ANESTESIA
Imprimir
]Terminado o jogo entre Vasco e América-RN, via pela televisão junto ao meu pai velho de guerra a volta olímpica dos jogadores pela conquista do título da Série B. Ele me perguntou preocupado: “Que houve, Rafael?”. Eu devia estar pálido ou com a face anestesiada. Só consegui grunhir algo quase pré-histórico: “Nada, pai. Nada.”. Pois era o nada absoluto que me deixava sem dor, sem som, sem choro, sem euforia, sem alma. Estava diante de mais um campeonato vencido pelo clube ao que me liguei por puro apaixonamento infantil e nada sentia. Sensações só as mais animalescas: sede, fome e sono. Dormi algum tempo depois da injeção anestésica. Nem sei se me encantara com os vascaínos pulando, comemorando o triunfo como se estivessem diante de um fim estupendo de ópera no Scala de Milão. Estava atordoado, perdido e sem o Vasco de bússola pra me guiar como sempre fez desde antes de eu me entender por gente.
No dia seguinte, continuava o vazio a bater à minha porta. O avesso do Vasco à minha volta me prostrava. Não havia humanidade naquilo tudo. Eu era praticamente um homem transformado da noite pro dia em bicho-preguiça. Se na Metamorfose de Kafka, o nosso bravo Gregor Samsa se torna uma barata e se angustia, luta e sofre, eu não me reconhecia, mas tampouco me mexia. Abria-se um alçapão pantanoso em que tudo era estranho, deveras estranho. Lembrei por parcos segundos daqueles espelhos de circo que deformam os sujeitos a sua frente. Eu era um desses, sem identificação com minha própria imagem.
Sempre colei minha imagem à do Vasco, nos melhores ou nos piores momentos. Eu era um termômetro cruzmaltino com precisão de enfermaria. O Vasco vencia, lá estava eu de confetes e serpentinas esparramadas por mim e quando perdia era como se tocasse o acorde fúnebre dos sopros no fim de carnaval ditando “Cidade Maravilhosa” para acabar o baile. Sonhava febril por vezes antes de decisões, vagava insone pela casa feito um fantasma após derrotas duras, era acometido de pesadelos os mais nebulosos nas fases mais amargas do clube.
Tudo isso se esvaía de mim como areia de ampulheta caindo. Morria a cada hora que passava. Diagnóstico? Insuficiência dos Órgãos Vascaínos. Eis que chega às minhas mãos no domingo, um encarte especial pelo título da Segundona. Era do Globo. Minha razão estava lá intacta, apesar da indiferença de sentimentos, da apatia que me cercava. Para começar, tateei o tal do encarte, quase cheirei como um primata ao ver uma espécie de osso numa Odisséia no Espaço de ilusão. Era uma novidade. Algo singular, nunca visto na história do Vasco. Percorri minha memória, depois meus baús de colecionador (chamem minhas manias como quiserem, é domesticada, mansinha e não morde) e nada vi entre os jornais amarelados mesmo quando o assunto era uma Libertadores, uma Mercosul, Brasileirões e, muito menos, Estaduais. O que vi foram poucas páginas para tratar das maiores conquistas do Vasco. Nada de novo sob o Sol, como esta frase escrita agora. O Encarte Especial me acordou da anestesia profunda. O Vasco que não senti durante uma Série B inteira desde o primeiro apito do juiz na partida inicial do clube estava ali, documentado, comentado e eternizado. Porém, me perguntava: que Vasco era aquele que eu nunca vira antes em página alguma de jornal ou revista? Que piedade toda era aquela? Como se diz no ditado popular: “Quando a esmola é demais, o santo desconfia”. Desconfiava daquilo, mas segui.
De cara, um texto de Pedro Motta Gueiros, um dos poucos que ainda escrevem bem no Globo (o que é uma bênção em se tratando do mesmo jornal em que trabalham Calazans e Renato Mauricio Prado). Infelizmente, trocou alhos por bugalhos e conseguiu cotejar em dignidade o título de 1922, o da nossa subida para a elite do Rio, com o de agora. Minha razão começava a espernear e a anestesia cedia. Dizia ele: “Separados por 97 anos, o primeiro e o último título vascaínos estão unidos pela dignidade”. E adiantava o samba atravessado com as seguintes frases: “Sempre que se afastou da elite esportiva, o pêndulo da história fez o sentimento ressurgir mais forte. O mutirão de solidariedade e orgulho que construiu o maior estádio do país em 1927 foi o mesmo que levou o time atual ao título da Série B do Brasileiro”. Não valia a pena nem comentar a falta de lógica na comparação, pensei com meus botões, e lembrei de um São Januário hoje escorraçado pela nova administração vascaína. A tresloucada viagem por lógicas e comparações nunca vistas terminou com a sentença: “Cantada pela paixão de sua torcida, a história desta temporada é uma volta ao começo, ao mutirão que construiu uma saga de heróis e conquistas, intermináveis como o sentimento de todos os vascaínos”. Volta ao começo? Que começo, cara-pálida? Minha anestesia neste momento já estava longe. O de 2008, na chegada de Roberto Dinamite e sua corte real? Só se for, imaginei. O Vasco voltou ao mesmo lugar, incrível, não? E, convenhamos, interminável estava minha paciência para continuar lendo aquilo por algum masoquismo que me guiava sem destino. Melhor para me livrar logo de uma vez da anestesia de ver aquela volta olímpica sem precedentes.
Logo abaixo, estava um texto (que já foi dissecado e descascado devidamente aqui no site por um companheiro nosso, o Bordallo) do comediante Bruno Mazzeo até outro dia conhecido só como “filho do Chico Anysio”. Do pai, herdou o oportunismo e a visão camaleônica das coisas. Em relação ao Vasco, estava num ostracismo de dar gosto por anos. Devido a mudanças da moralidade vigente e do status quo (“Agora é bacana torcer pelo Vasco! A mídia dá o maior incentivo!” e outras palermices de igual ou maior tamanho), decidiu começar a fazer comerciais, escrever e aparecer com a camisa do Vasco. Uma ilustração de alguns exemplares da mesma fauna que não botava o pé em jogos do Vasco desde a época de Luís XIV. Só como exemplo, deixo uma de suas pérolas que me curou de vez da anestesia que já estava branda naquele instante: “Há muito tempo não se sentia tanto orgulho de ser Vasco”. Da total falta de sensações e uma preguiça animalesca já estava passando à ira bíblica. De que tempo o sujeito falava? E de que orgulho, Meu Deus do Céu?
Parei um pouco para me recuperar. A volta da anestesia é dolorosa. As sensações vão voltando aos poucos e se roga por um remédio para aliviar tanta agonia acumulada. Em que lugar foi parar o Vasco da minha infância? Onde estava? No meu armário de criança, no meio dos meus ingressos de jogos que já se apagam aos poucos da mente, nos rádios velhos em que escutava as partidas na década de 80, nas fotos do Geovani, do Romário, do Mauricinho garoto, do Roberto Dinamite grisalho dando soco no ar? Será que se perdera num grito incontido daqueles ancestrais em que se berra o mundo ao sair um gol? Em que estante estavam aquelas encanecidas sensações de tensão e de ansiedade pelo lance perto da área? Em que mar navegava meu Vasco antigo?
Voltei para a dor da leitura. Recomecei com ditos curtos em coluna do ator Marcos Palmeira. Poderia, sinceramente, largar tudo aquilo e voltar para minha desumanidade mortífera. Fiquei e li de queixo caído: “A possibilidade do renascimento é para poucos. Resgatamos o espírito vascaíno da solidariedade, da clareza, da democracia, devolvendo o clube aos seus associados, à sua torcida!”. Resgate, solidariedade, clareza, democracia e a cantilena de sempre sobre um suposto Vasco que surge das cinzas, como se nunca houvesse vencido sequer um Brasileiro, quanto mais três campeonatos sul-americanos. A prosa era boa, de botequim e havaianas nas mãos ao som de samba, mas parecia composição pro Ameriquinha ou pra Portuguesinha da Ilha. Cantarolava pra mim mesmo: “Tristeza, por favor vá embora! Minha alma que chora está vendo o meu fim”. Queria voltar àquela vida de alegria e de novo cantar meu Vasco. Não as ilusões perdidas por aí pelos cantos, feitas de papel laminado ou de jornal que faz a mágica de tornar uma Série B numa espécie de “Série A- Dimensão Paralela”. Chega de ficção científica!
Ainda me lembrava da anestesia que vivi ao ver atletas cruzmaltinos correndo em alegria juvenil pelo gramado do Maracanã dois dias antes carregando uma taça. Ah, como queria sentir a embriaguez de tantos! Admiraria ter a ansiedade antes de um pênalti de novo. Como queria minha fé de volta! Porém, minha razão não deixava. E, sobretudo, havia algo além, muito além do saber racional, que me desencantava. O que era saboroso virou prato de hospital. Outra canção veio me acompanhar, era “Fátima”: “E de repente, o vinho virou água e a ferida não cicatrizou…”. Minhas entranhas cruzmaltinas entraram em comum acordo para nada sentirem, por mais que eu quisesse isso ou aquilo. Feridas largadas durante quase um ano inteiro para passar a peregrinação da Segundona insossa, insípida e inodora.
Passeou nas minhas idéias baratinadas a conversa que tive com um amigo meu que me perguntou se eu tinha comemorado o título da Série B. Confesso que parei por um segundo, a questão tinha quase tintas filosóficas pra mim. Aturdido, só ronquei um não de dar dó. Por quê? Por motivos políticos, racionais, de desistência? Tolices. Sentia e ponto. O saber em nada me ajudava nessa hora em que o rosto parecia estar diante de uma novela ou algum programa ruim de televisão: aquela falta de excitação conhecida que beira a letargia.
Neste instante já estava a léguas do jornal “especial” que terminava seu conteúdo com perguntas feitas ao presidente Roberto Dinamite. Passei ao largo e matutei em que lugar perdi meu Vasco. Recordei dos versos decoradinhos que minha avó portuguesa declamava pra mim. Eram de Fernando Pessoa, talvez seus mais conhecidos trechos da obra-prima que criou:
“Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas foi nele que espelhou o céu.”
O poeta lusitano deu o norte: temos que passar além da dor. E se o perigo e o abismo são condições inevitáveis do mar bravio de hoje, nele vemos o espelho do céu. Vemos esperança em 2010 após a caminhada fúnebre deste ano em que cortejamos a morte como se fosse nosso par de dança. Ficamos anestesiados de Vasco.
Que a anestesia cesse de vez com sopros ou baforadas de realidade contra quem canta e vende miragens no dia-a-dia.
************************************
Depois de Fernando Pessoa, cito um menos afortunado no quesito escrita, embora seja bastante incensado pela imprensa e sempre chamado para responder sobre o que quer que seja. É o chamado “formador de opinião”: Ruy Castro, flamengueiro emérito. Nas suas frases, discorre sobre o nascimento do antagonismo entre Vasco e Flamengo e toma uma partida de 1923 como ilustração de seus preconceitos. Nada mais era do que o ovo da serpente sendo chocado e aplaudido até hoje. Alguns ainda não notaram, mas há um ardor para a volta do esquema em voga na década de 70 e início da década de 80: um Fla-Flu aristocrático no comando carioca, obviamente com o irmão siamês sediado na Gávea à frente, e o Vasco fazendo o papel de clube secundário, queridinho, digno de piedade, compaixão e pena. Segue o texto, como prometido:
“Então, por que o Vasco era considerado mais o time ‘dos portugueses’ do que dos negros e mulatos? Porque sua identificação com a colônia era fortíssima e apenas um ano antes, em 1922, a comemoração do centenário da Independência reacendera um forte sentimento anti-lusitano no Brasil. Sentimento este que levara até o cronista João do Rio a apanhar na rua, acusado de excesso de lusofilia. (…) Reza a lenda que a mudez da torcida do Vasco era provocada pelos remadores do Flamengo, que tinham levado pás de remo para o estádio, embrulhadas em folhas de jornal – quando um português ameaçava balbuciar Vasco, levava com um remo na cabeça (…)”
Em nenhum momento, o “intelectual” Ruy Castro desconstrói tamanho preconceito bem ao estilo flamenguista. Isso tudo foi pano de fundo de um dos jogos que nos deu nosso primeiro Carioca e um dos aspectos de como nasceu o desafio de bater de frente com flamenguistas e tudo que representam. Se alguém ainda se envergonha de lutar contra o que simboliza preconceito, xenofobia e cheira a populismo barato que fique pelos trilhos da Série B. O que o vascaíno espera e deseja ardentemente é seu duelo eterno contra quem a mídia escolheu para herói. E isso se trava na Série A, no território de gigantes, na nossa casa. Que ela, a douta imprensa fique com seu roteiro previamente projetado pra nós de mocinhos coadjuvantes. Nunca seremos.
Rafael Fabro




19/11/2009 5:21h
No histório jogo de 1923, nossa única derrota aliás, cujo placar fechou em 3×2 para eles, não devemos esquecer um gol irregular dos nossos atuais parceiros e dizem um gol nosso anulado pelo árbitro, que se não estou enganado (Socorro Sérgio) era Carlito Rocha, mais tarde presidente do Botafogo, aquele que serviu o famoso “café” na final de 48 em Gal.Severiano.
Rafael, tiro meu chapéu pra você! O Poeta do Casaca, nosso Rafael “em Pessoa”.
19/11/2009 5:47h
Mestre Rafael Fabro, essa sensação de pós coma continua em mim, confesso que comemorei mais a vitória do Fluminense contra o Cerro ontem, do que a vítória do Vasco contra o América (RN), não consigo mais entender e aceitar que aquilo que a mídia acha bom para nós, realmente seja, diante de tantas barbariades que cometeram, na Gávea, complementando teu relato, meu avó me contou que quando atingiam os vascaínos com os remos, gritavam “Toma galego!” e a porrada estancava entre os torcedores. Acho que a leseira é passageira, pelo menos espero que seja, que nós consigamos sair logo dessa, acordando um dia normal, sem a falta de ânimo, a falta de prazer e aquele sentimento de indiferença por tudo que aconteça com o nosso clube. Deus te proteja e ilumine, irmão. Que assim seja.
19/11/2009 6:21h
Belo texto Rafael..
Voce conseguiu ao mesmo tempo resumir em poucas linhas o misto de emoções que o Vasco traz para os verdadeiros vascaínos, aqueles que tem vergonha na cara, orgulho das origens, das lutas segregacionárias e o inconformismo com a opressão das classes mais humildes.
Aqui constantemente venho da minha forma, sem o talento que vcs do CASACA possuem, e sem o conhecimento do CRVG intimamente digerido, postar meus comentários e revoltas com tudo isso que aí está.
Como eu, muitos vascaínos de “sangue nas veias” também o fazem.
Ontem assisti estupefato a comemoração dos tricolores na vitória sobre o Cerro, e mais ainda a dos fRamenguistas na vitória do grêmio.
Fui obrigado a ler que o jogo corinthians x fRamengo foi mudado de local. Que 3 jogadores do são paulo foram penalizados com três jogos, ou seja, não jogam mais nesse campeonato.
Se a cambada de bovinos alienados que aqui vem, sempre com idiotices, sandices e asneiras mil, não conseguem enxergar a manipulação de tudo isso associado a “apequenização” do vasco,e o pior, ainda comem merda e se lambuzam com títulos do calibre da segundona, até anteontem execrado por qualquer mortal com o mínimo de QI…fazer o que?
Com certeza vascaínos da sua grandeza e de toda a equipe do CASACA, mais nós humildes contribuidores com nossas sugestões, ofensas e ironias, só podemos continuar a protestar e não deixar caladas as vozes daqueles que ainda tem orgulho das tradições e conquistas do Vasco, o de antes..
Se saudosismo é um dos sintomas de depressão, então eu sempre estarei com minha serotonina lá embaixoe querendo tomar lexotans, lexapros e ponderas da vida até acordar com esse circo todo que aí está armado, com sua lona mambembe e palhaços maquiados com material de segunda categoria, bailarinas aleijadas e leões que passam fome comendo gato de rua.
Não dá pra ser feliz assim..não dá..
Que saudade do grito: AO VASCO NADA? TUDO!!!!!!!!!!!!!
19/11/2009 6:42h
Poeta, nesta vc se superou. mais do que genial.
quando ao pedro motta, ele é mais flamengueiro do que o pretenso historiador ou qualquer coisa que o valha para definir ruy castro.
19/11/2009 8:02h
vc e insensivel ou nao gosta do vasco
************************************
Gosto do Vasco como você deve ter notado em todas as minhas colunas escritas no CASACA!, como bom visitante que é. E o título da coluna já mostra a insensibilidade que você notou (aliás, parabéns pela sagacidade): anestesia.
Jaime, só respondi a você porque, provavelmente, não deves ter lido o texto todo ou “não gosta do Vasco” (como você disse a mim sem maiores pudores). Como dizer que alguém que escreve sobre o que sofremos com o preconceito desde 1923 e mais aquém pode não gostar do Vasco? Como alguém que lê as linhas do Ruy Castro não se vê identificado e SENSIBILIZADO para o enfrentamento?
Não gostas do Vasco, né, Jaime? Acertei?
Rafael Fabro
19/11/2009 8:44h
Rafael,
Parabéns pela coluna.
Tive esses mesmos sentimentos quando li o caderno “especial” do jornal O Dia.
19/11/2009 8:50h
Mais páginas para o livro escrito às “quintas e domingos no Casaca”
Obrigado, Mestre!
19/11/2009 9:05h
É, Rafael, e vem mais por aí.
Tudo vem ajudando a mulambada que desde 92 não consquista nada expressivo, apenas os estaduais “marcados”. “Marcados” por “Índios”, “Machael’s Jackson”, “Djalmas” e outros mais que já nem lembro.
Outros cuja anestesia ajudou a esquecer.
Haja anestesia!
Que sina a desse pessoal do MUV.
(Cuspo 3 vezes ao pronunciar esta sigla, como escrevo, tô enrolado, não sei como proceder. Melhor não escrevê-la mais. Nunca mais).
19/11/2009 9:14h
Prezado Rafael;
O texto traduz o meu sentimento sobre o “circo dos horrores” que foi 2009.
Cá com os meus 60 anos, vivi todas as safadezas e menosprezos disfarçados…..
Eu não entendo como as pessoas não enxergam os coisas.
Parabens pelo texto.
19/11/2009 9:17h
Peraí, comemorar mais uma vitória do Fluminense que a do Vasco, aí pegou pesado. Aí não dá.
19/11/2009 9:17h
Rafael,
Já se torna uma rotina parabenizá-lo por seus textos. Parabéns por mais essa pérola.
Realmente o jogo contra o America de Natal foi de uma monotonia irritante e o véu de alegria das comemorações ao final mais revelava do que escondia o verdadeiro sentimento da torcida, alívio.
De fato também fui buscar na memória algo que se assemelhe a esse caderno especial do Jornal O Globo de domingo. Também não me recordei de nada parecido. Mas pensando melhor acho que esse caderno não foi feito para a torcida do Vasco. Será guardada pela mulambada. Para o futuro, verdadeiras relíquias humorísticas, os cadernos serão apresentados no tempo certo para recordar aos vascaínos essa mácula.
Mas vamos seguir a lição do poeta luso. O Bojador não se ultrapassou numa única viajem. Que o ano de 2010 nos resgate dessa indiferença, dessa inércia moral que não nos permite comemorar uma vitória do Vasco.
19/11/2009 9:43h
Caro poeta. Talvez sua face estivesse diferente se o Vasco fosse para a 3ª divisão. Alegre, realizado, eufórico etc.
Vocês parecem àqueles fanáticos que preferem o filho morto a seguir outros caminhos que não sejam os teus, mesmo que isso represente o fim de sua vida.
O Vasco é maior que VC, Eurico, Roberto e todos aqueles que entendem que o Vasco é propriedade particular.
Se vc tem esse amor pelo Vasco por não coloca SUA CANDIDATURA PARA PRESIDENTE, ou vc acha que somente o Eurico pode presidir o Vasco.
Coloque essa idéia na cabeça, pelo menos neste site todos entendem que vc têm as melhores qualidades como pessoa.
VASCO SEMPRE
PS:SEM OFENSAS
**********************************
Mauricio, sobre Eurico e aspectos políticos você deve ter notado na coluna que nem isso veio me acolher para explicar minha anestesia (e acho que é o caso de muitos e muitos vascaínos). Nessa hora, não há razão, saber, conhecimento que deem conta das vísceras. Está além do nosso controle. Por que? Não sei, sinceramente. Sei que não consegui comemorar a Série B como outros títulos e respeito (até admiro de uma forma meio torta) os que conseguiram. Não sei como conseguiram, mas juntaram forças e devem ter se valido de informações que desconheço para imaginar que aquilo fosse uma redenção.
Quanto à metáfora do filho, Mauricio, foi infeliz, te digo com toda a sinceridade do mundo. É o que senti na sexta-feira passada que me mostra que quero meu filho vivo e não morto numa Segundona. É exatamente o contrário do que disse, Mauricio. Fiquei aliviado pela saída de tal divisão, como já havia escrito antes, mas calejado pela ferida do fim de 2008. Como esquecer que faziam parte do mesmo processo?
Mauricio, paz aí no coração que está guardando muitas mágoas, confundindo política com sentimentos e interpretando textos na base do rancor. Somos vascaínos. Alguns com umas opiniões e sensações, nós aqui com um bom punhado de argumentos e essa anestesia ligada na tv.
De resto, fica o que disse ao fim do texto, Mauricio. Que 2010 seja da grandeza do Vasco para enfrentar seus rivais em sua casa. 2009, infelizmente, não foi, por favor.
Rafael Fabro
19/11/2009 9:51h
Bom dia, amigos do Casaca. Como disse o bom amigo Luiz Claudio Pereira, já esta tudo armado para o IM ganhar esse Brasileirão. Jogadores do SPFC suspensos e perdendo o mando de campo do último jogo. Obina arrumando confusão e o Héber Roberto Lopes agradecendo a “oportunidade”… Alias, só juizinho pontual em jogos “amigos”, hein? O Arouca levantou a lebre em uma coletiva no CT do São Paulo, e prontamente foi “Travado” pela mídia. Domingo, o subalterno-mor Bostafogo vai fazer o papel de Babasaco de sempre dos Imundos, e vai vencer o SPFC, e no Maracnã, em epopéia classica, o “Mais Querido” vencerá o Goiás com 11 à menos, e será o líder… Alguém aposta? Quando dizem que a Voz do povo, é a voz de Deus, eu tenho vontade de me matar… Esse mesmo Povo Perseguiu, Massacrou e crucificou Jesus Cristo… Não se esqueçam disso!!!
19/11/2009 10:27h
Venho participando há pouco, aqui no site Casaca, com alguns post’s. Confesso que este site passou a ser o 1º que acesso toda vez que ligo meu computador, vejo-me entre semelhantes aqui, andava me sentindo um pouco fora de esquadro por não encontrar pessoas com os mesmos pensamentos que eu, sobre o Novo Vasco e sua trupe de salteadores. Aqui sinto-me em casa!!
Este texto produzido por Rafael Fabro descreve perfeitamente todos os sentimentos que vivenciei naquele dia do jogo Vasco X América-RN.
E no rastro da citação Kafkaniana feita pelo autor, sinto, em relação a este período da administração “New Vasco” como Joseph K. na obra “O Processo”.
Como descendente de portugueses e consequentemente bom cristão, cito uma passagem bíblica que serve como analogia a este período obscuro na história do Vasco da Gama, a do endemoninhado de Cafarnaum,
quando naquele episódio Jesus repreendeu os demônios que obsediavam a um homem e estes então se lançaram a uma grande vara de porcos e pularam no abismo.
Há de chegar a hora em que esses demônios que tomaram o Vasco de assalto serão exorcizados e também despencaram no precipício, comos os porcos, aos quais muito se parecem!
E eu não vou desistir de buscar este dia!!!
FORA GOLPISTAS !!!
19/11/2009 10:33h
Meus amigos.
Muito bom Rafael parabéns mais uma vêz, a reciproca foi verdadeira.
Já deixo aqui os meus parabéns pelas próximas colunas.
Marcos Fiqueiredo
Será que aquele colunista babaca, vai escrever que o campeonato é o famoso me engana que eu gosto, campeonato da vergonha ?
Saudações Vascainas
19/11/2009 10:52h
Eu que senti uma perplexidade naquela sexta à noite, que não consegui esboçar emoção nenhuma naquela pantomima, me identifico totalmente com o que vc pensa, caro colunista! Busquei na memória a emoção de cada vitória vascaína no brasileiro de 97, na campanha de 2000, na Mercosul!!! E, claro, nenhuma daquelas emoções me vieram para festejar a comemoração de uma segundona em que fomos jogados pelos protagonistas desse golpe maldito.
19/11/2009 11:41h
Apenas parabéns. Fico envergonhado de dizer outras palavras diante de tão belo texto, poeta Rafael.
Saudações Vascaínas,
19/11/2009 11:51h
Caros Amigos Cruz Maltinos .
Muito bom o texto do Rafael Fabro , e também não comemorei um título de “segunda” pois quem viveu 40 anos de Glórias com o Vasco como EU vivi não pode aceitar um título da segunda divisão como uma glória .
Porém acho que existêm coisas ditas aqui que são desnecessárias e nos levam a um complexo de inferioridade muito grande .
Primeiro , torcer mais para o “Fluminense” do que pelo Vasco é inadmissível , esse mesmo “Fluminense” nos ferrou nos tribunais nesse Campeonato Carioca e assediou nossos jogadores sem ética e sem pudor no fim do ano passado e início deste ano , e vale lembrar que o nosso eterno Presidente Eurico nunca deixou de ajuda-los .
E por fim , temos que parar de uma vez por todas de ficar toda hora falando do Flamengo , isso só nos faz virar cada vez mais motivos de chacotas , não existe um texto , e nada que um colunista Vascaíno não fale do “Império do Mal” como vcs mesmo dizem .
Não vejo nenhum Flamenguista falar tanto sobre nós como nós falamos deles , isso é muito ruim , é assinar um atestado de que eles nos incomodam muito , e eles são um Clube assim como nós também somos , com períodos de vitórias e períodos ruins .
Acho que para nos livrarmos desse estigma que vivemos e somos “perseguidos” primeiro temos que mudar a nossa postura de acharmos que sempre somos perseguidos e que a culpa de tudo é do Flamengo . Acho isso muito nocivo ao nosso amado Clube de Regatas Vasco da Gama .
Pensem bem nisso .
De qualquer forma , é Vasco acima de tudo e de todos !
Abs e espero que vcs me entendam .
SV
ASS: Gustavo Medeiros
******************************
Gustavo, obrigado pelas palavras. Vamos a alguns comentários. Sobre a “torcida” pelo Fluminense de um leitor não me parece ser realmente objeto de maiores discussões aqui. Foi o que ele sentiu na hora apenas e até soa irônico o texto. Não quer dizer que de uma hora virou tricolor, por favor. Seria tolice pensar assim.
Quanto ao que escrevemos sobre o Flamengo: é o nosso maior rival e tens nas letras do Ruy Castro imagens fortes de como nasceu esse embate cheio de preconceito aristocrático do lado de lá. Rivais existem no mundo inteiro para servir de parâmetro: para lá não vou de jeito nenhum. Boca-River, Real-Barcelona, Grêmio-Inter, Inter-Milan, Peñarol-Nacional e assim vamos até amanhã…
E Gustavo, tenha toda a certeza do mundo: eles falam de nós e até chegam aqui para ler umas coluninhas. Imagina, né? Estranho pra burro, mas fazem isso aos montes. Pense bem e recorde o quanto falaram de nós antes, durante e após cada vitória nossa fosse no remo, no futebol, no basquete, na natação, nas categorias de base,… Eles veem em nós o rival também, obviamente. Fora disso, apenas uma ideia da imprensa de monopolizar o jogo e dizer que no Rio há uma torcida e o resto é arco-íris. Bobagem sem tamanho que menospreza e desrespeita identidades variadas.
Rafael Fabro
19/11/2009 11:56h
João Luiz Vieira
19/11/2009 10:27h
Compareça a nossa próxima reunião, dia 26/11.
O Vasco precisa de você!
19/11/2009 12:02h
MAURICIO TEIXEIRA
19/11/2009 9:43h
Usando a sua metáfora sobre o filho, você esta comemorando que ele está saindo do PRESIDIO com um ATESTADO de bom comportamento, esquecendo-se que o mais importante era não ter sido preso.
Espero Maurício, que esta “melhora” desse filho doente, não seja apenas a famosa “visita da saúde”. Aquela visita que quando saímos do hospital ficamos todos felizes por ver o paciente num estado melhor e acordamos no dia seguinte com a notícia do seu falecimento.
19/11/2009 12:09h
Eu não sei mais se sinto alguma coisa. Desde o ano passado… um jogo antes da queda que eu não assisto mais jogo do Vasco. Não assisto reportagem na TV, não leio mais quase nada.
Estou completamente desgostoso com o Futebol Internacional. Estou perdendo mesmo o gosto pela coisa. O Neo-Vasco é uma caricatura do Vasco que eu aprendi a amar.
Queria tanto que as coisas voltassem a ser como antes. :(
19/11/2009 12:19h
jaime
19/11/2009 8:02h
vc e imbecil e pensa que é Vasco (se escreve com maíuscula)!
A T.O.B.A. quer você!
19/11/2009 12:34h
MAURICIO TEIXEIRA,
Sempre faço questão de deixar claro que em matéria de política do Vasco é irrelevante para mim ser oposição ou situação. O que imorta são as conquistas do Vasco. Os argumentos de nenhum desses dois partidos me convencem integralmente, porém sou atormentado por sentimentos que compartilho com o grupo do Casaca. Um desses sentimentos é essa melancolia que foi muito bem descrita pelo Rafael e toma conta de grande parte dos vascaínos.
Nietzsche diz que a vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez. Mas nós vascaínos temos muito fresca na memória vitórias retumbantes, que ecoam até hoje. E que como salientado na crônica do Rafael sempre foram desprezadas ou minoradas pelos órgãos de imprensa.
19/11/2009 13:32h
Jaime,
Do que mais se falou aqui foi exatamente de sentimento. O meu problema é que não deixo a imprensa colocar cabresto no meu sentimento.
Gustavo Medeiros,
Concordo com você que essa história de ficar falando muito na coisa ruim não tem nada a ver – secar um pouco é normal, os tropeços, Santo Andre, Defensores e Cabañas são impagáveis, em todos os sentidos da palavra.
Porém peço que pense sobre o porquê do número que o Pet anda usando nas costas. Pois é eles também tem os seus complexos e os expõem e só quer ver.
19/11/2009 13:46h
Lindo texto.
Parabéns.
Concordo com vocês em diversos pontos, como também discordo.
Comemorar Série B não dá. É muito pouco pra gente.
Comemorei o acesso, no jogo contra o Juventude. Mas comemorei porque não aguentava mais essa porcaria de competição.
E logo eu, que fui a quase todos os jogos dessa campanha, me neguei a ver o jogo do título.
Esse título só serviu para uma coisa: que não se repita nunca mais.
19/11/2009 15:26h
Não sei se pode postar essa notícia aqui.
Caso não possa, por favor deletem o comentário.
————————————————————————-
Saiu no Yahoo:
Se São Paulo e Flamengo não se enfrentam mais dentro das quatro linhas, a “guerra fria” nos bastidores do Campeonato Brasileiro está a pleno vapor. Com muita coisa em jogo fora de campo, de suspensões de jogadores até a perda de mando de campo, a competição pode ser decidida indiretamente nos tribunais. E isso assusta o vice-presidente de futebol do São Paulo, Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco.
“Temos muito medo de que aconteça algo fora de campo”, admitiu o dirigente, que, no entanto, afirmou que o Tricolor paulista seguirá forte independente do que aconteça. “Não seremos influenciados por essa pressão. Não vão tirar o título do São Paulo só querendo nos pressionar. O São Paulo cresce nessas horas”.
Apesar de temer a força dos concorrentes nos bastidores, Leco crê que não há um ‘complô’ a favor do rubro-negro carioca. “É natural que as pessoas que trabalhem com futebol tenham inclinações. Claro que podem querer que o Flamengo seja campeão, mas isso tem que ser feito de maneira lícita, dentro de campo. Eu acredito na lisura das pessoas, e não creio que vá influenciar a nossa campanha”, reiterou o dirigente.
Tricampeão brasileiro, Leco garantiu que o São Paulo irá brigar, tanto dentro como fora das quatro linhas, e que não podem impedir que o Tricolor triunfe novamente. “Se quisessem que o São Paulo não fosse campeão, teriam que nos avisar no começo do campeonato. Nós entramos sempre para tentar ganhar tudo”, concluiu Leco.
————————————————————————-
Acorda Leco!
Alguém já avisou para esse cara começar a se acostumar com a “guerra fria” de bastidores?
Ah…não podemos esquecer do “apito amigo”.
19/11/2009 15:31h
Rafael, meus parabéns! Aceite minhas humildes felicitações, principalmente por não utilizar de política, em seu brilhante texto! Confesso que também não consegui comemorar o título da Série B, apenas senti um alívio com o retorno do meu amado Vasco, ao lugar que ele nunca deveria ter saído… Mas quero olhar para o clube, para o time principalmente…Nesse ano em que jogamos uma competição que nenhum de nós gostaria de ter jogado, mas vejo outras coisas, vejo profissionais capacitados, competentes, vamos esquecer o Roberto, eu me refiro ao Rodrigo Caetano, Fábio Fernandes… Vejo um time, mesmo que limitado e aquém da grandeza de nosso clube, mas um time que voltou a vencer seus rivais, volta a contar com um bom patrocínio… Coisas que não fazíamos a muito tempo… Quando foi a nossa última vitória sobre o Botafogo e Flamengo, sem ser as desse ano? Qual foi o último grande investidor, antes da Eletrobrás? É claro que aí acabo entrando na política, que tudo isso pode ter sido manipulado, orquestral, através de uma emissora de TV contra nosso ex-presidente… O Vasco ainda não está do jeito que eu quero, mas sinto mudanças positivas e acredito que devemos ficar juntos, contra tudo, de repente pela nossa força deixar claro que não queremos união, em hipótese alguma com o Flamengo, e nem com o Fluminense, que não os queremos como co-irmãos, que somos Vasco, acima de tudo, de diretoria, de presidente, de série… Lembre-se que o próprio ex-presidente, teve como vice-presidente um papel muito melhor, com diversas conquistas, e acreditávamos que como presidente seria ainda melhor, mas não foi bem assim… Vários vices campeonatos e justamente contra ELES… Bem vamos fiscalizar, cobrar, fazer a famosa oposição… Mas sejamos Vasco e vascaíno não agride vascaíno..
OBS.: Gostaria de saber pq meu comentário do dia 16/11 sobre as penhoras, não foi publicado…
**************************
Antes de tudo, Rodrigo, não sei quanto ao seu comentário do dia 16/11, há vários moderadores no site. Quanto ao resto do comentário, agradeço as felicitações e a concordância de que passamos um ano tortuoso e de que foi um alívio subir de divisão, como era obrigação desde o início.
Quanto aos “profissionais capacitados” que você mencionou, seria melhor esperar 2010 para ter uma melhor referência, um parâmetro real para o alcance das ideias e projetos deles. 2009 na Série B não pode servir de modelo para se inferir algo. É perigoso, por exemplo, afirmar algo sobre “qualidade do time” quando não tivemos adversários à altura. Quando tivemos, no Estadual e na Copa do Brasil, ganhamos algumas vezes (Botafogo e Flamengo, como bem lembrado por você, talvez nas melhores partidas do ano deste elenco e Vitória, na Copa do Brasil), empatamos outras (as duas partidas contra o Corinthians na semifinal da Copa do Brasil e contra o Fluminense no Estadual) e perdemos também (a goleada acachapante sofrida contra o Botafogo na semifinal da Taça Rio é um exemplo de más lembranças).
Outra infelicidade ou, poderíamos dizer incompetência, veio do nosso depto. jurídico que nos fez perder a possibilidade de participar das semifinais da Taça GB. Melancólico.
Quanto a patrocínio, esteja certo que o Vasco poderá até ganhar mais em outros anos, mas quanto a 2009, perdemos mais que lucramos: Champs, Guaraviton, perdas de 50% das cotas de televisão, dívidas trabalhistas com funcionários demitidos… Fora as dívidas simbólicas e que não se pagam de vermos funcionários em greve, um funcionário morrer dentro das dependências do clube, o Colégio dentro do clube ser desmantelado, as categorias de base comerem mal, o remo ser deixado de lado assim como outros esportes olímpicos,…
Em relação às últimas vitórias contra Botafogo e Flamengo antes de 2009 foram nas seguintes datas, respectivamente: 14/10/2007, 2×1, valendo pelo Brasileirão e no dia 25/03/2007, 3×0, naquele dia fantástico do gol número 999 de Romário, pelo Estadual. Entre o ano de 2009 e as datas citadas, não creio que haja passado tanto tempo nem tantos jogos, você acha, Rodrigo?
Pois é, Rodrigo, infelizmente, quanto à união de que fala (“em hipótese alguma com o Flamengo”), o presidente Roberto Dinamite não concorda contigo e torce pelo título do Flamengo no Brasileirão deste ano. Triste, não?
Para terminar a resposta quilométrica, quanto a Eurico Miranda, posto aqui uma frase dele para que compare à proferida por Roberto Dinamite: “Ser e sentir Vasco é jamais torcer pelo Flamengo”. Podemos ganhar ou perder deles, mas nossa natureza (como a deles também) afirma ser necessário o embate. Por isso, estão vívidas nas nossas lembranças Cocada, Tita, Romário, o Chocolate da Páscoa de 2000, o outro chocolate de 5 em 2001, Bismarck, Leandro Amaral, Valdir Bigode, Edmundo, o basquete vascaíno, Gustavo Borges na natação, Roberto Dinamite em campo, Marquinho cabeceando em 82, Mazarópi no gol, Bellini, Pinga, Ademir Menezes, Barbosa, todo o Expresso da Vitória que ficou 20 jogos sem perder do rival, de 1945 a 1951, os pioneiros da bola das décadas de 20 e 30, o remo que nos fundou e que é o maior vencedor do Rio e toda a nossa brilhante trajetória contra preconceitos da aristocracia tão caros ao Fla, ao Flu e ao Bota.
Façamos as comparações, a oposição e as proposições. Seguiremos nosso rumo, pode deixar Rodrigo. O CASACA! continuará sendo a voz de quem contesta a realidade de ficção dos jornais e este Vasco estranho a todos nós, infelizmente.
Rafael Fabro
19/11/2009 15:34h
Há um tempo atrás, fiz um comentário ao Carlos Eduardo, moderador aqui do Casaca, sobre a forma como os comentários são respondidos. Entendi a explicação, deixando claro que uns tem mais ou menos paciência a determinados comentários. Ok. Mas, sinceramente, é assim que eu gosto: comentários como esse do MAURICIO TEIXEIRA que foi respondido pelo Fabro sem blá blá blá. Apenas uma resposta sensata, recheada de argumentos e com tamanha perspicácia. Show de bola! Talvez esse seja o caminho para, aos poucos, abrir a cabeça da galera que acha que aqui só se defende Eurico Miranda como solução para todos os problemas.
—————————
Roberto Capri,
E não é só isso que eles pensam, que nós defendemos o Eurico Miranda como solução para todos os problemas. Eles também pensam que todos os problemas são por causa de Eurico Miranda. Confesso que não sei o que é pior.
Mas tenha uma coisa bem clara em mente: muitos dos que vem aqui escrever não estão buscando argumentação nenhuma. O objetivo desses é ofender e provocar. Os que procuram tirar suas dúvidas e obter informações sobre o que acontece com o Vasco quase não escrevem, são em sua maioria leitores somente. E eles também sabem reconhecer os que são única e exclusivamente tumultuadores.
Carlos Eduardo
19/11/2009 15:46h
Passar além Rafael e sublimar. Esse me parece o segredo. Não obstante ter lido com grande satisfação o seu texto muito bem escrito, eu não sei se compartilho, integralmente, do mesmo sentimento. Não tem nada a ver com política e nem com todas as questões administrativas que hoje são discutidas em relação ao Vasco. É que somente de ver o time do Vasco entrar em campo, a cruz de malta e sua torcida com aquele espetáculo de causar inveja nos tricolores (por isso tentam prejudicar o Vasco, sonham em “tomar” o nosso lugar, nos substituir – tanto que adotaram a faixa em seu uniforme) eu fico arrepiado, emocionado. Cantar e ouvir o hino do Vasco para mim é muito mais emocionante que cantar e ouvir o hino do Brasil. Assistir aos(ou os – nunca fui bom quando se trata de regras gramática) jogos do Vasco é, para mim, mais emocionante que ver os jogos da seleção. É que, como vc, eu escolhi ser Vasco, eu escolhi essa “identidade”. Aí reside a discordância: qualquer vitória do Vasco me emociona, mesmo que se trate de um título reconhecidamente inferior. Agora, quanto ao exagero injustificável e até mesmo inexplicável, eu concordo integralmente – Nós não ganhamos nada que mereça tanta comemoração, como se se tratasse de um momento inesquecível, marcante do nosso Clube.
*********************************
Fernando, sublimar realmente é a palavra. Agradeço sua admiração ao texto. E te digo com toda sinceridade, gostaria muito de sentir o mesmo apego às vitórias do Vasco na Série B que você teve. Porém, isto está para além da política, pois se trata de vísceras, entranhas, alma. Não me senti identificado. Cada um sente à sua maneira e não há cartilhas para sensações, como você deixou implícito no seu comentário com adequação.
No mais, quanto ao exagero na comemoração, concordamos integralmente.
Abraços
Rafael Fabro
19/11/2009 15:47h
Excelente texto, parabéns Rafael Fabro. Isto não é uma coluna é um fio desencapado.
O Vasco que Nasceu em 1898, já existia muito antes disso,e continuará a existir. Mesmo que do lado de fora alguns tentem travestir o Vasco como “novo vasco” dentro de mim ele continuará intacto, não importando o volume dos gritos midiáticos ou situiacionistas. Talvez o que mais incomode os neovascaínos e a mídia apoiadora do “novo vasco” é que eles sabem que existem mentes e corações intransponíveis. Nos rigimes mais totalitários que já existiram, pessoas foram trancafiadas, porém seus corações, mentes e idéias permaneceram livres e sem nenhum arranhão.
As palavras de marcos palmeira, bruno mazzeo e outros neovascaínos, para mim, no aspecto ideológico, possuem o mesmo valor de uma obra de van gogh para um cego, ou de uma sinfonia de mozart para um surdo, Ou seja, o sentimento e ideário que o casca defende independe de qualquer movimento que eles façam. Não há como arrancar as raízes da árvore, pois o jardim é meu e nele só entra quem eu deixar.
VIVA O VELHO VASCO.
19/11/2009 15:52h
Rafael , obrigado pelos esclarecimentos e concordo com vc !
Bom feriado e fique com Deus !
Gustavo .
19/11/2009 15:55h
É verdade José Acácio , tinha me esquecido disso .
É que penso exclusivamente no nosso Vascão mas existêm realmente fatores inversos que também contam !
SV
19/11/2009 16:22h
o âmago de qualquer tema aqui gira em torno do adjetivo EURICO. Vou repetir, porque a bovinada subjulgada só entende por repetição: Adjetivo Eurico.
que que significa isso?, significa defender os interesses de um clube contra o status quo (rede globo, a dona do circo, e seu time preferido, os imundos) dominante atual. O que fez o Belluzo?, defendeu os interesses do palmeiras, escrotizando com este esquemão de arbitragens e o real beneficiário, inclusive escrotizando o STJDFLA quando mencionou as tranças do vagner love e o comentario de um auditor imundo(que nós já sabemos há muito tempo)e foi tachado de eurico.ORA, PORRA, TODO MUNDO SABE DISSO, TODO MUNDO QUE É UM POUQUINHO INTELIGENTE SABE DISSO, MAS QUAL É??, FICAR CALADO, PRO CACETE QUEM SE COMPORTA ASSIM, PRA PUTA QUE PARIU QUEM SE PERMITE SER SUBJULGADO POR ISSO, QUEM QUER FAZER PAPEL DE BOM MOÇO E FICAR LEVANDO NAS COSTAS, QUEM FICA DE CALÇA ARRIADA PRA ISSO, O que está fazendo o São paulo, via marco aurélio cunha, já já vão tachá-lo de eurico!, escrotizando de maneira mais light, é verdade, com o excesso de rigor tanto nos jogos do SP (cartões amarelos e vermelhos) quanto no tribunal.
o que está na frente de todos e poucos enxergam (os babacas da midia fingem que não veem)?, poucos, porque no RJ já tá tudo dominado e os adversários com dirigentes subjulgados, sorridentes, quietinhos, do jeito que os imundos gostam, pra ganhar do time da nave mãe, só se ocorrer algo grave. Já esqueceram da inversão de tabela, porque PM e bombeiros não deixavam os imundos jogarem em campo ruim??, e as arbitragens escrotas contra madureira e bostafogo??? e o gol do DODO na final??? e etc…neste etc. já ganahram 3x seguida e não tem ninguem pra parar isso, porque todos são submissos (aah!!! eurico perdeu 2 deles, perdeu sim, com MUV, doença, governador, prefeito, GLobo, botafogo e flumerdense, todo mundo remando contra), botafogo e fluminense estão aonde hj???, não se coligaram com os imundos??? estão aonde????. o silêncio da dona do circo faz parte do roteiro pra silenciar a mente dos incautos e bovinos, porque estes de tudo dela se alimentam (não conseguem enxergar outros pastos), e alguns até pagam (tv a cabo) pra se alimentar.
O que dá pra resumir: ou vc apoia o dono do circo e o paradigma que a mesma defende (pra frente imundos, imundos é locomotiva e o resto é vagão, todo apoio aos imundos, imundos é melhor) ou vc apoia pessoas que não compactuam com a escrotice atual. A realidade do futebol é essa, querer fantasiar, esconder a realidade, comemorar série b e outras babaquices e não ver o que está posto na sua frente, a manipulação, o tribunal vermelho e preto e tudo aquilo que já ocorreu no passado, papeletas amarelas, márcio braga (há vinte anos nisso, ele pode??), marcelo campos pinto há 12 anos (porque não sai?, virou ditador, gerente do circo??) edílson pereira de carvalho, asfixia financeira contra o Vasco etc… É FUGIR DA REALIDADE.
O VASCO HJ NEGA O PASSADO (criado, fomentado, esquematizado, propagado e repetido inumeras vezes pela nave mãe que manda no futebol), porque será???, porque aquele combate diário??? porque Eurico era foda no tribunal???, não deixava passar as sacanagens???
conseguiram colocar alguém no Vasco que é a antitese do anterior, diametramlmente oposto!!!!, porque este radicalismo, a quem interessa???
porque os bovinos escrotos não fazem esta pergunta pra si mesmos???, porque vcs negam o passado??? porque a globo repetidas vezes disse que eurico é feio?!?!?!, esqueceram da asfixia financeira? esqueceram da Lei Pelé? porque o Eurico atrapalhava???? atrapalhava O QUÊ??? 17 anos sem título brasileiro (imundos) é pior do que ser o último campeão brasileiro carioca??? 29 sanos sem título de libertadores (imundos) é pior do que 12 anos sem titulo???? será que a queda do futebol carioca é culpa do Eurico???, botafogo e fluminense, hj, brigando pra não cair, é lindo??? maravilhoso??? ou é reflexo do futebol carioca dominado por uma propagação de monocultura (pra frente imnundos) de uma única emissora + empobrecimento econômico do estado???AFINAL, PORRA, PORQUE QUE ELES LUTAM TANTO PRA NÃO CAIR????, SE VASCAÍNO ACHA BOM SERIE B????
É ESCROTO VER OS BABACAS POR AQUI, CONTRIBUINDO COM A ONDA VERMELHO E PRETA, POIS NO FUNDO, NO FUNDO, APOIANDO UM SUBMISSO, APOIANDO UM POLÍTICO (PORRA, POLÍTICO NA DIREÇÃO DO VASCO!!!!, OLHEM PRO QUE É A POLÍTICA HJ CARALHO????!!!, AINDA MAIS A CARIOCA!!!!), APOIANDO UM CALÇA ARRIADA NA DIREÇÃO DO VASCO QUE DIZ AMÉM PRA TUDO É A MESMA COISA QUE DAR TODO O APOIO, VIA OMISSÃO, PRA ONDA VERMELHO E PRETA SE CRISTALIZAR, BEM TÍPICO QUE VARIOS BABACAS FIZERAM NA DÉCADA DE 70 E 80, e que gerou o “nascimento” do adjetivo EURICO e a série de conquistas do Vasco.
ANOS com cara de bunda virão pela frente coma formatação deste Vasco atual. o imundo rival ganhando em tudo e no vasco, esperando um programa do governo via lei tal, pra captar recursos do fundo tal, que o TCU bloqueou via politicagem tal e bla bla bla……ESSE É O VASCO QUE OS BABACAS MUVIOTÁRIOS QUEREM…..
SIRVAM-SE.
19/11/2009 17:13h
O que faz as pessoas a mudarem? Eu entendo que são os argumentos. Nem sempre iremos entender ou seguir arqumentos diferentes dos nossos, somente com o tempo passamos a entender que pessoas que pensam diferente de nós não são prepotentes ou tumultoadores. Continuo sendo apaixonado pelo Vasco, e no meu conviveo social, sofri as maiores gozações com o seu rebaixamento. Mais dizia a todos que o MEU SENTIMENTO não diminuiria, continuaria a ser um VASCAINO APAIXONADO, acima de qualquer divisão ou estádio. As únicas coisas que não concordo, são com os que torcem contra, para amanhã dizer que: “EU FALEI”.
Roberto Capri e Carlos Eduardo, as minhas opiniões continuam sendo as mesmas, as resposta que recebo as vezes são ofensivas. Se vcs lerem as que já foram publicadas, não encontraram ofensas pessoas, e sim observações e comparações.
VASCO SEMPRE
——————
Mauricio Teixeira,
Sem ofensas: você é um hipócrita e enganador. Em todas as suas mensagens publicadas (pelo menos as com esse nome), em nenhuma você foi ofendido. Agora se você debocha e ironiza as pessoas do site em suas mensagens, não espere que seja bem tratado.
Cite uma mensagem que você faz alguma colocação construtiva. Alguma sem insinuar nada contra quem é do site ou contra o Eurico Miranda.
Equipe CASACA!
19/11/2009 17:15h
Excelente texto. Esse foi e ainda é o sentimento tão contraditório por si mesmo, tão confuso e ainda não digerido acerca do que ocorreu no sábado passado.
Confesso que me refugiei nos embates da série A, querendo nem ser questionado ou “parabenizado” pela “volta”…
É doído demais ouvir esse parabéns… Parabéns… tá bom. Parabéns é o caralho!
19/11/2009 17:22h
Pq a TOBA não consegue manter um diálogo decente com quem os contesta, ou melhor, com quem esfrega as verdades na cara deles?
Vai entender!
SV
19/11/2009 17:31h
A ÚLTIMA DO NOSSO “PRESIDENTE”….
++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
Dinamite na torcida pelo título brasileiro do Flamengo
Nesta reta final de Campeonato Brasileiro, as rivalidades estão cada vez em pauta, já que alguns clubes dependem dos rivais para alcançar seus objetivos na competição.
Mas como observador distante e com o retorno garantido à Série A em 2010, o Vasco parece ter deixado a rivalidade de lado. Nesta quinta-feira, o presidente Roberto Dinamite garantiu que prefere ver o Flamengo ser campeão brasileiro ao invés do São Paulo.
- Acho que a briga pelo título ficará até última a rodada. A diferença é muito pequena entre São Paulo e Flamengo e cada um tem de fazer a sua parte e torcer pelo tropeço do outro. No aspecto geral da situação, seria importante para o Rio ter o Flamengo campeão brasileiro – analisou Dinamite.
O dirigente lembrou ainda que em 2008, quando o Vasco lutava para não cair, muitos flamenguistas manifestaram apoio ao rival:
- Quando o Vasco caiu, muitos torcedores do Flamengo vieram me dizer que estavam torcendo por nós. Se o Flamengo conquistar o título, é porque ele fez o que era preciso para isso.
Fonte: Lancenet
19/11/2009 18:49h
alõ josé oliveira,tenho notado alguns bovinos muito agressivos transitando pelo site.não seria o caso de cortar o fornecimento do capim?
19/11/2009 19:25h
Venho aqui agradecer a identificação de muitos com o texto “Anestesia”. E apareço também para falar do comentário postado pelo Cláudio, às 17:30. É triste, muito triste, logo após o que acabei de escrever, citando o flamenguista Ruy Castro, um presidente do Club de Regatas Vasco Da Gama dizer que é interessante para o Rio que o Flamengo vença o São Paulo e triunfe. Que presidente é este? A que interesses servem tal declaração? Cheira à política barata para conseguir votos e consolidar o Vasco como o digno de pena, o coitado.
Pegamos uma máquina no tempo e voltamos à década de 70 e início de 80, que, por coincidência, tinha no sr. Roberto Dinamite o ídolo vascaíno da época. O Rio hoje é um monopólio do Flamengo e ai de quem bradar contra tamanho totalitarismo. Receberá em troca acusações de “conspiratório”, “paranóico”, “invejoso” e outras. Tocar a ferida aberta da realidade putrefata incomoda certos poderosos.
Que os vascaínos que ainda tenham gana e brio se revoltem contra sentença tão fúnebre quanto esta do presidente do clube, o sr. Roberto Dinamite.
Rafael Fabro
19/11/2009 19:42h
bananamite quando criança era botafoguense…. jurou amor ao vasco quando jogava e agora que é “dirigente” também se diz vascaino… acontece que ano que vem tem eleições pra deputado… ele é também flamenguista,tricolor,americano,banguense,católico ,espírita,evangélico,muçulmano,budista,vegetariano,vegano,naturalista,mangueirense,portelense,salgueirense,beija flor etc..etc..etc…quer é ser reeleito….ai caramba…perder essa mamata jamais.
19/11/2009 20:50h
Parabéns Rafael Fabro.
Descreveu com perfeição o sentimento atual de um verdadeiro vascaíno.
Não bastasse o vexame da segundona e já temos, agora, no clube, um “presidente”, que se considera ídolo do Vasco, torcendo prá mulambada.
O Vasco voltando à primeira divisão com o Flamengo campeão.
Que maravilha, né seu Dinamite!
Amordacem o animal!
Felizmente, o efeito da anestesia ainda não acabou!
19/11/2009 20:53h
Luiz Fernando – 19/11/09
Não adianta cortar o fornecimento de capim, eles já enjoaram. Agora preferem comer merda e rir igualmente a uma HIENA.
19/11/2009 21:34h
luisfernando
19/11/2009 18:49h
Não é o capim!
O problema é o LEITE do tio Carlos que possui um alto teor de uma toxina denominada SPTZ, que em alguns provoca alucinações e delírios e em outros ódio e revolta.
O nosso diretor de PETSHOP, Dr.MORTINHO, já esta providenciando altas doses de COHIBA FUMAÇANTE, dose cavalar, em óvulos supositórios a serem aplicados em CAMISINHA A FORÇA.
19/11/2009 21:35h
Márcio Fernandes
19/11/2009 17:22h
A T.O.B.A. é de vocês.
Nós somos o CASACA!
+++++++++
Zé
O Márcio é a favor. Teve um mal-entendido aí…eheheheh
João Carlos Nóbrega
19/11/2009 22:07h
vascaíno de verdade,boa noite, o difícil e ter que suportar a tristeza de ver que uma massa de jovens manipulados, apoiando este banana. Sujeito sem nenhum caráter ou palavra.
19/11/2009 22:12h
Rafael, a meu ver, este idiota, assinou a sua sentença de morte política.
Não posso crer, que este moço, consiga receber votos de vascaínos de verdade.
Parabéns pelo artigo.
Sds.V.
*******************************
Obrigado, velho e bom Dodô! Também creio nessa sentença mesmo com a cortina de fumaça que jornais farão em cima disso. Não haverá repercussão nos meios tradicionais, por isso a trincheira da internet será importantíssima. O famigerado vídeo com ele declarando o próprio epitáfio terá que jorrar por todas as caixas de entrada de vascaínos no Brasil e no mundo. Por uma questão de orgulho e altivez, já mandei este atentado ao Vasco via e-mail para muitos. Continuem a briga pelo Vasco que conhecemos, amigos.
Rafael Fabro
P.S.: E agora leio sobre a Sede do Calabouço. Qual é o fundo do poço dessa gente? Se o Bruno Mazzeo disse que tinha mola nesse fundo, estou mais é acreditando que tem gente cavando pra sair na China…
19/11/2009 22:24h
Pô ae GAMA voce está melhorando.
O José oliveira mandou te entregar o “da” agora ficou
DA GAMA.
Se você acordar de vez, eu garanto que tu, te tornarás,
VASCO DA GAMA
20/11/2009 1:41h
” era o nada absoluto que me deixava sem dor, sem som, sem choro, sem euforia, sem alma. Estava diante de mais um campeonato vencido pelo clube ao que me liguei por puro apaixonamento infantil e nada sentia.”
Eu, com meus 25 anos de idade, pela primeira vez, eu não comemorei um título do clube que eu escolhi para seguir. Não vou entrar em mérito de segunda divisão, de volta, de queda, de nada, eu simplesmente encarei o campeonato como um torneio que o Vasco só tinha que vencer as pardidas, seja, de 1 x0 ou 10 x 0, mais nada, não via fim, não via meio, não via desputa, só tinha o Vasco e outros clubes que tentavam tirar a vitória do Vasco, nada além disso.
Depois que se comemora Campenato Brasileiro por 2 vezes, Mercosul histórica, e até se revolta pois o vasco perdeu torneios nos penaltys, mesmo invícto durante as disputas, eu não tenho como fazer o oba oba que fizeram pra esse teatro que foi a série B.
A atual diretoría deve ter sido tão calculista que pensou: “Vamos rebaixar o clube, depois que cair, a gente cai matando de marketing, inventa frase, faz camisa, música, faz o torcedor acreditar na gente, mesmo a gente não tendo que fazer nada, ai quando o vasco voltar, indiferente do que a gente faça no clube, todos irão nos adorar, ai a gente assina um contrato, que a empresa diz no que a gente pode investir o dinheiro, acaba com a escola que não serve pr anada, já que educação é dever do poder público, acaba com o remo, pois o retorno são só medalhinhas na olimpíada, não paga o CT e inventa que vai construir um, aluga o Maracanã pra poder sumir com o dinheiro e não mais jogar de graça em São Januário…”. Parece teoría da conspiração, mas a série B foi algo tão ridículo na história do Vasco, que não justifica todo o teatro da torcida nesse campeonato secundário.
Me recordo no carioca, que a torcida compareceu 2 vezes, contra o Fla e o Botafogo, depois sumiu, lembro que fui a um jogo em plena quarta feira, no Maracanã, e era coisa de 2 mil pagantes, fui a São Januário e também vazio, ai chegou a série B e surgiu um tal de “recorde”, ninguém mais quería saber de Vasco, quería fazer número na arquibancada, nada além disso, aquele tipo de torcedor que vai pra ver o Vasco vencer, não vai pra ver o Vasco jogar, ai se perde, não vai no próximo pois é “jogar dinheiro fora”.
Quero que em 2010 o Vasco consiga ser vasco, pois pedir pra voltar, com os bovinos no poder, é muito difícil, eles não sabem nada de Vasco, fazem do Vasco um cofre pra campanha política, ou garantir uma dezena de milhares de reais no fim do mês pra garantir uma boa vida de frente pra praia.
****************************
Rodrigo, do alto da sua juventude de 25 anos tens bem mais sensatez que muito senhor de cabeça branca por aí… Você sabia que um senhor assim, dito vascaíno e que consideram presidente do Club de Regatas Vasco da Gama, falou que torceria pro Flamengo no Brasileirão?
De resto, ótimo comentário aqui para o debate.
Abraços!
Rafael Fabro
20/11/2009 6:26h
José Oliveira
19/11/2009 21:35h
Perdão Amigos. O sol na cabeça, essa bovinada festejando não sei o que e o presidente vomitando besteiras está me tirando a concentração.
Márcio, queira-me bem!
20/11/2009 6:57h
Rafael, pega leve aí.
Afinal, não somos mais um clube belicoso.
****************************
Boa, Paulo!
Rafael Fabro
20/11/2009 10:26h
Amo o Vasco, e sempre tive no desempenho do Vasco um termometro para o meu humor, como o texto bem descreve…infelizmente tbm senti essa anestesia….um vazio de não conseguir sentir a emoção a que estava acostumada. No jogo da queda, o dia em que conheci São Januário, chorei muito, aquilo doeu….ver, em um palco que grita paixão, o Vasco ser rebaixado, foi um pesadelo….pensei que isso fosse acabar quando estivesse sacramentada a volta a série A, depois com o título da série B, mas ainda nada….amor não acaba, não para, não dorme…a esperança continua…de que o pesadelo acabe e eu veja o Vascão de volta, aquele que tinha Edmundo rebolando, que tinha a impresa criticando, os flamenguistas odiando, e do qual eu tinha muito orgulho…um Vasco grande! não esse faz de conta…até evito escrever ou falar no assunto…o problema me parece tão grande…a ferida está ainda tão aberta….
**********************
Luciana, nós vascaínos nos identificamos nessas sensações terríveis de 2008/2009 que você bem descreveu. Que o pesadelo acabe como você disse. É o que todos esperamos!
Rafael Fabro
20/11/2009 11:46h
Amigo Fabro
O Tal de BRUrrO Mazzeutí deve adorar uma MOLA!!!
kkkkkkkkkkkkk
20/11/2009 11:58h
O que o Dinamite acabou de fazer foi sacanagem! Vocês viram isso?
http://www.lancenet.com.br/vasco/noticias/09-11-19/656326.stm?futebol-dinamite-na-torcida-pelo-titulo-brasileiro-do-flamengo
***********************
Vimos, Fernando. Temos um post na área de notícias sobre tal fato deprimente, inigualável vindo da boca de um presidente do Vasco na história do clube. As identificações vão desmoronando e há neo-vascaínos achando isso tudo muito normal, assim como tudo no último ano e meio.
Rafael Fabro
20/11/2009 12:02h
Caro Fabro, manda pra mim divulgar o link do video/lápide do Bostafonguense.
Obrigado Migão
**************************
Segue aí, Dodô: http://www.casaca.com.br/home/2009/11/19/dinamite-na-torcida-pelo-titulo-brasileiro-do-flamengo/
Colocamos o vídeo aqui mesmo no CASACA!, mas a fonte é do Esporte Interativo. Está no post sobre isso lá nas notícias do lado direito, companheiro.
Se você quiser mandar uma mensagem sem comentários, mais enxuta, o link da própria fonte:
http://esporteinterativo.uol.com.br/Noticia.aspx?idNoticia=14898
Abraços!
Rafael Fabro
20/11/2009 12:30h
Grande Rafael,
Apatia é a palavra exata. Passou a humilhação de disputar a série B, então que passem também os homens que estão hoje à frente do Vasco. A minha apatia só não foi completa porque torcia muito para os garotos do Vasco, Alex teixeira, Souza, Alan e Vílson. Vi o jogo contra o América no Buxixo, na Varnhagen (só no soro conseguiria viver essa experiência), e aturei muito vascaíno execrando o Alex e sentindo a falta do Adriano, o que me tirou do sério e me fez afirmar que, salvo Carlos Alberto e os meninos da base, todos eram pernas-de-pau. Por fim, já um tanto entorpecido, explodi e lavei a alma com o gol do Alex, olhando nos olhos de alguns admiradores de Paulo Sérgios, Adrianos, Chulapas, Níltons e afins.
Forte abraço, mestre!
Fernando d’Arribada
***********************
Bom te ver por aqui, grande Fernando! Se até eu voltei, a galera pede para que retorne às teclinhas, amigo! Como faz falta por aqui, cara…
E, realmente, no mar de anestesia em que estava ainda conseguia ver num Alex Teixeira algo de Vasco, das categorias de base tidas como “malditas”.
Um grande abraço, amigo!
Rafael Fabro
20/11/2009 12:36h
Vascaíno de verdade tem que repudiar e exigir explicações desse “presidente” fantoche. É inadimissível que isso fique por isso mesmo. Pergunte ao presidente do Corinthians se ele torce para o São Paulo ser campeão. Pergunte ao presidnete do Grêmio se ele torce para o Internacional ser campeão de qualquer coisa. Pergunte ao presidente do Cruzeiro se ele torce para o Atlético-MG ganhar nem que seja torneio de truco. Pergunte ao presidente do flamengo se torce para o Vasco ser campeão de primeira divisão (de segunda divisão ele já tirou o sarro,mandando os cumprimentos ao banana). O que o Dinamite tem na cabeça? Quer ir contra a ordem natural das coisas? Flamengo é rival e do lado de lá também nos consideram. Pare de ser político Roberto. Aja como um presidente de um grande clube. Se não tem competência,e não tem,pegue o boné e suma do Vasco. Essa seria a maior ajuda que você poderia proporcionar ao clube.
***************************
E muita gente por aí segue o curso da padronização, da massificação do pensamento. Esquecem que o futebol é, por essência, o símbolo da humanidade. Está tudo ali sublimado: raiva, angústia, injustiça, lealdade, traição, amor, fidelidade, indiferença, perversão, euforia, melancolia,… Pois eis que aparece o Sr. Roberto Dinamite para chutar à bandeirinha de córner um dos aspectos maiores dessa essência do futebol: a rivalidade.
Complementando o que disse, César, só vou achar “normal” uma declaração dessas quando o futebol morrer de vez, quando um dirigente do Boca torcer para o River Plate ou um do Celtic torcer para o Glasgow Rangers. Isto é, nunca, jamais.
Roberto Dinamite rascunhou, infelizmente, o retrato de um futebol que muita gente quer: asséptico, higiênico, limpo, seguro e sem erros. Desumano, enfim. Para os interessados no futebol como linha de montagem de jogadores ou em torcedores como simples consumidores, está tudo normalíssimo… Uma beleza…
Rafael Fabro
20/11/2009 12:46h
Caro Rafael,
Não entendo como essa torcida denominada “bovina”, que com toda certeza lê textos aqui no Casaca como este acima, não se identifica com o que é descrito com tanta clareza e verdade. Parabéns!
21/11/2009 15:31h
A TV Cultura exibe neste domingo, às 13h30m, compactos de jogos históricos do Vasco.
http://www.tvcultura.com.br/grandesmomentosdoesporte/
22/11/2009 0:18h
jaime
19/11/2009 8:02h
NÃO LIGA NÃO FABRO…
É MAIS UM “BOVINO ANALFABETO” QUE APARECEU POR AQUI!!!
ESTE NÃO TEM CAPACIDADE DE CONHECER NADA, SÓ UM BOM DE UM CAPIM MANTEIGA!!!
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
MAURICIO TEIXEIRA
19/11/2009 9:43h
JÁ COMPRARAM OS SEUS INGRESSOS PARA APOIAREM O “CO-IRMÃO’ AMANHÃ NO MARACANÃ???
JÁ ENSAIARAM AS MUSIQUINHAS COM A FJ VENDIDA???
VAI LÁ PRO SUPERBOVINOS!!!
LÁ É O SEU LUGAR!!!
PS: SEM OFENSAS!!!
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Paulo Marcelo
19/11/2009 9:17h
SÓ ESTAMOS FAZENDO O QUE O NOSSO DIGNÍSSIMO “PRESIDENTE BANANA AMIGUINHO SORRISO DE COCÔ”, FALOU: TEMOS QUE PENSAR NO FUTEBOL DO RJ!!!
“TEMOS QUE AJUDAR OS NOSSOS “CO-IRMÃOS”…
SEM RIVALIDADE!!!
TODOS AO MARACA AMANHÃ!!!
PAZ E AMOR!!!
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
João Luiz Vieira
19/11/2009 10:27h
SEJA BEM VINDO!!!
DIVULGUE ESTE SITE!!!
E SE VOCÊ MORA NO RJ, PARTICPE DA NOSSA PRÓXIMA REUNIÃO, DIA 26/11.
MAIORES DETALHES AQUI MESMO, DURANTE ESTA SEMANA!!!
SV
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
Rodrigo
19/11/2009 15:31h
RODRIGO CAETANO É MUITO COMPETENTE???
E O PAULO ANGIONE, NÃO É???
POIS É, ELE ESTÁ LEVANDO O OLARIA PRÁ 1ª DIVISÃO DO CAMPEONATO CARIOCA!!!
ISTO SIM É QUE É COMPETÊNCIA!!!
VAI LÁ SABER QUANTO QUE GANHA CADA JOGADOR DO OLARIA!!!
DEPOIS A GENTE VOLTA A CONVERSAR…
22/11/2009 11:48h
Rafael parabéns.Senti o mesmo que o amigo sentiu ;conforme dito em sua coluna;como se tivesse sido anestesiado.Eu que morei quando criança em São Cristovão,bem perto do Clube e vi as conquistas do Vasco,na época do Ademir e outros craques maravilhosos,fiquei abobalhado com o que se passa atualmente com nosso Vasco.Eles estão destruindo com a altivez e orgulho do nosso Clube.Eles têm a coragem de colocar esse troféu da vergonha,junto das outras quatro conquistas do campeonato brasileiro.Fico ainda mais perplexo e envergonhado,com esse uniforme pusilânime e ridículo com uma faixa amarela e vertical.Realmente a maior parte da torcida esta completamente dominada por Eles.Eu me nego a torcer por esse Vasco.Esse não é o meu Vasco vibrante de passado recente e brilhante de outrora.
22/11/2009 23:12h
Não concordo quando você diz que estamos anestesiados ao ponto de comemorar um título da segundona, pois a verdade é bem mais complexa. Comemoramos sim, e muito, a volta a elite do futebol, pois esse ano, foi como um sonho ruim, e comemoramos por estarmos acordados, de volta a realidade sem sonhos.
Sei que é difícil para vocês, aceitarem a realidade como ela foi, durante os últimos quatro anos. Asfixia, culpa desse ou daquele dirigente, para nós torcedores a realidade é que uma sequencia de erros, fez com que o clube fosse rebaixado, essa é a verdade!.
Eurico e Dinamite, se alí se encontravam, na asfixia ou no rebaixamento,isso foi culpa do torcedor, nossa, de todos nós que em certo determinado momento, abandonamos o barco, independente da região geográfica a qual morávamos. A verdade é que se fossemos mais cobradores,mais colaboradores, mais apaixonados, sempre, jamais haveria asfixia, jamais haveria rebaixamento, pois o que move o Vasco, não são Euricos ou dinamites, mas sim, a massa de mais de 14 milhões de torcedores espalhados por esse Brasil, e por esses sim, é que tivemos de sofrer por ver seu clube mais amado, disputar partidas em campos de peladas, descaracterizado de uma realidade que não mais existia. Acho que essa pregação de culpados não cabe mais, pois repito, não foi o Eurico nem o Roberto, mais todos nós torcedores e principalmente os sócios ou postulantes, que abandonamos a caravela por tanto tempo, e agora comemoramos não somente a volta a primeira divisão, mas principalmente a volta da torcida ao local de onde nunca deveria ter saído.
***************************
Fernando, uns ficam anestesiados, outros não. Uns entendem o Vasco de uma forma, outros não. Uns acham o Vasco uma comunidade, um clube e outros preferem o clube-empresa. Assim seguimos em algumas discordâncias racionais ou viscerais.
A realidade, Fernando, tem várias versões. Qualquer antropólogo, sociólogo, historiador, filósofo e de outros saberes podem atestar isso com facilidade. A versão que corre “oficialmente” (heranças malditas, terras arrasadas e outras culpas do Eurico) sobre o rebaixamento do Vasco é tão disseminada que acaba parecendo maciça, não dando conta de outras alternativas, o que é muito estranho, não acha? Aqui, no CASACA! você lerá algo que difere da informação massificada que se lê por aí: um outro ponto de vista, esquecido ou por desinformação ou por má-fé dos jornais.
O que move o Vasco somos todos nós e passa pela administração do clube também, Fernando. Seria utópico pensar que uma torcida carrega um clube (vide casos do Bahia, Atlético-MG, Santa Cruz e outros) sem uma estrutura que centralize as decisões.
A responsabilidade não pode cair nas costas dos torcedores somente como você escreve, embora seja um novo argumento, além do político, no debate. Alguns fizeram parte de uma massa de manobra útil e inocente para que o Vasco caísse, mas esse não é o ponto fundamental. Com uma administração com um mínimo de competência e gestão não teríamos arranhado nossa história em dezembro de 2008.
Divergimos, Fernando, sim. Porém, quero te agradecer pela elegância dos comentários que, mesmo deixando a política de lado, são muitíssimo importantes.
Saudações Vascaínas (e mais felizes hoje, com um quê de goianas!)
Rafael Fabro
23/11/2009 8:50h
VALEU PRE-MIRIM PELA COPA LIGHT MAIS QUE CAMISA 10 MUITO BOM DE BOLA UM CRAQUE
23/11/2009 8:54h
REALMETE O CAMISA 10 DO PRE-MIRIM DO VASCO E UM CRAQUE