Informamos que a Missa de Sétimo Dia do falecimento do GB Raymundo José Gomes Frias ocorrerá no próximo domingo, dia 30/7/2017, às 9 h, na Igreja Santa Margarida Maria, na Lagoa Rodrigo de Freitas.
CASACA!
Informamos que a Missa de Sétimo Dia do falecimento do GB Raymundo José Gomes Frias ocorrerá no próximo domingo, dia 30/7/2017, às 9 h, na Igreja Santa Margarida Maria, na Lagoa Rodrigo de Freitas.
CASACA!
Quando voltou ao Vasco no final de 2014, após 6 anos de República das Bananeiras, a atual diretoria encontrou o Vasco em escombros. As condições para a base eram precárias, aviltantes. Pousada do Almirante destruída, treinamentos em Itaguaí, alimentação insuficiente, Colégio Vasco da Gama prestes a fechar as portas. Infelizmente, um menino faleceu durante um treinamento em Itaguaí.
Readequar as condições para os atletas da base era absoluta prioridade. Em pouco tempo, a Pousada do Almirante foi totalmente reformada, os treinamentos voltaram a ocorrer ou no clube, ou próximo a ele, especialmente com a construção do campo anexo e o reencontro com Caxias, a alimentação apropriada voltou a ser oferecida e a integração entre as categorias se fez.
Os resultados, apresentados durante este Campeonato Brasileiro já há muito eram conhecidos de quem frequenta São Januário.
A imprensa tem pudores em reconhecer. Ainda hoje, um dos sábios que comentam resultados prontos disse que o uso de garotos no Vasco é obra do acaso, em função de contusões. Entendemos esta dificuldade. Afinal, quem coordena a base do clube chama-se Álvaro Miranda, cujo parentesco incomoda muita gente.
Fica para o vascaíno, especialmente o sócio, uma questão: você gostaria que o cenário exposto pela reportagem abaixo fosse retomado?
Se a sua resposta foi “não, de jeito algum”, saiba que os irresponsáveis por esta terra arrasada estão querendo voltar ao clube a qualquer custo, ainda que o custo seja invibializar São Januário.
Parabéns aos garotos, que ainda têm uma longa estrada pela frente, mas vão mostrando do que são capazes. Parabéns aos profissionais que sustentam isso no dia-a-dia. Parabéns à diretoria por apostar certo, oferecendo a infra-estrutura necessária para que sonhos de meninos humildes se tornem reais.
CASACA
Um jornalista do UOL chamado Pedro Ivo Almeida, com base em um comentário feito em seu perfil na rede social Twitter, especulou que fotos levadas pelo Vasco à 17ª DP para fins de investigação quanto aos incidentes ocorridos no estádio de São Januário no dia 8/7/2017 seriam fruto de manipulação de um membro do grupo CASACA.
O CASACA possui alguns milhares de simpatizantes e seguidores. Apenas na rede social Facebook são 25 mil. Destes, algumas centenas frequentam suas reuniões. O apoio e a amizade destas pessoas, embora nos seja motivo de muito orgulho, não as faz membros do grupo. Portanto, é falsa, leviana e desprovida de razoabilidade a citação do jornalista a nosso respeito.
De todo modo, como incentivamos o bom jornalismo, devolvemos a pergunta feita pelo jornalista em sua postagem: “não seria bom checar antes da nota?” Recomendamos ao pretenso jornalista que vá à 17ª DP e confira outras fotos juntadas ao processo. Seriam elas também montagens executadas por membros do CASACA, ou quem quer que seja? Recomendamos que, relativamente à foto tida como “montagem”, se esmere na tentativa de explicá-la, mas apresentando argumentos menos rústicos, por assim dizer.
O problema de boa parcela da mídia não é só a incompetência para apurar fatos. Neste caso específico trata-se, também, de uma indisfarçável parcialidade e uma sede inigualável pela criminalização daqueles que eles elegem como inimigos.
É certo, contudo, que toda vez que identificarmos que a opção pelo jornalismo sério fica em segundo plano, prevalecendo em seu lugar o desejo originado por preferências pessoais, tais como o exposto nesta nota patética e covarde emitida pelo referido jornalista, respostas serão dadas e providências serão tomadas.
CASACA!
Depois de 14 rodadas, ficou escancarado que existe algo de errado com a arbitragem nos jogos do Vasco. No mínimo, uma indisfarçável má vontade com o clube. Já são sete pênaltis não marcados, que poderiam representar mais quatro pontos no campeonato, caso convertidos.
Hoje, diante do Santos, mais um. Este, duplo: além da cotovelada do defensor santista em Wagner, ao abrir o braço para desferir o golpe a bola bateu no braço do atleta paulista.
Parece, portanto, que além de enfrentar sabotadores internos, detratores externos e, logicamente, adversários, será preciso vencer, também, e mais uma vez, estranhas interpretações, ou convenientes cegueiras, vindas do apito.
CASACA!
1) Palmeiras 4 x 0 Vasco
Pênalti de Zé Roberto em Yago Pikachu aos 32 do primeiro tempo. O placar era de 1 x 0 para o Palmeiras. Lembrando que o gol marcado pelo Palmeiras até ali foi oriundo de um pênalti mal marcado a favor da equipe paulista, em lance no qual Jomar atingiu tão somente a bola e em momento algum o atleta Dudu, que cavou a penalidade.
https://youtu.be/AWcxAMODPi8
2) Vasco 3 x 2 Fluminense
Pênalti de Nogueira em Luís Fabiano aos 18 do segundo tempo. O placar era de 1 x 1 e no minuto seguinte o árbitro deu o segundo pênalti a favor do Fluminense na partida.
https://youtu.be/dqDg-vLCWIo
3) Vasco 2 x 5 Corinthians
Pênalti de Paulo Roberto em Manga aos 12 do primeiro tempo. O placar era de 1 x 0 para o Corinthians na ocasião.
https://youtu.be/70eZKfC5DlY
4) Chapecoense 2 x 1 Vasco
Pênalti de Apodi sobre Alan Cardoso aos 20 do primeiro tempo. O placar era de 0 x 0.
https://youtu.be/QcJdT8WkqZE
5) Vasco 1 x 0 Atletico-GO
Pênalti de André Castro sobre Nenê aos 23 do segundo tempo. O placar marcava 1 x 0 para o Vasco na ocasião.
https://youtu.be/A9nqEht2FsA
6) Vasco 0 x 1 Flamengo
Pênalti de Everton Ribeiro (mão na bola com o braço esticado), após cruzamento de Nenê, aos 26 do primeiro tempo. O placar era de 0 x 0 na ocasião.
https://youtu.be/LeJKG3Zg2nA
7) Vasco 0 x 0 Santos
Pênalti duplo de Lucas Veríssimo aos 25 do segundo tempo. Além de o atleta tocar com a mão na bola dentro da área, com o braço esticado, no mesmo movimento, atingiu o rosto de Wagner.
https://youtu.be/ieZXIPQj1yM
Se havia alguma dúvida da capacidade do elenco vascaíno para este Campeonato Brasileiro ela cessou hoje de forma definitiva e inquestionável.
O Vasco atuou com três atletas reservas na defesa, o segundo volante Wellington, substituiu a Douglas, Escudero a Nenê e foi o artífice do primeiro gol marcado pelo Vasco, Wagner comprovou o que todo mundo já sabia: tem bola para ser o titular do time, enquanto na frente o fabuloso Thales deixou o dele, marcando até aqui dois gols em duas partidas nas quais atuou como titular na competição.
Com o que tinha em mãos hoje, Milton Mendes indubitavelmente escalou o Vasco muito bem. As alterações também foram corretas. Ressurge Guilherme, grande destaque do time em vários momentos durante o Estadual, surge Paulo Vitor nos profissionais com um golaço, após uma bela jogada pouco antes. Finalmente foi ele escalado numa circunstância boa de jogo para apresentar seu futebol.
Vale ressaltar ter Paulo Vitor sido tirado do Fluminense três meses antes de completar 16 anos, após ter também sido tirado do Vasco para o tricolor nos tempos sombrios em que as bombas explodiam o Vasco, perdendo o clube atletas como Jorge, Kennedy, Marlon, todos eles vendidos por seus últimos clubes com valores expressivos de negociação.
E estreou Paulinho, um garoto artilheiro, este sim no momento certo. Com o Vasco à frente do marcador. Dará muitas alegrias.
Vamos relembrar aos boquirrotos todos que o filho do presidente Eurico Miranda coordena a base do Vasco. Não, ele não trabalha sozinho. Isaías Tinoco, o “ultrapassado”, é um dos maiores incentivadores dessa base do Vasco e seu aproveitamento, outros profissionais se dedicam e brigam pelo clube diariamente e o grande culpado disso tudo, Eurico Miranda, investiu na reconstrução da Pousada do Almirante, tirou a base de Itaguaí e devolveu-a para sua sede principal, investiu no CAPRRES da base, com custos absorvidos pelo Vasco, após a construção do CAPPRES para os profissionais, e conta também com um Departamento Infanto-Juvenil conquistando títulos e vitórias expressivas em mais quatro categorias no campo e outras no Futsal, fazendo o clube voltar a respirar ares higienizados, após o lixo ter ido embora de São Januário e recolhido por caminhões que de nossa sede tiraram 20 toneladas dele, dias após a posse da nova gestão.
Após o jogo, as bombas anti-Vasco explodiram de raiva em seus quartos, enquanto a baba do ódio escorria por seus rostos. Pobres rostos.
O que se fez com o clube no último sábado, de maneira consciente e coordenada, não se faz com o pior inimigo. Os irresponsáveis executores daquele absurdo deram não um tiro no pé da turma do contra, mas sim uma bomba no pé dela.
Quanto à oposição, comportamento pífio após o episódio, sem conseguir (sabe-se lá por que motivo) defender o Vasco contra a agressão sofrida por São Januário e pela instituição. Façam 50 reuniões com as peças que levaram o clube ao caos entre julho de 2008 e dezembro de 2014. Quanto mais tais peças aparecerem em fotos, entre sorrisos e abraços, mais os sócios lembrarão do que se trata e como se misturam.
O fomento ao ódio, o discurso do ódio, o incentivo ao ódio levaram à uma ação odiosa contra o Vasco, e quem tenta salvar os autores da atitude pérfida, calhorda, cretina, aviltante, se achando no direito de jogar bombas no Vasco, em São Januário, na direção do clube, no seu verdadeiro torcedor, com o cheirinho fétido de seus estúdios, e o nível paupérrimo de suas colunas insanas, ou matérias convenientes, bem como opiniões cínicas, na verdade só comprova quem está do lado certo, pelo bem do Vasco e quem está do outro lado, bombardeando-o.
A agressão mais vil a todos nós seria mesmo a agressão ao nosso patrimônio, que, por sinal, todos os sócios presentes nas sociais do clube preservaram, com os seguranças regulares, irregulares, etc… porque ali respeitou-se o Vasco.
E nem de longe pensem ter o torcedor sentado no setor das arquibancadas desrespeitado o clube. O número ínfimo dos que detonaram toda a confusão não são a massa presente ao jogo, envolta num clima incendiado pela ação desmedida da polícia no episódio, a mesma incapaz, segundo ela própria, de garantir segurança para se ter um jogo em São Januário com portões fechados em função do entorno, que segundo consta é responsabilidade do poder público cuidar.
Todos os que apostaram no fim do Vasco no Campeonato Brasileiro de 2017, entretanto, caíram literalmente de quatro e o Vasco pela primeira vez na história, desde 1995, portanto após 22 anos, conseguiu derrotar o Vitória, da Bahia, em seu estádio.
O Vasco é grande. Gigante! O Vasco é vencedor! Foi uma noite emblemática, de uma data que ficará na história do clube, ocasião na qual a alma dos seus torcedores em geral, independentemente de quaisquer posicionamentos políticos, contra ou a favor da gestão, foi lavada, simplesmente pelo fato de que o nosso clube deu uma demonstração em campo de sua força, com superação, dedicação, competência e talento. Para o torcedor vascaíno legítimo isso é Vasco.
Ponto.
Casaca!
Assunto: O Vasco tomou 20 gols no Campeonato Brasileiro até aqui, número superior aos levados nas nove primeiras rodadas dos três anos em que caiu.
Em primeiro lugar: Quatro gols foram irregulares (1º gol do Palmeiras, gol do Bahia, 1º Gol do Fluminense, 2º Gol do Botafogo).
Se nos três anos em que o Vasco foi rebaixado a equipe tomou nas nove primeiras rodadas menos de 20 gols, em 2005 tomou mais de 20 e obteve vaga para a Copa Sul-Americana na época, mas com um detalhe: só venceu em campo, naquela oportunidade, uma em nove partidas disputadas (ganhou outra no tapetão). Caso tivesse obtido outras duas vitórias nos nove primeiros jogos válidos da competição (ao invés de derrotas), teria terminado a competição em sexto lugar ao final dela.
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Assunto: O Vasco pode chegar à sua quinta vitória em 10 rodadas de campeonato. É um bom número?
Anos em que o Vasco foi Campeão ou Vice-Campeão Brasileiro:
1974 – Primeiras 10 rodadas – 3 vitórias
1979 – Primeiras 10 rodadas – 6 vitórias
1984 – Primeiras 10 rodadas – 5 vitórias
1989 – Primeiras 10 rodadas – 5 vitórias
1997 – Primeiras 10 rodadas – 6 vitórias
2000 – Primeiras 10 rodadas – 3 vitórias
2011 – Primeiras 10 rodadas – 5 vitórias
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Assunto: O Vasco, de 2006 para cá, venceu apenas 33 partidas fora de casa (corrigindo o infeliz autor da matéria do diário “Extra”), em 132 jogos (nova correção), excetuando clássicos estaduais. A média é de 25% apenas.
Entre 1989 e 2001 (três títulos brasileiros no período), o Vasco obteve apenas 36 vitórias fora de casa, em 133 jogos, excetuando clássicos estaduais. A média é de 27% apenas.
Flamengo e Botafogo, entre 2006 e 2017 obtiveram respectivamente a média de 26 e 24% de vitórias fora de casa no mesmo período.
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Assunto: O Vasco não perdia clássicos para três equipes do Rio de Janeiro, desde 2012.
No Campeonato Brasileiro daquele ano o Vasco terminou em quinto lugar, posição que levaria o time hoje à Taça Libertadores.
No mesmo ano o Vasco disputou duas taças no Campeonato Estadual e perdeu ambas. Em 2017 disputou uma e a venceu.
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Assunto: O Vasco briga para não cair.
Fora a primeira rodada da competição em todas as outras o Vasco não figurou mais na zona de rebaixamento e já esteve uma delas na zona de classificação para a Taça Libertadores da América de 2018.
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Assunto: Os cinco pênaltis marcados contra o Vasco ocorreram.
O primeiro pênalti da partida contra o Palmeiras não ocorreu. Jomar atingiu tão somente a bola.
O primeiro pênalti da partida contra o Fluminense não ocorreu. Além de ser duvidosa a interpretação de mão na bola ou bola na mão, movimento natural ou não, braço aberto ou meio aberto, etc…, o passe seguia para um atleta do Fluminense em posição de impedimento. Assim como ocorrera no jogo Vasco 2 x 2 Santos da Copa do Brasil do ano passado, a intervenção do defensor vascaíno (naquela ocasião Rodrigo marcou contra na tentativa de impedir que a bola chegasse ao atleta santista, para o qual a bola foi lançada, que estava em posição de impedimento) é posterior à origem de impedimento no lance. Nos dois casos há um claro favorecimento ao infrator e não é isso que recomenda a regra, lembrando que nas duas ocasiões não havia outro atleta adversário que pudesse chegar na bola além do que receberia o passe, caso não houvesse a intervenção de um vascaíno no meio da trajetória dela.
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Assunto: Pênaltis a favor do Vasco não marcados:
O Vasco teve quatro pênaltis a seu favor não marcados no Campeonato Brasileiro de 2017:
Zé Roberto sobre Yago Pikachu aos 32 minutos do 1º tempo da partida Palmeiras 4 x 0 Vasco (O placar era de 1 x 0, favorável ao Palmeiras e a vantagem dos paulistas fora oriunda de um pênalti inexistente, mal marcado pela arbitragem).
Nogueira sobre Luís Fabiano aos 16 do 2º tempo na partida Vasco 3 x 2 Fluminense (O placar era de 1 x 1 e o árbitro marcaria no minuto seguinte, pênalti existente para o tricolor).
Paulo Roberto sobre Manga aos 12 do 1º tempo na partida Vasco 2 x 5 Corínthians (O placar era de 1 x 0 para o Corínthians na ocasião).
Apodi sobre Alan Cardoso aos 20 do 1º tempo na partida Chapecoense 2 x 1 Vasco (O placar era de 0 x 0 na ocasião).
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Assunto: Gols polêmicos do jogo Botafogo 3 x 1 Vasco, válido pela nona rodada da competição.
Segundo gol do Botafogo – Falta (cama de gato) de João Paulo, do Botafogo, sobre Paulão, marcada ao contrário, a quatro segundos do término do período de acréscimos estipulado pelo árbitro.
Gol do Vasco – Lance normal. A bola estava mais para Luís Fabiano, o movimento inicial de buscar o corpo do adversário foi de Carli sobre o atleta vascaíno. Luís Fabiano foi mais intenso no jogo de corpo, após a primeira escorada do alvinegro, ganhou a bola na frente e cruzou para Caio Monteiro marcar.
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O Vasco termina no máximo na 11ª colocação no Campeonato Brasileiro, após a 9ª rodada disputada. Estará a dois pontos da zona da Libertadores, mas outros preferem dizer que estará também a três da zona de rebaixamento. Tudo depende de como se quer jogar para cima ou para baixo o elenco, que, segundo a mídia convencional em maioria, estaria à essa altura brigando para não cair.
O Casaca! sabe perfeitamente como agem, porque agem e o que pretendem, mas continuará atuando em defesa do Vasco e agora será mais incisivo na busca de dados que tragam ao torcedor cruzmaltino uma outra visão sobre os fatos, pois da primeira à nona rodada do Campeonato Brasileiro a mídia convencional pintou e bordou com o clube, buscando formas de justificar prejuízos de arbitragem a ele, denegrir o elenco e desmotivar parte dos torcedores.
Casaca!
O comentador de política vascaína da FOX Sports, o ex jogador Edmundo, disse em um programa da emissora que o presidente do Vasco não pode cercear o direito de manifestação dos torcedores, em comentário a respeito de uma entrevista coletiva concedida pelo dirigente nesta segunda.
Reproduzindo o vídeo da entrevista, não foi possível identificar na fala do presidente do Vasco nada parecido com tentativa de cerceamento. De onde se pode concluir que ou Edmundo não entende o que escuta, ou é mal intencionado.
A segunda opção parece mais factível na medida em que Edmundo diz apoiar o jornalista Júlio Brant, que informa que será candidato a presidente do clube novamente. Ou seja, os comentários do comentador estão viciados após manifestação de tal apoio, obviamente.
É bom que Edmundo e demais comentadores saibam que a manifestação é mesmo livre, inclusive aquela favorável à atual direção. O discurso de alguns dá a entender que só é legítima a manifestação contrária; a favorável seria o que Edmundo chama de cerceamento.
A via tem duas mãos, comentador. Como você deve saber bem, num dia as glórias; noutro, cana. Num dia, gols; noutro, pênaltis na lua. Num dia, Vasco e “amor à torcida”; noutro, Flamengo e balançada para os quais fez juras de amor. Num dia, rei. Noutro, bobo.
Portanto, os cooptados para fazer campanha contra, também têm a contrapartida. É da vida.
CASACA!
Roger Flores, que tem como destaque em seu currículo ter sido o craque da série C, tornou-se animador de auditório no Sportv.
Ao comentar a partida de hoje, na vitória incontestável do Vasco, falou que os dois pênaltis marcados a favor do Fluminense foram bem assinalados.
Foi além. Valendo-se do seu domínio da Língua Portuguesa, disse que em passado recente os árbitros eram “intimados” em São Januário (querendo dizer intimidados), não marcando pênaltis a favor dos adversários do Vasco e assinalando qualquer falta a favor dos jogadores da casa.
O engano começa pelo desconhecer da regra. No primeiro pênalti, o cruzamento do jogador tricolor tinha apenas um outro atleta de seu time como destino. Não havia qualquer outro jogador do Fluminense na área. O que estava lá, encontrava-se em impedimento. A regra é clara: o impedimento surge no lançamento. O bandeira pode esperar para assinalar se, e somente se, houver dúvida para quem a bola está sendo lançada. Neste caso, não havia.
O engano continua no tropeço verbal com o qual estamos precisando nos acostumar, uma vez que Roger fala demais e, além de muita bobagem, muito bico no idioma.
O engano termina em um indisfarçável recalque que carrega desde a época de atleta medíocre. O grande craque da série C, enquanto o Vasco passava a régua nas competições nacionais e internacionais.
O Vasco levou 7 gols até aqui no campeonato. Quatro de pênalti. Dois deles, mal marcados. Um não marcado a seu favor frente ao Palmeiras quando o jogo estava 1×0 para o adversário. Na origem do lance do gol do Bahia, o atleta que dá o último passe estava em impedimento. Há algo suspeito aí.
Estamos de olho. Sem o rancor que a imprensa demonstra em seus comentários. E sem o recalque do rei da série C, Roger Flores.
CASACA!
É com muito pesar que informamos o falecimento do Grande Benemérito Antônio Dias de Sá, uma pessoa íntegra e com relevantes serviços prestados ao CR Vasco da Gama.
À toda família, os sentimentos da Equipe CASACA!.
Casaca!
Matéria da revista Época, assinada por Rodrigo Capelo, tentou analisar as contas do Vasco referentes ao ano de 2016. A tentativa seria louvável caso houvesse imparcialidade e frieza expressas nas linhas da reportagem. Afinal, este é mais um efeito da transparência: oferecer acesso, até para leigos, a um retrato contábil do clube, ainda que apenas a vivência diária possa calibrar opiniões isentas.
O problema começa aí: a isenção passou longe da matéria pelo uso de diversas expressões chulas, escrita agressiva e por um detalhe curioso: logo no início, o autor informa que os números não são confiáveis, mas que iria se basear neles. Estranho: se é tudo mentira, para quê o gasto de tempo e espaço tentando dissecar algo em que não se pode crer? Pois se os números são mentirosos, a reportagem parte de pressuposto que ela mesma é irreal.
Apesar dos pesares, ponto a ponto, vale à pena comentar o texto, a fim de que não prevaleçam enganos intencionais e não intencionais cometidos. Também é bom ressaltar que, sim, é verdade, a situação financeira do Vasco não é simples. E nunca se afirmou isso, muito pelo contrário.
1) “Tudo o que você lerá aqui foi extraído do balanço financeiro vascaíno. Mas há razões para desconfiar do documento.”
Comentário: o autor alega que a auditoria independente não conseguiu verificar se havia dinheiro em caixa e por isso coloca todo o documento em dúvida. A referida conta registra um saldo de cerca de 230 mil reais em 2016. Como se pode constatar, não parece ser este valor capaz de “camuflar” um Balanço Patrimonial com o porte daquele pretensamente analisado. Insiste-se: se o documento não é confiável, para que o risco de analisá-lo?
2) O autor coloca um “enorme asterisco” no que ele cita como o maior faturamento da História do Vasco, 213 milhões. O “enorme asterisco” é explicado: o Vasco recebeu 60 milhões em luvas da renovação do contrato com a TV.
Comentário: conforme já foi destacado aqui, o Vasco lançou em seu balanço referente ao contrato com a televisão apenas os valores que entraram no ano de 2016. Ao contrário de vários de seus pares, que registraram o valor global do contrato, inflando suas receitas.
3) “O Vasco teve em 2016 as piores rendas de sua história em bilheteria, patrocínios e transferência de atletas”.
Comentário: o autor não se dá ao trabalho de lembrar que 2016 foi um ano em que o Vasco disputou a série B. O reflexo foi direto: por exemplo, a CEF reduziu o patrocínio master da camisa a 50% do valor de 2015. A torcida frequentou menos os estádios, pois os jogos tiveram menor apelo. A negociação de atletas é prejudicada porque as disputas não ocorrem na principal vitrine.
4) Se no item anterior o autor esqueceu de lembrar que o Vasco disputou um campeonato menos atrativo, neste ele se lembrou. “Apesar de jogar a série B, campeonato no qual a competitividade é menor, os gastos aumentaram para quase 200 milhões”.
Comentário: o autor revela parte de suas intenções neste item. Toma como suporte o futebol e recorre às despesas globais do clube. O gasto apenas com o futebol foi de cerca de 120 milhões. A despesa específica com pessoal no futebol foi de 67 milhões. Tal como o autor apresentou intencionalmente, fica a impressão de que o Vasco gastou 200 milhões (190 milhões, arredondados convenientemente para 200 milhões) para jogar a série B. Como o Vasco não é somente um clube de futebol, os demais 70 milhões se justificam de diversas formas, inclusive manutenção de suas sedes e investimento em esportes amadores.
5) “Eurico só terminou o ano no azul porque recebeu as luvas pelo contrato de 2019 a 2024. Uma receita que não se repetirá em 2017, nem tão logo”.
Comentário: conforme já destacado em comentário anterior, o Vasco lançou em seu balanço de 2016 apenas os valores da TV que efetivamente entraram no exercício, ao contrário de outros clubes. Além disso, estima-se que outras fontes de receita sofram modificações ao longo de 2017. Para mencionar duas das citadas pelo analista: transferências de atletas (Luan, por enquanto) e patrocínios (melhor contrato com a Caixa, por enquanto). Portanto, vaticinar que a partir de 2017 não há sinal de que o cenário possa se modificar é um erro básico, mas (de novo) intencional.
6) “O resultado das trágicas gestões de Roberto Dinamite e do próprio Eurico é um endividamento maior do que o Vasco”.
Comentário: mais uma vez, convenientemente, o autor embaralha as cartas. Em junho de 2008, quando a primeira gestão de Eurico terminou, o Vasco possuía uma dívida de 190 milhões. A gestão de Dinamite, ao assumir, corrigiu na caneta a dívida para cerca de 350 milhões, acrescentando provisões de contingência e reduzindo o valor do imobilizado. Quando a gestão de Dinamite terminou, ao final de 2014, o Vasco devia quase o dobro, ou seja, cerca de 660 milhões.
A dívida atual se encontra no patamar de 517 milhões. Dois anos após assumir o clube naquela situação, portanto, a dívida diminuiu 143 milhões.
O autor alega que 113 milhões foram abatidos em função da adesão do clube ao PROFUT. A pergunta é: e daí? Esta ressalva só vale para o Vasco? Quem foi que regularizou e organizou o clube para poder aderir ao programa? Quem participou de reuniões? Quem apresentou ideias? Quem assinou? Portanto, também os 113 milhões são fruto das ações desta administração. Além dos demais 40 milhões de redução, ao longo de, repetindo, apenas 2 anos.
Em continha simples, se a administração Dinamite jamais tivesse passado pelo Vasco, a não ser para corrigir na caneta o Balanço parcial de 2008 (elevada a dívida para aproximadamente 350 milhões), o Vasco teria hoje uma dívida de 207 milhões. Provavelmente a menor do Brasil entre os 12 clubes de primeira linha.
7) “Eventos ou condições futuras podem levar o Vasco a não mais se manter em continuidade operacional”.
Comentário: Esta frase não é do autor. Esta frase é escrita no parecer dos auditores independentes. A auditoria está correta. Caso o Vasco passe por nova aventura como foram os 6 anos de administração Dinamite, pode se tornar inviável. Porém, sendo administrado com a responsabilidade atual, tudo indica que, em que pese ainda uma longa estrada, vá se recuperar.
Porém, o principal desta frase é que ela aparece literalmente da mesma forma no parecer da auditoria independente que analisou as contas de 2016 daquela administração que a imprensa especializada destaca como a melhor do mundo: a do Flamengo.
Não se sabe, assim, porque ao surgir no parecer da auditoria externa do Vasco ela mereça destaque negativo e ao surgir no parecer da auditoria externa do Flamengo não faça nem cócegas.
8) O autor pergunta “Por que o Vasco não fecha as portas?”
Comentário: Primeiro, porque o Vasco, como associação civil, não está sujeito à lei de recuperação e falências, conforme desejo implícito do autor ao levantar tal possibilidade.
Mas principalmente porque antes do Vasco fechar as portas, muitos outros deveriam fechar. Não só clubes de futebol. O que se vê em relação ao empresariado nacional dia sim e outro também mostra que muitos deveriam fechar as portas. Há empresas que roubaram o país, há empresas que viveram de fraude, há empresas que participaram de esquemas inigualáveis. Durante um tempo, vide episódio Maracanã, muitas delas foram incensadas pela própria imprensa especializada e seus analistas baforados pela superioridade. Roubaram, corromperam e não fecham as portas porque seus problemas são resolvidos, dentre outras artimanhas, por acordos de leniência.
Em um cenário de vigarice explícita Brasil afora, perguntar porque o Vasco não fecha as portas, clube que vem honrando suas contas, mantendo salários em dia, pagando acordos com extrema dificuldade e esforço, soa como um cuspe na cara dos vascaínos.
Desde dezembro de 2014, sempre que há oportunidade, a diretoria atual informa aos torcedores e sócios do clube a respeito das dificuldades financeiras encontradas. Não há mistério, não há mentira, não há camuflagem, não há ninguém sendo enganado. O Balanço Patrimonial de 2016 exposto pelo clube dá a dimensão das dificuldades que existem.
Porém, desconstruir o esforço com fins que só podem ser políticos vai além da irresponsabilidade. É desonesto. E sempre que houver desonestidade nestes moldes, a desconstrução leviana será desconstruída com verdade.
CASACA!