; de não ler a sua coluna no dia 05 quando ela foi publicada. Agora, passado o jogo de sábado e feliz por ver tantos vascaínos orgulhosos do time (!!!) quero parabenizá-lo pela excelente coluna que me fez voltar ao início dos anos 80 num jogo entre Vasco e Nacional-AM em Manaus. Muito emocionante, espero que vc consiga sempre por em palavras tudo o que 20 milhões de vascaínos sente por esse time.</p>
<p>SV</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rafael Fabro</title>
		<link>http://www.casaca.com.br/home/2009/11/05/as-criancas-vascainas-de-sabado/comment-page-2/#comment-77472</link>
		<dc:creator>Rafael Fabro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 12:34:04 +0000</pubDate>
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		<description>Rodrigo Alonso, Carlos André e meu companheiro João Carlos, gostei do título pro livro: &quot;O resto é paisagem&quot;. Um dia sai e acho que não vai demorar. E obrigado pelo estímulo! 

Rafael Fabro</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rodrigo Alonso, Carlos André e meu companheiro João Carlos, gostei do título pro livro: &#8220;O resto é paisagem&#8221;. Um dia sai e acho que não vai demorar. E obrigado pelo estímulo! </p>
<p>Rafael Fabro</p>
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		<title>Por: Luiz Felipe Willcox</title>
		<link>http://www.casaca.com.br/home/2009/11/05/as-criancas-vascainas-de-sabado/comment-page-2/#comment-77219</link>
		<dc:creator>Luiz Felipe Willcox</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 16:59:36 +0000</pubDate>
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		<description>Lembro também da alegria com a volta do Dinamite da Catalunha. O problema do ídolo de todos nós é que, depois que parou com o futebol,  foi-se embora pra Pasárgada, onde é amigo do governador, e nunca mais foi visto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lembro também da alegria com a volta do Dinamite da Catalunha. O problema do ídolo de todos nós é que, depois que parou com o futebol,  foi-se embora pra Pasárgada, onde é amigo do governador, e nunca mais foi visto.</p>
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		<title>Por: Julio Feliciano</title>
		<link>http://www.casaca.com.br/home/2009/11/05/as-criancas-vascainas-de-sabado/comment-page-2/#comment-77033</link>
		<dc:creator>Julio Feliciano</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 01:12:07 +0000</pubDate>
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		<description>Boa Fabro, confesso que me surpreendi pelo fato da minha ironia ter sido reconhecida. Não por você, perceba, mas por saber que os seguidores do estimado Doutor não são todos cegos de paixão. Verdade seja dita, você é um sujeito diferenciado e seus textos são todos, no mínimo, acima da média. Faço questão de lhe congratular pela presença de espírito, pois esperava ser recebido com as ofensas típicas dos súditos do Dotô. Acredito que, apesar das diferenças, hoje você está feliz. Feliz como eu estava no dia que o meu ídolo retornou do Barcelona. Abraço fraternal.

Julio

******************************
&lt;strong&gt;Julio, se essa não foi outra ironia, posso dizer a você que mais do que feliz, estou aliviado com o Vasco na Primeira. É um recomeço, apenas. Comemorar aí depende de cada um, mas pra mim é fetiche pantanoso, quase uma tara. Digo a mim mesmo: &quot;Pombas, comemorei Estadual, Rio-SP, Brasileiro. Mercosul e Libertadores, fora títulos no basquete, categorias de base e outros esportes. Como vou enfiar pela goela da minha lógica que comemorar uma subida de divisão tem a mesma medida?&quot;. Não consigo, simplesmente, é mais forte do que eu.

Abraço
Rafael Fabro&lt;/strong&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa Fabro, confesso que me surpreendi pelo fato da minha ironia ter sido reconhecida. Não por você, perceba, mas por saber que os seguidores do estimado Doutor não são todos cegos de paixão. Verdade seja dita, você é um sujeito diferenciado e seus textos são todos, no mínimo, acima da média. Faço questão de lhe congratular pela presença de espírito, pois esperava ser recebido com as ofensas típicas dos súditos do Dotô. Acredito que, apesar das diferenças, hoje você está feliz. Feliz como eu estava no dia que o meu ídolo retornou do Barcelona. Abraço fraternal.</p>
<p>Julio</p>
<p>******************************<br />
<strong>Julio, se essa não foi outra ironia, posso dizer a você que mais do que feliz, estou aliviado com o Vasco na Primeira. É um recomeço, apenas. Comemorar aí depende de cada um, mas pra mim é fetiche pantanoso, quase uma tara. Digo a mim mesmo: &#8220;Pombas, comemorei Estadual, Rio-SP, Brasileiro. Mercosul e Libertadores, fora títulos no basquete, categorias de base e outros esportes. Como vou enfiar pela goela da minha lógica que comemorar uma subida de divisão tem a mesma medida?&#8221;. Não consigo, simplesmente, é mais forte do que eu.</p>
<p>Abraço<br />
Rafael Fabro</strong></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos André</title>
		<link>http://www.casaca.com.br/home/2009/11/05/as-criancas-vascainas-de-sabado/comment-page-2/#comment-76969</link>
		<dc:creator>Carlos André</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 22:14:20 +0000</pubDate>
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		<description>Fabro, parabéns pelo texto. Emocionante. Fará parte do livro &quot;VASCO. O RESTO É PAISAGEM&quot;. E ainda ficou melhor com as lembranças de vários colaboradores.
Mas, hoje é sábado, cara! Anda mais rápido nessa moderação. É só deletar os malucos que estão aparecendo por aqui. Deu uma olhadinha, viu que é maluco, detona!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fabro, parabéns pelo texto. Emocionante. Fará parte do livro &#8220;VASCO. O RESTO É PAISAGEM&#8221;. E ainda ficou melhor com as lembranças de vários colaboradores.<br />
Mas, hoje é sábado, cara! Anda mais rápido nessa moderação. É só deletar os malucos que estão aparecendo por aqui. Deu uma olhadinha, viu que é maluco, detona!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: SANDRA CRISTINA "Euriquete"</title>
		<link>http://www.casaca.com.br/home/2009/11/05/as-criancas-vascainas-de-sabado/comment-page-2/#comment-76964</link>
		<dc:creator>SANDRA CRISTINA "Euriquete"</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 22:03:15 +0000</pubDate>
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		<description>EINSTEIN. 07.11.09

  Vais comemorar em qual PASTO, o título? Se precisar de um reforço de capim, é só falar que a gente remaneja de outro PASTO.

VC realmente é um GÊNIO BOVINO.

JÁ ZEROU O QI HOJE LÁ NO SUPERBOVINOS????</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>EINSTEIN. 07.11.09</p>
<p>  Vais comemorar em qual PASTO, o título? Se precisar de um reforço de capim, é só falar que a gente remaneja de outro PASTO.</p>
<p>VC realmente é um GÊNIO BOVINO.</p>
<p>JÁ ZEROU O QI HOJE LÁ NO SUPERBOVINOS????</p>
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