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O início da virada

O Vasco anunciou hoje a contratação de Nenê. O meia atacante/atacante canhoto tem no currículo a artilharia do Campeonato Francês 2011/2012. Nenê fez carreira na Europa atuando por Espanha e França, ano passado esteve no Al Gharafa do Catar, tendo marcado 20 gols em 43 jogos. Neste ano atuou até junho no West Ham, da Inglaterra, e jogou apenas oito vezes, sem marcar gols. Durante o período em que esteve no PSG (2010 a 2013) marcou 49 gols em 113 jogos.

Revelado pelo Bahia, o jogador iniciou sua vida profissional no Paulista de Jundiaí em 1999. Nenê brilhou no Palmeiras e no Santos entre os anos de 2002 e 2003 e volta ao Brasil 12 anos depois, após ter atuado também em outras equipes da Espanha (Mallorca, Alavés, Celta e Espanyol), além do Mônaco, da França.

O atleta tem contrato com o Vasco até dezembro de 2016.

Seja bem-vindo, Nenê!

Casaca!

Casa de Saúde São José, no Humaitá, proíbe funcionários de usarem celular

A Casa de Saúde São José, no Humaitá, vai proibir a entrada de funcionários com o celular — eles terão que deixar seus telefones no guarda-volumes antes de passar pela catraca na portaria. O hospital reuniu a equipe para comunicar a nova regra, que vale a partir de amanhã. A medida acontece depois que um suposto funcionário tirou uma selfie fazendo gesto obsceno ao lado do diagnóstico de Eurico Miranda, internado lá no mês passado.

“É proibido aos funcionários a utilização de celulares ou qualquer outro dispositivo que viabilize o desrespeito à privacidade dos pacientes e visitantes”, diz o documento distribuído à equipe. Recentemente, médicos ao redor do mundo publicaram autorretratos em redes sociais expondo mulheres em trabalho de parto.

O novo manual de conduta da São José traz ainda uma recomendação sobre as unhas das funcionárias: “Modismo é proibido: aplicações, ‘filha única’ e cores berrantes”.

Fonte: O Globo

Vencedora do UFC deste sábado passou por Projeto Científico do Vasco

Ontem em confronto realizado pelo UFC #190, a lutadora Ronda Rousey superou a brasileira Bethe Correia com nocaute conquistado em apenas 34 segundos. Antes de ir para o octógono na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, a americana realizou trabalhos no Vasco da Gama com o fisiologista Alex Evangelista. No clube, ela pôde se preparar para a luta através do projeto científico importado da NBA que consiste numa nova modalidade de trabalhos físicos, o CAPRRES.
Obviamente, a conquista da lutadora não se deve apenas devido sua passagem por São Januário e preparação no CAPRRES, mas certamente a contribuição deste projeto exitoso para sua vitória é mais uma demonstração de que estamos muito bem servidos no nosso Club com o Centro Avançado de Prevenção, Reabilitação e Rendimento Esportivo.

Alex Evangelista postou em seu Instagram congratulações a Ronda Rousey

América ou Flu?

Pesquisa feita pelo associado vascaíno Rodrigo Alonso evidencia uma dificuldade maior do Vasco em enfrentar o América, de volta à primeira divisão do Estadual no ano que vem, que o Fluminense, outro tradicional freguês.

Dos últimos 60 jogos disputados entre Vasco x América foram 10 vitórias do América, já o tricolor das Laranjeiras nos venceu apenas nove vezes.

Afinal, qual adversário é mais perigoso para o Vasco? América ou Fluminense?

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História não se muda

Diversas foram as provocações dos últimos dias. Diário foi o desrespeito. Unidos por um contrato escuso, Consórcio Maracanã e Fluminense ofenderam a torcida do Vasco, ofenderam o Vasco, ofenderam direitos adquiridos, ofenderam o destino.

A vitória do Vasco sobre o Fluminense na partida deste domingo vai além da obviedade registrada pela estatística de confrontos entre os dois clubes. Representou, também, uma resposta ao que foi dito, ao que foi feito, ao que foi tramado contra nós.

História não se muda com canetadas e anexos obscuros. História se constrói com vitórias. Por isso ganhamos de novo. Para lembrar quem é maior e exatamente por isso teve o direito de escolher como iria acomodar o seu torcedor no Maracanã. Que sirva de lição.

Eurico Miranda
Presidente do Club de Regatas Vasco da Gama

Fonte: Site oficial do Vasco

Vasco vence o Fluminense e mantém freguesia

A torcida do Fluminense compareceu em grande número ao Maracanã para festejar a chegada de Ronaldinho Gaúcho e comemorar mais uma vitória no Campeonato Brasileiro, mas acabou frustrada. O Vasco jogou com grande aplicação e venceu por 2 a 1 na tarde deste domingo.

O resultado positivo ainda não tirou o time de São Januário da zona do rebaixamento. O Vasco, que completou dez jogos sem perder para o tradicional adversário, agora soma 12 pontos e ocupa a 18 ª posição. O Tricolor das Laranjeiras, que perdeu depois de seis partidas, caiu para a terceira colocação, com 27 pontos ganhos.

A vitória fez justiça ao desempenho da equipe do Vasco, que mostrou grande espírito de luta e soube superar as dificuldades para conseguir o resultado. O Fluminense começou bem, mas caiu de produção após sofrer o primeiro gol e não conseguiu mais se impor diante do rival.

Na próxima rodada, o Fluminense enfrentará a Chapecoense, na Arena Condá. O Vasco receberá o Palmeiras, em São Januário.

O JOGO

O Fluminense começou a partida tentando sufocar o Vasco. Empurrado por uma torcida entusiasmada, o Tricolor logo chegou à área vascaína aos dois minutos, mas a zaga desviou o cruzamento de Marcos Júnior.

O time de São Januário mantinha apenas Herrera na frente, enquanto Dagoberto e Andrezinho ficavam com a missão de se aproximar do atacante argentino. Sem se impressionar com a pressão da torcida, o Vasco equilibrou o jogo com uma forte marcação no meio-campo.

Aos dez minutos, o goleiro Diego Cavalieri precisou sair do gol para socar a bola, depois de cobrança de falta executada por Andrezinho. Três minutos depois, Anderson Salles atingiu Gerson na entrada da área. Jean bateu forte, e a bola passou à direita do gol de Jordi.

O time dirigido por Enderson Moreira foi crescendo de produção e controlando a partida. Aos 15 minutos, Marcos Junior recebeu na entrada da área e tocou rasteiro, mas a bola saiu.

Aos 20 minutos, Rodrigo cabeceou para trás e quase surpreendeu Jordi, porém o goleiro fez a defesa. Quatro minutos depois, em jogada de contra-ataque, Marcos Júnior arrancou desde o meio-campo e chutou forte, mas a bola saiu.

O time de São Januário encontrava grande dificuldade de armar jogadas ofensivas. Herrera, o mais avançado, era obrigado a recuar constantemente para dar combate aos zagueiros tricolores, enquanto Dagoberto e Andrezinho quase não apareciam no jogo. O Fluminense chegou outra vez aos 34, quando Gum, após cobrança de escanteio, cabeceou fraco, e Jordi fez uma boa defesa.

Mesmo sem mostrar um grande futebol, o Vasco marcou o primeiro gol, aos 38 minutos. Jhon Cley recebeu pela direita e, embora marcado por Antônio Carlos, cruzou para Andrezinho meter a cabeça e colocar no ângulo direito de Diego Cavalieri, que não esboçou qualquer reação. Foi o primeiro gol marcado por Andrezinho com a camisa alvinegra.

O Fluminense até partiu para buscar o empate, e o goleiro Jordi apareceu bem para cortar dois cruzamentos seguidos na sua área.

As duas equipes voltaram sem mudanças para o segundo tempo. E o Vasco retornou mais agressivo no segundo tempo.

Aos cinco minutos, Giovanni se chocou com Herrera, sofreu uma entorse no joelho direito, e foi obrigado a deixar o campo. O atacante Osvaldo foi chamado pelo treinador para fazer sua estreia na equipe tricolor. Gustavo Scarpa passou a fazer a função de lateral.

Na sua primeira participação, aos oito minutos, Osvaldo arrancou pela direita e cruzou para Gerson, que falhou na conclusão. Um minuto depois, o mesmo Gerson chutou de forma perigosa após tabelar com Fred.

A resposta do Vasco veio aos 11 minutos, em chute de Dagoberto que Diego Cavalieri espalmou e a zaga aliviou o perigo. Na sequência, o goleiro tricolor voltou a salvar sua equipe, defendendo uma conclusão cruzada de Christiano.

O Fluminense chegou ao empate aos 13 minutos, em golaço de Marcos Júnior. O atacante recebeu ótimo passe de Gerson, matou no peito e, de virada, finalizou no ângulo direito de Jordi.

Depois de sofrer o gol do empate, o técnico Celso Roth trocou o argentino Herrera pelo colombiano Riascos.

O Fluminense partiu para o ataque em busca do segundo gol e o estreante Osvaldo, caindo pelas extremas, dava grande trabalho aos zagueiros adversários.

Aos 25 minutos, o Vasco desempatou em outro gol de grande beleza. Jhon Cley arrancou desde o meio-campo sem ser combatido e acertou um belo chute no ângulo esquerdo, indefensável para Diego Cavalieri.

Enderson Moreira recorreu a Magno Alves para tentar aumentar o poder ofensivo da equipe tricolor. Aos 35 minutos, Wellington Silva cruzou, e Fred cabeceou forte, para grande defesa de Jordi, espalmando para escanteio.

Nos últimos minutos, o Fluminense partiu, na base do desespero, para buscar o gol do empate. Aos 41 minutos, Jordi saiu mal, mas Fred não conseguiu cabecear para o gol. E o Vasco segurou a pressão até o final.

FICHA

FLUMINENSE 1 X 2 VASCO

Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 19 de julho de 2015, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (Fifa-SP)
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP) e Danilo Ricardo Simon Manis (SP)
Cartões amarelos: Gerson e Marcos Júnior (Fluminense); Anderson Salles, Christiano, Jhon Cley, Jordi e Serginho (Vasco)
Gols: FLUMINENSE: Marcos Júnior, aos 13 minutos do segundo tempo; VASCO: Andrezinho, aos 38 minutos do primeiro tempo; Jhon Cley, aos 25 minutos do segundo tempo

FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Wellington Silva, Gum, Antônio Carlos e Giovanni (Osvaldo); Edson (Higor Leite), Jean, Gerson (Magno Alves) e Gustavo Scarpa; Marcos Júnior e Fred
Técnico: Enderson Moreira

VASCO: Jordi; Madson, Rodrigo, Aislan e Christiano; Anderson Salles, Serginho, Jhon Cley (Emanuel Biancucchi) e Andrezinho: Dagoberto (Thalles) e Herrera (Riascos)
Técnico: Celso Roth

Fonte: Gazeta Esportiva (texto, ficha), GloboEsporte.com (foto),

Mais uma mentira histórica exposta na mídia

Em matéria veiculada por ESPN.com.br e reverberada pelo site Netvasco uma mentira histórica foi passada ao público leitor.

A matéria diz em determinado ponto:

“Mas o regulamento exigia um estádio, coisa que Eurico Miranda, atual presidente do clube, cansa de reclamar na atualidade. E sem poder mandar seus jogos no campo da Rua Morais e Silva, o Cruz-Maltino recorreu ao já gigante Fluminense, que podia ceder o estádio ao clube de regatas. Importante lembrar que alguns anos antes, o Flamengo, clube formado pela dissidência de jogadores tricolores também recebeu o apoio do Flu e atuou nas Laranjeiras”.

A verdadeira história é a seguinte:

Em fevereiro de 1923 o Vasco solicitou atuar no campo do Fluminense, optando por este em detrimento de seu campo na Rua Moraes e Silva, embora pudesse atuar nele, e o motivo foi de ordem financeira, uma vez que com o estádio lotado na Rua Moares e Silva o clube faturaria apenas 4 contos de réis, a princípio, podendo, com reformas, chegar a 10 contos de réis, enquanto que atuando no campo do Fluminense, praticando os mesmos preços, poderia alcançar os 30 contos de réis com o estádio apanhando um bom público.

O tricolor das Laranjeiras, que ALUGAVA não emprestava seu estádio, por um valor caríssimo, diga-se de passagem, sorria de orelha a orelha com a escolha do Vasco, assim como a Federação Metropolitana de Desportos Terrestres (FMDT), que mordia parte da renda. Já os dirigentes cruzmaltinos aceitavam pagar o alto valor de aluguel confiando no fato de que sua torcida – que comprovaria naquele ano e nos subsequentes daquela década ser a maior e mais popular da cidade – encheria o estádio na maioria dos jogos, fazendo valer à pena arcar com o referido custo cobrado pelo adversário.

De fato, em 1923 a melhor média de renda e público entre os clubes que disputaram o Campeonato Carioca foi a do Vasco, o Campeão Carioca daquele ano, surpreendendo as elites futebolísticas da cidade.

Aqui a verdade prevalece!

Casaca!