Quem disse essa frase?
“Mesmo que eu perdesse hoje, os 150 conselheiros natos me elegeriam em janeiro”.
Se não descobrirem antes, o Casaca! dará a resposta amanhã.
Casaca!
Quem disse essa frase?
“Mesmo que eu perdesse hoje, os 150 conselheiros natos me elegeriam em janeiro”.
Se não descobrirem antes, o Casaca! dará a resposta amanhã.
Casaca!
Uma Resposta Histórica. Sim! Não pelo desenho político firmado, não por alianças consolidadas em conveniências de A, B ou C. Tampouco pelo ineditismo da decisão. Nada disso representa uma resposta que se pretende histórica. A face a ser recordada é aquela do grito da instituição contra a ingerência externa descabida e desavergonhada, contra o justiçamento sem pudor. É o veemente protesto contra o senso comum da mídia, em seu maremoto de idiotas em direção ao rochedo. Por certo, a violência das ondas sob o governo da desinformação causa dolorosa erosão. Mas o rochedo permanece, e permanecerá, pronto ao próximo ataque. Um dia, talvez, as ferozes ondas da ignorância, inclementes e aparentemente infinitas, venham a fazê-lo desaparecer. Talvez a calmaria e a temperança vençam o ódio e leviandade dos incautos que se prestam ao papel de títeres, poupando, assim, o rochedo valoroso.
Não há comemoração à vitória – e nem à derrota – de nome algum. A resposta é institucional. E sob tal viés, impõe-se histórica. E histórica sendo, presume-se toda sorte de ataques que, provavelmente, sofrerá. Porém, consagrada será por sua essência: a preservação da autotutela de um clube mais do que centenário. Portanto, qualquer fato atentatório a isso importará o advento de regime de exceção. Mesmo determinadas manobras, chicanas e atalhos devem ter seu limite, nem que seja por força da indispensável casca de normalidade institucional. Normalidade esta que, dizem, rege a república do Cruzeiro do Sul…
Por fim, espera-se que o Vasco siga o rumo de sua reconstrução, da necessária e imprescindível recuperação, após um evento de quase-morte, cujos patrocinadores, neste dia, sucumbem à própria arrogância.
O pulso ainda pulsa…
CASACA!
O CASACA foi citado por matéria do jornal Extra na qual se especula um acordo entre o grupo e uma possível dissidência da chapa opositora nas eleições de 7/11/2017.
Em primeiro lugar, o CASACA fala pelo CASACA. Ninguém mais. O Extra precisa conhecer quem integra o grupo para, posteriormente, buscar a informação correta.
A informação correta é que, neste momento, não há acordo algum com qualquer grupo. O que não significa que não possa vir a acontecer. Por enquanto, espera-se, ainda, que a Justiça reveja decisões até aqui arbitrárias.
Qualquer passo neste sentido, porém, só será possível após resolvermos assunto de profundo interesse do Vasco, em patamar superior a discussões e acertos políticos, o que, esperamos, se concretizará nas próximas horas.
CASACA
Vários leitores têm enviado mensagens manifestando o desejo de que o CASACA se pronuncie a respeito do atual panorama político, no qual o destino de uma instituição com 120 anos de existência parece ser definido em duas palavras pronunciadas por um desembargador, frente a um documento com quase 50 laudas, transcorridos 20 minutos entre sua nomeação e a decisão proferida, tamanho o atropelo que se produziu no grande acordo que envolve mídia, oposição e outros setores da sociedade no sentido de promover mais uma virada de mesa no Vasco. Lembre-se, desde os episódios preparados acontecidos no jogo Vasco x Flamengo.
Sim, o CASACA se pronunciará em breve. Aguarda, apenas, o desfecho dos fatos para anunciar sua posição. Entendemos que não adianta produzir manifestações enquanto os movimentos em todos os sentidos ocorrem. Estamos em fase de observação e cautela.
Lembramos, apenas, que seja qual for o resultado de tanta celeuma, ainda que prevaleça o caminho do arbítrio, temos muitas cadeiras asseguradas no Conselho Deliberativo. O que nos garantirá voz, seja como situação ou oposição.
CASACA!
Matéria publicada pelo GloboEsporte.com a respeito da situação do basquete profissional do Vasco contém uma série de equívocos. A fim de esclarecer certas informações e fornecer outras, conversamos com o Vice-Presidente de Quadra e Salão, Fernando Lima. Eis os esclarecimentos/novas informações:
– o GE menciona que os atletas possuem até o 8o jogo da liga para se desvincular da equipe original. Este artigo não existe no regulamento. Liberado pelo clube de origem documentalmente, qualquer atleta obtém a sua desvinculação e pode seguir para outra equipe.
– Além disso, todos os procedimentos de transferência devem estar concluídos até o dia 16/1/2018, data de encerramento do turno.
O Vasco da Gama ingressou com notícia crime contra Otávio dos Santos Pires, também conhecido como Tatá da Granja. O clube entendeu que Tatá cometeu crime de falso testemunho ao prestar depoimento na delegacia forjando fraude inexistente na eleição do clube, realizada em novembro, a fim de induzir a autoridade policial a erro.
Na petição entregue na 17ª Delegacia de Polícia, onde o caso deve ser apurado, o Vasco demonstra que Tatá frequentou o estádio, ao contrário do que dissera, anexando inclusive fotos do mesmo dentro da social de São Januário (espaço exclusivo para sócios do Vasco). O Vasco também encaminhou fotos de Tatá com o candidato da oposição, Júlio Brant, no dia da eleição, e postagens que dão a entender que ele deu entrevistas à imprensa, sem se identificar, falando sobre as eleições. Há ainda conversas em que o associado faz comentários em que comemoraria uma suposta vitória da oposição, afirmando que “ficaria com muita moral no clube caso Júlio assuma”.
Segundo o Vasco, a documentação mostra não só que Tatá da Granja possui intimidade com Júlio Brant como se associou ao seu grupo com a finalidade de modificar o resultado das eleições.
O Vasco pontua que tudo o que Tatá disse nas declarações à polícia é desmentido pelas fotos e diálogos nas redes sociais. A intenção do clube é que seja aberto inquérito policial para apurar os fatos.
CASACA!
Reunião do Conselho Deliberativo do Vasco para análise das contas de 2016.
Antes do início da discussão, o Presidente do Conselho propõe uma moção de congratulações aos jogadores, comissão técnica, extensiva ao departamento de futebol do clube e sua Diretoria Administrativa, pela classificação à Libertadores em meio a tantas dificuldades.
Parte da oposição vota contra.
Moral da história: autocarimbo nas testas de que a torcida pela derrota e a sabotagem foram fortes. Secaram, sabotaram, mas não deu.
As contas de 2016? Foram aprovadas, obrigado, apesar do Otto, aquele que foi sem nunca ter sido.
CASACA!
Após a missão Liberta cumprida teremos ainda um fim de temporada de muitas gargalhadas.
O Flavice entrará em campo pela segundona da América contra seu algoz Independiente com um probabilissimo segundo lugar a caminho, como é comum pelos lados dos sem teto.
A curiosidade se dá pelo fato de que se houver zebra, o seu maior algoz, Vasco, Bicampeão Sul-Americano da primeira divisão, estará na fase de grupos da Taça Libertadores de forma direta, em busca do Tri.
Enquanto isso, o Bonsucesso da Libertadores (com todo o respeito ao Bonsucesso) manterá sua sina em 2018, com ou sem conquista da segundona da América, isto é, torcer para que surjam arbitragens que o salvem de novos e divertidos vexames vistos ano a ano desde 1982, wright?
Que mais um vice venha neste fim de ano divertidíssimo, mas lembrem-se que um tropeço do destino só ajuda quem já é bi e parte para o tri, porque tem know-how para isso.
Casaca!
A eleição vencida por Eurico Miranda no último dia 07/11 teve em seu bojo a participação de associados de todo o país.
Um deles, ouvinte do programa Casaca! no Rádio, veio de muito longe para depositar seu primeiro voto como associado do Vasco.
É mais um entre tantos que pode vibrar com a vitória do seu candidato, obtida nas urnas.
Segue abaixo o seu depoimento.
“Meu nome é Carlos André Carvalho dos Santos venho/vim de Teresina/ Piauí para votar nas eleições do Vasco da Gama e principalmente dar meu voto para o Eurico Miranda por tudo que esse grande vascaíno fez e está fazendo até hoje pela recuperação do clube e por ele ser um dos responsáveis junto com meu pai (Aluísio) e um tio (Francisco) por eu ter essa paixão por esse grande clube que é o Vasco, então desde o momento que me associei no fatídico dia do segundo rebaixamento a minha intensão era afastar do Vasco pessoas como as que naquele ano estavam no comando do clube e infelizmente não pude votar na eleição passada por não ter um ano de associado ,mas nessa não poderia faltar e deixar de dar minha contribuição não deixando pessoas como as estavam naquela época retornar e continuarem a desfigurar o clube que já me proporcionou tantas alegrias e glórias.
Abraço a todos!”
Casaca!