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	<title>CASACA! &#187; Editorial</title>
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	<description>A comunidade 101% vascaína na internet.</description>
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		<title>EDITORIAL</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 13:16:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CASACA!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[LEITURA INDISPENSÁVEL]]></category>

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		<description><![CDATA[Diante de todas as irregularidades em relação às eleições para o Conselho Deliberativo do Club de Regatas Vasco da Gama no dia de ontem, 2 de agosto de 2011, o CASACA! toma a palavra, como de praxe, e não se cala. Se alguns esperavam silêncio, luto ou derrotismo, suportarão voz, luta e indignação. Aos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diante de todas as irregularidades em relação às eleições para o Conselho Deliberativo do Club de Regatas Vasco da Gama no dia de ontem, 2 de agosto de 2011, o CASACA! toma a palavra, como de praxe, e não se cala. Se alguns esperavam silêncio, luto ou derrotismo, suportarão voz, luta e indignação. Aos que sempre apoiaram as ideias do grupo, nosso agradecimento por caminharem conosco e o convite para continuarem irmanados em prol de uma instituição mais que centenária e que não merece farsas e vastos ardis para vis benefícios e interesses pessoais.</p>
<p>A Oposição desde o início do processo eleitoral se viu ilhada enquanto um oceano de anomalias seguia seu curso. Já é notória toda sorte de ilegalidades levadas a cabo para que o dado viciado do jogo eleitoral rolasse. No apagar das luzes, diante de ordem judicial, o Presidente da Assembleia Geral do Club teve que cumprir a obviedade (até então protelada) de entregar a listagem de votantes para conhecimento e fiscalização dos interessados. Não sem surpresa ali foram constatadas as mais diversas aberrações, já devidamente elencadas por aqui no site e em órgãos de imprensa sérios. Era o traço que faltava para finalizar o rascunho da fraude mais que anunciada. Continuou-se no caminho do bom direito e parecia tudo correr como o esperado: as eleições seriam suspensas até a regularização cadastral dos sócios do clube. Eis que no último sábado, como num passe de mágica, o castelo de cartas da coerência e da busca por regras do jogo que não fossem unilaterais ruiu para o júbilo da Situação.</p>
<p>A gota d’água para tamanha desigualdade de condições num embate eleitoral foi a comunicação feita aos signatários das chapas participantes de que computadores manipulados por empresa terceirizada e contratada pela presente diretoria interina controlariam a entrada dos sócios votantes, dando laço de fita na consolidação da fraude, o que culminou na retirada da candidatura da chapa da Oposição. Diante de uma metáfora tão precisa do controle absoluto manejado pela administração do Novo Vasco interferindo sem escrúpulos em eleições que deveriam ser limpas, a única opção era não legitimar imenso descalabro e continuar seguindo a trilha da Justiça. Isto tudo após muita ponderação sobre a remoção da chapa, admitindo até a participação num processo contaminado para não frustrar os correligionários.</p>
<p>O CASACA! se sente na posição de ter cumprido seu papel de apoiar aquilo que acredita ser o melhor para o Vasco, isto é, um arsenal de propostas e filosofias que se ligam diretamente à nossa carta intitulada “Compromisso com o Futuro”. Continuará apoiando até o fim da discussão desse pleito eivado de desvios arbitrários que seguirá suas vias judiciais, na esperança de eleições democráticas. E mais, permaneceremos, com muito orgulho, ligados aos ideais, aos princípios, às tradições, à coragem, ao destemor que Eurico Miranda representa na história do clube, sendo sempre nossa referência de confiança.</p>
<p>Por fim, é capital frisar que o CASACA!, durante esses últimos anos, amadureceu como grupo de oposição. Assim sendo, nos sentimos confortáveis em expressar que vamos cumprir um novo papel diante dos novos desafios que se apresentam no horizonte. Esse é um compromisso com os que nos acompanharam durante toda essa jornada e que acreditam no CASACA! como o futuro do Vasco. </p>
<p>Apenas começamos.  </p>
<p>Equipe CASACA!</p>
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		<title>Vasco Sempre!</title>
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		<pubDate>Sat, 28 May 2011 23:53:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Nota]]></category>

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		<description><![CDATA[O Vasco disputará a final da Copa do Brasil 2011 em um momento emblemático de sua História: muito mais grave do que o período de jejum de títulos são as perspectivas para um futuro próximo. Perspectivas que seriam bastante negativas se a instituição estivesse neste momento à mercê, apenas, do secundarismo para o qual foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Vasco disputará a final da Copa do Brasil 2011 em um momento emblemático de sua História: muito mais grave do que o período de jejum de títulos são as perspectivas para um futuro próximo. Perspectivas que seriam bastante negativas se a instituição estivesse neste momento à mercê, apenas, do secundarismo para o qual foi arrastada por seus atuais dirigentes. Eles são os únicos responsáveis pelo rebaixamento do Vasco na divisão das receitas de TV, o que fatalmente causará um abismo entre alguns outros clubes e o nosso. </p>
<p>Porém, a desejada conquista da Copa do Brasil e a conseqüente classificação para a Taça Libertadores da América de 2012 amenizariam, em curto prazo, o desastre que se anuncia pela redistribuição destes valores pagos pela televisão.  Pode-se ir além: a conquista da Libertadores em 2012 arremessaria o clube diretamente na Libertadores de 2013, ampliando ainda mais o leque de possibilidades comerciais que poderiam compensar em parte a perda irremediável patrocinada por Dinamite e sua trupe, devolvendo-nos ao saboroso círculo no qual estivemos presentes na segunda metade dos anos 90, entre os principais clubes do continente.<br />
Essa perspectiva institucional, por si só, deve ser motivação suficiente para qualquer vascaíno integrar-se à corrente positiva para as partidas das duas próximas quartas-feiras, independentemente de corrente política pela qual optou. Por outro lado, a vigilância sobre uma diretoria que foi capaz de causar tanto prejuízo ao clube deve prosseguir sem tréguas, sob pena do esforço dos atletas ser atirado no lixo, tamanha a incompetência comprovada pela omissão e pelas covardes atitudes durante a venda de ingressos para a partida de São Januário.</p>
<p>Portanto, é obrigação de qualquer que seja o candidato da oposição manter-se com esta postura de denúncia, sem suspensões. Manter uma campanha na rua não possui efeito negativo sobre o desempenho de um time de futebol. Pelo contrário, vigiar absurdos como aqueles ocorridos nos postos de venda de ingressos neste sábado tem a intenção de proteger o torcedor do Vasco, o que permitirá que toda a tal corrente positiva esteja focada no objetivo final, sem percalços causados por quem decidiu tratar sócios e torcedores com extremo desrespeito. </p>
<p>O CASACA! defende muito claramente uma filosofia de Vasco avessa à covardia, à subserviência e ao rebaixamento institucional sofrido pelo clube nos últimos três anos. Certo é que possíveis conquistas esportivas, muito bem vindas, não serão capazes de nos demover desta filosofia e do combate a uma diretoria fraca, descomprometida e irresponsável. Que não deixará de ser fraca, descomprometida e irresponsável após a sonhada conquista da Copa do Brasil. Assim, embora não se saiba ainda quando o Vasco realizará eleições por conta de mais um conjunto de trapalhadas promovidas pelos desadministradores de agora, a campanha do movimento de oposição segue a todo vapor. A favor do Vasco e contra quem se esforçou por destruí-lo neste mandato.  </p>
<p>EQUIPE CASACA!</p>
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		<title>O Fim de uma “Administração” Farsante</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Aug 2010 19:44:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CASACA!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[A farsa acabou. O Conselho Fiscal do Vasco reprovou as contas da “diretoria administrativa” referentes ao ano de 2009. Recordemos que o Conselho Fiscal é composto por 3 membros – 2 provenientes da chapa de conselheiros da Situação. As bravatas de recuperação financeira foram, assim, sepultadas de uma vez por todas. E mais: abre-se o caminho para que os desvios evidentes passem a ser investigados pelos órgãos públicos competentes: Polícia Federal, Ministério Público, Banco Central, Receita Federal, Justiça. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A farsa acabou. O Conselho Fiscal do Vasco reprovou as contas da “diretoria administrativa” referentes ao ano de 2009. Recordemos que o Conselho Fiscal é composto por 3 membros – 2 provenientes da chapa de conselheiros da Situação. As bravatas de recuperação financeira foram, assim, sepultadas de uma vez por todas. E mais: abre-se o caminho para que os desvios evidentes passem a ser investigados pelos órgãos públicos competentes: Polícia Federal, Ministério Público, Banco Central, Receita Federal, Justiça. </p>
<p>A reprovação das contas ocorreu com base em três pilares: a indisponibilidade de documentos fundamentais para o clube, omitidos, escondidos, maquiados pela “diretoria”; a constatação da assinatura de contratos lesivos ao Vasco por parte dos “gestores” do clube; os notáveis indícios de ilegalidades cometidas em relação aos valores que deveriam ser recebidos pelo Vasco no chamado Mecanismo de Solidariedade na formação dos atletas Geder e Souza. </p>
<p>O trâmite administrativo interno reza, agora, que este Parecer do Conselho Fiscal seja apreciado pelos integrantes do Conselho Deliberativo. Uma reunião deverá ser convocada urgentemente. No entanto, ainda que o “presidente” do Conselho Deliberativo coloque sua cumplicidade em campo e opte por protelar a marcação da reunião para atender a interesses de políticos profissionais em campanha, ações paralelas já começarão a ser agilizadas. O que for devido será feito dentro do clube, a fim de instar que o “presidente” do Conselho Deliberativo cumpra com sua obrigação de marcar a reunião. Fora dele, levando-se as denúncias e o Parecer que as sustentam a quem de direito. </p>
<p>Esta é a primeira vez na História recente do Vasco que as contas de uma “diretoria” são reprovadas. “Gestão” esta que parece chegada a um ineditismo: também foi a única que levou o Vasco à segunda divisão. O clube sangrou em 2008 com o golpe; sangrou com a queda para a segunda divisão; e sangra agora, com o maior vexame administrativo de seus 112 anos, dadas as circunstâncias e o volume de descalabros cometidos por essa &#8220;gestão&#8221;. Mas, este sim, parece ter sido um mal necessário. Todos eles, do “presidente” ao negociante de ingressos, passando pelo “engenheiro das finanças vascaínas” e pelo vice de euricofobia, devem ser responsabilizados. E, assim que o xeque-mate for dado, varridos do clube pela porta dos fundos. </p>
<p>Agora falta pouco. É chegada a hora da retomada.</p>
<p>Equipe CASACA!</p>
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		<title>COMPROMISSO COM O FUTURO</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 12:34:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CASACA!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[LEITURA INDISPENSÁVEL]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste momento,  as pessoas que construiram o CASACA nos últimos dez anos se juntam a torcedores, sócios, beneméritos, enfim, a todos os vascaínos que querem recolocar o VASCO em seu devido lugar. Para isso será necessária uma chapa completa às próximas eleições. Mas os nomes devem sair no momento certo e fortalecidos por um  conjunto de compromissos que aponte para o futuro e que busque no passado a certeza de que o VASCO é uma instituição maior até do que os inúmeros e importantes títulos conquistados...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O CLUB DE REGATAS VASCO DA GAMA passa por um momento decisivo neste início de século XXI. Ou se afirma como a grande instituição que é &#8211;  diferenciada no cenário esportivo nacional &#8211;   ou caminhará rapidamente para ser uma agremiação subalterna.</p>
<p>Essa opção subserviente é uma traição aos fundadores do VASCO que se inspiraram no grande navegador e no povo português;  traição aos que se levantaram contra as elites e ficaram ao lado de seus atletas – quase todos pobres e negros genuinamente brasileiros – e que para mostrar a nossa força construíram o majestoso Estádio de São Januário sem nenhuma ajuda oficial.</p>
<p>A opção por uma posição subalterna é uma traição aos que – com enorme sacrifício – montaram o Expresso da Vitória para que o VASCO conquistasse o primeiro título do futebol brasileiro no exterior. É uma traição aos que abriram o clube a atletas dos mais diversos esportes e também aos que, depois de um longo período difícil, transformaram novamente o VASCO no principal clube do futebol brasileiro a partir de 1986.</p>
<p>Lamentavelmente, nos últimos dois anos, o VASCO se afastou de suas raízes,  perdeu identidade, bajulou as elites na esperança de receber um mísero favor aqui ou ali. O resultado é a rápida descaracterização, o desrespeito aos que construíram o VASCO, a ignorância em relação à história, a deterioração de seu patrimônio e a perda de um corpo funcional exemplar.</p>
<p>Neste momento,  as pessoas que construiram o CASACA nos últimos dez anos se juntam a torcedores, sócios, beneméritos, enfim, a todos os vascaínos que querem recolocar o VASCO em seu devido lugar. Para isso será necessária uma chapa completa às próximas eleições. Mas os nomes devem sair no momento certo e fortalecidos por um  conjunto de compromissos que aponte para o futuro e que busque no passado a certeza de que o VASCO é uma instituição maior até do que os inúmeros e importantes títulos conquistados: é uma instituição luso-brasileira, que junta o melhor dos dois povos, que nunca se curva à elite racista e que transforma atletas em cidadãos. Nós somos um clube preto, branco e cruzmaltino com sede na zona norte do Rio. Quem quiser outra coisa diferente que vá procurar na zona sul da cidade.</p>
<p>Este são os pontos do COMPROMISSO COM O FUTURO que a futura chapa apoiada pelo Casaca defenderá nas eleições que trarão o VASCO novamente ao topo do esporte brasileiro:</p>
<p>1 – História e Tradição. O VASCO será sempre uma instituição sem fins lucrativos, respeitará o objetivo de seus fundadores de unir brasileiros e portugueses, lutará por todas as conquistas esportivas possíveis, mas não abrirá mão de dar formação cultural  às crianças e jovens de nossa sociedade. O VASCO não será empresa, não repassará bens e direitos a nenhuma sociedade. O VASCO é dos vascaínos. </p>
<p>2 – Liderança. O VASCO retomará o seu lugar de liderança política no esporte brasileiro. O clube terá posição sobre os assuntos que o afetam diretamente. O VASCO defende as suas idéias de forma independente, como já o demonstrou com a Carta Histórica que mudou os rumos do futebol brasileiro na década de 20 do século passado.</p>
<p>3 – Comando. O VASCO  voltará a ser exemplo de formação e de administração esportiva. O VASCO terá comando, suas ações são ditadas por seus dirigentes e executadas por profissionais. Não há espaço para comandos empresariais paralelos e nem a tomada de decisão pode ser feita por quem é funcionário. Este executa a política traçada por quem foi eleito pelo quadro social.</p>
<p>4 – Estrutura. O VASCO é uma instituição centenária, de relação direta com seus sócios e torcedores. Para isso, voltará a ter uma estrutura funcional exemplar. Não haverá terceirização em setores vitais.  </p>
<p>5 – Esporte e Patrimônio. A estrutura de futebol do VASCO será comandada exclusivamente pela direção do clube – da base ao profissional. Este foi o segredo de mais de 100 anos de sucesso. O patrimônio do VASCO, em especial o estádio de São Januário, voltará a ter atenção especial, inclusive com a retomada dos trabalhos para sua modernização. REMO E BASQUETE  deverão ter ações específicas que garantam a retomada de seus dias de glória.</p>
<p>Os compromissos acima nos diferenciam claramente da atual administração vascaína  e serão a base de mobilização para uma eleição fundamental para os destinos do VASCO.</p>
<p>Estamos abertos a todos os que se identificam com esses pontos. Aqui não haverá perseguição e não haverá rancor. A chapa apontará para o futuro. Mas um futuro de pontos claros. Quem não concorda com eles tem o direito de procurar outra via, mas temos a certeza que o quadro social do VASCO, se chamado corretamente  a se pronunciar numa eleição limpa, vai optar por fazer o clube voltar a ser do tamanho do nosso amor por ele.</p>
<p>Movimento de OPOSIÇÃO</p>
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		<item>
		<title>Editorial CASACA! 10 ANOS: Valeu a Pena</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 11:24:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CASACA!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[LEITURA INDISPENSÁVEL]]></category>

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		<description><![CDATA[Nada, além disso, nos trouxe até aqui: uma filosofia de Vasco. Por acreditar em um Vasco preso por opção às suas tradições, às suas origens, à sua História e à gente que o fez Vasco, gente com raízes efetivamente populares, nos entregamos de corpo e alma. O Vasco que conhecemos é assim. Sempre será assim: um Vasco nascido do povo, com cheiro de suor, com lágrimas de saudade lusitana nos olhos, orgulhosamente da zona norte, que não renega o que é moderno, mas que repudia modernismos de ocasião nascidos da vergonha que falsos vascaínos sentem da essência vascaína. Deste Vasco não abrimos mão. Sua ausência não é admitida entre nós. Sua entrega em mãos que não conhecem estes vínculos com o passado sempre será combatida aqui. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nada, além disso, nos trouxe até aqui: uma filosofia de Vasco. Por acreditar em um Vasco preso por opção às suas tradições, às suas origens, à sua História e à gente que o fez Vasco, gente com raízes efetivamente populares, nos entregamos de corpo e alma. O Vasco que conhecemos é assim. Sempre será assim: um Vasco nascido do povo, com cheiro de suor, com lágrimas de saudade lusitana nos olhos, orgulhosamente da zona norte, que não renega o que é moderno, mas que repudia modernismos de ocasião nascidos da vergonha que falsos vascaínos sentem da essência vascaína. Deste Vasco não abrimos mão. Sua ausência não é admitida entre nós. Sua entrega em mãos que não conhecem estes vínculos com o passado sempre será combatida aqui. </p>
<p>A opção por esta filosofia conduziu-nos a apoiar quem melhor a representou em nossa geração: Eurico Miranda. Não há, portanto, nenhum mistério de outro mundo nesta relação. Muitos passam por aqui e dizem não poder acreditar que alguém ainda apóie Eurico. Que só o apóia “quem se vende”. Não, nós não nos vendemos. Sim, nós o apoiamos. Por mais que isso pareça politicamente incorreto. Por mais que isso nos “queime”, como já disseram outros. Apóia-lo é apoiar a verdadeira alma vascaína. E mais: sentimo-nos lisonjeados quando arriscam, em diferente viés, que “o problema do Eurico é o CASACA!”. Mal sabem eles que, ao dizer isso, estão admitindo que fomos felizes naquela que foi a maior de nossas intenções: desviar as miras covardes do alvo de sempre, a Geni eterna. Obrigado, Presidente Eurico, pela confiança diária. Obrigado por nos fazer acreditar que sempre será possível. </p>
<p>O CASACA! comemora muito mais do que seu aniversário de dez anos. Comemora dez anos de coerência. Comemora dez anos sem se afastar um milímetro de suas convicções. Comemora dez anos sem qualquer mudança nas suas motivações. Enganam-se aqueles que imaginam que há por aqui um projeto de poder. Enganam-se aqueles que pressupõem que somos meros repetidores das táticas sujas implantadas pela sigla do mal, aquela que levou o clube ao maior desastre de sua existência – desastre que se expande aos dias atuais desde julho de 2008. Enganam-se, sobretudo, aqueles que pensam que qualquer um de nós desencadeou projetos pessoais usando o Vasco como pano de fundo. A nós só interessa a luta pela instituição na qual acreditamos. A nós só interessa a eternização da comunidade de sentimentos que se formou em torno de uma certa Colina Histórica. A nós só interessa aquilo que o Vasco efetivamente representa – a antítese daqueles que nos torceram o nariz quando fomos fundados. Creiam, o preconceito ainda está por aí.  E é preciso combatê-lo.</p>
<p>Combate. Se há um sinônimo para o CASACA! este se traduz na palavra combate. Combatemos quem agrediu o clube com intenções nefastas até 2008. Alertamos o que pretendiam. Alertamos sobre aqueles que se deixaram manipular. Alertamos sobre aqueles que estavam a serviço de um golpe, com conseqüente destruição deliberada do clube e sua entrega em um momento posterior. Entrega que não é mais um projeto, já está em curso. E como ela está em curso, somos, talvez, a única voz organizada que se levanta contra esta entrega. Entrega que representa o pisoteio sobre o patrimônio físico do clube, mas que, acima de tudo, representa o seu esfacelamento moral, a destruição de sua dignidade, o aniquilamento de sua independência e sua soberania. </p>
<p>Para aqueles que freqüentam esta página e escutam nosso programa de rádio, inimigos feitos porque assumimos posições sem rodeios e falsidades e amigos construídos com base em sinceridade e uma transparência real, ficam algumas perguntas: o que restará do Vasco quando aqueles que o fizeram o maior devedor do país a canetadas, quando aqueles que o levaram para a segunda divisão, quando aqueles que renunciam ao direito de defesa do clube no Judiciário, quando aqueles que promovem calotes que estouram nas contas da instituição, quando aqueles que permitem o despejo, quando aqueles que entregam o patrimônio, quando aqueles que sucateiam, quando aqueles que criam fanfarronices indumentárias e informam que elas se encaixam em algum lugar entre as intenções dos fundadores do clube e os fundadores do Vasco hightech, prosperarem?  O que será do Vasco quando as intenções dos vendilhões do templo, que são lesivos deliberadamente para que o resto desta instituição se resuma a algo com valor de mercado popular, se confirmarem? Enfim, o que será do Vasco quando este tufão de incompetência, má intenção, objetivos politiqueiros, objetivos financeiros, objetivos tortos, quando os seqüestradores de nossa História devolverem o Vasco de sempre ao mundo?</p>
<p>Foi preciso coragem. Externamente, coragem para combater parte significativa da poderosa mídia, sempre pronta a destratar o Vasco de sempre, mola propulsora do Vasco hightech que se mostra, agora, sem neon, sem brilho algum naquilo que interessa. Internamente, coragem para combater o Vasco aristocrático de gente que fez fortunas por herança e de gente enriqueceu em meio à destruição de empresas, entidades privadas, públicas e órgãos governamentais. Aderiam a este panorama composto por oportunistas, políticos querendo fatias, ditos vascaínos medrosos e, por isso, praticantes de “oposição responsável” (o outro nome da covardia) e moleques que jamais passaram disso – moleques, irresponsáveis, sem caráter. Que, aliás, também cobraram (e ganharam) suas recompensas. </p>
<p>O pouco que podemos continuar a oferecer aos vascaínos que pensam o clube como nós é a continuidade. Este também é o pouco que podemos oferecer à memória de Ana Maria Vianna, Osmar Aloise Galart e Ubiratan Solino, companheiros que deixaram o mundo físico, mas que continuam, de alguma forma, a iluminar nossos caminhos. O combate a estas distorções prosseguirá. </p>
<p>Tentaram nos calar, através de ameaças físicas, ações na Justiça, promessas vazias de denunciar o inexistente. Não conseguiram. Não conseguirão.  Todos eles são parte de um enorme estelionato para o qual alertamos e que ajudaremos a liquidar. Não, ao contrário do CASACA!, essa proposta de Vasco sem alma vascaína não chegará perto, sequer, de uma década. Ficará pelo caminho. Não saberá como se sustentar porque, divergindo daquilo que se construiu neste grupo distinto de vascaínos abnegados, os objetivos deles são bastante diferentes dos nossos: enquanto eles querem o Vasco para eles, a serviço deles, um Vasco que atenda a seus interesses escusos, nós queremos o Vasco simples assim: o Vasco com espírito, cores, tradições, História e conquistas de Vasco. Um Vasco com cara, cheiro e jeito de Vasco. Ele voltará. Em breve.</p>
<p>Equipe CASACA!  </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Eurico: A Ficha é Limpa</title>
		<link>http://www.casaca.com.br/home/2009/10/23/eurico-a-ficha-e-limpa/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 15:30:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CASACA!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[LEITURA INDISPENSÁVEL]]></category>

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		<description><![CDATA[O documento acima Ã© parte de um processo iniciado em 1996, que teve como centro a negociaÃ§Ã£o do jogador Bebeto para o La CoruÃ±a em 1992. A negociaÃ§Ã£o do atleta foi conduzida pelo entÃ£o presidente do clube, mas a acusaÃ§Ã£o de evasÃ£o ilegal de divisas, crime contra o sistema financeiro nacional, recaiu sobre as costas largas de Eurico. Em primeiro grau, uma condenaÃ§Ã£o a quatro anos de reclusÃ£o, com uma sentenÃ§a baseada primordialmente em maus antecedentes. Agora, a sentenÃ§a foi reformada por unanimidade e o rÃ©u absolvido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.casaca.com.br/home/wp-content/uploads/2009/10/19965101067579-04-614x1024.png" alt="19965101067579-04" title="19965101067579-04" width="614" height="1024" class="alignnone size-large wp-image-19964" /></p>
<p>O documento acima comprova a queda do último processo criminal daqueles sofridos pelo ex-presidente Eurico Miranda, todos em função de sua luta pelo Vasco. </p>
<p>Eurico já havia sido acusado, dentre outras coisas, de falsidade ideológica ao se opor à invasão de São Januário pela Polícia Federal no lamentável episódio circense criado pela CPI do Futebol, quando usaram a força em um simples ato de apreensão de documentos do clube, valendo-se de metralhadoras, coletes à prova de balas, máscaras ninja e, evidentemente, câmeras de TV. Das acusações geradas neste episódio, apenas uma foi adiante: crime de resistência. O processo já foi concluído.</p>
<p>Eurico havia sido acusado de sonegação fiscal. Teria sido ele, em última análise, o responsável pelo Vasco não pagar impostos à Receita Federal. Por este “crime”, chegou a ser condenado em primeiro grau a 10 anos de reclusão. Comprovada a sua inocência e a inocência do Vasco ainda em fase de recursos administrativos, o processo simplesmente foi extinto. É bom frisar: a sentença não foi modificada em grau superior. O processo foi extinto porque se concluiu que ele não poderia nem mesmo se iniciar. </p>
<p>Eurico havia sido acusado de apropriação indébita. Segundo a acusação, seria ele o responsável pela retenção das obrigações referentes ao INSS por parte do Vasco.  Um a um, todos os processos do INSS contra o Vasco e, é lógico, como o clube parece que jamais teve outro responsável, contra Eurico, caíram. </p>
<p>Eurico foi acusado por agredir um jornalista no qual não encostou a mão ao final da decisão Vasco x Flamengo de 2004. O jornalista perguntou a ele onde seria enfiado o chopp da vitória. Outra pessoa que escutou a pergunta agrediu o rapaz, mas ele, o jornalista, conseguiu que a Justiça enxergasse apenas um agressor: Eurico. O processo foi encerrado. </p>
<p>Na área cível há outras acusações estapafúrdias. Como aquela em que Eurico foi condenado por ter dito que os desembargadores que resolveram prender o jogador Edmundo tiveram seus quinze minutos de fama. Ou a outra, que ainda está em fase de recurso, em que ele anunciou que foi procurado por alguém do meio do futebol que lhe garantiu que havia um esquema da Parmalat para favorecer o Palmeiras na final do Brasileiro de 1997. </p>
<p>O documento acima é parte de um processo iniciado em 1996, que teve como centro a negociação do jogador Bebeto para o La Coruña em 1992. A negociação do atleta foi conduzida pelo então presidente do clube, mas a acusação de evasão ilegal de divisas, crime contra o sistema financeiro nacional, recaiu sobre as costas largas de Eurico. Em primeiro grau, uma condenação a quatro anos de reclusão, com uma sentença baseada primordialmente em maus antecedentes. Agora, a sentença foi reformada por unanimidade e o réu absolvido.</p>
<p>No entanto, que não se imagine que a magistrada de primeiro grau que o condenou pelas coisas que dele escutou falar é a única a agir assim. Quantas pessoas fizeram o mesmo, baseadas nas inverdades levantadas na CPI do Futebol, nos noticiários do O Globo, do Extra, do Lance, do O Dia, do JB, dentre outros jornais? Quantos o condenaram previamente pelas reportagens montadas pelo Jornal Nacional, quando o ódio à sua figura atingiu o grau mais elevado? Quantos o condenaram por saberem que ele elevou o Vasco a um patamar superior ao do Flamengo no Rio de Janeiro, e isso não podia passar impune? Quantos vascaínos sucumbiram? A quantos ditos vascaínos isso interessava? Até mesmo o ministro Ayres de Britto, em sua participação no TSE nas eleições de 2006, disse que “havia ouvido falar” da ficha de Eurico e que, por isso, acreditava que ele não podia, sequer, se tornar candidato naquelas eleições. </p>
<p>Sem dúvida, a pior de suas condenações é esta. A condenação a uma imagem arrasada. Esta condenação não surgiu de nenhum tribunal. Nos tribunais, tudo vai se resolvendo e a verdade vai prevalecendo, conforme o próprio Eurico previu anos atrás. A única condenação que restará é aquela que nasceu das falsas acusações da mídia, que se tornaram, por diversos interesses, verdades absolutas e se expandiram pela opinião pública. </p>
<p>O mote para as diversas acusações era outro. Era preciso eliminá-lo, tirá-lo de cena. Sem ele, passa a boiada, passa o clube-empresa, passa a lei dos empresários, passa a nossa flamenguização sem conquistas, passa a dependência de dinheiro público, passa a nossa subjugação, passa o Vasco de segunda. Tudo o que os inimigos externos e internos queriam já é concreto. Mas a imagem emblemática disso possui, hoje, amplas possibilidades de também se concretizar. Corremos o risco de, em dezembro, recebermos da CBF naquela festa de bacanas o prêmio pela conquista da segunda divisão ao lado do Flamengo, que terá, então, conquistado a primeira divisão. O sonho de 10 entre 10 rubro-negros. O sonho de 9 entre 10 jornalistas esportivos. </p>
<p>Para aqueles vascaínos que sempre lutaram contra esta lógica nefasta de subjugação do que não é Flamengo no Rio de Janeiro, há sim um sabor especial ao se constatar a queda de cada uma das acusações levianas que Eurico sofreu. Sabor para os poucos, muito poucos, que permaneceram do seu lado. Aqueles que assim permaneceram jamais acreditaram que Eurico deve ser canonizado. Jamais acreditaram que ele não cometeu erros. Jamais concordaram integralmente com sua opção por ser trator, embora ela se mostre, agora, tão necessária. Mas tinham a noção exata do que os inimigos queriam fazer do nosso clube. Esperemos que, um dia, volte a prevalecer a filosofia de Vasco que Eurico tão bem representou e que é aquilo que motiva a existência deste espaço. E só então poderemos voltar a ombrear com os nossos principais rivais. </p>
<p>CASACA!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Editorial: DOZE MESES DE HORROR</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 22:14:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Maganha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[LEITURA INDISPENSÁVEL]]></category>

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		<description><![CDATA[Faz hoje exatamente um ano da assunção ao poder de uma sigla unida a detratores, oportunistas, incompetentes, incapazes, despreparados, irresponsáveis, incautos ou néscios que tomaram o Vasco de assalto para torná-lo um clube de segunda linha e divisão, no curto espaço de doze meses. O mandato tampão seria a oportunidade de ouro buscada por anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faz hoje exatamente um ano da assunção ao poder de uma sigla unida a detratores, oportunistas, incompetentes, incapazes, despreparados, irresponsáveis, incautos ou néscios que tomaram o Vasco de assalto para torná-lo um clube de segunda linha e divisão, no curto espaço de doze meses.</p>
<p>O mandato tampão seria a oportunidade de ouro buscada por anos para, enfim, vermos demonstrada a suposta competência alardeada aos quatro cantos do país, mas a Turma da Oportunidade de Prata falseou, mentiu, escondeu, sofismou, choramingou, iludiu e enganou os vascaínos de todo o Brasil com suas filas, gatilhos, promessas e sorrisos de ocasião.</p>
<p>Não é uma opinião a de que o Vasco vive hoje o pior momento de sua história e sim um fato, como também é sabido até por crianças e adolescentes &#8211; que tenham aprendido a somar &#8211; ser a situação financeira do Vasco, até o golpe lícito, muito melhor que a dos outros três grandes do Rio de Janeiro. Apesar dos seguidores, defensores e partidários de sigla, apesar do vergonhoso e descabido balanço apresentado por eles, apesar da vontade e hoje necessidade deles em justificar sua flagrante incompetência, apontando o passado &#8211; de preferência com inverdades ou fabricação de novas verdades &#8211; a partir de um discurso mentiroso, cínico ou meticulosamente orquestrado.</p>
<p>O Vasco, senhoras e senhores, frequenta a segunda divisão, algo que nossos antepassados, já nos anos 20, pensavam fazer parte do próprio passado. O Vasco não poderia cair para a segundona por um motivo mais do que simples: Veio de lá. Ter saído do nada e chegado ao topo era o maior orgulho de nossa história futebolística. Transcendia títulos. O vascaíno estufava o peito diante de qualquer torcedor, pois não veio da elite e sim tornou-se elite. Na marra. Com suas convicções, seu funcionamento, seus preceitos. Desafiou a tudo e a todos. Belicoso sim quando devido, muitas vezes contrário à esmagadora maioria, desde 1924, incluindo mídia, poder público e qualquer ente estranho ao clube. Quem assumia o Vasco sabia o básico, o beabá. É clube de primeira. Nos piores momentos de sua trajetória no futebol tinha como sagrada a manutenção entre o grupo dos primeiros. Quem jogou lá sabe disso, quem frequentou o Vasco sabe disso, quem conhece minimamente sua história de lutas e sacrifícios sabe disso. A “new direction” do Vasco cuspiu na nossa história, manchou e passou o pé por cima, sorriu com deboche e usou de factóides para tratar do pior momento futebolístico da vida do Vasco como início de uma grande era. Baseavam-se em Atléticos, Fluminenses, Grêmios, como se o Vasco tivesse uma história parecida, fosse nascido em berço de ouro e, de repente, caísse. O Vasco subiu altaneiro e assim permaneceu até o ano de 2008 com vitórias, derrotas, alegrias, tristezas, mas de fronte erguida, batendo no peito e dizendo: “Nós somos de primeira, porque conquistamos esse direito, enquanto vocês ditos grandes são elite por conjecturas políticas, econômicas e sociais”.</p>
<p>Passado um ano da atual “administração” será posto abaixo um resumo do que foi feito com o Club de Regatas Vasco da Gama, orgulho de nossas vidas e hoje, infelizmente, uma caricatura daquilo que é e representa no cenário esportivo nacional e internacional.</p>
<p><strong># Vasco após o golpe, com a promessa de uma fila de patrocinadores, dois craques engatilhados, Japão 2010, transparência, competência e credibilidade</strong></p>
<p> &#8211; Anúncio de que o time era fraco (várias vezes repetido pelo atual “presidente” do Vasco durante a competição, desde os 30 primeiros segundos após o pleito da Lagoa);<br />
 &#8211; Nota oficial do clube, dez dias depois da posse, dizendo que não seria possível contratar atletas de bom nível;<br />
 &#8211; Opção por não manter um profissional de marketing remunerado, preferindo trocá-lo por um iniciante despreparado;<br />
 &#8211; União com o Flamengo;<br />
 &#8211; Anúncio do novo programa de sócios para agosto de 2008;<br />
 &#8211; Perda da cadeira de vice-presidente no clube dos 13;<br />
 &#8211; Início do não pagamento dos impostos devidos, ação ou inação mantida até o presente momento;<br />
 &#8211; Acordo com a BWA, diminuindo o valor líquido a ser recebido por ingressos diretamente para o Vasco;<br />
 &#8211; Inércia trocada por lentidão para trabalhar com recebíveis e fazer dinheiro com contratos assinados pela gestão anterior, passíveis de liquidez imediata dada a credibilidade dos parceiros que tinha o Vasco;<br />
 &#8211; Entrega de toda a parte jurídica ao inexperiente e despreparado Luiz Américo de Paula Chaves, que ocasionou entre outros danos ao clube a dificuldade para serem obtidas as famosas certidões, que até junho de 2008 o Vasco possuía;<br />
 &#8211; Demissão de um dos mais conceituados profissionais do país na gerência do futebol, Paulo Angioni, sem que se preenchesse, em pleno Campeonato Brasileiro, a vaga à altura;<br />
 &#8211; Destruição de toda a estrutura logística do clube, passando por irresponsáveis demissões na base e outros departamentos modelos no país, por sua qualidade, capacidade e desempenho;<br />
 &#8211; Nepotismo com remunerações generosas e destoantes da maioria do quadro funcional;<br />
 &#8211; Transações obscuras referentes a Pablo e Jean;<br />
 &#8211; Descumprimento do pagamento de acordos judiciais firmados pelo Vasco;<br />
 &#8211; Atraso sistemático de salários, começando pelos funcionários mais humildes;<br />
 &#8211; Opção pela saída dos atletas profissionais da concentração existente no Vasco para hospedá-los em hotéis, onerando mais o clube;<br />
 &#8211; Pagamento a um (pelo menos) vice-presidente (no caso o jurídico) de 55 mil reais mês, afrontando o estatuto do clube;<br />
 &#8211; Contratação do técnico/empresário Tita e com ele dos seus pupilos André, Serginho e Johnny, o último, reserva do lanterna da Série B, CRB, na época da transação;<br />
 &#8211; Contratação de atletas sem condições físicas como Baiano, Fernando e Pinilla;<br />
 &#8211; Desrespeito à primeira recomendação do Conselho de Beneméritos, no que tangenciava à aceitação da dívida em favor de um Grande Benemérito do clube que muito ajudou &#8211; com empréstimos – o Vasco nos anos anteriores;<br />
 &#8211; Demissão de um número em torno de setenta funcionários do clube, grande parte deles com 10, 20, 30, 40 ou mais anos de serviço ao Vasco, sem lhes pagar os direitos trabalhistas, descumprindo não só a lei como o próprio Plano de Gestão;<br />
 &#8211; Discurso vazio composto por “Não vai cair, não vai cair, não vai cair”&#8230; sem que atitudes de comando fossem feitas para evitar a tragédia;<br />
 &#8211; Colocação da torcida visitante nas sociais do Vasco, algo tão bizarro quanto irresponsável, diante da incredulidade dos sócios;<br />
 &#8211; Aquiescência na infiltração de torcida organizada dentro da social do clube com o propósito de intimidar sócios descontentes e proteger dirigentes omissos, falastrões e incompetentes;<br />
 &#8211; Fechamento com a empresa fornecedora de material esportivo Champs, por um valor 20% menor do que a proposta financeira (material à parte) feita cinco meses antes para a diretoria anterior, na ordem de 7,5 milhões ano à vista;<br />
 &#8211; Tentativa de enfiar goela abaixo dos vascaínos os abadás da Champs como uniformes do Club de Regatas Vasco da Gama;<br />
 &#8211; Liberação de São Januário para o visitante São Paulo deitar, rolar, arrombar e por fim derrotar o Vasco numa partida que era decisiva para evitar o vergonhoso descenso;<br />
 &#8211; Queda para a segunda divisão com a ridícula campanha de 29 pontos em 30 jogos, saindo do 9º lugar (quando “assumiram”) para o 18º ao fim da competição;<br />
 &#8211; Perda imediata de 15 milhões de reais com o rebaixamento;<br />
 &#8211; Anúncio da Eletrobrás em dezembro e não fechamento com a mesma no primeiro semestre de 2009;<br />
 &#8211; Má gestão dos mais de 13 milhões de reais que entraram no clube, entre julho e dezembro de 2008, priorizando os amigos em detrimento até mesmo do que manda a lei;<br />
 &#8211; Orçamento maquiado, prevendo &#8211; entre outras sandices &#8211; 3 milhões por espaço publicitário na manga, quase 10 milhões em rendas líquidas no ano ; além de 14 milhões pelo contrato com a Eletrobrás que poderá trazer ao clube no máximo sete se fechado, como esperamos, no mês de julho;<br />
 &#8211; Desrespeito à segunda recomendação do Conselho de Beneméritos referente aos símbolos do Vasco e à situação de Chaves, agora assessor, recebendo os mesmos 55 mil reais mês;<br />
 &#8211; Perda da oportunidade de se fazer dinheiro com os atletas Rodrigo Antônio e Leandro Amaral, por falta de visão, pagamento de salários ou bom senso;<br />
 &#8211; Desrespeito com ex-ídolos como Edmundo e Pedrinho;<br />
 &#8211; Contratação do treinador Dorival Júnior por módicos 280 mil reais, entre salário e prêmios, remuneração superior a de Murici Ramalho, tri-campeão brasileiro pelo São Paulo (250 mil reais);<br />
 &#8211; Contratação de um gerente de futebol com altíssimas luvas e um salário muito maior do que aquele recebido no Grêmio, clube em que trabalhou antes de se transferir para o Vasco;<br />
 &#8211; Terceirização do futebol posto nas mãos do empresário Carlos Leite, que virou uma espécie de “dono” do clube nesse setor;<br />
 &#8211; Contratação superior a 20 atletas desconhecidos, alguns que inclusive nem estrearam;<br />
 &#8211; Descaso com o patrimônio do clube, desde uma piscina suja até uma avaliação de seu valor pecuniário;<br />
 &#8211; Criação da AAV em parceria com a atual gestão (embora não reconhecida por ambos) com o intuito de arrecadar para o Vasco milhões de reais, com milhares de conversas fiadas;<br />
 &#8211; Perda da classificação para as semifinais da Taça Guanabara deste ano no tapetão, por soberba, teimosia e incompetência de um departamento jurídico muito bem remunerado;<br />
 &#8211; Desrespeito a sócios com ingressos à mão e direitos vilipendiados, enquanto a claquete permanece recebendo (no gerúndio) tratamento VIP;<br />
 &#8211; Promessa de despejo do Vasco Barra por não pagamento do acordado entre o clube e o locador do terreno, acordo esse que vinha sendo pago pela gestão anterior;<br />
 &#8211; Explicações chinfrins diante das sérias denúncias apresentadas por um membro demissionário da própria diretoria no início do ano;<br />
 &#8211; Show da AAV do comediante vascaíno, rubro-negro, americano e palmeirense Chico Anysio, com um sugestivo slogan: &#8220;Vasco de Segunda&#8221;;<br />
 &#8211; Inversão do número de votos referente à aprovação da ata concernente à reunião anterior do Conselho Deliberativo, que previa uma manutenção dos golpistas por um período maior àquele expresso no estatuto do clube;<br />
 &#8211; Desrespeito à decisão do Conselho Deliberativo no que se referia a eleições em novembro, Chaves e símbolos do Vasco. Desrespeito, enfim, ao nosso estatuto.<br />
 &#8211; Aceitação do pagamento em torno de 100 mil reais , por parte da ALE, para que a empresa expusesse a sua marca na partida semifinal do segundo turno do Campeonato Carioca contra o Botafogo em nossa camisa, valor menor do que a metade do aceito pelo clube em outras ocasiões,vide Sony AXN e BMG;<br />
 &#8211; Anuência em atuar contra o mesmo Botafogo num dia secundário, deixando o Fla x Flu para o domingo e perdendo, com isso, a exposição de uma TV direta para todo o Brasil, talvez por já prever o vexame que passaríamos;<br />
 &#8211; Saída do Campeonato Carioca após acachapante derrota por 4&#215;0 frente ao Botafogo, fato que não ocorria em partidas decisivas contra clubes do Rio de Janeiro, desde 1968;<br />
 &#8211; Desrespeito ao que foi recomendado em nova reunião do Conselho de Beneméritos, com relação à análise do balanço;<br />
 &#8211; Apresentação de um balanço discrepante com a atual situação do Vasco;<br />
 &#8211; Infantil decisão de sair de São Januário para jogar a partida semifinal contra o Corínthians no Maracanã, tendo no histórico do clube seis vitórias e dois empates nos jogos decisivos, interestaduais e internacionais, a partir das semifinais, em nosso estádio;<br />
 &#8211; Contratação do atacante Aloísio Chulapa sem poder escalá-lo, de fato, para jogar até o presente momento;<br />
 &#8211; Show deficitário da AAV com a vascaína Fernanda Abreu, quando, na ocasião, motivado a puxar o grito de Casaca, o atual “presidente” do clube disse a seguinte frase: &#8220;Por quê?&#8221;<br />
 &#8211; Apresentação de um programa de sócios, o qual repete planos anteriores e inclui a categoria &#8220;torcedor vascaíno&#8221; que dá ao adquirente a mesma vantagem do torcedor comum que possui carteira de estudante. Detalhe: sem direito a voto. Tudo isso após quase nove meses da promessa feita quando adentraram ao Vasco;<br />
 &#8211; Condicionar o pagamento das mensalidades dos sócios a terceiros que não o Vasco;<br />
 &#8211; Captação para si de obras já feitas ou praticamente concluídas, como se dos novos gestores fossem, sem dar o devido mérito a quem as viabilizou, fez, ou deixou em fase de acabamento, tais como o ônibus da Volkswagen, o Centro de Memória, a Concentração dentro do clube e projetos de modernização de São Januário;<br />
 &#8211; Apresentação de maquetes antigas e parceiros já intencionados há mais de um ano em fazer as reformas no estádio de São Januário, como se fossem novas e novidades para o clube, a partir da chegada dos espertalhões do “novo” Vasco;<br />
 &#8211; Rescisão com a Champs podendo ocasionar uma ação milionária contra o Vasco, rescisão esta, por sinal, tão contestada em relação a diretorias anteriores que assim procederam nas ocasiões pertinentes;<br />
 &#8211; Fechamento de contrato com a Penalty para fornecimento  de material esportivo, confessando dívida, atrelando o pagamento total desta, caso haja uma rescisão por parte do Vasco, e ainda anunciando um contrato acima dos valores de mercado para o Vasco (pelo prazo de cinco anos) sem explicar, no entanto, como esse dinheiro chegará aos cofres do clube;<br />
 &#8211; Aceitação de exposição da marca Guaraviton (em destaque na frente da camisa) por módicos 20 mil reais, sem qualquer outro ganho do clube com a marca;<br />
 &#8211; Uso de artimanhas baixas para não comparecer às audiências referentes aos funcionários do Vasco, demitidos em desacordo com a lei;<br />
 &#8211; Perda de prazo para dar entrada num recurso que impediria um atleta argentino rubro-negro a participar da última regata do Campeonato Estadual de Remo, o que custou ao Vasco a perda da própria regata e dificultou ainda mais a conquista da competição este ano;<br />
 &#8211; Negligência em relação aos integrantes do Colégio Vasco da Gama, ofertando ao aluno muito menos, em termos de alimentação e condições básicas para o crescimento físico, técnico e intelectual, além de atrasos frequentes nos salários dos professores;<br />
 &#8211; Descaso com as dificuldades financeiras e básicas dos funcionários mais humildes do clube, negando-lhes o que a eles é devido, sem justificativa, e com covardes pressões de demissões em massa;<br />
 &#8211; Desrespeito ao parceiro Habib´s, além de não ter oferecido a ele as condições logísticas para que o acordo feito pela empresa com o Vasco pudesse vir a ser desenvolvido;<br />
 &#8211; Manutenção &#8211; durante praticamente todo o tempo desde o golpe &#8211; da filosofia de atrasar salários, e pior, pagando, preferencialmente, a folha dos que menos precisam em dia, no caso o pessoal do futebol, dito e justificado pelo atual vice de finanças, Nelson Rocha, com experiência em não pagamento de direitos do trabalhador, desde os tempos de secretário do governo de Benedita da Silva;<br />
 &#8211; Inconsequência na transação do atleta Morais &#8211; que valia algo em torno de nove milhões de euros até junho de 2008 – por uma quantia, até onde se sabe, menor do que um terço disso, após descontos sucessivos, culminando com a estranhíssima compra dos direitos federativos do atleta por parte do empresário Carlos Leite, que de forma questionável preferiu oferecê-lo ao Corinthians em detrimento do Vasco, num dos casos mais mal explicados da atual gestão até o presente momento;<br />
 &#8211; Classificação, um ano após o golpe, no grupo dos medíocres da já medíocre e inaceitável Série B, até o presente momento.</p>
<p><strong># Sentimento do Vascaíno</strong></p>
<p>Acostumado a acompanhar um Vasco vencedor, mas também respeitado independentemente dos resultados obtidos em campo, senhor da sua história e de suas tradições, modelo de garra, luta e perseverança, exemplo contra o preconceito e a hipocrisia elitista de outros grandes que não engolem o clube da zona norte como o mais poderoso dessa cidade, o vascaíno passou a lidar com outro tipo de sentimento. O da vergonha, do subjugo, da humilhação, da mendicância e do rebaixamento. Este sentimento pode&#8230; e deve parar. </p>
<p>Finalizamos com uma frase emblemática apresentada ao público há mais de 50 dias, tão atual como óbvia, exposta hoje como inquestionável para toda a massa torcedora vascaína.</p>
<p><strong>Primeira Divisão É Obrigação!</strong></p>
<p>Equipe Casaca</p>
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		<item>
		<title>Novo layout do site CASACA!</title>
		<link>http://www.casaca.com.br/home/2009/06/22/novo-layout-do-site-casaca/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 17:34:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CASACA!</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.casaca.com.br/home/?p=18298</guid>
		<description><![CDATA[O site CASACA! deu uma repaginada. Implementamos algumas alterações no layout, esticando, colorindo e dividindo melhor as informações. Confira as principais mudanças: 1- O menu ficou um pouco maior e ganhou um enfeite dinâmico, que acompanha o cursor. 2- A seção Leitura Indispensável continua no topo do site, sempre pronta para receber os vascaínos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O site CASACA! deu uma repaginada. Implementamos algumas alterações no layout, esticando, colorindo e dividindo melhor as informações. </p>
<p>Confira as principais mudanças:</p>
<p>1- O menu ficou um pouco maior e ganhou um enfeite dinâmico, que acompanha o cursor. </p>
<p>2- A seção Leitura Indispensável continua no topo do site, sempre pronta para receber os vascaínos que nos acessam pela primeira vez. Foi incluído o link para a listagem de todos os artigos marcados nessa categoria.</p>
<p>3- As seções Colunas, Observatório Vascaíno e Notícias, que formam o conteúdo principal do site, ficaram divididas em 3 blocos, lado a lado, valorizando e trazendo de volta o &#8220;OV&#8221; pro alto. A separação dos artigos funciona da seguinte maneira: artigos de opinião vão para a área de Colunas; artigos contendo notícia e opinião aparecem no &#8220;Observatório&#8221;; e artigos de notícias sem opinião vão para o retângulo de Notícias. </p>
<p>4- Eventualmente, outros 2 blocos aparecerão na capa do site: Destaque, para artigos de grande importância; Transmissão ao Vivo, para exibir o player do Casaca no Rádio e Podcast do Casaca.</p>
<p>5- Nota-se que o site está mais colorido, porém respeitando as cores tradicionais do Vasco: a vermelha da cruz-de-malta, a dourada das 8 estrelas do clube (sim, o verdadeiro Vasco possui 8 estrelas), a preta e a branca. Além disso, alguns tons de cinza. </p>
<p>6- A área dos comentários também ganhou alterações. Atendendo a pedidos, o fundo ficou mais claro. Os integrantes da Equipe CASACA passam a ser identificados com uma logomarca à direita dos seus nomes.</p>
<p>7- Outras funcionalidades estão na linha de produção. Por favor, aguarde!</p>
<p>É possível perceber que a nova versão do Casaca está diferente no aspecto visual. Esperamos que você tenha gostado. Pedimos que evitem comparações com o Vasco e o &#8220;novo Vasco&#8221;, que mudou para tragicamente pior. Aqui não tem &#8220;novo Casaca&#8221;. Nada disso, o Casaca continua o mesmo! </p>
<p>Sugestões, elogios, críticas construtivas são sempre bem-vindos!</p>
<p>Abraço e saudações Vascaínas,<br />
Equipe CASACA!</p>
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		<item>
		<title>Editorial: Oportunidade de Prata</title>
		<link>http://www.casaca.com.br/home/2009/05/09/oportunidade-de-prata/</link>
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		<pubDate>Sat, 09 May 2009 10:22:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CASACA!</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir das dezesseis horas e dez minutos do dia nove de maio de 2009, o Club de Regatas Vasco da Gama adentrou o gramado histórico de São Januário para disputar sua primeira partida pela Segunda Divisão do Campeonato Brasileiro. Como pano de fundo, décadas de glórias manchadas por um descenso absurdo e inominável no ano que se passou. O figurante nesta triste trama foi o adversário Brasiliense. Entre tal momento melancólico e a vez anterior em que o clube pisou num relvado para participar de um jogo que não fosse de primeira divisão, mais de oitenta e seis anos se passaram. O último rival enfrentado nessas condições havia sido o São Cristóvão no dia cinco de novembro de 1922, no acesso à elite carioca. São duas fotografias de um Vasco na famigerada &#8220;segundona&#8221;, como o povo chama eufemismos como &#8220;Série B&#8221; ou &#8220;Série de Acesso&#8221;: uma em tom colorido, nova, cheirando a moderna, tirada em digital, quem sabe, numa câmera &#8220;fashion&#8221;; outra, clássica, em tom sépia, revelada artesanalmente no velho e escuro laboratório.</p>
<p>O Vasco de 1922 subia com altivez e galhardia, punha o pé na porta da aristocracia da Zona Sul do Rio e faria o futebol brasileiro nunca mais ser o mesmo. Foi pioneiro na ascensão de negros, operários e pobres no velho esporte bretão, no pagamento de &#8220;bichos&#8221;, na profissionalização dos atletas, na construção do maior estádio da América Latina e na recusa veemente em fazer parte de um dos momentos mais preconceituosos da história cultural brasileira, quando assinou a &#8220;Resposta Histórica&#8221; à racista AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Atléticos) pelo punho do então presidente José Augusto Prestes. A partir da missiva revolucionária, com o tempo se deu o efeito dominó: a aceitação gradual de negros e desfavorecidos em todos os clubes do Brasil. E, portanto, na Sala de Troféus cruzmaltina a encimar a Carta de 1924 está a frase emblemática &#8220;Sem o Vasco, o futebol brasileiro não teria conhecido Pelé&#8221;. Uma joia da coroa vascaína.</p>
<p>A fotografia digital de um Novo Vasco, o de 2009, dá conta de uma amargura profunda. Se passar pelo poço pantanoso dos menores do Rio era a única alternativa para alcançar a entrada na festa da nata clubística nos idos do século passado, enfrentar o mesmo poço (agora com contornos nacionais) atualmente é angustiante e desonroso. Por mais que queiram contornar a imagem nua e crua com molduras chamativas que desviem a atenção, está claro e límpido que o clube vai medir forças com equipes minúsculas perto da grandeza histórica do Almirante, longe dos adversários da sua linha. Vencer tal certame não é mais do que obrigação para todos que carregaram o nome da instituição para esta disputa. Por mínima dignidade é o que deve ser feito com resignação, muito suor e trabalho árduo, sem pirotecnias ou comemorações redentoras ao fim da nebulosa jornada.</p>
<p>A peregrinação cruzmaltina para retornar ao lugar de onde nunca deveria ter saído nada terá de mítica ou épica, será demasiadamente humana. O Vasco protagonizará um enredo que muitos tratarão com rococós para iludir incautos. Só que, na verdade, fará o papel à imagem e semelhança do aluno que após repetir de ano carrega o fardo de passar no seguinte sem confetes e serpentinas. Passar de divisão é o cumprimento de um dever, não um orgulho ou um mérito. A torcida vascaína não verá tal volta como um presente, uma conquista, mas como um alívio. Acompanhará as dificuldades da equipe, será por muitas vezes afetuosa, mas, ao mesmo tempo, cobrará bons resultados e disciplina perenes. Os apaixonados estarão nos estádios como sempre estiveram. E em nome dessa paixão infantil, empurrarão o elenco do Vasco para a sua casa de fato e direito com todas as forças possíveis. Seja no grito, no cântico, no alento, no sermão, na vaia, na pressão, na crítica diária, no amor desmedido. Só há um destino possível: o regresso ao lar da Primeira Divisão.</p>
<p>Há urgência nesse desejo de tantos amantes vascaínos. Portanto, as esquinas clamam uma passagem de volta sem sobressaltos, derrotas seguidas ou tempestades. A marcha haverá de ser leve, porque assim demanda a história brilhante do Club de Regatas Vasco da Gama. Sua função no futebol brasileiro é de ser locomotiva e não vagão, está inscrito no seu sangue. Ir contra tal ditame é violentar a cada dia que passa a natureza de toda nossa gente e dos nossos símbolos. </p>
<p>Que os sábados por vir, embora afogados em fel, sejam o recomeço da caminhada cotidiana do Vasco entre os seus verdadeiros pares, após tantos desencontros e desatinos no desfecho do ano que passou. Ao fim, virá o título mais óbvio e esperado do clube em seus cento e onze anos de existência, sem redenções hollywoodianas, mas com um suspiro de consolação de milhões. Um troféu que já é do Vasco por princípio assegurado, por tudo que lutou bravamente e conquistou em mais de um século. Uma taça que terá lugar em São Januário não como representante de uma vitória, mas simples efeito de uma tragédia que se consumou em Sete de Dezembro de 2008.</p>
<p>Nem sempre copas ou taças simbolizam vitórias. Entre as duas fotografias citadas aqui, escreveu-se na biografia cruzmaltina o seu maior acontecimento, o seu maior triunfo, sem ouro, prata ou bronze, apenas palavras que explicam o que é a instituição em toda sua excelência. Se uma peça em material brilhante pode não significar nada, a não ser passar a ícone da maior mancha perpetrada no clube, uma Carta, a de 1924, simboliza a marca indelével e fundamental do Vasco no futebol brasileiro, o maior de todos os seus troféus. </p>
<p>Que os vascaínos acompanhem a Segunda Divisão com raízes fincadas no seu passado iluminado pelas palavras e atos de nobreza, olhando para o presente e futuro com a sobriedade necessária. Todos esperamos muito trabalho, transpiração e devoção dos atletas, comissão técnica e administração do clube para que se presentifique o óbvio: Vasco campeão da Segunda Divisão de 2009, apto a participar da elite novamente em 2010.</p>
<p>Que assim seja. </p>
<p>Equipe CASACA!</p>
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		<title>Editorial: Acerto de Contas</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 12:24:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Equipe CASACA!</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Conselho Deliberativo do Vasco foi convocado para a próxima terça-feira, dia 28, com o intuito de discutir o Balanço Patrimonial referente ao ano de 2008. O desrespeito ao Estatuto e aos Poderes do clube foi a marca desta convocação. Desrespeito com o Conselho Fiscal, que recebeu as contas há menos de uma semana, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Deliberativo do Vasco foi convocado para a próxima terça-feira, dia 28, com o intuito de discutir o Balanço Patrimonial referente ao ano de 2008. O desrespeito ao Estatuto e aos Poderes do clube foi a marca desta convocação. </p>
<p>Desrespeito com o Conselho Fiscal, que recebeu as contas há menos de uma semana, o que significa que atua no processo como mero figurante, pois não terá tempo hábil para analisar minuciosamente a documentação. Desrespeito com o Conselho de Beneméritos, que foi posto à margem das deliberações sobre a questão, infração ao artigo 87 do Estatuto do Vasco. Desrespeito aos conselheiros com assento no próprio Conselho Deliberativo, que não receberam previamente o Balanço Patrimonial para análise individual, dando a entender que a convocação deste poder não passa de mera burocracia na ótica de nossos atuais gestores.</p>
<p>Espera-se que a arbitrariedade que tem conduzido determinados atos desta gestão não seja refletida na exposição de suas contas. O Balanço Patrimonial relativo ao primeiro semestre de 2008, período ainda da gestão anterior, foi apresentado em novembro de 2008. Os números ali expressos condiziam com a real situação em que o Vasco se encontrava naquela ocasião. Embora, de lá para cá, a diretoria atual tenha sido acusada de fraudar uma previsão orçamentária por um de seus ex-membros, tenha perdido receitas de patrocínio e cotas de televisão, tenha dobrado a folha salarial do clube, inclusive batizando salários exorbitantes de “ousadia”, tenha deixado de cumprir acordos e de pagar impostos, entende-se que não há como apresentar resultados muito discrepantes, ao serem comparados àqueles já oferecidos como balancete patrimonial do primeiro semestre daquele ano.</p>
<p>No entanto, a recente demissão do profissional responsável pela contabilidade do Vasco, que se recusou a assinar sob informações inverídicas, nos leva a crer que precisamos ficar atentos. É fato que não há como superestimar dívidas. Mas também é fato que superestimá-las facilitaria determinados projetos. Tornaria-os, digamos, mais plausíveis, mais aceitáveis, derrubaria parte da resistência a eles. O Vasco “insolvente” pode significar a mola propulsora para uma ampla reforma estatutária, também desenhada pelo compasso da desfaçatez típica da atual administração. O Vasco “insolvente” é a desculpa para afastá-lo dos vascaínos, para a transformação em clube de mercado, clube-empresa, companhia, ou seja lá o nome de fantasia que queiram dar. </p>
<p>É preciso alertar aos vascaínos responsáveis quanto a esta hipótese. Do mesmo modo, é preciso que conheçam os desmandos, as tramóias de bastidores, os golpes dentro do golpe que planejam os atuais dirigentes para que haja sobrevida no desastre diário que têm proporcionado na administração de nossa instituição. Dívidas exorbitantes e fora da realidade interessam ao Vasco tido como “novo”. Ao passo que servem de justificativas para os seus fracassos, preparam o terreno para a grande tacada final. Caberá àqueles que ainda acreditam em valores que parecem fora de moda, tais como tradição, respeito pela história, zelo, dignidade, independência e paixão por um clube como o nosso, enfrentar a tempestade que já começou. O Vasco é viável. E é por um Vasco viável que devemos nos posicionar contra quem, há quase uma década, tenta inviabilizá-lo. </p>
<p>Equipe CASACA!</p>
<p>+++++++</p>
<p>Resumo do balancete do primeiro semestre de 2008:</p>
<p><img src="http://www.casaca.com.br/home/wp-content/uploads/2009/04/digitalizar0001.jpg" alt="digitalizar0001" title="digitalizar0001" width="503" height="792" class="alignnone size-full wp-image-16587" /></p>
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