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Lição

Com os salários de maio a atletas e funcionários do Vasco acertados ontem, o clube completa o pagamento de oito folhas e meia em seis meses (o salário de junho só é devido em julho).

A atual gestão pagou os meses de outubro, novembro, dezembro, a parte do décimo terceiro devida por Dinamite e cia., janeiro, fevereiro, março, abril e maio.

Por essas e outras, atletas de nome e prestígio começam a vislumbrar no Vasco a possibilidade de um lugar seguro para trabalhar, diferentemente dos mais variados clubes de ponta do país, que contratam de forma irresponsável, atrasam salários e vivem de fantasia.

O profissionalismo exigido por muitos é aplicado no Vasco, diferentemente do ocorrido por longos seis anos, boa parte deles com o proposital silêncio da imprensa convencional.

Em qualquer lugar do mundo uma mídia imparcial reconheceria o belo trabalho feito pela direção do clube ao longo do curto período em que está no poder.

No futebol o Vasco foi o Campeão Carioca deste ano, está classificado para a terceira fase da Copa do Brasil e se vive um momento ruim no Campeonato Brasileiro este se iniciou após uma quebra de 11 jogos sem perder – somatório das três competições citadas.

O elenco recebido, com salários exorbitantes pagos a atletas fora dos planos, até mesmo da diretoria anterior, e contratos longos foi motivado a render com os pagamentos devidos em dia e vários jogadores voltaram a ter ânimo para produzir muito mais em 2015 e a prova disso foi a conquista do Estadual.

Atletas trazidos para compor elenco, com baixos salários, trouxeram o custo benefício de sempre com uma ou duas boas surpresas e dispensa da maioria, que não produziu o esperado.

Contratações para brigar pela titularidade ou teoricamente para já ocupá-la mantiveram o teto salarial de 150 mil reais mês (muitos vieram por valores bem abaixo disso), a ponto de os maiores salários do Vasco hoje serem pagos a atletas oriundos da gestão amarela cor banana.

Mas a imprensa convencional parece não querer enxergar isso. Conseguiu ela criticar, por exemplo, a redução pela metade do salário de Sandro Silva – acertada no início da atual temporada – que, a princípio, tinha contrato com o clube até fevereiro de 2016 por valor acima do teto salarial do clube, tendo sido o mesmo estendido pelo dobro do tempo restante, o que se feito por qualquer profissional incensado por ela mídia, mereceria aplausos de pé.

O empréstimo de Montoya, desonerando um pouco mais a folha, a saída de Marcinho, com contrato em vigor, sem que o clube fosse obrigado a desembolsar qualquer valor, de Douglas Silva, após este atleta já ter assinado novo vínculo no início do ano por um valor muito menor do devido a ele em 2014, a troca de Aranda por Julio dos Santos em janeiro, entre outras ações que redundaram na redução drástica de uma folha inchada e hoje bastante reduzida, embora satisfaça teoricamente o discurso geral e batido da mídia, no caso do Vasco é motivo de desdém ou silêncio.

Se no início de dezembro o Vasco era tido como caloteiro, mau pagador e por conseguinte digno de ser desrespeitado por todos, a situação mudou e a forma como o clube é visto hoje externamente, por mais que os inimigos dele queiram se basear num momento ruim do futebol para soltar diatribes, difere completamente daquilo visto há pouco mais de sete meses.

A contratação de Andrezinho e as palavras do presidente do clube, anunciando que mais reforços virão não mexe no compromisso inicial de cumprir as obrigações do clube, e a satisfação do atleta recém contratado e de outros por virem a atuar no Vasco, independentemente da posição atual do clube na tabela, só vem demonstrar o acerto no caminho escolhido e percorrido, desde dezembro do ano passado.

Há muito ainda a ser revelado do que foi feito com o clube por mais de seis anos, com aval e omissão dos críticos atuais – mais preocupados com Eurico Miranda do que com o Vasco – que fingiam não ver os descalabros perpetrados contra o clube, que entre criticar o pagamento dos salários de três em três meses, a contratação de atletas sem ter como pagar a eles e aos donos dos direitos econômicos, o calote em dívidas equacionadas, o calote fiscal, o abandono do patrimônio do clube, o rebaixamento nas cotas de TV, os rebaixamentos esportivo, moral e institucional do Vasco, se preocupavam apenas com o retorno de Eurico Miranda ao Vasco.

Que a imprensa convencional procure saber o porquê de o Vasco ainda não ter implementado o seu programa de sócio-torcedor (seria uma multa rescisória irrisória?), que procure saber quanto o Vasco fatura com produtos licenciados e quanto tempo mais está amarrado o contrato neste sentido, que procure saber quantas foram as confissões de dívida assinadas pela gestão Dinamite entre agosto e 02 de dezembro do ano passado, que procure se informar e informar do valor livre que o clube tem a receber das cotas de TV até o final do ano que vem, que procure se lembrar do estado no qual foi deixado o patrimônio do clube e como se encontra, que procure fazer um jornalismo mais honesto com o Vasco, pois pelo fato de Eurico Miranda, presidente do clube, incomodar os poderes regentes do futebol, de fora para dentro das instituições, em busca justíssima dos interesses, direitos e do respeito ao Vasco, usam os espaços na mídia para deturpar o que diz, deturpar a verdade dos fatos, minimizar os ganhos do clube e maximizar um momento ruim do futebol, como se não fosse um ponto fora da curva diante do exemplar trabalho feito desde o final de 2014 no Vasco.

Não há reclamação pela situação institucional encontrada, há trabalho e muito trabalho para tirar aos poucos o Vasco dela, mas a falta de reconhecimento pelo até aqui feito difere e muito do tratamento dado a Dinamite e MUV, quando assumiram e iniciaram o processo de destruição do Vasco, passando a atrasar salários, dando calote nos compromissos, menosprezando o time recebido, rebaixando o clube e vivendo numa fantasia alimentada pela própria mídia de que aquilo feito no Vasco à época representava uma reconstrução, quando era nítido o contrário.

O verdadeiro torcedor do Vasco não é gado, não é convencido ou fingido para se fazer de gado nas mídias sociais, não representa a minoria coberta de mitômanos despersonalizados, pronta a proteger a imprensa no denegrimento do clube, mas é sabedor que percorremos um duro caminho em busca da restauração total do Vasco, sem bravatas mas sim com o respeito adquirido pelo tanto realizado ao longo de sete meses, ciente de que os resultados no Campeonato Brasileiro são ruins, mas certos tanto da recuperação no futebol, quanto da permanência dela no todo desta instituição centenária e vitoriosa.

Casaca!

Fábulas amarelas, políticas conhecidas

Espantosamente acabo de tomar conhecimento acerca da matéria da ESPN na qual noticiou-se que o Sr. Fernandão, batizado por alguns como “Fiscalzão do Contrato Eletrobrás”, teria revertido a sentença de extinção do processo no qual ele cobra a módica quantia de R$ 6.343.882,78 (até maio de 2013) pelos serviços de captação e gestão do referido contrato de patrocínio, gestão esta que, segundo o TCU, não teria sido cumprida.

A priori, pensei tratar de uma matéria pautada numa interpretação leiga, mas ao final do texto pude observar que não. Ela tem por base uma fábula amarela dita pelo advogado de toga amarela para a autopromoção de seus serviços amarelos que, ao olhar somente para o seu umbigo, não consegue nem enxergar os reflexos dela. Dito de outro modo: oportunismo para autopromoção às expensas do Vasco.

O yellow professional, que num passado não muito distante chegou a se ultrajar de “mensaleiro”, disse ao blog da ESPN que “a decisão de extinção foi uma aberração jurídica e não tínhamos a menor dúvida que o Tribunal jamais a manteria, tanto é que a sua nulidade foi declarada pela própria juíza de primeiro grau.” Isso, não por acaso, uma semana após ter tido espaço num programa de rádio noturno para buscar angariar clientes em demandas trabalhistas contra o Vasco.

A sentença na qual o juízo de direito da 7ª Vara Cível da Capital julgou extinta a execução do Sr. Fernandão não foi anulada.

Em linguagem leiga, o que houve, na verdade, foi a interposição de recurso que suspendeu a decisão mantendo retidos valores já arrecadados judicialmente por penhora de cotas de patrocínio e que estão em uma conta à disposição do juízo. Esta suspensão esta sendo atacada pelo Vasco e, creio eu, será revertida. Não houve nulidade nenhuma reconhecida pela própria juíza de primeiro grau, até porque, como deveria saber o yellow professional, a magistrada esta legalmente impedida de fazê-lo por ter esgotado sua jurisdição como reza a cartilha processual.

Vale elucidar, ainda, que o yellow professional, sócio do Vasco que patrocina processos contra o Vasco, teve por escopo em sua manobra processual, não o restabelecimento do bloqueio mencionado, mas buscava fundamentalmente com que o extinto processo atingisse outras receitas do Clube, como bilheteria, cotas de participação em campeonatos, material esportivo, patrocínios, etc. Pode-se dizer, portanto, que o advogado da toga amarela experimentou um novo revés para o bem da justiça e das finanças do Clube, agravadas com adiamento das eleições obtido pelo mesmo em parceria com antiga Diretoria, expurgada pelo quadro social por tudo o que representou.

Se não fosse a desfaçatez amarela suspeitaria de mitomania ou compulsão mórbida pela mentira. Mas não, o Vasco para os fabuladores amarelos parece mesmo servir de degrau, trampolim, e, por isso, em tempos em que o futebol e as finanças não vão bem, sempre cabe mais oportunismo, afinal são discípulos do MUV.

Leonardo Rodrigues

 

Falta apoio e equilíbrio emocional

TIME: Mesmo com alguns desfalques importantes, o VASCO começou bem os jogos contra o Atlético-PR e o Cruzeiro, mas quando sofre o gol o time desmorona psicologicamente, ainda restando 20, 30, 45minutos o jogo acabou, parece que um jogador não confia no outro. Mentalmente o time está entrando em campo derrotado e não será a contratando 1 ou 2 reforços que irá reverter esse quadro, temos que contratar também um bom psicólogo!!!

TREINADOR: Ele não é o único culpado, vai mandar o Doriva embora e trazer quem??? A Diretoria precisa se reunir com todo o elenco (Porta fechada) e dizer para os jogadores que o Treinador é o Doriva e fim de papo, não vai adiantar o jogador se esconder da sua responsabilidade esperando um novo Treinador chegar. Por outro lado, cabe ao Treinador mostrar equilíbrio emocional e passar confiança para o time, começando pelo Goleiro Jordi que é o reserva imediato do Martin Silva. Desde o dia que o Doriva escalou o Diguinho como titular, o VASCO perdeu a sua grande marca nesse ano que era a marcação forte que dava proteção a nossa defesa, definitivamente o Diguinho ele não aguenta 20 minutos, outro problema está na subida dos nossos zagueiros sem nenhuma organização, eles se mandam para o ataque parecendo um time de pelada!!!

TORCIDA: Mais uma vez tivemos um público ridículo, apenas 5.072 pagantes, isso pq tinham no mínimo uns 1.000 cruzeirenses no estádio… Diferente do jogo contra a Ponte Preta onde os “Vascaínos” vaiaram o time os 90minutos, ontem contra o Cruzeiro a torcida na arquibancada teve um pouco de paciência até sofrermos o 1º gol, começaram a surgir as primeiras vaias e xingamentos, a paciência foi para o espaço após o 2º gol com a falha do goleiro Charles, outra coisa muito estranha que vem acontecendo nas ARQUIBANCADAS é o silêncio de algumas TORCIDAS ORGANIZADAS, nós não ouvimos mais o bom e velho “Surdão de Marcação” acompanhando do grito “VAAASCO fiufiufiu, VAAASCO fiufiufiu”, “O VASCO É O TIME DA VIRADA, O VASCO É O TIME DO AMOR”, “OOO VAMOS VIRAR VASCO, VAMOS VIRAR VASCO”… Que falta faz a FORÇA JOVEM, “parece” que essas novas torcidas só existem de fachada e só aparecem nas horas boas para venderem os seus produtos e gerar lucro para os seus proprietários???

DIRETORIA: Vive um grande dilema, apostar no BOM, BONITO e BARATO que deu certo no Estadual ou trazer reforços, aumentando ainda mais a dívida do clube??? Só para termos uma ideia do problema, o Diego Souza cobra R$ 5,3 milhões, o Felipe cobra R$ 6 milhões, Carlos Alberto R$ 9 milhões, sem falar de outros jogadores e também dos Treinadores que passaram pelo clube desde Julho de 2008 e não viram 1 centavo da Diretoria Dinamite. É óbvio que o VASCO há muito tempo precisa contratar um meia-armador, um Camisa 10, uma referência dentro e fora de campo, mas quem, onde e como??? Para conseguir as Certidões Negativas de Débito a atual diretoria teve que se virar em R$ 14milhões do contrário não renovaria com a CAIXA, teve que fazer um acordo no valor de R$ 10 milhões com a CEDAE, mais de R$ 1 milhão para reformar a Pousada das Categorias de Base e algumas melhorias no Estádio… Só nessa “brincadeira” foram mais de R$ 25 milhões, dinheiro que daria para o clube contratar o Walter Damián Montillo, é nessas horas que precisamos ter APOIO e EQUILÍBRIO EMOCIONAL!!!

Fonte: Jornal Vascaíno

Funcionamento do Vasco

As informações reproduzidas pela imprensa de que a sede do Vasco encontra-se fechada não são verdadeiras. Os treinamentos da equipe principal de futebol é que estão restritos para que o trabalho, em momento delicado, ocorra de forma tranquila e produtiva.

As escolinhas e demais atividades de todos os departamentos permanecem em pleno funcionamento.

O acesso de sócios também é permitido, mas não para acompanhar os treinamentos da equipe de futebol profissional.

CASACA!

Análise

Quatro jogos em São Januário e nenhuma vitória. Esta é a realidade mais preocupante do Vasco hoje, pois seu estádio deixou de ser o tradicional caldeirão de outrora, longe, muito longe da panela de pressão que se fazia contra os mais diversos adversários, independentemente das condições técnicas deles.

Por outro lado, o comportamento do time cruzmaltino no jogo de ontem, após tomar o primeiro gol do Cruzeiro, demonstra o estado de nervos dos atletas, a intranquilidade de seu treinador e evidencia o cenário inaceitável posto em seus rostos, além da falta de condições emocionais para reagirem.

O que se viu após a equipe sair atrás no marcador foi desorganização e insegurança. De todos, menos da torcida presente, que ainda se uniu na segunda etapa para tentar empurrar o time desde as arquibancadas.

Sem muitas opções no ataque, Doriva escalou a dupla de frente, na prática, com Jhon Clay e Gilberto. A instabilidade do substituto de Riascos – impedido de atuar por ser atleta do Cruzeiro – tem como contraponto certa criatividade, responsável por boas jogadas do ataque cruzmaltino até a primeira meia hora de partida.

Neste período, os laterais do Vasco não se apresentaram como se impunha diante do esquema escolhido e quando o fizeram o ineficiente Biancucci não lhes serviu de forma adequada, muito menos quaisquer dos volantes, com uma ou outra jogada de exceção.

A escalação de Caucaia e Biancucci nos lugares de Lucas e Julio dos Santos não são justificáveis, seja pela produção de ambos contra o Atlético-PR na rodada anterior, seja pela produção dos outros dois, que já mostraram futebol suficiente para serem primeiras opções no elenco atual, ainda carente de reforço.

Sem Rafael Silva no banco de reservas, machucado, e diante da péssima relação da torcida com Yago, praticamente queimado, o gol do Cruzeiro aos 37 minutos da primeira etapa não deveria ocasionar uma mexida na estrutura tática da equipe, imediatamente depois.

Com a saída de Diguinho, Lucas deveria naturalmente substituí-lo e para a segunda etapa a entrada de Julio dos Santos no lugar de Caucaia era algo até certo ponto óbvio, pois ele, junto a Madson, são responsáveis por uma das mais contundentes jogadas ofensivas do time. A alteração demorou cerca de 10 minutos e quando Julio entrou, logo no minuto seguinte o Cruzeiro ampliou em falha lamentável do goleiro Charles, que leva os mais afoitos a pensarem no retorno de Jordi, o que pode causar uma ciranda entre os dois até a volta de Martin Silva.

Pior que a demora pela participação de Julio no jogo, foi seu posicionamento em campo, hora na meia-esquerda, hora centralizado, sem a devida aproximação com Madson.

A inoperância de Biancucci na partida e o vazio na direita fizeram com que Luan passasse a ocupar aquele setor, mas já não havia cobertura, concentração, nada.

E quanto a Jhon Clay, o mesmo que começara bem? Foi recuado mais para a meia em função da entrada de Yago (veloz mas pouco objetivo) e caiu muito de produção. Acabou substituído por Thales, quando o jogo ainda estava 0 x 2, tendo sido transformado o Vasco num bando em campo até o fim da partida.

Uma menção honrosa a Rodrigo pelo belíssimo gol de falta.

A desorganização do time pareceu ontem ser um reflexo de tantas mexidas e mudanças táticas do seu treinador, independentemente de alguns desfalques.

Diante do atual quadro, o Vasco – que na visão da maioria precisava apenas de um reforço para a criação no meio campo, uma vez que Marcinho e Dagoberto não atuaram nesta temporada da forma como se esperava – pode vir a carecer de mais, conforme os atletas forem sentindo a pressão oriunda dos maus resultados.

A notícia boa é o fato de o desastre ter ocorrido no começo da competição. Que se inicie a reação.

Sérgio Frias

Vasco perde pro Cruzeiro em São Januário pelo Brasileirão

Vasco tropeça no Cruzeiro em São Januário

Em São Januário, Vasco perdeu para o Cruzeiro por 3 a 1. O resultado negativo deixou o clube carioca no 19º lugar na tabela, com 3 pontos. O próximo desafio do Gigante da Colina será contra o Sport, dia 20, às 16h30, na Arena Pernambuco.

O Vasco começou a partida com um esquema tático e uma postura diferente. O cruzmaltino não deu espaço para o Cruzeiro criar suas jogadas e pressionou pelo seu primeiro gol.

A primeira boa chance vascaína surgiu aos 15 minutos. Biancucchi recebe ótimo passe de Jhon Cley. O argentino bate forte e a bola passa com perigo pelo gol de Fábio.

A partida foi de muitas faltas e marcação no meio de campo. Mas o Gigante da Colina quando chegava, tentava pressionar o time mineiro. Aos 20 , foi a vez de Gilberto receber em boas condições e chutar cruzado pela linha de fundo. A boa movimentação do atacante com Jhon Cley foi uma das boas armas da equipe na primeira etapa.

Apesar do domínio vascaíno, o Cruzeiro aproveitou a única chance de real perigo que teve. Em contra-ataque, Leandro Damião recebe livre na entrada da área e finaliza para abrir o placar. Vasco 0x1 Cruzeiro.

O segundo tempo não foi bom para os vascaínos. O Cruzeiro aproveitou bem os erros do time da casa e garantiu o placar vitorioso.

O Gigante da Colina buscou chances de perigo, mas pecou no último passe. Já o time mineiro, aproveitou bem as poucas chances de ataque que teve. Aos 13, Charles arriscou de perna esquerda e conseguiu ampliar o placar.

Já aos 29, Leandro Damião aproveitou mais uma chance ofensiva e marcou o seu segundo no jogo: 3 a 0. Rodrigo ainda diminuiu com um belo gol no final, mas ficou nisso: 3 a 1 para o clube mineiro.

FICHA TÉCNICA – VASCO 1X3 CRUZEIRO

Local: São Januário, RJ
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Auxiliares: Alessandro Rocha de Matos (BA) e Marcelo Bertanha Barison (RS)
Cartões amarelos: Luan e Rodrigo (Vasco) / Leandro Damião, Pará e Willians (Cruzeiro)
Gols: Rodrigo (42’/2T) – Vasco / e Leandro Damião (39’/1T e 29’/1T) e Charles (13’/1T) – Cruzeiro
VASCO: Charles, Madson, Luan, Rodrigo e Júlio César; Diguinho (Yago), Guiñazu, Jackson Caucaia (Julio dos Santos), Jhon Cley (Thalles) e Biancucchi; Gilberto. Técnico: Doriva
Cruzeiro: Fábio, Mayke (Fabiano), Manoel, Bruno Rodrigo e Pará; Charles, Willians e Alano (Bruno Edgar), Marquinhos, Willian (Joel) e Leandro Damião. Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Texto: Matheus Alves

Veadagem

“Eu não tenho e nem nunca tive nada contra gay. Eu tenho contra ‘veado’. Gay é uma opção, ‘veado’ é o que faz ‘veadagem’. Eu sou contra ‘veado’. E o ‘veado’ não precisa ser gay para ser ‘veado’”.

Esta foi a fala do Presidente Eurico Miranda em programa de rádio na semana que passou.

Aproveitando-a, quiseram criar polêmica Não deveriam, mas nós sabemos o motivo. A campanha é enorme desde que o Vasco se tornou campeão estadual. Há uma revolta explícita nos meios de comunicação contra esta conquista inesperada. Há, também, um desejo implícito renovado (pois nos remete a anos anteriores) de ajudar a implodir tudo no clube. Então qualquer coisa é motivo.

Assim, seguindo o script, o site band.com.br foi escutar a opinião da Presidente da Comissão de Direito Homoafetivo da OAB-RJ. A senhora disse o seguinte:

“Ele está equivocado. Ele diz que respeita o gay que se comporta como o homem estereotipado e está atacando aqueles que têm o comportamento mais afeminado. As pessoas têm a liberdade de ser como querem ser. Foi uma declaração altamente preconceituosa”.

Em nosso entendimento, a doutora é que se equivocou. Ela não entendeu o que foi dito, muito menos no contexto “Todos contra ele”.

Nos parece que Eurico quis dizer que não tem nada contra opções sexuais. Ponto. Quando ele fala em “veadagem”, já não mais está se referindo a opções sexuais. Se ela quiser entender, pode se ater ao histórico (recente, que seja) das atitudes da imprensa sempre que ele fala alguma coisa. Sempre, com raras exceções, tenta-se criar a intriga. A própria reportagem na qual a senhora opina é neste sentido: criar intriga.

Criar intriga, ou se tentar jogar todos contra ele a fim de atingir a imagem do indesejado Vasco vencedor, nada tem a ver com opção sexual. Mas claro está que se trata de veadagem. Mentirinha de perna curta é veadagem. Torcer contra o clube é veadagem. E isso, também claro está, em nada atinge a respeitada comunidade LGBT que um dia, esperamos nós, deixará de ser comunidade e se tornará parte da sociedade sem precisar assim se organizar, em função das violências que sofre.

Por outro lado, talvez esteja na hora de se criar na OAB a Comissão para Defesa dos Politicamente Incorretos. São aqueles sujeitos que emitem opinião não muito adequadas aos direcionamentos com os quais a classe dominante e a mídia pretendem conduzir o seu gado de cada dia.

CASACA!

Surfistas Amarelos

Uma nota da atual oposição amarela publicada em seu sítio e reverberada pelo site Netvasco informa que a redução dos preços dos ingressos para a partida de hoje diante do Cruzeiro ocorreu em função de pressão exercida por esta oposição amarelada.

A nota foi publicada na mesma semana em que o líder mambembe do grupo postou suas impressões a respeito da administração de Eurico Miranda. Segundo a sumidade, quem a comanda trata-se de um ditador.

Cá estamos diante de mais uma das muitas contradições desta gente simpática: como alguém pode ser ditador e acatar demandas da oposição? Cri…cri…cri…

A alteração dos preços dos ingressos em São Januário ocorre em período de disputa da Copa América, quando os horários dos jogos do Brasileiro estão, digamos assim, estranhos. Se o público não compareceu nas partidas anteriores em horários consagrados, que dirá em um sábado, às 21 h.

Quanto aos amarelos, eles precisam definir melhor onde querem ir, o que são, o que pensam e de que forma pretendem sobreviver aos (pelo menos) próximos dois anos e meio.

CASACA!

Empresário de Marcinho elogia Eurico: ‘Muitos jogadores pedindo para ir para o Vasco, pelo salário em dia’

Bradesco Esportes FM Rio

Maurício Nassif, representante do meia Marcinho, ex-Vasco falou ao vivo no Comendo a Bola! Confira as aspas da entrevista:

Saída de Marcinho:
“Foi uma rescisão simples, amigável, uma relação simples com o presidente, saída pelo rendimento em campo e o fato do Doriva não estar usando ele na maneira que ele queria ser utilizado. O presidente conversou com ele, mas ele achou que tinha que sair. Ele já é um jogador consagrado, mas ele podia ficar e continuar pelo dinheiro e logo agora que o Vasco vem pagando o salário em dia. A frase que ouvi do Euriquinho e do próprio presidente, é que as portas do Vasco estão abertas para ele. Eu estou no futebol como agente FIFA há 15 anos e fiz várias negociações com o Vasco, negociação com Léo Lima, Souza, antes do Eurico… na época do Roberto, foi só o Julinho, mas nada era igual como agora com Eurico”

Sobre Vasco:
“No só o respeito voltou, mas a credibilidade voltou, muitos jogadores pedindo para ir para o Vasco, pelo salário em dia, esse fato nos faz querer negociar com o Vasco da Gama. Em relação ao Eurico, respeito no Vasco voltou e ele é respeitável. Em relação ao Marcinho, tudo do lado financeiro está certo, nada a reclamar, e ainda por cima as portas estão abertas”

Sobre contratações no Vasco:
“Não tem jogador no mercado, jogador bom ninguém larga e mediado hoje não serve, único que ofereci que é de um amigo meu é o Neto Berola e não deu para ele vir, mas o Vasco está no mercado atrás de jogadores que cheguem para jogar, o fato do Vasco voltar a pagar em dia, o respeito voltar, ajuda, mas está muito difícil. Imagina o Diego Tardelli com um salário lá absurdo na China?. Mesmo assim, desde que Eurico voltou, eu sou testemunha, tudo em dia, não tem duas carteiras. Eu conheço o Eurico e se eu tiver jogador bom para oferecer, eu vou”

Fonte: Facebook da Rádio Bradesco Esportes

Resposta a um Superficial

Gilmar Ferreira é um daqueles da imprensa esportiva que resumem seus comentários aos resultados do futebol. Se o clube, o time de futebol do clube, vai bem, a administração é um sucesso. Se vai mal, é um fracasso. Não é de hoje que o superficialismo reinante nas redações dá o tom do dito jornalismo esportivo. Uma lástima.

Na sua coluna no jornal Extra de ontem, o superficial Gilmar ataca com os seguintes comentários rasos:

1 – O time de futebol do Vasco vive uma “crise técnica” desde que conquistou a Copa do Brasil em 2011;
2 – O que aconteceu para que aquele time campeão fosse desmontado em pouco mais de seis meses?
3 – Desde a saída de Rodrigo Caetano em 2011 o time de futebol do Vasco não consegue equilíbrio entre direção e departamento de futebol.
4 – A dispensa de Marcinho, a suspensão de Bernardo e a derrota na disputa por Emerson Sheik mostram que o respeito desejado está longe.

Primeiro, correção à distorção.

Caetano saiu em 2011, mas retornou em 2014. O Vasco fez uma campanha pífia na série B sob seu comando administrativo, gastando fortunas salariais em atletas que não chegaram a render o mínimo. Se o dito sucesso de 2011 era por sua presença, o que houve em 2014?

Agora, a análise, ligeiramente mais profunda do que a do superficial Gilmar.

A partir de 2009, sob a batuta de Caetano e o mal falado equilíbrio existente por sua presença, o Vasco passou a pagar salários irreais aos atletas. Por outro lado, expandia sem limites calotes em todas as direções, inclusive tributários. A má gestão era tão latente que o clube celebrou contrato com uma empresa pública e, em função do não recolhimento de impostos e obrigações, não podia dela receber porque não dispunha das necessárias certidões. Pergunta-se, então: que equilíbrio era este? Que gestão profissional era esta?

Da mesma forma, foi montado o elenco de 2011. Este, com outro elemento: aquele era um ano eleitoral e o Vasco, no dia 30.1.2011, estava na zona de rebaixamento do Campeonato Estadual. Para quem prefere, o pior início de estadual da História do clube.

Foi com este cenário tenebroso nos primeiros meses daquele ano e a preocupação com as urnas que foi montado o elenco daquela Copa do Brasil e Brasileiro, repleto de “visão profissional” e “equilíbrio”. Mais do mesmo: salários exorbitantes, a custa de muitos calotes paralelos. Uma preocupação única com resultados do futebol, talvez contando-se exatamente com os louros concedidos pela superficialidade de “analistas” como Gilmar Ferreira.

Este profissionalismo de fachada, celebrado pelo jornalismo de perfumaria praticado por cidadãos como Gilmar Ferreira, foi a tônica de toda a administração Dinamite. Administração “profissional e equilibrada” que conseguiu êxitos e proezas como deixar uma conta de água de 10 milhões de reais e 700 milhões em dívidas, 500 milhões a mais do que a dívida encontrada em 2008.

Ainda assim, compondo o elenco com alguns jogadores que se encontravam desmotivados no ano passado e algumas apostas em atletas com nível salarial ao alcance do clube, a nova diretoria montou um time que foi Campeão Estadual de 2015. Então, que crise técnica incessante é esta? O Vasco conquista um título e dois meses depois descobre-se que permanece numa crise técnica desde 2011? Ou o surrado discurso de que o Estadual não vale nada (só vale para os outros) também é mantido pelo superficial Gilmar?

Por fim, diz o vestal Gilmar que o Vasco, ao rescindir com Marcinho, suspender Bernardo e “perder” a disputa por Emerson Sheik mostra que está longe do respeito que diz ter alcançado. Bem se vê que este sujeito realmente entende muito de profissionalismo. Marcinho não foi dispensado, pediu para sair. Ninguém joga em um time de futebol ou trabalha em uma empresa daquelas que os perfumados adoram sem ter vontade de trabalhar. Por isso, concordou-se com a sua saída. Bernardo é reincidente em comportamentos inadequados. Aliás, foi a “profissional e equilibrada” diretoria anterior que adquiriu os seus direitos econômicos por 3 milhões de reais. Quanto a Emerson Sheik, estes jornalistas conseguem se contradizer em meio parágrafo. Costumam pregar que atletas caros, com certa idade e com casos de indisciplina e mau comportamento não são adequados para clubes, especialmente aqueles que precisam se recuperar financeiramente. É exatamente o caso de Sheik. Mas, para Gilmar, que surfa a onda dos oportunistas e precisa dar vazão ao seu ódio pessoal nutrido pelo “ditador com boa vontade”, o Vasco perdeu a disputa pelo atleta. Fazer o quê? A mentalidade é tacanha.

Rodrigo Caetano faz parte do passado e saiu do Vasco pela porta dos fundos. Seu sucesso foi pueril e calcado em saúde financeira de fachada. Cobra na Justiça mês de salário não vencido através do mesmo advogado que conseguiu adiar as últimas eleições, três meses a menos no processo de recuperação e saneamento hoje necessário. Advogado, este, da atual oposição. Relações profissionais e equilibradas.

Mas há uma solução. Uma luz no fim do túnel. Talvez, para o seu lugar, Gilmar Ferreira pudesse ser contratado. Afinal, ele tem visão profissional e equilibrada. Sua passagem pelo Sistema Globo de Rádio não nos deixa mentir.

CASACA!