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Só Faltava Essa

O nome do sujeito é Rafael Ribeiro. Mais um famoso Quem desejando aparecer. Ele atua na famigerada ESPN Brasil. Se diz vascaíno. Caso seja verdade, já se sabe de que naipe.

No último sábado, o Vasco conquistou o direito de jogar a final da Taça Rio. Há quem diga que não vale nada. Vale 1 milhão de reais em prêmio. Para um clube “em dificuldade” (algo reiteradamente relembrado na mídia), nada mau.

Lembre-se que a dificuldade, em saneamento diário, provém de uma administração irresponsável, opaca, catastrófica desenvolvida por Dinamite e seus asseclas. Inclusive asseclas da imprensa esportiva, que apoiou como nunca aquele show de absurdos. 

O que chamou à atenção no comportamento da mídia após a partida de sábado foi a ressaca indisfarçável. O Flamengo pleiteou que o jogo fosse antecipado a fim de escalar seus titulares. E mostrou que a sua propalada superioridade não passa de um mito. E como isso dói nos corações rubro-negros e de falsos vascaínos da imprensa. Um time que custa cinco vezes mais, não consegue vencer o rival desfalcado.

O símbolo desta ressaca está na fala deste dito vascaíno de quinta durante programa na tal ESPN. Agora eles acham que podem pautar quando os verdadeiros vascaínos devem cantar o seu grito de guerra ou não. Como se a classificação para uma final não fosse motivo. Como se opiniões rasteiras e carregadas de rancor pudessem mover as tradições do Vasco. Como se comemorar resultados, sejam eles quais forem, pudesse transformar o Vasco em clube pequeno só porque um medíocre assim rotula a comemoração. 

Sugestão para a figura: vá pentear macacos. 

CASACA!

 

 

Omissos pecadores

 

Manchetes de jornais alusivas a um favorecimento ao Vasco na partida do último domingo contra o Flamengo, em função de um pênalti marcado a favor da equipe cruzmaltina aos 46 minutos do 2º tempo, surgiram aos borbotões.

Lembrando Carmen Miranda, a imprensa:

Vestiu preto e vermelho e saiu por aí.

Em vez de tomar chá com torradas, ela bebeu Parati.

Levava um retrato do Zico no bolso e uma caneta na mão,

E urrava pelas mídias, dizendo “Roubaram o Mengão! Roubaram o Mengão!”

A sofreguidão por frases sensacionalistas e conclusões precipitadas sobre o todo da partida, teve resposta na imprensa do mundo inteiro, que ridicularizou a simulação do árbitro, no lance em que este expulsou Luís Fabiano e mudou o jogo a favor do Flamengo. 

Mas o foco era o pênalti mal marcado a favor do Vasco, aos 46 minutos do segundo tempo. 

Até se meter a falar da religião de Nenê, e de sua fé, fizeram, porque o atleta levantou os braços, após ter imaginado que a bola teria tocado no braço do atleta rubro-negro, como aliás declarou em entrevista logo após a partida. Nenê virou alvo de virtuais inquisidores da mídia, exposto de maneira lamentável por julgadores e não formadores de opinião.

Mas não houve qualquer alusão ao lance CLARÍSSIMO de pênalti a favor do Vasco, ignorado pela arbitragem, após puxão de camisa e posterior carga de Léo Duarte no atleta cruzmaltino Jomar, empurrando-o até que caísse.

Eram 44 minutos do segundo tempo e aí pecaram:

1 – Quem transmitia o jogo e é responsável por mostrar em replays, quantos forem necessários, lances polêmicos da partida e não só quando interessa a polêmica.

2 – O árbitro e o bandeira, em mais um prejuízo contra o Vasco no jogo.

3 – Léo Duarte, que, segundo as normas de boa conduta, não teve o fair play devido para se acusar e afirmar na hora ter havido pênalti a favor do Vasco, cometido por ele. Teria o atleta que admitir ter feito a penalidade máxima, como o fair play do futebol manda, declarando “Puxei sim a camisa do Jomar, fiz carga e o empurrei até que caísse. Bola na marca seu juiz!”?

4 – A imprensa vestida de vermelho e preto, por não ter procurado analisar melhor os lances do jogo, para que suas edições de imagem em programas esportivos fossem de acordo com o ocorrido na partida, afinal o fair play deveria começar por ela, como exemplo.

5 – O funcionário do Flamengo e freguês do Vasco, Rodrigo Caetano, porque falou não ter visto surpresa no enredo, mas deixou de reiterar que no tal enredo comum, o prejuízo com arbitragens neste clássico, normalmente tem o Vasco como vítima e não o contrário, conforme testemunhou no período no qual trabalhou no clube.

6 – O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, que se arvorou em falar na imprensa sobre prejuízos ao seu clube em jogos contra o Vasco, testemunho falso, cínico e risível, afinal comanda um clube, caracterizado pelo contrário em tais confrontos, além de ser o rubro-negro da Gávea marcado por inúmeras ajudas de arbitragens ao longo dos tempos, wright?

O Casaca! vem a público mostrar a verdade novamente. Que seja reverberada por quem não quer pecar ou continuar pecando.

Casaca!

“Nunca visto: o árbitro que fingiu uma agressão para expulsar Luis Fabiano”

 

“Um situação por demais insólita se presenciou no duelo entre o Vasco da Gama e o Flamengo pelo campeonato carioca do Brasil, em que Luis Fabiano recebeu um cartão vermelho por uma incrível simulação do árbitro do encontro.

O experiente atacante do Vasco havia sido punido por uma falta no meio do campo e foi protestar com o juiz, se colocando cara a cara. 

Neste momento, o árbitro se jogou para trás como se o jogador o tivesse empurrado, algo que, naturalmente, não aconteceu.

Incrivelmente, perante o espanto dos presentes, Luis Fabiano foi expulso por esta suposta agressão e teve que terminar o jogo (finalizou em 2×2) no chuveiro.”

Fonte: Site Minuto Uno 

Link da matéria: http://www.minutouno.com/notas/1543490-nunca-visto-el-arbitro-que-fingio-una-agresion-expulsar-luis-fabiano

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Comentário do Casaca:

Primeiro foi o jornal Marca da Espanha. Agora é um site de notícias argentino.

Quando será que a flapress vai narrar os fatos como eles realmente aconteceram ?

Fato é que, quando a imprensa é isenta, o enfoque é diferente. 

Casaca!

Os exageros do intocável

O sr. Luís Antônio Silva Santos, sabidamente torcedor do Flamengo, está se despedindo este ano dos gramados, mas seria bem melhor que tivesse pendurado o apito um pouco antes. Isso impediria que víssemos hoje uma patética cena teatral dele contra Luís Fabiano, centroavante do Vasco. 

O árbitro, que já acertou certa vez Renato Silva (sem querer), no momento em que expulsava o goleiro Alessandro, no clássico contra o Botafogo, disputado em Volta Redonda no ano de 2013 (pediu desculpas, que foram aceitas, deu um beijo no atleta e o jogo seguiu) tem cerca de 15 anos de arbitragem na primeira divisão do futebol deste estado, já deve ter aplicado mais de 500 cartões amarelos em atletas e já ouviu e fez ouvido de mercador em provavelmente 99,98% dos que o encararam ou reclamaram veementemente da aplicação da advertência, já relevou inúmeros pequenos contatos físicos posteriores à aplicação de tais cartões, como a foto ilustrativa da matéria nos faz concluir.

O número de atuações prejudiciais ao clube em partidas apitadas pelo árbitro é extensa e memorável. Já conseguiu praticamente “fabricar” com seus equívocos uma derrota do Vasco para a Cabofriense no Estadual de 2005, errou de forma gritante no clássico diante do Botafogo, válido pelo Campeonato Brasileiro de 2008, no qual o Vasco atuou com 10 reservas diante do adversário, com pênalti mal marcado no fim a favor do alvinegro, dois pesos e duas medidas quanto à expulsão de Pablo, do Vasco, e conservação em campo do agressor alvinegro, que tirou Jean da cancha, para não mais voltar após o intervalo, além de validar um gol em impedimento do Flamengo contra o Vasco na primeira partida decisiva do Campeonato Estadual de 2004, vencida pelo rubro-negro por 2 x 1 e deixar de marcar, há dois anos, no Campeonato estadual, um pênalti escandaloso, cometido pelo goleiro Diego Cavaliéri em Gilberto, após o centroavante vascaíno, que estreava, ter driblado o arqueiro tricolor dentro da área.

Ainda sobre a foto que ilustra a matéria, ela mostra algo corriqueiro no futebol. Um pequeno contato físico entre um atleta e um árbitro no momento da punição por um cartão. Queremos, entretanto, que os leitores achem uma de simulação do árbitro para justificar uma expulsão posterior na história recente do nosso esporte bretão. A imprensa imparcial rubro-negra pode também procurar.

O Vasco vencia o jogo por 1 x 0 no clássico deste domingo contra o Flamengo e pode-se dizer, pelo critério usado pelo árbitro durante a partida, que o próprio cartão amarelo em Luís Fabiano era discutível, afinal não mostrara um a Pará, após entrada apelativa em Henrique, quando ia tomando um lençol humilhante na primeira etapa, seguindo para a área adversária o nosso lateral, naquela oportunidade. Mas, independentemente disso, a expulsão após simulação do árbitro está entre os lances mais ridículos de toda a carreira do referido apitador. Mudou a configuração do jogo completamente. A virada do Flamengo está, EVIDENTEMENTE, diretamente ligada à vantagem numérica em campo. A expulsão de Luís Fabiano deu ao rubro-negro a oportunidade de comandar a partida e virar o marcador.

Em outra ocasião pretérita, Morais foi o jogador a sofrer com o árbitro e suas interpretações corporais. Abaixo o vídeo e as notícias publicadas na época:

NETVASCO – 07/02/2007 – 23:45 – Vasco perde invencibilidade e liderança para o América: 2 a 1

Aos 38, Morais se atirou na área e recebeu o amarelo. A seguir, encostou a cabeça no braço do árbitro que o expulsou imediatamente, encerrando de vez a possibilidade de reação.

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NETVASCO – 08/02/2007 – 00:11 – Eurico diz que árbitro ameaçou Morais antes do jogo

O presidente vascaíno Eurico Miranda declarou aos repórteres no vestiário, após a derrota do Vasco para o América (2 a 1), que, antes do jogo, o árbitro Luiz Antônio Silva dos Santos procurou o meia Morais e disse as seguintes palavras:

“Em 2004 eu apareci com você e hoje vou aparecer de novo.”

Eurico informou que vai tomar providências quanto à arbitragem:

“O mais grave é ele ter procurado o jogador antes do jogo e ter dito o que disse. O passado desse senhor não é bom. Ano passado, em Cabo Frio, ele deixou de dar um pênalti claro. Nós vamos tomar as providências contra a atuação desse senhor nos jogos do Vasco. Relate o que ele relatar, tem que relatar o que ele disse ao Morais”, declarou Eurico à Rádio Globo.

Em 2004, na semifinal da Taça Guanabara, o mesmo árbitro expulsou Morais no clássico contra o Flamengo. Clique aqui para acessar a notícia do jogo.

Clique aqui para acessar a notícia do jogo contra a Cabofriense, partida contestada por Eurico.

Fonte: NETVASCO (texto)

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NETVASCO – 07/03/2007 – 22:42 – Aliviado, Morais comemora absolvição

Absolvido da acusação de ter agredido o árbitro Luís Antônio Silva Santos na derrota por 2 a 1 para o América, pela Taça Guanabara, o apoiador Morais, do Vasco, confessou na noite desta quarta-feira ter passado os últimos dias sob tensão.

– Agora estou tranqüilo, acabou essa tensão. Os jornais diziam que eu poderia pegar muitos dias de suspensão (até 540) e eu fiquei muito preocupado. Nem sequer consegui dormir direito. Nunca fui de fazer mal a ninguém, quanto mais contra o árbitro, que é a lei em campo – admitiu o jogador à Rádio CBN.

Fonte: Lancenet

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Dito isso, quase no fim do clássico contra o time da Gávea, o árbitro cometeu um erro capital a favor do Vasco, que originaria no gol de empate, marcado por Nenê em penalidade máxima.

Ficamos, então, elas por elas?

Claro que não! O erro contra o Vasco, cometido com direito à encenação ocorreu aos 8 minutos do 2º tempo e, 11 contra 11, o rubro-negro se via inferiorizado no placar. Caso a partida terminasse com as duas equipes sem qualquer atleta expulso (relevando desde já a entrada duríssima do escorregadio Éverton em Rafael Marques na primeira etapa), a vitória do Vasco era altamente provável, até porque vencia com 53 minutos de bola rolando até o momento da expulsão de Luís Fabiano.

A forma como grande parte da imprensa está se comportando, fingindo não ter sido o fator de mudança do ritmo, da cara, do vencedor parcial do jogo, uma expulsão oriunda de uma verdadeira pixotada do árbitro, é hábito.

Caso fosse o contrário haveria por certo a mudança não de hábito, mas de análise da partida e de seus lances capitais, com participação da arbitragem.

Há um comediante tricolor que chegou a defender ter sido um gol do Flamengo mal anulado pela arbitragem, só porque Leandro Damião, completamente impedido, pulou na bola, antecipando-se ao zagueiro do Vasco, mas não a alcançou. Esse atua no papel de isento, e tem por hábito questionar lances polêmicos de arbitragem do clube que tanto o surrou ao longo de sua sensacional carreira no Fluminense, coroada de forma fantástica com a conquista da Série C em 1999.

O Vasco não precisaria, muito provavelmente, de pênalti algum para conquistar a vitória, que já tinha, contra o adversário. O roteiro escrito até ali era de mais um triunfo cruzmaltino, atuando, diga-se de passagem, com cinco reservas em campo, contra quatro do adversário.

Sabemos perfeitamente ser insatisfatória a análise para muitos que carregam tintas no pênalti mal marcado a favor do Vasco e tentam, inutilmente, justificar a expulsão mais insólita dos últimos anos de um atleta, fruto tão somente da simulação do juiz, que deveria por ela ter sido, ele juiz, expulso de campo simbolicamente pela plateia presente, principalmente a vascaína, que se quisesse ir ao teatro escolheria outro ator para assistir.

Já a FFERJ anunciou que o árbitro está fora do Campeonato Estadual pelo erro cometido, quando da marcação do pênalti a favor do Vasco, tão somente. Dá ela crédito ao árbitro, com sua atitude, para que tente a carreira de ator. “Cigano Igor” que se cuide…

Quanto à imprensa rubro-negra, por convicção ou interesse profissional, continuem tentando de lá, que daqui nós permaneceremos expondo-os mais e mais, fãs de atores canastrões, quando o beneficiado é a donzela rubro-negra, críticos contundentes de árbitros quando o prejudicado é o mais queridinho da mídia.

Casaca !

Milton Mendes assume o comando técnico do Vasco

Milton Mendes, anunciado pelo presidente Eurico Miranda como novo técnico do Vasco, chega cheio de atributos para assumir seu primeiro grande clube na carreira e tem tudo para em nosso clube construir um trabalho vitorioso e marcante.

Colhemos dados sobre a performance recente do treinador, últimos trabalhos, currículo, opiniões a respeito dele por outros profissionais da área e imprensa em geral, além de seu perfil sério e dedicado à profissão que abraça.

1) Técnico com títulos recentes

Mais simbólico que possuir títulos no currículo é tê-los conquistado recentemente, demonstrando ser um técnico atualizado e vencedor.

Em 2016, Milton Mendes fez história com o Santa Cruz, comandando as conquistas da Copa do Nordeste e do Campeonato Pernambucano. Em 2015, ganhou o Campeonato Paulista da Série A2 com a Ferroviária (SP), levando-a de volta pra elite do estado de São Paulo após 19 anos, chamando a atenção do Atlético Paranaense, que o contratou logo depois.

2) Conseguiu liderar o Brasileirão em 2015 e 2016

Nas últimas duas edições do Campeonato Brasileiro, Milton Mendes conseguiu fazer seus times chegarem ao topo do Brasileirão da Série A. Em 2016, o Santa Cruz começou bem a competição e a liderou por três rodadas. Em 2015, o jovem e desacreditado elenco do Atlético-PR também ponteou a tabela por três rodadas, após Milton Mendes pegá-lo com risco de rebaixamento no Campeonato Paranaense.

3) Performances no Atlético-PR e Santa Cruz em 2015 e 2016

Sob o comando do Atlético-PR, Milton Mendes obteve vitórias significativas no Campeonato Brasileiro daquele ano, derrotando o Atlético-MG, vice-campeão brasileiro, no turno e no returno, o Palmeiras fora de casa, além de vitórias em casa sobre Internacional-RS e São Paulo, todas as equipes citadas classificadas para a Taça Libertadores de 2016. Na derrota de sua equipe diante do Corínthians, em São Paulo, por 2 x 0 recebeu elogios públicos de Tite, treinador no qual disse pouco depois se inspirar. Contra as equipes classificadas à Taça Libertadores de 2016 foram nove jogos até a sua saída na 28ª rodada da competição, com 5 vitórias e 4 derrotas.

Durante sua passagem pela equipe paranaense somou 16 vitórias, 5 empates e 13 derrotas. Em 34 jogos seu time marcou 45 gols e sofreu 35.

Deixou ainda a equipe paranaense com a classificação bastante encaminhada para as quartas-de-final da Copa Sul-Americana e até ali invicta na competição.

Contratado pelo Santa Cruz em 28/03/2016, pegou o time classificado aos play-offs da Copa Nordeste, em segundo lugar no seu grupo, oito pontos atrás do Bahia, com a sexta melhor campanha entre os oito classificados.

Nos play-offs o Santa Cruz obteve quatro vitórias e dois empates, eliminando o Ceará, campeão do ano anterior, com duas vitórias, o próprio Bahia – equipe que o derrotara por duas vezes na fase inicial – na semifinal (empate em casa e vitória na Bahia), e o Campinense – Campeão da Copa do Nordeste em 2013 – na decisão (vitória em casa e empate fora).

O Santa Cruz jamais havia conquistado a Copa do Nordeste nas 13 edições anteriores da competição. Obteve, portanto, um título inédito.

No Campeonato Pernambucano de 2016 assumiu o Santa Cruz a uma rodada do fim da fase de classificação, com o clube fadado a terminar na quarta colocação, classificado para as semifinais com a pior campanha, 12 pontos atrás do Náutico, 9 atrás do Salgueiro e 6 atrás do Sport.

Na fase de classificação esteve à frente da equipe apenas na última rodada, quando o Santa empatou diante do Sport pelo placar de 1 x 1 na Ilha do Retiro. Nas semifinais sua equipe venceu o Náutico por 3 x 1 e 2 x 1, eliminando o adversário, e na decisão derrotou o Sport em casa por 1 x 0 no estádio do Arruda, conquistando o título após empate em 0 x 0 na Ilha do Retiro.

No início do Campeonato Brasileiro o Santa Cruz arrancou muito bem até a quarta rodada do certame, mas com Milton Mendes alertando para a necessidade de reforços, diante do alto grau de dificuldade previsto para o decorrer da competição.

O Santa Cruz chegou a golear em casa o Vitória e o Cruzeiro por 4 x 1, vencendo ainda Internacional-RS e Figueirense em Recife e o América-MG fora por 3 x 0, colhendo também empates fora de seus domínios contra Fluminense, Chapecoense e Grêmio, mas as 11 derrotas sofridas deixaram o time na penúltima colocação, entendendo o treinador, na virada do turno, que não deveria permanecer no comando técnico da equipe, praticamente fadada ao rebaixamento no Campeonato Brasileiro do ano passado.

Atuando no Santa Cruz em 2016, o centroavante Grafite marcou 12 gols em 26 jogos (16 dos 26 válidos pelo Campeonato Brasileiro), durante a trajetória de Milton Mendes no clube. Antes da chegada do treinador, o centroavante havia assinalado 6 gols na temporada (4 em partidas oficiais) em 13 jogos e não balançava as redes adversárias há 48 dias.

Já o atacante Keno havia marcado 3 gols na temporada pelo Santa Cruz, em 12 jogos, e após a chegada de Milton Mendes, até sua saída, assinalou 9 gols por sua equipe em 30 jogos. Dos 30 jogos, 17 foram válidos pelo Campeonato Brasileiro.

O Santa Cruz, sob o comando de Milton Mendes, marcou 41 gols em 34 jogos e sofreu 38. Foram 13 vitórias, 9 empates e 12 derrotas.

4) Excelente custo/benefício

Atualmente, somente dois técnicos são inquestionáveis no futebol brasileiro: Tite (Seleção Brasileira) e Cuca (atual campeão brasileiro pelo Palmeiras). Cuca está fazendo um primeiro semestre sabático, dando-se ao luxo de não trabalhar em nenhum clube e Tite dirige a Seleção Brasileira.

Entre os que estão disponíveis no mercado e foram ventilados pela imprensa, pode-se afirmar que qualquer técnico que pegasse o Vasco neste momento seria uma aposta.

Há fortes ponderações, por exemplo, em relação aos desempenhos pretéritos de Levir Culpi, Marcelo Oliveira, Ney Franco, Oswaldo de Oliveira, Ricardo Gomes e Vanderlei Luxemburgo. Uns num passado mais afastado e outros num mais recente obtiveram conquistas importantes, mas nenhum deles obteve qualquer título no ano passado, apesar de em vários casos terem tido a oportunidade de dirigir grandes equipes do futebol brasileiro.

Quanto a Rogério Micale, outro nome ventilado, não possui nenhum trabalho em clube que tenha chamado a atenção do grande público e vem de uma performance ruim com a Seleção Brasileira Sub 20, eliminada do Mundial da categoria, após má performance no Sul-Americano, disputado no Equador.

Sobre Milton Mendes, trata-se de um técnico estudioso, em alta desde 2015, quando treinou um clube de Série A pela primeira vez, é considerado por muitos na imprensa como uma das revelações entre os treinadores do Brasil e pronto para dirigir um grande clube brasileiro. Uma aposta elogiável da direção cruzmaltina e merece todo o apoio dos torcedores.

5) Capacidade para treinar o Vasco

O público já sabe que Milton Mendes é um dos únicos treinadores da nova geração no Brasil com os quatro níveis completos do curso para treinadores exigido pela UEFA, que capacita profissionais a treinarem qualquer equipe europeia.

É ele um profissional atento às mudanças táticas no futebol e às variáveis dos sistemas mais modernos hoje utilizados.

Antes do chamamento do Vasco recusara proposta do Sport no ano passado, por entender ser um trabalho a princípio de curto prazo (até o fim do Brasileiro de 2016), não titubeando em voltar à Portugal para especializar-se em novos cursos naquele país.

Como não apoiar um técnico de futebol com esse perfil, com sede de mostrar sua capacidade, e que quer alcançar algo de grandioso na carreira, tendo a oportunidade de executar isso no nosso clube?

Temos um time bastante qualificado e que ainda se reforçará pontualmente este ano. Contamos agora com um treinador capaz de obter o melhor dessas peças individual e coletivamente (principalmente). É a hora da virada. Estamos em março, em início de temporada ainda, e vamos para as cabeças em 2017.

Boa sorte ao novo treinador!

Casaca!

“Fila de Investidores” versão 2017

Ao declarar, no vídeo abaixo, que gostaria de ter feito sua carreira inteiramente no Palmeiras, o ex-jogador Edmundo traiu os vascaínos que o idolatram. A afirmação repercutiu, ganhou dimensão e comprovou que resta ao comentarista apenas um estranho interesse político pelo clube que o revelou.  Estranho, sim , pois se Edmundo é Palmeiras, prefere o Palmeiras e gostaria de ter vivido sua carreira inteira no clube paulista, era lá que deveria estar fazendo política, valendo-se de sua atual posição profissional. 

Mas Edmundo quer fazer política no Vasco. Seria um direito que lhe cabe, não fosse exatamente por desviar os atributos de sua atual profissão para costurar seus anseios políticos. 

Ao perceber que o vídeo no qual demonstra sua preferência pelo Palmeiras causou danos à sua imagem de pretenso político vascaíno, foi aos curativos. Tomou seu papagaio Julio Brant, pôs no ombro e protagonizou uma cena absolutamente patética antes de atuar como comentarista de um jogo palmeirense. No encontro com a representante da empresa que patrocina o Palmeiras, falou meia dúzia de palavras, ouviu um discurso generalista da senhora e teve ao seu lado um “executivo” de empreiteira, que subscreve ações contra o Vasco como jornalista, em silêncio sepulcral. De fato, um negociador de mão cheia. Vergonha alheia.

Depois, encomendou ao colega de emissora Fábio Azevedo uma matéria tosca na qual se lê que a patrocinadora do Palmeiras poderá vir a patrocinar o Vasco, desde que o papagaio mudo Brant seja o vencedor das eleições vascaínas ao final de 2017. 

Azevedo aceitou a encomenda porque era o jornalista certo pra tal. Testemunhou falsamente contra Eurico Miranda em episódio de suposta agressão a um jornalista do jornal O Dia em 2004. Disse, em juízo, ter presenciado algo que não ocorreu. Bem se vê que interesses o movem. 

O vídeo do encontro fala por si. Realmente, impressiona o poder de negociação. Os vascaínos podem ficar tranquilos: após este evento, está tudo certo. Tudo combinado. Só falta assinar. 

Sim, está-se diante da versão 2017 da fila de patrocinadores do Olavo. Quem não se lembra dela? Brant, que além de papagaio-de-pirata de Edmundo é fantoche de Olavo, imita, assim, seu criador. Exibe seus factóides pendurado no prestígio decadente do ex-jogador que queria um Palmeiras só pra ele.

Esperemos, apenas, que este achado não acabe como a fila do Olavo, que trouxe para o Vasco apenas uma empresa por intermédio do hoje detento Cabral. Foi isenção fiscal pra lá, Rio de Janeiro falido pra cá e pronto: Cabral, parceiro do Olavo, quebrou-lhe o galho por uma temporada ou algo parecido, a fim de que o Conde de Salamanca não deixasse seus súditos de mãos abanando. 

Farsas não costumam durar muito. Uma mentira sem vergonha e deslavada como esta, não poderia durar mais do que algumas horas.

CASACA!

 

 

Pipoca e Guaraná, que programa legal!

Brant, o amarelo fantoche de Olavo, que por sua vez é parceiro de Cabral, o encarcerado, tinha um programa imperdível para ontem na TV. 

Estourou as pipocas no microondas, pegou seu tablet e sentou no sofá. 

Preparou um textinho lugar-comum para bater na entrevista concedida pelo presidente do Vasco antes mesmo dela começar. Quando começou, sequer piscava, enquanto devorava ansiosamente o seu milho estourado, quase não percebendo que lambia os dedinhos para remover o sal. 

Depois, quando terminou, ficou encafifado, como muitos outros. Pensou consigo: “como a gente prepara vaias e xingamentos usando a torcida argentina parceira, como fizemos no jogo contra o Vitória em São Januário até na hora da cobrança do pênalti a favor do Vasco, e este sujeito consegue ser o maior assunto comentado em rede social no país menos de uma semana depois, após uma reles entrevista para jornalistas pautados por nós?”

Nervoso e incrédulo, comeu também os milhos não estourados. Escovou os dentes. Mas, sem respostas, só conseguiu dormir depois das 3 da matina. 

É dura a vida do fantoche.

 

CASACA!

Venda de Ingressos sem Laudo dos Bombeiros

O Maracanã reabriu as portas hoje após as Olimpíadas. Pelo estado do gramado se percebe o furacão que passou por ali sob a batuta da Odebrecht e seus asseclas. 

Os ingressos para a partida que lá ocorreu começaram a ser vendidos há dias. Contudo, não havia sequer o laudo que deve ser emitido pelo Corpo de Bombeiros. Laudo que só foi emitido no dia de ontem, quando estima-se que mais de 40 mil ingressos já haviam sido negociados. 

E se o laudo do zeloso Corpo de Bombeiros, que tanto se preocupa com São Januário, previsse uma restrição de público de, digamos, 30 mil pessoas? Como se começa a venda de ingressos para uma praça que não dispõe de documentação necessária?

Com a palavra, o promotor Rodrigo Terra. Ou será que desta vez ele se omitiu?

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Casa de quem?

O The Globe não se emenda. E tenta fazer com que o respeitável público aceite suas verdades. 

Publica em sua página de rosto hoje que o Maracanã é casa do Flamengo. Imagina que a escumalha possa se convencer de que o Flamengo tem uma casa paga por todos, especialmente não flamenguistas. Ainda que o Flamengo seja um clube sem estádio. 

Falso. O Maracanã é do povo do Rio de Janeiro, em que pese a tentativa de entrega do estádio aos pivôs dos escândalos de corrupção nacional. 

O Maracanã é do povo do Rio de Janeiro, que por ele pagou quantias superfaturadas em muito, em que pese o sonho de asseclas do Mr. X, coincidentemente um, especificamente, dirigente do “dono da casa”. Eles, que queriam fazer do estádio aquilo que o The Globe tenta nas suas manchetes circenses. 

O Maracanã não é e nunca será do Flamengo. Assim, dele não pode ser residência. Quando muito, o contrato é de aluguel de temporada. Inquilino. Usuário eventual. E que contente-se com isso.

CASACA!