{"id":50749,"date":"2015-04-11T08:55:05","date_gmt":"2015-04-11T11:55:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.casaca.com.br\/home\/?p=50749"},"modified":"2015-07-28T17:42:06","modified_gmt":"2015-07-28T20:42:06","slug":"enquanto-houver-um-coracao-infantil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.casaca.com.br\/site\/2015\/04\/11\/enquanto-houver-um-coracao-infantil\/","title":{"rendered":"Enquanto Houver Um Cora\u00e7\u00e3o Infantil"},"content":{"rendered":"<p>Eu ainda era um garoto. Meu pai, portugu\u00eas, me levou ao Maracan\u00e3 pela primeira vez. Mor\u00e1vamos longe do est\u00e1dio; meu pai era comerciante \u2013 ap\u00f3s \u201capanhar\u201d muito e passar por muitos apertos por aqui, conseguira um pequenino a\u00e7ougue \u2013 no sub\u00farbio do Rio; por isso ir ao Maracan\u00e3 n\u00e3o era tarefa das mais simples, j\u00e1 que o com\u00e9rcio exigia dele muito esfor\u00e7o e tempo. Ele, que abria o a\u00e7ougue \u00e0s sete da manha todos os dias, trabalhava, tamb\u00e9m aos s\u00e1bados, at\u00e9 oito da noite, e domingo at\u00e9 as duas e meia da tarde, era ent\u00e3o um vasca\u00edno fan\u00e1tico e chegara ao Brasil no in\u00edcio da d\u00e9cada de 50, j\u00e1 tinha ido v\u00e1rias vezes ver o Vasco, tanto no Maracan\u00e3 quanto em S\u00e3o Janu\u00e1rio. Ele assistira inclusive \u00e0 final de 58, contra o Rubro-negro, que deu o t\u00edtulo de supersuper campe\u00e3o ao Vasco &#8211; t\u00edtulo que, ali\u00e1s, nenhum outro clube tem. <\/p>\n<p>Mas eu nunca tinha assistido ao Vasco ao vivo. N\u00e3o tinha como. Via, quando n\u00e3o era muito tarde &#8211; pois minha m\u00e3e pegava no meu p\u00e9 por eu ter aula cedo -, alguns jogos pela televis\u00e3o (que, por sinal, era uma l\u00e1stima na \u00e9poca, com suas imagens distorcidas e cheias de \u201cchuvisco\u201d, com a \u201ctela maluca\u201d que subia e descia \u2013 o famoso \u201cvertical\u201d; s\u00f3 rindo, mas era assim mesmo \u2013 e que se transformava por vezes numa esp\u00e9cie de \u201clistras de zebra horizontais\u201d, possuindo dois bot\u00f5ezinhos atr\u00e1s, os quais n\u00f3s t\u00ednhamos que girar para consertar a toda hora os problemas). N\u00e3o havia controle remoto ou televis\u00e3o em cores. Era preto e branco mesmo. Se algu\u00e9m quisesse mudar de canal (talvez tr\u00eas ou quatro canais, no m\u00e1ximo), n\u00e3o tinha jeito: teria mesmo de levantar a bunda da poltrona, ir at\u00e9 o aparelho e girar um enorme bot\u00e3o que tinha uns treze n\u00fameros e fazia um barulhinho ao ser girado. Os pais brigavam quando os garotos faziam isso, pois estes giravam o bot\u00e3o com muita velocidade, ao que sempre se ouvia \u201cei, isso a\u00ed n\u00e3o \u00e9 metralhadora, n\u00e3o! Vai estragar esse tro\u00e7o!\u201d. <\/p>\n<p>Nas casas, quando havia, normalmente s\u00f3 havia um \u00fanico aparelho de TV, geralmente localizado na sala. Vizinhos iam assistir aos jogos e \u00e0s novelas nas casas dos que possu\u00edssem televis\u00e3o. Quando algu\u00e9m comprava uma nova, era normal que v\u00e1rios vizinhos fossem l\u00e1 para ver o aparelho. Era uma festa! Uma esp\u00e9cie de celebra\u00e7\u00e3o pela conquista. Talvez fosse mais importante do que comprar um carro hoje em dia. A programa\u00e7\u00e3o era muito prim\u00e1ria e escassa. Assistir \u00e0 TV era tamb\u00e9m um exerc\u00edcio de democracia, pois, ao que se iria assistir, tinha anteriormente de ser democraticamente decidido, e a\u00ed entrava a opini\u00e3o de todos: pais, tios, m\u00e3es, av\u00f3s (estas duas \u00faltimas tinham normalmente, digamos, um \u201cpoder maior\u201d na decis\u00e3o final) e, por \u00faltimo, a garotada.  Bem, se houvesse novela passando em um canal, e jogo de futebol, em outro, quase nunca venc\u00edamos a discuss\u00e3o e, putos da vida, n\u00e3o assist\u00edamos ao jogo, mas apenas a um pouco da novela \u2013 inclusive os pais e tios, que, por n\u00e3o serem bobos, preferiam n\u00e3o entrar em maiores contendas com as mulheres. <\/p>\n<p>N\u00f3s garotos ainda insist\u00edamos um pouco, exager\u00e1vamos nossa m\u00e1goa, fic\u00e1vamos com os olhos chorosos, esperne\u00e1vamos calculadamente (qualquer exagero nesse sentido, sab\u00edamos muito bem disso, poderia nos render rapidamente uns pux\u00f5es na orelha, uns bofetes ou umas boas chineladas), mas n\u00e3o tinha jeito: \u00e0 noite, com o infal\u00edvel argumento \u201camanh\u00e3 cedo voc\u00eas t\u00eam aula, v\u00e3o dormir!\u201d, m\u00e3es e av\u00f3s tinham praticamente a palavra final sobre ao que se assistir na TV, em qualquer lar de ent\u00e3o. O mesmo acontecia, para ser verdadeiro, em qualquer hor\u00e1rio do dia, exceto quando elas estavam ocupadas com suas tarefas do lar. Naquela \u00e9poca, adulto mandava, crian\u00e7a obedecia, e ponto final.<\/p>\n<p>A vida era assim. A vida, apesar de muito simples, era boa. \u00c9ramos felizes. Hoje percebo claramente o quanto \u00e9ramos felizes. Quanta saudade. <\/p>\n<p>Para os mais jovens, pe\u00e7o humildemente licen\u00e7a, quero deixar aqui uma singela li\u00e7\u00e3o: o pre\u00e7o da felicidade de hoje \u00e9 a infelicidade de amanh\u00e3; n\u00e3o tem jeito, \u00e9 a lei da vida. Portanto, aproveitem ao m\u00e1ximo a conviv\u00eancia com seus amigos e entes queridos. Nunca deixem para amanh\u00e3 o abra\u00e7o ou o beijo que podem dar neles hoje, pois, embora n\u00e3o seja f\u00e1cil de perceber enquanto a \u201cfita do filme\u201d rola, tudo e todos se v\u00e3o de suas vidas. A vida acontece em \u201creal time\u201d. Um dia, voc\u00ea simplesmente ir\u00e1 acordar, olhar para o teto do seu quarto e descobrir que tudo o que voc\u00ea viveu, passou; apenas passou, como um raio, \u00e0 sua frente. Descobrir\u00e1 que muitos dos seus sonhos de inf\u00e2ncia \u2014 talvez os mais fervorosamente acalentados em seu pequeno e inocente cora\u00e7\u00e3o \u2014 simplesmente n\u00e3o se realizaram, e que j\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 mais tempo para colocar a roda encantada deles em movimento. Descobrir\u00e1 que lembran\u00e7as, fotos e, principalmente, saudade s\u00e3o tudo o que lhe resta. Voc\u00ea mal poder\u00e1 acreditar nisso. Descobrir\u00e1 que todas as pessoas passaram; que passaram tamb\u00e9m os lugares e os momentos felizes; que passaram as can\u00e7\u00f5es, os risos, as l\u00e1grimas&#8230; Que tudo, enfim, passou&#8230; Tudo, como num filme em que n\u00e3o se pode rebobinar a fita.   <\/p>\n<p>Contar a hist\u00f3ria \u00e9 f\u00e1cil, pois sempre \u00e9 feito de tr\u00e1s para frente. Dif\u00edcil \u00e9 seguir na linha do tempo, lutando, vivendo um dia ap\u00f3s o outro.<\/p>\n<p>Minha rela\u00e7\u00e3o de imensa paix\u00e3o pelo Vasco iniciou-se como a de todos os outros garotos suburbanos pelos seus times: al\u00e9m de ouvir os jogos pelo r\u00e1dio (se o jogo fosse \u00e0 noite, com o som bem baixinho, com o radinho de pilha escondido embaixo do travesseiro, pois, se algum adulto descobrisse, l\u00e1 vinha bronca), atrav\u00e9s de algumas poucas revistas, e especialmente dos jornais \u2013 tamb\u00e9m em preto e branco, ou, como era o caso do \u201cJornal dos Sports\u201d, em preto e rosa \u2013 que \u201cfil\u00e1vamos\u201d dos pais ou algum outro adulto. S\u00f3 conhec\u00edamos os rostos dos jogadores por meio de \u00e1lbuns de figurinhas ou times de bot\u00f5es. Camisa do Vasco? Nem pensar. Quem possu\u00eda uma camisa, certamente a conseguira diretamente com algum jogador, o que era muito raro para algu\u00e9m do sub\u00farbio. <\/p>\n<p>Assim que o vi pela primeira vez, apaixonei-me instantaneamente pelo escudo do Vasco. Ah, como eu amo esse escudo! Vivia a desenh\u00e1-lo, inclusive na sala de aula, onde v\u00e1rios garotos me pediam um exemplar. Quando a professora me pegava, era rolo na certa. Chamada na escola por ela, minha m\u00e3e dizia: \u201cn\u00e3o tem jeito, professora, esse garoto \u00e9 um fan\u00e1tico pelo Vasco!\u201d. No fim, privadamente, ambas riam da coisa. Mas isso n\u00e3o me livrava do castigo de ficar sem brincar na rua por pelo menos uma semana. As coisas eram assim, meus amigos. Os mais velhos sabem disso.<\/p>\n<p>Mas, voltando, meu pai me levou pela primeira vez ao Maracan\u00e3. O jogo era contra o Rubro-negro da G\u00e1vea. Caminho longo, sonhando com o que eu iria ver. Depois de alguma \u201cmuvuca\u201d normal e fila no guich\u00ea, compramos na hora os ingressos. Ainda me lembro de, como se fosse hoje, extasiado, seguir pela grande rampa e, depois, na dire\u00e7\u00e3o do acesso de entrada para a arquibancada, subindo-o, sempre levado pela m\u00e3o de meu pai, ver as luzes dos refletores e, em seguida, o gramado verde. Amigos, que emo\u00e7\u00e3o para um garoto suburbano. Eu fiquei bastante assustado quando entrei na arquibancada, o cora\u00e7\u00e3o ficou disparado, fiquei nervoso vendo aquela massa de gente que dividia a arquibancada ao meio. Achei lindas as bandeiras do Vasco. A torcida do Vasco estava linda, vibrante. Por muito tempo me disseram que sonhei com esse jogo, que minha cabe\u00e7a infantil o inventara, pois eu sempre sustentei que tal partida ocorreu num s\u00e1bado, n\u00e3o num domingo, e que o Vasco jogou de camisas pretas e shorts brancos. L\u00f3gico que eu sabia de tudo. <\/p>\n<p>Sabia que ocorrera num s\u00e1bado porque, ao sair de casa com meu pai, lembro-me muito bem da remanescente limpeza da rua e das cal\u00e7adas feita pelos garis, pois havia sido dia de feira. E o dia da feira era s\u00e1bado. Ponto final. <\/p>\n<p>Quanto \u00e0s camisas pretas, n\u00e3o tenho a menor d\u00favida, por um \u00fanico motivo: eu me sentei com meu pai bem na dire\u00e7\u00e3o do t\u00fanel de sa\u00edda do time do Vasco (naquela \u00e9poca, a arquibancada de cimento ia at\u00e9 ali praticamente); e eu perfeitamente me lembro de que, ao ver o time do Vasco (amigos vasca\u00ednos, lembrem-se, eu nunca tinha visto o Vasco com os meus olhos) entrando em campo pela escada de acesso do t\u00fanel, ao ver aquele manto sagrado, extraordin\u00e1rio e \u00fanico, preto com a listra diagonal branca e n\u00fameros vermelhos surgir, meus olhos se encheram de l\u00e1grimas instantaneamente. N\u00e3o consegui ver mais nada. Tudo ficou emba\u00e7ado para mim por v\u00e1rios minutos.<\/p>\n<p>Meu pai, percebendo minha emo\u00e7\u00e3o, apenas me abra\u00e7ou carinhosamente e afagou meus cabelos. Eu s\u00f3 me lembro de, com a voz ainda chorosa e embargada, perguntar a ele:<br \/>\n&#8211; Pai, vamos vencer?<br \/>\n Ao que ele me respondeu:<br \/>\n&#8211; Claro que vamos!<br \/>\n&#8211; Como o senhor j\u00e1 sabe que vamos vencer o jogo, pai? \u2013 Questionei.<br \/>\nAo que ele decretou:<br \/>\n&#8211; Ora, meu filho, vamos vencer porque o Vasco \u00e9 o maior!<\/p>\n<p>Pronto! Em meu cora\u00e7\u00e3o infantil n\u00e3o havia mais d\u00favidas. O Vasco ia vencer porque meu pai dissera tudo: porque o Vasco \u00e9 o maior! <\/p>\n<p>Daquele momento em diante, a confian\u00e7a total tomou conta de mim. N\u00e3o deu outra. Garrincha jogou pelo Rubro-negro nesse dia (devo confessar que foi uma das raz\u00f5es que fez meu pai querer assistir a esse jogo, mesmo sendo num s\u00e1bado, pois, amante do bom futebol, ele era um grande f\u00e3 de Garrincha). Mas, com Garrincha e tudo, vencemos por dois a zero. Os gols foram de Nado e Valfrido, ambos no segundo tempo, e \u2013 imaginem minha alegria! &#8211; bem na minha frente. Quase morri de emo\u00e7\u00e3o no primeiro gol: um gola\u00e7o do saudoso e querido Nado, um excepcional jogador, de sele\u00e7\u00e3o brasileira, ponta-direita pernambucano que virou eternamente meu \u00eddolo, num lance em que ele foi driblando v\u00e1rios jogadores rubro-negros desde a lateral direita at\u00e9 a meia-lua da grande \u00e1rea, quando, de canhota, soltou um violent\u00edssimo \u201cpombo sem asas\u201d no \u00e2ngulo esquerdo do excelente goleiro rubro-negro Marco Aur\u00e9lio, que deu um voo espetacular, sem, contudo, conseguir alcan\u00e7ar a bola, o que s\u00f3 serviu para aumentar ainda mais a beleza pl\u00e1stica e a emo\u00e7\u00e3o do gol. A torcida do Vasco explodiu, eu explodi, chorei \u00e0 be\u00e7a tamb\u00e9m no segundo gol, feito pelo \u201cEspanador da Lua\u201d, nosso n\u00e3o menos querido Valfrido. A torcida rubro-negra se calou, a do Vasco tomou conta da arquibancada, numa festa incr\u00edvel. Voltei para casa com a alma lavada. O Rubro-negro, que era nosso fregu\u00eas, perdeu mais uma!<\/p>\n<p>\u00c9 com esse sentimento que a torcida vasca\u00edna deve invadir o Maracan\u00e3 nestes dois pr\u00f3ximos domingos, empurrando seu time, com total confian\u00e7a no cora\u00e7\u00e3o, porque eles \u00e9 que t\u00eam de nos temer, sabendo que somos o Vasco, que n\u00e3o h\u00e1 clube no mundo como este. Lembrem-se destas saudosas palavras de meu pai: \u201cvenceremos porque o Vasco \u00e9 o maior!\u201d. O Vasco \u00e9 o bem. O Vasco \u00e9 aquele que vence, contra tudo e contra todos. <\/p>\n<p>Que Fred e outros t\u00e3o pouco importantes quanto ele lavem suas bocas antes de falar do Vasco. N\u00e3o t\u00eam moral nem estatura para isso. Calados! A m\u00eddia, como sempre fez e faz, tenta colocar a opini\u00e3o p\u00fablica e a arbitragem contra n\u00f3s, e justamente na semana decisiva contra o seu queridinho. Fiquemos de olho no Rabelo (n\u00e3o no dos tricolores, mas no comandante dos \u00e1rbitros, pois a\u00ed est\u00e1 o grande perigo; repetindo o que foi dito pelo grande Luiz Cosenza no programa da r\u00e1dio: algu\u00e9m a\u00ed viu o Flamengo ser prejudicado at\u00e9 aqui em alguma partida do campeonato? O contr\u00e1rio aconteceu por v\u00e1rias vezes, basta que se revejam v\u00e1rios lances. N\u00e3o se enganem; eles est\u00e3o com aquela postura tradicional deles: se o Vasco for campe\u00e3o, s\u00f3 o foi porque os \u00e1rbitros o ajudaram, e eles est\u00e3o de mal com a federa\u00e7\u00e3o. Agora, se a praga fosse campe\u00e3 (o que n\u00e3o ser\u00e1), diriam: \u201cvencemos contra tudo e contra todos!\u201d. Ora, ora, ora, s\u00e3o uns malandrinhos, n\u00e3o s\u00e3o? Podem enganar a outros, especialmente seus torcedores, entretanto n\u00e3o enganam aos vasca\u00ednos). Venceremos facilmente as duas partidas contra a \u201cpraga\u201d. <\/p>\n<p>E, depois, tomara que peguemos o Tricolor na final\u00edssima. Sei que o mocinho estava tentando, al\u00e9m de desviar o foco, se esconder da responsabilidade, para dizer que a n\u00e3o classifica\u00e7\u00e3o do seu time n\u00e3o fora culpa sua, j\u00e1 que estava fora, mas agora que a Deusa Fortuna os empurrou \u00e0 frente, n\u00e3o vai dar para escapar desta vez: se passar pelo Botafogo, Cone Laranja, voc\u00ea vai ter de jogar contra n\u00f3s, e vai perder novamente, como sempre. Vai ser uma del\u00edcia. Contra as mo\u00e7oilas tricolores, at\u00e9 com o mirim o Vasco vence. E isso foi dito a mim por um inconformado tricolor amigo meu, ap\u00f3s mais uma inevit\u00e1vel e insuport\u00e1vel derrota para n\u00f3s. Eles se borram contra o Vasco.<\/p>\n<p>O Vasco \u00e9 e sempre foi o maior de todos. O Vasco \u00e9 o mais lindo de todos, dono do \u00fanico manto verdadeiramente sagrado que h\u00e1. Ainda maior ele fica quando tem \u00e0 sua frente pessoas que o amam de verdade. Com tais pessoas a comand\u00e1-lo, n\u00e3o tenho d\u00favidas em meu cora\u00e7\u00e3o, seu gigantismo, recentemente submerso, vem \u00e0 tona novamente com toda a sua for\u00e7a e pujan\u00e7a. <\/p>\n<p>Que os rubro-negros coloquem desde j\u00e1 suas barbas de molho, pois o esp\u00edrito sagrado contido nas palavras de meu pai est\u00e1 de volta. O Vasco vencer\u00e1 porque \u00e9 o maior! No fundo, eles sabem disso.<\/p>\n<p>Bem, amigos, a emo\u00e7\u00e3o toma conta de mim neste exato momento. N\u00e3o d\u00e1 mais. A saudade invadiu meu cora\u00e7\u00e3o sempre infantil. Afinal, sou Vasco. <\/p>\n<p>Paro por aqui o texto. Um forte e fraterno abra\u00e7o em todos os verdadeiros vasca\u00ednos.<\/p>\n<p>Mas reitero, quantas vezes forem necess\u00e1rias:<br \/>\nCom Eurico e Casaca! Sempre! Porque estes amam verdadeiramente o Vasco! Por um Vasco sempre vencedor e gigante!<\/p>\n<p>Sauda\u00e7\u00f5es Cruzmaltinas!!!<br \/>\nDudi Carvalho<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Eu ainda era um garoto. Meu pai, portugu\u00eas, me levou ao Maracan\u00e3 pela primeira vez. 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