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Tal e qual

Ano passado, no dia seguinte à tunga de arbitragem sofrida pelo Vasco na partida contra o São Paulo no Morumbi, o jornalista Bruno Voloch surgiu em seu blog no site Yahoo para dizer que mesmo com um pênalti marcado a seu favor o Vasco não havia conseguido vencer o São Paulo. Afirmou ainda que o time cruzmaltino havia sido ajudado pela arbitragem pela marcação da penalidade máxima, embasando sua opinião na crítica ao árbitro feita pelo goleiro do São Paulo no intervalo da partida, quando o atleta afirmara que o pênalti só fora marcado pela reclamação veemente do clube carioca após a partida anterior diante da Chapecoense.

Dias antes, o jornalista havia feito uma conta interessante de “elas por elas” em relação ao referido jogo Vasco x Chapecoense da rodada anterior.

Disse ele que o gol de Rodrigo havia sido feito nas mesmas circunstâncias que o da Chapecoense um pouco antes (segundo sua análise, mal anulado, quando na verdade a falta sobre Luan fora clara). O “elas por elas” se encerrava com a admissão de que não havia sido pênalti o marcado contra a Chapecoense e que o não marcado a favor do Vasco, de fato ocorrera.

Levando-se em conta não ser desprovido de inteligência o leitor, o “elas por elas” não faz sentido algum, uma vez que viu no gol do Vasco e no gol anulado da Chapecoense lances idênticos (embora não tenham sido) e, com isso teria o Vasco dois prejuízos capitais no final do jogo, que o levariam à vitória da mesma forma, caso não ocorressem.

Voloch, na ocasião, acabou deixando a impressão de ter usado o espaço no qual publica seus textos, para, com um jogo de palavras, tornar o “elas por elas”, conveniente enredo do seu texto.

Ele que exatamente a 21/09/2015 dizia estar o Vasco já virtualmente rebaixado, após a vitória contra o Sport na oitava rodada (10 pontos em 12 feitos pelo time cruzmaltino na ocasião), não havia se manifestado em outros garfos sofridos pelo clube, por descuido, talvez.

Uma semana depois da vitória cruzmaltina sobre o Campeão Brasileiro de 1987, tratou os dois gols do Vasco contra o Flamengo como discutíveis. na virada por 2 x 1, diante do rival. O primeiro, após falta clara cometida por Emerson Sheik em Andrezinho, quase que num ato contínuo ao passe feito pelo meia vascaíno na direita e muito bem marcada pelo árbitro Leandro Vuaden. Aliás Emerson Sheik é expert neste tipo de lance, dando uma chegada faltosa e muitas vezes maldosa no adversário, como já havia feito no primeiro tempo em cima de Madson, após a bola já não estar mais em disputa, levando inclusive cartão amarelo no lance. O segundo, depois de uma lambança do lateral Jorge, que cabeceou contra seu próprio braço, escancarado, por sinal, em cobrança de escanteio no ataque do Vasco.

O único lance discutível daquele clássico ocorrera no primeiro tempo, quando Luan chutara uma bola para o gol amortizada pela mão de um rubro-negro em jogada bem entendida pelo árbitro como legal.

Voltando à escrita de Bruno Voloch no dia seguinte ao empate do Vasco contra o tricolor do Morumbi, de fato, o Vasco teve um pênalti marcado contra o São Paulo aos 43 minutos do 1º tempo. Pênalti claro, diferentemente do que analisou Voloch. Quem o cometeu, Matheus Reis, nem era mais para estar em campo, pois fizera duas faltas para amarelo em cima de Madson antes (ambas por trás e marcadas), tendo sido punido em apenas uma com cartão.

Matheus Reis foi tardiamente expulso pelo cometimento do pênalti e o Vasco desceu para o intervalo com 11 atletas contra 10 do adversário e 1 x 1 no placar, após o craque Nenê ter convertido a cobrança.

Começa o segundo tempo e mais um pênalti claro ocorre na área do São Paulo logo aos dois minutos. Julio dos Santos cabeceia para o meio da pequena área, onde Luiz Eduardo, com os braços esticados corta a bola usando-os para isso.

Desta vez, a penalidade não foi marcada, mas apesar do erro da arbitragem, não pontuado por Voloch, o time cruzmaltino marcaria pouco depoois o segundo gol, com Rodrigo, após cobrança de escanteio efetuada pelo craque Nenê.

Depois disso o Vasco perdeu várias oportunidades de ampliar, Rafael Silva cabeceou uma bola na trave, com Rogério Ceni, já batido, e o próprio Rogério fizera várias defesas no decorrer daquele período, bem como outras no primeiro tempo, transformando-se num dos destaques do clássico.

Bruno Voloch via com a vitória do Vasco, mais um passo largo para o que talvez entendesse como desconfortável, diante de um vaticínio pretérito: testemunhar o Vasco de Eurico Miranda, com a reação mais espetacular da história dos Campeonatos Brasileiros, estar cada vez mais próximo de se livrar do descenso.

Não podemos acreditar na cegueira alheia como parâmetro. Claro que ele havia visto a mão na bola de Willians do Cruzeiro dentro da área contra o Vasco, seis rodadas antes e a inacreditável manutenção do zagueiro Bruno Rodrigo em campo com 36 minutos do 1º tempo na mesma partida, após cometer falta por trás em Herrera, quando este avançava para o gol adversário, sendo poupado o zagueiro cruzeirense, por já ter tomado cartão amarelo anteriormente.

Ele também enxergou, muito provavelmente, o pênalti claro de Nino Paraíba sobre Jorge Henrique na partida contra o Avaí, em Santa Catarina, bem como a penalidade mal marcada a favor do time da casa, desperdiçada por Léo Gamalho. No seu blog, entretanto, o jogo passou batido. Algo curioso, afinal uma semana antes ele próprio falara dos dois gols vascaínos, tratando-os como discutíveis, no Clássico dos Milhões.

Outros garfos sofridos pelo Vasco antes ele, por certo, nem mais lembrava, pois a vibrante mudança de atitude do time comandado por Jorginho tomava proporções antes inimagináveis não só para ele, como também para muitos outros jornalistas descrentes até então.

No dia seguinte daquele São Paulo x Vasco, entretanto, expôs de forma mais clara quão confuso estava com a reação cruzmaltina.

O Vasco tomou o gol de empate naquele jogo, em lance no qual Ganso, do São Paulo, fez falta clara em Bruno Gallo, rigorosamente na frente do árbitro, quando o volante vascaíno se posicionava para tentar cortar o cruzamento da direita. O gol ilegal deixou muito límpido outro garfo contra o Vasco naquele campeonato. Era simplesmente o terceiro seguido, em três jogos.

O campeonato seguiu sem que a convicção de muitos prosseguisse intacta com relação à queda do Vasco.

Após o jogo contra o Coritiba na última rodada do returno quedou-se inerte o jornalista. O Vasco foi garfado em Curitiba e o Figueirense, seu adversário direto, favorecido em Santa Catarina. De forma absolutamente clara.

Concluímos ter havido por parte de Bruno Voloch uma grande má vontade com o Vasco no decorrer da reação do clube no Campeonato Brasileiro. Ora, quando abordou o tema arbitragem o fez de forma díspare daquilo que de fato ocorria, rodada a rodada, questionando o que não havia para questionar, deixando de questionar o que era altamente questionável, omitindo-se em vários momentos nos quais o Vasco era francamente prejudicado pelas arbitragens.

Não respondemos a ele na época, mas guardamos seus dizeres e suas omissões.

Eis que dois dias após o claríssimo garfo da arbitragem contra o Vasco em São Januário, na partida contra o Santos, válida pela Copa do Brasil, ele ressurge, tratando a revolta de milhões de vascaínos como “choro”, simbolizado naquilo que o presidente do clube declarou no dia seguinte à partida.

No jogo, o Vasco não teve um pênalti claríssimo a seu favor marcado, aos 15 minutos do primeiro tempo e tomou um gol, o segundo, em lance irregular, no qual, primeiro houve uma falta perigosa para a equipe cruzmaltina não marcada, próxima à área, depois um impedimento no lançamento feito na esquerda e por fim um outro atleta impedido, que evidentemente influenciou no lance, a ponto de Rodrigo, por trás dele, tentar de carrinho impedir que a bola chegasse até o adversário.

De forma infeliz, comparou a reclamação legítima do Vasco com um episódio lamentável, no qual o Flamengo foi beneficiado pela arbitragem, o que o ajudou a ganhar do Botafogo na decisão da Taça Guanabara de 2008, cerca de um ano após já ter também conquistado de forma indevida o Campeonato Carioca de 2007, com a anulação de um gol legal marcado por Dodô no último lance da segunda partida decisiva.

Terá Bruno Voloch escrito algum texto dizendo estar sendo o Flamengo favorecido pela arbitragem no Campeonato Brasileiro de 2016? Não encontramos.

Talvez não seja de seu interesse falar de arbitragem, dependendo da ocasião. Mas o que impressiona é a forma como tocou no tema, errando de forma clara na análise, quando se dispôs a tocar no assunto.

Parece ter sido, entretanto, de seu interesse ridicularizar o Vasco e quem o defende, afinal não há como diminuir a gradação dos prejuízos causados ao Vasco, diante dos inúmeros e continuados erros de arbitragem sofridos pelo clube no ano passado, bem como os vistos na última quarta-feira contra o Santos.

Tornou-se hábito, pelo visto, essa análise superficial, independentemente do quantitativo de vezes nas quais o clube foi ou é lesado, o que é, acima de tudo, lamentável.

Casaca!

Da última vez, deu Vasco

 

Na próxima quarta-feira, o Vasco irá decidir sua sorte na Copa do Brasil diante do Santos, num jogo com garantia de estádio lotado e emoções fortes.

Da última vez que ambas se enfrentaram num confronto decisivo com jogos de ida e volta, deu Vasco, na final do título do Torneio Rio-SP de 1999. Na primeira partida, no Maracanã, vitória cruzmaltina por 3×1. E nova vitória no segundo jogo, dessa vez por 2×1.

Foi uma noite inesquecível para um esquadrão que fez história no futebol brasileiro.

O Vasco podia até perder a final por um gol de diferença, mas foi ao Morumbi, templo do futebol paulista, e derrotou o Santos. No primeiro gol, Zé Maria executou uma venenosa cobrança de falta. A equipe santista empatou com Alessandro e cometeu o erro de ir para a frente. Num contra-ataque mortal, Juninho assinalou o gol da vitória, que premiou  a equipe que naquele momento era a melhor do Brasil e da América.

Recordar é viver!

“Ao Vasco bastava o empate, mas o campeão sul-americano mostrou ontem no Morumbi por que é considerado um dos melhores times do Brasil. Jogou com personalidade, não se assustou com a pressão do Santos e venceu por 2 a 1 com autoridade, conquistando o Rio-São Paulo com justiça. Pelo tricampeonato do torneio (o Vasco fora campeão em 58 e 66), os jogadores ganharam o ótimo prêmio de R$ 50 mil pelo título. Pelo segundo ano consecutivo, o futebol carioca conquistou o torneio: o Botafogo foi o campeão em 1998.

O jogo foi eletrizante como se espera de uma final. O Santos, naturalmente empurrado pela necessidade de fazer pelo menos dois gols, foi à frente. Mas quem esperava um Vasco atrás, em busca do empate que garantiria o título, se enganou. A primeira oportunidade, porém, foi do Santos. Logo aos dois minutos, Jorginho chutou com efeito, da entrada da área, e a bola passou raspando a trave direita. A resposta veio no ataque seguinte. Luizão recebeu na entrada da área e foi derrubado por Claudiomiro. O juiz Cláudio Cerdeira, porém, ignorou a falta.

Cerdeira marcaria, no entanto, uma aos nove, sobre Donizete. Juninho bateu com força e a bola foi na trave de Zetti. Em jogo aberto, logo o Santos estava em cima do Vasco. Aos 19 minutos, Anderson cobrou córner da direita e Claudiomiro cabeceou com grande perigo. Três minutos depois, Alessandro, novamente de cabeça, quase marcou. Do lado de fora, o técnico Leão se desesperava. Com a arbitragem, como de costume, e com Alessandro.

— O Alessandro precisa ir para esquerda e aproveitar o medo que eles estão dele. É preciso inteligência — disse o treinador.

Mas as jogadas não aconteciam. O Santos, aos poucos imprensou o Vasco, porém, não conseguiu criar muitas chances. Tinha o maior volume e não transformava isso em vantagem. Faltava ao Santos exatamente o que sobrava ao Vasco: uma boa estratégia para decidir.

Recuados, os cariocas esperavam o momento de contra-atacar. Ele surgiu aos 42 minutos, quando Juninho lançou Ramon livre. Ramon demorou a chutar e foi desarmado por Marcos Bazílio.

O Vasco já parecia satisfeito com o empate no primeiro tempo quando conseguiu uma inesperada vantagem. Zé Maria cobrou falta do lado esquerdo, a barreira abriu e Zetti foi surpreendido.

— O professor (Leão) pediu para a gente abrir o jogo. Vamos ver se no segundo tempo o obedecemos — disse Alessandro

Ele mesmo se encarregou de cumprir a promessa. Logo aos 30 segundos, Alessandro cortou dois vascaínos, chutou cruzado, empatou o jogo e incendiou o Morumbi. Melhor do que Leão planejara. Era hora de pressionar.

O Santos poderia ter virado o jogo aos seis, mas quando Camanducaia ia chutar, Viola o atrapalhou e bateu de pé direito, fraco, nas mãos de Carlos Germano. Aos 10, o goleiro fez difícil defesa em cruzamento de Alessandro. Muito mais do que no primeiro tempo, o Santos dominava.

O técnico Antônio Lopes percebeu que era hora de tomar uma atitude e pôs Vágner no lugar de Donizete. O titular saiu de cara feia, mas a mudança surtiu efeito. Aos poucos, o controle que o Santos tinha do jogo se transformou em descontrole emocional. Vágner, com seus dribles, irritava os santistas que apelavam mais do que de hábito para as faltas.

Leão cansou de Viola e, quando o substituía por Rodrigão, sofreu o golpe decisivo. Juninho escapou pela direita e deslocou Zetti, aos 29 minutos. Alessandro quase empatou aos 36, mas, mesmo que conseguisse, dificilmente o Santos conseguiria virar o jogo.

O título já tinha um dono. Era do Vasco.”

Jornal O Globo (04/03/1999)

Vasco conquista vitórias contra o Boavista no Metropolitano

Jorge (c) marcou no triunfo do Sub-13- Foto: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br

Gigante da Colina superou o adversário com as equipe sub-11, sub-12, sub-13 e sub-14

O Vasco da Gama fechou o fim de semana com chave de ouro nas categorias de base! Após vencer com suas equipes sub-15, sub-17 e sub-20 no último sábado (17/09), o Gigante da Colina triunfou com os times sub-11, sub-12, sub-13 e sub-14. Realizadas no Centro de Treinamento do Tigres do Brasil, em Xerém, as partidas foram válidas pelo Campeonato Metropolitano. O adversário vascaíno foi o Boavista.

Quem entrou em campo primeiro foi a garotada do sub-13. Campeões da Taça Guanabara, os Meninos da Colina disputaram a segunda partida na Taça Rio e não decepcionaram. Com gols de Miguel e Jorge, o Cruzmaltino derrotou o Boavista por 2 a 1. Com o resultado, o time dirigido pelo treinador Vinícius Almeida ampliou sua invencibilidade no torneio estadual. São 16 partidas, com 15 vitórias e um empate.

Ainda pela manhã, logo na sequência, o sub-14 justificou o favoristimo e bateu o mesmo adversário pelo placar de 3 a 1. A partida, entretanto, não foi fácil. Isso porque o Boavista saiu na frente e terminou a primeira etapa em vantagem no marcador. No segundo tempo, porém, o Vasco impôs o seu ritmo e virou a partida. Arthur Neves balançou as redes duas vezes. O outro tento vascaíno foi marcado por um defensor rival.

O desempenho cruzmaltino foi ainda melhor no turno vespertino. O sub-11 e o sub-12 estrearam com o pé direito no Metropolitano. O pré-mirim superou o Boavista por 6 a 0, com tentos de Gustavo Maia (2), Gabriel, Estrella, Wellington e Oliver. O mirim, por sua vez, sofreu um gol, mas não saiu de campo derrotado, muito pelo contrário, aplicou uma goleada de 6 a 1. Andrey (2), Matheus, Erick, Jhonatan e Bernardo marcaram.

Confira os resultados do Vasco no Metropolitano:

Sub-11 6 x 0 Boavista
Gols: Gustavo Maia (2), Gabriel, Estrella, Wellington e Oliver
Sub-12 6 x 1 Boavista
Gols: Matheus, Andrey Nascimento (2), Erick, Jhonatan e Bernardo
Sub-13 2 x 1 Boavista
Gols: Miguel e Jorge
Sub-14 3 x 1 Boavista
Gols: Arthur Neves (2) e um gol contra

Texto: Carlos Gregório Júnior

Fonte: Site do CR Vasco da Gama

Vasco vence o Flamengo e é campeão no sub-09

 

Os Meninos da Colina seguem honrando as tradições vascaínas. No último sábado (17/09), no CT Ninho das Garças, em Guaratiba, o Vasco fez bonito no Torneio Início do Festbolin. Contando com jogadores nascidos em 2007, o Sub-09 cruzmaltino bateu o Flamengo na decisão e conquistou a competição estadual. O título foi obtido no critério de desempate “número de escanteios”, já que o clássico terminou empatado em 1 a 1 no tempo normal.

O Rubro-Negro, entretanto, não foi o único rival que o Almirante superou ao longo do Torneio Início do Festbolin. A estreia foi contra o Central Sport de Barra do Piraí e o Cruzmaltino venceu por 2 a 0, com dois gols de Anderson Júnio. Na sequência, a equipe de São Januário derrotou o Madureira pelo mesmo placar. Na ocasião, o lateral-direito Leonardo Araújo balançou as redes duas vezes.

Contra o Rio City, na semifinal, o Vasco encontrou dificuldades. Apesar de ter tido um volume de jogo superior ao do adversário, o Gigante da Colina não conseguiu impedir que a partida terminasse empatada sem gols no tempo normal. No critério de desempate “número de escanteios”, o time vascaíno levou a melhor e avançou para a final, onde bateu o Flamengo da mesma forma.

Elenco Campeão: Vitor Henrique, Leonardo Araújo, Filipe Lannes, Kauã Valente, João Victor, Fillipi Ferreira, João Gabriel, Caio Joshua, Filipy do Rosario, Pedro Luiz, Anderson Júnio, Victor Costa, Tiago Marques, Cauã Jonas, Johnny Monteiro, Gabriel Hideki, Lucas Machado, Paulo Manoel, Gabriel Gonçalves, Richard dos Santos, Victor Adriano e Lucas César.

Comissão Técnica Campeã: Cláudio Soares (coordenador), José Roberto Araújo (treinador), Marcus Roberto (auxiliar), Caio César (preparador físico), Rafael Carneiro (treinador de goleiros), Rogério Fonseca (massagista) e Leonardo Santos (roupeiro).

Créditos: Site do CR Vasco da Gama (Texto) Facebook Festbolin (Imagens)

Juniores: Vasco acerta com atacante artilheiro ex-São Paulo

 

O time sub-20 do Vasco não para de se reforçar. Após fechar com o atacante Felipe, ex-Palmeiras, e o meia Yuri Aguiar, do Marília, o clube acertou esta semana a contratação do centroavante Felype Hebert, que vinha defendendo os juniores do São Paulo.

O jogador de 19 anos assinou contrato com o Cruz-Maltino apenas até o dia 31 de janeiro de 2017, ou seja, até o fim da disputa da Copa São Paulo de Juniores. Seu vínculo, porém, poderá ser renovado de acordo com seu desempenho.

Felype foi artilheiro e capitão do São Paulo na Copa Ouro Sub-20 deste ano, marcando cinco gols e ajudando a equipe a conquistar o bicampeonato da competição.

Fonte: Blog do Garone

Comparações

 

Muitas reportagens têm sido veiculadas sobre a presença de público nos jogos do Vasco nesta desinteressante Série B, que o clube só disputa por ter sido garfado em 14 pontos no Campeonato Brasileiro do ano passado (se nos garfassem em “apenas” 11 não teríamos caído).

No Campeonato Carioca deste ano, o Vasco nos jogos em São Januário teve os seguintes públicos pagantes desde a primeira rodada da competição, excluindo clássicos:

31/01 – Vasco 4 x 1 Madureira – Público Pagante: 7.905
10/02 – Vasco 2 x 0 Volta Redonda – Público Pagante: 4.986
25/02 – Vasco 2 x 2 Friburguense – Público Pagante: 2.180
13/03 – Vasco 2 x 0 Bangu – Público Pagante: 3.943
03/04 – Vasco 1 x 1 Volta Redonda – Público Pagante: 4.443
09/04 – Vasco 1 x 0 Madureira – Público Pagante: 4.329
Média de público: 4.631

Se incluirmos os três clássicos realizados em São Januário no estadual a média aumenta ainda mais e chega a 6.205 pagantes por jogo.

Na Série B deste ano, a segundona, o Vasco passeia desde a sua estreia e até por isso relaxou em vários jogos, mas sem que deixasse de ser líder numa rodada sequer. Enquanto havia ainda a manutenção da invencibilidade histórica do clube, iniciada em novembro de 2015 e encerrada sete meses depois, os vascaínos ainda compareciam de forma razoável. Na quarta rodada contra o Bahia, a maior presença de público pagante na competição em jogos realizados no estádio de São Januário: 7.757 torcedores.

Após a derrota para o Atlético-GO em Cariacica foi perceptível o total desinteresse do público numa competição em que quando o Vasco ganha é “obrigação”, quando empata é “resultado ruim” e quando perde é “vexame”.

Exageros à parte, o fato é que após a derrota para o Paysandu (a primeira em São Januário na temporada), jamais o público pagante chegou a 5 mil torcedores em sete oportunidades e nas mais diversas circunstâncias.

Como justificar, por exemplo, a presença de 3.035 pagantes apenas contra o Paraná, em partida válida pela 13ª rodada, quando o Vasco vinha de duas vitórias fora de casa, diante de Londrina e CRB (esta última com direito a golaço olímpico de Andrezinho)? Na ocasião a equipe comandada por Jorginho tinha cinco pontos de frente para o vice-líder e oito para o quinto colocado. O treinador chegou a dizer que contava com a presença de um bom público para o confronto diante da equipe paranista, mas nada levaria mais o torcedor cruzmaltino a frequentar São Januário em jogos da referida competição.

O time começou a cair de produção na Série B, desde a derrota para o Paraná, mostrando clara falta de motivação, e colheu nos últimos 14 jogos do certame 5 vitórias 5 empates e 4 derrotas. Algo desproporcional se consideradas as 12 primeiras partidas, nas quais foram obtidas nove vitórias, um empate e sofridas apenas duas derrotas.

A equipe é a mesma, os adversários não mudaram grande coisa, o Vasco é líder de ponta a ponta, mas o torcedor vê numa conquista de segundona algo sem a menor importância (no que concordamos), mas comprova, por outro lado, quão importante para o clube foi a conquista do Bicampeonato Estadual, ainda mais como este se deu, isto é, de forma invicta, bem como a importância dada à invencibilidade histórica alcançada neste ano.

De fato, a média de público nos 12 jogos realizados em São Januário pela Série B, até agora, alcança apenas 4.312 torcedores.

Nenhuma partida da segundona teve o público pagante da estreia do Vasco diante do Madureira no Estadual, ocasião na qual o ingresso de inteira na arquibancada custou R$50,00 e de inteira na social R$80,00.

Por outro lado, o menor público pagante em São Januário visto no Campeonato Estadual, diante do Friburguense, ocasião na qual atuamos com um time misto, ainda foi maior que duas das 12 partidas jogadas na Série B, no caso contra Vila Nova-GO e Joinville.

Espera-se, e teremos, um ótimo público para o jogo contra o Santos pela Copa do Brasil. Até aqui a média de público na competição é de apenas 3.689 pagantes.

Finalmente um último dado interessante:

No último título carioca invicto conquistado pelo Vasco antes deste, em 1992, quando a equipe composta por Carlos Germano, Luís Carlos Winck, Tinho (Torres), Jorge Luís, Cássio (Eduardo), Leandro Ávila, Luisinho, Carlos Alberto Dias (Geovani), Bismarck (William), Edmundo, Roberto Dinamite (Valdir) atuou 16 vezes em São Januário, disputando em seu campo os seis clássicos contra Botafogo, Flamengo e Fluminense, a média de público foi inferior a obtida no Estadual de 2016. Naquela oportunidade chegou a 5.857 pagantes, enquanto nesta temporada, em 9 jogos, alcançou 6.205 pagantes.

Casaca!

Vasco terá fim de semana movimentado nas categorias de base

Vasco e Botafogo duelam na Colina no sub-17 – Foto: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br

Visando a manutenção do primeiro lugar do Campeonato Brasileiro, o time profissional entra em campo nesta sexta-feira (16/09) para enfrentar o Joinville, mas não será o único que tentará conquistar três pontos para o Vasco neste fim de semana. O Gigante de São Januário entrará em campo também com todas as categorias de sua base. Do sub-11 ao sub-20. Não faltará compromisso para os Meninos da Colina nos próximos dias.

No sábado (16/09), às 09 horas, o sub-15 busca a recuperação na Taça Rio diante do Botafogo. O clássico será disputado em São Januário e o infantil precisa do triunfo para diminuir a diferença para o G4. No momento, o Vasco ocupa a sexta posição e está quatro pontos abaixo do quarto colocado. É importante frisar, entretanto, que os comandados do treinador Bruno Almada possuem uma partida a menos que o último time da zona de classificação.

Outro que duelará com o Alvinegro na Colina será o sub-17. Assim como o sub-15, o juvenil acabou sendo superado na última rodada. O objetivo vascaíno é o mesmo: vencer para se aproximar dos líderes. Atual campeão estadual, o Gigante está na sétima colocação, mas atuou menos que os principais concorrentes na Taça Rio. O quarto colocado Nova Iguaçu, por exemplo, possui 14 pontos em sete jogos. O Cruzmaltino, nove em cinco partidas.

Já classificado para a segunda fase do Torneio Otávio Pinto Guimarães, o sub-20 encerra sua participação na fase inicial contra o Nova Cidade, às 15 horas, na Rua Bariri, em Olaria. Invicto no torneio estadual, a equipe dirigida por Rodney Gonçalves possui uma campanha espetacular (três vitórias e um empate) e entra em campo no sábado (17) precisando apenas de uma igualdade no placar para avançar como primeiro colocado do Grupo C.


Hugo Borges é o artilheiro do sub-20 na temporada- Foto: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br

As categorias iniciais atuam no domingo (18), também a partir das 09 horas, pelo Campeonato Metropolitano. O sub-13 e sub-14 jogam pela manhã no Centro de Treinamento do Tigres do Brasil, em Xerém, contra o Boavista pela Taça Rio. As duas equipes vão em busca da segunda vitória consecutiva no turno final do torneio. O sub-11 e sub-12 estreiam na competição estadual contra o mesmo adversário, no turno da tarde, também em Duque de Caxias.

Confira a agenda das categorias de base do Vasco neste fim de semana:

17/09/2016- 09h00- Sub-15 x Botafogo- São Januário- Taça Rio
17/09/2016- 11h00- Sub-17 x Botafogo- São Januário- Taça Rio
17/09/2016- 15h00- Sub-20 x Nova Cidade- Rua Bariri- Torneio OPG
18/09/2016- 09h00- Sub-13 x Boavista- CT do Tigres- Metropolitano
18/09/2016- 10h30- Sub-14 x Boavista- CT do Tigres- Metropolitano
18/09/2016- 14h30- Sub-12 x Boavista- CT do Tigres- Metropolitano
18/09/2016- 16h00- Sub-11 x Boavista- CT do Tigres- Metropolitano

Texto: Carlos Gregório Júnior

Fonte: Site do CR Vasco da Gama

Vasco goleia Barcelona (RJ) e se classifica no Torneio OPG sub-20

Hugo Borges comandou a goleada- Foto arquivo: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br

O Vasco da Gama deu mais um passo rumo ao heptacampeonato do Torneio Otávio Pinto Guimarães sub-20. Pela quarta rodada, o Gigante da Colina enfrentou o Barcelona (RJ) no Estádio Mané Garrincha, em Magé (RJ). Apresentando um bom futebol, o Cruzmaltino venceu o adversário por 4 a 0 e carimbou seu passaporte para a segunda fase da importante competição estadual.

Mesmo desfalcado do lateral-esquerdo Alan Cardoso (relacionado pelo profissional) e do volante Andrey (suspenso), o time vascaíno não encontrou dificuldades. A equipe dirigida por Rodney Gonçalves dominou as ações ao longo de toda a etapa inicial e pouco foi ameçada. A superioridade do Vasco, entretanto, não foi transformada em gols, pelo menos nos primeiros 45 minutos.

Na etapa final, o poderoso ataque cruzmaltino mostrou sua força e a vantagem foi construída com naturalidade. Quem abriu o placar foi Robinho, após boa jogada pelo flanco direito. Artilheiro do sub-20 na temporada, Hugo Borges justificou a fama de goleador e balançou as redes duas vezes. O derradeiro tento da goleada foi anotado pelo meio-campista Evander, integrante do elenco principal.

Com o resultado, o Vasco chegou aos 10 pontos e se manteve como líder isolado do Grupo C do Torneio OPG sub-20. Ainda resta uma rodada para o término da primeira fase da competição, mas a permanência cruzmaltina na zona de classificação está garantida. Isso porque apenas um dos principais concorrentes, Madureira e Tigres, pode ultrapassar o Gigante da Colina na tabela de classificação.

Escalação do Vasco: Paulinho, Matheus Peixe (Diogo Hereda), Raniel, Lucas Barboza e Lorran; Rafael França (Léo Couto), João Victor, Mateus Vital (Felipe), Evander e Robinho; Hugo Borges.Treinador: Rodney Gonçalves.

Texto: Carlos Gregório Júnior

Fonte: Site do CR Vasco da Gama

O Sentimento Parou?

“Penso que o ódio é um sentimento que só pode existir na ausência da inteligência..”
Tennessee Williams

Venho com muita tristeza acompanhando o fim do futebol como esporte de arte e jogadas geniais, o fim dos craques e o fim dos torcedores verdadeiros, aqueles que realmente colocavam o seu clube acima de tudo, acima de qualquer pessoa, na sua defesa intransigente da sua paixão.

Hoje tudo é profissional, até as torcidas organizadas possuem CNPJ, possuem sites, vendem produtos com a marca do clube, se beneficiam dele.

Particularmente sobre a torcida do meu clube, estou muito decepcionado, confesso, até envergonhado.

Eu que rolei na porrada nas ladeiras da Quinta chegando a cair no Lago em defesa da minha tese que Roberto era melhor que Zico, que Fio era merda perto de Valfrido, que torcia por um clube que mal vencia campeonatos, mas que ainda assim o defendia e não ADMITIA QUE NINGUÉM o colocasse abaixo daquilo que eu imaginava.

Foram muitas suspensões no Gonçalves Dias e depois Gaspar Viana (Hoje Nilo Peçanha) por brigar pelo Vasco. Por que decepcionado e envergonhado?

Desde guri presenciei torcedores do Vasco sendo sacaneados… time de português, manchetes de jornais tiravam sarros (até hoje) de qualquer derrota e nunca, NUNCA ninguém a contestar.

Éramos alguns guris, alguns rapazes isoladamente a defender sua paixão.

Éramos orgulhosos da nossa instituição, afinal, mesmo que não divulgado pela mídia, sabíamos sermos Campeões Sul-americanos, e fomos o primeiro do Rio a conquistar o Brasil e, marcas que sempre alcançamos que registram definitivamente as glórias do Vasco, CAMPEÃO DE TERRA E MAR NO ANO DO TRI. Eu lia isso com orgulho num velho ônibus Mercedes que possuíamos.

E tínhamos ainda SJ, apesar de praticamente fechado à jogos, mas com histórias inenarráveis de glórias esportivas, políticas e sociais.

Nossa torcida era discernida, era informada por aqueles que viram a história ser escrita, era a torcida consciente da verdade, da sua grandeza, da sua história.

No final dos anos 70, a balança começou a pender para um certo lado. Para um lado obscuro, um lado que até então nada de significativo havia ganho, salvo apenas uns “carioquinhas”, muitos com erros graves de arbitragens, outros com jogos em que sentavam em campo para minimizarem placares adversários.

Foi criada nessa época uma tal FAF, liderada por um expoente da comunicação televisiva (adivinhem?), um publicitário monopolizador das notícias e “reclames” divulgados antes das seções de cinema e de um gaiato, dono de cartório, que foi o marionete do Sistema que nos dias de hoje vão conseguindo seus intuitos, muito com a ajuda da NOSSA TORCIDA, isso mesmo, vascaínos, DA NOSSA PRÓPRIA TORCIDA.

Criada a FAF, em dois anos eles foram tri campeões ( 2= tri, assim como 5 = hexa ) e iniciou-se a maior série histórica de títulos que eles tanto se orgulham mas que, injustamente, negam reconhecimento ao principal artífice das vitórias nas quatro linhas, um jogador que sempre atuava de preto, as vezes de amarelo (que coincidência!) e carinhosamente chamado pela mídia de Zé, que mais tarde recebeu um emprego por serviços prestados ao Sistema e ao clube. Nascia a FAF, nascia o contra ponto, nascia o antídoto: EURICO MIRANDA.

Era apenas um assessor, mas o pé na porta da elitista FCF, já sendo transformada em FFERJ mostrou aos cartolas da zona sul que a brisa da beira mar se transformaria num furacão. A FAF conseguia seu projeto inicial, sua saída da administração do clube permitiu vitórias (?) a eles que não se repetiriam nos anos seguintes com a volta do antídoto, amargando dois tri vices campeonatos, e a mídia, o sistema e demais inimigos do Vasco viram uma LOCOMOTIVA invadir os ambientes outrora dominados por almofadinhas.

Foram mais de 20 anos de vitórias expressivas do Vasco, sem ajuda de árbitros, sem macetes em tabelas, apenas mostrando ao seu próprio torcedor que o clube não era o vasquinho, era VASCO DA GAMA (“-Não fiz o Vasco grande, apenas lembrei a ele o quanto era.”).

Um fantástico aporte financeiro, títulos e mais títulos.

Na mesma época, um movimento interno do clube, movidos pela inveja, articulava uma forma de evitar que um nome fosse definitivamente lapidado na história do clube, tal qual Ciro Aranha e José Prestes, homens que peitaram o sistema e em cujas épocas, somadas a de Eurico Miranda, somam os momentos de maiores glórias e conquistas esportivas, sociais e patrimoniais da Instituição Vasco da Gama. Era a inveja nascendo, que mais tarde se transformaria em ódio.

Ao mesmo tempo (coincidência?) o Sistema comprava todos os direitos televisivos de futebol do país e regionalmente fundava um jornal cuja capa já mostrava a cara rubro-negra, cujo editor chefe era um ex setorista do clube pego numa situação, digamos, constrangedora que o faz carregar a fama até os dias de hoje como o “Homem do Caramanchão”, isso dito pelos próprios colegas de imprensa.

Era um jornaleco de meia tigela, mas cujas manchetes enaltecendo as parcas vitórias e denegrindo as nossas, ganhava popularidade.

Mas era em vão. A Locomotiva não saía do trilho. Pouco antes um forra de gaiola, parceiro ferrenho do grupelho nascido pela inveja e transformado em ódio. Além deles vieram mais dois, cujos conteúdos pouco tinha para se ler. Eram mais imagens, pois sabemos que o grau de instrução de lá era bem próximo do zero, e desenhar era preciso.

Veio aquele fatídico jogo do São Caetano, uma luta titânica do clube (leia-se ELE) x sistema e nessa hora, os oportunistas se fizeram presentes. Se juntaram aos inimigos do clube, lutaram contra o mérito de um título cristalino conquistado em campo, deram apoio aqueles que sempre nos denegriram.

A decepção está aí.

A outrora discernida torcida do Vasco mostrou-se tão ignorante quanto a deles, acreditou no que ouviu, rejeitou o que viu, renegou o reconhecimento conquistado em campo e passaram juntos a compor um mosaico de horror, cujas vitórias são meras obrigações ou sem valor e que qualquer infortúnio é vergonha, humilhação.

Da mídia, nada a esperar, isso é antigo, lá no passado um certo radialista era obrigado a transmitir jogo sobre um telhado de galinheiro em dia de chuva, pois suas chacotas ao clube fizeram com que fosse IMPEDIDO de entrar em NOSSO ESTÁDIO.

Mas da nossa “TORCIDA”? Inadmissível ! Como pode um vascaíno torcer contra o seu clube? Como pode um vascaíno nos comparar a um time com conquistas holográficas, com torcida virtual, um clube que tem na sua história frases como ROUBADO É MAIS GOSTOSO ou como dito pelo tal radialista da década de 40, “GANHAR DO VASCO É ÓTIMO, MAS GANHAR ROUBADO É MELHOR AINDA”? Como pode, como eles foram levados a isso? Foi a mídia e sua massificação que fez nossa torcida ter síndrome de cachorro largado?

Não, amigos, quem fez isso foram os PRÓPRIOS VASCAÍNOS que em redes sociais, nas esquinas, nos bares e nos próprios jogos depreciam sua instituição, suas conquistas esportivas, seus ganhos patrimoniais.

Estão ajudando o clube? Estão a serviços de grupos políticos? Não, estão a favor do sistema. Esse ambiente criado por esse grupo de torcedores, que acredito serem profissionais políticos e de arquibancadas “apolíticas” traz ao clube médias de público inferiores a times de torcida e conquistas insignificantes, impedem e boicotam programas de sócios que visam capitalizar o clube, reclamam de qualquer aporte feito no clube, seja por patrocínios ou abnegados sócios ou diretores.

Virão alguns aqui falar que o grupo CASACA são euriquetes, que torcem por Eurico e não pelo Vasco. Evidentemente que não são, mas e daí que fossem? Estariam errados em defender quem defende o clube? Onde estavam esses que hoje odeiam o clube ao ponto de o boicotarem e persegui-lo quando o Vasco (leia-se ELE, quem o defendia) estava sendo atacados por todas as instituições investigativas do país, inclusive a mídia?

Estavam do lado de lá, do lado de quem queria um freio daquela instituição única capaz de parar o sistema. Levavam documentos do clube à PF, MP… mentindo, caluniando. No final a verdade prevaleceu, mas e o clube? Quem ganhou com o denegrimento de sua imagem?

O grupo Casaca! atacou veementemente a administração passada. Estavam errados? Mostravam erros, alguns por ignorâncias, outros visivelmente deliberados, que resultaram num aumento de 400 milhões em dívidas em seis anos, dívidas essas que inviabilizam a montagem de times competitivos que tanto cobram nos dias de hoje. Estavam errados em mostrar o que estava por vir?

Fiz meus filhos vascaínos, fiz outras crianças amarem o Vasco e gostaria muito que meus netos fossem Vasco, mas esses tipo de torcedor está acabando com a base de todo clube, com o esquecimento e diminuição da sua história e a sua própria torcida, que é consequência dessas conquistas.

Uma vez esquecidas, depreciadas, não há do que se orgulhar, não há do que se lembrar, não haverá mais histórias para contar aos “corações infantis da nossa imortalidade”. A futura geração será abduzida pelos interesses financeiros, por conquistas efêmeras, a paixão verdadeira, incondicional, morrerá.

Queria ter sido menos longo… Impossível quando se fala de Vasco, a grandeza é natural.

Deixo aqui um apelo a toda essa raça, digo assim mesmo RAÇA, de raça rubro negra, que por ódio a uma pessoa que se estende agora a um grupo de abnegados que se expõem em defesa da instituição e do modo Vasco de pensar de Eurico Miranda, do Vasco forte, cimeiro, que por esse ódio vem a cada dia diminuindo o clube, suas vitórias, seus atletas e patrimônio: SEJAM VASCO PORRA!!!!! VOLTEM A DISCERNIR, PENSEM VASCO COMO NOSSOS ANTEPASSADOS PENSAVAM, LEMBREM-SE DE COMO SE TORNARAM VASCO!

Não quero mais ser obrigado a “dizer” que “Bovino é pior que molambo”, tenham certeza, dói mais em mim que naqueles que tento atingir numa forma de acordarem para a realidade.

O Vasco esteve em coma, hoje respira, a recuperação virá, se não querem ajudar, não atrapalhem!

A mídia que hoje orienta nossa torcida, é a mesma que inflama a mulambada a invadir um aeroporto.

Discernimento

substantivo masculino

1. capacidade de compreender situações, de separar o certo do errado.
2. capacidade de avaliar as coisas com bom senso e clareza; juízo, tino.

Saudações Vascaínas, verdadeiramente Vascaínas!

O medo é o caminho para o lado negro. O medo leva à raiva, a raiva leva ao ódio, o ódio leva ao sofrimento.
Yoda

José Paz Oliveira – Sócio Proprietário do Club de Regatas Vasco da Gama

Oportunismo de Segunda Divisão

O grupo político comandado (sic) por Julio Brant comemorou os 100 jogos do Vasco na segunda divisão procurando convencer o respeitável publico de que está alheio à marca. Uma visita à história política recente do clube, porém, revela a verdade.

Em 2014, no limiar do processo eleitoral, o grupo político de Brant recorreu à Justiça para manter a acabada gestão de Dinamite no poder. No período de prorrogação, foram assinados diversos acordos tenebrosos. Muitos deles, curiosamente, beneficiam membros do corpo jurídico de tal grupo. Esta sim, autêntica pedalada moral. No dia 10 de novembro de 2014, véspera do pleito, Brant esteve no gabinete do então ainda presidente, a fim de tentar alguma artimanha que lhe prorrogasse ainda mais o mandato, por saber que não tinha chances no dia seguinte.

Mas não só pedaladas morais preenchem o currículo desta distinta organização. Também há certo gosto pelo golpismo. O Vasco está inserido no chamado “Ato Trabalhista”, instrumento através do qual o clube abate suas dívidas trabalhistas sem que suas receitas sejam comprometidas em níveis insustentáveis. Pois o corpo jurídico deste grupo foi responsável por tentativas frustradas no sentido de eliminar o clube do citado instrumento. Como o Vasco, ao contrário do que acreditam Brant e seus asseclas, não é pequeno, manteve-se no Ato.

Também é importante recordar que um dos panos que formam a colcha de retalhos que é a distinta e pitoresca organização comandada (sic) por Brant foi responsável direto pelo “rebobinamento” da dívida com o atleta Romário, quando posou de oposição sendo grupo auxiliar da administração de Dinamite. Uma dívida de 20 milhões, que foi paga até 2008 e tinha sido reduzida para 13 milhões, retornou ao patamar de 20 milhões, na ocasião em que os aventureiros da administração e sua força auxiliar resolveram sumir com o valor devido dos balanços patrimoniais.

Aliás, durante a passagem dessa gente por lá na função auxiliar, quantos balanços deixaram de ser analisados? Quantos orçamentos sequer foram apresentados? Quanto da transparência agora pregada foi solenemente ignorada pela sepulta Cruzada Vascaína, hoje comandada (sic) por Brant?

Portanto, tudo o que acima está mencionado não deixa dúvidas: Brant é Dinamite, Dinamite é Brant; Brant é Olavo, Olavo é Brant; Brant é jornalista, mas diz ser executivo.

O Vasco completou 100 jogos na segunda divisão. Setenta e seis deles diretamente sob a administração dos mentores de Brant e seu pitoresco grupo. Vinte e quatro sob comando da atual administração em 2016, competição disputada pelo Vasco porque a arbitragem da série A de 2015 para lá o arremessou em esquema que beneficiou aos clubes de Santa Catarina – diga-se de passagem, mas também com influência indireta de todos aqueles que contribuíram para levar o clube a uma situação próxima da insolvência. Situação para a qual todos eles, inclusive Brant, seu corpo jurídico e demais comandados (sic) influenciaram decisivamente.

Espera-se que o clube não chegue ao 115° jogo da segunda divisão. O Vasco não voltará a atuar na série B se as ações realizadas forem sustentáveis, como se pretende. Muito se tem trabalhado para isso, sobretudo no saneamento financeiro de uma instituição que foi encontrada arrasada, que precisou passar por literal processo de desinfecção, pois estava tão abandonada que podia ser considerada insalubre nos últimos dias de novembro de 2014. Quem a levou a isso, todos sabem, foram os Brants do passado, que agora se vestem do que não são para ludibriar torcida e quadro social.

O Vasco voltará ao seu patamar natural. No início dos anos 80, quando a administração Calçada o colocou atrás do Bangu, como quarta força do futebol do Rio de Janeiro, o clube retomou seu rumo pelas mãos de Eurico para alçar grandes conquistas posteriores, inclusive 3 brasileiros e uma Libertadores. No final dos anos 90, quando o mesmo Eurico trouxe o parceiro Nations Bank para o Vasco, o clube parecia imbatível em diversas modalidades esportivas, até o momento em que rompeu a parceria por inadimplência contratual do banco. E, mesmo nas dificuldades impostas por campanhas sórdidas, tornou o Fluminense um freguês de caderno, venceu o Botafogo em decisões após 50 anos, tem o segundo maior período de invencibilidade contra o Flamengo da sua História, eliminando-o neste período de 3 competições, é bicampeão estadual, sendo um dos títulos o sexto invicto (marca que nem o Olaria possui), e nos últimos 30 jogos contra clubes de primeira divisão, referentes aos últimos 12 meses, venceu 13, empatou 13 e foi derrotado apenas em 4 oportunidades. “Olarização”?

A Instituição oferece claros sinais de que está em recuperação, seja financeira, moral ou esportiva. O estrago feito pelos Brants do passado e que agora querem se perpetuar nos Brants contemporâneos está sendo devidamente superado. Ditos vascaínos que embarcam em campanhas que têm por intenção apenas denegrir o Vasco, baseadas em retóricas superficiais desenvolvidas por quem não participa e conhece os problemas que nos trouxeram aqui, praticam mero oportunismo. Se marcas desagradáveis da História do Vasco servem de mote ao grupo de Brant, está claro que tipo de gente ali se abriga. E, derradeiramente, se esta mesma gente articula nos bastidores para criar barreiras contra os interesses do Vasco, fica evidente o que efetivamente desejam.

CASACA!