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	<title>CASACA! &#187; Colunas</title>
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	<description>A comunidade 101% vascaína na internet.</description>
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		<title>A INVEJA</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 16:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gilberto Pinto]]></category>

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		<description><![CDATA[Já faz algum tempo que venho tentando entender porque tanto ódio a alguém que fez tanto pelo Vasco. Claro que estou falando de Eurico Miranda. E não preciso aqui falar de suas conquistas e de sua luta para colocar o Vasco em primeiro lugar. Ate os que externam esse sentimento de ódio reconhecem a luta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já faz algum tempo que venho tentando entender porque tanto ódio a alguém que fez tanto pelo Vasco. Claro que estou falando de Eurico Miranda.   E não preciso aqui falar de suas conquistas e de sua luta para colocar o Vasco em primeiro lugar.  Ate os que externam esse sentimento de ódio reconhecem a luta dele para colocar o clube em posição cimeira. Homem que praticamente doou e doa sua vida pelo Vasco. Tirando seus fundadores acho que ele foi ate agora o que mais externou esse sentimento de amor ao Vasco e também o que mais sofreu e sofre por externar essa paixão.</p>
<p>Confessamos ódio, humilhação, medo, ciúme, tristeza, cobiça. Inveja, nunca. A inveja é o único sentimento que se alimenta de sua própria ocultação.</p>
<p>A Inveja  é um dos sentimentos mais torpes da alma humana. Um dois sete pecados capitais. A aversão ao que o outro tem.  Este sentimento gera o desejo de ter exatamente o que a outra pessoa tem. Pode ser algo tanto referente a coisas materiais como qualidades inerentes ao ser humano. É um sentimento gerado pelo desejo de querer ser maior e melhor que todos, não podendo suportar que outrem seja melhor.</p>
<p>Na perspectiva do Vasco, a inveja pode ser definida como uma vontade frustrada de possuir os atributos ou qualidades de outra pessoa, pois aquele que deseja tais virtudes é incapaz de alcançá-las, seja pela incompetência ou pelo diminuto intelecto.</p>
<p>Acredito que tudo isso que está acontecendo com o Vasco ocorre por esse sentimento menor. A inveja de pessoas e grupos que por trás de querer o bem do Vasco e servir ao clube só querem e se servir dele.</p>
<p>Os acontecimentos da semana passada mostraram para nós todos &#8211; e a mídia não conseguiu esconder &#8211; um Vasco pequeno para os nossos adversários e até para nós vascaínos. Os atrasos de salários, entrega de cestas básicas para funcionários com dificuldade de se alimentar, a greve dos jogadores e por ultimo o teatro que aconteceu na apresentação da terceira camisa.</p>
<p>Agora temos um REI e um exército de cavalheiros templários.<br />
Vascaínos invejosos estão vendo no que deu votar num incompetente e vaidoso. Parabéns! Agora vocês tem um REI. Que deixa os seus servos passarem fome enquanto ele faz festa e esbanja fartura para seus apadrinhados.</p>
<p>Essa inveja que pessoas e grupos também nutrem pelo CASACA só deixa mais claro que estamos no caminho correto e com o seu objetivo e ideal que norteou o seu surgimento,  cada vez mais vivo, que é a defesa intransigente do Vasco.</p>
<p>Continuarei lutando para ter de novo o Vasco que seus fundadores idealizaram. E que pode sim ser moderno, atual, mas sem perder as suas raízes e tradições, pois sem elas podemos nos tornar uma monarquia e ficarmos azul de vergonha.</p>
<p>Fechando, diziam que era uma ditadura. E agora que têm a dizer?</p>
<p>Sois rei, sois rei, sois rei. </p>
<p>MEU VASCO DE VOLTA</p>
<p>Gilberto Pinto</p>
<p>SIGAMOS JUNTOS, UNIDOS E ATENTOS.</p>
<p>CASACA A TODOS</p>
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		<title>Devolutiva ao Mandarino</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 02:24:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Carlos Nóbrega</dc:creator>
				<category><![CDATA[João Carlos Nóbrega]]></category>

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		<description><![CDATA[Na última semana redigi o texto “Vá a bordo, interino!”. Ele cobrava dos atuais dirigentes interinos do Vasco que assumissem o comando que se negam a exercer em momentos de revés. A covardia não pode parar. Dias depois, fui surpreendido por um depoimento do doutor José Hamilton Mandarino, vice geral e de futebol, além de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última semana redigi o texto “Vá a bordo, interino!”. Ele cobrava dos atuais dirigentes interinos do Vasco que assumissem o comando que se negam a exercer em momentos de revés. A covardia não pode parar. </p>
<p>Dias depois, fui surpreendido por um depoimento do doutor José Hamilton Mandarino, vice geral e de futebol,  além de presidente da porta pra dentro, título este auto-concedido. Segue:</p>
<p><em></p>
<blockquote><p>- As especulações no meio do futebol são permanentes. Encontro-me ausente por interesses estritamente pessoais. Já afirmei que quando achar que o meu período no clube deva se encerrar, o Presidente Roberto e a Diretoria serão primeiros a saber, sem porta-voz!</p>
<p>(José Hamilton Mandarino ao Supervasco, sítio parceiro da atual situação).</p></blockquote>
<p></em></p>
<p>Doutor Mandarino. No início desta pantomima, o senhor intitulou-se presidente da porta para dentro do Vasco. Por tabela, declarou que o presidente da porta para fora não passava daquilo, um totem marquetista, um fantoche abobalhado, elevado à presidência da instituição como ferramenta da postura vigarista que se instalou no clube em meados de 2008. Aquela que, dentre outras malfeitorias, decidiu rebaixar o futebol  à segunda divisão brasileira de forma proposital. Aquela que, méritos ao senhor, contratou um jogador “de sacanagem” com o treinador no momento da queda. Aquela que não teve pudor em contratar leões de chácara para manipular a torcida que estava em São Januário no dia que o Vasco descobriu, irremediavelmente, que visitaria a segunda divisão. </p>
<p>Este parágrafo anterior está vinculado, por incrível que possa parecer, à história de vida do então auto-intitulado presidente da porta para dentro do clube. Ou seja, o senhor. São memoráveis as suas passagens pela Frota Oceânica e, especialmente, pela Alcalis. Seu nome sequer pode ser pronunciado em Arraial do Cabo. Mas tudo bem. O importante é que essa passagem estranha pelo litoral do Rio de Janeiro lhe rendeu uma vida nova no Rio Grande do Norte, o bônus Salinor. Certo. Eu sei. A dor de cabeça tem sido imensa com o Fragosão, teu sócio de outrora. Mas, combinemos entre nós, o Vasco nada tem a ver com isso.  </p>
<p>Faço referência a isso somente a título de comparação. Sim, o senhor se escondeu a vida inteira sob as artimanhas da Alcalis, da Frota e, agora, da Salinor. Não sei se o doutor me entende, mas dava-se ao sujeito com esta postura abraçada pelo senhor, tempos atrás, o nome de eminência parda. E, por incrível que pareça, foi exatamente esse troço que o senhor tentou ser no Vasco: o manipulador de bastidores, o esperto que não dá as caras, o malandro que não sai pra briga. Doutor, tipos como o senhor não me enganam.  Quando tudo vai bem a pose é de estrategista. Quando tudo vai mal, o perfil é de rebelde mal compreendido. Às favas com este fingimento todo. </p>
<p>Eu primo pela minha má educação. Primo por dizer aqui algumas verdades que eu ainda não tive oportunidades de falar pessoalmente a quem merece  – tomara que as tenha um dia. Acho que pela primeira vez vou expor a sua parte. Sua merecida fatia. Vamos lá. </p>
<p>Saia da sombra, doutor. Desvie-se do desvio, da esquiva. Mostre-se. Apareça. Assuma o que o senhor disse que é. A figura mais importante desta confraria de incompetência. Afaste-se da covardia, da postura pusilânime sem medidas, da frouxidão. Exiba-se. Não como o estrategista de circo, mas como o homem que jamais matou no peito a responsabilidade que disse ter quando desfez publicamente do fantoche ridículo que senta no trono da paspalhice azul. O senhor não é o presidente da porta para dentro? Faça-se como tal. Massa falida por massa falida, dirija como macho aquela que um de seus parceiros de diretoria transformou às canetadas. </p>
<p>O senhor é vice de futebol. Pelas regras estabelecidas pela Justiça, hoje é o único Vice-presidente geral que o clube tem. Uma vez que aquele que é presidente é um irresponsável limitado, assuma o seu cargo. Os funcionários não recebem há meses, os jogadores também. E o senhor se esconde nos seus problemas de ordem pessoal? Se os tem e se eles são impeditivos, demita-se. Mas não fique posando de bom moço, como intocável vitimizado pelas falcatruas superiores, não se faça de ilibado enquanto no seu departamento, o de futebol, hoje o único do clube, as maiores calhordices acontecem sem nenhum pronunciamento seu. Faça por onde, salineiro, marítimo, ou seja lá qual o seu apelido mais apropriado. Só espero que não seja covarde.</p>
<p>Vamos, então, ao título deste texto. Certa vez, doutor Mandarino,o senhor tratou como “vagabundos” os Grandes Beneméritos e Beneméritos do Vasco. Sua voz foi gravada por um então colega seu de diretoria. Bem ou mal, o senhor se referia a algumas pessoas com história no clube.  Ou a quem não tem história (o que deve ser meu caso),  a gente que trabalha para muito além de massas falidas. Coloque-se, agora, no meu lugar, doutor Mandarino. O senhor declara que está afastado por motivos particulares em um momento de crise aguda. Se o senhor estivesse aqui, no meu lugar, e olhasse de fora o panorama atual do departamento de futebol e do clube em geral, como trataria o senhor vice de futebol e geral interino e omisso que, nas horas vagas, se diz presidente de fato do Vasco? Por vagabundo, suponho. Responda-nos: o senhor se considera um vagabundo? Ou acha que devemos assim considerá-lo?</p>
<p>Passar bem.</p>
<p>+++++++++++++++++++++++++++++++</p>
<p>O doutor Rouxinol, vice jurídico interino do Vasco, ganhou uma. Sim, o Sindiclubes acionava o Vasco para que fosse liberada a verba da Eletrobras a fim de que se pudesse pagar alguma coisa aos funcionários do clube. Como o Vasco é réu no processo, loas ao moço. Parabéns pela primeira vitória jurídica. A verba não foi liberada, vitória do réu. De tabela, distorção desfeita. </p>
<p>Com uma pouco mais de esforço concentrado, ele chegará aos números de Luiz Américo Chaves, Nelson de Almeida e Mário Piragibe, perdedores natos da atual desadministração.</p>
<p>Merda a ele (no sentido de sorte). </p>
<p>+++++++++++++++++++++++++++++++</p>
<p>Nesta semana se pronunciou um grupo batizado de Conselheiros Voluntários. Matutei: o que seriam Conselheiros Voluntários? Não pagos, que fazem por prazer? Isso significa que os outros são remunerados? São involuntários? </p>
<p>Coisas do “novo Vasco”. Vai entender&#8230;</p>
<p>Abraço</p>
<p>João Carlos Nóbrega de Almeida</p>
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		<title>O Desperdício</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 21:14:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sérgio Frias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Casaca! tem feito um trabalho exemplar nesses anos, demonstrando inicialmente uma conspiração contra o clube, por parte da mídia e dos inimigos do Vasco, com ou sem partido, com ou sem escrúpulos (conspiração esta confessada há pouco por um dos representantes do poder global); em seguida pontuando, alertando e evidenciando as consequências disso nesta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Casaca! tem feito um trabalho exemplar nesses anos, demonstrando inicialmente uma conspiração contra o clube, por parte da mídia e dos inimigos do Vasco, com ou sem partido, com ou sem escrúpulos (conspiração esta confessada há pouco por um dos representantes do poder global); em seguida pontuando, alertando e evidenciando as consequências disso nesta gestão, desprovida de capacidade, fundamentalmente, deixando de lado todos os predicados conhecidos por quem acompanha minimamente o ocorrido no clube atualmente.</p>
<p>A tarefa, invariavelmente, levou ao enfrentamento de grandes ou pequenos poderes. Na lógica fática seria algo tão elogiável como nobre, mas na forma calhorda de se enxergar o Vasco no âmbito interno, há um incômodo geral e um receio estúpido de crescimento, corroborando, com isso, a própria força da concepção dessa marca e de sua importância para o futuro do Vasco. A preocupação maior parece ser não da vitória de uma concepção de Vasco presente no íntimo da maioria, mas sim de quem a execute. Por uma questão lógica tal conduta não pode se dar por parte dos atuais gestores, ou de quem se satisfaz com migalhas de tal gestão. Fora isso há um mundo de vascaínos com o mesmo objetivo nosso. Carecemos de uma unificação em torno deste ideal, sem vícios atrelados ao que a mídia deseja e mandou os vascaínos desejarem.</p>
<p>O modelo administrativo escolhido pela gestão anterior, a partir do segundo mandato (o pós torniquete) &#8211; norteado no pagamento de salários todo o dia 20 (por mais de quatro anos), equacionamento da dívida, cumprimento de acordos, manutenção no principal grupo quanto às cotas de TV, valorização e domínio da base, criação de escola dentro do Vasco, de concentração idem, pagamento de impostos, desenvolvimento de esportes olímpicos tradicionais no clube, bem como outros de pequeno custo, ampliação de São Januário via Lusoarenas, rivalidade acirrada com o principal rival e reposicionamento da marca, após muita sabotagem midiática e oposicionista, além do respeito institucional imposto pelo clube, desde Clube dos 13, passando por Federações e Confederações &#8211; se mostra hoje como de visão não só correta, mas voltada para o futuro.</p>
<p>Faltou um título no futebol, naqueles quase quatro anos e seis meses. Apenas uma Taça Rio conquistada, em meio ao início daquele processo. E o legado para o futuro? Nada? Como foi Eurico Miranda quem implantou tal forma de gestão, preparando o Vasco para vir com independência, recursos e força em 2010 – algo interrompido, podado e destruído pelos que lhe sucederam e rebaixaram o clube sob vários aspectos – a ordem é fazer ao contrário, ou querer reinventar a roda? Não caiamos nessa.</p>
<p>Muitos se preocupam com lideranças, quem vai assumir isso ou aquilo, etc&#8230;, mas não se discute o erro geral de concepção da maioria, a respeito do caminho trilhado pelo Vasco até o golpe institucional de 2008. Nós já comprovamos, em cima de oposição a reportagens, invencionices midiáticas, opiniões de doutos abalizados anti-Vasco; embasados nos fatos pretéritos e presentes, documentos, num conteúdo lógico e histórico, que o caminho a ser percorrido era óbvio e ainda assim o é. </p>
<p>O grande pulo do gato, institucionalmente falando, a partir do golpe era exatamente aproveitar uma onda midiática favorável para crescer de forma como esta não pudesse mais controlar nada, após perceber isso (de fato, realmente). Poderia ter sido usado um discurso de palanque eleitoral contra as atitudes tomadas pela gestão anterior, mas dentro do clube repeti-las e apenas criar um ou outro encaixe, como por exemplo, receber a tal fila de investidores tão prometida. O clube tinha disparada a melhor situação dentre seus rivais na cidade. Devia menos e mantinha os pés firmes no chão preparando sua base para engolir os adversários nos anos subsequentes com rendimentos dentro e fora de campo, mantendo um posicionamento de liderança entre os clubes (com todas as benesses disso) e cumprindo o básico de forma rigorosa e responsável.</p>
<p>Tivesse o Vasco se preocupado em usar aquele momento favorável para se fortalecer interna e externamente, mantendo a relação anterior junto ao Clube dos 13, a política de não atrasar salários, pagar impostos, cuidar da base e se prevalecer da benesse pontual do Poder Público teria em 2009 vivido uma história real de melhora para colher os frutos do que já fora realizado até junho de 2008. Claro que ainda viveria batalhas para manter o equacionamento, brigas jurídicas, novos acordos a serem cumpridos, preocupação religiosa com os compromissos firmados, mas manteria o anteriormente executado de forma exemplar (hoje mostra-se como algo lógico) e responsável (idem).</p>
<p>Os vascaínos de bem, desatrelados de ódios à figura mítica de Eurico Miranda precisam entender de uma vez por todas ter sido o caminho seguido por ele o responsável por fazer o Vasco pontear e ser respeitado. Entre 1986 e 2003 foram 14 títulos oficias só no futebol, 14.000 metros quadrados de patrimônio adquiridos para o aumento do Complexo de São Januário, força em diversos esportes olímpicos por anos a fio e sucesso no confronto direto contra os principais rivais da cidade. Ganhou-se muito, conquistou-se demais. O Vasco fez surgir uma torcida até então tímida na zona sul, aumentou em mais de dez por cento seus torcedores, entre 1998 e 2004, rejuvenesceu sua massa de fãs e isso com absoluta oposição da mídia, quase que diariamente, desde a retomada do Vasco à posição desfrutada pela última vez nos tempos do Expresso da Vitória.</p>
<p>O vivido entre 2004 e 2008 tinha lógica, objetivo, meta, destino. O Vasco caminhava para algo completamente diferente do que vive e hoje apenas um pequeno grupo de invejosos, despeitados ou doentes não consegue, ou teima, ou não quer perceber. O clube fora conduzido para voltar às vitórias e foi dito ao torcedor, por ávidos pelo poder, reféns do ódio, ter sido a história outra. A contada aos mais incautos e sedentos por uma nova conquista no futebol, após quatro anos e meio sem títulos. </p>
<p>Olhem em volta. O que adiantou não se render à experiência e à competência de homens atrelados tanto à história do clube, como a seu sucesso? Qual a consequência de se ignorar um Conselho, como o de Beneméritos, formado por homens com 30, 40, 50 anos de Vasco? O que acarretou ignorar conselhos e fazer do clube palanque? Quem ganhou com isso, além dos artistas lá instalados, mais preocupados com ações politiqueiras e de benefício pessoal? O Vasco? O Vasco só perdeu com tudo isso. Possui hoje um time de futebol. Algo tão sólido quanto um castelo de cartas, pois isto não foi capaz de atrair grandes patrocinadores para uma hora tão importante, não adiantou nada no quesito rebaixamento das cotas de TV, nem oportunizou a valorização da base tal qual era devido. Isso praticamente sem Remo, sem Basquete, sem pagar impostos, salários, sem fazer o básico.</p>
<p>O momento agora é o de isolar o ódio advindo das laranjas podres desses grupelhos, a respeito das grandes figuras do Vasco. Estas últimas elevaram o clube a um patamar superior e inquestionável, o mantiveram sólido e gigante para além da colina e podem, efetivamente, com sua experiência e a prevalência da nossa concepção de Vasco, realinhá-lo nos trilhos, respaldados, ajudados e partindo lado a lado com jovens, experientes, inexperientes, mas vascaínos de corpo e alma, acima de tolices panfletárias, posições obscuras, ou papos alienados. </p>
<p>Sérgio Frias</p>
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		<title>A corte</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 01:13:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafael Landa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rafael Landa]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao me deparar com as fotos do lançamento da esdrúxula camisa azul, notadamente as que mostravam o senhor Roberto Dinamite sentado num trono e a de um sujeito com uma roupa de cavaleiro, me veio a seguinte conclusão: o Vasco de hoje é um verdadeiro exemplo das sátiras sobre as cortes da Idade Média. Senão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao me deparar com as fotos do lançamento da esdrúxula camisa azul, notadamente as que mostravam o senhor Roberto Dinamite sentado num trono e a de um sujeito com uma roupa de cavaleiro, me veio a seguinte conclusão: o Vasco de hoje é um verdadeiro exemplo das sátiras sobre as cortes da Idade Média. Senão vejamos:</p>
<p>Temos um rei paspalho, excêntrico, que não sabe governar, que só se preocupa em manter seu trono e as benesses de seus familiares e amigos. Para ele, sua completa ignorância sobre as leis do seu reino é algo completamente normal, e sua ausência de inteligência e articulação não é motivo para constrangê-lo. Perder poder e respeito entre os adversários é fato insignificante, uma vez que o que importa é o bem dos outros. É um verdadeiro desqualificado para o cargo que ocupa, mas isto não importa, afinal, ele é o rei, o que lhe permite usar o seu trono como uma privada, uma vez que sempre haverá alguém para tentar limpar a sujeira.</p>
<p>De um lado do rei, temos os nobres. De todos os tipos. Há os que fazem questão de ostentar seu título de nobreza, os que só se preocupam em jogos de azar, os que se preocupam em esconder as duas caras. Mas comum a todos, a vontade de se beneficiar em detrimento do reino, sempre sob o olhar conivente do monarca. Estes nobres vivem conspirando, se escondem em grupos sob as mais enigmáticas alcunhas e no primeiro sinal de que o reino está ruindo tratam de buscar alianças com que lhe garantir terras e impostos.</p>
<p>Do outro lado, temos a Igreja. Fortíssima, em escala global, controla e manipula o povo e realiza verdadeira inquisição contra os que se voltam contra ela, condenando os hereges em praça pública sem qualquer prova. Seus membros são verdadeiros homens santos. São tão santos, mas tão santos, que são capazes de jogar todo o seu dinheiro para cima, permitir que Deus pegue a parte que lhe interesse, e o que cair de volta passa a ser dinheiro abençoado.</p>
<p>Temos também o povo. Pessoas que lutam e sonham com um reino melhor, mas que só são lembrados pelos nobres no momento de pagarem seus impostos. Nas festividades, são obrigados a enfrentar confusão, truculência, desrespeito a seus direitos, sobretaxas, sempre em detrimento dos amigos e parentes do rei e sua nobreza.</p>
<p>Por fim, não podemos nos esquecer do bobo da corte. Mureiro, de vez em quando desanda a fazer alguma piada sobre o reino, mas no fundo está sempre de mãozinha esticada para pegar as migalhas do rei e boquinha aberta para lhe lamber o saco quando necessário para manter seu carguinho.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>Rafael Landa</p>
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		<title>TEORIA, DISCURSO E PRÁTICA</title>
		<link>http://www.casaca.com.br/home/2012/01/30/teoria-discurso-e-pratica/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 14:05:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gilberto Pinto]]></category>

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		<description><![CDATA[O grupo politico que hoje está no poder interinamente conquistou esse direito através de um golpe em junho de 2008. Por mais ou menos 12 anos, desde sua organização, esse grupo politico denominado MUV vem praticando um discurso que na teoria é muito bonitinho, mas que na prática vem trazendo ao Vasco enormes prejuízos. Como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O grupo politico que hoje está no poder interinamente conquistou esse direito através de um golpe em junho de 2008.</p>
<p>Por mais ou menos 12 anos, desde sua organização, esse grupo politico denominado MUV vem praticando um discurso que na teoria é muito bonitinho, mas que na prática vem trazendo ao Vasco enormes prejuízos. </p>
<p>Como o discurso de competência, credibilidade e transparência fizeram o que puderam para tomar o poder. Foram para a mídia, expuseram o Vasco aos seus adversários, se juntaram com quem podiam no campo da justiça, da imprensa escrita, falada e televisada e não se importaram com quem se juntasse a eles. Se eram vascaínos ou não. O que importava era tomar o poder e tirar de lá o vilão que mais ganhou títulos e colocou o Vasco no seu devido lugar.</p>
<p>A competência colocou o Vasco na segunda divisão e acabou com praticamente todos os esportes amadores do clube. O Remo é o único que resiste, por ser sua prática um preceito estatutário. Entregou a divisão de base na mão de empresários, tornou o Vasco um clube de terceira linha. Corinthians, Flamengo e também São Paulo e Palmeiras ganham mais que o Vasco. O Colégio Vasco da Gama, criado por Eurico Miranda, projeto elogiado por todos e hoje copiado por diversos clubes é o que considero o maior do Vasco nos últimos anos. Este, atualmente, funciona de forma precária e caminha para encerar as atividades. </p>
<p>O projeto de aumentar o número de sócios com o plano o “Vasco é Meu” – como vimos agora na ultima eleição recentemente anulada &#8211; tinha somente como meta fazer um curral eleitoral para garantir novas reeleições. Por fim, por último, tornaram o Vasco azul.  </p>
<p>A transparência começou com a divulgação das gravações das reuniões de diretoria onde o objetivo era contratar jogador para sacanear o técnico, deixar de lado o projeto de reforma do estádio com a Lusoarenas ( que daria ao Vasco um estádio moderno e preparado para grandes eventos) para fechar com o governo estadual e a prefeitura do rio uma suposta reforma do estádio para sediar as partidas de rúgbi da Olimpíada de 2016. Com certeza não pensaram no Vasco e sim nos ganhos pessoas, sejam eles financeiros ou políticos.</p>
<p>A transparência chegou à contabilidade do clube. As contas de 2009 e 2010 foram rejeitadas pelo conselho fiscal e depois aprovadas às pressas numa reunião do conselho deliberativo, também, até aqui, anuladas por decisão da Justiça. Que vergonha! O Vasco não precisava estar passando por isso.</p>
<p>Se a coisa estava ruim, agora piorou. Um funcionário do clube (executivo do futebol) desmente um vice-presidente. Estou falando do cargo não da pessoa que está ocupando o cargo e que não merece credibilidade, pois suas contas foram reprovadas. Isso já seria motivo suficiente para mandar embora o digníssimo funcionário. Houve quebra de hierarquia. Mas como é um apadrinhado do presidente e isso no Vasco é o que mais existe lá (filhos, cunhados, irmãos, sogra, sogro, tios, tias e amigos) todos se beneficiando do clube nada acontecerá. Tudo ficará como um mal entendido.</p>
<p>Vejam o próprio jogador Felipe. Este deu várias declarações na semana que passou sobre a falta de transparência nas informações que são passadas para imprensa e jogadores. Essa atitude acirrou ainda mais os ânimos entre atletas e diretoria e mais uma vez foi consequência de afirmações falsas vindas do vice de finanças. Mais uma vez o prejuízo foi do clube.</p>
<p>A credibilidade do Vasco também tem sido colocada à prova desde quando assumiram. A fila de patrocinadores não existia. Acabamos fechando um patrocínio politico com a Eletrobrás e não recebemos os valores regularmente por não pagarem os impostos desde quando assumiram em julho de 2008. Temos que assistir a batalha judicial que o Sindeclubes trava com a Justiça, ao longo dos últimos anos para que os nossos funcionários não passem fome e assim recebam o seu salário. O processo menciona a insolvência do Vasco e a má administração. É, podem acreditar. O presidente Roberto Dinamite e sua diretoria permitem que nossos funcionários passem por toda essa dificuldade, porque só assim conseguem o dinheiro do patrocínio para poderem quitar as dividas. Vascaínos, vejam aonde chegamos. É bom lembrar que o clube, antes deles assumirem, possuía todas as certidões necessárias para fazer qualquer negocio, caso viesse a ocorrer, com qualquer órgão publico. Inclusive os acordos de incentivos financeiros para os esportes amadores tão alardeados pela turma que lá ainda infelizmente está.</p>
<p>O Vasco é hoje um clube com sua credibilidade abalada. Estamos vendo agora a fuga dos patrocinadores. Será por quê? Ainda iremos descobrir. E para fechar toda essa esculhanbação com o nome do Vasco, o presidente interino Roberto Dinamite vem a público e declara ter ficado satisfeito com o lançamento da camisa azul. Não havia momento mais infeliz para tal anúncio.</p>
<p>Espero que a justiça continue sendo feita. Que esta eleição seja anulada. E, finalmente, que os vascaínos desejosos do bem do futebol do Rio acima dos interesses do Vasco, saiam para que possam assumir o clube os vascaínos comprometidos, sobretudo, com o bem do Vasco, acima de tudo e de todos.</p>
<p>Gilberto Pinto</p>
<p>SIGAMOS JUNTOS, UNIDOS E ATENTOS.</p>
<p>CASACA A TODOS</p>
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		<title>Vá a bordo, interino!</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Jan 2012 13:06:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Carlos Nóbrega</dc:creator>
				<category><![CDATA[João Carlos Nóbrega]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto seus parceiros na mídia marrom da chapa branca tentam protegê-la, a diretoria interina do Vasco se esconde da crise por ela gerada. Levaram o navio para as pedras, permitiram que tombasse, correram aos botes para se safar e deixaram tripulação e passageiros afundando junto ao navio. A covardia, assim como o sentimento, também não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto seus parceiros na mídia marrom da chapa branca tentam protegê-la, a diretoria interina do Vasco se esconde da crise por ela gerada. Levaram o navio para as pedras, permitiram que tombasse, correram aos botes para se safar e deixaram tripulação e passageiros afundando junto ao navio. A covardia, assim como o sentimento, também não pode parar. </p>
<p>Os funcionários queixam-se do sumiço dos dirigentes. Não deveriam se espantar. Certa vez, numa das diversas crises salariais disparadas pela atual diretoria interina, um deles foi questionar o “presidente” durante uma de suas raras aparições em crises do tipo. Obteve como resposta o seguinte: “eu preciso cuidar do meu também”. Agora, frente à iminente rebelião dos jogadores, o mandatário assina uma carta na qual defende a camisa azul, que pretende parir de cócoras, com os argumentos mais patéticos já inventados pela paspalhice marqueteira, após a divulgação de enquetes nas quais 90% dos vascaínos disseram não ao troço. Sobre salários? Nem um pio. </p>
<p>Horas depois, pego pelo pé, fez aquilo que dele se espera: depositou a culpa nos outros, mesmo que se saiba que o clube não recebe do seu único patrocinador, público, porque deixou de recolher impostos exatamente em 2008, quando o deputado assumiu. Aliás, diga-se o que for, mas uma coisa é incontestável em relação a essa gente que está no Vasco hoje: a blindagem funciona. Louros à turma da conspiração jornalística. Lógico. Estudemos a distorção: o Vasco é réu de um processo e seus dirigentes interinos procuram os advogados dos proponentes da ação a fim de lhes pedir socorro. Sim, os dirigentes interinos pouco se importam se na ação o Vasco é tratado como insolvente – desde que os recursos que eles são incapazes de levantar por vias corretas cheguem ao clube de três dedos, tortos, em curva. O que faz a turma de amigos de conveniência da mídia? Silencia-se. </p>
<p>Conclui-se, assim, que frente ao seu apreço por comportamentos pusilânimes, o deputado gazeteiro e presidente interino segue envergonhando o Vasco com o salvo-conduto concedido pela imprensa parceira, a mesma que conspirava confessadamente contra a diretoria anterior. Abençoados pela mesma proteção estão os compadres de interinidade, não menos pusilânimes, mas artífices das mentiras deslavadas e do descaramento. Um deles foi à imprensa dizer que pagaria parte dos atrasados na quinta-feira. Pagou tanto quanto teve as contas que apresentou em 2009 e 2010 aprovadas pelo Conselho Fiscal. Sua arrogância, no entanto, não será suficiente para livrá-lo da antipatia dos atletas. Dados o histórico do sujeito e a lambança que ofereceu na última semana, a rua seria o caminho mais apropriado para este blefe que atende pela alcunha de vice de finanças. Interino. Ele é o lema “competência, transparência e credibilidade” do avesso.</p>
<p>Muito antes de precisar de dirigentes competentes, o Vasco necessita urgentemente de Homens. Assim, com agá maiúsculo. Na diretoria interina eles não existem. São fujões, medrosos, fracos. E, pior, para justificar a fuga, mentem, distorcem, escondem, inclusive para os profissionais que deles esperam alguma coisa. A conquista que lhes salvou a pele no ano passado, hoje se sabe, foi fruto da perseverança dos atletas, que estavam com os salários atrasados, praxe na desadministração de Roberto. A manutenção das portas abertas é derivada da perseverança dos funcionários, traídos pela onda de promessas nunca cumpridas. O navio está virado e quem dele tira água aos baldes são exatamente estes – os abnegados. O pseudo-comando está nos botes, batendo os dentes, roendo as unhas, borrando as calças. Assistindo a tudo com a complacência de quem se julga sem responsabilidade alguma pelo caos. </p>
<p>Voltem a bordo, caralho!</p>
<p>João Carlos Nóbrega de Almeida</p>
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		<title>O LADO DE LÁ DA CARTA HISTÓRICA DO VASCO</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 11:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Valter Duarte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Valter Ferreira]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho recebido com aborrecimento as últimas referências ao célebre fato da história do Vasco, do Rio de Janeiro e do Brasil que diz respeito à recusa vascaína de pertencer à segregadora AMEA em favor de seus atletas dignos e campeões. Insinua-se agora que o Vasco praticava certo amadorismo marrom acobertado por contratos de trabalho e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho recebido com aborrecimento as últimas referências ao célebre fato da história do Vasco, do Rio de Janeiro e do Brasil que diz respeito à recusa vascaína de pertencer à segregadora AMEA em favor de seus atletas dignos e campeões. Insinua-se agora que o Vasco praticava certo amadorismo marrom acobertado por contratos de trabalho e salários relativos a eles para, sob esse manto, formar o time campeão da Cidade do Rio de janeiro de 1923. Foi assim que O Globo Esporte fez referência àquele título e esqueceu a carta com que o Vasco os consagrou em 1924, hoje cobrindo de inveja os que nem de longe têm nada parecido com isso em suas histórias e, desse modo, procuram macular aquela vitória que ultrapassou os campos de futebol.</p>
<p>Lembrou muito bem o Luis Fernandes, ao tomar posse no Ministério dos Esportes, aqueles que a AMEA, não satisfeita de vê-los excluídos nos seus demais afiliados, pretendeu, sob ameaça, excluir do Club de Regatas Vasco da Gama.</p>
<p>Entre os atletas impedidos de serem inscritos naquela liga, conforme lido pelo novo Secretário Executivo, estavam aqueles inseridos num dos dispositivos abaixo:</p>
<p>a) Os que não saibam ler e escrever corretamente<br />
b) Os que exerçam profissão ou emprego subalterno, tais como contínuo, servente, engraxate e motorista.<br />
c) Os que recebam gorjetas ou afins<br />
d) As praças, excetuando-se os aspirantes a oficial, os alunos das Escolas Militares, os sargentos e os sorteados ou desligados da Escola Militar durante o tempo de serviço obrigatório.</p>
<p>Pois é, eram esses os &#8220;profissionais do futebol&#8221;: os que viviam de salários, gorjetas, enfim, os trabalhadores dos tempos anteriores à CLT. Eles eram aqueles que deviam ser excluídos do Vasco da Gama para pertencer à AMEA. Afinal, eles foram campeões de 1923 ultrajando o amadorismo da época por receberem dinheiro para trabalhar e jogar pelo time dos seus patrões. Ah, era isso. Era  o dinheiro dos salários e das gorjetas o que lhes dava condições para superarem os amadores dos outros times, coitados, que não recebiam nada para jogar futebol.</p>
<p>Bom, alguém pode perguntar como, então, viviam os abnegados atletas do Fluminense, do Flamengo, do América, do Bangu, do Botafogo. Como podiam jogar futebol sem o apoio que tinham os jogadores do Vasco? De que jeito se viravam para defender seus clubes, todos eles firmes no propósito de não pagar a ninguém para defendê-los, muito menos empregá-los em qualquer serviço para compensar aquele desprendimento, aquele sacrifício? Sem dúvida, é preciso falar daqueles mártires da causa da AMEA, tão zelosa que era em tentar impedir a entrada no futebol dos que se dedicavam a ele pelo dinheiro recebido em seus serviços subalternos.</p>
<p>Porém, não vamos pensar neles com medo de que não tivessem dinheiro para comer, de que mal pudessem treinar e de que no final de cada jogo, massacrados pelos privilegiados jogadores vascaínos, caíssem desmaiados em campo, famintos e tuberculosos. Nada disso. Os jogadores dos clubes aceitos pela AMEA eram todos eles, no máximo, fiscais da natureza. Não trabalhavam para ninguém. Na sua maioria, tirando um ou outro médico que não trabalhava muito, um ou outro advogado que também não trabalhava muito, passavam o dia inteiro nos seus clubes praticando esportes. Eram todos de famílias ricas porque, como bem disse Lima Barreto, &#8220;era chic jogar futebol&#8221;. Não era coisa para pobre nenhum se meter. Daí a bronca em cima do Vasco. </p>
<p>Os jogadores dos clubes da AMEA é que eram os privilegiados. Mas quebraram a cara. Eles se sentiram ofendidos porque num esporte dominado pela elite um clube entrou com trabalhadores e ganhou deles. Isso era imperdoável. Deram azar porque o Vasco resistiu. Renderam-se depois à entrada do povo no futebol e começaram a dizer que foi amadorismo marrom o que eles combateram. Mentira. Eles é que tinham as melhores condições para praticar futebol. Os jogadores deles podiam se dedicar aos treinos sem preocupações financeiras. Os do Vasco não. Os do Vasco tinham de trabalhar. Por isso me dá nojo que hoje queiram dizer que o Vasco por ter um time de trabalhadores cometeu um delito esportivo. Não cometeu, não. O Vasco simplesmente abriu as portas do futebol para que trabalhadores pudessem competir com granfinos vagabundos que não faziam nada na vida. Aqueles granfinos não precisavam de dinheiro para jogar futebol. Isso eles tinham de sobra. </p>
<p>Com o profissionalismo, tudo aquilo mudou, mas a marca da coragem vascaína ficou na história. Não há razão para despeitados ficarem falando mal do título de 1923 por alguma violação das regras da época. Mas eles falam, como falam mal de tudo que é do Vasco.. Enfim, que calem a boca. Afinal, o passado deles é uma vergonha. Vergonha que tentam esconder acusando o Vasco por ter, com um time de trabalhadores, vencido a todos eles com seus times de privilegiados.</p>
<p>Valter Duarte Ferreira Filho</p>
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		<title>Vasco: o golpe dos salários atrasados</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jan 2012 03:09:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coluna do Torcedor]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Paulo Peres Desde julho de 2008, a atual diretoria do Vasco da Gama não paga os impostos do clube e, consequentemente, não consegue obter as certidões negativas de débito, sem as quais o clube não recebe a verba da Eletrobras da forma regular. Entretanto, o presidente interino do clube e deputado gazeteiro, Roberto Dinamite, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Paulo Peres</p>
<p>Desde julho de 2008, a atual diretoria do Vasco da Gama não paga os impostos do clube e, consequentemente, não consegue obter as certidões negativas de débito, sem as quais o clube não recebe a verba da Eletrobras da forma regular. Entretanto, o presidente interino do clube e deputado gazeteiro, Roberto Dinamite, covardemente, aplica o golpe de atrasar os salários do clube, inclusive, os salários dos funcionários mais humildes, que possuem famílias para sustentar, passando a se constituir em mais uma triste realidade social.</p>
<p>Somente através deste golpe de atrasar salários, o pagamento acontece, tendo em vista que existe uma ação na Justiça efetuada pelo Sindicato dos Funcionários de Clubes do Rio de Janeiro, baseada na premissa constitucional de que todo o trabalhador tem o direito de receber seu salário. Todavia, a Justiça repassa somente os valores referentes aos atrasos salariais.</p>
<p>Vale ressaltar que, com base no processo ganho pelo Sindicato dos Funcionários de Clubes do Rio, mais uma vez, o clube deverá quitar parte das dívidas até a semana que vem com o verba de patrocínio da Eletrobras. O Sindiclubes calcula que o valor a ser transferido para os funcionários e jogadores, levando-se em conta o 13º e o mês de dezembro que estão em atraso, gire em torno de R$ 3,2 milhões.</p>
<p>O período de espera até o pagamento se dá por conta do trâmite burocrático que envolve a liberação da quantia, já que é necessário que o Sindicato entre com um pedido de autorização da verba na Justiça do Trabalho para que esta, então, autorize o repasse diretamente aos trabalhadores, sem que os valores sejam transferidos para o clube.</p>
<p>A empresa estatal faz pagamentos semestrais ao Vasco do valor total de R$ 14 milhões, sendo que o último aconteceu em outubro. O clube recebeu um adiantamento e a segunda parte, que chegaria em janeiro, foi retida como sempre pela Justiça.</p>
<p>Este dispositivo vem sendo observado e investigado pelo Tribunal de Contas da União (TCU). O processo corre em segredo de Justiça em Brasília e deixa o Vasco numa posição de risco para continuar a receber a verba referente ao seu patrocínio.</p>
<p>Na verdade, atrasos de salários tem acontecido, também, em outros clubes por motivos diversos que os praticados no Vasco, clube onde por incompetência do seu presidente interino, Roberto Dinamite, cotidianamente, perde patrocinadores, surge uma nova dívida, um novo processo,  etc&#8230;</p>
<p>Fonte: Tribuna da Imprensa</p>
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		<title>Carta aberta ao senhor José Henrique Coelho</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 00:48:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Carlos Nóbrega</dc:creator>
				<category><![CDATA[João Carlos Nóbrega]]></category>

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		<description><![CDATA[Caro ex-dirigente de marketing Escrevo-lhe por penitência. Por arrependimento. Por me sentir culpado. Perdoe-me. Errei. Lembro-me quando o senhor lançou a camisa Vasco-cometa. Na mesma tacada, lançou a camisa Vasco-Corínthians. Ou Vasco-Botafogo. Aquela das diagonais sem sentido. Sim, elas foram pouco vendidas. A empresa pelo senhor contratada tratava-se de uma malharia de segunda. Ainda bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro ex-dirigente de marketing</p>
<p>Escrevo-lhe por penitência. Por arrependimento. Por me sentir culpado. Perdoe-me. Errei.</p>
<p>Lembro-me quando o senhor lançou a camisa Vasco-cometa. Na mesma tacada, lançou a camisa Vasco-Corínthians. Ou Vasco-Botafogo. Aquela das diagonais sem sentido. Sim, elas foram pouco vendidas. A empresa pelo senhor contratada tratava-se de uma malharia de segunda. Ainda bem que realizou as entregas corretamente na Cavacas, mas este é um outro capítulo.</p>
<p>Porém, não lhe dedico estas linhas para falar deste lado obscuro do passado. Na verdade, vim curar-me de um tormento. Sinto saudades do cometa. Sinto saudades da Champs. Minha avó dizia, no seu sotaque lusitano que o tempo não roubou, que “atrás de mim virá quem bom me fará”. A sabedoria popular portuguesa não tem limites. Perto dos cruzados, vermelhos, azuis, rosas e laranjas (sem alusão alguma ao franqueamento da Gigante da Colina), o senhor tratava-se de um visionário nesta arte da fachionalidade, se assim posso chamar uma de suas virtudes de forma aportuguesada. </p>
<p>Sim, eu resisti. No início resisti ao seu cometa. Confesso que tenho dificuldades em aceitar a versão babaca daquilo que chamam de modernidade. Chamo de versão babaca da modernidade a incorporação de culturismos sem sentido. Tipo ralouin, “ies, uí quen”, a camisa bege do Barcelona ou a pinque do Atlético Mineiro. Não é porque os outros fazem que nós temos que fazer. É o que penso. Há como ser moderno sem inventar a roda quadrada. </p>
<p>Mas, verdade seja dita: sua Champs e seu cometa estavam muito mais condizentes com o que significa o Vasco (embora não estivessem quase nada) do que o que se vê por aí agora. A camisa cruzada vermelha, feia para cacete, tem uma marca para doer para sempre nas costas dos desavisados que pagaram por ela duzentas pratas: não só o 19, como o nome do Benfeitor remido Carlos Alberto. </p>
<p>Desconfio que a sina de quem queimar suas economias com esta caricatura azul que prometem lançar será a mesma. Se não o registro às costas da passagem de um arremedo de jogador pelo clube, algo que lhe macule para sempre por aberração que representa como uniforme de um clube que prima sim por ser tradicional, mas que não precisa se render à vigarice mercantilista para se fazer moderno. Também da minha avó: “o castigo anda a cavalo”. Não tem jeito, vestiu azul, sua sorte então mudou. Para pior.  </p>
<p>Entenda, doutor Coelho. Não, este reconhecimento não se trata de dizer que o senhor era melhor do que o que hoje se vê por aí. Mas era menos ruim. Embora muito ruim, com o perdão da opinião franca. Encare como carência afetiva: quando olho para as fotografias daquele troço azul que será camisa do Vasco, sinto saudades de quando gente que pensa, a bem da verdade, parecido com o senhor, que comunga das suas idéias, ainda não tinha conseguido transformar o Vasco neste arremedo de clube que é hoje. Inclusive nas boçalidades que nele resolveram vestir. </p>
<p>Para encerrar, doutor Coelho, rendo uma homenagem ao esporte que a sua Cavacas resolveu patrocinar por uma manhã de sábado somente: o remo. Eu acompanho algumas regatas. Passei a gostar do negócio. Estou certo que, a partir de agora, por conta do declínio em desfiladeiro técnico do remo do Vasco e das novas cores do clube, confundirei com minha visão turva os clubes que descerão as raias da Lagoa Rodrigo de Freitas. Possivelmente, Botafogo ou Flamengo em primeiro. Provavelmente, Botafogo ou Flamengo em segundo. Mas e em terceiro? Quem vem lá? Vasco ou Guanabara?</p>
<p>Novamente, perdão.</p>
<p>Cordialmente</p>
<p>João Carlos Nóbrega de Almeida </p>
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		</item>
		<item>
		<title>O Símbolo</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 20:21:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sérgio Frias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rafael Landa]]></category>

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		<description><![CDATA[Por ora, vamos fingir que o Estatuto não existe. Não percamos tempo com interpretações casuísticas sobre o que dispõe o artigo 7º, como a que defende que este dispositivo, muito embora obrigue a utilização das cores da bandeira nos uniformes do clube, não restringe o uso concomitante de quaisquer outras cores. Permitamos, neste momento e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por ora, vamos fingir que o Estatuto não existe. Não percamos tempo com interpretações casuísticas sobre o que dispõe o artigo 7º, como a que defende que este dispositivo, muito embora obrigue a utilização das cores da bandeira nos uniformes do clube, não restringe o uso concomitante de quaisquer outras cores. Permitamos, neste momento e apenas por amor ao debate, que nossos uniformes possam ser das mais diversas cores e desenhos, tudo em nome de uma única premissa: marketing.</p>
<p>Primeiramente, cabe esclarecer o que é exatamente o marketing. O dicionário Aurélio define como “o conjunto de estratégias e ações que provêem o desenvolvimento, o lançamento e a sustentação de um produto ou serviço no mercado consumidor”. Em outras palavras, pode-se afirmar que marketing é um conjunto de ações que objetiva fortalecer uma marca, conquistar e fidelizar consumidores e proporcionar lucro ao fornecedor de produtos ou serviços.</p>
<p>Tendo em vista a definição acima, me parece claro que uma das principais características de qualquer boa ação de marketing é justamente reforçar as virtudes de uma marca. E em se tratando de Vasco, as principais virtudes são justamente seus símbolos e sua história.</p>
<p>Com relação aos símbolos, ouso dizer que seja onde for que a cruz de malta seja exibida, o Vasco imediatamente será lembrado. A ligação do Vasco com a cruz de malta é tão forte que qualquer cidadão que observa a referida cruz logo associa ao clube, independentemente de ser esta a intenção de quem a utilize. Seja numa casa portuguesa, seja numa caravela ou até mesmo no famoso desenho animado, o Vasco é lembrado por conta da cruz.</p>
<p>O mesmo se aplica à sua camisa. Aquele que vê outras equipes com uma camisa preta com uma faixa diagonal branca ou vice-versa primeiramente enxerga o Vasco. A pessoa pode até perceber posteriormente que não se trata da equipe de São Januário, por estar ausente a cruz de malta. Mas repito, sua primeira impressão certamente é que se trata do Vasco, tamanha a identificação com a camisa.</p>
<p>Com relação à história, não é preciso repetir a todo tempo que o Vasco possui a mais bonita de um clube no mundo, marcada pela luta contra a discriminação, pela recusa de seus dirigentes a submeter-se aos desejos dos poderes constituídos, pela união de seus sócios e torcedores para construir São Januário, pelo pioneirismo, pela característica popular, por se tratar do clube com o maior exemplo de integração de povos de dois países, na grandeza do feito de quem lhe inspirou o seu nome.</p>
<p>Como se observa, exemplos não faltam para que sejam explorados. E justiça seja feita, até tem sido, como a homenagem aos panteras negras, como a homenagem a Portugal. O fato é que o Vasco não precisa se desvirtuar para que tenha sua marca consolidada ou reconhecida. Não precisa, em nome de uma suposta “modernidade”, se afastar de suas tradições, até porque uma coisa não afasta necessariamente a outra. O que o clube precisa é a massificação da utilização da nossa camisa tradicional nas mais diversas modalidades esportivas. Camisa esta que impõe respeito e medo nos adversários, e faz orgulhar todo vascaíno. </p>
<p>É muito comum os que defendem a utilização de outras camisas se referirem ao Barcelona, ao Real Madrid, ao Corinthians. Por vezes, estes clubes utilizam uniformes completamente distintos ao que os tornaram conhecidos mundialmente. Mas duas colocações de fazem necessárias neste momento: em primeiro lugar, o Vasco não é o Barcelona, não é o Real Madrid, não é o Corinthians. O Vasco é o Vasco, com suas características próprias e consolidadas. Que não nasceu para seguir, mas para ser seguido. Que tem história absolutamente diferente daqueles clubes.  </p>
<p>Em segundo lugar, é evidente que bons exemplos podem e devem ser seguidos. Mas quem foi que disse que os exemplos dados por aqueles clubes são bons? Que podem servir de referência ao Vasco? “– São os números!” – dirão alguns. Colocarão sempre na conta das receitas, do lucro.</p>
<p>Pois bem, não sou contrário ao lucro. Sou contrário à busca desenfreado por este, seja a que título for, atropelando os símbolos do clube, sem que efetivamente a marca esteja sendo valorizada. Quer se fazer camisa azul, que se faça. Mas que não se jogue com ela. Sejamos honestos, alguém passará a ser vascaíno por conta de uma camisa azul? O Vasco se tornará mais conhecido, ou terá sua marca ainda mais consolidada por conta da camisa colorida?</p>
<p>Ademais, voltemos aos números. Pelo menos no Vasco, que é justamente de quem tratamos, a venda de camisas não representa sequer 2% das receitas do clube. E quem diz isto não é quem vos escreve, é o balanço patrimonial. Note-se ainda que este percentual será ainda mais reduzido se considerarmos as novas cotas de televisionamento, aquelas mesmo em que o Vasco foi vergonhosamente rebaixado.</p>
<p>Portanto, não vejo qualquer justificativa plausível para que o Vasco utilize camisas azuis, amarelas, verdes ou qualquer outra cor que fuja de sua tradição e história. Não enxergo qualquer benefício nisto, pelo contrário, só visualizo uma menor exposição de um dos seus maiores símbolos ao preço de uma receita insignificante dentro da arrecadação do clube.</p>
<p>O maior ganho que a marca Vasco pode auferir não é na criação de modelos experimentais, e sim na valorização de nosso próprio uniforme, na perpetuação da mística da camisa. Apenas para exemplificar a importância de um símbolo, utilizemos a seleção brasileira de futebol. A camisa azul pode até ser mais bonita, mas alguém duvida da força da camisa amarelinha? Do que ela representa ao mundo? Outro exemplo: a Ferrari. Muito embora existam exemplares de outras cores, alguém tem dúvida que é justamente o vermelho que encanta e chama a atenção de todos?</p>
<p>Por fim, apenas um questionamento ao torcedor: voltemos ao Parque Antártica, no dia 20 de dezembro de 2000. Final da Copa Mercosul contra o Palmeiras. Será que algum vascaíno que presenciou aquela que foi considerada a maior virada da história de uma final de campeonato no mundo gostaria que o Vasco tivesse jogado com uma camisa que não a sua tradicional? Que estivesse de rosa, de azul, de amarelo, de rubro-negro?</p>
<p>Abraços.</p>
<p>+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++</p>
<p>Na coluna do Globo de hoje, o Sr. Renato Maurício Prado citou o “blog do Paulinho” para espinafrar o Wanderley Luxemburgo. Será que o jornalista do “imparcial” diário também utilizará a mesma fonte para denunciar os escândalos envolvendo o Roberto?</p>
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