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Sub-10 segue firme e forte na luta pelo título do Torneio Integração

A Geração 2007 segue firme e forte na disputa pelo título do Torneio Integração sub-10! Pelas quartas de final da competição estadual, os Meninos da Colina mediram forças com o Boavista na tarde do último domingo (26/11), na Vila Olímpica do Mato Alto, em Jacarepaguá. Apesar do adversário apresentar uma boa resistência, o triunfo foi cruzmaltino, por 2 a 0, com gols Caio Joshua e Fillipy do Rozário.

– Foi um bom jogo. Tivemos várias chances de gol e o domínio total da partida foi nosso. O time do Boavista é bom, bem armado, mas conseguimos furar as linhas defensivas. Jogamos com uma formação bem ofensiva. Como sempre falo, quando a bola chega em condições para o nosso trio ofensivo, se torna muito difícil os gols não saírem. O goleiro fez grandes defesas, mas a produção foi excelente. Ficamos felizes com isso – disse o técnico Caio Degani.

Campeão do Festbolin no primeiro semestre, o sub-10 reencontrará um velho conhecido na semifinal do Torneio Integração. O adversário cruzmaltino será o AB Esportes, que se manteve na briga pelo topo do pódio ao eliminar o Fluminense nas quartas de final. Na primeira fase, com gols de Filipe Lannes, Rodrigo e Caio Joshua, o Vasco derrotou o adversário por 3 a 0.

– A expectativa é a melhor possível. É um time que virá empolgado pelo excelente resultado conquistado diante do Fluminense. Se trata de uma boa equipe e a prova disso foi dada nesse último jogo, quando eliminou um dos favoritos. Enfrentamos na primeira fase, mas eles mudaram alguns jogadores, estão mais bem postados, mais estruturados. Precisamos ser cirúrgicos e aproveitar as chances que aparecem – concluiu o comandante vascaíno.

Campanha do Vasco da Gama no Torneio Integração sub-10:
 
04/11/2017- Primeira fase: Vasco da Gama 3 x 0 AB Esportes
Gols: Filipe Lannes, Rodrigo e Caio Joshua
 
11/11/2017- Primeira fase: Vasco da Gama 4 x 0 Itaboraí 
Gols: Caio Joshua (2), João Victor e Enzo
 
18/11/2017- Oitavas de final: Vasco da Gama 5 x 0 Rio City
Gols: Pedro Luiz, Caio Joshua, João Victor, Juninho e Enzo
 
26/11/2017- Quartas de final: Vasco da Gama x Boavista
Gols: Caio Joshua e Fillipy do Rozário

Próximo jogo: Vasco da Gama x AB Esportes (Semifinal)
A organização ainda irá informar a data e o horário da partida

*Vasco enfrentaria o Americano na última rodada da fase de classificação, porém o adversário desistiu do campeonato e os pontos da partida foram dados ao Gigante da Colina pela organização.
 
Fonte: Site oficial

Sub-11 é superado nos pênaltis e se despede do Metropolitano

A tarde não foi feliz para a equipe sub-11 do Vasco da Gama. Dono da melhor campanha do Campeonato Metropolitano, o Pré-Mirim entrou em campo precisando de uma vitória simples para confirmar a classificação para a decisão. Embora tenha sido superior em grande parte do duelo, o Cruzmaltino não conseguiu evitar que a partida terminasse empatada em 0 a 0 no tempo normal. Nas penalidades, o Flamengo venceu por 3 a 2.

Apesar da vaga para a final não ter vindo, o trabalho desenvolvido pelo Gigante da Colina na categoria merece ser exaltado. Os atletas da Geração 2006 encerraram a participação na competição nacional invictos, com 12 vitórias e dois empates. O Pré-Mirim cruzmaltino, não custa lembrar, conquistou no primeiro semestre o título da Copa Dente de Leite, um das principais competições estaduais da faixa etária. 

O JOGO

 
Equilibrado e nervoso! É dessa forma que pode ser resumido a etapa inicial do Clássico dos Milhões em São Januário. Cientes de que sofrer um gol poderia dificultar o sonho de seguir na luta pelo título do Metropolitano, as duas equipes pouco atacaram nos começo da partida. A primeira boa oportunidade foi vascaína. Após confusão na entrada da grande área, a bola sobrou e Rayan finalizou para boa defesa do goleiro rubro-negro. Através de uma cobrança de falta, o camisa 10 cruzmaltino voltou a levar perigo aos 31, mas foi o Flamengo que ficou próximo de marcar aos 28. 

Apoiado por sua torcida, o Gigante da Colina se tornou mais ofensivo no segundo tempo. Foi o Flamengo, entretanto, que assustou primeiro. Aos nove minutos, Fábio chutou de longe e Gabriel Caldeira fez uma grande intervenção. O Vasco respondeu aos 15, quando João Pedro escapou pela direita, Caio ajeitou e Wanison arrematou com perigo. Com 19, outra boa chance cruzmaltina. Dessa vez, Nícollas superou os marcadores e cruzou na direção de Rayan, que acabou finalizando à esquerda da meta do adversário.


Igor teve mais uma boa atuação pelo Almirante- Foto: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br

O empate persistiu até o final e a vaga para a decisão acabou sendo decidida nas cobranças de pênalti, onde o Flamengo foi mais eficiente. O Rubro-Negro acertou três de suas quatro cobranças, enquanto o Vasco desperdiçou três de suas cinco, sendo superado pelo rival pelo placar de 3 a 2.

 
Escalação do Vasco: Gabriel Caldeira, Pedro Henrique (João Pedro), Noronha, Igor e Wanison; Juan (Riquelme), Caio (Louback), Matheus Ferreira e Rayan Vitor; Paulo Roberto (Nícollas) e Kauã Velon (Matheus Job). Treinador: Eduardo Júnior.
 
Fonte: Site oficial

Café Requentado

 
 
Nota atribuída a um grupo de oposição menciona a expressão “rebaixamento moral” ao se referir às consequências da decisão judicial que restabeleceu a verdade das eleições vascaínas acontecidas em 7/11. 
 
Ocorre que uma simples visita à chapa deste grupo nos faz concluir quem eles são: os verdadeiros protagonistas do rebaixamento moral sofrido pelo clube. 
 
No folheto que traz os candidatos a conselheiros pelo grupo, leem-se nomes de nove pessoas que participaram com cargos da gestão MUV, iniciada em 01/07/2008, além de muitos outros conselheiros que eram também conselheiros da gestão MUV e o são agora.

 

Quem são eles, se não os mesmos que de alguma forma contribuíram para a degradação patrimonial, queda vertiginosa em cotas de TV ao se comparar o Vasco com seus adversários diretos, calote fiscal, inadimplência com credores diversos?

Quem são eles, se não os mesmos que em 6 anos fizeram do Vasco freguês do Botafogo no período e vencedor de apenas 3 confrontos com o Flamengo em 22 realizados?
 
Quem são eles, se não os mesmos que deixaram como legado 3 meses de salários atrasados, 10 milhões em dívidas com a Cedae e água cortada? 
 
Quem são eles, que conquistaram um título somente, com time que é pago hoje, já que na época não pagavam nada dos compromissos que assumiram? 
 
Quem são eles, se não engenheiros de escândalos internacionais envolvendo o nome do clube, cobrado na FIFA por não pagar pelos atletas que adquiriu ou por galhofas lamentáveis como a parceria com o Vasco de Sines?
 
Sim, são os mesmos que, liderados por Olavo Monteiro de Carvalho, o mentor da República das Bananeiras, dão roupagem nova ao fantoche da vez, após liquidarem com uma bela história de idolatria entre a torcida e o fantoche então escolhido, Roberto Dinamite.
 
São os mesmos que prometeram CT e entregaram um charco em Maricá e um despejo da Barra da Tijuca. Que prometeram estádio remodelado e entregaram o rúgbi de 7 em Bangu. Que prometeram conquistas e entregaram dois rebaixamentos diretos. 
 
São os mesmos que prometeram transparência e, algo inédito nos tempos modernos, abdicaram de apresentar propostas orçamentárias e analisar balanços patrimoniais. A transparência de adequação aos interesses próprios.
 
Portanto, se há rebaixamento moral do Vasco, evidentemente ele deve ser creditado a quem de direito, aos que fizeram por onde, aos que dividindo o clube em capitanias hereditárias, diminuíram-no. 
 
O discurso falacioso que prega renovação não resiste à simples investigação da cédula eleitoral oposicionista. Porque são mais do mesmo. São o café requentado. O pão dormido. A farsa metrossexulizada do Vasco. Capaz de enganar apenas aqueles que ainda creem que visão de futuro pode se resumir a personagens fabricados que têm por trás de si o arcaico, o vencido, o tosco.
 
Mas, não. O vascaíno respondeu nas urnas e seguirá bradando agora: a reconstrução continua. E o verdadeiramente novo se anuncia para breve. 
 
CASACA!

Sub-12 volta a vencer o Flamengo e avança para final do Metropolitano

Entrar em campo para vencer segue sendo a rotina do Vasco da Gama no Campeonato Metropolitano sub-12! Na manhã deste sábado (25/11), em São Januário, o Gigante encarou o Flamengo pelo segundo jogo da semifinal do torneio. Em virtude do triunfo por 2 a 0 na partida de ida disputada na Gávea, o Cruzmaltino entrou em campo com a vatangem do empate, porém não precisou utilizá-la.

Os Meninos da Colina justificaram o favoritismo e derrotaram o Rubro-Negro por 1 a 0, alcançando assim a 14ª vitória consecutiva no Campeonato Metropolitano. O gol que manteve o Almirante com 100% de aproveitamento na competição estadual foi marcado pelo meio-campista Guga Maia, ainda no primeiro tempo. Vale destacar também mais uma grande atuação do goleiro João Lecce.

 
O JOGO
 

Goleiro João Lecce voltou a se destacar no Clássico dos Milhões

Precisando de gols para diminuir a vantagem vascaína e sonhar com a classificação, o Flamengo se lançou ao ataque nos primeiros minutos. O Rubro-Negro chegou com perigo em três oportunidades, mas em duas parou no goleiro vascaíno João Lecce. Na única que vez que o camisa 1 não conseguiu defender, a trave apareceu e salvou o Gigante da Colina. O Cruzmaltino equilibrou o duelo e ficou próximo de abrir o placar aos 12 minutos, quando Pedro Kallut cobrou falta e Kaique testou próximo do gol. Logo em seguida, com 14, Leozinho arrematou da intermediária e obrigou o arqueiro rival a fazer uma grande intervenção.

O Vasco da Gama seguiu ignorando a vantagem adquirida no primeiro jogo e continuou pressionando. Aos 20, Gabriel Silva fez grande jogada pela esquerda e rolou para Guga Maia. O camisa 10 limpou a marcação e mandou a bola para o fundo das redes com um belo chute colocado: VASCO 1 x 0. O Flamengo respondeu com 24 minutos, porém João Lecce apareceu bem mais uma vez, agora para espalmar para escanteio uma boa cobrança de falta. Antes da etapa inicial acabar, o Cruzmaltino teve um pênalti claro sobre Victor Diotti não marcado.


Kaique colocou ataque do Flamengo no bolso na etapa final

A intensidade do Clássico dos Milhões diminuiu no segundo tempo. As duas equipes trocavam passes, buscavam jogadas ofensivas, mas não conseguiam criar perigo para as defesas. A primeira grande chance do tempo final só apareceu aos 18, quando Paulinho escapou pela direita e cruzou na medida para Gabriel Silva, que cabeceou à direita da meta rubro-negra. Na sequência da partida, o Vasco ainda chegou duas vezes, uma com Paulinho e outra com Matheus Fortunato, mas não ampliou o marcador.

Escalação do Vasco: Lecce, Paulinho (Gabriel Santos), Lyncon, Kaique e Leandrinho (Oliver); Hermes (Davih), Leozinho (Juan Lucas), Pedro Kallut (André) e Guga Maia (Matheus Fortunato); Victor Diotti (Pedro Amarante) e Gabriel Silva (Breno). Treinador: Silvestre dos Anjos.

Leandrinho ganha dividida do lateral-direito do Flamengo


Pedro Amarante puxa jogada de ataque do Vasco


Guga Maia foi o autor do tento na Colina- Fotos: Paulo Fernandes/Vasco.com.br

 
Fonte: Site oficial

Freio no Atropelo

 

A decisão proferida ontem em segundo grau, suspendendo os efeitos da liminar que tornou inválidos os votos da urna preparada pela oposição para receber cédulas convenientes, restabelece a justiça. A anulação era um tropeço jurídico, na medida em que ignorava a documentação apresentada pelo Vasco comprovando a regularidade de tais sócios. Documentação sequer analisada antes da açodada decisão de primeira instância.
 
É bem verdade que o juízo de primeiro grau está sendo induzido a cometer graves erros, inclusive de cunho processual, por uma manobra golpista conhecida dos vascaínos, que envolve os personagens internos de sempre e parte significativa da mídia, mas que pegou no contrapé a 52a Vara Cível.
 
Crê-se que o restabelecimento parcial da ordem jurídica referente às eleições vascaínas, fazendo com que o tema seja tratado tecnicamente e abafando ouvidos para os que imaginam poder ganhar no grito, começa a remover as manchas que tentaram cravar sobre um pleito limpo, correto e plenamente democrático. 
 
As próximas etapas deste processo demonstrarão inequivocamente que a anulação da urna preparada pela oposição não se configurou apenas num erro, mas em desrespeito e preconceito contra sócios legítimos, causados pela segregação em urna prontamente criminalizada pela imprensa, com auxílio tácito dos próprios mentores da segregação: os derrotados internos. Todos eles podem responder pelos constrangimentos criados contra associados., que devem buscar seus direitos.
 
Apesar da sabotagem que corre no sangue de antigos conhecidos da política rasteira, o Vasco caminhará para frente, seguirá seu processo de reconstrução, permanecerá enfrentando a tudo e a todos para buscar seus objetivos.
 
Em 2017, o clube tem superado a sabotagem, a má vontade da mídia, as arbitragens (36 rodadas sem pênaltis) e até mesmo aqueles que se influenciam pelos percalços fabricados para o nosso tropeço.
 
Mas a própria História do Vasco responde: foi assim desde sempre, durante 120 anos. E continuará a ser, porque o Vasco seguirá superando os obstáculos naturais e os interpostos por quem quer o clube derrotado e destruído.
 
CASACA!

Vasco derrota Madureira e avança para a decisão da Copa Light sub-11

O sub-11 possui a melhor campanha do Campeonato Metropolitano, mas se engana quem pensa que essa é a única competição onde a categoria vem fazendo bonito. Campeão do Festbolin e da Copa Dente de Leite no primeiro semestre, o pré-mirim também está apresentando uma grande performance na Copa Light. Em Xerém, no último fim de semana, o Vasco venceu o Madureira por 1 a 0 e se garantiu na decisão do tradicional torneio.

Dono de nove títulos, sendo o último deles na temporada de 2013, o Gigante da Colina utilizou a Copa Light para dar rodagem aos atletas de primeiro ano (nascidos em 2007) e colocar em ritmo competitivo os jovens de segundo ano (nascidos em 2006) que não estavam atuando com frequência no Metropolitano. Em oito jogos, o Cruzmaltino somou sete vitórias e apenas uma derrota. Foram 19 gols marcados e apenas um sofrido.
– Começamos a Copa Light utilizando os atletas que estão no primeiro ano de categoria e depois os jogadores de último ano que não estavam sendo utilizados com frequência no Metropolitano. O desempenho foi subindo e evoluindo com a sequência da competição. O time está correspondendo bem e chegou na final por merecimento. Alguns garotos que estão se destacando ganharam espaço no grupo do Metropolitano – afirmou o técnico Eduardo Júnior.

A decisão da Copa Light será disputada no próximo fim de semana e o Vasco da Gama terá o Botafogo/Trops como adversário. O objetivo do pré-mirim é subir ao lugar mais alto do pódio para manter vivo o sonho de encerrar a temporada como campeão de todas as competições que disputou. Além da Copa Light e do Metropolitano, o Cruzmaltino está nas quartas de final e na briga pelo título do Torneio Integração sub-10.

Campanha do Vasco da Gama na Copa Light sub-11:

Primeira fase: Vasco da Gama 3 x 0 AA Arraial do Cabo
Primeira fase: Vasco da Gama 0 x 1 Canto do Rio
Primeira fase: Vasco da Gama 5 x 0 AA São Luiz
Primeira fase: Vasco da Gama 6 x 0 AA São Pedro da Aldeia
Segunda fase: Vasco da Gama 1 x 0 Campo Grande
Segunda fase: Vasco da Gama 2 x 0 Boavista
Quartas de final: Vasco da Gama 1 x 0 Sogima
Semifinal: Vasco da Gama 1 x 0 Madureira

 
Fonte: Site oficial

Sub-10 goleia Rio City e se garante nas quartas do Torneio Integração

Dono da melhor campanha do Grupo D na fase de classificação do Torneio Integração sub-10, o Vasco da Gama retornou aos gramados no último sábado (18/11) para medir forças com o Rio City, em partida válida pelas oitavas de final da competição estadual. Composto por jogadores nascidos em 2007, o Pré-Mirim não tomou conhecimento do adversário e venceu com facilidade pelo placar de 5 a 0.

Os gols cruzmaltinos na Vila Olímpica do Mato Alto, em Jacarepaguá (RJ), foram marcados por Pedro Luiz, Caio Joshua, João Victor, Juninho e Enzo. O triunfo foi o quarto consecutivo da equipe de São Januário no Torneio Integração sub-10. O Gigante da Colina já havia superado AB Esportes (3 a 0), Itaboraí (4 a 0) e Americano (WO). Nas quartas de final, o Vasco terá o Boavista como rival. O jogo será no domingo (26), às 13h30.

Campanha do Vasco da Gama no Torneio Integração sub-10:
 
04/11/2017- Primeira fase: Vasco da Gama 3 x 0 AB Esportes
Gols: Filipe Lannes, Rodrigo e Caio Joshua
 
11/11/2017- Primeira fase: Vasco da Gama 4 x 0 Itaboraí 
Gols: Caio Joshua (2), João Victor e Enzo
18/11/2017- Oitavas de final: Vasco da Gama 5 x 0 Rio City
Gols: Pedro Luiz, Caio Joshua, João Victor, Juninho e Enzo
*Vasco enfrentaria o Americano na última rodada da fase de classificação, porém o adversário desistiu do campeonato e os pontos da partida foram dados ao Gigante da Colina pela organização.

26/11/2017- Quartas de final: Vasco da Gama x Boavista- 13h30
 
Fonte: Site oficial

Sub-11 arranca empate do Flamengo na Gávea pelo Metropolitano

Em uma partida bastante movimentada, Vasco e Flamengo empataram na tarde desta segunda-feira (20/11) pelo Campeonato Metropolitano sub-11. Disputado no Estádio da Gávea, o Clássico de Milhões foi válido pela semifinal da importante competição estadual. O Rubro-Negro abriu o placar com Fábio, aos 25 do segundo tempo, mas o Gigante da Colina demonstrou bravura e empatou no minuto final, com Nícollas.

A vaga para a grande final do torneio será decidida no próximo fim de semana, provavelmente no Estádio de São Januário. Equipe de melhor rendimento na fase de classificação, o Gigante da Colina precisa de uma vitória simples para manter vivo o sonho do segundo título consecutivo. Em 13 partidas no Metropolitano, o Cruzmaltino obteve 12 vitórias, um empate e nenhuma derrota.

O JOGO


João Vitor puxa jogada de ataque do Vasco na etapa inicial

Mesmo atuando longe de seus domínios, o Vasco tomou a iniciativa e levou perigo logo aos dois minutos. Rayan Vitor lançou, Paulo Roberto se livrou da marcação e finalizou com perigo. Pouco tempo depois, a dupla voltou a infernizar a defesa flamenguista. Após receber de Rayan, Paulo Roberto escapou pela direita e rolou para trás, de onde o camisa 10 acabou chutando para fora.

O Flamengo cresceu na metade final do primeiro tempo e chegou com bastante perigo através de jogadas pelos flancos, em especial pelo lado direito, com Fábio. Os donos da casa chegaram a acertar a trave cruzmaltina, porém não conseguiram vencer o goleiro Gabriel Caldeira. O Gigante ainda teve uma boa chance na etapa inicial. Paulo Roberto ficou cara a cara com o arqueiro, mas não obteve êxito no arremate.


Matheus Ferreira foi marcado de perto pelos defensores do Flamengo

No segundo tempo, até mesmo por se tratar de uma partida eliminatória, as equipes se tornaram mais precavidas. Raras foram as chances de gols nos 15 primeiros minutos. Com 17, Rayan fez a bola tirar tinta da trave em cobrança de falta. Logo em seguida, aos 19, Rayan deixou Lucas Louback na cara do gol, mas o goleiro do Flamengo saiu nos pés do atacante vascaíno para evitar o tento.

Apostando nos contra-ataques, o Rubro-Negro foi feliz aos 25 minutos. A defesa afastou o perigo depois de uma cobrança de falta vascaína e a bola caiu nos pés de Fábio. O camisa 11 avançou pela direita e tocou na saída de Gabriel, abrindo assim o placar: Flamengo 1 x 0. O Vasco não desistiu, muito pelo contrário, lutou até o fim em busca do gol e foi recompensado no minuto final, quando Caio cobrou falta, Igor cabeceou no travessão e Nícollas aproveitou o rebote: VASCO 1 x 1.

 
Escalação do Vasco: Gabriel Caldeira, Pedro Henrique, Wanyson, Igor e Guilherme (Anderson); Riquelme (Caio), João Vitor (Lucas Louback) e Matheus Ferreira; Rayan Vitor, Kauã Velon (Nícollas) e Paulo Roberto. Treinador: Eduardo Júnior.

Igor e Nícollas comemoram gol de empate no minuto final- Fotos: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br
 
Fonte: Site CRVG

Sub-12 supera Flamengo dentro da Gávea pelo Metropolitano

O Vasco da Gama iniciou com o pé direito a disputa por uma vaga na decisão do Campeonato Metropolitano sub-12. Na tarde desta segunda-feira (20/11), o mirim cruzmaltino venceu o Flamengo por 2 a 0 no primeiro jogo da semifinal da competição estadual. A partida foi disputada no Estádio da Gávea e os gols do Gigante da Colina foram anotados por Gabriel Silva e Pedro Kallut.
 
Com o resultado, o Almirante adquiriu a vantagem de jogar pelo empate no segundo duelo, que será disputado no próximo fim de semana, provavelmente no Estádio de São Januário. A equipe sub-12 é composta por atletas nascidos em 2005 e vem fazendo uma espetacular campanha no Metropolitano. A vitória de hoje foi a 13ª consecutiva no torneio. O Trem-Bala Mirim possui 100% de aproveitamento.

O JOGO

Se um grande time começa por um grande goleiro, o Vasco da Gama está muito bem servido. Embora tenha criado a primeira oportunidade do Clássico dos Milhões com Pedro Kallut, aos sete minutos, o Cruzmaltino contou com uma grande atuação do seu camisa 1, João Lecce, para segurar o ímpeto do Flamengo ao longo de toda a etapa inicial. O Rubro-Negro teve três grandes chances de gol, porém acabou parando em defesas espetaculares do arqueiro vascaíno.

 

Zagueiro Kaique fez mais uma grande partida pelo Vasco

No segundo tempo, porém, o ritmo da partida mudou e o Gigante da Colina passou a tomar a iniciativa. Logo aos quatro minutos, Pedro Amarante avançou pelo meio e fez um lindo lançamento para André. O atacante levantou a cabeça e rolou para a entrada da grande área, onde estava Gabriel Silva. Com um belo arremate de primeira, o camisa 9 inaugurou o placar na Gávea: VASCO 1 x 0.

Se aproveitando do nervosismo do rival, o Almirante ampliou a vantagem pouco tempo depois. Aos oito, Pedro Kallut cobrou falta na direção do gol e a bola passou por todo mundo, inclusive pelo arqueiro do Flamengo, antes de morrer no fundo das redes: VASCO 2 x 0. Na frente do marcador, o Gigante da Colina administrou o resultado e não sofreu sustos no decorrer do duelo.

Escalação do Vasco: João Lecce, Paulinho, Lyncon, Kaique e Leandrinho; Hermes, Leozinho (Juan Lucas), Pedro Kallut e Guga Maia (Pedro Amarante); Victor Diotti (André) e Gabriel Silva. Treinador: Silvestre dos Anjos.


Pedro Kallut faz a festa na casa rubro-negra- Fotos: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br
 
Fonte: Site oficial

Em defesa da matemática

 

Números não mentem!

Esse é o slogan, certo?

Mas como todo slogan, ele não é perfeito, ainda mais quando usado sem a devida cautela.

Certo matemático de uma renomada universidade brasileira, claramente não usou do princípio da precaução num caso recente.

Um erro, que pode ser considerado até ingênuo, foi cometido.

Causado talvez pela ânsia de defender uma tese, talvez pela falta de conhecimento.

Independente do motivo, a coitada da matemática não precisava ser metida nessa confusão e ainda mais desse jeito.

Certa eleição apresentou seu resultado em diferentes urnas. Uma urna continha os votos de determinado período cronológico. As outras continham os demais votos distribuídos de maneira aleatória em relação a cronologia.

Pois bem, dito economista, formulou uma conclusão baseado no fato que a percentagem de votos observada na dita urna especial diverge enormemente da proporção observada nas outras urnas. Chegou-se a dizer que a probabilidade de isso ocorrer seria mais difícil do que ganhar na Mega-Sena.

Quem dera ganhar na Mega-Sena fosse fácil assim!

A verdade é que não se pode inferir matematicamente tal conclusão da comparação de amostras retiradas da mesma população, mas que foram selecionadas de maneiras distintas e sem conhecimento prévio sobre as suas respectivas distribuições de probabilidade. Pior ainda quando a amostra não aleatória, a urna em questão, tem como processo de seleção uma variável altamente correlacionada com a própria decisão de voto.

Deixa eu explicar o motivo disso tudo com um exemplo muito mais claro e próximo do cotidiano dos cariocas.

Suponha que alguém queira encontrar a proporção existente entre as etnias dos moradores da cidade do Rio de Janeiro.

Com esse intuito faz-se o seguinte experimento, cada pessoa moradora de cada bairro do Rio de Janeiro deve colocar na urna do seu bairro um voto que contém a cor da sua pele.

Sendo o número de votos grande o suficiente, ao fim da votação somando-se os votos de todas as urnas da cidade obteremos uma aproximação significativa da proporção de brancos, negros, amarelos, pardos e indígenas da população.

Até aí a estatística é perfeita.

Agora suponha que os moradores dos bairros do Leblon e da Gávea votaram em uma urna separada.

Você como um leitor inteligente já deve entender a que ponto quero chegar.

Os resultados dessa urna são claramente muito diferentes do resultado final. Mas porquê?

Será que todo o estudo sería inválido por causa dos resultados dessa urna?

Teríamos que anular os resultados dessa urna “manipulada” e contabilizar a etnia da população sem esses valores?

É verdade que é mais fácil ganhar na Mega-Sena do que o resultado dessa urna ser verdadeiro?

Que resposta você daria a todas essas perguntas?

Adoraria que ao menos a resposta à última pergunta fosse verdadeira, mas ficar rico da noite pro dia não é tão fácil assim como você já deve saber.

É claro, óbvio, evidente, manifesto que, como uma pessoa inteligente, a resposta que você deu a todas as perguntas acima foi um lindo e sonoro NÃO.

Mas por que os resultados tão diferentes da “urna da zona sul” fazem total sentido nesse caso?

É lógico! Simplesmente porque você está familiarizado com a relação existente entre o lugar de moradia das pessoas de maior poder aquisitivo do Rio de Janeiro e a sua etnia. Em termos estatísticos, essa urna não apresenta a mesma distribuição de probabilidades de votos que as urnas do resto da cidade.

A amostra da população contida nessa urna foi realizada de maneira discricionária através de um critério que apresenta alta correlação com o resultado do voto. Em outras palavras, existe uma alta correlação entre a etnia e o lugar de moradia no Rio de Janeiro, assim como existe entre a condição econômica de um país e o índice de aprovação do governo, ou sobre a inclinação política em um clube de futebol e a cronologia da associação.

Por esse exato motivo, o cálculo realizado pelo matemático é errado por princípio.

A probabilidade da urna em questão ter tamanha diferença de votos em relação às outras urnas pode ser até mesmo muito mais próxima de 100% do que da advogada probabilidade menor do que ganhar na Mega-Sena.

Isso ficou tão claro no exemplo de etnia descrito acima, como também deveria ser em uma análise isenta dos votos da eleição do clube em questão.

A verdade é uma só, é impossível calcular essa probabilidade sem conhecimento da distribuição de probabilidade entre a data de associação e a correspondente inclinação pelo voto em determinados candidatos do clube. Mais importante ainda, esse dado é impossível de ser auferido em eleições de voto secreto.

No fim, se a origem desse erro estatístico vem da falta de conhecimento, é lamentável que tenha sido propagado dessa maneira.

Se o erro foi cometido pela vontade de defender uma tese, é temerário perceber que tais resultados possam ser usados num processo legal sem o devido cuidado.

A única verdade nisso tudo é que o método usado e as conclusões obtidas sofreriam uma rejeição primária em qualquer processo de “peer review” de uma revista conceituada. Na verdade, as conclusões publicadas por veículos de informação de alta circulação justificariam até uma reprovação em cursos de estatística de nível universitário.

Mas voltando ao mais importante, não estou aqui para defender o Júlio, o Eurico, ou o Horta.

Só escrevi esse artigo para defender quem não tem culpa de nada e não pode se defender.

Coitada da Matemática ser difamada assim!

Renato Rodrigues

Currículo:

  • PhD in Electric Power Systems – Universidad Pontifícia Comillas (Madrid, Spain)
    (2010-today)
  • Master in Electric Power Systems – Universidad Pontifícia Comillas (Madrid, Spain)
    (2008-2010)
  • Master in Industrial Economics – Universidade Federal do Rio de Janeiro (RJ, Brasil)
    (2005-2007)
  • Graduated in economics – Universidade Federal do Rio de Janeiro (RJ, Brasil)
    (2000-2005)