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Esclarecimento do Vasco nas palavras do presidente Eurico Miranda

O Club de Regatas Vasco da Gama vem a público manifestar o repúdio à matéria publicada, na data de ontem (21/07/2016), pela ESPN Brasil, na qual o referido veículo de comunicação vinculou ao goleiro Martin Silva a cobrança judicial proposta pela empresa AT 2000 Sociedad Anónima, passando adiante a tecer os seguintes esclarecimentos como meio de restabelecimento da verdade:

De início, revela esclarecer que o atleta Martin Silva não detém nenhuma relação com a referida empresa, assim como o Clube também não possui nenhuma pendência junto ao mesmo, inclusive no que tange a direitos de imagem, pertencentes a empresa estranha à AT 2000 Sociedad Anónima.

A suposta dívida cobrada judicialmente pela AT 2000, Sociedade Anônima sediada no Paraguai, presidida pelo ex-presidente do Olímpia, Sr. Marcelo Recanate, e, portanto, estranha ao atleta Martin Silva, teria sido constituída quando da contratação do atleta e seria relativa a supostos direitos de imagem que teriam sido cedidos à referida empresa, cuja cessão se desconhece e se apresenta um tanto quanto curiosa e que será objeto de contestação na época oportuna, diante da suspeita que paira sobre a mesma.

Caso a ESPN Brasil desejasse, poderia obter estas informações junto ao clube ou ao próprio atleta. Açodadamente, preferiu a informação pela metade. E informação pela metade, não é informação, é versão. Versão não apurada quase sempre determina equívoco. E equívocos podem ter ou não segundas intenções.

O Vasco segue rígido processo de recuperação de suas finanças. O panorama é delicado, mas estamos enfrentando-o com competência. Desejos obscuros no sentido de plantar fatos que inventem crises não nos desviarão do foco mantido até aqui e que perdurará pelos anos desta administração.

Ao nosso atleta manifestamos nosso apoio e reiteramos a plena confiança no compromisso com esta instituição.

Club de Regatas Vasco da Gama

Eurico Miranda

Presidente

Fonte: Site Oficial do Club de Regatas Vasco da Gama

Seguimos invictos

Ao longo dos últimos oito meses e 13 dias os clubes da Série A permanecem sem conseguir qualquer vitória sobre o Vasco.

Em meio às tungas contra o Vasco no Brasileirão do ano passado começou a invencibilidade vascaína na partida diante do Palmeiras, fora de casa a 08/11/2015. O alviverde paulista seria o Campeão da Copa do Brasil e é hoje o atual líder da competição, mas não foi páreo para o Gigante da Colina na ocasião, perdendo por 2 x 0, com direito a um golaço de Nenê, o segundo da equipe, após passe de Rafael Silva, autor do primeiro tento cruzmaltino na partida.

Na sequência o Vasco enfrentaria o virtual Campeão Brasileiro de 2015, Corínthians, ficaria com um a menos no início da segunda etapa, abriria o marcador com Julio Cesar, após receber passe de Nenê, e por pouco não saiu com a vitória apesar da desvantagem numérica em campo. Final: 1 x 1.

Na rodada seguinte, diante do Joinville, um golaço de Nenê e outro, de oportunismo, assinalado por Riascos, levaram o Vasco a uma vitória de 2 x 1, embora o adversário tenha descontado e pressionado pelo empate já no fim da partida.

Contra o Santos, temporal, campo alagado, atletas entrando em campo passando em meio à torcida e a seu calor, jogo iniciado mais de uma hora após o horário previsto e vitória por 1 x 0 em São Januário, gol de Nenê em cobrança de pênalti, sofrido por ele próprio na tentativa do goleiro adversário em atingi-lo dentro da área.

Na última rodada, a derradeira tunga contra o Vasco em Curitiba, diante da equipe coxa branca. O pênalti escandaloso não marcado sobre Nenê aos 4 minutos da segunda etapa, no mesmo minuto em que o Figueirense assinalava um gol irregular – que seria o da vitória e da classificação – jogando em casa contra o papai do Flamengo é o resumo do ocorrido na competição em desfavor do Vasco e a favor de clubes catarinenses.

Com o Vasco arremessado à segunda divisão, tendo lhe sido tomados 14 pontos no certame por intermédio das arbitragens diante de Internacional-RS (casa), Sport (fora), Atlético-MG (casa), Cruzeiro (fora), Avaí (fora), Chapecoense (casa), São Paulo (fora) e Coritiba (fora), sem contar outras tungas, que não impediram vitórias nem impediriam derrotas, por certo os rivais cariocas tinham em mente um caminho tranquilo para bater no adversário, que os pusera no devido lugar no ano de 2015.

Muito provavelmente o Vasco não teria como segurar Luan, Andrezinho, Nenê, diante das propostas que surgiam. Mesmo sob contrato especulava-se sobre a saída de vários atletas. O time seria todo desmontado…

Não foi só ledo engano dos oponentes como desconhecimento total de que o clube mudara completamente, a partir de sua direção e a forma de direcioná-lo.

E assim o Vasco renovou ou prorrogou os contratos de Martin Silva, Madson, Luan, Julio Cesar, Diguinho, Andrezinho, Evander e Nenê. Trouxe apenas Yago Pikachu (contrato de três anos) e Marcelo Mattos, enquanto Jorginho confiava na recuperação de Riascos e Thales. Rodrigo, capitão da equipe, renovara durante o Brasileiro de 2015 por três anos e Éder Luís aceitara uma redução de seu salário com aumento do tempo de vínculo com o clube por dois anos, método utilizado pela direção cruzmaltina com vários atletas desde o início de 2015, diante do valor exorbitante de salários pagos pelo Vasco a uma diversidade de jogadores com contratos longos e incertezas sobre seus aproveitamentos ou não, casos de Nei, Sandro Silva, Montoya, entre outros.

Já no primeiro clássico, o Vasco atuaria sem Luan, que seria substituído por Jomar, mas caberia a Rafael Vaz, outro reserva, após entrar no lugar do próprio Jomar, aos 34 minutos da etapa final, assinalar o gol da vitória em chute de esquerda, após falta cobrada por Nenê e toque de cabeça efetuado por Rodrigo para o lado direito da área. A partida já estava no período dos acréscimos e pela primeira vez na história do clássico Vasco x Flamengo, o gol da vitória vascaína surgiu após o tempo regulamentar. Um triunfo emblemático, pois além do ineditismo descrito também celebrava a volta de clássicos realizados no estádio de São Januário, após 11 anos.

O segundo adversário seria o Botafogo, ainda na primeira fase do Estadual. Com Riascos marcando, após assistência de Éder Luís e Nenê carimbando a trave aos 39 minutos do segundo tempo, esperava-se mais uma vitória vascaína, mas um gol surpreendente do adversário aos 41 frustrou a torcida, embora se mantivesse o Gigante da Colina invicto na competição.

Já na Taça Guanabara, novo confronto diante do Botafogo e com um toque genial protagonizado por Nenê seguido de uma perfeita conclusão com a perna esquerda do centroavante Thales, o Vasco, ainda no primeiro tempo, abriu vantagem no placar, mantido até o fim do clássico: 1 x 0.

Na rodada seguinte, em Brasília, o adversário seria o time da Gávea, a esta altura já incomodado com a sequência invicta de sete jogos sem vencer seu algoz.

Foi uma partida recheada de erros de arbitragem contra o Vasco, tais como a não marcação de um pênalti sobre Thales, além da complacência do árbitro com Guerrero e Márcio Araújo, deixando de expulsar ambos.

Além disso, testemunhamos uma péssima cobertura do jornal televisivo, “Globo Esporte”, que conseguiu absolver Guerrero, tentou vilanizar Rodrigo, e ainda achou um pênalti a favor do Flamengo em lance de bola parada no qual 10 atletas de ambas as equipes cometiam infrações simultâneas.

Mesmo com o apito contra si e tendo saído atrás no marcador aos 33 minutos da segunda etapa, o Vasco conseguiu o empate com Riascos, após córner cobrado por Nenê, e manteve o placar até o fim. Encerrado o espetáculo a gozação ao adversário foi torturante: “hoje sim, hoje sim, hoje não…”. Seguia a equipe comandada por Jorginho e Zinho invicta no Campeonato Carioca.

No último jogo da Taça Guanabara o adversário seria o tricolor das Laranjeiras. Só a vitória daria o título da taça ao Vasco.

Era a nona decisão do time de São Januário contra o Flu na era Eurico (o Vasco vencera até ali todas), mas a primeira na qual a vantagem de poder até empatar pertencia ao adversário.

No campo, após um primeiro tempo equilibrado, o Vasco teve em Éder Luís, substituto de Julio dos Santos, uma figura de destaque no período final. Foi dele a assistência para o gol do carrasco Riascos e o ponteiro carimbou ainda a trave em belo chute de fora da área. O time cruzmaltino teve ainda Jorge Henrique improvisado de zagueiro, Martin Silva heroico no finzinho e o senso coletivo imperando até o apito final. Com isso veio o erguimento da Taça Guanabara para o clube, 13 anos depois da última conquista em 2003.

Nas semifinais do Campeonato Carioca o adversário era pela terceira vez no ano o Flamengo. A vantagem do empate era desta vez cruzmaltina e a partida fora marcada para Manaus, mesmo local de Vasco x Fluminense na semana anterior.

Logo na entrada em campo o papelão rubro-negro se fez presente, com direito a abandono das crianças flamengas em nome da “ideia de jerico” capitaneada por Wallace, capitão rubro-negro, mas oriunda da direção flamenga: fincar a bandeira no gramado demarcando território. Diria o presidente Eurico Miranda após o jogo: “quem demarca território e não cumpre é cachorro”.

No campo sobrou inteligência ao Vasco, faltou capacidade do outro lado. Brilhou novamente Riascos nos dois gols vascaínos, participando do complemento das jogadas Andrezinho, no primeiro tento cruzmaltino, e o “becão” Wallace, que viraria “boi de piranha” da história muito mal contada daquela bandeira, símbolo da arrogância e desespero de um clube eternamente incomodado com o Vasco.

Chegávamos à final e o adversário, tal qual no ano anterior, era o segundo melhor do Rio, Botafogo.

Na primeira partida a vitória vascaína com um gol de oportunismo marcado por Jorge Henrique, após cruzamento de Nenê. O Vasco ficava a um empate do bicampeonato e também a um empate do hexacampeonato carioca invicto (1924/45/47/49/92/2016).

No domingo, 08 de maio, seis meses após o início de sua invencibilidade contra o Palmeiras, pelo Brasileiro, o alvinegro saiu na frente, mas Rafael Vaz, após falta cobrada por Nenê, marcou o gol do título cruzmaltino, recuperando-se da falha cometida no tento alvinegro. Elas por elas, 1 x 1 foi o placar final. Vasco campeão e invencibilidade mantida.

Como é público e notório, arremessado à segunda divisão que foi por conta das arbitragens, o Vasco ficou um tempinho sem enfrentar times de Série A, mas na semana passada atuou diante do Santinha em São Januário.

A equipe pernambucana chegou com seis reservas e terminou o jogo com três deles em campo, foi sensivelmente ajudada pela arbitragem, que além de não dar um pênalti claríssimo para o Vasco, ainda a favoreceu em vários outros lances nos quais errou, sem cometer qualquer deslize que desfavorecesse o time visitante no decorrer da partida. O placar final de 1 x 1 frustrou os vascaínos e trouxe esperança à turma do contra de uma eliminação precoce do clube na Copa do Brasil, tal qual aconteceu com o freguês da Gávea e pode ainda ocorrer com seu papai diante do bravo Ypiranga gaúcho.

Na última quarta-feira, finalmente, chegamos ao décimo quinto jogo invicto contra equipes da Série A, entre 2015 e 2016. Sem Nenê, seu principal atleta, sem Luan, único jogador de clubes do Rio de Janeiro convocado para a Seleção Olímpica nacional e ainda sem uma definição da posição de titular, ocupada anteriormente por Julio dos Santos e hoje sem um “dono” certo, o Vasco voltou a enfrentar o Santinha, desta vez em Recife.

O clube local fez promoção de ingressos para atrair torcedores, desta vez o número de reservas caiu para cinco e chegou a apenas três logo após o intervalo, o treinador declarou ser importante a manutenção na Copa do Brasil, pelas imperiosas viagens longas a serem feitas, caso o time tricolor caísse na competição nacional e fosse imediatamente posto na Copa Sul-Americana (passando do rival Sport na primeira fase), mas não deu mesmo para segurar o Vasco de Andrezinho, Pikachu e Jorge Henrique.

Após um primeiro tempo muito estudado por parte das duas equipes, o Bicampeão Carioca matou o adversário na segunda etapa. Abriu 2 x 0, “deixou” o Santa descontar, matou o jogo já nos acréscimos e tomou um golzinho no fim da peleja, absolutamente irrelevante para o destino da partida.

Com isso estamos classificados para as oitavas-de-final da Copa do Brasil. Os times que disputaram a Taça Libertadores da América, mais Inter (quinto colocado no Brasileiro do ano passado) e Cruzeiro também garantiram a vaga, enquanto Botafogo, Fluminense e Santos empataram todos no primeiro confronto, contra clubes de Série C e D, além do Bragantino, na zona de rebaixamento da B.

A única ausência entre os 12 maiores clubes do país na Copa do Brasil já garantida é daquele que não teve confiança em si para superar a fortaleza adversária e ficou pelo caminho, após perder fora de casa e na casa do Volta Redonda ainda na segunda fase do certame.

Como disse Riascos, em outras palavras, recentemente, felicidade, teu nome é Vasco!

Casaca!

ESPN, suas informações, retificações e a verdade

A ESPN Brasil publicizou agora há pouco em seu sítio eletrônico notícia sobre a ação da empresa AT 2000 Sociedad Anonima contra o Club de Regatas Vasco da Gama.

Em sua primeira versão, a matéria, que traz uma fotografia do Goleiro Martin Silva atrelando-o à notícia, afirmou que o Camisa 1 Cruz-maltino teria acionado o Vasco na Justiça por direitos de imagem na ordem de R$ 1 milhão de reais.

Minutos após um post do atleta nas mídias sociais desmentindo o fato, a ESPN retificou a manchete lançando-a sob o seguinte título: “Por R$ 1 milhão atrasado por ídolo Martin Silva, empresa vai à Justiça contra o Vasco”.

Muito embora tenha havido a retificação da manchete a partir da pronta elucidação do atleta, a ESPN não o fez de maneira eficaz, porquanto o novo título continua passar a falsa percepção ao leitor de que o Martin Silva seria Credor do Vasco, o que definitivamente não é verdade. No corpo da matéria não se vê qualquer preocupação também em deixar isso claro.

O crédito cobrado pela referida empresa, presidida pelo Sr. Marcelo Recanate, também presidente do Olímpia à ocasião, foi supostamente constituído quando da contratação do atleta Martin Silva e seria oriunda de um suposto contrato de licenciamento de uso de imagem, segundo o qual a empresa do então Presidente do Clube Paraguaio seria a detentora de tais direitos e, nesta qualidade, passaria a cedê-los ao Vasco mediante determinada remuneração.

Martin Silva, portanto, não é autor da ação judicial a ele vinculada e tampouco credor do Vasco, sendo certo que todas as obrigações de natureza trabalhista e/ou cíveis legalmente constituídas entre as partes estão rigorosamente em dia, não fazendo sentido o atrelamento do jogador, notadamente quando a ESPN deixa de citar que a AT 2000 também cobra o Vasco por débito de igual natureza oriundo da contratação, na mesma ocasião, do atleta Lorenzo Eduardo Aranda.

Apresenta-se bastante curioso que o cerne da matéria tenha sido a conexão (desconexa) da dívida com o atleta Martin Silva, enquanto nos deparamos com uma dívida em favor de uma empresa ligada ao mandatário maior da agremiação desportiva que, segundo as matérias da época, teria liberado os atletas contratados sem compensação financeira.

Expondo o goleiro e ídolo da torcida vascaína Martin Silva, sem que este fosse procurado para dar qualquer informação a respeito da ação proposta pela AT 2000 Sociedade Anônima contra o Vasco, por algo na visão do clube indevido e que só beneficiaria à própria empresa, a fonte noticiadora não buscou se aprofundar para saber do que se trata essa cobrança, de qual tempo é, quem teria acertado essa situação e com que objetivo.

O Vasco caloteiro, irresponsável e que quando podia não pagava uma dívida qualquer por se referir ao passado não existe mais. E é bom que se diga, também não existia até junho de 2008, desde o início do século, vide inúmeros acordos feitos e cumpridos até ali.

O clube foi assumido em dezembro de 2014 sem certidões positivas com efeito de negativas, com dois meses de salários atrasados, com 100 milhões de dívidas de curto prazo lhe sendo cobradas, sem crédito e sem grandes perspectivas, a não ser a esperança do vascaíno de que com a volta da responsabilidade e de ações nessa linha voltasse efetivamente o clube a ser respeitado institucionalmente, como hoje é.

De lá para cá não são poucos os atletas que – contratados pela gestão anterior e não pagos por ela – foram devidamente ressarcidos pela atual, seja através de acordos (cumpridos até hoje) ou de pagamentos integrais, como foi narrado pelo clube, sem muito interesse de reverberação por parte da ESPN, referente à satisfação, recentemente, do débito com o Benfica, na ordem de 12 milhões de reais, concernente à compra de Éder Luís no ano de 2010.

No caso em voga é óbvio que o Vasco entende não ser devido o valor que cobra a empresa, pois se entendesse o contrário o teria feito, assim como o clube considera não ser devido qualquer valor à “Ingresso Fácil”, razão pela qual vai contestar a ação no devido prazo legal, citada esta última demanda aqui por ter virado notícia ontem na mesma mídia.

Apreendam o ensinamento dado pelo jornalista Eliakim Araújo, falecido recentemente e que deixou para a eternidade um texto seu em defesa do Vasco e contra os que da sua classe menos fazem jornalismo e mais utilizam espaços de mídia para perseguir ou denegrir o clube, desinformar ou mesmo tentar conduzir seus torcedores a conclusões precipitadas acerca dos fatos.

Com uma pequena modificação à frase final daquele magnífico texto, dizemos:

Por favor, senhores, menos inflexão e mais razão.

Casaca!

Tradução livre

El mítico estadio que se ha quedado sin Juegos

São Januário, campo del Vasco da Gama, historia viva del deporte brasileño, estaba programado en un principio como la sede del Rugby 7, pero finalmente sus vecinos se han quedado sin la competición.

Los Juegos Olímpicos de 2016 acabaron, para el estadio del Vasco da Gama, en noviembre de 2012. Enterradas quedaron las orgullosas palabras de su presidente en las que anunciaba que el Vasco sería el único club particular en recibir los Juegos Olímpicos en Brasil. Hoy todo el mundo sabe que no será así.

El estadio São Januário y su mito han visto pasar a través de su ventana, con impotencia, el Mundial de 1950, los Panamericanos del 2007, la Copa Confederaciones de 2013 y la Copa del Mundo de 2014. Seguramente sea injusto, teniendo en cuenta que se trata de uno de los lugares por los que ha caminado, paso a paso, la historia de Brasil, pero la historia también se escribe así.

Los flashes prometían cambiar el rumbo de la leyenda y proporcionaban toda la solemnidad merecida a la firma del gran acuerdo, el 20 de julio de 2010, que uniría a São Janúario con el Rugby durante esta era olímpica y, en realidad, para toda la eternidad. Agarraron el bolígrafo, y el poder, Roberto Dinamite, mito del Vasco da Gama y por aquel entonces presidente del club, y Carlos Arthur Nuzman, presidente del Comité Olímpico Brasileño. Había tiempo suficiente por delante para preparar el estadio. El COI y la Federación Internacional de Rugby llevarían la batuta para que este proyecto fuera un éxito. El Niteroi Rugby, principal club del estado de Río de Janeiro, hizo allí algún entrenamiento para probar las instalaciones y el estado del césped. Todos era felices. El máximo mandatario del club, el que más.

Roberto Dinamite es el jugador que más goles ha marcado en São Januário –divive fama con Romário, que anotó allí el gol 1.000 de su carrera y le hicieron una estatua–. Dinamite cantó 184 dianas en una carrera que se dilató dos décadas, entre 1971 y 1992. Nadie más que él se merecía vivir aquel momento. Era todo demasiado perfecto.

La memoria de São Januário comienza a fallar, de tanto tiempo que ha pasado. La edad no perdona. El Vasco da Gama fue, en la década de los 20, ese club de la periferia creado por comerciantes portugueses que de pronto plantó cara a la burguesía carioca –Fluminense, Botafogo y Flamengo–.

Les ganó el campeonato carioca de 1923 con jugadores negros, analfabetos y trabajadores de la clase baja. La élite del futbol local les quiso aislar, promoviendo un nuevo campeonato en el que solo podrían participar si expulsaban a esos jugadores “de profesión dudosa”. El Vasco se negó y luchó por sus derechos. Luego les colocaron la traba de la obligatoriedad de contar con estadio propio para disputar este nuevo campeonato. El Vasco, por aquel entonces, jugaba en el campo de Andaraí, de prestado. Así que se puso manos a la obra para llevar a cabo, casi con total seguridad, el primer gran crowdfunding del deporte brasileño. Entre sus aficionados recaudaron dinero primero para comprar un terreno en el barrio de São Cristovão, y después para alcanzar la cantidad suficiente para afrontar la construcción. En menos de un año ya tenían listo el estadio más grande de Suramérica, que ahora está protegido como patrimonio histórico nacional.

INAUGURACIÓN

La inauguración tuvo lugar el 21 de abril de 1927. Fue en un Vasco-Santos, obviando, como mandaba la actualidad, a sus rivales cariocas. Un año más tarde se estrenaron con igual solemnidad los focos, y ya se podía jugar también de noche. Vasco ganó 1-0 a Montevideo Wanderers con un gol directo desde el córner. Gol Olímpico. Cómo son las cosas. Tan popular llegó a ser el fervor por el equipo que, una de las favelas colindantes, tomó por nombre Barreira do Vasco.

Por allí, además del deporte, también pasó la política. Getúlio Vargas, dictador en su primera época, más tarde presidente electo, lo tomó como lugar predilecto para sus discursos. Uno de los más importantes, en el recuerdo de la sociedad brasileña, fue el anuncio y firma en 1943 de las leyes laborales, muchas de las cuales siguen vigentes en Brasil.

Por allí pasó unas cuantas veces la selección brasileña y por allí fueron cayendo títulos, alegrías y tristezas, hasta llegar a una de las noches más grandiosas: la final de la Copa Libertadores de 1998 que le ganaron a Barcelona de Guayaquil ­–tras eliminar en octavos a Cruzeiro, en cuartos a Grêmio y en semifinales a River Plate–. Era el Vasco de Juninho Pernambucano, que disputaría la Intercontinental contra el Real Madrid ese mismo año –gol de Raúl, el aguanís–.

Pero el tiempo pasaba y los cimientos se resentían. Estaba claro que São Januário, a pesar de contar en sus anexos con prestigiosas instalaciones polideportivas, no entraba en los patrones y estándares de algunos organismos oficiales, por ejemplo la FIFA. Por eso llevar allí partidos de la Copa Confederaciones o la Copa del Mundo no se le pasó por la cabeza a nadie en su sano juicio. Su poca capacidad –llegó a ser de 40.000 pero actualmente apenas recibe 21.000 espectadores, mucho para el año de su inauguración, muy poco para ahora–, accesos, infraestructura interna, falta de asientos en sectores de la grada, entre otras cosas, imposibilitan citas de semejante índole. Uno de los actuales vicepresidentes del club, Marco Antônio Monteiro, en palabras para EL ESPAÑOL, asume la falta de condiciones pero lanza un venenoso mensaje a la directiva anterior, la de Roberto Dinamite. “Vasco no recibió ninguna propuesta para organizar nada en aquellas ocasiones, y, de todos modos, no cederíamos el estadio sin contrapartidas, como hicieron durante la Copa del Mundo en la gestión anterior”. Se refiere Monteiro al uso de São Januário para entrenamientos durante la Copa Confederaciones de 2013 y el Mundial de 2014.

Adecuar el estadio para los partidos de Rugby 7 del torneo olímpico era un objetivo más humilde, asumible y realista, y no parecía ninguna osadía. Pero como nada en la vida ha sido fácil para Vasco, pronto comenzaron los rumores en la prensa local de que las exigencias económicas del COI eran demasiado complicadas para afrontarlas tan rápidamente. Las informaciones no cuadraban porque, según el club, el Banco Nacional de Desarrollo (BNDES) había definido la financiación del 60% de la reforma –una simple modernización de las instalaciones, no una trasformación integral–, y el restante se repartiría entre inversores y patrocinadores, tras una licitación programada para 2013, mediante la cual los vencedores podrían explotar sus marcas en el estadio.

El 1 de noviembre de 2012, a traición, llegó el comunicado que nadie deseaba, y se confirmó la mala noticia. El Comité Olímpico Internacional hacía oficial su resolución. “El Comité Organizador, el COI y la Federación Internacional de Rugby están totalmente empeñados en garantizar una competición de rugby excepcional en los Juegos Olímpicos de 2016. El estadio de São Januário fue identificado como la potencial instalación para el rugby. Esa posibilidad estaba sujeta al cumplimiento de ciertas exigencias. El Club de Regatas Vasco da Gama fue instado, el 9 de abril de 2012, a enviar, hasta el 31 de octubre de 2012, el proyecto completo y todas las garantías, incluyendo las financieras, referentes a la cesión de estadio en las condiciones exigidas por el COI y la Federación Internacional de Rugby para el evento. Por no haber recibido la documentación solicitada en la fecha estipulada, Rio 2016 promoverá ahora una reevaluación de los planes operacionales del estadio João Havelange […]”.

La primera idea del COI tras descartar São Januário fue llevar el rugby al Estadio Olímpico, aunque ese plan B también se descartó. Tal y como puntualiza el vicepresidente Monteiro: “La opción del Comité fue finalmente construir instalaciones nuevas, en lugar de promover mejoras en otras ya existentes”. Efectivamente, el plan C que al final se desarrolló fue la construcción de un estadio desmontable en el Complejo Deportivo de Deodoro, ese nuevo barrio olímpico que está ahora mismo cercado por la corrupción.

Tras dos años y medio de sueños y esperanzas, el Vasco da Gama se quedó con el molde, y con una estructura de categorías inferiores de rugby creada para la ocasión aprovechando el tirón, y los aficionados se quedaron con las ganas de un verdadero legado para este deporte en la ciudad. Un estadio desmontable, que pasará al olvido instantáneamente, no era su idea de futuro, desde luego.

Así que la vida sigue igual en el viejo São Januário. Para los vecinos de São Cristóvão y la Barreira do Vasco, los Juegos Olímpicos pasaron como los americanos en Bienvenido Mr. Marshall. Eso sí, quizá los vascaínos den gracias a Dios viendo los supuestos casos de malversación de dinero público en Deodoro, por no haber visto manchada el alma de su querido estadio. Quizás den gracias a Dios por no haberse visto invadidos por constructoras sin escrúpulos y en la mano de multinacionales ajenas a su biografía, redactada con el esfuerzo de todos aquellos a los que le dolía la camiseta hace casi un siglo.

Fonte: Site El Español

Depoimento de Cristovão Borges evidencia o que era o Vasco na gestão MUV/Amarela

Em entrevista concedida ao site UOL, Cristovão Borges deixou em algumas frases o carimbo da marca MUV/Amarela sobre o Vasco.

Vamos a frases ditas por ele durante a matéria.

“Tivemos que não nos concentrar por condições econômicas, para o clube não aumentar a dívida.”

Em 2012, ano no qual haveria debandada completa de atletas do time no final da temporada a equipe deixou de se concentrar em várias oportunidades. Sim, o Vasco não tinha crédito na praça nem mesmo para se hospedar em hotéis.

“Trabalhamos com quase três meses de salários atrasados, quando ia completar o terceiro o clube pagava um.”

Era essa a lógica do Vasco na época. Ter um time caro, dar calote nos clubes que o venderam ou emprestaram, nos empresários, e pagar os atletas de três em três meses. Deu no que deu. Ao final da temporada debandaram Fernando Prass, Jonas, Nilton, Juninho, Alecsandro, entre outros. O Vasco então iniciou 2013 devendo a todos, um custo operacional enorme, dívidas maiores e o estouro de tudo pela inadimplência quanto ao pagamento de impostos.

A conta é paga desde dezembro de 2014 e nunca mais se ouviu falar em tais situações no Vasco.

(Sobre Juninho) “Minha relação com ele é muito boa, mas ele às vezes…eu o vejo trabalhando, comentando, e conheço ele bem, convivi por um ano. Ele acha uma necessidade de opinar sobre tudo e acaba se atrapalhando um pouco. ”

Pois é…

Casaca!

Elogios à garotada

O Vasco atuou neste sábado com seu time reserva e em várias posições com os reservas dos reservas, mas mostrou-se forte porque provou ter uma base forte.

Jomar fez uma belíssima partida, sendo fundamental em vários momentos difíceis vividos pela defesa cruzmaltina.

Alan estreou com personalidade, foi envolvido em algumas jogadas por seu setor, mas apoiou com desprendimento, mostrando habilidade e conhecer muito bem a posição.

Andrey entrou na primeira etapa e atuou de forma muito mais solta que na partida contra o Remo, válida pela Copa do Brasil.

Mateus Vital, ou Mateus Pet, ou Mateus, não importa, entrou com mais liberdade para atuar no campo adversário e organizou algumas boas jogadas. Parece mais amadurecido que no início da temporada.

Evander fez sua melhor partida nos profissionais do Vasco até aqui, participou do gol vascaíno e de outras tramas ofensivas do time. Evidenciou ter personalidade e confiança no seu próprio jogo.

Caio Monteiro lutava muito na primeira etapa. O atacante tem entrado bem em alguns jogos e já é uma das opções de Jorginho para partidas nas quais o Vasco precise se mostrar mais contundente em campo. Infelizmente se machucou ainda no primeiro tempo, o que não desmerece sua luta na cancha até ali.

Thales ontem correu muito, lutou entre os zagueiros, cavou faltas com inteligência, em uma ou outra sofrida teve o adversário advertido com cartão amarelo, soube prender a bola, esteve perto de marcar um belo tento na primeira etapa, participou do lance de gol marcado pelo Vasco, nos minutos finais teve uma grande oportunidade de definir o jogo, perdeu a passada, muito provavelmente pelo cansaço, mas serviu Andrey, que, sem goleiro, arrematou para fora, e na última bola do jogo serviu Alan em condições de marcar, embora o lateral não tenha conseguido completar a jogada. Perdeu um gol após cobrança de escanteio, em lance no qual se atrapalhou com Rafael Marques e meio no susto mandou para fora. Thales tem demonstrado querer mais, tem tentado apagar o pífio ano de 2015 e precisa do apoio da torcida para isso, pois pode produzir muito mais para a equipe. Potencial não lhe falta.

Ficou a sensação de que se o Vasco tivesse ousado e posto em campo Kadu Fernandes (que nem viajou) ou Lucas Barboza na zaga, talvez não tivesse tomado o gol de empate quase no fim, mas o treinador Jorginho merece elogios, assim como os atletas que atuaram, pois confiou neles e demonstrou com atitude o que um comandante deve fazer fora de campo, quando escala comandados para a luta.

O gol no fim foi um acidente de trabalho, mas labutou muito bem toda a garotada, alicerçada pelos titulares mais experientes do time na partida

Nota-se que o Vasco tem futuro com sua base e precisamos todos nós vascaínos acreditar nesse futuro, em cada indivíduo e no coletivo.

Casaca!

Credibilidade, competência e transparência

O Vasco realizou nesta sexta-feira (15/07) a licitação na modalidade de Pregão Presencial para a definição das empresas que vão fornecer material para os esportes olímpicos e paralímpicos. A verba, de cerca de 2 milhões e 800 mil reais, já está disponível através de convênio com a CBC – Confederação Brasileira de Clubes.

Com os impostos em dia e as certidões de regularidade fiscal, o Vasco aprofunda a caminhada de recuperação do patrimônio esportivo. Com os recursos, o clube receberá uma nova flotilha importada para o remo. Além disso, será iniciada a recuperação do Parque Aquático do Vasco, que servirá às competições e treinamentos de atletas olímpicos e paralímpicos. Serão fornecidos novos sistemas de filtragem e aquecimento, além de 28 modernos blocos de saída, o que garantirá a utilização da piscina em 50 metros e também em 25 metros. O Vasco receberá ainda equipamentos de fisioterapia.

As empresas vencedoras foram:

1 – Trust Importação e Exportação – Fornecimento de 11 novos barcos para o Departamento de Remo – R$1.750.977,17

2 – Triton Piscinas – Fornecimento dos sistemas de aquecimento e filtragem da piscina de 50 metros e adaptações necessárias – R$820.080,00

3 – Polisport Industria e Comercio – Fornecimento de 28 blocos de saída da piscina de 50 metros, de acordo com as normas internacionais – R$131.600,00

4 – RX Nacional – Fornecimento de equipamentos de fisioterapia – R$27.895,00

O lote para fornecimento de palamentas simples e duplas não teve ofertas e haverá convocação de novo edital. Os contratos serão assinados na semana que vem.


Para entender o processo para captação de recursos

1 – O clube tem que estar com os impostos em dia e possuir as Certidões Negativas, entre elas Receita Federal, Procuradoria da Fazenda Nacional, FGTS, INSS, Fazenda Estadual e Fazenda Municipal.

2 – O clube pode concorrer a recursos da CBC – Confederação Brasileira de Clubes – de acordo com cada edital publicado. Antes, o Vasco não concorreu a quatro editais porque não tinha regularização fiscal.

3 – O Edital 5 previa recursos para a compra de equipamentos para esportes olímpicos e paralímpicos. Cada clube poderia pleitear até 2 milhões de reais para os esportes olímpicos e 1 milhão de reais para os esportes paralimpicos.

4 – O Vasco, assim como os demais clubes, teve que apresentar projeto detalhado de onde aplicaria o dinheiro com o levantamento de preço para cada item.

5 – A Confederação julgou os projetos do Vasco e aprovou um total de quase 2,9 milhões de reais, aplicados numa nova flotilha para o remo ( serão 11 barcos ), novo sistema de aquecimento e filtragem para a piscina principal de São januário ( que atenderá também a equipe paralimpica ), além de 28 modernos blocos de saída e equipamentos de fisioterapia.

6 – Como o dinheiro da CBC é oriundo de recursos públicos, é feita uma licitação através de Pregão Presencial a partir de edital publicado com antecedência para que as empresas interessadas se apresentem.

7 – Conhecidas as empresas vencedoras os contratos são assinados e parte da verba liberada – 50 % – para cada empresa. Só depois de entregues e montados os equipamentos é liberado o pagamento final.
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Comentário do Casaca!

Da obtenção de certidões até as verbas alcançadas, o exemplo de que com seriedade o Vasco alcança aos poucos seus objetivos.

O trabalho permanece sendo realizado com os pés no chão e focado na retomada daquilo que foi destruído em seis anos e meio de obscuridade, incompetência e calotes.

Casaca!

Arbitragem calamitosa prejudica o Vasco mais uma vez na Copa do Brasil

 

Já havia ocorrido em casa, na fase anterior, diante do CRB, quando um pênalti claro sobre Julio Cesar não foi marcado na segunda etapa, antes do empate obtido pelo Vasco. Mas na última quarta-feira a situação em termos de arbitragem foi ainda pior.

Vamos aos lances:

Aos 9 minutos do 1º tempo, após boa enfiada de bola executada por Henrique, Leandrão recebeu em condição legal, mas o bandeirinha marcou impedimento inexistente. Leandrão ficou de cara para o gol e chegou a fazer o arremate, de qualquer maneira, após a paralisação do lance.

Aos 26, Jorge Henrique sofreu falta de Tiago Costa, próximo ao círculo central, no campo de ataque do Vasco, e o árbitro nada marcou, proporcionando o contragolpe da equipe adversária, paralisado com falta cometida por Nenê. Madson reclamou da não marcação da infração a favor do Vasco e levou seu segundo cartão amarelo na Copa do Brasil.

Aos 28, falta clara sobre Nenê na meia direita, altura da intermediária, campo de ataque do Vasco, não marcada pela arbitragem, cometida por Wellington César, que na sequência foi derrubado por Jorge Henrique, tendo sido aplicado cartão amarelo para o jogador do Vasco. No minuto seguinte outra falta de Wellington César, desta vez sobre Marcelo Mattos, mas o árbitro poupou o defensor tricolor de levar um cartão amarelo no lance.

Aos 32 Madson recebeu falta clara no nariz do bandeirinha, que não a assinalou. O árbitro foi quem marcou a infração.

Aos 38 Nenê sofreu falta de Néris, na lateral esquerda, campo de ataque do Vasco, próximo à linha de fundo, ignorada pela arbitragem.

Aos 41 minutos, em escanteio contra o Vasco, Rodrigo sofreu falta de Néris quando subia para o cabeceio. O árbitro assinalou apenas novo córner, visto que a bola tocara em Rodrigo antes de sair. O bandeirinha marcou tiro de meta e depois o árbitro ratificou a marcação do bandeirinha. Ou seja, todos erraram. A falta sobre Rodrigo não foi percebida por ambos.

Logo no começo do segundo tempo, aos 17 segundos de partida, Nenê sofreu falta no campo de ataque do Vasco, próximo à linha de fundo, pelo lado direito, cometida desta vez por Marcílio, ignorada pela arbitragem. Foi a terceira na partida sobre ele não apitada.

Aos 16, pênalti claríssimo a favor do Vasco, lance capital da partida, que passou em branco pela arbitragem. Em cobrança de escanteio efetuado por Andrezinho, na caída da bola esta bateu no braço do zagueiro Néris, que estava aberto na ocasião.

Aos 29, em arremate de Jorge Henrique de fora da área, o goleiro do Santa Cruz Tiago Cardoso desviou a pelota para escanteio, mas nem o árbitro nem o bandeirinha viram o toque nítido do goleiro na bola e apenas o tiro de meta foi marcado.

Em outros dois lances polêmicos a arbitragem acertou. Aos 27 da segunda etapa ao marcar falta contra o Vasco, próxima à entrada da área, apesar de na sequência do lance ter havido impedimento na jogada, pois, na origem, foi cometida a infração. E aos 36 minutos da segunda etapa, quando Jorge Henrique se antecipou ao goleiro e este esteve muito próximo de cometer pênalti sobre o vascaíno, pois levou sua mão esquerda ao chão, a poucos centímetros do pé de Jorge Henrique, que caiu na sequência.

Em resumo, a arbitragem mais uma vez prejudicou o Vasco em um lance capital, além de ter errado sistematicamente contra o clube no decorrer do jogo, nos mais variados lances,conforme destacado.

O time, apesar do gol tomado com apenas um minuto de jogo e de ter feito o seu somente aos 43 minutos da etapa final, mereceu a vitória, tendo criado cinco grandes chances no primeiro tempo, com Nenê, Leandrão, Jorge Henrique e duas vezes através de Madson e mais outras cinco na segunda etapa, com Nenê, Caio Monteiro, Julio César, Thales e Jorge Henrique, este último acertando a trave adversária. Quanto ao Santa Cruz, teve três chances de gol na segunda etapa apenas, além do tento marcado na etapa inicial.

Independentemente do descrito no último parágrafo, mesmo que o Vasco tivesse feito uma partida ruim ou péssima e o adversário jogado muito melhor, nada justifica os erros sequenciais da arbitragem contra o clube e aqui pontuados desde agosto do ano passado em jogos nos quais a escalação cabe à comissão de arbitragem da CBF.

Casaca!

 

Goleada construida em 10 minutos

 

No dia 6 de julho de 1969, o Vasco goleava o Botafogo por 3 x 0 em partida válida pela Taça Guanabara daquele ano.

Os 3 gols vascaínos foram marcados num intervalo de apenas 10 minutos, no início do 2º tempo. Os autores foram Valfrido aos 3, Nei aos 9 e Acelino aos 13.

Recordar é viver !

Jornal do Brasil (07/07/1969)

O Globo (07/07/1969)

O Globo (07/07/1969)

Ficha do jogo:

Taça Guanabara 1969

Vasco da Gama 3 x 0 Botafogo

Estádio do Maracanã

Público pagante: 32.739 – Renda: NCr$ 100.008,25

Juiz: José Mário Vinhas

Vasco da Gama: Andrada, Fidélis, Moacir, Orlando e Eberval; Bouglex e Alcir; Nei, Valfrido (Adilson), Bianchini e Acelino (Silvinho)

Botafogo: Ubirajara, Moreira, Zé Carlos, Leônidas e Valtencir; Carlos Roberto e Afonsinho; Rogério Ferreti, Roberto (Zequinha) e Lula (Nei)

Outras vitórias do Vasco em 6 de julho:

Seleção de Teresópolis 2 x 7 Vasco (Amistoso 1952)
Vasco 2 x 0 Botafogo (Taça Guanabara 1971)
Vasco 4 x 1 Portuguesa (Carioca 1975)
Santa Cruz-RS 0 x 3 Vasco (Amistoso 1977)
Botafogo-PB 0 x 2 Vasco (Amistoso 1979)
Goytacaz 0 x 3 Vasco (Carioca 1986)
Vasco 3 x 1 Porto-POR (Torneio de Paris 1989)
Vasco 3 x 1 Vitória-BA (Brasileiro 2004)

Meninas da Colina conquistam o pentacampeonato da Taça Cidade de Nova Iguaçu

A manhã foi feliz para o futebol feminino do Vasco da Gama! Neste domingo (10/07), na sede do Esporte Clube Miguel Couto, as Meninas da Colina venceram o Corte 8 e se sagraram campeãs da Taça Cidade de Nova Iguaçu Adulta. Essa foi a quinta vez que o Cruzmaltino conquistou essa competição em sua história. Os outros títulos foram obtidos nas temporadas de 2010, 2011, 2013 e 2014.
O jogo foi marcado por muito equilíbrio. Com um elenco formado por jogadoras da categoria sub-20, o Vasco teve mais posse de bola que a equipe adversária, mas pouca coisa conseguiu criar ao longo dos 90 minutos. Apostando nos contra-ataques, o Corte 8 chegou algumas vezes, mas parou em boas defesas da goleira Jully.
Como o placar de 0 a 0 persistiu até o final, o título acabou sendo decidido nas cobranças de pênalti. Foi aí que brilhou a estrela do treinador Antony Menezes. Momentos antes do árbitro encerrar o tempo normal, o comandante trocou as fileiras. Mayara substitui Jully e foi decisiva nas penalidades. A camisa 12 defendeu uma cobrança e contribuiu para o triunfo por 5 a 4. Laís Veloso, Mariana Santos, Aryane, Juliana e Mariana balançaram as redes.
Escalação do Vasco: Jully (Mayara), Andressa, Mariana, Juliana e Aryane; Thayla, Micaele e Sthephanie (Thayane Higino); Rayane (Letícia Botelho), Laís Veloso e Mariana. Treinador: Antony Menezes.

Texto: Carlos Gregório Júnior

 Fonte: Site Oficial