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Sub-20 empata com o Tigres e segue líder no Carioca

 
Dois dias depois de desembarcar no Rio com a classificação para a segunda fase da Copa do Brasil na bagagem, o sub-20 do Vasco da Gama retornou aos gramados. No Estádio De Los Larios, em Duque de Caxias, o Cruzmaltino encarou o Tigres. Na briga por uma vaga na semifinal, o time de Xerém abriu o marcador, mas não conseguiu segurar o ímpeto vascaíno no segundo tempo. Mateus Vital balançou as redes e fez o duelo terminar empatado em 1 a 1.
O JOGO
O Tigres jogava em seus domínios e contava com o apoio de sua torcida, mas foi o Vasco que criou a primeira oportunidade. Logo aos três minutos, Alan Cardoso arriscou de longe e levou perigo. O time da casa respondeu aos 14 minutos, em rápido contra-ataque, e só não abriu o marcador devido a uma grande defesa de João Pedro. Aos 19, quase gol cruzmaltino. Andrey cobrou falta e viu a bola beijar as duas traves antes de ser afastada pela defesa.

Dudu puxa jogada de ataque do Gigante da Colina
A equipe de São Januário continuou pressionando, mas só voltou a assustar aos 25 minutos, quando Dudu enfiou a bola em profundidade e Paulo Vitor chutou no lado de fora da rede. Quando todos acreditavam que o gol cruzmaltino estava próximo de sair, o Tigres abriu o placar. O tento foi anotado aos 27, pelo lateral Bruno, após cruzamento da esquerda: Tigres 1 x 0. Em desvantagem, o Gigante foi para cima, mas pouco conseguiu criar no primeiro tempo.
Na etapa final, o treinador Marcus Alexandre promoveu a entrada de Pedro Bezerra no lugar de João Vitor. Logo em sua primeira jogada, o atacante apareceu bem na pequena área e só não deixou sua marca em virtude de um corte providencial da defesa. A equipe vascaína passou a mandar na partida. Aos 15, Andrey deixou Robinho na cara do gol e ele não obteve êxito na tentativa de encobrir o goleiro Diego. 

Alan Cardoso protege a bola do zagueiro rival
O Tigres seguiu perigoso nos contra-ataques, mas o sistema defensivo contava com Ricardo, que foi soberano na maioria dos lances de perigo criados pelo rival. Seguro lá atrás, o Vasco foi em busca do gol. Aos 22, Mateus Vital fez a bola tirar tinta do ângulo direito de Diego em cobrança de falta. Seis minutos depois, aos 28, Robinho escapou pela esquerda e serviu o camisa 10. Após duas tentativas, Mateus Vital empatou o duelo: VASCO 1 x  1.

O Gigante da Colina buscou a virada de todas as formas nos derradeiros momentos do jogo. O adversário, por sua vez, colocou seus jogadores atrás da linha do meio-campo e se defendeu como pôde, principalmente após ter dois atletas expulsos na reta final da partida.  A principal oportunidade cruzmaltina saiu dos pés de Andrey. O volante acertou o travessão em cobrança de falta aos 45 minutos.

 
Escalação do Vasco: João Pedro, Cayo Tenório, Mayck, Ricardo e Alan Cardoso; João Victor (Pedro Bezerra), Andrey, Dudu e Mateus Vital; Robinho (Moresche) e Paulo Vitor. Treinador: Marcus Alexandre.

Andrey acertou o travessão no finalzinho do jogo- Fotos: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br
 
Fonte: Site CRVG

De virada, equipe juvenil vence a Portuguesa em São Januário

 

Em uma manhã recheada de jogos das categorias de base, a equipe sub-17 foi mais uma a entrar em campo. Jogando em São Januário, o juvenil cruzmaltino venceu a Portuguesa, de virada, pelo placar de 5 a 2, pela Taça Guanabara. Os gols foram marcados por Vinicius, João Pedro, Elber (2) e Laranjeira. 

A partida começou e com dois minutos a Portuguesa abriu o placar em São Januário. Após chute de fora da área, Alexandre espalmou nos pés do atacante. Portuguesa 1 x 0. A Lusa não teve muito tempo de comemorar. Três minutos depois, Vinicius recebeu em profundidade pelo lado esquerdo do ataque e tocou na saída do goleiro. VASCO 1 x 1.
 
Com o gol marcado, o Cruzmaltino começou a criar mais oportunidades. Porém, a Portuguesa saiu em contra-ataque aos 18 minutos e aproveitou mais uma chance. Portuguesa 2 a 1. Jogando em casa, o Vasco procurava tocar a bola, mas acabava pecando no último passe. Com 38 minutos, João Pedro arriscou o chute, a bola tocou no travessão e entrou. VASCO 2 x 2. Em seguida, o Almirante conseguiu virar o marcador. Após enfiada de bola de Laranjeira, Elber chutou cruzado, o goleiro chegou a tocar e a bola foi entrando devagar. VASCO 3 x 2.
 
A etapa final começou com o Vasco dominando o campo de ataque. Os Meninos da Colina tiveram duas chances logo nos primeiros minutos, mas a bola passou perto do gol. Trocando passes, a equipe sub-17 buscava levar perigo a baliza adversária. Aos oito, após cobrança de falta, Nycolas cabeceou por cima. Logo em seguida, Laranjeira cobrou falta da intermediária e a bola explodiu no travessão.

Elber comemora o gol da virada com os companheiros de equipe 
Do outro lado, a Portuguesa só se denfendia e não chegava ao gol e Alexandre. Aos 25 minutos, o Vasco teve mais uma falta para cobrar da intermediária. Joe cobrou e, novamente, a bola foi no travessão. Com quase 30, após cobrança de escanteio, uma bate-rebate na grande área e a bola sobrou para Miranda, que arriscou o chute, mas o goleiro fez uma boa defesa.
 
Aos 32 minutos, após bola cruzada rasteiro, Elber, com o gol aberto, só tocou para o fundo da rede. VASCO 4 x 2. Quando a partida caminhava para o fim, o Cruzmaltino teve um pênalti a seu favor. Laranjeira cobrou e converteu. VASCO 5 x 2

Laranjeira cobrou pênalti com perfeição já no fim da partida- Fotos: Paulo Fernandes/Vasco.com.br
Escalaçao do Vasco: Alexandre, Sergipe, Miranda, Leonan (Marcelo Germano) e Luiz Felipe; Nycolas (Juninho), Vinicius, Laranjeira, Bruno Gomes (Victor Hugo); João Pedro (Joe) e Elber (Michael). Técnico: Amilton.

Site: CRVG

Sub-15 goleia a Portuguesa pela Taça Guanabara

 
O Vasco da Gama começou o sábado (08/04) com o pé direito. A equipe sub-15 entrou em campo diante da Portuguesa e, demonstrando um bom futebol, goleou o adversário pelo placar de 8 a 0, em São Januário, pela quarta rodada da Taça Guanabara. O Cruzmaltino abriu 5 a 0 ainda na primeira etapa e soube manter os pés nos chão na parte complementar. Os gols foram marcados por João Vitor, André Loiola, Arthur (3), Matheus Lima, Juan Batata e Guilherme.
 
Logo aos três minutos, a Portuguesa saiu jogando errado, João Vitor matou a bola, tabelou com Talles e abriu o placar: VASCO 1  X  0. Em seguida, Arthur arriscou de fora da área, mas a bola passou por cima do gol adversário. Com 12 minutos de partida, mais um gol vascaíno. Após lançamento, a zaga da Lusa acabou dando bobeira, André Loiola aproveitou bem e só empurrou para o gol: VASCO 2 x 0.

Incansável, o infantil cruzmaltino não dava trégua. O Almirante trocou passes e chegou ao terceiro gol. Arthur recebeu em profundidade, entrou na área e, cara a cara com o goleiro, completou para o fundo da rede: VASCO 3 x 0. Aos 35, mais uma jogada certeira. Talles chutou cruzado e Matheus Lima, na pequena área, só empurrou para o gol: VASCO 4 x 0. Apesar do placar, o Cruzmaltino se mantinha no campo de ataque. Após bate-rebate, Talles chutou cruzado, o goleiro espalmou e Arthur, livre, acabou desperdiçando. Ainda na primeira etapa o Almirante chegou ao quinto. O time sub-15 vascaíno saiu em contra-ataque e Arthur invadiu a grande área e marcou: VASCO 5 x 0.

Juan Batata comemora gol marcado contra a Portuguesa
A etapa complementar começou como a primeira. Apesar do goelada no placar, a equipe infantil mostrou maturidade e pés no chão e com um bom toque de bola conseguiu armar boas jogadas. Aos dois minutos, Arthur fez o terceiro dele na partida: VASCO 6 x 0. O Cruzmaltino acabou bobeando e após uma falta na lateral do campo, o juiz expulsou o volante Rodrigo. Mesmo com um a menos, os Meninos da Colina manteram o ritmo do jogo.  
 
Quando o cornômetro marcava 15 minutos, Juan Batata recebeu pelo lado direito de ataque, entrou na área e tocou na saída do goleiro: VASCO 7 x 0. Dois minutos depois, um bate-rebate na entrada da área, a bola sobrou para Guilherme fazer mais um: VASCO 8 x 0. Na reta final da partida, o Cruzmaltino administrou o placar e ganhou bem em São Januário. 

João fez mais uma boa partida no Campeonato Estadual- Fotos: Paulo Fernandes/Vasco.com.br
 
Escalação do Vasco: Ícaro, Edvelton (Matheus Santos), Yulle, Adson e Riquelme; Rodrigo, João Vitor (Thiago Vinicius), Matheus Lima (Gregorio) e Arthur (Juan Batata); André Loiola (Guilherme) e Talles (João Vitor Amim). Técnico: Bruno Almada.
 
Site CRVG
 

Em jogo eletrizante, Vasco bate Pinheiros e empata a série no NBB 9

Pelo segundo jogo das oitavas de final do NBB 9, o Vasco da Gama mediu forças com o Pinheiros no Ginásio Poliesportivo Henrique Vilaboim, em São Paulo. Com atuação espetacular do pivô Murilo Becker, que anotou 23 pontos e pegou 13 rebotes, o Gigante da Basquete derrotou os donos da casa pelo placar de 85 a 80. A terceira partida da série acontecerá neste fim de semana, novamente em solo paulista.
 

O JOGO

 
Precisando da vitória para empatar a série, o Vasco entrou em quadra disposto a não dar chances para o Pinheiros. O que se viu nos primeiros minutos, entretanto, foi um aproveitamento baixo nos arremessos. As equipes só começaram a pontuar com frequência após a metade do quarto inicial. Os donos da casa saíram na frente, abriram uma pequena vantagem, mas o Gigante da Basquete logo se recuperou. Murilo e David Jackson comandaram o triunfo cruzmaltino no primeiro período: VASCO 18 x 08.
 

Hélio iniciou o segundo quarto acertando duas bolas de três

No segundo quarto, o começo vascaíno foi avassalador. Contado com arremessos da linha de três pontos certeiros de Hélio e David Jackson, o Almirante abriu uma vantagem de 10 pontos no placar. A folga, porém, não durou por muito tempo, pois o Pinheiros cresceu no jogo e passou a incomodar o sistema defensivo do clube de São Januário. A evolução da equipe paulista tornou o duelo mais equilibrado e fez com que o primeiro tempo terminasse com uma menor diferença no marcador: VASCO 35 x 30.

Melhor em quadra na reta final do quarto anterior, o Pinheiros retornou do intervalo com a mesma postura e passou na frente do marcador antes mesmo do cronômetro marcar sete minutos. O ritmo dos paulistas se manteve intenso na sequência do período. Percebendo a queda de rendimento do time, o treinador Dedé Barbosa pediu tempo em três oportunidades. A atitude, entretanto, não mudou o rumo da partida. Ao final do penúltimo quarto, o Pinheiros vencia por 62 a 52.


Nezinho disputa bola no garrafão com jogador adversário

Nos dez minutos finais do confronto, o Vasco voltou a desempenhar o basquetebol do início da partida e diminuiu a diferença de forma considerável. Apenas um ponto separava o Gigante do Basquete do Pinheiros quando o cronômetro apontava três minutos para o fim. Atravessando um melhor momento que o rival, o Cruzmaltino retomou a dianteira do placar nos derradeiros momentos da partida e empatou a série: VASCO 85 x 80.

TITULARES

 
Nezinho: 13 pontos, 04 assistências e 00 rebote
David Jackson: 16 pontos, 02 assistências e 05 rebotes
Gaúcho: 08 pontos, 00 assistência e 01 rebote
Wagner: 04 pontos, 02 assistências e 04 rebotes
Murilo: 26 pontos, 02 assistências e 14 rebotes

David Jackson em ação contra o Pinheiros- Fotos: Thiago Moreira/Vasco.com.br
 
ENTRARAM
 
Hélio: 08 pontos, 03 assistências e 02 rebotes
Palacios: 06 pontos, 02 assistências e 00 rebote
Bruno Fiorotto: 04 pontos, 00 assistência e 04 rebotes
Drudi: 00 ponto, 00 assistência e 01 rebote
Márcio: 00 ponto, 00 assistência e 00 rebote
Bruninho: 00 ponto, 00 assistência e 00 rebote
 
Site : CRVG

Sub-17 derrota Volta Redonda de virada pelo Carioca

Elber foi um dos destaques da partida- Fotos: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br

Em jogo válido pela Taça Guanabara, o sub-17 do Vasco da Gama viajou até o Sul Fluminense para enfrentar o Volta Redonda na tarde deste sábado (01/04). Apesar de atuar longe de seus domínios, o Gigante da Colina não se intimidou e venceu a partida pelo placar de 2 a 1. Os gols cruzmaltinos no duelo foram marcados por Miranda e Sergipe, ambos no segundo tempo, após os donos da casa saírem na frente. O triunfo obtido na Cidade do Aço foi o terceiro seguido do Cruzmaltino no primeiro turno do Campeonato Carioca.
 

O JOGO

 
Contando com os retornos de Lucão e Miranda, o Vasco propôs o jogo durante a etapa inicial. Foi o Gigante da Colina que criou as principais oportunidades. Logo aos dez minutos, Sergipe fez boa jogada pela direita e cruzou na direção de Elber, que se livrou do marcador e chutou para fora. Seis minutos depois, aos 16, Elber acertou a mira depois de uma bonita jogada de João Laranjeira, mas a zaga do Voltaço salvou em cima da linha. No lance seguinte, João Pedro recebeu na ponta esquerda, driblou a marcação e bateu cruzado para grande defesa do arqueiro adversário.

Jogadores vascaínos comemoram gol marcado por Sergipe
 
A partida continuou movimentada e o Vasco desperdiçando chances. Aos 24, após lançamento de Leonan, Douglas ganhou do goleiro do Volta Redonda e acertou o travessão. No rebote, Elber foi travado pela defesa e não conseguiu marcar. Antes do primeiro tempo chegar ao fim, Elber apareceu outra vez. O camisa 8 finalizou com perigo aos 40 minutos. O panorama da partida seguiu o mesmo no início da etapa final. Aos três minutos, Douglas arriscou de longe e viu o goleiro rival fazer uma grande intervenção. 
 
Recuado, o Volta Redonda viu sua estratégia de apostar nos contra-ataques surtir efeito aos nove minutos, quando Valter aproveitou rebote de uma cobrança de falta mal executada e abriu o placar: Volta Redonda 1 x 0. O Vasco sentiu o gol e passou a errar muitos passes. O Almirante só voltou ao jogo após a parada técnica, mais precisamente aos 24 minutos, quando Joe Silva cobrou falta e Miranda desviou para o fundo das redes: VASCO 1 x 1. A virada não demorou muito para sair. No minuto seguinte, Sergipe recuperou a bola no meio-campo, arrancou na direção da grande área, limpou a marcação e chutou com categoria no canto esquerdo: VASCO 2 x 1. Em vantagem, o Cruzmaltino apenas administou na sequência da partida.
 
Escalação do Vasco: Lucão, Sergipe, Miranda, Leonan e Luiz Felipe (Jean); Nycholas (Roger Ribeiro), Bruno Gomes e João Laranjeira; João Pedro (Joe Silva), Douglas (Marcelo Germano) e Elber. Treinador: Amilton Oliveira.

Bruno Gomes teve mais uma atuação segura no sub-17- Fotos: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br
 
Fonte: Site CRVG

Celebrando o Dia da Mentira

A presidente da Crefisa, Leila Pereira, se manifestou através de uma nota oficial da empresa, divulgada nesta segunda-feira (27), a respeito das especulações envolvendo um suposto patrocínio da empresa ao Vasco, depois que a conselheira do Palmeiras se reuniu com Edmundo e Julio Brant, membro da oposição e candidato derrotado nas últimas eleições do clube cruz-maltino, no camarote do Allianz Parque, antes de um jogo do Palmeiras no último dia 15.

Confira a nota da Crefisa:

A partir de notícias veiculadas sobre um possível patrocínio da Crefisa em relação ao Clube de Regatas Vasco da Gama, a presidente da Crefisa, Leila Pereira, esclarece: “Jamais conversei ou me reuni com qualquer pessoa ligada à política do Vasco da Gama, clube de coração do meu pai e meus irmãos”, declarou.

“Jamais me envolveria na situação política do clube pelo enorme respeito que tenho a instituição Vasco da Gama. Como amante do futebol torço para que os grandes clubes do país possam ter patrocinadores fortes que valorizam ainda mais o esporte de preferência do brasileiro. Atualmente nossos recursos estão direcionados a Sociedade Esportiva Palmeiras, clube pelo qual eu e meu marido somos conselheiros”, finalizou Leila Pereira.

Fonte: Esporte Interativo

Meiões Listrados

    Vascaínos, 

 Muitas coisas mudaram, quer queiram, quer não, na condução administrativa do Vasco desde que Eurico voltou a ocupar a cadeira de presidente  do nosso clube.

Acertou os impostos, colocou os salários em dia, melhorou nítida e claramente as condições de todo o departamento de futebol, desde as categorias de base até os profissionais, criou o Caprees, fez um campo de treino anexo, recuperou as instalações da Pousada do Almirante saqueada na administração anterior, melhorou em muito o Colégio Vasco da Gama, voltou a fornecer refeições dignas aos atletas e funcionários (sem essa de salsicha com arroz), recuperou  o ginásio, voltou a ter um excelente time de basquete, e, agora, parte para a recuperação do parque aquático que é, sem dúvida, um dos orgulhos de qualquer Vascaíno.

Dentre tantos e elogiáveis feitos, pode parecer que não, aos meus olhos Eurico tomou outra grande iniciativa. Mandou retirar do uniforme de jogo aquele horroroso e sem nenhum nexo debrum branco que contornava a nossa tradicional Cruz de Malta. Parabéns, atitude nota 1.000.

 Agora, na minha modesta opinião, só falta para completar esse serviço dos uniformes mandar que se use o velho e tradicional meião listrado em preto e branco, símbolo das mais importantes conquistas do nosso Vasco que nos remete aos anos de 1940/50/60/70,…….. A Umbro haverá de compreender.

 Voltar a ver os times do meu querido Vasco usando os meiões listrados seria, pelo menos para mim, o retorno a gloriosos tempos do nosso clube. 

Fica sugerida a modesta ideia. Quem gostar que a apoie. Quem não gostar,que continue a apoiar sempre essa administração, que é, sem dúvida, a administração da recuperação financeira,política e institucional do meu,do seu,do nosso C.R. Vasco da Gama.

     Saudações Vascaínas.

     Paulo Pereira / Grande Benemérito 

Omissos pecadores

 

Manchetes de jornais alusivas a um favorecimento ao Vasco na partida do último domingo contra o Flamengo, em função de um pênalti marcado a favor da equipe cruzmaltina aos 46 minutos do 2º tempo, surgiram aos borbotões.

Lembrando Carmen Miranda, a imprensa:

Vestiu preto e vermelho e saiu por aí.

Em vez de tomar chá com torradas, ela bebeu Parati.

Levava um retrato do Zico no bolso e uma caneta na mão,

E urrava pelas mídias, dizendo “Roubaram o Mengão! Roubaram o Mengão!”

A sofreguidão por frases sensacionalistas e conclusões precipitadas sobre o todo da partida, teve resposta na imprensa do mundo inteiro, que ridicularizou a simulação do árbitro, no lance em que este expulsou Luís Fabiano e mudou o jogo a favor do Flamengo. 

Mas o foco era o pênalti mal marcado a favor do Vasco, aos 46 minutos do segundo tempo. 

Até se meter a falar da religião de Nenê, e de sua fé, fizeram, porque o atleta levantou os braços, após ter imaginado que a bola teria tocado no braço do atleta rubro-negro, como aliás declarou em entrevista logo após a partida. Nenê virou alvo de virtuais inquisidores da mídia, exposto de maneira lamentável por julgadores e não formadores de opinião.

Mas não houve qualquer alusão ao lance CLARÍSSIMO de pênalti a favor do Vasco, ignorado pela arbitragem, após puxão de camisa e posterior carga de Léo Duarte no atleta cruzmaltino Jomar, empurrando-o até que caísse.

Eram 44 minutos do segundo tempo e aí pecaram:

1 – Quem transmitia o jogo e é responsável por mostrar em replays, quantos forem necessários, lances polêmicos da partida e não só quando interessa a polêmica.

2 – O árbitro e o bandeira, em mais um prejuízo contra o Vasco no jogo.

3 – Léo Duarte, que, segundo as normas de boa conduta, não teve o fair play devido para se acusar e afirmar na hora ter havido pênalti a favor do Vasco, cometido por ele. Teria o atleta que admitir ter feito a penalidade máxima, como o fair play do futebol manda, declarando “Puxei sim a camisa do Jomar, fiz carga e o empurrei até que caísse. Bola na marca seu juiz!”?

4 – A imprensa vestida de vermelho e preto, por não ter procurado analisar melhor os lances do jogo, para que suas edições de imagem em programas esportivos fossem de acordo com o ocorrido na partida, afinal o fair play deveria começar por ela, como exemplo.

5 – O funcionário do Flamengo e freguês do Vasco, Rodrigo Caetano, porque falou não ter visto surpresa no enredo, mas deixou de reiterar que no tal enredo comum, o prejuízo com arbitragens neste clássico, normalmente tem o Vasco como vítima e não o contrário, conforme testemunhou no período no qual trabalhou no clube.

6 – O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, que se arvorou em falar na imprensa sobre prejuízos ao seu clube em jogos contra o Vasco, testemunho falso, cínico e risível, afinal comanda um clube, caracterizado pelo contrário em tais confrontos, além de ser o rubro-negro da Gávea marcado por inúmeras ajudas de arbitragens ao longo dos tempos, wright?

O Casaca! vem a público mostrar a verdade novamente. Que seja reverberada por quem não quer pecar ou continuar pecando.

Casaca!

Os exageros do intocável

O sr. Luís Antônio Silva Santos, sabidamente torcedor do Flamengo, está se despedindo este ano dos gramados, mas seria bem melhor que tivesse pendurado o apito um pouco antes. Isso impediria que víssemos hoje uma patética cena teatral dele contra Luís Fabiano, centroavante do Vasco. 

O árbitro, que já acertou certa vez Renato Silva (sem querer), no momento em que expulsava o goleiro Alessandro, no clássico contra o Botafogo, disputado em Volta Redonda no ano de 2013 (pediu desculpas, que foram aceitas, deu um beijo no atleta e o jogo seguiu) tem cerca de 15 anos de arbitragem na primeira divisão do futebol deste estado, já deve ter aplicado mais de 500 cartões amarelos em atletas e já ouviu e fez ouvido de mercador em provavelmente 99,98% dos que o encararam ou reclamaram veementemente da aplicação da advertência, já relevou inúmeros pequenos contatos físicos posteriores à aplicação de tais cartões, como a foto ilustrativa da matéria nos faz concluir.

O número de atuações prejudiciais ao clube em partidas apitadas pelo árbitro é extensa e memorável. Já conseguiu praticamente “fabricar” com seus equívocos uma derrota do Vasco para a Cabofriense no Estadual de 2005, errou de forma gritante no clássico diante do Botafogo, válido pelo Campeonato Brasileiro de 2008, no qual o Vasco atuou com 10 reservas diante do adversário, com pênalti mal marcado no fim a favor do alvinegro, dois pesos e duas medidas quanto à expulsão de Pablo, do Vasco, e conservação em campo do agressor alvinegro, que tirou Jean da cancha, para não mais voltar após o intervalo, além de validar um gol em impedimento do Flamengo contra o Vasco na primeira partida decisiva do Campeonato Estadual de 2004, vencida pelo rubro-negro por 2 x 1 e deixar de marcar, há dois anos, no Campeonato estadual, um pênalti escandaloso, cometido pelo goleiro Diego Cavaliéri em Gilberto, após o centroavante vascaíno, que estreava, ter driblado o arqueiro tricolor dentro da área.

Ainda sobre a foto que ilustra a matéria, ela mostra algo corriqueiro no futebol. Um pequeno contato físico entre um atleta e um árbitro no momento da punição por um cartão. Queremos, entretanto, que os leitores achem uma de simulação do árbitro para justificar uma expulsão posterior na história recente do nosso esporte bretão. A imprensa imparcial rubro-negra pode também procurar.

O Vasco vencia o jogo por 1 x 0 no clássico deste domingo contra o Flamengo e pode-se dizer, pelo critério usado pelo árbitro durante a partida, que o próprio cartão amarelo em Luís Fabiano era discutível, afinal não mostrara um a Pará, após entrada apelativa em Henrique, quando ia tomando um lençol humilhante na primeira etapa, seguindo para a área adversária o nosso lateral, naquela oportunidade. Mas, independentemente disso, a expulsão após simulação do árbitro está entre os lances mais ridículos de toda a carreira do referido apitador. Mudou a configuração do jogo completamente. A virada do Flamengo está, EVIDENTEMENTE, diretamente ligada à vantagem numérica em campo. A expulsão de Luís Fabiano deu ao rubro-negro a oportunidade de comandar a partida e virar o marcador.

Em outra ocasião pretérita, Morais foi o jogador a sofrer com o árbitro e suas interpretações corporais. Abaixo o vídeo e as notícias publicadas na época:

NETVASCO – 07/02/2007 – 23:45 – Vasco perde invencibilidade e liderança para o América: 2 a 1

Aos 38, Morais se atirou na área e recebeu o amarelo. A seguir, encostou a cabeça no braço do árbitro que o expulsou imediatamente, encerrando de vez a possibilidade de reação.

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NETVASCO – 08/02/2007 – 00:11 – Eurico diz que árbitro ameaçou Morais antes do jogo

O presidente vascaíno Eurico Miranda declarou aos repórteres no vestiário, após a derrota do Vasco para o América (2 a 1), que, antes do jogo, o árbitro Luiz Antônio Silva dos Santos procurou o meia Morais e disse as seguintes palavras:

“Em 2004 eu apareci com você e hoje vou aparecer de novo.”

Eurico informou que vai tomar providências quanto à arbitragem:

“O mais grave é ele ter procurado o jogador antes do jogo e ter dito o que disse. O passado desse senhor não é bom. Ano passado, em Cabo Frio, ele deixou de dar um pênalti claro. Nós vamos tomar as providências contra a atuação desse senhor nos jogos do Vasco. Relate o que ele relatar, tem que relatar o que ele disse ao Morais”, declarou Eurico à Rádio Globo.

Em 2004, na semifinal da Taça Guanabara, o mesmo árbitro expulsou Morais no clássico contra o Flamengo. Clique aqui para acessar a notícia do jogo.

Clique aqui para acessar a notícia do jogo contra a Cabofriense, partida contestada por Eurico.

Fonte: NETVASCO (texto)

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NETVASCO – 07/03/2007 – 22:42 – Aliviado, Morais comemora absolvição

Absolvido da acusação de ter agredido o árbitro Luís Antônio Silva Santos na derrota por 2 a 1 para o América, pela Taça Guanabara, o apoiador Morais, do Vasco, confessou na noite desta quarta-feira ter passado os últimos dias sob tensão.

– Agora estou tranqüilo, acabou essa tensão. Os jornais diziam que eu poderia pegar muitos dias de suspensão (até 540) e eu fiquei muito preocupado. Nem sequer consegui dormir direito. Nunca fui de fazer mal a ninguém, quanto mais contra o árbitro, que é a lei em campo – admitiu o jogador à Rádio CBN.

Fonte: Lancenet

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Dito isso, quase no fim do clássico contra o time da Gávea, o árbitro cometeu um erro capital a favor do Vasco, que originaria no gol de empate, marcado por Nenê em penalidade máxima.

Ficamos, então, elas por elas?

Claro que não! O erro contra o Vasco, cometido com direito à encenação ocorreu aos 8 minutos do 2º tempo e, 11 contra 11, o rubro-negro se via inferiorizado no placar. Caso a partida terminasse com as duas equipes sem qualquer atleta expulso (relevando desde já a entrada duríssima do escorregadio Éverton em Rafael Marques na primeira etapa), a vitória do Vasco era altamente provável, até porque vencia com 53 minutos de bola rolando até o momento da expulsão de Luís Fabiano.

A forma como grande parte da imprensa está se comportando, fingindo não ter sido o fator de mudança do ritmo, da cara, do vencedor parcial do jogo, uma expulsão oriunda de uma verdadeira pixotada do árbitro, é hábito.

Caso fosse o contrário haveria por certo a mudança não de hábito, mas de análise da partida e de seus lances capitais, com participação da arbitragem.

Há um comediante tricolor que chegou a defender ter sido um gol do Flamengo mal anulado pela arbitragem, só porque Leandro Damião, completamente impedido, pulou na bola, antecipando-se ao zagueiro do Vasco, mas não a alcançou. Esse atua no papel de isento, e tem por hábito questionar lances polêmicos de arbitragem do clube que tanto o surrou ao longo de sua sensacional carreira no Fluminense, coroada de forma fantástica com a conquista da Série C em 1999.

O Vasco não precisaria, muito provavelmente, de pênalti algum para conquistar a vitória, que já tinha, contra o adversário. O roteiro escrito até ali era de mais um triunfo cruzmaltino, atuando, diga-se de passagem, com cinco reservas em campo, contra quatro do adversário.

Sabemos perfeitamente ser insatisfatória a análise para muitos que carregam tintas no pênalti mal marcado a favor do Vasco e tentam, inutilmente, justificar a expulsão mais insólita dos últimos anos de um atleta, fruto tão somente da simulação do juiz, que deveria por ela ter sido, ele juiz, expulso de campo simbolicamente pela plateia presente, principalmente a vascaína, que se quisesse ir ao teatro escolheria outro ator para assistir.

Já a FFERJ anunciou que o árbitro está fora do Campeonato Estadual pelo erro cometido, quando da marcação do pênalti a favor do Vasco, tão somente. Dá ela crédito ao árbitro, com sua atitude, para que tente a carreira de ator. “Cigano Igor” que se cuide…

Quanto à imprensa rubro-negra, por convicção ou interesse profissional, continuem tentando de lá, que daqui nós permaneceremos expondo-os mais e mais, fãs de atores canastrões, quando o beneficiado é a donzela rubro-negra, críticos contundentes de árbitros quando o prejudicado é o mais queridinho da mídia.

Casaca !

O Bobo Déspota

Na semana passada, Eurico Miranda compareceu a um ambiente que lhe é sempre hostil, dia a dia, semana a semana, a convite. Foi participar de um programa de entrevistas na ESPN Brasil, onde reside, por exemplo, Juca Kfouri, que resolveu, na ocasião, se esconder. Respondeu, do seu jeito, com seu estilo, a todas as perguntas. Detalhe: boa parte da pauta oriunda de Nerys, Mazzeos e outros ainda menos gabaritados. Oposição chinfrim, porém oposição. Mas, para a imprensa, Eurico é ditador. Caso típico em que a discordância em determinados temas vistos como “modernos” ou “politicamente corretos” o fazem, na visão da mídia, um déspota.

No dia de ontem, o ex-atleta Edmundo, empregado da Fox, travou um embate com o apresentador de um programa da sua emissora por se negar a ter suas ideias rebatidas pelo âncora. O assunto era a contratação pelo Vasco do treinador Milton Mendes.

Edmundo foi desrespeitoso com o profissional contratado pelo clube, mas isso é lugar-comum. Por onde passou em sua carreira foi assim. Inclusive informando uma inverdade, ao dizer que Milton é agenciado pelo empresário Carlos Leite e que, assim, escalaria os jogadores convenientes ao empresário.

Resolveu dar prosseguimento à sua ira com o companheiro de emissora. Confundiu novamente a sua atividade profissional atual com o seu desejo político no clube. Rebatendo argumentos em tom de voz anormal, negando-se a responder perguntas e fazendo chacota com os questionamentos do colega.

Dados estes comportamentos, do ditador de sempre e do ex-atleta-comentarista-injustiçado, quem estaria mais próximo ao déspota, ditador, intransigente?

Aqueles que não podem ser confrontados, pois perdem a cabeça, escondem em suas personalidades um sentimento de detentores da verdade, caminho natural para o desejo de impor. Edmundo mostrou, mais uma vez, a sua face. Muito além de mimado quando atleta, trata-se de alguém que não quer ser confrontado. Não tolera discordância. Repudia concorrência.

Quase 20 anos depois, portanto, nada mudou: aquele que falava de reinado, quer ser rei, mas continua o bobo.

CASACA!