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Vasco vence o Fluminense e mantém freguesia

A torcida do Fluminense compareceu em grande número ao Maracanã para festejar a chegada de Ronaldinho Gaúcho e comemorar mais uma vitória no Campeonato Brasileiro, mas acabou frustrada. O Vasco jogou com grande aplicação e venceu por 2 a 1 na tarde deste domingo.

O resultado positivo ainda não tirou o time de São Januário da zona do rebaixamento. O Vasco, que completou dez jogos sem perder para o tradicional adversário, agora soma 12 pontos e ocupa a 18 ª posição. O Tricolor das Laranjeiras, que perdeu depois de seis partidas, caiu para a terceira colocação, com 27 pontos ganhos.

A vitória fez justiça ao desempenho da equipe do Vasco, que mostrou grande espírito de luta e soube superar as dificuldades para conseguir o resultado. O Fluminense começou bem, mas caiu de produção após sofrer o primeiro gol e não conseguiu mais se impor diante do rival.

Na próxima rodada, o Fluminense enfrentará a Chapecoense, na Arena Condá. O Vasco receberá o Palmeiras, em São Januário.

O JOGO

O Fluminense começou a partida tentando sufocar o Vasco. Empurrado por uma torcida entusiasmada, o Tricolor logo chegou à área vascaína aos dois minutos, mas a zaga desviou o cruzamento de Marcos Júnior.

O time de São Januário mantinha apenas Herrera na frente, enquanto Dagoberto e Andrezinho ficavam com a missão de se aproximar do atacante argentino. Sem se impressionar com a pressão da torcida, o Vasco equilibrou o jogo com uma forte marcação no meio-campo.

Aos dez minutos, o goleiro Diego Cavalieri precisou sair do gol para socar a bola, depois de cobrança de falta executada por Andrezinho. Três minutos depois, Anderson Salles atingiu Gerson na entrada da área. Jean bateu forte, e a bola passou à direita do gol de Jordi.

O time dirigido por Enderson Moreira foi crescendo de produção e controlando a partida. Aos 15 minutos, Marcos Junior recebeu na entrada da área e tocou rasteiro, mas a bola saiu.

Aos 20 minutos, Rodrigo cabeceou para trás e quase surpreendeu Jordi, porém o goleiro fez a defesa. Quatro minutos depois, em jogada de contra-ataque, Marcos Júnior arrancou desde o meio-campo e chutou forte, mas a bola saiu.

O time de São Januário encontrava grande dificuldade de armar jogadas ofensivas. Herrera, o mais avançado, era obrigado a recuar constantemente para dar combate aos zagueiros tricolores, enquanto Dagoberto e Andrezinho quase não apareciam no jogo. O Fluminense chegou outra vez aos 34, quando Gum, após cobrança de escanteio, cabeceou fraco, e Jordi fez uma boa defesa.

Mesmo sem mostrar um grande futebol, o Vasco marcou o primeiro gol, aos 38 minutos. Jhon Cley recebeu pela direita e, embora marcado por Antônio Carlos, cruzou para Andrezinho meter a cabeça e colocar no ângulo direito de Diego Cavalieri, que não esboçou qualquer reação. Foi o primeiro gol marcado por Andrezinho com a camisa alvinegra.

O Fluminense até partiu para buscar o empate, e o goleiro Jordi apareceu bem para cortar dois cruzamentos seguidos na sua área.

As duas equipes voltaram sem mudanças para o segundo tempo. E o Vasco retornou mais agressivo no segundo tempo.

Aos cinco minutos, Giovanni se chocou com Herrera, sofreu uma entorse no joelho direito, e foi obrigado a deixar o campo. O atacante Osvaldo foi chamado pelo treinador para fazer sua estreia na equipe tricolor. Gustavo Scarpa passou a fazer a função de lateral.

Na sua primeira participação, aos oito minutos, Osvaldo arrancou pela direita e cruzou para Gerson, que falhou na conclusão. Um minuto depois, o mesmo Gerson chutou de forma perigosa após tabelar com Fred.

A resposta do Vasco veio aos 11 minutos, em chute de Dagoberto que Diego Cavalieri espalmou e a zaga aliviou o perigo. Na sequência, o goleiro tricolor voltou a salvar sua equipe, defendendo uma conclusão cruzada de Christiano.

O Fluminense chegou ao empate aos 13 minutos, em golaço de Marcos Júnior. O atacante recebeu ótimo passe de Gerson, matou no peito e, de virada, finalizou no ângulo direito de Jordi.

Depois de sofrer o gol do empate, o técnico Celso Roth trocou o argentino Herrera pelo colombiano Riascos.

O Fluminense partiu para o ataque em busca do segundo gol e o estreante Osvaldo, caindo pelas extremas, dava grande trabalho aos zagueiros adversários.

Aos 25 minutos, o Vasco desempatou em outro gol de grande beleza. Jhon Cley arrancou desde o meio-campo sem ser combatido e acertou um belo chute no ângulo esquerdo, indefensável para Diego Cavalieri.

Enderson Moreira recorreu a Magno Alves para tentar aumentar o poder ofensivo da equipe tricolor. Aos 35 minutos, Wellington Silva cruzou, e Fred cabeceou forte, para grande defesa de Jordi, espalmando para escanteio.

Nos últimos minutos, o Fluminense partiu, na base do desespero, para buscar o gol do empate. Aos 41 minutos, Jordi saiu mal, mas Fred não conseguiu cabecear para o gol. E o Vasco segurou a pressão até o final.

FICHA

FLUMINENSE 1 X 2 VASCO

Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 19 de julho de 2015, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (Fifa-SP)
Assistentes: Marcelo Carvalho Van Gasse (Fifa-SP) e Danilo Ricardo Simon Manis (SP)
Cartões amarelos: Gerson e Marcos Júnior (Fluminense); Anderson Salles, Christiano, Jhon Cley, Jordi e Serginho (Vasco)
Gols: FLUMINENSE: Marcos Júnior, aos 13 minutos do segundo tempo; VASCO: Andrezinho, aos 38 minutos do primeiro tempo; Jhon Cley, aos 25 minutos do segundo tempo

FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Wellington Silva, Gum, Antônio Carlos e Giovanni (Osvaldo); Edson (Higor Leite), Jean, Gerson (Magno Alves) e Gustavo Scarpa; Marcos Júnior e Fred
Técnico: Enderson Moreira

VASCO: Jordi; Madson, Rodrigo, Aislan e Christiano; Anderson Salles, Serginho, Jhon Cley (Emanuel Biancucchi) e Andrezinho: Dagoberto (Thalles) e Herrera (Riascos)
Técnico: Celso Roth

Fonte: Gazeta Esportiva (texto, ficha), GloboEsporte.com (foto),

Mais uma mentira histórica exposta na mídia

Em matéria veiculada por ESPN.com.br e reverberada pelo site Netvasco uma mentira histórica foi passada ao público leitor.

A matéria diz em determinado ponto:

“Mas o regulamento exigia um estádio, coisa que Eurico Miranda, atual presidente do clube, cansa de reclamar na atualidade. E sem poder mandar seus jogos no campo da Rua Morais e Silva, o Cruz-Maltino recorreu ao já gigante Fluminense, que podia ceder o estádio ao clube de regatas. Importante lembrar que alguns anos antes, o Flamengo, clube formado pela dissidência de jogadores tricolores também recebeu o apoio do Flu e atuou nas Laranjeiras”.

A verdadeira história é a seguinte:

Em fevereiro de 1923 o Vasco solicitou atuar no campo do Fluminense, optando por este em detrimento de seu campo na Rua Moraes e Silva, embora pudesse atuar nele, e o motivo foi de ordem financeira, uma vez que com o estádio lotado na Rua Moares e Silva o clube faturaria apenas 4 contos de réis, a princípio, podendo, com reformas, chegar a 10 contos de réis, enquanto que atuando no campo do Fluminense, praticando os mesmos preços, poderia alcançar os 30 contos de réis com o estádio apanhando um bom público.

O tricolor das Laranjeiras, que ALUGAVA não emprestava seu estádio, por um valor caríssimo, diga-se de passagem, sorria de orelha a orelha com a escolha do Vasco, assim como a Federação Metropolitana de Desportos Terrestres (FMDT), que mordia parte da renda. Já os dirigentes cruzmaltinos aceitavam pagar o alto valor de aluguel confiando no fato de que sua torcida – que comprovaria naquele ano e nos subsequentes daquela década ser a maior e mais popular da cidade – encheria o estádio na maioria dos jogos, fazendo valer à pena arcar com o referido custo cobrado pelo adversário.

De fato, em 1923 a melhor média de renda e público entre os clubes que disputaram o Campeonato Carioca foi a do Vasco, o Campeão Carioca daquele ano, surpreendendo as elites futebolísticas da cidade.

Aqui a verdade prevalece!

Casaca!

Lado direito: ex-diretor do Flu diz que cláusula não existia até agosto de 2014

Quatro clássicos com o Vasco no Maracanã desde a reabertura tiveram a torcida tricolor no Setor Sul na base do blefe, sem nada oficial, garante Jackson Vasconcelos.

A briga pelo lado direito do Maracanã parece não ter fim. E, às vésperas de mais um clássico entre Fluminense e Vasco, novas polêmicas surgem. A diretoria cruz-maltina entrou com uma ação na Justiça na última terça-feira pedindo para ter acesso ao contrato entre o Tricolor e o Consórcio Maracanã. É com base nesse documento, assinado em 2013, que o clube das Laranjeiras diz ter direito exclusivo ao Setor Sul para a sua torcida. Mas segundo o ex-diretor executivo geral do Flu Jackson Vasconcelos nem sempre foi assim.

Jackson foi o braço direito do presidente Peter Siemsen por quase cinco anos. Ajudou a comandar o Fluminense da primeira eleição em dezembro de 2010 até agosto de 2014. Participou ativamente das negociações com o Consórcio Maracanã. E garante: desde a assinatura do acordo até a sua saída do clube, não havia nada no contrato sobre o lado direito. Resumindo: nos quatro jogos contra o Vasco realizados no Maracanã desde a reabertura, duas vitórias cruz-maltinas e dois empates, a torcida do clube das Laranjeiras ficou no Setor Sul sem ter nada oficial. Blefando, nas palavras de Jackson:
– Peter sempre insistiu nisso (ter o direito ao lado fixo em contrato). Mas quando o acordo foi fechado, a concessionária não queria ir por esse caminho. Logo na reabertura do estádio, já era um jogo com o Vasco e houve uma discussão enorme pelo lado direito da arquibancada, discussão na Federação e tudo. Lembrei ao Peter que não estava no contrato, mas de certa forma blefamos ali. O presidente pediu para trabalhar isso como um anexo para ser adicionado ao documento.

Após a confusão no jogo do dia 21 de julho de 2013, o primeiro na nova configuração, o Fluminense redigiu o termo aditivo que lhe dava a garantia de colocar sua torcida no lado direito do Maracanã e enviou ao Consórcio. O grupo que administra o estádio nunca devolveu o aditivo assinado. Pelo menos até Jackson se desligar do clube.

– O João Borba (então presidente do Consórcio) disse que ia assinar, mas não assinou. O anexo nunca voltou. Quando o Mário Bittencourt assumiu a vice-presidência de futebol (maio do ano passado), o assunto voltou à tona. Ele analisou o contrato, virou para mim e disse: ”Esse troço não está no contrato”. Eu confirmei e disse que o combinado era incluir um aditivo, mas a concessionária sempre fugiu. O Mário chegou a marcar uma reunião com o Consórcio para discutir isso. Ao mesmo tempo, o Fluminense sempre afirmava que tinha isso em contrato. Até o momento que eu sai, em agosto de 2014, nada foi resolvido, não havia cláusula alguma. Os quatro jogos até agora aconteceram sem essa cláusula e com o clube afirmando que tinha direito – recorda o ex-diretor.

Fluminense e Maracanã preferem não se pronunciar
Em maio deste ano, Fluminense e Maracanã fizeram ajustes no contrato. ”Não é possível que a cláusula não tenha sido incluída dessa vez”, afirma Jackson. Procurados pela reportagem do GloboEsporte.com, o Tricolor e o Consórcio se recusaram a comentar o assunto. Tratam a questão como sigilosa. Impulsionado pelo retorno do presidente Eurico Miranda, o Vasco não vai desistir do que considera uma tradicão, direito adquirido desde 1950, quando ganhou o primeiro Campeonato Carioca do estádio. A briga só deve terminar na Justiça.

Fonte: Globoesporte.com

Nosso direito

A Luta por um lado se baseia em uma conquista, num direito adquirido em 1950 quando conquistamos dentro de campo o primeiro campeonato carioca da era do Maracanã, e por mais de 60 anos era respeitado este acordo. Tradição é tradição e todos os clubes prezam e gostam de demonstrá-la para seus torcedores e simpatizantes, mas isto não pode ser feito somente quando a situação convém. Devemos honrá-la.

Mas neste momento vem sendo desrespeitado pelo Fluminense a tradição. O clube das Laranjeiras agarrou-se em uma oportunidade injusta e com a parceria do Consórcio Maracanã da construtora Odebrecht, muito conhecida hoje pela operação Lava Jato, assinou um contrato – que nunca foi mostrado – do nosso Maracanã, construído com o dinheiro de todos os torcedores e comparando-se os impostos recolhidos, no caso específico entre as torcidas de Vasco e Fluminense, com um valor muito maior nosso, devido à lógica da diferença do tamanho das torcidas em questão.

Então, peço para que todos os torcedores do Vasco se unam nesta questão, esquecendo qualquer conotação política, a fim de lutarmos por este direito adquirido, pois no final será a vitória do respeito, da palavra, da tradição, do VASCO.

Precisamos lutar contra o que entendo seja o maior inimigo do futebol carioca no momento, que é o preço aplicado pela administração do Consórcio Maracanã no aluguel do estádio, construído e reformado com dinheiro público, e sua interferência em assuntos do futebol nos quais não deveria adentrar.

O Fluminense, por outro lado, de forma oportunista, quer impor a nós torcedores do Vasco a perda do nosso direito.

Tomei minha decisão e lutarei pelo VASCO, pelo nosso lado direito das cabines de rádios do Maracanã e não posso ir ao Maracanã sem que o lado de nossa torcida seja respeitado e espero que nossa torcida faça com que Fluminense e o Consórcio Maracanã tenham prejuízo sem a nossa presença, enquanto perdurar este desrespeito.

Particularmente, em qualquer lugar que esteja ratifico a posição de que o lado direito é nosso! Nosso direito!

Saudações Vascaínas,

Roberto Rodrigues

*Roberto Rodrigues é Sócio Proprietário do Club de Regatas Vasco da Gama

Vasco vence América-RN em São Januário pela Copa do Brasil

Vasco vence o América-RN e garante vantagem para o jogo de volta

Com direito ao primeiro gol de Herrera com a camisa cruzmaltina, o Vasco venceu o América-RN pelo placar de 3 a 1. Anderson Salles e Emanuel Biancucchi também marcaram para o Gigante da Colina e Reis descontou. A partida foi válida pelo primeiro confronto da terceira fase da Copa do Brasil.

Com o resultado, o Vasco tem a vantagem para o jogo de volta. A partida que decide a vaga nas oitavas de final será realizada no dia 22/07, na Arena das Dunas, em Natal.

O JOGO

O Vasco tomou a iniciativa no início da partida e criou a primeira oportunidade com menos de um minuto. Riascos cruzou e Emanuel Biancucchi foi prensado e impedido de finalizar. Com 6 minutos de jogo, Henrique se lesionou, precisou ser substituído e Celso Roth promoveu a entrada de Christianno. O América teve a primeira chance aos 9 minutos. Adriano Pardal cruzou, mas ninguém alcançou para completar.

A equipe cruzmaltina seguiu com o controle do jogo, tendo maior posse de bola e marcando mais presença no ataque. Entra os 17 e 24 minutos, o Vasco teve três oportunidades, duas com Emanuel Biancucchi e uma com Dagoberto, mas sem levar muito perigo ao gol defendido por Busatto.

Aos 24 minutos, a equipe de Natal chegou mais uma vez e Adriano Pardal obrigou Jordi a fazer bonita defesa. O relógio marcava 33 minutos de jogo quando Dagoberto teve a melhor chance do Vasco até o momento. O atacante recebeu de Guiñazu e girou para chutar com perigo, mandando a bola por cima do gol adversário.

Já nos acréscimos, aos 46, Anderson Salles cobrou falta e Aislan cabeceou com perigo e o goleiro alvirrubro espalmou para fora. Na cobrança de escanteio em sequência, Anderson Salles cruzou, Riascos acertou a trave e no rebote Herrera cabeceou para o fundo da rede. O primeiro gol do argentino com a camisa cruzmaltina foi o último lance do primeiro tempo.

O América deixou tudo igual no marcador aos 8 minutos do segundo tempo. Reis aproveitou rebote e chutou, fazendo o gol de empate. Mas não demorou para o Vasco voltar a frente do placar. Aos 15 minutos, Jhon Cley, que entrou no lugar de Riascos, foi derrubado na área e o árbitro assinalou a penalidade. Anderson Salles cobrou e converteu.

Com a vantagem, o Vasco pôde ter calma para criar as jogadas. E aos 32 minutos ampliou. Lucas, do América, afastou mal e Emanuel Biancucchi aproveitou, marcando um belo gol e definindo o placar. Antes do fim da partida, Dagoberto recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso. O atacante está fora do segundo jogo.

FICHA TÉCNICA – VASCO 3 x 1 AMÉRICA-RN

Local: São Januário – Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Thiago Duarte Peixoto (SP)
Auxiliares: Herman Brumel Vani (SP) e Alex Ang Ribeiro (SP)
Público total: 2.910 / Pagante: 2.689
Renda: R$63.480,00
Cartões amarelos: Dagoberto, Christianno (Vasco); Flávio Boaventura (América-RN)
Cartão vermelho: Dagoberto (Vasco)
Gols: Herrera (46’/1º tempo); Reis (8’/2º tempo); Anderson Salles (17’/2º tempo); Emanuel Biancucchi (32’/2º tempo)
VASCO: Jordi, Madson, Rodrigo, Aislan, Henrique (Christianno), Anderson Salles, Guiñazu, Emanuel Biancucchi, Herrera, Dagoberto e Riascos (Jhon Cley). Técnico: Celso Roth
América-RN: Busatto, Lucas Newton, Cleber, Flávio Boaventura, Rafael Estevam (Gláucio), Judson, Zé Antônio Pereira, Álvaro, Marcelo Maciel (Reis), Adriano Pardal (Bruno Farias) e Cascata. Técnico: Roberto Fernandes.

Texto: Fernanda Maia

Fonte: Site Oficial do Vasco

Vascaínos Fabiana Beltrame, Cristian Rosso e Ariel Suarez conquistam medalhas nos Jogos Pan-Americanos de Toronto

15/07 – Fabiana Beltrame é prata no Pan-Americano de Toronto

Uma das maiores promessas de medalha para o Brasil nos Jogos Pan-Americanos de Toronto virou realidade na manhã desta quarta-feira (15/07). A remadora vascaína Fabiana Beltrame subiu no pódio após conquistar a prata no Single Skiff. Esta foi a primeira medalha do remo brasileiro na edição do Pan 2015.

Com tempo de 8m54s36 ficou cinco segundos atrás da americana Mary Jones. A argentina Lucia Palermo completou o pódio. A brasileira que já havia quebrado uma escrita com a prata na edição de Guadalajara em 2011, ao se tornar a primeira remadora a conquistar uma medalha em Pan-Americanos, marca mais uma vez o seu nome na história do remo brasileiro. Esta foi a primeira medalha do remo brasileiro em Toronto.

Logo na sequência, foi a vez da cruzmaltina Yanka Brito competir. No Four Skiff, o barco brasileiro acabou na sexta colocação, com tempo de 7m32s88. Encerrando a participação dos remadores vascaínos em Toronto, o argentino Ariel Suarez conquistou a medalha de prata na prova 8Com, cruzando a linha de chegada em 6m10s08. Saldo final dos cruzmaltinos com quatro medalhas, sendo três pratas e um bronze.

Texto: Fernanda Maia

Fonte: Site Oficial do Vasco

14/07 – Vascaínos conquistam medalha de bronze no Pan-Americano

Em mais um dia de disputa de finais do remo no Pan-Americano, os atletas vascaínos que integram a seleção argentina subiram no pódio na manhã desta terça-feira. Cristian Rosso e Ariel Suarez conquistaram a medalha de bronze no Four Skiff.

Com tempo de 5m47s14, o barco composto pelos vascaínos e mais Rodrigo Murillo e Brian Rosso, cruzou a linha de chegada após as guarnições de Canadá e Cuba, com diferença de cinco segundos para o barco canadense, que ficou com o ouro.

Esta é a segunda medalha de Cristian nesta edição dos Jogos, que na última segunda-feira conquistou a prata no Double Skiff. A dupla cruzmaltina já tinha conquistado o ouro no Double Skiff nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, em 2011.

Texto: Fernanda Maia

Fonte: Site Oficial do Vasco

13/07 – Cristian Rosso conquista medalha de prata no Pan-Americano

O remador Cristian Rosso foi o primeiro atleta vascaíno medalhista nos Jogos Pan-Americanos de Toronto. Disputando a prova do Double Skiff, no barco formado com Rodrigo Murillo, os argentinos conquistaram a medalha de prata, ao cruzar os 2000 metros de competição com tempo 6m33s59. As seleções de Cuba e Canadá completaram o pódio desta manhã.

Esta é a terceira conquista Pan-Americana de Cristian. Na edição de Guadalajara, em 2011, o atleta garantiu duas medalhas de ouro. No Double Skiff, na ocasião com o também vascaíno Ariel Suarez e no Four Skiff.

Texto: Fernanda Maia

Fonte: Site Oficial do Vasco

Time pequeno

O Fluminense lançou uma série de ações para promover o clássico de domingo, contra o Vasco, no Maracanã. O time das Laranjeiras irá fazer promoção para a venda de ingressos e planeja apresentar seu mais recente reforço, Ronaldinho Gaúcho.

O craque, que atuou pelo Querétaro, do México na última temporada, acertou com o time carioca, mas pediu férias até o dia 27. Ainda não tem data para a estreia de Ronaldinho Gaúcho no clube.

Além da apresentação do jogador, em parceria com o jornal Extra, o Fluminense também vai realizar uma promoção no setor misto. Durante a semana, cada jornal sairá com um selo que corresponde a um desconto de R$ 10 no ingresso do setor Leste Superior. Cada selo será cumulativo. Na prática, isso significa que o torcedor pode juntar os selos diariamente e chegar ao fim de semana com um desconto de R$ 50 em uma das áreas nobres do estádio.

No momento da compra do ingresso, o torcedor deverá apresentar todos os cupons de desconto com a numeração de 1 a 5 ao bilheteiro e pagar em dinheiro, cartão de crédito ou débito. A promoção irá se limitar à capacidade máxima do setor em que irá ocorrer. Além da promoção conjunta com o jornal Extra, o Fluminense também irá oferecer para esta região da arquibancada ingressos de meia-entrada e inteira.

A CBF chegou a lançar diretiva para que o duelo fosse disputado com torcida única, o que encontrou oposição dos clubes e da administradora do Maracanã. A presença das duas torcidas acabou liberada. Para celebrar isso, o Fluminense também incentiva seu torcedor a levar um amigo vascaíno ao jogo.

“O que mais importa é a celebração de um grande espetáculo. E que no fim, vença o melhor. Assim é o futebol”, afirmou o Fluminense, em seu site oficial.

Fonte: Máquina do Esporte – Exceto o título