Por: Sarah Borborema
Moça Bonita, Bangu (RJ)
Por: Sarah Borborema
Moça Bonita, Bangu (RJ)
Capitão Alan Cardoso ergue a taça de campeão carioca 2017 – Foto: Carlos Gregório Junior/Vasco.com.br
Por: Sarah Borborema
O JOGO
Desatando Nós – Resposta à Carta de Fernando Horta
Em atenção à carta publicada por veículos de comunicação, intitulada “O Vasco precisa acabar com a ‘Era do Eu’. E iniciar a ‘Era do Nós’, através da qual o Sr. Fernando Horta se licencia do seu cargo de 1º Vice-Presidente Geral do clube, teço os seguintes comentários:
1) É surpreendente e desrespeitoso com a Instituição que um pedido de licenciamento de um Vice-Presidente seja divulgado na imprensa antes de ser encaminhado ao Vasco e a seu Presidente. A carta foi entregue nesta data à Secretaria.
2) Ao contrário do que supõe o Sr. Fernando Horta no título de seu texto, O Vasco já estava mergulhado na “era dos nós” em dezembro de 2014. Percebi isso no dia em que reassumi o clube, embora já vislumbrasse tal realidade. Desde então, diariamente, a cada hora, minuto e segundo, desatamos nós. Nada mais temos feito no Vasco em 3 anos. Espero que não se pretenda revivê-la.
3) Conforme o próprio Sr. Horta admite, a fim de desatar a verdadeira “era dos nós”, infelizmente tivemos a ausência efetiva dele “desde a primeira semana”. Quando o convidei para compor a chapa vitoriosa em 2014, tive a expectativa de que unisse esforços aos que procuraram ajudar nesta tarefa difícil. Suas prioridades pessoais, no entanto, prevaleceram. Foram diversas as ausências em reuniões de Diretoria o que, por certo, o afastou de determinadas decisões. Por outro lado, procurei compreender. Afinal, em outras oportunidades, o Sr. Horta já havia demonstrado a escala de importância de seus interesses.
4) Em determinado trecho de sua nota, o Sr. Horta pontua que permaneceu em São Januário a contragosto durante este mandato. O que sinceramente lamento. Considerando que “desde a primeira semana” a ruptura lhe era clara, tanto sofrimento poderia ser evitado. Para tal, bastava renunciar ao cargo ocupado. Mas, não. O Sr. Horta aqui permaneceu, viajou diversas vezes com a delegação de futebol, demonstrando notável capacidade de dissimulação.
5) O Sr. Horta manifesta o desejo que o Vasco possua um conselho diretor ativo. Esquece que o Vasco tem uma diretoria ativa e participativa. Reuniões semanais foram feitas ao longo desses quase três anos e, como já dissemos anteriormente, as diversas ausências do Sr. Fernando Horta indicavam suas prioridades. Agora, na carta fala em Conselho Diretor. Porém, para implementá-lo, o primeiro passo é que os diretores estejam presentes. Não há conselho diretor sem diretores. Se eles estão viajando ou cuidando de suas vidas pessoais, o conselho diretor é a teoria que os protagonistas da “era dos nós” conceberam entre 2008 e 2014 : CEOs, dirigentes profissionais, conselhos diretores compostos por diretores ausentes, muitas plumas, muitas alegorias e, na hora H, aquilo que se viu: um clube que mergulhou em incertezas, o que poderá voltar a ocorrer caso os despreparados que até aqui se lançaram como postulantes tenham êxito, pois representam a volta daqueles tempos.
6) A fim de desatar a “era dos nós”, muito de responsabilidade com finanças, amor pelo Vasco, respeito por sua História, transparência e modernidade foram praticados por esta gestão. Não fosse assim, não tínhamos chegado aqui, com dívidas solucionadas ou compostas, fortalecimento da base do futebol, renascimento vigoroso do basquete adulto, recuperação a olhos vistos do patrimônio e retomada dos patamares de negociação com parceiros, patamares aqueles negligenciados pelos doutos da “era dos nós”, investimentos sociais como no apoio aos esportes paraolímpicos, dentre diversas outras medidas. Ou seja, como o sr. Horta se oferece como candidato à presidente do clube com uma plataforma que o público em geral desconhecia em suas atividades.
7) Gostaria de reforçar que todos aqueles que estatutariamente estão aptos a concorrer à presidência do Vasco, podem evidentemente fazê-lo. O problema é que se justifiquem através de argumentos falseados, criados para camuflar outras intenções, ou para que sirvam como desculpa para atos, estes sim, opacos. Fica encaminhado ao Presidente do Conselho Deliberativo, conforme rege o Estatuto, o pedido de licença manifestado, ressaltando que este afastamento de agora para diante, na prática, difere pouco daquele ocorrido “desde a primeira semana”.
Por fim, afirmo que o Vasco tem apenas uma chance de sobreviver para, gradativamente, reencontrar os seus caminhos para o futuro, após a deprimente e destrutiva “era dos nós”: responsabilidade financeira, investimento na base, recuperação de suas estruturas. Até que se possa voltar a investir e reinvestir com robustez. Aquele que garantir o desempenho que tivemos nos quase três anos últimos, pode pleitear administrar esta Instituição com alguma possibilidade de sucesso. Até aqui, não é o caso dos que se colocaram como opção.
Rio de Janeiro, 19 de Agosto de 2017
Eurico Miranda
Presidente
A equipe sub-17 do Vasco da Gama entrou em campo na manhã deste sábado (19/08), diante do Botafogo, no gramado do CEFAT, em Várzea das Moças. A partida terminou empatada, por 1 a 1, durante o tempo regulamentar. O gol do Gigante da Colina foi marcado pelo atacante Vinicius. Com a igualdade no placar, o duelo foi para a disputa de pênaltis e o Alvinegro levou a melhor, por 5 a 4.
O sábado (19/08) começou com boas notícias para o Vasco da Gama nos gramados. A equipe sub-15 foi até o CEFAT, em Várzea das Moças, para enfrentar o Botafogo pela Taça Rio da categoria. O empate no tempo regulamentar levou a partida para os pênaltis e, mais uma vez, os meninos da Colina deram conta do recado e garantiram o resultado positivo. Isso porque no último sábado (12), o time também superou o Fluminense nas penalidades.
Diante da pressão, o Gigante não demorou muito para voltar a ter vantagem no placar. Aos 5 minutos, o capitão Alan Cardoso carregou a bola, invadiu a área e mandou para o fundo da rede, na saída do goleiro. Vasco 2 x 1. Mais tarde, aos 11, Evander encontrou uma boa oportunidade de ampliar a vantagem, mas mandou a bola na trave do camisa 1 rubro-negro.
Apesar das investidas dos dois lados, o placar foi mantido até o apito final. O Gigante da Colina deixou o gramado com a impotante vitória, pelo placar de 2 a 1.
Não poderia ter sido melhor o retorno das equipes sub-11 e sub-12 do Vasco da Gama aos gramados. Na manhã deste sábado (12/08), em Manguinhos, as categorias pré-mirim e mirim entraram em campo para enfrentar o Barra da Tijuca pela quinta rodada do Campeonato Metropolitano. Como era esperado, o Cruzmaltino justificou o favoritismo e venceu as duas partidas com extrema facilidade.
Comandado por Eduardo Júnior, o sub-11 foi quem atuou primeiro. O time vascaíno não encontrou facilidade nos minutos iniciais, mas com calma e paciência conseguiu ir para o intervalo vencendo por 3 a 0. Na etapa final, até mesmo pela vantagem construída, o jogo se tornou mais fácil e o Gigante marcou mais três vezes, fechando o placar em 6 a 0. Os gols foram de Nícolas Couto (2), Lucas Louback, João Victor, Paulo Roberto e Kauan Oliveira.
Logo em seguida, o sub-12 mediu forças com o mesmo adversário e também não decepcionou. O grande destaque da partida foi o atacante Gabriel Silva. O jovem confirmou a excelente fase, balançou as redes duas vezes e comandou o triunfo cruzmaltino sobre o Barra da Tijuca por 4 a 1. O lateral-direito Paulinho e o atacante Oliver também empurraram a bola para o fundo do barbante.
Sub-13 e sub-14 se despedem da Taça Guanabara
Se a manhã reservou momentos alegres para o Gigante da Colina nas categorias de base, o mesmo não se pode dizer do turno da tarde. Jogando no Estádio da Gávea, o Vasco da Gama acabou sendo superado pelo Flamengo nas categorias sub-13 e sub-14. Válidas pela semifinal da Taça Guanabara, o primeiro turno do Campeonato Metropolitano, as partidas terminaram com triunfos da equipe Rubro-Negra pelo placares de 5 a 2 e 2 a 1, respectivamente.
O sub-14 fez jogo duro com os donos da casa. Após um primeiro tempo equilibrado, onde o Flamengo aproveitou a única chance que teve para marcar com Thiago aos 34 minutos, o Cruzmaltino foi superior na etapa final. Logo aos quatro, Marlon aproveitou sobra da defesa e empatou. Com Hugo Iglesias, Juan Batata e Marlon, o Vasco criou boas oportunidades, mas não foi eficiente. O mesmo não se pode dizer do rival, que marcou o gol de sua vitória com Diego, aos 28, através de um cobrança de pênalti.
O mirim foi surpreendido pelo avassalador início do Flamengo. Com Victor, seu camisa 10, o Rubro-Negro abriu 2 a 0 no placar em menos de 12 minutos. O Cruzmaltino, por sua vez, não desistiu. Depois de uma série de chances desperdiçadas, a maioria delas defendidas de forma espetacular pelo goleiro rival, o Vasco diminuiu com Andrey, de pênalti, no final do primeiro tempo, e empatou, com o mesmo jogador, no início do segundo tempo. A reação parou por aí, pois Cauan, João e Victor, outra vez, recolocaram o time da Gávea em vantagem.
O JOGO
Atuando longe de seus domínios, o Tricolor adotou a estratégia de apostar nos contra-ataques e acabou sendo feliz na reta final do primeiro tempo e no início da etapa final, quando demonstrou eficiência e abriu 2 a 0 no placar. O Gigante da Colina diminuiu aos 12 minutos, com Élber, que aproveitou rebote de uma finalização de Vinícius, e pressionou na sequência da partida, mas quem voltou a marcar foi novamente o Fluminense, fechando o marcador em 3 a 1.