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Elogios à garotada

O Vasco atuou neste sábado com seu time reserva e em várias posições com os reservas dos reservas, mas mostrou-se forte porque provou ter uma base forte.

Jomar fez uma belíssima partida, sendo fundamental em vários momentos difíceis vividos pela defesa cruzmaltina.

Alan estreou com personalidade, foi envolvido em algumas jogadas por seu setor, mas apoiou com desprendimento, mostrando habilidade e conhecer muito bem a posição.

Andrey entrou na primeira etapa e atuou de forma muito mais solta que na partida contra o Remo, válida pela Copa do Brasil.

Mateus Vital, ou Mateus Pet, ou Mateus, não importa, entrou com mais liberdade para atuar no campo adversário e organizou algumas boas jogadas. Parece mais amadurecido que no início da temporada.

Evander fez sua melhor partida nos profissionais do Vasco até aqui, participou do gol vascaíno e de outras tramas ofensivas do time. Evidenciou ter personalidade e confiança no seu próprio jogo.

Caio Monteiro lutava muito na primeira etapa. O atacante tem entrado bem em alguns jogos e já é uma das opções de Jorginho para partidas nas quais o Vasco precise se mostrar mais contundente em campo. Infelizmente se machucou ainda no primeiro tempo, o que não desmerece sua luta na cancha até ali.

Thales ontem correu muito, lutou entre os zagueiros, cavou faltas com inteligência, em uma ou outra sofrida teve o adversário advertido com cartão amarelo, soube prender a bola, esteve perto de marcar um belo tento na primeira etapa, participou do lance de gol marcado pelo Vasco, nos minutos finais teve uma grande oportunidade de definir o jogo, perdeu a passada, muito provavelmente pelo cansaço, mas serviu Andrey, que, sem goleiro, arrematou para fora, e na última bola do jogo serviu Alan em condições de marcar, embora o lateral não tenha conseguido completar a jogada. Perdeu um gol após cobrança de escanteio, em lance no qual se atrapalhou com Rafael Marques e meio no susto mandou para fora. Thales tem demonstrado querer mais, tem tentado apagar o pífio ano de 2015 e precisa do apoio da torcida para isso, pois pode produzir muito mais para a equipe. Potencial não lhe falta.

Ficou a sensação de que se o Vasco tivesse ousado e posto em campo Kadu Fernandes (que nem viajou) ou Lucas Barboza na zaga, talvez não tivesse tomado o gol de empate quase no fim, mas o treinador Jorginho merece elogios, assim como os atletas que atuaram, pois confiou neles e demonstrou com atitude o que um comandante deve fazer fora de campo, quando escala comandados para a luta.

O gol no fim foi um acidente de trabalho, mas labutou muito bem toda a garotada, alicerçada pelos titulares mais experientes do time na partida

Nota-se que o Vasco tem futuro com sua base e precisamos todos nós vascaínos acreditar nesse futuro, em cada indivíduo e no coletivo.

Casaca!

Credibilidade, competência e transparência

O Vasco realizou nesta sexta-feira (15/07) a licitação na modalidade de Pregão Presencial para a definição das empresas que vão fornecer material para os esportes olímpicos e paralímpicos. A verba, de cerca de 2 milhões e 800 mil reais, já está disponível através de convênio com a CBC – Confederação Brasileira de Clubes.

Com os impostos em dia e as certidões de regularidade fiscal, o Vasco aprofunda a caminhada de recuperação do patrimônio esportivo. Com os recursos, o clube receberá uma nova flotilha importada para o remo. Além disso, será iniciada a recuperação do Parque Aquático do Vasco, que servirá às competições e treinamentos de atletas olímpicos e paralímpicos. Serão fornecidos novos sistemas de filtragem e aquecimento, além de 28 modernos blocos de saída, o que garantirá a utilização da piscina em 50 metros e também em 25 metros. O Vasco receberá ainda equipamentos de fisioterapia.

As empresas vencedoras foram:

1 – Trust Importação e Exportação – Fornecimento de 11 novos barcos para o Departamento de Remo – R$1.750.977,17

2 – Triton Piscinas – Fornecimento dos sistemas de aquecimento e filtragem da piscina de 50 metros e adaptações necessárias – R$820.080,00

3 – Polisport Industria e Comercio – Fornecimento de 28 blocos de saída da piscina de 50 metros, de acordo com as normas internacionais – R$131.600,00

4 – RX Nacional – Fornecimento de equipamentos de fisioterapia – R$27.895,00

O lote para fornecimento de palamentas simples e duplas não teve ofertas e haverá convocação de novo edital. Os contratos serão assinados na semana que vem.


Para entender o processo para captação de recursos

1 – O clube tem que estar com os impostos em dia e possuir as Certidões Negativas, entre elas Receita Federal, Procuradoria da Fazenda Nacional, FGTS, INSS, Fazenda Estadual e Fazenda Municipal.

2 – O clube pode concorrer a recursos da CBC – Confederação Brasileira de Clubes – de acordo com cada edital publicado. Antes, o Vasco não concorreu a quatro editais porque não tinha regularização fiscal.

3 – O Edital 5 previa recursos para a compra de equipamentos para esportes olímpicos e paralímpicos. Cada clube poderia pleitear até 2 milhões de reais para os esportes olímpicos e 1 milhão de reais para os esportes paralimpicos.

4 – O Vasco, assim como os demais clubes, teve que apresentar projeto detalhado de onde aplicaria o dinheiro com o levantamento de preço para cada item.

5 – A Confederação julgou os projetos do Vasco e aprovou um total de quase 2,9 milhões de reais, aplicados numa nova flotilha para o remo ( serão 11 barcos ), novo sistema de aquecimento e filtragem para a piscina principal de São januário ( que atenderá também a equipe paralimpica ), além de 28 modernos blocos de saída e equipamentos de fisioterapia.

6 – Como o dinheiro da CBC é oriundo de recursos públicos, é feita uma licitação através de Pregão Presencial a partir de edital publicado com antecedência para que as empresas interessadas se apresentem.

7 – Conhecidas as empresas vencedoras os contratos são assinados e parte da verba liberada – 50 % – para cada empresa. Só depois de entregues e montados os equipamentos é liberado o pagamento final.
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Comentário do Casaca!

Da obtenção de certidões até as verbas alcançadas, o exemplo de que com seriedade o Vasco alcança aos poucos seus objetivos.

O trabalho permanece sendo realizado com os pés no chão e focado na retomada daquilo que foi destruído em seis anos e meio de obscuridade, incompetência e calotes.

Casaca!

Arbitragem calamitosa prejudica o Vasco mais uma vez na Copa do Brasil

 

Já havia ocorrido em casa, na fase anterior, diante do CRB, quando um pênalti claro sobre Julio Cesar não foi marcado na segunda etapa, antes do empate obtido pelo Vasco. Mas na última quarta-feira a situação em termos de arbitragem foi ainda pior.

Vamos aos lances:

Aos 9 minutos do 1º tempo, após boa enfiada de bola executada por Henrique, Leandrão recebeu em condição legal, mas o bandeirinha marcou impedimento inexistente. Leandrão ficou de cara para o gol e chegou a fazer o arremate, de qualquer maneira, após a paralisação do lance.

Aos 26, Jorge Henrique sofreu falta de Tiago Costa, próximo ao círculo central, no campo de ataque do Vasco, e o árbitro nada marcou, proporcionando o contragolpe da equipe adversária, paralisado com falta cometida por Nenê. Madson reclamou da não marcação da infração a favor do Vasco e levou seu segundo cartão amarelo na Copa do Brasil.

Aos 28, falta clara sobre Nenê na meia direita, altura da intermediária, campo de ataque do Vasco, não marcada pela arbitragem, cometida por Wellington César, que na sequência foi derrubado por Jorge Henrique, tendo sido aplicado cartão amarelo para o jogador do Vasco. No minuto seguinte outra falta de Wellington César, desta vez sobre Marcelo Mattos, mas o árbitro poupou o defensor tricolor de levar um cartão amarelo no lance.

Aos 32 Madson recebeu falta clara no nariz do bandeirinha, que não a assinalou. O árbitro foi quem marcou a infração.

Aos 38 Nenê sofreu falta de Néris, na lateral esquerda, campo de ataque do Vasco, próximo à linha de fundo, ignorada pela arbitragem.

Aos 41 minutos, em escanteio contra o Vasco, Rodrigo sofreu falta de Néris quando subia para o cabeceio. O árbitro assinalou apenas novo córner, visto que a bola tocara em Rodrigo antes de sair. O bandeirinha marcou tiro de meta e depois o árbitro ratificou a marcação do bandeirinha. Ou seja, todos erraram. A falta sobre Rodrigo não foi percebida por ambos.

Logo no começo do segundo tempo, aos 17 segundos de partida, Nenê sofreu falta no campo de ataque do Vasco, próximo à linha de fundo, pelo lado direito, cometida desta vez por Marcílio, ignorada pela arbitragem. Foi a terceira na partida sobre ele não apitada.

Aos 16, pênalti claríssimo a favor do Vasco, lance capital da partida, que passou em branco pela arbitragem. Em cobrança de escanteio efetuado por Andrezinho, na caída da bola esta bateu no braço do zagueiro Néris, que estava aberto na ocasião.

Aos 29, em arremate de Jorge Henrique de fora da área, o goleiro do Santa Cruz Tiago Cardoso desviou a pelota para escanteio, mas nem o árbitro nem o bandeirinha viram o toque nítido do goleiro na bola e apenas o tiro de meta foi marcado.

Em outros dois lances polêmicos a arbitragem acertou. Aos 27 da segunda etapa ao marcar falta contra o Vasco, próxima à entrada da área, apesar de na sequência do lance ter havido impedimento na jogada, pois, na origem, foi cometida a infração. E aos 36 minutos da segunda etapa, quando Jorge Henrique se antecipou ao goleiro e este esteve muito próximo de cometer pênalti sobre o vascaíno, pois levou sua mão esquerda ao chão, a poucos centímetros do pé de Jorge Henrique, que caiu na sequência.

Em resumo, a arbitragem mais uma vez prejudicou o Vasco em um lance capital, além de ter errado sistematicamente contra o clube no decorrer do jogo, nos mais variados lances,conforme destacado.

O time, apesar do gol tomado com apenas um minuto de jogo e de ter feito o seu somente aos 43 minutos da etapa final, mereceu a vitória, tendo criado cinco grandes chances no primeiro tempo, com Nenê, Leandrão, Jorge Henrique e duas vezes através de Madson e mais outras cinco na segunda etapa, com Nenê, Caio Monteiro, Julio César, Thales e Jorge Henrique, este último acertando a trave adversária. Quanto ao Santa Cruz, teve três chances de gol na segunda etapa apenas, além do tento marcado na etapa inicial.

Independentemente do descrito no último parágrafo, mesmo que o Vasco tivesse feito uma partida ruim ou péssima e o adversário jogado muito melhor, nada justifica os erros sequenciais da arbitragem contra o clube e aqui pontuados desde agosto do ano passado em jogos nos quais a escalação cabe à comissão de arbitragem da CBF.

Casaca!

 

Goleada construida em 10 minutos

 

No dia 6 de julho de 1969, o Vasco goleava o Botafogo por 3 x 0 em partida válida pela Taça Guanabara daquele ano.

Os 3 gols vascaínos foram marcados num intervalo de apenas 10 minutos, no início do 2º tempo. Os autores foram Valfrido aos 3, Nei aos 9 e Acelino aos 13.

Recordar é viver !

Jornal do Brasil (07/07/1969)

O Globo (07/07/1969)

O Globo (07/07/1969)

Ficha do jogo:

Taça Guanabara 1969

Vasco da Gama 3 x 0 Botafogo

Estádio do Maracanã

Público pagante: 32.739 – Renda: NCr$ 100.008,25

Juiz: José Mário Vinhas

Vasco da Gama: Andrada, Fidélis, Moacir, Orlando e Eberval; Bouglex e Alcir; Nei, Valfrido (Adilson), Bianchini e Acelino (Silvinho)

Botafogo: Ubirajara, Moreira, Zé Carlos, Leônidas e Valtencir; Carlos Roberto e Afonsinho; Rogério Ferreti, Roberto (Zequinha) e Lula (Nei)

Outras vitórias do Vasco em 6 de julho:

Seleção de Teresópolis 2 x 7 Vasco (Amistoso 1952)
Vasco 2 x 0 Botafogo (Taça Guanabara 1971)
Vasco 4 x 1 Portuguesa (Carioca 1975)
Santa Cruz-RS 0 x 3 Vasco (Amistoso 1977)
Botafogo-PB 0 x 2 Vasco (Amistoso 1979)
Goytacaz 0 x 3 Vasco (Carioca 1986)
Vasco 3 x 1 Porto-POR (Torneio de Paris 1989)
Vasco 3 x 1 Vitória-BA (Brasileiro 2004)

Meninas da Colina conquistam o pentacampeonato da Taça Cidade de Nova Iguaçu

A manhã foi feliz para o futebol feminino do Vasco da Gama! Neste domingo (10/07), na sede do Esporte Clube Miguel Couto, as Meninas da Colina venceram o Corte 8 e se sagraram campeãs da Taça Cidade de Nova Iguaçu Adulta. Essa foi a quinta vez que o Cruzmaltino conquistou essa competição em sua história. Os outros títulos foram obtidos nas temporadas de 2010, 2011, 2013 e 2014.
O jogo foi marcado por muito equilíbrio. Com um elenco formado por jogadoras da categoria sub-20, o Vasco teve mais posse de bola que a equipe adversária, mas pouca coisa conseguiu criar ao longo dos 90 minutos. Apostando nos contra-ataques, o Corte 8 chegou algumas vezes, mas parou em boas defesas da goleira Jully.
Como o placar de 0 a 0 persistiu até o final, o título acabou sendo decidido nas cobranças de pênalti. Foi aí que brilhou a estrela do treinador Antony Menezes. Momentos antes do árbitro encerrar o tempo normal, o comandante trocou as fileiras. Mayara substitui Jully e foi decisiva nas penalidades. A camisa 12 defendeu uma cobrança e contribuiu para o triunfo por 5 a 4. Laís Veloso, Mariana Santos, Aryane, Juliana e Mariana balançaram as redes.
Escalação do Vasco: Jully (Mayara), Andressa, Mariana, Juliana e Aryane; Thayla, Micaele e Sthephanie (Thayane Higino); Rayane (Letícia Botelho), Laís Veloso e Mariana. Treinador: Antony Menezes.

Texto: Carlos Gregório Júnior

 Fonte: Site Oficial

“Não há team igual em parte alguma do mundo”

 

Com esta frase, o treinador do Áustria Viena, uma das maiores equipes europeias da década de 50, resumiu o “Expresso da Vitória”, que acabara de enfiar uma sonora goleada de 5 a 1 sobre seus comandados:

“Herr Muller estava conformado com o insucesso. E fez o maior elogio que alguém já fez a um conjunto de atletas deste país — a um quadro de football nacional ou sul-americano.

— Em meus anos todos de football — e não são poucos —nunca, vi e jamais supus que pudesse ver “onze” assim tão perfeito, tão exato, tão extremamente certo, com tantos talentos, com tanta argucia, com essa rapidez, com essa noção do goal — com essa sede de goal !

Ainda perguntou abismado:

— O Vasco joga normalmente isso que jogou, essa imensidade de football que jogou contra nós?

— Normalmente joga, Herr Muller.

— Então — concluiu Herr Muller — não pode haver melhor, mais preciso, mais esfuziante.

Foi mais longe:

— Tínhamos na cabeça, na lembrança, na saudade, o nosso “wonderteam” daqueles tempos bons que não voltam mais. Hoje o Vasco devolveu-nos o nosso “wonderteam” no apogeu de sua forma.”

(O Globo – 06/07/1951)

A partida foi válida pela 2ª rodada da Copa Rio 1951, e o cruzmaltino já vinha de uma outra goleada pelo mesmo placar sobre o Sporting de Portugal.

Os mais de 90 mil torcedores que estiveram presentes ao Maracanã naquele dia,  tiveram o prazer de ver de perto aquele verdadeiro esquadrão vencer de virada, com 4 gols de Friaça e 1 de Tesourinha.

O Vasco atuou com Barbosa; Laerte e Clarel; Eli, Danilo Alvim e Alfredo; Tesourinha (Noca), Ipojucan, Friaça, Maneca (Tesourinha) e Dejair.

Recordar é viver !

(O Globo – 06/07/1951)

(O Globo – 06/07/1951)

(Jornal dos Sports – 06/07/1951)

A ficha do jogo:

VASCO DA GAMA (RJ) 5 x 1 ÁUSTRIA VIENA (AUT)

Data: 05/07/1951 (quinta-feira)

Local: Estádio do Maracanã

Público e renda: 93.833 pagantes – Renda: Cr$ 2.615.830,00

Juiz: Powers (Brasil).

Gols: Huber 13’/1º, Friaça 20’/1º, Friaça 25’/1º, Tesourinha 43’/1º, Friaça 20’/ 2º e Friaça/pênalti 40’/2º.

VASCO DA GAMA: Barbosa, Laerte, Clarel, Ely, Danilo, Alfredo II, Tesourinha, Ipojucan, Friaça, Maneca (Noca) e Dejayr.
Técnico: Oto Glória.

ÁUSTRIA VIENA: Schweder (Ploc), Melchior II, Kowanz, Fisher, Ocwirk, Joksch, Melchior I, Huber, Kuler (Tomineck), Stojaspal e Aurednik.
Técnico: Herr Muller

Outras vitórias do Vasco em 5 de julho:

Vasco 7 x 4 Brasil (Carioca 1925)
Vasco 3 x 1 Madureira (Carioca 1936)
Vasco 5 x 1 Austria Viena-AUT (Copa Rio 1951)
Vitória-BA 0 x 2 Vasco (Brasileiro 1978)
Vasco 3 x 2 Coritiba (Copa da Hora 2010)

Só dá liga se cumprir a lei

Embora dirigentes da Primeira Liga tentem evitar manifestações públicas de desagrado e alguns já tenham até um discurso pronto, e fictício, de conciliação, é certo que haja novos ‘rounds’ de polêmicas entre a CBF e 15 dos principais clubes do País. Isso porque a confederação não incluiu torneio organizado pela Primeira Liga no início de 2016 no calendário do futebol brasileiro de 2017, divulgado na noite de quarta-feira (6).

A CBF não reconhece oficialmente o movimento fundado por clubes de massa, como Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Cruzeiro e Atlético-MG, entre outros. Por isso, não formalizou a competição, vencida este ano pelo Flu, no novo calendário.

A Primeira Liga pretende reeditar o torneio em 2017 e defende que os clubes que a compõem sejam integrantes da disputa.

Já a CBF exige que sejam incluídos no torneio os clubes mais bem classificados em seus respectivos Estaduais – no caso, os campeonatos do Rio, Minas, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

CBF e Primeira Liga, inicialmente chamada de Liga Sul-Minas-Rio, travam há mais de um ano nos bastidores um embate que opõe 15 clubes à administração da confederação. Esta não aceita a possibilidade de uma nova ordem do futebol brasileiro e teme que a união de clubes represente o primeiro passo para a criação de uma Liga nacional.

Além dos seis já citados, integram a Primeira Liga o Atlético-PR, Coritiba, Paraná, Figueirense, Avaí, Criciúma, Joinville, Chapecoense e América-MG.

Fonte: Terra

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Comentário do Casaca!

A verdade nua é crua é que o Campeonato Estadual de 2016 teve expresso em seu regulamento, após reunião do arbitral da FFERJ, que participariam da Liga Sul/Minas/Rio 2017, o Campeão e o Vice-Campeão Carioca e isso está de acordo inclusive com aquilo que está previsto na lei. Se foi através dela que os clubes viram respaldo para a criação da Liga, não podem ignorar o previsto nela própria. Os critérios para classificação e disputa de uma competição da respectiva Liga devem atender a critérios técnicos.

Como a Liga é Interestadual, fica evidenciado que o critério técnico é a colocação das equipes na competição estadual. A FFERJ fez muito bem em clarificar isso no regulamento do Campeonato Carioca de 2016, que diferentemente dos 14 anteriores levou os clubes finalistas a outra competição, portanto foi classificatório.

Entre 1994 e 2015, portanto em 22 edições, apenas duas vezes o estadual classificou os campeões para outra competição (no caso em 2000 e 2001) e na edição de 2016 voltou a classificar novamente.

Diante disso, a dupla Fla/Flu fica chupando dedo, pois está barrada do próprio baile, por talvez desconhecer que para se fazer um baile não basta apenas contratar serviços e convidados. Há de se respeitar a hierarquia tanto das entidades que comandam o futebol, como de seus superiores no campo de jogo.

Ainda haverá outros desdobramentos. O Vasco poderá ou não querer jogar. Poderá ou não haver datas, mas o certo é que por direito apenas Vasco e Botafogo estão assegurados na competição.

Quanto à conversinha fiada da dupla Fla/Flu, liga não…

Casaca!

Sobre a Fala do Fantoche

As notícias da noite dão conta de que Leandro Damião seguirá para o Flamengo. Se for confirmado, que vá pela sombra.

Espantoso, contudo, foi a fala do oportunista fantoche do Olavo logo cedo. Segundo ele, “o Vasco perde mais um para o Flamengo”.

Não vimos este entusiasmo do líder amarelo ao comentar o fato do Vasco ter pago há duas semanas 12 milhões de reais a vista de uma obscura negociação envolvendo Eder Luis, conta deixada pelos seus padrinhos. Sob pena de, ao não pagar, ser rebaixado de divisão.

Parece lógico que armadilhas como esta é que impedem o clube de competir financeiramente com os adversários, sem falar no achado, também parido por seus padrinhos, de fazer com que o Vasco receba 1/3 do que recebe o Flamengo com cotas de TV, fato que acaba por se expandir por demais oportunidades de receitas.

Damião parece perder uma boa oportunidade de reencontrar seu futebol, enquanto o líder amarelo, empresário nos palanques e jornalista nas ações movidas contra o clube, de ficar quieto.

CASACA!

Expresso da Vitória 11 a 0. Nem parecia que eram onze contra onze…

 

Na estreia do Vasco pelo Carioca de 1949, uma sonora goleada por 11 a 0 contra o São Cristóvão já mostrava ao adversários que dificilmente aquele título não seria conquistado pelo Expresso da Vitória. Como acabou sendo.

Após esta, outras goleadas vieram: 6×0 Canto do Rio, 5×3 no Fluminense, 5×2 no Flamengo, 8×2 no América, 8×1 no Bonsucesso… Foram 18 vitórias, 2 empates e nenhuma derrota.

O Vasco atuou com Barbosa, Augusto e Sampaio; Ipojucan, Danilo e Jorge; Nestor, Maneca, Heleno, Ademir e Mario.

Os gols foram marcados por Maneca(4), Ademir(3), Heleno(2), Ipojucan e Nestor.

Este jogo entrou para a história como a 3ª maior goleada imposta pelo cruzmaltino sobre um adversário.

Recordar é viver !

“O Vasco arrasou o São Cristóvão impondo-lhe uma goleada de 11 x 0

O São Cristóvão caiu fragorosamente frente ao Vasco da Gama pela contagem de 11 x 0. O regular público que compareceu ontem à tarde ao estádio de São Januário deve ter ficado decepcionado com a equipe de Figueira de Mello Chegou a causar pena da maneira com que foi abatido pelo club vascaíno. Em nenhum momento chegou a ter um lance favorável. Sempre o Vasco foi superior na cancha, do primeiro ao último minuto. 

Quando finalizou o primeiro tempo, já o placard registrava a contagem de 7×0. Para o segundo tempo, parecendo ter recebido ordens, os players vascaínos não se empregaram a fundo,e, mesmo assim mais quatro tentos foram consignados. É interessante salientar que nada menos de cinco bolas bateram nas traves, além de seis excelentes oportunidades perdidas pelos atacantes do vice-campeão carioca de 48.”

A Noite (04/07/1949)

O Globo (04/07/1949)

“O Vasco da Gama teve na tarde de anteontem uma das vitórias mais comodas destes últimos tempos, marcando a espetacular contagem de 11 x 0, sobre o São Cristóvão, que se apresentou no estádio de São Januário, com um team incapaz de oferecer qualquer resistência ao onze cruzmaltino.”

Jornal do Brasil (04/07/1949)

 

Ficha do jogo:

Vasco da Gama 11 x 0 São Cristóvão
Local: São Januário
Juiz: Frederick James Lowe
Renda: Cr$ 64.750,00
Gols: Maneca (4), Ademir Menezes (3), Heleno de Freitas (2), Ipojucan e Nestor.
Vasco da Gama: Barbosa, Augusto e Sampaio; Ipojucan, Danilo e Jorge; Nestor, Maneca, Heleno de Freitas, Ademir Menezes e Mário.
São Cristóvão: Ramiro, Lino e Torbis; Rômulo, Geraldo e Olavo; Lino II, João Menta, Wilton, Nestor e Magalhães.

Outras vitórias do Vasco em 4 de julho:

Vasco 3 x 2 Vila Izabel (Carioca – 2ª Divisão – 1921)
América 0 x 2 Vasco (Carioca 1932)
Vasco 2 x 0 Bangu (Torneio Municipal 1938)
Vasco 3 x 2 Portuguesa de Desportos (Torneio Rio-SP 1954)
Vasco 3 x 0 Porto-POR (Pequena Taça do Mundo da Venezuela 1956)
Espanyol-ESP 1 x 3 Vasco (Amistoso 1957)
Americano 0 x 1 Vasco (Amistoso 1988)
Shimizu S-Pulse-JAP 1 x 3 Vasco (Amistoso 1994)