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Como fazer matérias positivas ou negativas a respeito do Vasco com fatos expostos

Assunto: O Vasco tomou 20 gols no Campeonato Brasileiro até aqui, número superior aos levados nas nove primeiras rodadas dos três anos em que caiu.

Em primeiro lugar: Quatro gols foram irregulares (1º gol do Palmeiras, gol do Bahia, 1º Gol do Fluminense, 2º Gol do Botafogo).

Se nos três anos em que o Vasco foi rebaixado a equipe tomou nas nove primeiras rodadas menos de 20 gols, em 2005 tomou mais de 20 e obteve vaga para a Copa Sul-Americana na época, mas com um detalhe: só venceu em campo, naquela oportunidade, uma em nove partidas disputadas (ganhou outra no tapetão). Caso tivesse obtido outras duas vitórias nos nove primeiros jogos válidos da competição (ao invés de derrotas), teria terminado a competição em sexto lugar ao final dela.
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Assunto: O Vasco pode chegar à sua quinta vitória em 10 rodadas de campeonato. É um bom número?

Anos em que o Vasco foi Campeão ou Vice-Campeão Brasileiro:
1974 – Primeiras 10 rodadas – 3 vitórias
1979 – Primeiras 10 rodadas – 6 vitórias
1984 – Primeiras 10 rodadas – 5 vitórias
1989 – Primeiras 10 rodadas – 5 vitórias
1997 – Primeiras 10 rodadas – 6 vitórias
2000 – Primeiras 10 rodadas – 3 vitórias
2011 – Primeiras 10 rodadas – 5 vitórias
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Assunto: O Vasco, de 2006 para cá, venceu apenas 33 partidas fora de casa (corrigindo o infeliz autor da matéria do diário “Extra”), em 132 jogos (nova correção), excetuando clássicos estaduais. A média é de 25% apenas.

Entre 1989 e 2001 (três títulos brasileiros no período), o Vasco obteve apenas 36 vitórias fora de casa, em 133 jogos, excetuando clássicos estaduais. A média é de 27% apenas.

Flamengo e Botafogo, entre 2006 e 2017 obtiveram respectivamente a média de 26 e 24% de vitórias fora de casa no mesmo período.
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Assunto: O Vasco não perdia clássicos para três equipes do Rio de Janeiro, desde 2012.

No Campeonato Brasileiro daquele ano o Vasco terminou em quinto lugar, posição que levaria o time hoje à Taça Libertadores.

No mesmo ano o Vasco disputou duas taças no Campeonato Estadual e perdeu ambas. Em 2017 disputou uma e a venceu.
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Assunto: O Vasco briga para não cair.

Fora a primeira rodada da competição em todas as outras o Vasco não figurou mais na zona de rebaixamento e já esteve uma delas na zona de classificação para a Taça Libertadores da América de 2018.
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Assunto: Os cinco pênaltis marcados contra o Vasco ocorreram.

O primeiro pênalti da partida contra o Palmeiras não ocorreu. Jomar atingiu tão somente a bola.

O primeiro pênalti da partida contra o Fluminense não ocorreu. Além de ser duvidosa a interpretação de mão na bola ou bola na mão, movimento natural ou não, braço aberto ou meio aberto, etc…, o passe seguia para um atleta do Fluminense em posição de impedimento. Assim como ocorrera no jogo Vasco 2 x 2 Santos da Copa do Brasil do ano passado, a intervenção do defensor vascaíno (naquela ocasião Rodrigo marcou contra na tentativa de impedir que a bola chegasse ao atleta santista, para o qual a bola foi lançada, que estava em posição de impedimento) é posterior à origem de impedimento no lance. Nos dois casos há um claro favorecimento ao infrator e não é isso que recomenda a regra, lembrando que nas duas ocasiões não havia outro atleta adversário que pudesse chegar na bola além do que receberia o passe, caso não houvesse a intervenção de um vascaíno no meio da trajetória dela.
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Assunto: Pênaltis a favor do Vasco não marcados:

O Vasco teve quatro pênaltis a seu favor não marcados no Campeonato Brasileiro de 2017:

Zé Roberto sobre Yago Pikachu aos 32 minutos do 1º tempo da partida Palmeiras 4 x 0 Vasco (O placar era de 1 x 0, favorável ao Palmeiras e a vantagem dos paulistas fora oriunda de um pênalti inexistente, mal marcado pela arbitragem).

Nogueira sobre Luís Fabiano aos 16 do 2º tempo na partida Vasco 3 x 2 Fluminense (O placar era de 1 x 1 e o árbitro marcaria no minuto seguinte, pênalti existente para o tricolor).

Paulo Roberto sobre Manga aos 12 do 1º tempo na partida Vasco 2 x 5 Corínthians (O placar era de 1 x 0 para o Corínthians na ocasião).

Apodi sobre Alan Cardoso aos 20 do 1º tempo na partida Chapecoense 2 x 1 Vasco (O placar era de 0 x 0 na ocasião).
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Assunto: Gols polêmicos do jogo Botafogo 3 x 1 Vasco, válido pela nona rodada da competição.

Segundo gol do Botafogo – Falta (cama de gato) de João Paulo, do Botafogo, sobre Paulão, marcada ao contrário, a quatro segundos do término do período de acréscimos estipulado pelo árbitro.

Gol do Vasco – Lance normal. A bola estava mais para Luís Fabiano, o movimento inicial de buscar o corpo do adversário foi de Carli sobre o atleta vascaíno. Luís Fabiano foi mais intenso no jogo de corpo, após a primeira escorada do alvinegro, ganhou a bola na frente e cruzou para Caio Monteiro marcar.
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O Vasco termina no máximo na 11ª colocação no Campeonato Brasileiro, após a 9ª rodada disputada. Estará a dois pontos da zona da Libertadores, mas outros preferem dizer que estará também a três da zona de rebaixamento. Tudo depende de como se quer jogar para cima ou para baixo o elenco, que, segundo a mídia convencional em maioria, estaria à essa altura brigando para não cair.

O Casaca! sabe perfeitamente como agem, porque agem e o que pretendem, mas continuará atuando em defesa do Vasco e agora será mais incisivo na busca de dados que tragam ao torcedor cruzmaltino uma outra visão sobre os fatos, pois da primeira à nona rodada do Campeonato Brasileiro a mídia convencional pintou e bordou com o clube, buscando formas de justificar prejuízos de arbitragem a ele, denegrir o elenco e desmotivar parte dos torcedores.

Casaca!

Democracia de mão única, comentador?

 

O comentador de política vascaína da FOX Sports, o ex jogador Edmundo, disse em um programa da emissora que o presidente do Vasco não pode cercear o direito de manifestação dos torcedores, em comentário a respeito de uma entrevista coletiva concedida pelo dirigente nesta segunda. 

Reproduzindo o vídeo da entrevista, não foi possível identificar na fala do presidente do Vasco nada parecido com tentativa de cerceamento. De onde se pode concluir que ou Edmundo não entende o que escuta, ou é mal intencionado. 

A segunda opção parece mais factível na medida em que Edmundo diz apoiar o jornalista Júlio Brant, que informa que será candidato a presidente do clube novamente. Ou seja, os comentários do comentador estão viciados após manifestação de tal apoio, obviamente.

É bom que Edmundo e demais comentadores saibam que a manifestação é mesmo livre, inclusive aquela favorável à atual direção. O discurso de alguns dá a entender que só é legítima a manifestação contrária; a favorável seria o que Edmundo chama de cerceamento.

A via tem duas mãos, comentador. Como você deve saber bem, num dia as glórias; noutro, cana. Num dia, gols; noutro, pênaltis na lua. Num dia, Vasco e “amor à torcida”; noutro, Flamengo e balançada para os quais fez juras de amor. Num dia, rei. Noutro, bobo.

Portanto, os cooptados para fazer campanha contra, também têm a contrapartida. É da vida. 

CASACA!

Paulinho marca duas vezes e comanda triunfo do sub-20 na Taça Rio

Paulinho marcou os dois gols vascaínos na partida- Fotos: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br

O dia não poderia ter começado melhor para o Vasco da Gama! Na expectativa pela partida contra o Avaí, pelo Campeonato Brasileiro, o Gigante da Colina entrou em campo na manhã deste sábado (17/06) pelo Campeonato Carioca. Em jogo válido pela quinta rodada da Taça Rio, o Cruzmaltino venceu o Madureira por 2 a 0 no Estádio da Rua Conselheiro Galvão. Os gols foram marcados por Paulinho na etapa final. 

 
Com o resultado obtido, os Meninos da Colina chegaram aos 13 pontos e garantiram com antecedência a liderança do Grupo B, conquistando assim a vantagem do empate na semifinal do segundo turno do Carioca, O triunfo foi importante também para a classificação geral, pois fez o Vasco ultrapassar o Botafogo e chegar na última rodada dependendo apenas de suas próprias forças para entrar com a vantagem também na semifinal geral.

O JOGO


Alan Cardoso disputa a bola com atacante do Madureira

Contando com os reforços de Alan Cardoso, Ricardo e Bruno Cosendey, atletas que fazem parte do elenco profissional, o Vasco criou as principais oportunidades da etapa inicial. A primeira chance veio logo aos quatro minutos, quando Robinho recebeu de Moresche e chutou para grande defesa do goleiro. Bem postado defensivamente, o Cruzmaltino não permitiu as investidas do Madureira, porém só voltou a levar perigo novamente aos 21, quando Alan cobrou falta na trave.

O Almirante continuou atacando, mas seguiu sem demonstrar eficiência nas conclusões. Aos 25, Moresche serviu Hugo Borges e o viu finalizar longe do gol. Oito minutos depois, Paulinho recebeu a bola na intermediária, limpou a marcação e bateu com força, na direção do gol, onde bem posicionado estava o arqueiro adversário. Antes do primeiro tempo chegar ao fim, o Vasco assustou, outra vez com Robinho, que recebeu de Cosendey e bateu para fora aos 41 minutos.


Andrey foi utilizado durante o segundo tempo

Com o objetivo de melhorar a saída de bola e as finalizações de longa distância, o treinador Marcus Alexandre promoveu a entrada de Andrey, outro atleta da equipe principal, no lugar de João Victor. Logo em seu primeiro lance, o volante fez um lindo lançamento para Paulinho, que quase marcou. Aos 17, novamente Paulinho. O caçula do time sub-20 tabelou com Moresche e finalizou por cima da meta do Madureira. Na sequência, Andrey arriscou da intermediária para boa defesa do goleiro.

Necessitando da vitória para se manter bem na briga por uma vaga na semifinal geral do Campeonato Carioca, o Madureira saiu mais para o jogo e passou a dar trabalho para a retaguarda cruzmaltina, que soube suportar a pressão. Seguro na defesa, o Gigante da Colina quase abriu o placar aos 26, quando Bruno Cosendey demonstrou visão de jogo e deixou Hugo Borges na cara do gol. Apesar de ter um pouco de liberdade, o camisa 9 acabou chutando à esquerda da meta do Tricolor Suburbano.


Paulinho (11) comemora um dos gols com Bruno Cosendey- Fotos: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br

Após tanto tentar, o Cruzmaltino conseguiu balançar as redes. Aos 29, Paulinho fez grande jogada individual, tocou para Hugo Borges e apareceu na pequena área para receber e tocar na saída do goleiro: VASCO 1 x 0. Mesmo com a vantagem, o Almirante não abdicou do ataque e quase ampliou o placar aos 37 com Marquinhos, que parou camisa 1 do Madureira após passe de Paulinho. Destaque da partida, Paulinho voltou a marcar aos 43, quando encobriu o arqueiro após belo cruzamento de Cayo Tenório: VASCO 2 x 0.

Escalação do Vasco: João Pedro, Cayo Tenório, Ulisses (Denílson), Ricardo e Alan Cardoso; João Victor (Andrey), Bruno Cosendey e Moresche (Marquinhos); Paulinho, Hugo Borges e Robinho. Treinador: Marcus Alexandre.
 
Fonte: Site oficial

Há 60 anos, Vasco era campeão do Troféu Teresa Herrera na Espanha

 

No dia 16 de junho, somente dois dias após vencer o Real Madrid na final do Torneio de Paris e depois de terem viajado de ônibus por cerca de 11 horas, a equipe vascaína conquistou, na Espanha, o famoso Troféu Teresa Herrera.

O evento e o troféu possuem esse nome em homenagem a Teresa Margarita Herrera y Posada, que nasceu na cidade de La Coruña, em 10 de novembro de 1712. Em decorrência da sua história de vida, Teresa Herrera tornou-se um símbolo corunhês de dedicação aos menos favorecidos. Em 1789, doou todos os seus bens no intuito de que se pudesse fundar na sua cidade natal um hospital em prol da caridade.

No ano de 1946, com a ajuda da Junta Local de Beneficencia, criou-se um evento futebolístico em La Coruña com o objetivo de arrecadar fundos para a caridade. Nascia o “Trofeo Teresa Herrera”, cuja primeira partida se celebrou em 31 de julho daquele mesmo ano, com uma vitória do Sevilla/ESP por 3 a 2 sobre o Athletic Bilbao/ESP. Para maiores informações sobre a história do Troféu, acesse: Trofeo Teresa Herrera.

Na sua décima segunda edição (XII Trofeo Teresa Herrera), o convidado foi o Vasco, que já tinha participado em 1947. Na época, o Expresso da Vitória foi derrotado pelo Athletic Bilbao por 3 a 2. Dessa forma, a disputa de 1957 seria a possibilidade de uma revanche, pois, 10 anos após o primeiro encontro, o Vasco teria pela frente o mesmo adversário.

O Vasco era o atual Campeão Carioca (1956), havia derrotado o afamado Real Madrid e era um dos principais representantes do futebol brasileiro. O Athletic Bilbao tinha conquistado o título espanhol na temporada 1956/1957, obteve um quarto lugar na temporada 1956/1957 e era uma das principais equipes espanholas.

Os vascaínos chegaram a La Coruña duas horas antes da partida. Superando todas as dificuldades da viagem, tendo pouco tempo de descanso, o Vasco venceu a equipe do Athletic Bilbao por 4 a 2, com dois gols de Vavá e outros dois de Válter. Assim, tornou-se o primeiro clube brasileiro a conquistar o Troféu Teresa Herrera, que na época possuía bastante prestígio, sendo um dos principais eventos do calendário anual de futebol de clubes. Confira a lista de campeões.

FICHA TÉCNICA DA PARTIDA

Partida: Club de Regatas Vasco da Gama 4×2 Athletic Club Bilbao
Evento: Troféu Teresa Herrera (12º Edição)
Data: 16 de junho de 1957
Local: Estádio Municipal de Riazor – La Coruña/ESP
Público: 40.000 presentes

CR Vasco da Gama:
Carlos Alberto; Dario, Viana, Orlando e Ortunho; Laerte e Válter; Sabará, Livinho, Vavá e Pinga.
Técnico: Martim Francisco

Athletic Club Bilbao:
Carmelo; Orúe, Canito, Mauri, Garay, Maguregui, Arteche (Bilbao), Marcaida (Echániz), Uribe, Aguirre (Arteche) e Gainza.

Gols:
1º Tempo – Vavá 23′, Válter 24′;
2º Tempo – Bilbao (A.B.) 9′, Válter 28′, Vavá 34′, Echániz(A.B.) 35′.

Árbitro: Joaquín Fernandez 

Sub-15 vence e se garante na semifinal da Taça Guanabara

Em jogo válido pela penúltima rodada da fase de classificação da Taça Guanabara sub-15, o Vasco da Gama mediu forças com o Carapebus na tarde desta quinta-feira (15/06) no Estádio Arthur Sendas, em São João do Meriti. Composto por atletas nascidos nos anos de 2002 e 2003, o infantil cruzmaltino não decepcionou e, mesmo sem contar com sua força máxima, venceu a partida pelo placar de 1 a 0. O gol foi marcado pelo volante João Vitor.

Necessitando de um triunfo para carimbar o passaporte para a semifinal do primeiro turno do Campeonato Carioca com uma rodada de antecedência, o Gigante da Colina entrou em campo disposto a mostrar que o resultado adverso obtido diante do Flamengo na rodada passado já fazia parte do passado. O Almirante contou com alguns atletas que não vinham atuando no time titular, casos de Luiz Felipe, Natan, Gregório, João Vicente e Borsatto.


Meio-campista João Vicente foi titular diante do Carapebus

A falta de entrosamento atrapalhou o time vascaíno em alguns momentos, mas não trouxe nenhum tipo de prejuízo ao sistema defensivo. O goleiro Ícaro pouco trabalhou ao longo de todo o confronto. O sub-15 teve volume de jogo, mas não criou boas oportunidades na etapa inicial. O gol da vitória saiu no segundo tempo, com um velho conhecido, o volante e capitão João Vitor, que testou com consciência após cobrança de escanteio de Matheus Lima.

 
– Fizemos a opção de jogar com uma equipe alternativa. Promovemos algumas substituições e poupamos atletas. Apesar desse cenário, a equipe se comportou bem e apresentou um jogo competitivo. Atingimos o resultado almejado, que era a vitória. Isso fez com que a gente conseguisse de forma antecipada a nossa classificação para a semifinal. Agora é fazer uma boa partida no domingo e fechar bem a fase classificatória – analisou o técnico Bruno Almada.

Nathan foi outro a receber oportunidade nesta quinta-feira

Garantido na semifinal da Taça Guanabara, o sub-15 encerra a participação na fase de classificação do primeiro turno no próximo domingo (18), às 15 horas, contra o Sampaio Corrêa. A partida será disputada no Estádio Lourival Gomes de Almeida, em Saquarema. O Vasco ocupa a terceira colocação, com 27 pontos, e brigará por uma vaga na decisão com Flamengo ou Fluminense, que lideram com 35 e 33 pontos, respectivamente.

Escalação do Vasco: Ícaro, Luiz Felipe, Adson, Lucas Vieira e Natan; João Vitor, Gregório, João Vicente e Matheus Lima; André Loiola e Gabriel Borsatto. Suplentes: Patrick, Matheus Julião, Yulle, Talles Magno, Luiz Henrique, Thiago Vinícius e João Amin. Treinador: Bruno Almada.


Bruno Almada, treinador da equipe sub-15 do Vasco- Fotos: Paulo Fernandes/Vasco.com.br
 
Fonte: Site oficial

Sub-13 empata e sub-14 derrota Boavista pelo Metropolitano

Além das partidas das equipes sub-11 e sub-12, o Vasco da Gama também entrou em campo, na manhã desta quinta-feira (15/06), pelo Campeonato Metropolitano sub-13 e sub-14. No CT Ninho das Garças, em Guaratiba, o Cruzmaltino enfrentou o Boavista, pela oitava rodada da Taça Guanabara. O mirim foi o primeiro a entrar no gramado. Sem grandes chances para ambos os lados, o placar não foi alterado. Na sequência, a equipe infantil triunfou pelo placar de 4 a 0. 
 
O mirim cruzmaltino não conseguiu bater a forte defesa do Boavista. Com poucas oportunidades, o placar não foi alterado no Ninho das Garças. Foi o primeiro empate da equipe sub-13 do Gigante da Colina no torneio. O Vasco ocupa a segunda posição, com 21 pontos, atrás apenas do rival Flamengo. 
 
O sub-14, por sua vez, goleou a equipe do Boavista, com três gols de Juan Batata e um contra. O resultado fez o infantil vascaíno chegar a quinta vitória na competição e se manter entre os primeiros da tabela de classificação.

Juan Batata marcou três gols diante do Boavista pelo Campeonato Metropolitano sub-14
 
Fonte: Site oficial

Sub-11 e Sub-12 iniciam Metropolitano com goleadas sobre a Portuguesa

Por: Larissa Ramos

Manguinhos, Rio

A manhã desta quinta-feira (15/06) foi de estreia para o Vasco da Gama no Campeonato Metropolitano. As categorias sub-11 e sub-12 entraram em campo em Manguinhos para enfrentar a Portuguesa. O Cruzmaltino justificou o favoritismo e goleou nos dois jogos. O pré-mirim foi o primeiro a atuar no dia. Soberano, o Gigante da Colina venceu por 5 a 0. Em seguida, o mirim também fez bonito e triunfou por 3 a 0. 
 
Com uma atuação segura, o time sub-11 do Vasco começou a construir o placar elástico com cinco minutos de partida. Rayan Vitor cobrou falta com categria: VASCO 1 x 0. Na sequência, o atacante vascaíno ainda teve mais duas oportunidades, mas não converteu. Aos 20, Matheus Ferreira fez jogada individual, entrou na área e chutou nas mãos do goleiro.
 
De acordo com o regulamento, a competição das categorias sub-11 e sub-12 tem apenas 30 minutos de duração. Com isso, o Cruzmaltino foi para o intervalo na frente do placar. O início da etapa complementar foi bem movimentado. Aos dois minutos, após enfiada de bola de Paulo Roberto, Lucas Louback invadiu a área, driblou o goleiro e só empurrou para o gol: VASCO 2 x 0
 
A Portuguesa buscou diminuir o marcador. Oito minutos depois do segundo gol vascaíno, a Lusa teve um pênalti a seu favor, após um toque de mão, mas o goleiro cruzmaltino Gabriel Caldeira pegou. Com a boa defesa do goleiro vascaíno, o Gigante da Colina foi para cima. Aos 15 minutos, após enfiada de bola de Rayan Vitor, Nicollas marcou: VASCO 3 x 0.

Nicollas, Lucas Louback e Rayan Vitor marcaram no triunfo do pré-mirim sobre a Portuguesa
Sem deixar a Portuguesa jogar, o Cruzmaltino fez mais um. Após arrancada de Paulo Roberto, o camisa 9 entrou na área e tocou para o meio, onde Nicollas, novamente, apareceu para ampliar o marcador: VASCO 4 x 0. Por fim, o Vasco ainda chegou ao quinto gol. Após rebote do goleiro, Nicollas marcou o terceiro na partida: VASCO 5 x 0.
 
Soberano, sub-12 faz dever de casa

Wellington, Guilherme Estrella e Gustavo Maia garantiram a vitória do mirim na estreia do Metropolitano – Fotos: Larissa Ramos/Vasco.com.br
Assim como o pré-mirim, o mirim vascaíno estreou com vitória no Campenato Metropolitano. A primeira grande chance foi aos dez minutos. Após cruzamento de Pedro Kallut, Diotti, sozinho, cabeceou para fora. Cinco minutos depois, Guilherme Estrella desperdiçou uma oportunidade.
 
Com 20 minutos, após lançamento, Gustavo Maia entrou na área e empurrou para o fundo do gol: VASCO 1 x 0. Sem mais grande chances, o time vascaíno foi para o intervalo na frente do placar.
 
No segundo tempo, o Cruzmaltino foi para cima da Portuguesa. Aos cinco, Pedro Kallut saiu de trás, invadiu a área e acabou chutando por cima do gol. Em seguida, Gabriel finalizou e a bola passou novamente perto. 
 
Através de jogadas de Pedro Kallut, Paulinho, Leandrinho e Gustavo Maia, o Vasco chegava, mas não convertia. Com 19 minutos de jogo, Wellington cruzou rasteiro, a bola desviu na zaga adversária e entrou: VASCO 2 x 0. Já no último minuto, Gustavo Maia cobrou escanteio e Guilherme Estrella finalizou: VASCO 3 x 0.
 
Fonte: Site oficial

Há 60 anos, Vasco derrotava o Real Madrid de Di Stéfano e se sagrava campeão Intercontinental

 

Por Cláudio Nogueira

O cenário, o Estádio Parque dos Príncipes, na capital francesa. O adversário, o Real Madrid, então bicampeão europeu 1955/1956 e 1956/1957, e já naquele tempo dono de um elenco milionário, com Puskas, Di Stéfano, Kopa, Gento e outros. Mas nada disso intimidou o Vasco que, em plena Cidade Luz, ofuscou as estrelas do adversário e fez brilhar o futebol brasileiro, antes mesmo da conquista da primeira Copa do Mundo, a de 1958, na Suécia. Ao fim do duelo, os vascaínos superaram o time merengue por 4 a 3 e ergueram o primeiro Troféu de Paris, a 14 de junho de 1957.

Disputado pela primeira vez há 60 anos, o troféu deveria ter tido sua edição inicial em 1956, para marcar os 50 anos do feito do brasileiro Santos Dumont, que havia sobrevoado a capital francesa a bordo de seu 14 Bis. Entretanto, a versão inaugural do torneio só iria ocorrer em 1957, reunindo também o Racing Paris, representando a cidade, e o Rot-Weiss Essen, campeão da Alemanha em 1955. 

Como ainda não havia Campeonato Brasileiro nem Libertadores da América, o Vasco foi convidado porque havia sido o campeão do primeiro e único (até então) Sul-Americano de clubes, em 1948, no Chile, e como campeão carioca de 1956. Na primeira rodada, a 12 de junho, o Real Madrid arrasara o Rot Weiss Essen por 5 a 0; enquanto o time de São Januário eliminara os donos da casa: 3 a 1, gols de Livinho, Pinga e Vavá.

No dia 14, depois dos 7 a 5 do anfitrião Racing sobre o visitante Rot Weiss Essen, os cerca de 40 mil torcedores presentes ao Parque dos Príncipes assistiram a um espetáculo emocionante e cheio de alternativas, digno do confronto entre “o melhor time da Europa” e o “melhor da América do Sul”, como os jornais o anunciaram na época.

Na foto: O capitão vascaíno Pinga com o troféu do Torneio de Paris

Com força máxima, a equipe madridista abriu o placar aos 4 minutos, com Di Stéfano, que curiosamente, se defrontara com o Vasco atuando pelo River Plate da Argentina, na final do Sul-Americano de 1948. Era uma competição por pontos corridos, e os vascaínos ergueram a taça, graças ao empate sem gols.

Ainda no primeiro tempo, o Vasco igualou o marcador com Valter Marciano, aos 20, e virou aos 32 com Vavá – que em 1958 se tornaria o Leão da Copa na Suécia. Após o intervalo, aos 8 minutos, Mateos empatou. A partida seguiu equilibrada até Livinho fazer Vasco 3 a 2, aos 21 da segunda etapa. A vitória e o título foram praticamente assegurados aos 39, com outro gol de Valter Marciano – que acabaria posteriormente indo jogar no futebol espanhol. O francês Kopa diminuiu a um minuto do fim, mas a taça já estava endereçada ao Rio. E a decisão teve direito a confusão generalizada entre os times no segundo tempo.

Naquele distante junho de 1957, o lateral Paulinho e o zagueiro Bellini desfalcaram a equipe carioca, pois estavam com a seleção na Copa Roca, contra a Argentina. Orlando Peçanha era o único titular da zaga. Na mesma excursão à Europa, a 16 do mesmo mês, a equipe iria conquistar outro importante troféu internacional, o Teresa Herrera, em La Coruña, com 4 a 2 sobre o Athletic Bilbao, da Espanha, com dois gols de Vavá e dois de Valter.

À época, o jornal francês “L’Équipe”, destacou: “E então, bruscamente o Real desapareceu literalmente. Seriam as camisas de um vermelho pálido ou os calções de um azul triste que enfraqueciam a soberba equipe espanhola? Não. É que, antes, apareceram subitamente do outro lado os corpos maravilhosos, apertados nas camisas brancas com a faixa preta, de 11 atletas de futebol, de 11 diabos negros que tomaram conta da bola e não a largaram mais. Durante a meia hora seguinte a impressão incrível, prodigiosa, que se teve é que o grande Real Madrid campeão da Europa, o intocável Real vencedor de todas as constelações européias estava aprendendo a jogar futebol”. (…)”

A edição inaugural do Torneio de Paris foi considerada uma precursora das futuras Copas Intercontinentais e Mundiais de Clubes. Apesar do torneio ter sido organizado como amistoso, ao menos um veículo da imprensa brasileira da época, o “Jornal dos Sports”, chegou a citá-lo uma vez como a conquista de um título mundial de clubes pelo Vasco. De qualquer forma, aquela havia sido a primeira ocasião em que o  Real Madrid havia sido derrotado por uma equipe não-europeia, depois de ter sido bicampeão continental.

Aquele resultado causou um impacto perante a imprensa europeia, levando-a a afirmar que a vitória vascaína elevava o nome do futebol brasileiro, demonstrava que o time madridista não era invencível e que com  “com brasileiros em campo, nada mais existia, nem mesmo o Real Madrid”. Por mais que o Real pudesse se sentir cansado ao fim da temporada europeia, o futuro do futebol não era a Europa, mas sim a América do Sul. Sábia previsão, já que a seleção brasileira ganharia as Copas de 1958, 1962 e 1970.

O torneio na capital francesa motivou a criação da Copa Intercontinental, anunciada em 1958 pelo brasileiro João Havelange como convidado em reunião da UEFA e disputada a partir de 1960.
 
Vasco 4 x 3 Real Madrid

Real Madrid: J. Alonso; Torres, Marquitos (Santamaría), Lesmes; Muñoz e A. Ruiz; Kopa, Mateos, Di Stéfano, Rial (Marsal) e Gento.

Vasco: Carlos Alberto; Dario, Viana, Orlando e Ortunho; Laerte e Valter; Sabará, Livinho, Vavá e Pinga.

* Cláudio Nogueira é jornalista do SporTV e autor dos livros “Futebol Brasil Memória – De Oscar Cox a Leônidas da Silva”, “Os dez mais do Vasco da Gama” e “Vamos todos cantar de coração: os 100 anos do futebol no Vasco da Gama” (e-book)

Fonte: Memória EC

Paulo Vitor decide e Sub-20 derrota Nova Iguaçu na Colina

Na volta do seu artilheiro, o Vasco da Gama conquistou mais um resultado positivo na Taça Rio. Pela sexta rodada da competição, na manhã deste domingo (11/06), o Gigante recebeu o Nova Iguaçu em São Januário e venceu pelo placar de 2 a 1. Após sair perdendo, o Cruzmaltino virou a partida com dois gols de Paulo Vitor, que retornou ao Vasco neste final de semana após disputar o Torneio de Toulon com a Seleção Brasileira sub-20.

Com o resultado, os Meninos da Colina chegaram aos 10 pontos e ultrapassaram o Fluminense na tabela de classificação, retornando assim ao primeiro lugar no segundo turno do Campeonato Carioca. O Almirante, que possui um jogo a menos em relação ao Tricolor das Laranjeiras, volta a atuar no próximo sábado (17), às 10 horas, contra o Madureira em Conselheiro Galvão.

O JOGO


Cayo Tenório marca de perto Ramon, camisa 10 do Nova Iguaçu

O duelo começou movimentado em São Januário. Anntes mesmo do cronômetro chegar ao primeiro minuto, o Vasco chegou com perigo. Moresche roubou a bola na intermediária, serviu Robinho e  apareceu na área, mas foi travado no momento da conclusão. O Nova Iguaçu respondeu na sequência com Vitor Félix. Aos nove, outra boa chance do Cruzmaltino. Robinho roubou a bola no campo de defesa, puxou contra-ataque e lançou Paulo Vitor, que chutou cruzado para grande defesa de Mateus.

O Gigante da Colina seguiu atacando. Com 18 minutos, Cayo Tenório tocou para Moresche e o viu lançar para Robinho. O camisa 8 deu uma bicicleta, porém a bola passou por cima do gol. No lance seguinte, Paulinho escapou pela direita e deixou Moresche em boas condições na entrada da pequena área. Mesmo livre, o armador finalizou fraco e facilitou a vida do goleiro adversário. O Nova Iguaçu se lançou ao ataque depois da parada e aos 26 tirou o zero do placar. Na ocasião, Menezes cruzou e Vitor Félix abriu o placar: Nova Iguaçu 1 x 0.

Moresche executa lançamento no Caldeirão

O Vasco não se abalou, muito pelo contrário, seguiu atacando. Os visitantes até chegaram a assustar, com Ramon, mas foi o time cruzmaltino que criou as melhores oportunidades. Aos 31, Luan lançou para a área, a defesa falhou, a bola sobrou e Paulo Vitor arrematou para fora. Artilheiro do sub-20 em 2017, o jovem não desperdiçou a outra oportunidade que apareceu. Aos 38, Moresche arrancou e deixou o camisa 9 na cara do gol. Demonstrando categoria, Paulo Vitor tocou por debaixo das pernas do goleiro Mateus e saiu para o abraço: VASCO 1 x 1.

Precisando de um triunfo para carimbar o passaporte para a semifinal da Taça Rio, o Gigante da Colina se lançou ao ataque na etapa final. Aos oito, Robinho puxou contra-ataque e deixou Paulinho na cara do gol, mas o jovem chutou no lado de fora da rede. Com 15 minutos, uma grande chance do Vasco. Paulo Vitor deu um lindo lançamento e Robinho passou Marquinhos obrigar Mateus a fazer uma grande intervenção. A virada veio na sequência, novamente com um gol de Paulo Vitor. O camisa 9 tocou na saída do goleiro após receber de Luan: VASCO 2 x 1.

Em desvantagem, o Nova Iguaçu buscou mais o jogo nos minutos seguintes, especialmente após a parada técnica. A principal oportunidade do adversário, entretanto, foi desperdiçada por Nathan, aos 43 minutos, depois de uma cobrança de falta de Ramon.

Escalação do Vasco: João Pedro, Cayo Tenório, Ulisses, Ricardo e Luan; João Vitor, Luiz Henrique (Linnick) e Moresche (Marquinhos); Paulinho, Robinho (Hugo Borges) e Paulo Vitor. Treinador: Marcus Alexandre.

Paulo Vitor festeja um gols do triunfo- Fotos: Paulo Fernandes/Vasco.com.br
 
Fonte: Site oficial