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A Reconstrução Continua

 

É com alegria pelo trabalho correto realizado durante a campanha que desejamos a Eurico Miranda um novo mandato de reconstrução e conquistas. Este último mandato de Eurico à frente do clube certamente será aquele que nos recolocará no percurso de tranquilidade financeira do qual jamais deveríamos nos ter desviado. E, reorganizado, o Vasco poderá almejar a retomada dos áureos anos de vitórias, recuperando o patamar esportivo de outrora.

Quanto às acusações e dúvidas surgidas a respeito da urna que recebeu votos em separado, ficou claro que a manobra junto à Justiça foi eleitoreira, desnecessária e preconceituosa. Eleitores de diversas categorias sociais votaram naquela urna. Foram escolhidos a dedo pelo proponente da ação judicial que a determinou para compor a lista em separado. Além disso, cabe destacar que o autor da ação retirou a sua candidatura antes do encerramento do pleito, desrespeitando o próprio Juízo que lhe concedeu ganho de causa, enquanto que aqueles que permaneceram concorrendo celebraram um acordo no dia anterior perante a Justiça concordando com a integralidade da listagem. Se a ação que determinou a discriminação destes votos prosseguir, será facilmente comprovado que se tratam de sócios adimplentes, no caso das categorias pagantes, e sócios com o gozo de seus direitos, no caso das não pagantes.

Esperamos que ao longo deste novo e último mandato de Eurico os vascaínos entendam que o Vasco deve seguir unido, livre do oportunismo e da sabotagem que caracterizaram os últimos três anos, especialmente os últimos meses de corrida eleitoral. O Vasco provou ontem que realiza eleições limpas. O clima pacífico, permeado por fatos pontuais de natural acirramento eleitoral, demonstrou que o clube segue o seu histórico trajeto democrático.

CASACA!

O Medo do Banho

 

Conforme adiantamos no último sábado, movimentos de desespero seriam revelados pelos grupos de oposição junto à Justiça, única forma de evitarem uma derrota acachapante nas eleições do próximo dia 7. Tanto o grupo de Brant, sob as asas de quem Campello, Fred Lopes, Nelson Rocha e Roberto Monteiro foram se abrigar, quanto o grupo de Horta, que vomita ódio babado pelo seu marqueteiro, deram entrada em ações com o intuito único de criar um clima de insegurança legal.

O grupo do frete, Mudança com Segurança, conseguiu, até aqui, uma decisão de primeiro grau que pouco nos atinge, mas que é absolutamente açodada e arbitrária: a votação em urna separada de 691 sócios do clube, sob a alegação de que se tratam de sócios irregulares. Pela decisão, em caso de vitória da chapa Reconstruindo o Vasco por margem superior a 691 votos, estes devem ser descartados. Caso a margem seja inferior, a urna fica acautelada junto ao Judiciário, até decisão posterior. Não há definição alguma do que será feito com a urna caso ela contenha, por exemplo, 400 votos, hipótese possível. Só falta se concluir que votos a menos na urna também será sinal de fraude. Como se vê, a sentença é um primor do desrespeito aos direitos individuais quando considera, sem apresentação de prova alguma, que 691 sócios são suspeitos, discriminando-os, adotando o pré-conceito como parâmetro decisório.

A confirmação do medo que todos eles têm do banho que fatalmente levarão veio através da petição feita pela chapa de Brant, cria de Olavo Monteiro de Carvalho, em jogada ensaiada com o Ministério Público, tabelinha que busca eficiência desde o jogo Vasco x Flamengo do turno. A princípio, estranha-se que tal petição tenha ido à decisão de primeiro grau antes mesmo da abertura do Forum neste dia 1/11/2017. Brant e o MP requerem o adiamento da eleição, sob a alegação de que a lista de sócios votantes do clube é, em síntese, fraudada. Ou seja, pantomima similar que deveria ser prontamente repudiada pelo Judiciário.

A chapa Reconstruindo o Vasco está certa de que vencerá com tranquilidade as eleições do dia 7, ainda que com qualquer urna separada. Por um simples motivo: o quadro social do clube não deseja o retorno de quem o destruiu. Ocorre que não se pode cruzar os braços frente a estas tentativas de manipulação dos tribunais sob um único pano de fundo: a derrota gigantesca que se avizinha para estes grupos. Portanto, recorrerá da decisão estapafúrdia, discriminatória e sustentada em pré-conceitos que busca separar 691 sócios em urna específica, desconsiderando qualquer direito individual e promovendo uma regra pouco ortodoxa quanto ao destino dos votos ali depositados. E aguardará com atenção a decisão de primeiro grau a respeito do pedido de adiamento da eleição, também sustentado por nada. Caso haja concessão, novo recurso será apresentado.

Solicitamos, por fim, que nossos adeptos sigam fortemente mobilizados. Dentre todas as intenções levianas destes movimentos, esta é apenas mais uma: enfraquecer os firmes elos da candidatura Reconstruindo o Vasco. Mantenhamo-nos unidos e cientes de que denunciar as manobras dessa gente é obrigação de quem deseja que o Vasco siga seu rumo, apesar daqueles que querem o poder para colocar em prática meros projetos pessoais. Eles não terão sucesso e nós imporemos a eles a maior derrota que já se teve notícia em eleições vascaínas.

CASACA!

O MUV sendo MUV

 

A 10 dias do pleito manobras e mais manobras são prometidas pelo grupo de amor ao ódio, MUV, hoje MUVA, buscando o adiamento das eleições do clube.

A derrota iminente e tentativas de junções de chapas em nome do ódio (sentimento que não pode parar) são o mesmo de sempre.

Cabe ao quadro social observar como age o movimento unido verde e amarelo (quem sabe não dá samba?) e saber da importância de comparecer às urnas no dia 07/11/2017 para dar sua resposta veemente aos que, camuflados, representam os responsáveis pelo que se viu no clube, entre julho de 2008 até 02/12/2014.

CASACA

Critérios e prejuízos

 

O árbitro Ricardo Marques Ribeiro apitará o clássico Vasco x Flamengo, que será realizado no Maracanã neste sábado às 19 horas.

Que já há uma tendência de prejuízo de arbitragens ao clube desde 2015, está mais do que visível a quem acompanha os jogos do nosso clube (contra ele, claro), mas colocar para uma partida de tamanha importância o mesmo juiz que errou cabalmente no confronto Vasco 1 x 1 Chapecoense de 2015 nos parece no mínimo falta de bom senso.

https://youtu.be/q281wNbmock

Ribeiro já apitou uma partida do Vasco no atual Campeonato Brasileiro, sem comprometer, mas o jogo diante do queridinho da mídia será uma grande prova de isenção ou não.

Para ajudar o juiz do clássico, vamos abaixo lembrar a ele e a outros que militam na competição, como fica ridículo usar critérios diferentes para o mesmo clube, em lances similares, com final invariavelmente infeliz para o sistematicamente prejudicado, no caso ao Vasco. Serão três tipos de lance nos quais o critério mudou e beneficiou apenas adversários nossos, com árbitros iguais ou diferentes interpretando-os:

https://youtu.be/NyDAm8Lss5E

https://youtu.be/WjM5mBnDQXQ

https://youtu.be/Am-ke3hyFFQ

https://youtu.be/fvPQQR-N-ys

Que tenhamos no confronto diante do rubro-negro uma arbitragem isenta e justa.

Casaca!

A mentira como semelhança

 

Em vídeo elaborado não em favor de seu candidato, mas para destilar ódio contra a administração atual, o humorista Fábio Porchat, em meio a agressões gratuitas, como atribuir aos gestores atuais o rótulo de mafiosos, convocou seus pares para a eleição do dia 7. Garantiu, no chamado, que virá de São Paulo exclusivamente para votar. 

Mentiu. Fábio Porchat está inadimplente desde 2014. Não regularizou sua situação a tempo. E, assim sendo, está fora da lista de eleitores. 

Eis um bom exemplo de alguém que deve ter saudades da administração passada e se identificar realmente com ela. As afinidades e semelhanças são muitas entre o humorista e os personagens que arrasaram o Vasco. Contudo, a maior delas, ao que parece, é a vocação para mentir.

CASACA!

A Dívida

Em junho de 2008, a primeira administração de Eurico Miranda deixou como dívida bruta do clube algo próximo a 200 milhões de reais. Em que pese a existência da dívida, toda ela estava composta, salários em dia e valores de venda de atletas a serem recebidos. Bastava que quem assumiu honrasse os compromissos do Vasco.

A administração capitaneada por Olavo/Osório, que apoiam Brant, que teve como vice de finanças e vice geral Nelson Monteiro da Rocha e vice de patrimônio Fred Lopes, que apoiam Campelo, que teve como força auxiliar a Cruzada Vascaína, que apoia Horta, tomou uma primeira medida: “ajustar” a dívida para cerca de 350 milhões.

Calotes foram diversos, inclusive o clube deixou de recolher impostos. O resultado: ao final de 2014, o Vasco devia 700 milhões. Tinha 3 meses de salários atrasados. Devia 10 milhões à CEDAE, estava com o fornecimento de água cortado. Até ao posto de gasolina da esquina o Vasco deixou de pagar valores substanciais. A gestão Olavo/Osório emitiu uma série de confissões em favor de seus contratados durante uma prorrogação de mandato indevida, muitas delas contestáveis e que produzem efeitos devastadores até hoje, como o bloqueio judicial de valores. Para poder receber de seu patrocinador uma última cota referente ao contrato daquele ano, precisava recolher 14 milhões em impostos. Dentre diversos outros absurdos.

Com a volta de Eurico, extrema dificuldade e responsabilidade, o valor da dívida foi reduzido para cerca de 450 milhões, número que poderá sofrer nova redução após o exercício 2017. As finanças estão sendo reorganizadas e os compromissos recompostos. O abandono ao qual o Vasco foi submetido é coisa do passado triste de Olavo/Osório/Rocha/Cruzada.

Se você não deseja o retorno de um Vasco caloteiro, insolvente e tido pelos seus fornecedores e pelos governos como uma instituição de não cumpre com suas obrigações, a opção é uma só: manter a reconstrução do Vasco, com Eurico.

CASACA!

A Reforma de São Januário

As correntes de oposição criticam a falta de um projeto de reforma de São Januário. Vão além: prometem, todas elas, a apresentação de um, em caso de sucesso na eleição.

Em 2008, a primeira administração de Eurico Miranda deixou assinado um Protocolo de Intenções com a empresa Lusoarenas, com o objetivo de promover um novo projeto para São Januário, apesar daqueles que atuaram nas sombras junto à empresa para impedir a efetivação da carta de intenções.

A administração capitaneada por Olavo/Osório, que apoiam Brant, que teve como vice de finanças e vice geral Nelson Monteiro da Rocha e vice de patrimônio Fred Lopes, que apoiam Campelo, que teve como força auxiliar a Cruzada Vascaína, que apoia Horta, rasgaram o documento.

Promessas foram muitas durante o tempo deles. Em substituição, Olavo Monteiro de Carvalho prometeu que, para ser usado como estádio de Rugbi nas Olimpíadas de 2016, São Januário seria totalmente reformado. A reforma jamais se concretizou, em que pesem as profundas relações da administração Olavo/Osório com o então governador Sérgio Cabral Filho. Hoje, aliviados, os vascaínos podem dizer que ainda bem.

Alertamos, portanto, para o discurso fácil, eleitoreiro, que quando confrontado com a prática, mostra-se não somente vazio, mas oposto aos panfletos. O Vasco não merece passar novamente às mãos de aventureiros e praticantes de estelionato eleitoral.

Com planejamento financeiro e atenção às oportunidades que forem oferecidas, conforme ocorreu com a Lusoarenas em 2008, o Vasco de Eurico sonha com um projeto que preserve a arquitetura do estádio, modernizando-o.

CASACA!

O Centro de Treinamento

 

As correntes de oposição criticam a falta de um centro de treinamento do Vasco. Vão além: prometem, todas elas, a construção de um, em caso de sucesso na eleição.

Ocorre que esquecem do passado com rapidez. Nós não.

A administração capitaneada por Olavo/Osório, que apoiam Brant, que teve como vice de finanças e vice geral Nelson Monteiro da Rocha e vice de patrimônio Fred Lopes, que apoiam Campelo, que teve como força auxiliar a Cruzada Vascaína, que apoia Horta, atiraram no lixo dois espaços que, em 2008, serviam perfeitamente aos profissionais e às categorias de base do futebol do Vasco.

Referimo-nos ao Vasco Barra, CT alugado, do qual o Vasco foi despejado na administração passada; e ao espaço presente na rodovia Washington Luís, que ainda hoje é discutido na Justiça em função de ações de sabotagem dos protagonistas daquela administração quando ainda eram oposição, antes de 2008.

Promessas foram muitas durante o tempo deles, inclusive tiveram à disposição um terreno em Maricá, mas posteriormente descobriu-se que parte do terreno era alagada. Ou seja, nem o cuidado de visitar o local antes de anunciarem com alarde tiveram.

Alertamos, portanto, para o discurso fácil, eleitoreiro, que quando confrontado com a prática, mostra-se não somente vazio, mas oposto aos panfletos. O Vasco não merece passar novamente às mãos de aventureiros e praticantes de estelionato eleitoral.

Com planejamento financeiro e atenção às oportunidades que forem oferecidas, o Vasco de Eurico buscará soluções. Enquanto isso, o campo anexo construído em São Januário na atual gestão e o espaço da Washington Luís, ainda em discussão judicial, servem ao clube responsavelmente. 

CASACA!

A Relação Comercial com a Televisão

 

Nos anos antecedentes à administração Dinamite, a negociação com a televisão, principal contrato de todos os clubes do país, era feita em bloco, via Clube dos Treze. Naquele tempo, o Vasco recebia o maior valor pago pela emissora detentora dos direitos de transmissão junto a outros quatro clubes.

Em pouco tempo de administração Dinamite, a negociação passou a ser realizada de forma individual. Sem procurar saber quanto os outros receberiam, os mentores daquela inacreditável gestão assinaram um novo contrato que colocou o Vasco em sexto lugar no ranking de verbas recebidas da televisão. O abismo de possibilidades de investimento estava apenas começando. Veio o efeito dominó.

Evidentemente, várias relações comerciais que se sustentam na exibição de marcas seguiram o mesmo destino. A grosso modo, o clube que recebe mais, aparece mais na TV. Seus patrocinadores de camisa são mais expostos. E, assim sendo, pagam mais a quem recebe mais da TV. Logo, foi estabelecido um ciclo vicioso em espiral, um abismo que aumenta de forma exponencial, criando distâncias cada vez maiores entre os clubes.

A volta de Eurico ao Vasco determinou uma nova lógica para a negociação entre clubes e TV. Ao se retomar a negociação em bloco, determinou-se que a partir do contrato de 2019, 40% do bolo oferecido pelos detentores do direito de transmissão serão divididos de forma igualitária; 30% de acordo com a audiência que os jogos dos clubes atingem, o que beneficia o Vasco por ser um clube nacional; e 30% de acordo com o ranqueamento do ano precedente.

Assim, irá se corrigir parte de uma distorção que foi aceita passivamente pela gestão anterior, comandada por Olavo Monteiro de Carvalho e José Carlos Osório, apoiadores de Brant, e operacionalizada por Nelson Monteiro da Rocha, apoiador de Campelo, sob as bênçãos de uma oposição parceira, a Cruzada Vascaína, apoiadora de Horta.

Cuidado, portanto: ao votar em um deles, você estará votando em quem, em última análise, beneficiou o Flamengo em passado recente!

CASACA!

Patrimônio: reconstruir foi o verbo

 

Quando Eurico Miranda retornou ao Vasco em dezembro de 2014 se deparou com um cenário de guerra. Toneladas de lixo, inclusive orgânico, não recolhidas; água cortada e uma dívida com a CEDAE de 10 milhões de reais, além de dívidas com pipeiros; piscinas vazias e equipamentos destruídos; ginásio em escombros; Pousada do Almirante sucateada; cadeiras da social arrancadas; marquises infiltradas; banheiros quebrados e imundos; um muro externo caído há mais de ano, após a colisão de um caminhão, fechado apenas por tapumes; nas salas de aula do Colégio Vasco da Gama, os aparelhos de ar condicionado foram retirados e levados não se sabe para onde; hotel-concentração liquidado; demais sedes abandonadas.

Reconstruir foi a ordem. Nos primeiros dias, a retirada de lixo e entulho foi realizada por mais de 10 caminhões contratados. Foi celebrado um acordo com a CEDAE e o fornecimento de água foi recomposto. Uma campanha de crowdfunding junto à torcida, revivendo a própria história de erguimento de São Januário, permitiu a reconstrução do ginásio. A Pousada do Almirante também foi reconstruída, voltando a ser habitável para os jovens atletas que moram no clube. O parque aquático foi e continua sob recuperação, o que foi possível pela captação de recursos em função da regularidade fiscal mantida pela gestão de Eurico, após anos de calotes. O muro quebrado foi imediatamente levantado. Marquises voltaram a receber tratamento contínuo, inclusive de impermeabilização. A fachada principal foi totalmente reformada. Vários banheiros foram modernizados e outros estão por ser entregues em breve. O colégio recebeu novos aparelhos de ar condicionado doados por vascaínos. A sede da Lagoa ganhou um espaço novo para a regeneração dos remadores. A sede do Calabouço teve a piscina reaberta, uma vez que nem salva-vidas havia no ocaso da administração passada. 

Além disso, um campo anexo para treinamentos e os espaços de recuperação do CAPPRES são novidades significativas para aqueles que visitam o Complexo Esportivo de São Januário. Há diversos outros equipamentos em processo de reforma e que seguem meticulosa agenda orçamentária. 

As gestões de Eurico à frente do Vasco são marcadas pelo zelo com o patrimônio. Muito mais se fará quanto à conservação das sedes. Muito mais se planeja em termos de melhorias. O Vasco de Eurico reconstrói. Mas também constrói. 

CASACA!