Artigos em Rafael Fabro
Publicado na(s) categoria(s) Rafael Fabro em 25/08/2011
Logo após a conquista da Recopa Sul-Americana pelo Inter-RS, vi jogadores colorados falando do título, mas já pensando na decisão de domingo. Para desavisados de plantão e aos que chegaram ao Planeta Bola dias atrás seria no mínimo estranha a afirmação. Como jogar dois torneios em tão poucos dias? Para quem conhecia futebol era simples [...]

Publicado na(s) categoria(s) Rafael Fabro em 18/08/2011
Há quase dez anos estava eu a escrever a primeira crônica por estas bandas. Versava sobre o jogo emblemático Vasco 3×0 Cruzeiro, em São Januário, cujo destaque foi o embate entre Romário com a camisa cruzmaltina e Edmundo com a cruzeirense. Por sorte, naquele distante 3 de outubro de 2001, aconteceu de tudo um pouco, [...]

Publicado na(s) categoria(s) Rafael Fabro em 20/12/2010
Texto escrito por Rafael Fabro no dia 21/12/2000, day after da “Virada do Milênio” – Palmeiras 3×4 Vasco – Vasco Campeão da Mercosul 2000 A verdade é infantil Num botequim de esquina tijucana, em plena madrugada, um menino de não mais do que três anos acenava duas bandeirolas cruzmaltinas com um sorriso no rosto, olhando [...]

Publicado na(s) categoria(s) Rafael Fabro em 10/11/2010
Quem vencerá tal luta? Vascaínos eternos ou novos? Nossos filhos ou aqueles que nada entendem de Vasco, pois têm repulsa? O Vasco que é nosso ou o Vasco que Carlos Alberto, num marketing tão sintomático, diz que é dele (do empresário, quem sabe…)? O Vasco que escolheu caminhar sempre na calçada oposta aos jornalistas e figurões da aristocracia ou aquele que opta por ser escoltado pelas penas midiáticas e pelo politicamente correto? De tal luta, sairá nosso futuro, de nossos filhos, nossos netos.

Publicado na(s) categoria(s) Rafael Fabro em 25/03/2010
Hoje, fomos obrigados a acompanhar como vascaínos que somos desde o berço uma camisa nova a passear por São Januário acompanhando como símbolo preciso um novo Vasco que surgiu e que suscitou uma pergunta da minha esposa: “É o Vasco que está jogando?”. Gostaria do fundo d’alma dizer que era outro time envergando aquela camisa vermelha e branca e que perdia para o time com faixas pretas e brancas, mas não estava tratando com uma criança de três anos. Tive que dar de cara com a realidade do pão-com-manteiga, com a indigência nossa de cada dia e responder laconicamente: “É”. Ela me acompanhou até o fim, em silêncio, como num cortejo. Nada dissemos até o apito final. Morremos um pouco nos minutos que se passaram, nos chutes nas traves, nas tentativas vãs, no escárnio de time que se tornou o bando comandado por um técnico atarantado, o senhor Vágner Mancini.

Publicado na(s) categoria(s) Rafael Fabro em 20/03/2010
O anúncio convidando ingleses, quer dizer, vascaínos para uma festa não me pareceria nada mais do que uma formalidade, não fosse o fato óbvio de ter usado duas frases em inglês, citado o nome “Vasco da Gama” de cabeça para baixo logo após o “We Love” enquanto outras duas marcas de roupas vinham antes, colocado o escudo do clube no escanteio e para fechar o quadro surrealista, desenhado um ataque de um dragão marinho à nossa simbólica caravela. Ah, para não dizer que esqueci, o papelote ainda trazia a piada pronta “Vá de táxi”. Risível. Como não pareceu mera formalidade, mas algo mais, destrinchemos a simbologia utilizada no marketing.

Publicado na(s) categoria(s) Rafael Fabro em 08/03/2010
Morreu um vascaíno. Daqueles de se admirar, de erguer a fronte de orgulho, de encher o peito com pronta identificação, como se fora um irmão mais velho. Sangue nosso. Lá se foi o Bira, o mestre, sob a bandeira cruzmaltina que lhe cobria, acompanhado por seus “alunos” de olhares perdidos, chorosos e em um silêncio respeitoso.

Publicado na(s) categoria(s) Rafael Fabro em 26/02/2010
O Vasco se classificou diante do Sousa-PB num empate em 0×0 burocrático e que alçou a equipe capitaneada pelo técnico Mancini (xingado pela outrora paciente torcida) à segunda fase da Copa do Brasil. Ao jogo, foram 593 pagantes numa demonstração avassaladora de que seguir devotadamente um elenco numa Série B com mídia e todos ventos a favor é bem mais fácil do que torcer como sempre se fez desde que o mundo é mundo: às vezes com chuva na cara, após derrota em decisão de taça, de ressaca moral, com raiva, mas sentado nas arquibancadas históricas de São Januário ao lado da paixão perene.

Publicado na(s) categoria(s) Rafael Fabro em 21/02/2010
Vascaínos de todos os grotões do Brasil estarão torcendo contra o Botafogo por mais um belo troféu na sala de São Januário cravejada de tantos diamantes além de qualquer simbolismo. Que venha a prestimosa taça seja lá qual for seu real significado: título ou classificação antecipada às finais. O que importa mesmo, além de qualquer inútil pendenga sobre terminologias e definições, é que esperamos botecos cheios de cruzmaltinos gritando CASACA! após às 19h de hoje, esquinas com desconhecidos se abraçando por verem mutuamente camisas com faixas diagonais, sofás lotados de famílias eufóricas e berros homéricos nas janelas. Que assim seja, amém.

Publicado na(s) categoria(s) Rafael Fabro em 07/01/2010
O ano começa sob o signo da desconfiança de alguns vascaínos e o otimismo de outros. Há várias formas de se olhar, tatear, sentir Vasco nos dias de hoje. Uns se apegam às crenças viscerais de um torcedor, superstições, desejos e sonhos. Para quem gosta de futebol é a cartilha da lógica pura e simples [...]




