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Arbitragem calamitosa prejudica o Vasco mais uma vez na Copa do Brasil

 

Já havia ocorrido em casa, na fase anterior, diante do CRB, quando um pênalti claro sobre Julio Cesar não foi marcado na segunda etapa, antes do empate obtido pelo Vasco. Mas na última quarta-feira a situação em termos de arbitragem foi ainda pior.

Vamos aos lances:

Aos 9 minutos do 1º tempo, após boa enfiada de bola executada por Henrique, Leandrão recebeu em condição legal, mas o bandeirinha marcou impedimento inexistente. Leandrão ficou de cara para o gol e chegou a fazer o arremate, de qualquer maneira, após a paralisação do lance.

Aos 26, Jorge Henrique sofreu falta de Tiago Costa, próximo ao círculo central, no campo de ataque do Vasco, e o árbitro nada marcou, proporcionando o contragolpe da equipe adversária, paralisado com falta cometida por Nenê. Madson reclamou da não marcação da infração a favor do Vasco e levou seu segundo cartão amarelo na Copa do Brasil.

Aos 28, falta clara sobre Nenê na meia direita, altura da intermediária, campo de ataque do Vasco, não marcada pela arbitragem, cometida por Wellington César, que na sequência foi derrubado por Jorge Henrique, tendo sido aplicado cartão amarelo para o jogador do Vasco. No minuto seguinte outra falta de Wellington César, desta vez sobre Marcelo Mattos, mas o árbitro poupou o defensor tricolor de levar um cartão amarelo no lance.

Aos 32 Madson recebeu falta clara no nariz do bandeirinha, que não a assinalou. O árbitro foi quem marcou a infração.

Aos 38 Nenê sofreu falta de Néris, na lateral esquerda, campo de ataque do Vasco, próximo à linha de fundo, ignorada pela arbitragem.

Aos 41 minutos, em escanteio contra o Vasco, Rodrigo sofreu falta de Néris quando subia para o cabeceio. O árbitro assinalou apenas novo córner, visto que a bola tocara em Rodrigo antes de sair. O bandeirinha marcou tiro de meta e depois o árbitro ratificou a marcação do bandeirinha. Ou seja, todos erraram. A falta sobre Rodrigo não foi percebida por ambos.

Logo no começo do segundo tempo, aos 17 segundos de partida, Nenê sofreu falta no campo de ataque do Vasco, próximo à linha de fundo, pelo lado direito, cometida desta vez por Marcílio, ignorada pela arbitragem. Foi a terceira na partida sobre ele não apitada.

Aos 16, pênalti claríssimo a favor do Vasco, lance capital da partida, que passou em branco pela arbitragem. Em cobrança de escanteio efetuado por Andrezinho, na caída da bola esta bateu no braço do zagueiro Néris, que estava aberto na ocasião.

Aos 29, em arremate de Jorge Henrique de fora da área, o goleiro do Santa Cruz Tiago Cardoso desviou a pelota para escanteio, mas nem o árbitro nem o bandeirinha viram o toque nítido do goleiro na bola e apenas o tiro de meta foi marcado.

Em outros dois lances polêmicos a arbitragem acertou. Aos 27 da segunda etapa ao marcar falta contra o Vasco, próxima à entrada da área, apesar de na sequência do lance ter havido impedimento na jogada, pois, na origem, foi cometida a infração. E aos 36 minutos da segunda etapa, quando Jorge Henrique se antecipou ao goleiro e este esteve muito próximo de cometer pênalti sobre o vascaíno, pois levou sua mão esquerda ao chão, a poucos centímetros do pé de Jorge Henrique, que caiu na sequência.

Em resumo, a arbitragem mais uma vez prejudicou o Vasco em um lance capital, além de ter errado sistematicamente contra o clube no decorrer do jogo, nos mais variados lances,conforme destacado.

O time, apesar do gol tomado com apenas um minuto de jogo e de ter feito o seu somente aos 43 minutos da etapa final, mereceu a vitória, tendo criado cinco grandes chances no primeiro tempo, com Nenê, Leandrão, Jorge Henrique e duas vezes através de Madson e mais outras cinco na segunda etapa, com Nenê, Caio Monteiro, Julio César, Thales e Jorge Henrique, este último acertando a trave adversária. Quanto ao Santa Cruz, teve três chances de gol na segunda etapa apenas, além do tento marcado na etapa inicial.

Independentemente do descrito no último parágrafo, mesmo que o Vasco tivesse feito uma partida ruim ou péssima e o adversário jogado muito melhor, nada justifica os erros sequenciais da arbitragem contra o clube e aqui pontuados desde agosto do ano passado em jogos nos quais a escalação cabe à comissão de arbitragem da CBF.

Casaca!

 

Goleada construida em 10 minutos

 

No dia 6 de julho de 1969, o Vasco goleava o Botafogo por 3 x 0 em partida válida pela Taça Guanabara daquele ano.

Os 3 gols vascaínos foram marcados num intervalo de apenas 10 minutos, no início do 2º tempo. Os autores foram Valfrido aos 3, Nei aos 9 e Acelino aos 13.

Recordar é viver !

Jornal do Brasil (07/07/1969)

O Globo (07/07/1969)

O Globo (07/07/1969)

Ficha do jogo:

Taça Guanabara 1969

Vasco da Gama 3 x 0 Botafogo

Estádio do Maracanã

Público pagante: 32.739 – Renda: NCr$ 100.008,25

Juiz: José Mário Vinhas

Vasco da Gama: Andrada, Fidélis, Moacir, Orlando e Eberval; Bouglex e Alcir; Nei, Valfrido (Adilson), Bianchini e Acelino (Silvinho)

Botafogo: Ubirajara, Moreira, Zé Carlos, Leônidas e Valtencir; Carlos Roberto e Afonsinho; Rogério Ferreti, Roberto (Zequinha) e Lula (Nei)

Outras vitórias do Vasco em 6 de julho:

Seleção de Teresópolis 2 x 7 Vasco (Amistoso 1952)
Vasco 2 x 0 Botafogo (Taça Guanabara 1971)
Vasco 4 x 1 Portuguesa (Carioca 1975)
Santa Cruz-RS 0 x 3 Vasco (Amistoso 1977)
Botafogo-PB 0 x 2 Vasco (Amistoso 1979)
Goytacaz 0 x 3 Vasco (Carioca 1986)
Vasco 3 x 1 Porto-POR (Torneio de Paris 1989)
Vasco 3 x 1 Vitória-BA (Brasileiro 2004)

Meninas da Colina conquistam o pentacampeonato da Taça Cidade de Nova Iguaçu

A manhã foi feliz para o futebol feminino do Vasco da Gama! Neste domingo (10/07), na sede do Esporte Clube Miguel Couto, as Meninas da Colina venceram o Corte 8 e se sagraram campeãs da Taça Cidade de Nova Iguaçu Adulta. Essa foi a quinta vez que o Cruzmaltino conquistou essa competição em sua história. Os outros títulos foram obtidos nas temporadas de 2010, 2011, 2013 e 2014.
O jogo foi marcado por muito equilíbrio. Com um elenco formado por jogadoras da categoria sub-20, o Vasco teve mais posse de bola que a equipe adversária, mas pouca coisa conseguiu criar ao longo dos 90 minutos. Apostando nos contra-ataques, o Corte 8 chegou algumas vezes, mas parou em boas defesas da goleira Jully.
Como o placar de 0 a 0 persistiu até o final, o título acabou sendo decidido nas cobranças de pênalti. Foi aí que brilhou a estrela do treinador Antony Menezes. Momentos antes do árbitro encerrar o tempo normal, o comandante trocou as fileiras. Mayara substitui Jully e foi decisiva nas penalidades. A camisa 12 defendeu uma cobrança e contribuiu para o triunfo por 5 a 4. Laís Veloso, Mariana Santos, Aryane, Juliana e Mariana balançaram as redes.
Escalação do Vasco: Jully (Mayara), Andressa, Mariana, Juliana e Aryane; Thayla, Micaele e Sthephanie (Thayane Higino); Rayane (Letícia Botelho), Laís Veloso e Mariana. Treinador: Antony Menezes.

Texto: Carlos Gregório Júnior

 Fonte: Site Oficial

“Não há team igual em parte alguma do mundo”

 

Com esta frase, o treinador do Áustria Viena, uma das maiores equipes europeias da década de 50, resumiu o “Expresso da Vitória”, que acabara de enfiar uma sonora goleada de 5 a 1 sobre seus comandados:

“Herr Muller estava conformado com o insucesso. E fez o maior elogio que alguém já fez a um conjunto de atletas deste país — a um quadro de football nacional ou sul-americano.

— Em meus anos todos de football — e não são poucos —nunca, vi e jamais supus que pudesse ver “onze” assim tão perfeito, tão exato, tão extremamente certo, com tantos talentos, com tanta argucia, com essa rapidez, com essa noção do goal — com essa sede de goal !

Ainda perguntou abismado:

— O Vasco joga normalmente isso que jogou, essa imensidade de football que jogou contra nós?

— Normalmente joga, Herr Muller.

— Então — concluiu Herr Muller — não pode haver melhor, mais preciso, mais esfuziante.

Foi mais longe:

— Tínhamos na cabeça, na lembrança, na saudade, o nosso “wonderteam” daqueles tempos bons que não voltam mais. Hoje o Vasco devolveu-nos o nosso “wonderteam” no apogeu de sua forma.”

(O Globo – 06/07/1951)

A partida foi válida pela 2ª rodada da Copa Rio 1951, e o cruzmaltino já vinha de uma outra goleada pelo mesmo placar sobre o Sporting de Portugal.

Os mais de 90 mil torcedores que estiveram presentes ao Maracanã naquele dia,  tiveram o prazer de ver de perto aquele verdadeiro esquadrão vencer de virada, com 4 gols de Friaça e 1 de Tesourinha.

O Vasco atuou com Barbosa; Laerte e Clarel; Eli, Danilo Alvim e Alfredo; Tesourinha (Noca), Ipojucan, Friaça, Maneca (Tesourinha) e Dejair.

Recordar é viver !

(O Globo – 06/07/1951)

(O Globo – 06/07/1951)

(Jornal dos Sports – 06/07/1951)

A ficha do jogo:

VASCO DA GAMA (RJ) 5 x 1 ÁUSTRIA VIENA (AUT)

Data: 05/07/1951 (quinta-feira)

Local: Estádio do Maracanã

Público e renda: 93.833 pagantes – Renda: Cr$ 2.615.830,00

Juiz: Powers (Brasil).

Gols: Huber 13’/1º, Friaça 20’/1º, Friaça 25’/1º, Tesourinha 43’/1º, Friaça 20’/ 2º e Friaça/pênalti 40’/2º.

VASCO DA GAMA: Barbosa, Laerte, Clarel, Ely, Danilo, Alfredo II, Tesourinha, Ipojucan, Friaça, Maneca (Noca) e Dejayr.
Técnico: Oto Glória.

ÁUSTRIA VIENA: Schweder (Ploc), Melchior II, Kowanz, Fisher, Ocwirk, Joksch, Melchior I, Huber, Kuler (Tomineck), Stojaspal e Aurednik.
Técnico: Herr Muller

Outras vitórias do Vasco em 5 de julho:

Vasco 7 x 4 Brasil (Carioca 1925)
Vasco 3 x 1 Madureira (Carioca 1936)
Vasco 5 x 1 Austria Viena-AUT (Copa Rio 1951)
Vitória-BA 0 x 2 Vasco (Brasileiro 1978)
Vasco 3 x 2 Coritiba (Copa da Hora 2010)

Só dá liga se cumprir a lei

Embora dirigentes da Primeira Liga tentem evitar manifestações públicas de desagrado e alguns já tenham até um discurso pronto, e fictício, de conciliação, é certo que haja novos ‘rounds’ de polêmicas entre a CBF e 15 dos principais clubes do País. Isso porque a confederação não incluiu torneio organizado pela Primeira Liga no início de 2016 no calendário do futebol brasileiro de 2017, divulgado na noite de quarta-feira (6).

A CBF não reconhece oficialmente o movimento fundado por clubes de massa, como Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Cruzeiro e Atlético-MG, entre outros. Por isso, não formalizou a competição, vencida este ano pelo Flu, no novo calendário.

A Primeira Liga pretende reeditar o torneio em 2017 e defende que os clubes que a compõem sejam integrantes da disputa.

Já a CBF exige que sejam incluídos no torneio os clubes mais bem classificados em seus respectivos Estaduais – no caso, os campeonatos do Rio, Minas, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

CBF e Primeira Liga, inicialmente chamada de Liga Sul-Minas-Rio, travam há mais de um ano nos bastidores um embate que opõe 15 clubes à administração da confederação. Esta não aceita a possibilidade de uma nova ordem do futebol brasileiro e teme que a união de clubes represente o primeiro passo para a criação de uma Liga nacional.

Além dos seis já citados, integram a Primeira Liga o Atlético-PR, Coritiba, Paraná, Figueirense, Avaí, Criciúma, Joinville, Chapecoense e América-MG.

Fonte: Terra

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Comentário do Casaca!

A verdade nua é crua é que o Campeonato Estadual de 2016 teve expresso em seu regulamento, após reunião do arbitral da FFERJ, que participariam da Liga Sul/Minas/Rio 2017, o Campeão e o Vice-Campeão Carioca e isso está de acordo inclusive com aquilo que está previsto na lei. Se foi através dela que os clubes viram respaldo para a criação da Liga, não podem ignorar o previsto nela própria. Os critérios para classificação e disputa de uma competição da respectiva Liga devem atender a critérios técnicos.

Como a Liga é Interestadual, fica evidenciado que o critério técnico é a colocação das equipes na competição estadual. A FFERJ fez muito bem em clarificar isso no regulamento do Campeonato Carioca de 2016, que diferentemente dos 14 anteriores levou os clubes finalistas a outra competição, portanto foi classificatório.

Entre 1994 e 2015, portanto em 22 edições, apenas duas vezes o estadual classificou os campeões para outra competição (no caso em 2000 e 2001) e na edição de 2016 voltou a classificar novamente.

Diante disso, a dupla Fla/Flu fica chupando dedo, pois está barrada do próprio baile, por talvez desconhecer que para se fazer um baile não basta apenas contratar serviços e convidados. Há de se respeitar a hierarquia tanto das entidades que comandam o futebol, como de seus superiores no campo de jogo.

Ainda haverá outros desdobramentos. O Vasco poderá ou não querer jogar. Poderá ou não haver datas, mas o certo é que por direito apenas Vasco e Botafogo estão assegurados na competição.

Quanto à conversinha fiada da dupla Fla/Flu, liga não…

Casaca!

Sobre a Fala do Fantoche

As notícias da noite dão conta de que Leandro Damião seguirá para o Flamengo. Se for confirmado, que vá pela sombra.

Espantoso, contudo, foi a fala do oportunista fantoche do Olavo logo cedo. Segundo ele, “o Vasco perde mais um para o Flamengo”.

Não vimos este entusiasmo do líder amarelo ao comentar o fato do Vasco ter pago há duas semanas 12 milhões de reais a vista de uma obscura negociação envolvendo Eder Luis, conta deixada pelos seus padrinhos. Sob pena de, ao não pagar, ser rebaixado de divisão.

Parece lógico que armadilhas como esta é que impedem o clube de competir financeiramente com os adversários, sem falar no achado, também parido por seus padrinhos, de fazer com que o Vasco receba 1/3 do que recebe o Flamengo com cotas de TV, fato que acaba por se expandir por demais oportunidades de receitas.

Damião parece perder uma boa oportunidade de reencontrar seu futebol, enquanto o líder amarelo, empresário nos palanques e jornalista nas ações movidas contra o clube, de ficar quieto.

CASACA!

Expresso da Vitória 11 a 0. Nem parecia que eram onze contra onze…

 

Na estreia do Vasco pelo Carioca de 1949, uma sonora goleada por 11 a 0 contra o São Cristóvão já mostrava ao adversários que dificilmente aquele título não seria conquistado pelo Expresso da Vitória. Como acabou sendo.

Após esta, outras goleadas vieram: 6×0 Canto do Rio, 5×3 no Fluminense, 5×2 no Flamengo, 8×2 no América, 8×1 no Bonsucesso… Foram 18 vitórias, 2 empates e nenhuma derrota.

O Vasco atuou com Barbosa, Augusto e Sampaio; Ipojucan, Danilo e Jorge; Nestor, Maneca, Heleno, Ademir e Mario.

Os gols foram marcados por Maneca(4), Ademir(3), Heleno(2), Ipojucan e Nestor.

Este jogo entrou para a história como a 3ª maior goleada imposta pelo cruzmaltino sobre um adversário.

Recordar é viver !

“O Vasco arrasou o São Cristóvão impondo-lhe uma goleada de 11 x 0

O São Cristóvão caiu fragorosamente frente ao Vasco da Gama pela contagem de 11 x 0. O regular público que compareceu ontem à tarde ao estádio de São Januário deve ter ficado decepcionado com a equipe de Figueira de Mello Chegou a causar pena da maneira com que foi abatido pelo club vascaíno. Em nenhum momento chegou a ter um lance favorável. Sempre o Vasco foi superior na cancha, do primeiro ao último minuto. 

Quando finalizou o primeiro tempo, já o placard registrava a contagem de 7×0. Para o segundo tempo, parecendo ter recebido ordens, os players vascaínos não se empregaram a fundo,e, mesmo assim mais quatro tentos foram consignados. É interessante salientar que nada menos de cinco bolas bateram nas traves, além de seis excelentes oportunidades perdidas pelos atacantes do vice-campeão carioca de 48.”

A Noite (04/07/1949)

O Globo (04/07/1949)

“O Vasco da Gama teve na tarde de anteontem uma das vitórias mais comodas destes últimos tempos, marcando a espetacular contagem de 11 x 0, sobre o São Cristóvão, que se apresentou no estádio de São Januário, com um team incapaz de oferecer qualquer resistência ao onze cruzmaltino.”

Jornal do Brasil (04/07/1949)

 

Ficha do jogo:

Vasco da Gama 11 x 0 São Cristóvão
Local: São Januário
Juiz: Frederick James Lowe
Renda: Cr$ 64.750,00
Gols: Maneca (4), Ademir Menezes (3), Heleno de Freitas (2), Ipojucan e Nestor.
Vasco da Gama: Barbosa, Augusto e Sampaio; Ipojucan, Danilo e Jorge; Nestor, Maneca, Heleno de Freitas, Ademir Menezes e Mário.
São Cristóvão: Ramiro, Lino e Torbis; Rômulo, Geraldo e Olavo; Lino II, João Menta, Wilton, Nestor e Magalhães.

Outras vitórias do Vasco em 4 de julho:

Vasco 3 x 2 Vila Izabel (Carioca – 2ª Divisão – 1921)
América 0 x 2 Vasco (Carioca 1932)
Vasco 2 x 0 Bangu (Torneio Municipal 1938)
Vasco 3 x 2 Portuguesa de Desportos (Torneio Rio-SP 1954)
Vasco 3 x 0 Porto-POR (Pequena Taça do Mundo da Venezuela 1956)
Espanyol-ESP 1 x 3 Vasco (Amistoso 1957)
Americano 0 x 1 Vasco (Amistoso 1988)
Shimizu S-Pulse-JAP 1 x 3 Vasco (Amistoso 1994)

 

Mais coincidências contra o Vasco no estádio da Ressacada

Em tarde e noite de péssima arbitragem, o Vasco foi prejudicado no estádio da Ressacada e perdeu para o Avaí neste sábado, em partida válida pela décima quarta rodada da Série B.

O time vascaíno teve na partida inúmeras chances de gol, desperdiçadas principalmente no segundo tempo. Na primeira etapa oportunidades foram perdidas por Éder Luís aos 10, Nenê aos 34 e Éder Luís aos 37. O Avaí, por sua vez, teve chance de inaugurar, de forma lícita, o placar aos 35 minutos.

No período complementar, após sair atrás do marcador, o Vasco teve oportunidades de marcar aos 6 com Rodrigo (lance detalhado mais abaixo) aos 8 com Leandrão, aos 9 com Júlio César, aos 12 com Éder Luís (lance detalhado mais abaixo), aos 14 com Marcelo Mattos, aos 21 com Caio Monteiro, aos 23 com Aislan e Caio Monteiro, tendo a bola batido na trave por três vezes no mesmo lance, aos 27 com Caio Monteiro (lance detalhado mais abaixo), aos 29 com Nenê, aos 45 com Caio Monteiro e aos 48 com Rodrigo, em lance no qual a bola bateu involuntariamente no braço de um atleta avaiano, braço este preso junto ao corpo.

Já o Avaí, em lances lícitos, teve apenas duas conclusões com perigo à meta de Martin Silva, além dos dois gols marcados, ocorridas aos 33 e 47 minutos.

A seguir todas as lambanças da arbitragem durante a partida e os erros capitais contra o Vasco.

Aos 7 minutos do 1º Tempo houve falta em Júlio César e depois em Martin Silva não marcadas e William livre quase abriu o placar. Chutou para fora. Cartão amarelo dado injustamente para Martin Silva por reclamação. O terceiro do goleiro, que não enfrenta o Brasil-RS.

Aos 17 Rodrigo meteu a mão na bola na intermediária defensiva do Vasco, quando, absoluto na jogada, se atrapalhou no domínio.

Aos 19, falta fora da área de Marcelo Mattos, na esquerda de defesa do Vasco, não marcada a favor do Avaí.

Aos 30 Madson recebeu uma trombada faltosa próxima à entrada da área do Avaí, pelo lado direito, e o árbitro nada marcou.

A 1 minuto do 2º tempo, falta próxima à entrada da área mal marcada a favor do Avaí. Marcelo Mattos foi limpo na bola para fazer o desarme em William. Na cobrança, Martin Silva praticou defesa parcial e no rebote, houve a correta marcação de impedimento do ataque do Avaí.

Aos 6, impedimento mal marcado do ataque do Vasco. Rodrigo estava com o braço à frente da zaga e braço à frente não caracteriza impedimento. Lance de mesma linha. O pé do penúltimo defensor avaiano serve de referência para caracterizar a legalidade do lance. Rodrigo cabeceou para o meio da área, a bola passou por vários jogadores e saiu para fora.

Aos 12, falta em Éder Luís dentro da área, O atacante é deslocado pelo zagueiro, após desvencilhar-se da marcação e surgir sozinho para o cabeceio a gol, que é feito por Éder desequilibrado, diante do empurrão dado pelo jogador avaiano, embora não houvesse reclamação posterior do atleta, após a conclusão da jogada.

Aos 16, falta sobre Júlio Cesar não marcada pela arbitragem, próxima ao meio campo, no campo de ataque do Vasco.

Aos 22 foi dada uma saída de bola na linha lateral do ataque do Avaí, mas a pelota não havia ultrapassado totalmente a linha. Prejudicado o time da casa.

Aos 25, pênalti mal marcado pela arbitragem. Nem falta houve do zagueiro Rodrigo em Renato e o lance foi fora da área. Em consequência disso, Jorginho foi expulso por reclamação. Na cobrança Martin Silva fez a defesa e pegou firme no rebote.

Aos 27, pênalti não marcado a favor do Vasco. Toque de mão dentro da área de André Santos. O jogador do Avaí tenta chegar na marcação de Caio Monteiro, mas com o braço esquerdo aberto. No momento exato da cabeçada de Caio, o braço do adversário não está junto ao corpo. André Santos baixa o braço numa fração de segundo e a pelota toca nele, sendo amortecida para a defesa de Renan. Ressalte-se que não havia nenhuma chance de o zagueiro chegar na bola para evitar a conclusão de Caio. Embora não se possa afirmar que o cabeceio do atacante vascaíno chegaria ao gol, a pelota iria em direção à meta do Avaí. Em consequência da não marcação da penalidade, Marcelo Mattos e Leandrão levaram cartão amarelo por reclamação logo após o lance. O atleta do Avaí, talvez para justificar aos jogadores do Vasco a não marcação da penalidade, bateu algumas vezes no peito, como se fizesse menção de que a bola tocara ali e não em seu braço.

Aos 34, falta de Caio Monteiro, jogo perigoso, no campo de defesa do Vasco, próximo à entrada área.

Feito o resumo, ressaltamos o seguinte:

Não há nenhuma desculpa para a ridícula atuação do Vasco na última terça-feira diante do Paraná, perdendo para uma equipe com meio time reserva, marcando gol contra e proporcionando numa grande trapalhada o tento da vitória paranista, mas neste sábado o time fez por onde colher um resultado melhor e foi prejudicado pela arbitragem em lances capitais, tal qual ocorrera no ano passado.

Casaca!

Herança de Roberto Dinamite retira mais R$ 12 milhões dos caixas vascaínos

Não bastasse participar de desvio de dinheiro do Vasco da Gama para paraísos fiscais (que o blog comprovou), além de esfacelar o caixa cruzmaltino em diversas negociações suspeitas, sem contar as contas elevadas pela incompetência administrativa, Roberto Dinamite, mesmo distante do clube, continua a lhe ocasionar novos prejuízos.

Desta vez R$ 12 milhões, resultantes de ação do Benfica à FIFA, que poderia até resultar, além dos juros moratórios, em rebaixamento da equipe à Série C do Brasileirão.

Roberto comprou Eder Luis dos portugueses, por 3,5 milhões de Euros, pagou apenas 875 mil Euros, e, mesmo tendo emprestado o jogador ao futebol árabe por valores que poderiam quitar a operação, não o fez, jogando os problemas para gestão posterior.

Este novo prejuízo junta-se a outros deixados por Dinamite, entre os quais dívidas bancárias milionárias, R$ 14 milhões em impostos vencidos, 3 folhas salariais inadimplentes, além de R$ 100 milhões devidos a forencedores.

Um caos total.

A expulsão do ex-presidente dos quadros associativos vascaínos e instauração de inquérito sobre responsabilidades lesivas ao patrimônio do clube é o mínimo que se espera diante de um contexto deplorável de absoluta demonstração de desamor e falta de respeito à história do Vasco da Gama.

Fonte: Blog do Paulinho