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Pai, Filho, Vasco, Espírito Santo, Amém

[ 07/01/2010 | 48 Comentários | Imprimir Imprimir ]

O ano começa sob o signo da desconfiança de alguns vascaínos e o otimismo de outros. Há várias formas de se olhar, tatear, sentir Vasco nos dias de hoje. Uns se apegam às crenças viscerais de um torcedor, superstições, desejos e sonhos. Para quem gosta de futebol é a cartilha da lógica pura e simples de como se ama um clube. A chegada da equipe de futebol ao Espírito Santo, anteontem, foi emblemática de como se dá essa conexão umbilical por todo o Brasil. É comovente e de arrepiar as boas-vindas aos jogadores com cânticos, fogos e faixas. Quem não viu o vídeo do aeroporto, veja. Para quem é vascaíno há décadas não é surpresa do que é capaz de fazer tamanha torcida.

O problema não está aí, obviamente. A confusão começa quando o que é paixão se soterra com quilos e quilos de uma suposta modernidade a que não estamos acostumados. E, para ser sincero, nunca estaremos. O cerne da questão é que alguns vascaínos vão montando o cenário para que isto se torne a única saída para uma ligação centenária entre clube, sócio e torcedores. E, pior, gente vascaína, infelizmente e lamentavelmente, vai engolindo as primeiras iscas. O restante da massa que torce para o Vasco vira cenário inocente do que se trava nas entranhas cruzmaltinas. Tais vascaínos pouco sabem quem é Mandarino, Carlos Leite e como se estrutura hoje a instituição. Para eles, falar ou ler política vascaína não está no cardápio. A trama mais profunda não passa sequer perto dos seus narizes, por falta de informação impressa, televisiva, radiofônica ou por outros motivos demasiadamente humanos. Isto é, o alvo dos nossos desatinos e amores, sediado em São Januário, só é densamente pensado e refletido por uma porcentagem pequena, enquanto a grossa e deslavada maioria não tem ideia do que está acontecendo nos bastidores. O que acontecerá quando souber?

De que modernidade falo, voltando à palavrinha mágica e cheia de truques? Para citar poucas linhas e não cansar o leitor: o Club de Regatas Vasco da Gama como conhecemos, aos poucos, vai se tornando um clube a mais, semelhante a tantos outros, com um empresário de rédeas nas mãos a guiar um universo de sentimentos que ele acha domesticáveis, terceirizações em larga escala em toda a estrutura da instituição e, por último, mas, fundamentalmente, a mudança paradigmática de uma cultura cruzmaltina que teve por base o movimento social para outra calcada em gerenciamento financeiro, ações, fundos, investimentos e outros termos chatos e empolados de cadernos de economia. Se pelo menos soubessem escrever ou falar, mas nem isso fazem. Temos que ficar lendo, vendo e ouvindo bobagens com verniz de novidade. E, claro, com o suporte mui leal de boa parte da mídia (a pergunta que fica é: por quanto tempo?), aquela a quem interessa que clubes de futebol não sejam veículos de cultura ou socialização mas sim fontes inesgotáveis de consumismo irrefreável, bem aos moldes do terceiro milênio, encharcado no novo lamaçal “Consumo, logo existo” e não mais no cartesiano “Penso, logo existo”.

Dirão os contrários de plantão (sempre alertas) que consumo e modernidade são bons para o Vasco. São novos ares, dinheiro que entra e daí crescemos. Seria bom se não fosse tão cinematográfico, utópico e com efeitos colaterais. A questão é que passamos tempos em que não há moderação, não há limites. Vivemos a era dos excessos. E o Vasco mergulhou nesta era de cabeça: ilusão midiática fazendo de uma Série B um torneio espetacular, uma virada de ano com transações de jogadores como em nenhum outro clube grande do Brasil e a passagem das identidades vascaínas para outras descartáveis, sem raízes, vide o caso das terceirizações, como um dos exemplos. Que não venha o tombo de uma ressaca monstruosa.

Fora da reflexão mais profunda, boa parte dos cruzmaltinos espera o de sempre na temporada de férias. Como voltará o Dodô? Seremos campeões cariocas sobre os aristocráticos de sempre? Como estará Carlos Alberto? Mancini vai engatar como bom técnico? Léo Gago segurará a cabeça-de-área? A defesa remodelada dará caldo? São as questões mais rasas e que muitos ainda acreditam serem as únicas. Não são. Seria ótimo que fossem apenas tais temas a nos orbitar.

Por exemplo, para pensarmos além, por trás desse atual Campeonato Estadual, está um ponto de honra para o Vasco: vencer de qualquer forma para não deixar que a máquina do tempo faça das suas e que voltemos para décadas em que éramos coadjuvantes dos coadjuvantes. Foram poucos anos em que passamos por tais momentos perto da nossa grandiosa história, mas seria amargo voltar ao triunfalismo do Fla-Flu-Bota tão ao gosto do Rio para inglês ver. Que o suburbano coração vascaíno outra vez bique a porta da festa e entre sem convite, com direito a faixa de campeão como parte da indumentária.

E que os rumos tenebrosos aos que somos levados pela trupe que gerencia o Vasco da Gama sejam corrigidos a tempo. Por sorte, há muitos vascaínos históricos velando o sono do Gigante da Colina e cuidando para que o pior não venha a acontecer. Sereias podem cantar à vontade, mas almirantes que somos por natureza não mergulharemos em ilusões mortíferas no fundo do mar.

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Hoje, por acaso, dia 7, é meu dia de aniversário. Faço parcos 34 anos, nada para quem teve a graça e a benção de acompanhar com suas retinas o Expresso da Vitória e o bastante para aplaudir nos meus sonhos diários o Vasco da minha infância, adolescência e juventude. Sou grato eternamente por ter nascido num tempo em que pude viver a tenra infância sem ser atazanado com bobagens do fim da década de 70 e início da década de 80. Comecei a viver futebol nos bons tempos. Não há o que pague tal coincidência astral. Muitos da minha idade ou próximos são tomados por tal consciência de gratidão. Desafortunadamente, alguns se viram contra suas próprias histórias e renegam suas fotografias de euforias homéricas. Cerram os dentes contra o passado e se envenenam com a ingratidão, dos piores males humanos. São ressentidos contra si, tomam cicuta diariamente tentando apagar memórias vascaínas genuínas das melhores safras. Um dia, após tal tentativa vã de apagamento de vinte anos de Vasco, cairão em profunda e cava depressão e chorarão lágrimas de esguicho no meio-fio (obrigado, Nelson).

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O título da coluna, o qual geralmente só me aparece na mente ao fim dela, foi “Pai, Filho, Vasco, Espírito Santo, Amém”. Talvez, tenha sido o título que me veio mais rapidamente à cabeça nesses quase dez anos de CASACA!. Por quê? Pelo simples motivo de ilustrar bem o que espero em 2010. Ser pai, ninar um bebê ao som de um hino que se canta com o coração, esperar um Vasco tão campeão, imponente e autêntico de presente à criança e que tanta esperança tenha Espírito Santo como berço de mudanças tão acalentadas. Amém.

Rafael Fabro

48 Comentários »

  1. Orlando
    07/01/2010 3:50h

    Parabéns amigo Fabro!

    Parabéns pelo aniversário!
    Parabéns, sobretudo, pelo herdeiro!
    Que Deus abençõe sua família e a felicidade seja a rotina em seu lar!
    Parabéns também por conseguir, como demonstram as palavras acima, renovar sua crença em dias melhores.
    Com certeza um alento aos mais desanimados como eu, que sinto ainda o amargor do fel, provocado pela tristeza de 2008 e 2009.
    Desanimado com o time de futebol pois não vejo (e espero sinceramente estar redondamente enganado) muita chance de sucesso com esse elenco. Não desmereço qualquer jogador que seja. Sei que cada um com certeza dará o melhor de si. Faço objeção apenas à filosofia que norteia a montagem do elenco. Em detrimento da prata da casa que tem ligação umbilical com o Club, valorizam-se e contratam-se jogadores que apenas farão um estágio no Vasco. Ficarão apenas por um temporada, não tendo antes e nem criando agora nenhum apego ou relação maior com a instituição. São como produtos que estarão à mostra, em funcionamento, na atual vitrine chamada CRVG à espera de compradores de ocasião. O propósito disso todos sabemos qual é.
    O Vasco hoje funciona como patrão que contrata trabalhadores temporários, alguns até de qualificação duvidosa, e, uma vez finda a empreeitada, renova o quadro.
    E fundamentalmente isto me causa mais tristeza. Pior que ter um elenco de futebol fraco é ver os rumos que estão dando ao nosso Club. O CRVG parece que vai melancolicamente desmanchando-se aos poucos. Com a ciência maldosa de uns, a covarde omissão de outros e o profundo desconhecimento da imensa maioria.
    Houve um tempo em que eu apenas me preocupava com o time de futebol. E simplesmente não havia porque preocupar-me com outra coisa. Por pior que fosse o time, o Vasco não mudava. O Club permanecia incólume após todo e qualquer ataque dos inimigos de sempre.
    Mesmo na segunda-feira seguinte a um desastroso domingo no gramado, o número 131 da Gal. Almério de Moura parecia o mais sólido dos endereços de minha vida.
    Estivesse doente ou não, triste ou feliz, mudado de endereço ou não, meu porto seguro sempre foi São Januário. O Vasco estava sempre lá, imponente me esperando. Lá estariam sempre também, só para falar de dois, Dulce Rosalina e Eli. O restaurante, as cadeiras das sociais… Lá pude ver Andrada, meu ídolo na infância, com aquela camisa vinho ou a verde, que eu nunca em lugar algum encontrava para comprar. De qualquer forma sempre tive a tradicional, a camisa mais linda do mundo e da minha vida, com a diagonal e a cruz no peito. Símbolo sagrado que imbecis querem hoje vilipendiar.
    Mais tarde formado, quando o plantâo era difícil, lembro-me de dizer a mim mesmo: ok. Desde que dê tudo certo para o meu Vascão mais tarde…
    Pois é, estou pessimista mesmo.
    As nuvens negras no horizonte e os ventos que por agora sopram são, para mim, sinais certos de tempestade.
    Que eu esteja errado!
    Que Nietzsche esteja também errado e a esperança não seja o pior dos males, por prolongar o sofrimento.
    De qualquer forma, como São Tomé, quero ver para crer.
    Ao vivo, é claro! E de preferência em São Januário!

    A você, caro Rafael, novamente parabéns pela nova fase da vida!
    E aos amigos aqui do casaca, peço humildes desculpas por tão longo desabafo. Culpa da insônia que atormenta esta alma vascaína.

    Saudações Cruzmaltinas a todos.

  2. José Oliveira
    07/01/2010 5:18h

    Hoje, Rafael, o parabéns não é para sua coluna, e para você POETA.
    Saúde, paz e que o presente que está a caminho complete sua via de graça.

  3. José Oliveira
    07/01/2010 5:21h

    Amigo, quem nos dera que o Vasco ainda fosse coadjuvante. Coadjuvantes ainda recebem Oscar.
    Hoje o Vasco é mero figurante, dirigidos por canastrões.

  4. raulpetra
    07/01/2010 8:13h

    Poxa,o Rafael faz aniversário e nós é que ganhamos o presente.
    Obrigado,Rafael.E um feliz aniversário.

  5. Sérgio Lamarca
    07/01/2010 9:08h

    Rafa.

    Ainda tem babaca que diz que a nossa torcida é a quinta do Brasil. A recepção ao nosso Vasco (aquele que aprendemos a amar quando nosso pai pôs uma camisa ou “manto” na gente e mal a gente sabia andar mas grudou na nossa pele para sempre) foi de arrepiar, independente da corja dos robertinhos, madarinos, carlos leites, sergios cabral da vida. Vasco até morrer!

  6. Jose Dolabela
    07/01/2010 9:15h

    Rafael, meu amigo:

    Simplesmente maravilhosa esta coluna.
    Que Deus nos abençoe a todos e que com a graça do Espírito Santo venhamos a ser campeões em 2010, apesar dos desmandos de quem comanda atualmente o Vasco.
    Por outro lado, “Happy Birthday” meu amigo. Que muitos e muitos anos tenhamos tua companhia por aqui, com muita saúde e paz, e que teu filho chegue a este mundo com o coração vascaíno e muita saúde.
    Um forte abraço,

    Dolabela

  7. João Carlos Nóbrega
    07/01/2010 9:17h

    Parabéns, Rafael. Pela coluna, pelo aniversário e pelo bebê, que vai dormir muito mais feliz (isso eu garanto porque já presencio) ao som do hino que se canta de coração.

  8. ubiratan solino
    07/01/2010 9:20h

    Amém, Poeta,nesse diaa taofeliz para o Casaca!, que ter uma coluna magistral no aniversário de uma pessoa tão divina. Pai, Filho, Vasco, Espírito Santo, sempre conosco.

  9. CELIA QUEMENTO
    07/01/2010 9:29h

    GENIAL, RAFAEL FABRO! COMO TUDO AQUILO QUE VOCÊ ESCREVE QUANDO SE REPORTA AO NOSSO AMADO VASCÃO. TODAS AS TORMENTAS HÃO DE PASSAR E COM CERTEZA VIRÁ O MAR DE CALMARIA PARA A NOSSA INIGUALÁVEL CARAVELA.
    PARABÉNS PELO SEU ANIVERSÁRIO. QUE DEUS O ABENÇÕE. SOU, COMO VOCÊ, NASCIDA EM JANEIRO, SÓ QUE COM “APENAS” 32 ANOS A MAIS.

  10. Eduardo Lopes
    07/01/2010 9:39h

    Mestre,

    O aniversário é seu mas o presente (a belíssima coluna) é nosso! E que o novo(a) vascaíno(a) adentre logo ao gramado!!! :-D)

    Parabéns!!!

  11. Luís Alberto Berno
    07/01/2010 9:48h

    “Por sorte, há muitos vascaínos históricos velando o sono do Gigante da Colina e cuidando para que o pior não venha a acontecer. Sereias podem cantar à vontade, mas almirantes que somos por natureza não mergulharemos em ilusões mortíferas no fundo do mar.”

    Caro Rafael, poderia esclarecer 1 coisa? Quanto tempo isso vai demorar?

    Já grato, parabéns pelo seu aniversário.

  12. AILTON CARDOSO
    07/01/2010 10:16h

    Um “time” que tem Rafael Fabro, João C. Nobrega, Sergio Frias, para citar apenas tres valores, está “proibido” de perder… como se não bastasse o Fabro a mexer com nossas reminiscências, vem o comentário do Orlando, que nos faz perder o compasso da respiração…
    Vida eterna ao casaca, fonte de informação e inspiração, para os vascaínos tradicionais… Parabens Fabro, pelo aniversário e pela jóia que vc recebe, das mãos de Deus, para burilar e conduzir… Vasco sempre

  13. DODÔ DA BAHIA
    07/01/2010 11:49h

    Amigo Fabro

    A genialidade ainda bate em algumas portas, poucos porém, se dignificam a abri-la.

    Sua analogia literária do “Consumo, logo existo ” com ” Penso, logo existo”
    prova que suas portas sempre estiveram escancaradas à luz do pensar!

    Parabéns por seu aniversário, onde quem recebe o presente, somos nós, com a sua coluna.

    VASCO ETERNO VASCO!

    SEMPRE!!!

  14. DODÔ DA BAHIA
    07/01/2010 11:51h

    GRANDE LOPES
    TE PLAGIEI SEM SABER E MESMO QUE SOUBESSE, TERIA FEITO DO MESMO JEITO HEHEHEHE!!!
    SAUDAÇÕES LITERÁRIAS E VASCAÍNAS!

    “SUDADIS DI TU”!

  15. José Nelson
    07/01/2010 12:54h

    Maus amigos.
    Rafael

    Parabéns pela coluna e parabens pelo seu aniversário.
    Que Deus te dê muita saúde e muitos anos de vida.

    Saudações Casacainas

  16. Henrique Niemeyer
    07/01/2010 13:06h

    Rafael,
    no seu aniversário, comemore ser você. Comemore ser a pessoa especial que você é e tudo o que tem feito. Porque ser você é algo para ser comemorado.

    Quanto aos últimos anos do nosso Vasco , tenho pensado muito, e acho que grande parte dos problemas que passamos e estamos passando ,é relacionado ao movimento “por amor ao Vasco” que na verdade deveria se chamar “por medo e ódio ao Eurico”.Esse ódio, infelizmente cegou e suplantou o amor que deveriam ter, acima de tudo, pelo Vasco . Eles “torceram” e continuam torcendo ,sem atinar , contra o Vasco.Cito alguns exemplos, que ratificam o que digo:
    1-Porque não marcarem a eleição para após o Campeonato Brasileiro de 2008? Por isso, assumiram o futebol sem qualquer planejamento que foi a razão principal para o Vasco ir para 2ª divisão.
    2- Porque torcerem e comemorarem derrotas do Vasco ? Lembram-se da derrota de 7×2 contra o Atlético Paranaense que foi entusiasticamente comemorada , numa churrascaria ,por simpatizantes do “por amor ao Vasco” .Que amor era esse?
    3- Porque alimentarem a mídia ,que na maioria é antivascaína , com fatos que denegriam a imagem do Vasco?
    4- Porque fazerem um balanço maquiado para colocar o Vasco como maior devedor do país ? Era para passar a imagem que o Eurico seria responsável por toda essa dívida , o que não é verdade ? Ou será que eles vão utilizar essa maquiagem para diminui-la , facilmente , ano a ano ,e colocar como ação deles?
    5- Porque aprovar politicamente um orçamento que foi considerado insatisfatório pelo Conselho Fiscal ? Porque os membros desse conselho , que devem ter se sentido desautorizados, não pediram demissão ?
    6 – Cadê a transparência tão decantada pelos atuais dirigentes ? Contrato com a Eletrobrás? Fiscal do Contrato ? Valor da venda e de compra de jogadores? Bases do Vasco ? Colégio Vasco da Gama ? Perda do Vasco – Barra ?Contrato da Champs ? Programa de sócios ? Dívidas Trabalhistas com as demissões ocorridas nessa gestão? Etc, etc,etc……

    Aonde está o AMOR AO VASCO ?

  17. Marcio Lopes
    07/01/2010 13:27h

    Parabéns Rafael. Da mesma forma que você, nasci em 1976 e tenho uma herdeira vascainíssima chegando aí pelos finais de Abril ou início de Maio.

    Nós que estamos nessa faixa etária somos, sim porque não, privilegiadíssimos por termos acompanhado tanto na nossa infância, quanto adolescência e também já na fase adulta, verdadeiras glórias do nosso clube.

    Deus foi bom demais pra nós quando pudemos assistir ao vivo a maior vitória de um clube de futebol em campo resultando num título que foi a épica Mercosul de 2000.

    Fomos brindados em 1997 também ao ver um jogador do Vasco ser o maior destaque individual de todos os campeonatos brasileiros até hoje.

    Tivemos o imenso prazer de ver jogar Roberto Dinamite, Ernani, Mauricinho (eu era fã demais do Mauricinho), Romário, Vivinho, Sorato, Bismarck, William, Yan, Jardel, Edmundo, Donizete, Juninho Pernambucano, Juninho Paulista, Euller etc, etc, etc.

    Enfim, não há espaço aqui para enumerar as glórias que tivemos ao longo dos nossos 30 e poucos anos sem, Graças a Deus, precisarmos de mídia e jornalistas sendo a nosso favor.

    Parabéns mais uma vez, muita paz e saúde pra você e sua família.

  18. João Paulo
    07/01/2010 15:18h

    Grande Almirante Fabro!
    Felicidades e parabéns

  19. Marinho Picorelli
    07/01/2010 15:45h

    Parabéns dos Picorelli… Pai, Filho e que o espírito seja Santo para aguentarmos o calvário a que nos submeteram.

    Amém

    Marinho Picorelli
    Grajaú – RJ

  20. joao
    07/01/2010 18:45h

    Fala orlando, devemos ter a mesma idade, sabe como resolvi o problema da camisa do Andrada que tambem era um de meus idolos e cuja camisa de goleiro era linda ? Peguei uma camisa vinho , outra verde, botei aquele negocio preto embaixo do braço , coloquei nossa cruz e envolvi , com C. R. Vasco da Gama…….como queria aquelas camisas de novo…..

  21. //CHICÃO) (RJ)
    07/01/2010 19:08h

    PAI, FILHO E QUE N.S.DAS VITÓRIAS, AFASTE OS MAUS ESPIRITOS DE DENTRO DO VASCO!!! A M E M!!!!!

    ABRAÇOS FABRO, E PARABÉM GDE 2010.

    CHICÃO

  22. Sérgio Frias
    07/01/2010 19:16h

    Que o hino toque, o Vasco acorde e a criança nasça vendo o sorriso orgulhoso do pai campeão.

    Grande abraço.

  23. Luiz Felipe Willcox
    07/01/2010 21:37h

    Caro Rafael,

    Voltei 10 anos no tempo com sua crônica. Foi em janeiro de 2000, logo nos primeiros dias e também próximo a meu aniversário de 28 anos, que recebemos a notícia da chegada de nossa filha mais velha no mês de setembro seguinte. Na época, vivíamos um inesquecível apogeu vascaíno, que não foi abalado nem pela tristeza da perda do título mundial no dia 14, quando fizemos um jantar de comemoração com meus pais para dar a notícia e ver o jogo final pela TV.

    Desejo que você, no final do ano, tenha que fazer como eu fiz no final de 2000: torcer baixinho, pianinho, abafando o som das unhas roídas, pulando em meio a socos silenciosos no ar e, no final, mandando às favas o seu instinto de pai zeloso e deixando o pai-criança-sempre vascaíno explodir em gritos ensurdecedores, guturais, emocionados, descontrolados, chorosos, gargalhantes, como os que eu dei no quarto gol do Romário, o da virada do século. Curiosamente, a minha pequena vascaína de apenas 3 meses não acordou – suspeito até que ela tenha se aconchegado e esboçado um de seus primeiros sorrisos.

    Um mais do que especial abraço cruzmaltino para vocês!

  24. Leonardo Marquez
    07/01/2010 23:28h

    parabéns e muito obrigado pela coluna Rafael e na expectativa para que o mais novo guerreiro Vascaíno chegue a terra e brilhe nos gramados e nas palavras cruzmaltinas assim como o pai!

    abraços Leonardo Marquez

  25. SANDRA CRISTINA "Euriquete"
    07/01/2010 23:41h

    BELÍSSIMA COLUNA RAFAEL!!!
    PARABÉNS PELO ANIVERSÁRIO E QUE SEU FILHOTE CHEGUE CHEIO DE SAÚDE E COM UMA CRUZ-DE-MALTA DENTRO DO CORAÇÃO!!!
    FELICIDADES PARA VOCÊ E SUA FAMÍLIA SEMPRE!!!
    FIQUEM COM DEUS!!!

    xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

    Orlando
    07/01/2010 3:50h

    OBRIGADA PELO SEU DESABAFO…
    Foi tocante…

  26. Cláudio Ribeiro
    08/01/2010 6:17h

    A cada coluna e a cada comentário. tenho a certeza que estou no lado certo. Obrigado Rafael e a todos por renovarem minha esperança, vocês são especiais e me emocionam a todo instante.

  27. Rafael Fabro
    08/01/2010 12:06h

    Obrigado a todos que postaram comentários aqui, foram tocantes. Agradeço em nome da minha família e também repito o que alguns disseram aqui: vale a pena estar desse lado, nessa comunidade de vascaínos. Lá vão os abraços do Maguila das antigas: ao Orlando, ao Zé, ao Raul, ao Sérgio Lamarca, ao José Dolabela, aos amigos e mestres João Nóbrega, Bira e Lopes, à Celia, ao Luís Alberto, ao Ailton, ao grande Dodô, ao José Nelson, ao Henrique Niemeyer, ao Marcio Lopes, ao João Paulo, aos Picorelli, ao João, ao guerreiro Chicão, ao companheiro e brioso Sérgio Frias, ao Luiz Felipe Willcox e seus comentários sempre tão bem escritos, ao Leonardo, à lutadora Sandra e ao Cláudio Ribeiro!

    Valeu, gente! E perdão por não ter respondido a cada um com a devida atenção por motivos que os pais, mães e avôs (nas suas correrias antes de um bebê) aqui presentes devem conhecer…

    Rafael Fabro

  28. claudio ferreira
    08/01/2010 14:29h

    Parabens por sua coluna e muitas felicidades pelo seu aniversario…..paz,saude e tudo de bom……grande abraço

  29. João Paulo
    08/01/2010 23:08h

    Oi
    tentei enviar através do Contato, mas demorou muito, não consegui.
    Sugiro assim como a SEP realizou este evento:

    que o CASACA também tem totais condições de promover e fazer do CRVG o Primeiro Clube do RJ a realizar mais este evento – corrida de rua.
    Boa noite

    +++++++++

    João Paulo,

    Recentemente, com as atualizações do site, tivemos problemas com o recebimento das mensagens através do link Contato. Agora está plenamente restabelecido.

    Será que a moda pega aqui? Vamos ver…

    Equipe CASACA!

  30. Orlando
    09/01/2010 4:17h

    Caros amigos

    Ailton Cardoso 07/01/2010 10:16h
    Joao 07/01/2010 18:45h
    Sandra Cristina 07/01/2010 23:41h

    Agradeço a paciência que tiveram para ler meu comentário e, em especial, a atenção demonstrada ao postarem suas mensagens.
    Fui escrevr uma frase… Saiu mais uma… E outra mais… E assim foi!
    Mas é só o Fabro puxar o fio que o novelo, dessa enorme Vascainidade que há dentro de todos nós, começa a desenrolar sem freio.
    Mas é isso mesmo! Minha vida está entrelaçada com o CRVG. Desde minha mais tenra infância para cada fato ou época, triste ou feliz, importante ou nem tanto, existe um momento correspondente da história do Club gravado em minha mente e coração. De tal sorte que se ousasse escrever um dia minhas memórias, duas histórias paralelas teriam de ser contadas. A impressão que tenho é de que uma não faria sentido sem a outra.
    Desde moleque, era comum ser chamado de espanhol, português gallego…
    O pessoal nunca sabia direito e sempre confundia tudo. Afinal eu era filho de espanhóis, gallegos (região fronteiriça com Portugal), e torcia para “time de português”…
    Mas a identificação ao CRVG sempre foi tamanha que, hoje, ao encontrar muitos deles pelas ruas da vida (provavelmente alguns não se lembram de meu nome e nem sabem do que vivo) a saudação que mais ouço é: “Fala, Vascaíno!” o que acaba me arrancando à força um sorriso.
    É certo, conforme a vida passa, irmos perdendo referências. E essa eu nunca perdi.
    Na equação da minha vida o Vasco é um dos termos. Eu poderia dizer que Vasco é x, tal que x é constante e a minha verdadeira paixão.
    Adivinhem quem está se alongando novamente? Por favor, me perdoem!
    Prometo passar um tempo sem postar. Ficarei somente lendo o que os amigos escreverem.
    Saudações Cruzmaltinas.

  31. Orlando
    09/01/2010 4:45h

    Sem querer quebrar a promessa e já quebrando…

    Caro Joao 07/01/2010

    Quer dizer que você inventava também?
    Pois é. Eu tentava de tudo, amigo.
    A primeira que consegui, de goleiro mesmo, foi uma preta. Tinha aquela espuma nos cotovelos. Ganhei um número vermelho e um escudo do Vasco. Naquele tempo essas coisas compravam-se em separado e tinham de ser costuradas. Eu chegava a dormir com essa camisa.
    Fora isso enchia o saco de minha mãe (coitada!) para tingir camisas hering de mangas compridas, costurar número e Cruz de Malta que eu mesmo cortava de panos vermelhos. Cheguei a fazer a Cruz, as letras C R V G e também o número com esparadrapo, pintado com esmaltes de unha roubados de minha irmã. É mole? Como em se lavando a camisa os esparadrapos saíam, eu vivia escondendo a camisa para que minha mãe não lavasse. E ainda tinha a cara de pau de dizer a ela que não precisava lavar, não. Que estava limpinha!
    Um dia deu uma m. do cacete! Eu remexia em minha mochila durante a aula e a professora resolveu bisbilhotar. Resultado: achou a p. do vidro de esmalte de unha ( e vermelho!)… PQP! Foi um tal de chamar mãe, chamar pai, chamar irmâ… E, depois, para o cidadão aqui explicar que berimbau não era gaita? Se eu já tivesse ouvido falar em Sigmund Freud, com certeza diria: “Pera lá, pessoal! às vezes um charuto não passa disso, é somente e tão somente um charuto!”
    Putz! Agora viajei muito!
    Saudações Cruzmaltinas a todos.

  32. Orlando
    09/01/2010 5:04h

    Caro Cláudio Ribeiro 08/01/2010 06:17h

    Você afirma estar do lado certo.
    Eu já digo que não sei se estou do lado certo.
    Pois daqui a algusn anos poderão afirmar que esse não o era.
    E afinal, como todos sabem, a História é escrita pelos vencedores.
    Agora, o que posso afirmar com certeza absoluta é que este é meu lado!
    Antes de vir a ter com o Casaca! eu estava me sentindo deslocado, me achando um “estranho no ninho”, por ser voz destoante.
    Certo ou errado, este é o meu lado!
    E fico feliz de ter você e os demais como companheiros.
    Saudações Cruzmaltinas.

  33. carlos marx
    09/01/2010 20:32h

    Caro Fabro

    concordo com quase tudo o que tu registras no teu desabafo.

    Talvez seja uma querela de nefelibatas discutir se o Vasco é um time de subúrbio. Geograficamente, então, Tijuca, Grajaú, Andaraí e quejandos são também regiões do subúrbio do município.

    A histórica luta do Vasco, com suficiente clareza e com muita contradição, sempre foi a de um time de operários, gerido por uma pequena burguesia marginalizada por razões culturais, contra os “teams” de uma burguesia herdeira das práticas escravagistas do século XIX.

    Essa “aristocrática” camada social da “zona sul” da, então, capital federal, mas não somente localizada na sua zona sul, depois de delinear os primeiros momentos econômicos da república, foi, melancolicamente, deserdada pelas novas forças de produção em prol de sítios mais hospitaleiros às “modernidades” do capital. Como compensação, a “elite” deposta passou a distribuir-se pelos aparelhos ideológicos (cartórios, tribunais, imprensa etc) da nova máquina burguesa. São esses saudosistas, cujo discurso se propõe como voz dos que não têm voz, que os atuais dirigentes do Vasco procuram copiar.

    É contra esse modelo que devemos lutar, acho que concordamos, mas não por causa do nosso passado, mas por nosso presente e futuro de luta.

    amsl

  34. DODÔ DA BAHIA
    09/01/2010 21:21h

    HAHAHAHAHAHAHA!!!!!
    PREZADO SR. ORLANDO EU RI MUITO DA SUA HISTÓRIA.
    MUITO LEGAL!!!
    LA EM CASA ERA SEMPRE EM TROCA DE BOAS NOTAS. QUANDO ACONTECIA, FATO RARO KKKK, A MINHA MÃE ME AJUDAVA A TINGIR AS CAMISAS DA MOLECADA DO MEU TIME.

    A MESADA ERA CURTA E IA TODA NAS TINTAS GUARANI HEHEHE! A CRUZ DE MALTA ERA NO PAPEL CREPON COM MUITA COLA “GOMA” POR CIMA PARA AGUENTAR OS 300 (TREZENTOS) MINUTOS DO RACHÃO!

    UM ABRAÇO.

    SV.

  35. SANDRA CRISTINA "Euriquete"
    09/01/2010 23:29h

    Orlando
    09/01/2010 4:17h

    Não se faça de rogado!!!
    Continue postando, pois aqui a união faz a força!!!
    Quanto mais comentários, COM QUALIDADE como o seu, melhor!!!
    Abs

  36. Orlando
    10/01/2010 20:11h

    Sandra Cristina
    09/01/2010 23:29h

    Obrigado, Sandra.
    Suas palavras me deixaram muito feliz!
    Está combinado então.
    Grande abraço.
    Abração para o gallego também!

  37. Orlando
    10/01/2010 20:58h

    Grande Dodô da Bahia!

    Tintas Guarani? Pensei que só eu lembrasse disso!
    Por mais que eu teimasse, minha mãe não deixava que eu tingir as camisas. Tinha medo que eu mexesse com fogo. Mal sabia ela quem era o responsável por derreter canos velhos de chumbo para os goleiros do futebol de botão da turma da rua, e por certas buchas de balão da base de lançamento que tínhamos na vizinhança.
    Amigo, o que mais tenho é histórias para contar. O pessoal ri de chorar quando eu começo. Muitos dizem que eu deveria escrever um livro e eu digo que essas histórias todo mundo tem.
    Aqui no Casaca! por exemplo, se cada um contasse uma acabaríamos escrevendo mesmo um livro.
    Uma amiga que faz revisão para editoras famosas já me disse: “escreve que eu faço a revisão! Você tem que colocar tudo isso no papel! Suas histórias são ótima!” Eu respondo que contar é uma coisa, escrever é outra!
    A propósito, você vai alegar que é tratamento respeitoso mas…
    Esse “SR” que você usou é só porque eu era espectador assíduo do Telecatch Montilla? Ted Boy Marino, Verdugo…
    Putz…Quanto tempo!
    No intervalo, se tivesse arranjado algumas moedas, corria até a padaria e voltava com Cigarrinhos Pan, Drops Dulcora e Frumelo. Tudo escondido nas meias. Bolsos, claro, vazios. Chegava a tempo de ouvir a Neide Aparecida e o seu famoso “Perucas Lady, tá?”.
    Êta sessão nostalgia!

    Grande abraço, amigo!

  38. //CHICÃO// (RJ)
    10/01/2010 21:22h

    Amigos Orlando e Dodô,

    Infelizmente não peguei esse tempo, pois sou da SACHA prá cá! Mas deve ter sido um tempo bom, que não volta mais, como dizia um tal de ” LILICO”

    DODÔ, vc por acaso ainda pegou o Vigilante Rodoviário, e o RIN-TIN-TIN?

  39. Orlando
    11/01/2010 2:09h

    Fala, meu grande conterrâneo Chicão!

    Pô! E eu achando que vocês eram meus contemporâneos!!!
    Daqui a pouco vou passar a assinar Orlandossauro, cacete!
    Nâo sei o Dodô, mas eu peguei:
    Rin-tin-tin; Vigilante Rodoviário; National Kid; Capitão Asa; Capitão Furacão e Elisângela (eu não sabia o que era e sequer havia ouvido falar em testosterona, mas já achava Elisângela uma deusa!); Thunderbirds; Perdidos no Espaço; Repórter Esso…
    Andrada evitava e Silva fazia gol…
    Vi Armstrong dando o tal grande pequeno passo e as quedas das cápsulas ao mar ao som de Blau Donau ( valsa Danúbio Azul de J. Strauss II )…
    Além disso, não entendia porque não se podia na escola desenhar a bandeira brasileira (de outros paises podia, desde que não fosse toda vermelha); aliás, a cor vermelha era considerada de “gente não muito confiável”; falar do do governo também era proibido pois alguém poderia ouvir…
    Putz !!! (Até essa expressão é antiga…)
    É brasa, mora?
    Acho que vou arrajar um exemplar do Estatuto do Idoso.
    Só para já ir me familiarizando…

    Grande abraço, amigo Chicão>

    ————————–

    Orlando,

    O Chicão tá de onda. Tá querendo passar pelo Chiquinho…. rs

    Carlos Eduardo

  40. Orlando
    11/01/2010 2:10h

    A propósito, Chicão…

    Sacha? Que Sacha?

  41. Orlando
    11/01/2010 2:17h

    Detalhe interessante:

    Desenhar a bandeira americana não só era permitido como bastante estimulado.
    Era tido até como louvável.
    Resultado: eu desenhava jogadores com a camisa da seleção brasileira e torcedores com a bandeira americana.
    Pode?

    Como dizia o Raulzito:
    “Quando acabar, o maluco sou eu!”

  42. //CHICÃO// (RJ)
    11/01/2010 11:57h

    Orlando 11/01/2010,

    Sacha, é a filha daquela senhora chamada XUXA!

    Eu falei Sacha… com “S”

    abraços.

  43. Orlando
    11/01/2010 14:46h

    Valeu Carlos Eduardo!

    Eu achei que era o Chiquinho se passando por Chicão… RS
    Até mais tarde, no CASACA! No Rádio.

    Grande abraço.

  44. Orlando
    11/01/2010 20:46h

    Chicão, meu camarada…

    Você realmente achou que estava convencendo alguém?
    Dando uma de garotão?
    Logo você, fã de Bonanza, Bat Masterson, Daniel Boone?
    Sem falar de Pepe Legal e Coelho Ricochete…
    Coelho? Peraí, coelho não! Não falemos nesse bicho que meu pai costumava caçar
    (na España) e mandar para a caçarola, dizendo que coelho bom era coelho guizado.

    Grande abraço.

  45. Cláudio Ribeiro
    11/01/2010 22:14h

    Orlando, Chicão e Dodô, estou com 5.2, assisti tudo que vocês relataram, isso está parecendo um varandão da saudade, é muito bom lembrar dessa fase boa, Orlando não te impressione com a resposta do Chicão, pois posso atestar que êle é gato.

  46. //CHICÃO) (RJ)
    11/01/2010 22:36h

    Cláudio Ribeiro, 11/01/2010,

    Ô Ribeiro! Que história é essa de “Gato”! A Sandra é ciumenta!

    quá, quá, quá, quá, quá……

    A mocinha saltitante, uma vêz disse que eu era um GATO!

  47. Orlando
    13/01/2010 1:12h

    Caro claúdio Ribeiro

    Seja benvindo ao varandão!

    Grande abraço.

  48. //CHICÃO//(RJ)
    13/01/2010 12:00h

    O Claudio Ribeiro, já fêz 2 lipo, 3 plásticas e diz que tem 5.2!

    Se falar que tem 6.2, talvez não passe na vistotia 2010.

    O Ribeiro viu começar a carreira do Vicente Celestino, e da Dercy Gonçalves e Aracy de Almeida..

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