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Vasco perde para o CRB em São Januário

Nenê em ação na partida contra o CRB – Foto: Paulo Fernandes/Vasco.com.br

Pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, o Vasco perdeu para o CRB por 2 a 1, na tarde deste sábado (15/10), em São Januário. Zé Carlos marcou os dois gols da equipe alagoana no final da primeira etapa, e Éderson diminuiu no fim do segundo tempo. Com o resultado, a equipe vascaína permanece na segunda colocação da competição, mas fica a quatro pontos do líder Atlético-GO (58). O próximo jogo dos vascaínos será contra o Paraná, dia 22 de outubro, no Kléber Andrade, em Cariacica (ES).

O JOGO

O primeiro tempo foi de total domínio do Vasco, mas o CRB, em contra-ataques perigosos, surpreendeu o time da casa foi para o intervalo com uma boa vantagem no placar. Até os 20 minutos, o Gigante da Colina bombardeu o time goleano com uma sequência de jogadas bem tramadas. Aos seis, o meia Nenê finalizou de fora da área, a bola desviou e o goleiro Juliano, um dos destaques do adversário, fez bela defesa.

A pressão se manteve e, aos 9 minutos, Éderson apareceu bem pela esquerda e deixou na medida para Rodrigo finalizar com muito perigo por cima. O zagueiro ainda teve mais uma chance pouco depois, mas o goleiro Juliano buscou a defesa. Mesmo com domínio total do Gigante da Collina, o CRB abriu o placar aos 37 minutos. O lateral-direito Marcos Martins cruzou, e o atacante Zé Carlos bateu no cantinho de Martín Silva para inaugurar o marcador.

O time vascaíno foi surpreendido mais uma vez aos 48 minutos. Em contra-ataque veloz, o armador Gerson Magrão disparou pela esquerda, ganhou de Luan e cruzou para Zé Carlos, que de cabeça, marcou o segundo. Vasco 0x2 CRB.

No retorno de Rodrigo, zagueiro teve chances de marcar para o Vasco – Foto: Paulo Fernandes/Vasco.com.br

Na segunda etapa, o panorama se manteve o mesmo do início do primeiro tempo. Apesar da maior posse de bola e domínio de jogo, o CRB continuou mais efetivo e perigoso em seus contra-ataques. Aos quatro minutos, boa trama do Gigante da Colina. Nenê acionou Yago Pikachu, que bateu cruzado para a defesa de Juliano. Pouco tempo depois, foi a vez de Éderson receber com liberdade, mas a zaga desarmou no momento da finalização.

Aos 17 minutos, Zé Carlos recebeu na área do Vasco, ajeitou o corpo, chutou forte e quase marcou o seu terceiro gol na partida. Mesmo com gol de Éderson aos 48 minutos, a equipe vascaína não conseguiu buscar o empate e o jogo terminou com vitória do CRB: 2 a 1.

FICHA TÉCNICA – VASCO 1X2 CRB

Competição: 31ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B
Local: São Januário, Rio
Data: 15 de outubro de 2016
Horário: 16h30 (Horário de Brasília)
Público presente:  5889 / Pagantes: 4865  
Renda: R $131,300,00
Árbitro: Felipe Duarte Varejão (ES)
Assistentes: Vanderson Antonio Zanotti (ES) e Ramires Santos Candido (ES)
Cartão amarelo: Madson (Vasco) / Glaydson, Zé Carlos, Marcos e Gerson Magrão (CRB)
Gols: Éderson (48′ / 2º Tempo) – Vasco / Zé Carlos (37′ e 48′ / 1º Tempo) – CRB
VASCO: Martín Silva; Madson, Luan, Rodrigo e Julio Cesar (Alan Cardoso); Diguinho, Fellype Gabriel (Yago Pikachu), Andrezinho e Nenê; Éderson e Thalles (Junior Dutra). Técnico: Jorginho
CRB: Juliano; Marcos Martins, Adalberto, Gabriel e Peri; Glaydson Almeida, Matheus Galdezani (Roger), Diego e Gerson Magrão; Luidy (Bocão) e Zé Carlos (Neto Baiano). Técnico: Mazola Júnior

Texto: Matheus Alves

Fonte: Site Oficial

Atletismo: Vasco é bicampeão estadual sub-18

 

Que o Vasco não desista do Atletismo!

Classificação:

1) Vasco da Gama – 346 – Bicampeão.
2) 10o CRE – 298
3) Mangueira – 224
4) Ideal Brasil – 173
5) Brasil Vale Ouro – 102

Os Campeões:

Campeonato Estadual de Menores:

1987 – Pavunense FC
1988 – GRESEP Mangueira / CR Vasco da Gama
1989 – GRESEP Mangueira / CR Vasco da Gama
1990 – CR Vasco da Gama / GRESEP Mangueira
1991 – GRESEP Mangueira
1992 – GRESEP Mangueira
1993 – GRESEP Mangueira
1994 – GRESEP Mangueira
1995 – GRESEP Mangueira
1996 – GRESEP Mangueira
1997 – GRESEP Mangueira
1998 – GRESEP Mangueira
1999 – GRESEP Mangueira
2000 – CR Vasco da Gama
2001 – GRESEP Mangueira
2002 – GRESEP Mangueira
2003 – GRESEP Mangueira
2004 – ?
2005 – ?
2006 – ?
2007 – ?
2008 – GRESEP Mangueira
2009 – EM Silveira Sampaio
2010 – EM Silveira Sampaio
2011 – EM Silveira Sampaio
2012 – GRESEP Mangueira
2013 – Instituto Lançar-se para o Futuro
2014 – Brasil Foods
2015 – Brasil Foods / CR Vasco da Gama

Campeonato Estadual Sub-18:

2016 – CR Vasco da Gama

Fonte: Blog Esporte Rio

Juniores: Pela Copa do Brasil, Vasco recebe o Náutico nesta 3ª às 15h em São Januário em busca da virada

Mateus Vital em Pernambuco contra o Náutico

Justificar a alcunha de “Time da Virada” é o grande objetivo da equipe sub-20 do Vasco da Gama na tarde desta terça-feira (04/10). Em São Januário, às 15 horas, o Cruzmaltino recebe o Náutico pelo jogo de volta da primeira fase da Copa do Brasil precisando vencer por um diferença de três gols para se manter na briga pelo título do torneio nacional. Um triunfo por 2 a 0 levará a decisão da vaga para as cobranças de pênaltis. Isso porque o Timbu ganhou por esse placar na partida de ida, realizada em Pernambuco.

O treinador Rodney Gonçalves será obrigado a mexer na equipe em virtude das ausências do volante Andrey e do meio-campista Evander. Os dois atletas não poderão atuar porque foram relacionados por Jorginho para a excursão do profissional pela Região Norte. Denílson, Patrick e João Victor são opções para a vaga do primeiro, enquanto Robinho, Felipe e Vinícius para a do segundo. Artilheiro do sub-20 na temporada, Hugo Borges está confirmado. O mesmo vale para Mateus Vital, outro jogador do elenco júnior com passagem pelo time de cima.

– O Náutico construiu uma boa vantagem no jogo de ida, mas temos plenas condições de reverter esse placar. Jogaremos em São Januário e temos que fazer a valer o nosso mando de campo. Acredito bastante no grupo, está todo mundo confiante e disposto a fazer de tudo para conseguir essa virada. Precisamos impor o nosso ritmo desde o primeiro minuto, mas sem esquecer da defesa, até porque um gol fora de casa conta muito na Copa do Brasil – declarou Mateus Vital, camisa 10 do sub-20.

O Gigante da Colina, diga-se de passagem, enfrentará o Náutico motivado, pois empatou com o Botafogo no último final de semana e se manteve na liderança do Grupo F do Torneio Otávio Pinto Guimarães. Conquistando a classificação na Copa do Brasil, o Vasco terá como adversário nas oitavas de final o São Paulo, atual campeão do torneio nacional. O Tricolor Paulista eliminou o Sampaio Corrêa ainda no jogo de ida com uma vitória por 3 a 1.

Fonte: Site do CR Vasco da Gama

Sub-15 e sub-17 vencem a Portuguesa na Taça Rio

João Laranjeira brilhou na vitória do sub-17 sobre a Portuguesa – Foto: Paulo Fernandes/Vasco.com.br
O Vasco venceu a Portuguesa no sub-15 e sub-17, em jogos válidos pela Taça Rio, na manhã deste sábado (01/10), no CT do Audax, em São João de Meriti. Com gols de Juninho, Ryan Gonzalez, Roger e Vinicius, o Infantil ganhou por 4 a 0. Já o Juvenil teve mais dificuldades, mas garantiu também um bom resultado diante da Lusa: 2 a 1, com gols anotados por João Laranjeira e João Pedro. Com as vitórias, as equipes entraram no G4 da competição e brigam por vagas na semifinal do segundo turno do Campeonato Carioca..

Sub-17 2 x 1 Portuguesa

Escalação do Vasco: Alexander, Cayo Tenorio, Leonan, Gabriel Norões e Rodrigo Coutinho; João Bernardo (Somália), Nathan (Nicolas) Alexandre (João Laranjeira) e Marrony (João Pedro); Pedro Bezerra (Élber) e Breno (Pedro). Treinador: Marcus Alexandre.
 
Gols: João Laranjeira e João Pedro.
Sub-15 4 x 0 Portuguesa
Escalação do Sub-15: Lucão, Gabriel Saulo (Paulo Edson), Vitor Lariú, Marcelo Germano e Pedrinho (Gabriel Cunha); Juninho, Bruno Gomes e Roger (João Pedro); Gabriel Pec (Patrick); Ryan Gonzalez (Elian) e Vinicius. Treinador: Bruno Almada.
Gols: Juninho, Ryan Gonzalez, Roger e Vinicius.
Texto: Carlos Gregório Júnior e Matheus Alves
Fonte: Site do CR Vasco da Gama

MUV Kids

A celeridade em tentar justificar a bobagem feita por um garoto do seu grupo levou o tal de “Sempre Vasco”, que lidera a oposição do clube, sem contestação alguma de seus pares, a redigir nota na qual tenta se explicar pelo ato irresponsável do menino, sem sucesso.

O Vasco é constituído de 300 conselheiros, entre eleitos e natos. Por que razão será que nenhum deles jamais havia feito (por essa condição) representação contra a atuação de um árbitro qualquer junto ao STJD?

Por um motivo óbvio. Não há legitimidade para isso apenas pelo título de conselheiro obtido.

Quando se vê um rapaz tomando esse tipo de atitude, uma emissora por trás dando a maior força, sabedora da ilegitimidade do autor (diferentemente da assessoria jurídica da oposição, que jamais até aqui manifestou-se contrária à ação de seu novel líder, demonstrando raro desconhecimento da legislação esportiva), nos vemos claramente diante de uma tentativa banal de criação daquilo que conhecemos como factoide.

A brincadeirinha pode fazer com que se chame a atenção para o protagonista e há várias formas de manifestação outras também chamativas. Depende da criatividade de cada um. Poderia, entretanto, a figura não oportunizar a que uma análise prévia da procuradoria do STJD se desse antes da apresentação de argumentação do clube sobre o episódio, lembrando que o Vasco vai a julgamento, teve dois atletas seus expulsos, objetos atirados no gramado e se manifestou no dia seguinte ao jogo, considerando ser a punição do árbitro cabível pela atitude do apitador no jogo contra o Santos, realizado em São Januário.

Há um rito a ser seguido no tribunal esportivo, há auditores a serem convencidos de teses e a forma como o Vasco irá agir depende de estratégias de ação e obviamente de nenhuma interferência externa que induza os próprios auditores a seguir um determinado caminho, explicitado pela procuradoria do STJD, que não se furtou a entrar no mérito da questão, diante do espaço dado para isso pelo opositor ao clube.

Desde o início do século XXI um grupo abreviado a uma sigla, com sede de poder e atos inconsequentes, contrários inclusive à instituição, utilizava-se deles para aparecer na mídia e se fazer notar. Qualquer semelhança não é mera coincidência.

Casaca!

Clique abaixo para ver o parecer da Procuradoria de Justiça Desportiva:

stjd

É Penta!

Semana passada o site eletrônico Extra, vinculado ao Globo, no intuito de desmotivar o torcedor do Vasco a comparecer na partida contra o Santos, válida pela Copa do Brasil, que se realizaria na quarta-feira, publicou matéria na qual falava da dificuldade de o clube reverter um resultado negativo, obtido no jogo de ida, ao longo da história da competição.

O mesmo site perdeu uma ótima oportunidade de fazer uma matéria mais ampla e detalhada sobre os prejuízos de arbitragem ocorridos contra o Vasco ao longo da história na Copa do Brasil, como também não os considerou, especificamente os do jogo de quarta-feira passada, ponto fundamental para que o Santos levasse a vaga, mesmo diante dos absurdos vistos em São Januário protagonizados pela arbitragem naquela data.

Não vimos, entretanto, qualquer matéria alusiva ao rubro-negro no início desta semana, que lembrasse não ter o clube do “roubado é mais gostoso” passado das oitavas-de-final da Copa Sul-Americana em nenhuma das quatro vezes anteriores que a disputara, nos anos de 2003, 2004, 2009 e 2011.

O fato é que se o Flamengo é o Bangu da Libertadores, contando com um único título fabricado (wright?), na Copa Sul-Americana é o Bonsucesso, contabilizando a “invejável” marca de 4 vitórias, 4 empates e 6 derrotas.

O Vasco permanece sendo o único clube do estado do Rio de Janeiro a ter dois títulos sul-americanos principais (1948 (INVICTO)/1998), tendo sido a conquista de 1948 reconhecida em 1996, com status de Libertadores (vide a participação do Vasco na Supercopa Libertadores de 1997), é também o último clube do estado a ter conquistado uma competição Sul-Americana oficial, a Copa Mercosul de 2000, possui um título Intercontinental (Invicto), disputado em 1953 (do qual o Flamengo não pôde participar pela pífia campanha no principal torneio do Brasil daquele ano até ali) e, não custa lembrar, permanece sendo o único clube do Rio de Janeiro a ter disputado dois Mundiais Interclubes Oficiais, em 1951 e 2000, contra ZERO do resto.

Para os penta eliminados, deixamos aqui nossas Saudações HEXAS (1924, 1945, 1947, 1949, 1992, 2016).

Casaca!

Evidências do Papel da Imprensa no Futebol Brasileiro

Dois fatos ocorridos recentemente devem fazer com que reflitamos a respeito do papel absolutamente decisivo da imprensa esportiva, inclusive em condutas de partidas (abstraindo). Em ambos, aprendizados importantes para o próximo ano do Vasco: ano eleitoral e de volta à primeira divisão, enquanto a política de recuperação financeira permanecerá, comprometendo ainda investimentos mais profundos no time de futebol.

Domingo, 18 de setembro de 2016. A Portuguesa de Desportos cai para a quarta divisão do futebol brasileiro. A queda é apoteótica e vertiginosa. Entre 2013 e 2016 foram 3 quedas, algo raro no mundo do futebol. A imprensa evita retratar como deveria. Precisa esconder a origem. Talvez prefira que a Portuguesa feche as portas, suma do mapa, desapareça para sempre.

Mas ela ainda está aí. Agora na quarta divisão. E com ela, o fantasma de 2013. Na ocasião, o Ministério Público de São Paulo chegou a apresentar denúncia que tinha como escopo o suborno recebido por dirigentes da equipe paulista. Há quem receba suborno, mas para estes existirem, precisa existir quem suborne. Os fortes indícios fazem com que se suponha que alguém comprou a vaga da Portuguesa na primeira divisão, que escalou um atleta irregular desnecessariamente, na última rodada, perdendo pontos que a levaram à segunda divisão de 2014. O beneficiário direto: Flamengo. Em resumo: se a Portuguesa não coloca em campo depois de 75 minutos de uma partida que não lhe valia nada um atleta irregular, o Flamengo cairia.

O caso foi abafado pelo descaso da mídia. O Ministério Público recolheu-se. E o arquivamento se deu em dezembro do ano passado. Evidências recentes levam a crer que qualquer alegação técnica, por mais substancial que seja, só prospera com vontade política, leia-se interesse popular, leia-se participação da mídia. Sob o silêncio quase integral da mídia, ou sob o desinteresse por parte dela em fazer o alarde necessário diante de um caso tão emblemático, a questão, sem solução, desapareceu de vez do noticiário.

Porém, chega-se a 2016 e o fantasma ainda perambula. Todos eles, que permaneceram em silêncio sepulcral, sonham com o desaparecimento da Lusa. Mas esta queda vertical com gravidade quadruplicada é indiscreta e ilumina o que insistem em manter nas sombras.

A instituição Portuguesa de Desportos está condenada por seus atos. Pois, por mais silêncio que a mídia tenha feito para não alardear a opinião pública, o mercado se conversa. Quem patrocina um clube que se vê envolvido em situação tão polêmica? Quem abre linha de crédito para um clube com este histórico? As consequências são inúmeras, afinal trata-se de um caso sem solução, sem razão, sem motivo, mas, por tudo isso, sem perdão.

Perdoar a Portuguesa está atrelado intrinsecamente na condenação do agente externo, que a fez pecar, pois contido no perdão dos torcedores de todo o país, por décadas a fio simpáticos à Lusa e a suas tradições, está a sede pela verdade, nua e crua.

E quanto à imprensa? Nos programas esportivos de TV, repletos de arautos da moralidade, o entusiasmo para investigar a fundo algo tão sugestivo e incrivelmente coincidente não se fez notar na época. Nem foram capazes de voltar, tais programas, ao caso agora, quando a destruição de um clube tradicional cumpriu mais um estágio.

Quarta-feira, dia 21 de setembro de 2016. Vasco x Santos em São Januário. O Vasco precisa vencer por diferença de 2 ou 3 gols, a depender de quantos gols o Santos marque. Leva um gol com 11 minutos. Ocorre uma sequência incrível do que se marca como penalidade máxima há anos, sob recomendações da FIFA, sem que o time tenha uma sequer anotada a seu favor. Um deles, então, aos 15 minutos, é pênalti sem que seja necessária qualquer recomendação. Aos 24 minutos, empata o jogo. Antes dos 25 do segundo tempo, faz 2 × 1. Os prognósticos da mídia começam a correr riscos. O Vasco pressiona. Perde um gol incrível. O jogo é aberto. Até que, faltando mais de 10 minutos com descontos para o encerramento, o árbitro vê uma falta a favor do Vasco. Chega a curvar o corpo para anotá-la. E desiste. No contra-ataque, depois de mais 2 impedimentos no mesmo lance, o Santos empata a partida.

Como não há punição para árbitro, o sujeito imagina que tudo vale. Como ele será esquecido antes de voltar ao Rio de Janeiro para comandar um jogo, o sujeito crê que passará sem ser notado. Como a “punição” que sofrerá poderá ser o prêmio de apitar o clássico da próxima rodada, o sujeito pensa que não há limites para impor reveses. Mas o que mais motiva a arbitragem a agir desta forma está em outro patamar. É o silêncio da mídia, é a chacota contra quem protesta, é a minimização dos prejuízos causados nas linhas de jornal e, lógico, nos programas esportivos repletos de arautos da moralidade. Que não se pense que a mídia age assim com todos os clubes. A depender do envolvido, há pressão antes de o jogo ocorrer. Todos sabem quem são os preferidos. A priori, os que recebem mais da TV, que são mais exibidos nela e que por conseqüência recebem os melhores patrocínios e por isso podem contratar jogadores mais caros.

Um exemplo aqui apresentado por estes dias oferece a exata noção da distinção: o Flamengo fez reclamação prévia quanto ao árbitro do seu jogo diante do Cruzeiro. A questão foi tratada como notícia. O Vasco queixou-se a respeito do desastre já causado pela arbitragem do jogo com o Santos. A imprensa afirma que foi choro.

Eis, portanto, os elementos para as lições a serem aprendidas com vistas a 2017. O Vasco luta por um tricampeonato estadual, volta à primeira divisão. Como o desejo da mídia é readequar as noites de verão ocorridas entre 2008 e 2014, ou seja, o Vasco comandado por curiosos e despreparados e como 2017 é ano eleitoral no clube (o que desperta curioso interesse especial da mídia, imagina-se o motivo), não se surpreendam se arbitragens como a de Vasco x Santos, ou aquelas que frearam a reação no Brasileiro de 2015 beneficiando clubes de Santa Catarina, voltarem a ocorrer. Sob o silêncio, a complacência e a chacota dos profissionais de imprensa com tendência rubro-negra. Ou de qualquer outra cor, desde que a conduta preserve seus lugares nas bancadas ilibadas das noites de domingo. Sim, na hora de se projetar a pontuação para as competições do ano que vem, que se preveja o que vão nos tomar com o carimbo “válido” que a imprensa esportiva distribui àqueles pelos quais desfruta de pouca simpatia, enquanto preserva aqueles a quem prefere proteger, seja por laços comerciais ou afetivos.

Casaca!

Douglas Luiz acerta renovação de seu contrato com o Vasco

Douglas Luiz, uma das joias da base do Vasco, atualmente titular do meio campo cruzmaltino, assinou hoje com o clube a renovação de seu contrato, que vai se estender até 31/12/2019.

Douglas é uma das joias da geração 1998. Defendendo a camisa do Vasco foi Campeão Carioca Sub 15 em 2013 e Campeão Carioca Sub 17 em 2015 (sem que o Vasco tenha perdido um clássico sequer na campanha do título).

O atleta é titular da equipe comandada por Jorginho há exatas sete partidas e já mostrou que tem potencial para crescer muito mais ainda no decorrer dos próximos anos.

Casaca!

Evander marca duas vezes e sub-20 vence Itaboraí pelo OPG

Evander brilhou contra o Itaboraí – Foto: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br

Nem mesmo a chuva foi capaz de parar a equipe sub-20 do Vasco no Torneio Otávio Pinto Guimarães. Jogando no Estádio Alzirão, em Itaboraí, o Gigante da Colina bateu os donos da casa por 2 a 0 e chegou ao seu segundo triunfo consecutivo na segunda fase do torneio estadual. Os gols da vitória deste domingo (25/09) foram marcados pelo meio-campista Evander, no segundo tempo.

Com o resultado, o Cruzmaltino chegou ao seis pontos e se manteve na liderança do Grupo F. Invicto no Torneio OPG, o Vasco volta suas atenções agora para outro campeonato. Na próxima quarta-feira (28), às 15 horas, o sub-20 estreia na Copa do Brasil contra o Náutico, no Recife. Pela competição estadual, o próximo compromisso será no sábado (01/10), no mesmo horário, contra o Botafogo.

O JOGO
A etapa inicial foi marcada por muito equilíbrio. O Vasco até tomou a iniciativa, usando a velocidade do seu lado direito, composto por Matheus Peixe e Felipe, mas foi o Itaboraí que mais levou perigo nos 20 primeiros minutos. A equipe da casa assustou a meta do goleiro Paulinho através de cruzamentos para a grande área. O Almirante começou a criar oportunidades após a parada técnica. Aos 22 minutos, João Victor recebeu de Evander e chutou por cima do gol.

Mateus Vital teve mais uma atuação segura com a camisa do Vasco
Quatro minutos depois, Evander também arriscou. O meio-campista arrematou para fora após passe de Felipe. A grande chance do primeiro tempo, porém, só foi criada pelo Cruzmaltino nos minutos finais. Aos 42, Matheus Peixe serviu Felipe e o viu bater forte na direção do gol. A bola só não balançou as redes devido a uma grande intervenção do goleiro adversário. O camisa 1, inclusive, evitou que Hugo Borges abrisse o placar pouco tempo antes ao fazer uma defesa arrojada em seus pés.
A forte chuva que caiu no intervalo dificultou, mas não impediu o Vasco de crescer de rendimento na etapa final. Logo aos dois minutos, Matheus Peixe evoluiu pela direita e cruzou na direção de Felipe, que cabeceou para fora. Em seguida, Lorran cobrou falta na barreira e no rebote Evander finalizou rente ao travessão. O Itaboraí ensaiou uma pressão, novamente através das bolas paradas. O goleiro Paulinho, entretanto, não foi tão acionado.

Lorran vai no alto para afastar perigo da defesa cruzmaltina
No momentos finais da partida, o Gigante da Colina se lançou ao ataque em busca da vitória. Hugo Borges tentou pelo menos duas vezes, assim como Mateus Vital, mas o gol só saiu aos 36 minutos. Na ocasião, Evander lançou Matheus Peixe e correu para grande área para receber um cruzamento perfeito e testar para o fundo do barbante: VASCO 1 x 0. Pouco tempo depois, aos 40, Evander voltou a aparecer. O camisa 7 cobrou falta da intermediária e colocou a bola na gaveta, decretando assim o triunfo cruzmaltino: VASCO 2 x 0.
 
Escalação do Vasco: Paulinho, Matheus Peixe, Mayck (Átila), Lucas Barboza e Lorran; Léo Couto, João Victor, Mateus Vital, Evander e Felipe (Vinícius); Hugo Borges (Rafael França). Treinador: Rodney Gonçalves.

Matheus Peixe fez cruzamento perfeito para o 1º gol – Foto: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br

Texto: Carlos Gregório Jr

Fonte: Site do CR Vasco da Gama