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Eleições: a verdade

 

Em respeito à sua grandeza, aos sócios e aos torcedores em geral, o Club de Regatas Vasco da Gama considera indispensáveis alguns esclarecimentos quanto à eleição realizada no último dia 7 de novembro. 

Antes de tudo, cabe lembrar que no referido pleito houve um vencedor: a chapa “Reconstruindo o Vasco”, encabeçada pelo atual presidente, Eurico Miranda. Resultado este devidamente proclamado e registrado em ata conforme determina o estatuto do clube. 

Muito tem se falado sobre a eleição. Consideramos inerente ao processo eleitoral que embates sejam travados e, em alguns casos, os ânimos fiquem exaltados, dentro dos parâmetros da civilidade. Mas tudo tem um limite. 

Não há como negar que a eleição no Vasco da Gama foi realizada da forma mais transparente possível, desde a campanha até o dia de votação, com acompanhamento das partes interessadas e da mídia em geral. 

Mas no decorrer do processo eleitoral, uma manobra expôs associados, colocando alguns interesses acima da reputação de cada um. 

Uma lista com 691 pessoas foi elaborada criteriosamente por um grupo e jogada publicamente. Pais e mães de família, filhos. Todos injustamente suspeitos de ganharem direito a voto sem estar regularmente associados ou sem pagar mensalidade. 

Um equívoco que se evidencia logo de início: alguns nomes dessa lista são sócios benfeitores remidos, que por serem isentos de pagamento jamais poderiam estar irregulares com mensalidades. 

O volume maior de associação entre novembro e dezembro de 2015, como foi dito, deveu-se à suspensão da adesão à categoria de sócio geral no final daquele ano. Em 2016, viria a ser lançado o sócio torcedor. Daí a corrida dos associados. Também é bom ressaltar que, entre esses novos sócios, muitos são parentes e funcionários do clube. Tudo dentro da normalidade. 

Por causa dessa lista, esses sócios – pais, mães e filhos – foram obrigados a votar separadamente sob fiscalização diferenciada. Depois, receberam telefonemas e visitas de jornalistas. Seus nomes, CPFs e endereços foram divulgados na imprensa. Tiveram dados pessoais devassados, embora tramitasse o processo sob segredo de Justiça. 

Essas pessoas foram alvo de calúnias, ofensas e até ameaças. Entre os 691 eleitores da urna 7, 216 deixaram de exercer o direito legítimo ao voto, mesmo sendo a primeira vez em que participariam de um pleito no clube. 

O Club de Regatas do Vasco da Gama lamenta a forma vexatória como esses sócios foram tratados e se solidariza com cada um deles. Nos foros judiciais apropriados, provará que todos eles preencheram suas fichas regularmente, tinham mensalidades em dia lançadas na contabilidade do clube e estavam aptos a votar. 

Como se diz no jargão do esporte que tanto nos orgulha, vamos correr na bola, sem apelos ou faltas desleais. 

Fonte: Site oficial do Vasco

São Januário, time e torcida: o maior trunfo do Vasco está de volta

Embalado com o resultado obtido na última quarta-feira (08/11) diante do Santos, o Vasco da Gama encara o São Paulo neste domingo (12), às 17 horas. A partida é de suma importância para as pretensões do Cruzmaltino, que pode selar seu retorno ao almejado G7 em caso de vitória. Engana-se quem pensa, porém, que o jogo é especial apenas por isso. O duelo contra o Tricolor marcará o reencontro do Almirante com sua torcida em São Januário.

O Gigante da Colina não atua com o apoio dos seguidores no Caldeirão desde o dia 08 de julho, quando encarou o Flamengo, em jogo válido pela 12ª rodada do Brasileirão. Em virtude da punição imposta pelo STJD e do processo eleitoral, o Vasco não pôde contar com seu principal trunfo durante quatro meses ou nove jogos, sendo três em Volta Redonda, três no Maracanã, um no Nilton Santos e dois na Colina Histórica, ambos com portões fechados.

O desempenho vascaíno na competição nacional é classificado como satisfatório, porém os números mostram que poderia ser ainda melhor se as dificuldades mencionadas não tivessem sido encontradas. Nos sete jogos que fez em casa com o apoio de sua torcida, o Almirante conquistou cinco vitórias e sofreu apenas duas derrotas, o que simboliza um aproveitamento de 71,42%, média superior aos demais clubes do Brasileiro.

 
Os prejuízos causados pelas partidas sem torcida e/ou longe do Caldeirão foram enormes. Nos nove jogos que disputou nessas condições, o Gigante da Colina somou cinco empates, duas derrotas e duas vitórias. O aproveitamento deixou de ser o melhor e caiu para 40,74%, superior apenas a média do Atlético Mineiro, considerando as equipes que somam no currículo ao menos um título do torneio nacional.
 
Para se ter uma ideia, caso tivesse um aproveitamento de 60%, o Vasco da Gama teria hoje quatro pontos a mais e a entrada na zona de classificação para a Taça Libertadores de 2018, hoje o principal objetivo do clube, já teria acontecido há algumas rodadas. A situação seria ainda melhor se o Cruzmaltino mantivesse o aproveitamento de 70%. Essa média faria o Almirante ter mais sete pontos no atual momento da competição.

Vasco estava quebrando marca pessoal no Brasileiro com união entre time e torcida

Enquanto estiveram juntos, no Estádio de São Januário, jogando lado a lado, a torcida e o atual elenco vinham estabelecendo um novo recorde para o Vasco da Gama no Campeonato Brasileiro. Desde 2003, quando a competição passou a ser disputada no formato de pontos corridos, o Gigante da Colina jamais havia alcançado um aproveitamento igual ou superior aos 70% atuando dentro de seus domínios.

 
Em 2006, quando brigou até a última rodada por uma vaga na Taça Libertadores, o Cruzmaltino conquistou 56,14% dos pontos que disputou em casa no torneio. Cinco anos depois, em 2011, quando lutou até o fim com o Corinthians pelo título do Brasileiro, o Almirante teve um aproveitamento de 66,70% dentro de seus domínios. O melhor desempenho, porém, foi em 2010, quando o time obteve 68,42%.

Os números conquistados no início do torneio são tão impressionantes que se assemelham ao dos clubes que se sagraram campeões nacionais desde a primeira edição de pontos corridos. Tirando o Corinthians de 2005 e o Fluminense de 2012, todos os outros times que conquistaram o Brasileirão na “era dos pontos corridos” tiveram um aproveitamento igual ou superior aos 70% nas partidas em casa. 


Martín Silva é ovacionado pela torcida durante clássico contra o Fluminense no Caldeirão- Foto: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br

A conquista de uma vaga para a Taça Libertadores sempre foi o objetivo do Vasco no Brasileiro. Para alcançá-lo, o Gigante da Colina sabia que seria essencial ter um excelente desempenho dentro de São Januário, e a campanha cruzmaltina em casa vinha sendo espetacular antes da separação. Agora, nove rodadas depois, o reencontro irá acontecer! Chegou a hora do torcedor voltar à Colina e ajudar o grupo a cumprir a “Missão Liberta 2018”.

Retrospecto do Vasco como mandante no Brasileiro na “Era dos Pontos Corridos”:

2017- 71,42% (jogando em São Januário com o apoio da torcida)
        – 40,74% (jogando fora ou em São Januário com portões fechados)
        – 54,17% (no geral)
2015- 36,84%
2013- 50,87
2012- 54,38%
2011- 66,66%
2010- 68,42%
2008- 54,38%
2007- 63,16%
2006- 56,14%
2005- 61,90%
2004- 47,82%

2003- 56,52%

Retrospecto dos campeões do Brasileirão na “Era dos Pontos Corridos”:

2003 – Cruzeiro- 81,2%
2004 – Santos- 81,2%
2005 – Corinthians- 66,7%
2006 – São Paulo- 80,7%
2007 – São Paulo- 73,7%
2008 – São Paulo- 80,7%
2009 – Flamengo- 71,9%
2010 – Fluminense- 71,9%
2011 – Corinthians- 71,9%
2012 – Fluminense- 66,7%
2013 – Cruzeiro- 78,9%
2014 – Cruzeiro- 82,5%
2015 – Corinthians- 87,7%
2017- Palmeiras- 80,7%
 
Fonte: Site oficial

Loteria

 

Reportagem de hoje do The Globe compara a vitória de Eurico na urna que está sub-judice com uma sorte lotérica. Até um matemático foi contratado para opinar.

Reportagens com fundo leviano não são raras, mas esta esquece de prestar uma informação fundamental: as bolinhas postas no globo lotérico para o sorteio que “contemplou” Eurico foram exclusivamente aquelas que vieram a ser sorteadas.

Melhor explicando: os 691 sócios que votaram naquela urna foram separados em lista exatamente por serem prováveis eleitores de Eurico. E quem os separou não foi Eurico. Foi a Justiça, ao aceitar a ação proposta pelo grupo de oposição do galo corredor. Repetindo:  foi a inicial da ação que determinou aquela lista, acatada pelo juízo, sob uma única alegação: serem prováveis eleitores de Eurico.

Portanto, claro está que a loteria na qual Eurico teve “sorte” foi preparada pela própria oposição, com anuência da Justiça. O resto, trata-se apenas do caráter jornalístico do The Globe, conhecido de todos, vide recente caso William Waack.

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Cadê as Irregularidades?

O Globo publica hoje depoimentos de alguns sócios que votaram na urna em separado determinada pela Justiça nas eleições do dia 7/11. Fica comprovado que não há ali nenhuma irregularidade. Se muito, algum problema cadastral. Veja abaixo:

(clique sobre as imagens para ampliar)

(Reprodução de trechos do Jornal O Globo de 9/11/2017).

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A Reconstrução Continua

 

É com alegria pelo trabalho correto realizado durante a campanha que desejamos a Eurico Miranda um novo mandato de reconstrução e conquistas. Este último mandato de Eurico à frente do clube certamente será aquele que nos recolocará no percurso de tranquilidade financeira do qual jamais deveríamos nos ter desviado. E, reorganizado, o Vasco poderá almejar a retomada dos áureos anos de vitórias, recuperando o patamar esportivo de outrora.

Quanto às acusações e dúvidas surgidas a respeito da urna que recebeu votos em separado, ficou claro que a manobra junto à Justiça foi eleitoreira, desnecessária e preconceituosa. Eleitores de diversas categorias sociais votaram naquela urna. Foram escolhidos a dedo pelo proponente da ação judicial que a determinou para compor a lista em separado. Além disso, cabe destacar que o autor da ação retirou a sua candidatura antes do encerramento do pleito, desrespeitando o próprio Juízo que lhe concedeu ganho de causa, enquanto que aqueles que permaneceram concorrendo celebraram um acordo no dia anterior perante a Justiça concordando com a integralidade da listagem. Se a ação que determinou a discriminação destes votos prosseguir, será facilmente comprovado que se tratam de sócios adimplentes, no caso das categorias pagantes, e sócios com o gozo de seus direitos, no caso das não pagantes.

Esperamos que ao longo deste novo e último mandato de Eurico os vascaínos entendam que o Vasco deve seguir unido, livre do oportunismo e da sabotagem que caracterizaram os últimos três anos, especialmente os últimos meses de corrida eleitoral. O Vasco provou ontem que realiza eleições limpas. O clima pacífico, permeado por fatos pontuais de natural acirramento eleitoral, demonstrou que o clube segue o seu histórico trajeto democrático.

CASACA!