{"id":50591,"date":"2015-03-19T20:42:09","date_gmt":"2015-03-19T23:42:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.casaca.com.br\/home\/?p=50591"},"modified":"2015-07-28T17:42:11","modified_gmt":"2015-07-28T20:42:11","slug":"temores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.casaca.com.br\/site\/2015\/03\/19\/temores\/","title":{"rendered":"Temores"},"content":{"rendered":"<p>Quem acompanha um pouquinho, m\u00ednimo que seja, da hist\u00f3ria do Vasco, sabe perfeitamente que nossa caminhada no futebol \u00e9 atrelada a conquistas irretorqu\u00edveis, inquestion\u00e1veis, sob o ponto de vista da arbitragem.<\/p>\n<p>Nenhum Campeonato Carioca, eu disse NENHUM, foi conquistado sem que o Vasco tenha feito a melhor campanha no certame. Por 22 vezes isto ocorreu.<\/p>\n<p>Alguns tolos que se emprenham pelos ouvidos da m\u00eddia rubro-negra e suas fantasias com charutos insistem na fal\u00e1cia de que com Vasco e Federa\u00e7\u00e3o juntos h\u00e1 um benef\u00edcio para os cruzmaltinos e etc&#8230; Reverberar tal idiotice ajuda a quem? Ao Flamengo, obviamente. Sen\u00e3o vejamos:<\/p>\n<p>Eurico Miranda assumiu a vice-presid\u00eancia de futebol do clube em 1986 e segundo os doutos da imprensa, a parte supostamente mal informada, ou quem sabe mal intencionada, uniu-se a Eduardo Viana (o que \u00e9 verdade) e com isso passou a ter benesses que lhe deram campeonatos e in\u00fameros benef\u00edcios de arbitragem a seu favor nas horas decisivas (o que \u00e9 mentira).<\/p>\n<p>O Flamengo s\u00f3 tem em seu curr\u00edculo o t\u00edtulo de 1986 por ordem e gra\u00e7a de uma arbitragem desastrosa de Julio Cesar Cosenza (nada a ver com o nosso craque Luiz Cosenza) na partida que os levou \u00e0s finais, ocasi\u00e3o em que marcou um p\u00eanalti a 10 minutos do fim, do tipo que o Flamengo teme ser marcado contra si domingo, e expulsou Roberto Dinamite ap\u00f3s a sa\u00edda de bola, abrindo espa\u00e7o para a virada rubro-negra.<\/p>\n<p>Na terceira e \u00faltima partida da decis\u00e3o, quando o Vasco precisava ganhar para ser campe\u00e3o, o \u00e1rbitro Roberto Costa ignorou um p\u00eanalti clar\u00edssimo cometido sobre Rom\u00e1rio aos 11 minutos da primeira etapa, destes que o Flamengo teme ser marcado contra si domingo.<\/p>\n<p>Em 1987 o santinho rubro-negro s\u00f3 chegou ao triangular final, ap\u00f3s derrotar o Fluminense de Assis (o pr\u00f3prio teve um gol mal anulado pelo \u00e1rbitro Alo\u00edsio Felisberto da Silva, que al\u00e9m disso marcou falta inexistente no lance que deu origem ao gol do Flamengo no cl\u00e1ssico). Na ocasi\u00e3o o comentarista Afonso Soares, da R\u00e1dio Globo, apelidou o \u00e1rbitro de Alo\u00edsio Felizmengo da Silva. Tomaram fumo na decis\u00e3o contra o Vasco, por fim, os rubro-negros.<\/p>\n<p>No ano seguinte, com a Federa\u00e7\u00e3o sob dom\u00ednio de Eurico Miranda, o Flamengo conseguiu ganhar os pontos de um jogo no qual acabou a luz, sabedores todos que o regulamento ordenava o encerramento da partida ap\u00f3s passados 30 minutos de breu. A luz voltou durante 10 minutos, j\u00e1 sem o Vasco em campo, e apagou cerca de 10 minutos depois, mas a imprensa, claro, ficou do lado vermelho e preto e fez quest\u00e3o de pressionar por todos os lados at\u00e9 a vit\u00f3ria vir no STJD, afinal na Federa\u00e7\u00e3o o Eurico mandava&#8230;<\/p>\n<p>No terceiro turno do mesmo ano a situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o estava muito boa para a dupla Fla\/Flu. O Vasco ganhara o segundo turno contra o tricolor e no terceiro despontava como favorito. No jogo contra o papai do Flamengo o \u00e1rbitro Wilson Carlos dos Santos deixou de dar dois p\u00eanaltis para o Vasco na primeira etapa (que terminou com a vantagem vasca\u00edna por 1 x 0) e no segundo tempo, al\u00e9m de validar um gol no qual Jandir, do Flu, teve ajuda do bra\u00e7o antes do arremate final, ainda marcou um p\u00eanalti supostamente cometido por Mazinho sobre Jorginho, meia tricolor. Felizmente Ac\u00e1cio defendeu e o Vasco p\u00f4de partir para ganhar o turno e depois o bicampeonato, derrotando por tr\u00eas vezes seguidas o mais queridinho da m\u00eddia.<\/p>\n<p>Os isentos jornalistas rubro-negros gostam de falar do empurr\u00e3ozinho do Mauricio no Leonardo em 1989, ano em que o Botafogo terminou com seu jejum de 21 sem t\u00edtulos. Esquecem-se, entretanto, que o \u00e1rbitro, falecido recentemente, Luiz Carlos Felix, terminou o jogo do turno entre as duas equipes no exato momento em que Paulinho Crici\u00fama do Botafogo arrematava para o gol da vit\u00f3ria botafoguense (a peleja estava empatada em 1 x 1). O triunfo alvinegro no cl\u00e1ssico daria, com a sequ\u00eancia dos jogos, o turno ao time de Marechal Hermes o que, em tese, nem levaria o Fla \u00e0s finais da competi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 1990, posicionado como quarto do Rio, a a\u00e7\u00e3o do Flamengo foi nos bastidores. Eurico era o dono da Federa\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o pressionemos a m\u00eddia para reverbera\u00e7\u00e3o do que \u00e9 do nosso gosto. E o Vasco foi obrigado a jogar oito vezes, eu disse OITO, em 15 dias, cinco delas no Campeonato Carioca e tr\u00eas pela Libertadores, dando condi\u00e7\u00f5es ao fuj\u00e3o Botafogo de ir \u00e0s finais.<\/p>\n<p>A\u00ed a imprensa, useira e vezeira em falar do cumprimento das regras, etc&#8230; resolveu que o fato de o Botafogo n\u00e3o ir a campo para disputar a prorroga\u00e7\u00e3o prevista no regulamento e pelo \u00e1rbitro do jogo, no jogo decisivo do campeonato, era o correto.<\/p>\n<p>Uma ta\u00e7a oriunda de uma r\u00e1dio de Nova Friburgo foi cedida ao Botafogo no gramado e uma caravela vasca\u00edna levada a campo, caravela esta que embora fizesse parte de v\u00e1rias conquistas vasca\u00ednas anteriores e posteriores \u00e0quela decis\u00e3o, desta vez serviu para chacota da m\u00eddia imparcial rubro-negra, ora vestida de preto e branco.<\/p>\n<p>O af\u00e1vel Flamengo, quarto do Rio, ficou do lado alvinegro e n\u00e3o por coincid\u00eancia a m\u00eddia rubro-negra idem. Afinal era uma resposta ao Vasco que, n\u00e3o podemos esquecer, mandava na Federa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 1992, no nosso campeonato invicto, fomos \u201croubados\u201d duas vezes em S\u00e3o Janu\u00e1rio contra os anjinhos da G\u00e1vea, que temiam Eurico, o dono da Federa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No jogo que poderia decidir a Ta\u00e7a Guanabara a falta origin\u00e1ria do gol dos visitantes n\u00e3o houve. Empatamos depois e levamos o caneco.<\/p>\n<p>Na partida final do campeonato, quando brig\u00e1vamos apenas pela invencibilidade, pois j\u00e1 \u00e9ramos campe\u00f5es antecipados, houve dois p\u00eanaltis (destes que o Flamengo teme ser marcado contra si domingo) cometidos por Junior Baiano. Al\u00e9m disso, o gol de empate rubro-negro adveio de uma falta cometida por N\u00e9lio sobre Luiz Carlos Winck, no in\u00edcio da jogada, que originou falta e posterior gol de empate rubro-negro a dois minutos do fim, mas o destaque acabou sendo a cabe\u00e7ada de Junior sobre o \u00e1rbitro Travassos, motivo pelo qual levou o veterano atleta a ser expulso e acabou por caracterizar uma atua\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria ao Flamengo, aos olhos imparciais da m\u00eddia rubro-negra na ocasi\u00e3o.<\/p>\n<p>No ano seguinte o nosso bi n\u00e3o veio mais cedo porque o conhecido Jos\u00e9 Roberto Wright (amig\u00e3o da turma do Atl\u00e9tico Mineiro) resolveu na segunda partida decisiva contra seu time do cora\u00e7\u00e3o, o Fluminense, deixar de marcar um p\u00eanalti claro sobre Valdir e anular um gol legal de Bismarck, compensando em parte seus erros (j\u00e1 quando o Fluminense vencia por 2 x 0), ao validar um gol ilegal de Pimentel ap\u00f3s \u201cparedinha\u201d de Valdir sobre o goleiro Nei. Deve ter sido uma bronca de Eurico, dono da Federa\u00e7\u00e3o, no intervalo, a raz\u00e3o do \u00fanico erro a favor do Vasco ter ocorrido.<\/p>\n<p>Em 1994 foi uma festa. A m\u00eddia em geral n\u00e3o queria o Vasco tricampe\u00e3o, nem por decreto.<\/p>\n<p>Na partida do turno, um p\u00eanalti dado a favor do Vasco, claro, (destes que o Flamengo teme ser marcado contra si domingo) foi contestado pela dire\u00e7\u00e3o flamenga, que invadiu o campo (afinal Eurico mandava na Federa\u00e7\u00e3o). Resultado? Houve outro p\u00eanalti, cometido sobre Dener (n\u00e3o marcado), num lance dois rubro-negros (Valdeir e Charles) cavaram a penalidade e o \u00e1rbitro acertadamente n\u00e3o os assinalou &#8211; o que motivaria novas invas\u00f5es rubro-negras no intervalo.<\/p>\n<p>J\u00e1 no final da primeira etapa, Dener, principal jogador do Vasco, foi agredido e mesmo sem revidar acabou expulso com o bravo Gelson. Na segunda etapa, por\u00e9m, brilhou a estrela de Valdir e o Vasco consolidou a superioridade, vencendo por 3 x 1.<\/p>\n<p>Mas tinha mais.<\/p>\n<p>No quadrangular decisivo, o Vasco se mantinha invicto e s\u00f3 mesmo uma arbitragem para mudar o quadro.<\/p>\n<p>No primeiro Cl\u00e1ssico dos Milh\u00f5es daquela fase decisiva as duas equipes empatavam em 1 x 1 quando N\u00e9lio se atirou na \u00e1rea (confessou aos risos depois do jogo) e o \u00e1rbitro Walter Senra marcou o p\u00eanalti que daria a vit\u00f3ria ao rubro-negro e tiraria a invencibilidade do Vasco no campeonato.<\/p>\n<p>Na rodada seguinte, aos 42 do segundo tempo, um gol de Pimentel foi anulado em lance que se discute at\u00e9 hoje se era ou n\u00e3o de mesma linha (engra\u00e7ado como ningu\u00e9m discutiu o lance do Alecsandro semana passada, mas esperamos com f\u00e9 que a m\u00eddia rubro-negra fale dele). O \u00e1rbitro Claudio Cerdeira, auxiliado pelo bandeira Guilherme Gomes, anulou e minutos depois inventou um tiro indireto quando Indio atingiu de rasp\u00e3o (felizmente) a cara de Valdir dentro da \u00e1rea, em p\u00eanalti destes que o Flamengo teme ser marcado contra si domingo. Como se sabe, mesmo com tudo contra, o tricampeonato veio e, claro, porque Eurico mandava na Federa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No ano seguinte houve barrigada de Renato (o outro) e o centen\u00e1rio virou &#8220;cemternada&#8221;.<\/p>\n<p>Em 1996 aquele time car\u00edssimo do j\u00e1 falido Flamengo tinha que ganhar alguma coisa. No \u00faltimo jogo do segundo turno bastava um empate para o t\u00edtulo vir de forma invicta, mas o advers\u00e1rio era o Vasco&#8230; Perigo \u00e0 vista. Resultado: um p\u00eanalti claro sobre o ponta Alessandro, cometido pelo atabalhoado Ronald\u00e3o destes que o Flamengo teme ser marcado contra si domingo, n\u00e3o foi assinalado e o t\u00edtulo invicto veio, apesar, \u00e9 claro, de Eurico ser o dono da Federa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 1997, o papel\u00e3o rubro-negro no Campeonato come\u00e7ou com a perda para os reservas do Botafogo em jogo que poderia lev\u00e1-lo \u00e0 final da Ta\u00e7a Guanabara (bastava o empate), continuou com as derrotas consecutivas para o  rebaixado Fluminense, dos famos\u00edssimos Nildo e Dirceu, e terminou num W.O. constrangedor, que deu o t\u00edtulo do terceiro turno ao Vasco.<\/p>\n<p>E no ano do Centan\u00e1rio vasca\u00edno? N\u00e3o percamos tempo. Segue o link abaixo para mais detalhes.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.casaca.com.br\/home\/2015\/02\/01\/sobre-o-campeonato-carioca-de-1998\/\">http:\/\/www.casaca.com.br\/home\/2015\/02\/01\/sobre-o-campeonato-carioca-de-1998\/<\/a><\/p>\n<p>Em 1999 estava feia a coisa pro timinho da G\u00e1vea. Vasco Campe\u00e3o Brasileiro, Carioca (no ano de seu Centen\u00e1rio), da Ta\u00e7a Libertadores, do Torneio Rio-SP e recentemente, \u00e0quela altura, da Ta\u00e7a Rio vencendo o rubro-negro na decis\u00e3o com dois gols de Edmundo.<\/p>\n<p>Com a vantagem de dois empates a equipe derrotava o Flamengo no primeiro jogo da decis\u00e3o por 1 x 0. O que poderia ser feito? Quem poderia salvar o mais queridinho da m\u00eddia? Ora, o \u00e1rbitro. Um gol de Fabio Baiano irregular foi validado por falha de L\u00e9o Feldman, interferindo no nome do campe\u00e3o daquele ano, pois na \u00faltima partida o Vasco perdeu por 1 x 0 e com dois resultados iguais seria o campe\u00e3o.<\/p>\n<p>No ano seguinte, com Eurico Miranda firmemente comandando a Federa\u00e7\u00e3o, o Vasco, campe\u00e3o invicto do turno, foi v\u00edtima da arbitragem contra Am\u00e9rica, Fluminense e Botafogo, oportunizando a que o mais queridinho da m\u00eddia chegasse ao t\u00edtulo da Ta\u00e7a Rio.<\/p>\n<p>Com Athirson dopado sem querer (a m\u00eddia tentou colocar Eurico como algoz do doping, assim como tentou-se este ano, nela pr\u00f3pria, insinuar que torcedores rubro-negros agrediram atletas do Maca\u00e9 a mando de Eurico), viradas fant\u00e1sticas rubro-negras foram vistas no returno com gols do her\u00f3i da hora.<\/p>\n<p>J\u00e1 na decis\u00e3o, antes de Athirson marcar o primeiro gol da vit\u00f3ria rubro-negra abrindo o caminho para os 3 x 0 finais, houve um daqueles p\u00eanaltis &#8211; destes que o Flamengo teme ser marcado contra si domingo &#8211; sofrido por Rom\u00e1rio e, melhor ainda, com aval do Wright, enquanto comentarista de arbitragem da Globo, sobre sua n\u00e3o exist\u00eancia (assim como n\u00e3o entendeu como penalidade a escandalosa cometida sobre Bernardo no turno do Brasileiro de 2011).<\/p>\n<p>Mas, calma, ainda teve mais. Reinaldo do Flamengo foi derrubado fora da \u00e1rea em lance ocorrido minutos depois, ainda no primeiro tempo, buscou a vantagem e depois se jogou na \u00e1rea tentando cavar uma penalidade. Wright comparou os dois lances como similares e elogiou o \u00e1rbitro, como se tivesse acertado nas duas oportunidades e n\u00e3o apenas na segunda, embora as imagens mostrassem claramente isso.<\/p>\n<p>No segundo jogo da decis\u00e3o O Flamengo fez 62 faltas contra 28 do Vasco, mas foram expulsos um jogador de cada lado (Felipe e Maurinho por troca de gentilezas) e o segundo gol do Fla na vit\u00f3ria por 2 x 1 foi marcado em completo impedimento.<\/p>\n<p>Na decis\u00e3o de 2001 o Vasco teve expulso Viola na primeira partida, ap\u00f3s marcar o gol de empate em cobran\u00e7a de p\u00eanalti e tirar brevemente a camisa (com outra por baixo). Embora tenha sido amplamente divulgado pela imprensa no decorrer daquela semana a libera\u00e7\u00e3o por parte da FIFA de tal atitude, o \u00e1rbitro Reinaldo Ribas alegou ap\u00f3s o jogo que a norma ainda n\u00e3o entrara em vigor, portanto houve a puni\u00e7\u00e3o. Mesmo assim, com 10, o Vasco virou o jogo e no lance do segundo gol o rubro-negro Juan, que era o \u00faltimo homem e impedira manifesta e clara situa\u00e7\u00e3o de gol do atacante Euller, n\u00e3o foi expulso.<\/p>\n<p>No segundo jogo decisivo L\u00e9o Feldman, que se aposentaria ap\u00f3s aquela partida, marcou um p\u00eanalti para o Flamengo e ignorou um outro sobre Euller, minutos depois (destes que o Flamengo teme ser marcado contra si domingo). Para encerrar, a falta que originou o terceiro gol do Flamengo n\u00e3o houve.<\/p>\n<p>Como o campeonato em 2002 foi quase que largado pelos clubes, vamos para 2003. No primeiro jogo decisivo contra o papai do Flamengo houve p\u00eanalti sobre o lateral vasca\u00edno Russo (n\u00e3o marcado) e a falta que originou o \u00fanico gol do Fluminense n\u00e3o existiu.<\/p>\n<p>J\u00e1 na segunda partida da decis\u00e3o, o gol do Fluminense (\u00fanico dele no jogo) foi irregular, Marcelinho Carioca, melhor jogador do Vasco, foi expulso injustamente com o tricolor Marc\u00e3o, por n\u00e3o querer papo com o advers\u00e1rio enquanto estava no carreto, ap\u00f3s sofrer entrada criminosa do lateral advers\u00e1rio Jadilson. Tudo isso na primeira etapa.<\/p>\n<p>O jornal &#8220;O Globo&#8221; classificou a final como &#8220;da vergonha&#8221; e n\u00e3o se mostrou nem um pouco envergonhado com a manchete. O Vasco venceu os dois confrontos contra o Flu por 2 x 1 e o gol \u00faltimo do campeonato surgiu ap\u00f3s um cruzamento de letra feito pelo meia L\u00e9o Lima.<\/p>\n<p>Em 2004, ap\u00f3s o Fla sair na frente no primeiro jogo da decis\u00e3o com a vit\u00f3ria por 2 x 1 (primeiro gol marcado em posi\u00e7\u00e3o de impedimento), Eurico &#8211; n\u00e3o esque\u00e7amos, o dono da Federa\u00e7\u00e3o &#8211; motivou a torcida cruzmaltina para evitar a avalanche rubro-negra nas arquibancadas ao prometer o t\u00edtulo, afirmando que o chopp j\u00e1 estava encomendado.<\/p>\n<p>Algo deveria ser feito. Atrav\u00e9s de uma c\u00e2mera escondida no treino estilo &#8220;alem\u00e3o&#8221; do Vasco foi vazado \u00e1udio no qual o t\u00e9cnico do Vasco Geninho dizia algo como &#8220;N\u00e3o deixa, morde o tornozelo dele&#8221;, o que fez a m\u00eddia rubro-negra julgar e condenar o treinador, fazer press\u00e3o sobre a arbitragem e antever que o &#8220;man\u00e9 Garrincha&#8221; (acreditem a imprensa rubro-negra comparou Felipe a Garrincha ap\u00f3s o atleta ter passado quatro anos no Vasco sem qualquer alus\u00e3o a isso) seria ca\u00e7ado em campo por Coutinho, seu marcador.<\/p>\n<p>O jogo come\u00e7ou e o Vasco com dois minutos de luta abriu o marcador (em lance irregular), mas Galv\u00e3o Bueno logo na primeira falta de Coutinho sobre Felipe afirmou, sem o replay, que o vasca\u00edno fora no tornozelo do advers\u00e1rio. O \u00e1rbitro imediatamente deu um cart\u00e3o evidenciado como imerecido quando no repeteco do lance foi visto ter sido apenas um empurr\u00e3o, valorizado pelo blindado Felipe na ocasi\u00e3o.<\/p>\n<p>Em cinco oportunidades subsequentes Felipe tentou passar por Coutinho, mas n\u00e3o conseguiu. Tentando cavar faltas e sabendo que seu destino j\u00e1 estava tra\u00e7ado pela m\u00eddia rubro-negra como her\u00f3i do jogo, o \u201cman\u00e9\u201d fez gestos, para todo o est\u00e1dio ver, inclusive juiz e bandeirinha, sugestionando que o Flamengo estava sendo roubado, pois as faltas inexistentes for\u00e7adas por ele n\u00e3o estavam sendo marcadas.<\/p>\n<p>A arbitragem, pressionada e omissa, nada fez para punir o atleta, que ficou ainda mais \u00e0 vontade no segundo tempo, quando, em falta para amarelo, Coutinho foi expulso direto pelo \u00e1rbitro Edilson Soares da Silva, ficando o Vasco com 10 em campo. Por fim o terceiro gol rubro-negro, duvidoso, foi validado e a vit\u00f3ria do mais queridinho da m\u00eddia se deu por 3 x 1.<\/p>\n<p>Em 2005, inova\u00e7\u00e3o na partida que decidiria quem chegaria \u00e0 final do returno ou sairia do campeonato.<\/p>\n<p>H\u00e1 anos um \u00e1rbitro n\u00e3o mandava voltar uma penalidade m\u00e1xima em decis\u00e3o por p\u00eanaltis. Na Champions League de 2003, o her\u00f3i do Milan, Dida, avan\u00e7ou como quis para dar o t\u00edtulo contra o tamb\u00e9m italiano Juventus.<\/p>\n<p>Pois bem, cl\u00e1ssico empatado em 1 x 1, decis\u00e3o por p\u00eanaltis, quinto tiro do Fluminense na primeira s\u00e9rie de cobran\u00e7as (4 x 4 no placar e o Vasco bateria depois). Gabriel chuta, Fabiano Borges se adianta e defende! Vasco com a m\u00e3o na vaga? N\u00e3o! Vamos cumprir a regra! E o \u00e1rbitro Marcelo Venito Pacheco mandou voltar a batida.<\/p>\n<p>Muitos p\u00eanaltis depois foi a vez de Jean, lateral esquerdo do Vasco desperdi\u00e7ar sua cobran\u00e7a. Nada disso! Cumpra-se a regra! O goleiro deu um passo \u00e0 frente e isso n\u00e3o \u00e9 permitido! Novamente Jean atira e outra defesa do goleiro, que se adianta como fizera antes. Agora valeu! A regra foi relativizada pelo \u00e1rbitro que criou a de n\u00famero 18 no futebol, espec\u00edfica para p\u00eanaltis. Quem perder duas vezes a penalidade absolve a irregularidade do goleiro. Relembrando (\u00e9 sempre bom) que Eurico mandava na Federa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No Campeonato de 2006 parte do time do Flamengo foi parar na delegacia ap\u00f3s perder seu campeonato \u00e0 parte contra o Vasco em jogo que n\u00e3o valia rigorosamente nada, mas tratado pelos rubro-negros da forma como Eurico (o dono da Federa\u00e7\u00e3o) ordenara por anos.<\/p>\n<p>Em 2007 o Botafogo deixou de ser campe\u00e3o contra o Flamengo porque o \u00e1rbitro anulou um gol leg\u00edtimo de Dod\u00f4 na \u00faltima bola do jogo e a refer\u00eancia rubro-negra da \u00e9poca, Bruno, garantiu nos p\u00eanaltis o t\u00edtulo torto.<\/p>\n<p>J\u00e1 em 2008 o rubro-negro n\u00e3o quis correr tantos riscos.<\/p>\n<p>Uma vez perdendo a decis\u00e3o da Ta\u00e7a Guanabara para o Botafogo por 1 x 0 e sem dar pinta de que conseguiria furar o bloqueio alvinegro, era a hora de um daqueles p\u00eanaltis (que o Flamengo teme ser marcado contra si domingo).<\/p>\n<p>Em lance no qual rubro-negro faz falta em botafoguense e o inverso acontece, o olho de lince do \u00e1rbitro Marcelo de Lima Henrique s\u00f3 viu a falta a favor do timinho da G\u00e1vea dentro da \u00e1rea. O gol deu g\u00e1s ao Flamengo, que depois virou e tratou como &#8220;choror\u00f4&#8221; alvinegro mais uma dentre as muitas dezenas de coincid\u00eancias a seu favor.<\/p>\n<p>Antes, vale relembrar, na semifinal, um gol irregular de Fabio Luciano foi validado pela arbitragem de Lu\u00eds Ant\u00f4nio Silva Santos, que ajudou na vit\u00f3ria de 2 x 1 contra o Vasco, classificando o beneficiado pelo apito (mais uma vez) para a final daquele turno, mesmo com Eurico comandando a Federa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s mais um t\u00edtulo dado pelo her\u00f3i Bruno em 2009 a favor do rubro-negro nos p\u00eanaltis, no ano seguinte parecia mesmo que o Botafogo n\u00e3o iria deixar escapar o caneco.<\/p>\n<p>O Vasco, at\u00e9 ent\u00e3o acobertado pela m\u00eddia em suas mazelas administrativas, jogaria a semifinal da Ta\u00e7a Rio contra o Flamengo e quem perdesse estaria eliminado do Estadual.<\/p>\n<p>Em lance duvidoso o \u00e1rbitro Jo\u00e3o Batista Arruda marca falta impedindo aquele que seria o primeiro gol do N\u00e1utico, quer dizer, do Vasco (lembrei da camisa templ\u00e1ria) contra o rubro-negro, assinalado por Elton.<\/p>\n<p>Mas no final do jogo n\u00e3o houve d\u00favida. Williams do Flamengo deu uma cortada, estilo v\u00f4lei, dentro da \u00e1rea (destes p\u00eanaltis que o Flamengo teme ser marcado contra si domingo) e Arruda nada marcou.<\/p>\n<p>O Fla venceu por 2 x 1, foi para a final da Ta\u00e7a Rio contra o Botafogo, teve dois p\u00eanaltis corretamente marcados contra si e um mal marcado a seu favor na decis\u00e3o contra o alvinegro (que foi desperdi\u00e7ado pelo imperador Adriano). Com isso, o campe\u00e3o, desta vez, foi o Botafogo.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o t\u00edtulo rubro-negro em 2011, a participa\u00e7\u00e3o de Vasco e Flamengo nos estaduais de 2012 e 2013 deixou a desejar (embora os cruzmaltinos tenham chegado a finais de turnos) e pouco de relevante ocorreu.<\/p>\n<p>Em 2014, quando nada mais parecia ser poss\u00edvel para tirar o t\u00edtulo do Vasco, eis que um gol em impedimento foi validado para o rubro-negro, aos 46 do segundo tempo. Nesta oportunidade, o grupo de oposi\u00e7\u00e3o ao Vasco, ora no poder ou ajoelhado por migalhas, chegou \u00e0 conclus\u00e3o que o preju\u00edzo ao Vasco se deu porque Eurico mandava na Federa\u00e7\u00e3o e teria gosto em ver o clube prejudicado por quest\u00f5es pol\u00edticas, estupidez que condiz com a verve deplor\u00e1vel de escribas oligofr\u00eanicos e ditos torcedores vasca\u00ednos.<\/p>\n<p>O discurso rubro-negro sobre conluios de Federa\u00e7\u00e3o e etc&#8230; para pressionar arbitragens, faz parte do jeito flamenguista de agir h\u00e1 d\u00e9cadas. C\u00ednico, dissimulado, sonso e com o \u00fanico objetivo, travestido de &#8220;n&#8221; adjetivos &#8220;moraloides&#8221;: ter mais uma vez, pela en\u00e9sima vez, benef\u00edcios vindos do apito, pois sem eles essa mentira que \u00e9 o Flamengo (da forma como pintam) n\u00e3o teria em sua galeria in\u00fameras conquistas advindas de coincidentes e cont\u00ednuos erros de arbitragem, sabidos por todos, mas postos para debaixo do tapete sujo que sustenta as fal\u00e1cias proferidas anos a fio (aut\u00eanticas est\u00f3rias do boitat\u00e1) sobre um clube pronto a passar at\u00e9 mesmo por cima de decis\u00e3o judicial transitada em julgado, quando ela n\u00e3o o agrada, vide o Campeonato Brasileiro de 1987, vencido pelo Sport e marginalmente dado ao mais queridinho da m\u00eddia, por ela pr\u00f3pria.<\/p>\n<p>S\u00e9rgio Frias<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quem acompanha um pouquinho, m\u00ednimo que seja, da hist\u00f3ria do Vasco, sabe perfeitamente que nossa caminhada no futebol \u00e9 atrelada a conquistas irretorqu\u00edveis, inquestion\u00e1veis, sob o ponto de vista da arbitragem. 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