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NOTA – O réquiem amarelo

A ação proposta pela turma da choradeira e seu advogado togado, que era refutado no ano passado pelos coordenadores da campanha amarela, os quais se diziam estar completamente afastados dele, não prosperou da maneira assertiva pronunciada por pesquisadores contratados por um bando qualquer.

O autor em questão, durante a gestão anterior, pedia ao juízo para impedir inscrição de atletas do Vasco contratados, após tentar um ano antes tirar o clube do Ato Trabalhista, entre outras peraltices, em nome do prejuízo ao Vasco, e não especificamente em favor direto de seus clientes.

Na qualidade de advogado é claro que ele pode fazer isso, mas contraria o estatuto do Vasco, porque causa prejuízos conscientes ao clube, a partir de pedidos desnecessários, mas talvez prazerosos, pois atingiam a quem estava gerindo e isso pareceu estar na frente do Vasco, mais de uma vez.

Ele, Alan Belaciano, possui um currículo invejável na qualidade de sócio do clube, pois pleiteou entrar no quadro em abril de 2013, mas tentou buscar a exclusão dos associados que tiveram a pretensão na mesma época, de forma legítima, cumprindo os preceitos estatutários, como ele próprio o fez.

Aqueles associados ficaram mais de um ano e meio sendo achincalhados, com mensalidades em dia, enquanto era jogado para a mídia pelo grupo amarelo e seu representante oculto (às vezes), serem parte de um ato ilegal ou não estatutário, quando, na verdade, era o contrário.

O massacre nas eleições do primeiro turno em 2014 (1.056 votos de diferença) poderia ter sido dado em 2017 se simplesmente fossem mantidos todos aqueles sócios ativos, bastando, para isso, apenas executar ação idêntica a feita pela gestão atual recentemente.

Mas para a eleição de 2017 mais de dois mil sócios que adentraram o quadro social em 2013 já haviam sido eliminados do mesmo, por período de inadimplência, entre eles seguramente número bem superior a 200 vinculados ao Casaca!, que entendeu as dificuldades, motivos, etc… e com tristeza, mas sem outro remédio, os viu fora do pleito.

Por três anos o candidato bi vice falou em eleição fraudada, a realizada em 2014, declarando isso em várias mídias, jogando o nome do clube no ralo, por que se viu inconformado com o resultado milenar experimentado por seu grupo.

O curioso, aliás, daquela eleição é o fato de que a chapa amarela contava com o apoio da situação e estava na véspera do pleito ainda buscando com Roberto Dinamite (buscar e gerúndio tem tudo a ver com ambos) uma canetada insidiosa.

O objetivo vil era impedir que um número próximo a 3.000 (TRÊS MIL) sócios em dia e com 20 meses de vida associativa votasse.

Lembrando que antes, em agosto, deu-se um golpe contra decisão do Conselho Deliberativo, pois este havia definido a saída de Roberto Dinamite (apesar do voto contrário dos futuros amarelos), conforme preceitua o estatuto do clube.

Junto ao ato houve a criação de uma comissão para gerir o clube até as eleições, as quais foram adiadas pouco antes por ações amarelas nos bastidores (basta ver a autoria e patronos delas), pois deveria ter sido o pleito de São Januário realizado no início de agosto daquele ano (2014).

O estatuto do Vasco e papel higiênico para essa turma tem pouca distinção quando isso lhes interessa. O discurso é diferente da prática.

Veio então o primeiro turno das eleições de 2017 e a discussão jurídica a respeito de uma urna sub judice antes mesmo do pleito se iniciar.

Entendemos até hoje ter sido um erro a decisão de se retirar uma urna inteira do pleito, sem a devida verificação de nome por nome, presente nela.

Dever-se-ia considerar haver sócios remidos naquela urna, bem como várias pessoas que se declararam aptas, com mensalidades pagas e entrada regular no quadro social.

Mesmo assim, fomos para o segundo turno respeitando a decisão e vimos nele um pleito absolutamente limpo, no qual a chapa vencedora teve dois candidatos predispostos a concorrer à presidência.

Os que encabeçaram as respectivas campanhas dos dois grupos fizeram questão de irem para a disputa com camisas de cor diferente (verde e amarela), inscrições diferentes na indumentária, referente, cada uma, ao movimento no qual estariam votando.

Sem a referida junção, a chapa azul teria ganho com uma margem de 200 a 300 votos de diferença, excluindo quaisquer deles da urna 7.

Embora fosse direito estatutário de qualquer um dos 300 membros do Conselho Deliberativo se candidatar ao cargo de presidente administrativo, os dois postulantes eram da chapa amarela.

Um candidato estava com os verdes, outro com os amarelos. Quem ganhou? Aquele que não desrespeitou na campanha e após a vitória no primeiro turno os conselheiros natos, em maioria.

O pedido de anulação das eleições, cerca de nove meses após o ocorrido, é de um cinismo atroz.

O Casaca! acompanhou, desde a propositura desta ação última, tudo com a devida calma, necessária aliás para que muitos dos vinculados a nós que compunham a chapa também pudessem mantê-la.

A revolta dos chamados casaquistas era e é uníssona, pois o pedido feito pelo autor expôs inúmeras pessoas, suas famílias, taxadas que foram como fraudadores de um pleito.

Cada uma dessas pessoas foi exposta na mídia, com citação nominal ou não, tendo de explicar nada ter a ver com qualquer tipo de fraude.

Hoje querem os presentes na chapa saber o motivo dessa baixeza, dessa tentativa inominável de se jogar na lama o nome de sócios grandes beneméritos, beneméritos, eméritos, remidos, benfeitores remidos, proprietários e patrimoniais, gerais (no caso dos três últimos citados, pagantes e com mensalidades quitadas há pelo menos cinco anos interruptos até a data final de apresentação da lista ao quadro social), por parte desse completamente irresponsável grupo amarelo.

As pessoas a quem encontramos no dia do primeiro turno das eleições, ano passado, tinham a satisfação de estar com seu nome ali lembrado, mesmo os suplentes, porque entenderam na lembrança uma homenagem e um convite para continuação de um projeto de três anos.

Democracia é isso. Cada chapa se inscreve e visa um caminho para o clube, quando ele não é só contra uma pessoa, como vimos durante seis anos e cinco meses.

Não somos nós, é o Vasco quem está de saco cheio desse desrespeito frequente com as pessoas. Se você está do outro lado é tratado como pária, se está próximo vira santo.

Não há santos nem párias, há projetos e visões, pessoas que se agregam e se lançam com a cara, a coragem e seus nomes para gratuitamente ajudarem o clube, pois os conselheiros não são remunerados pela função exercida.

O associado presente em uma chapa não pode ser alvo de pedido algum amoral, a não ser que haja provas irrefutáveis contra ele.

É fato que a ampla maioria dos inconformados com o fracasso retumbante do projeto de Vasco idealizado à época pelo MUV e desastroso para o clube, vide quase dobra de dívida em seis anos e cinco meses e decréscimo institucional visível, veem uma segunda chance, desde 2014, numa versão amarela.

A migração dos inconformados daquela é evidente. Eles não aparecem nas mídias de maior discussão, públicas, com vergonha, mas travestidos de fakes sem vergonhas, aí sim atuam.

A forma, por exemplo, como se tratam Beneméritos e Grandes Beneméritos nas mídias fomentadas com tom amarelo não deve absolutamente nada ao feito pelo MUV durante quase 15 anos, tanto como oposição quanto em sendo situação.

O grupo amarelo, os fakes, encomendados ou criados, perderam completamente a noção de limite, de limite institucional. Estão totalmente isolados do processo político, por vontade própria, culpa própria. Procuraram por isso.

De nossa parte o repúdio pelo caminho percorrido, que demonstra exatamente como não se deve agir, quando em busca do poder.

Não é novidade.

Tentaram eles barrar de uma eleição número próximo a 3.000 eleitores, desta feita buscaram fazer o mesmo com mais de 160 elegíveis.

O MUV aprova, os robôs também, a turma do Ódio vibra, mas todos juntos se perdem, em razão dos próprios atos e opções.

Casaca!

Anulação e Chamado

 

Ação judicial movida pelo advogado de Júlio Brant encontrou eco na Justiça do Rio de Janeiro. Assim sendo, na tarde de ontem, todo o processo eleitoral do Vasco ocorrido entre novembro de 2017 e janeiro de 2018 foi anulado. 

A decisão proferida, que por ser liminar não permitiu o amplo direito de defesa, é repleta de nebulosidades e inconsistências, além de trazer ingovernabilidade para o clube, mais uma vez. 

Entendemos que o processo eleitoral foi válido, está encerrado e a atual composição dos Poderes do clube é legítima. 

Contudo, prevalecendo a decisão judicial em voga, os seguintes pontos merecem destaque:

1) É arbitrária a interpretação do senhor Faues Jassus, presidente da Assembleia Geral, de que os subscritores da chapa Reconstruindo o Vasco são todos os 160 sócios nela presentes. O Estatuto do clube prevê a figura do subscritor como aquele que apresenta a chapa administrativamente. Exige que 3 sócios a assinem, sendo estes os subscritores. Seus componentes não são, portanto, subscritores. Ao citar “subscritores” na liminar, a magistrada se referiu certamente aos senhores Fernando Lima Portela, João Carlos Nóbrega e Marco Antônio de Amorim Monteiro, subscritores da chapa. 

2) A punição estabelecida para tais subscritores, suspendendo seus direitos de concorrer e eleger, é descabida. Primeiro porque os três são membros natos do Conselho Deliberativo. Segundo que foram privados de defesa. Terceiro que o apontar de dedos é ilação injusta e passível de reparação, uma vez que subscrever chapa é apenas uma exigência estatutária, não podendo os subscritores serem responsabilizados por alegadas fraudes. Iremos à Justiça buscar a reversão desta punição, bem como a devida reparação do ato. 

3) Mantida a liminar e realizado novo processo eleitoral, em respeito àqueles que por anos confiam em nós, informamos que dele participaremos, indubitavelmente. Muito mais do que concorrer, participaremos em defesa de inúmeros injustiçados, que pagam suas mensalidades, frequentam jogos e não podem ser marginalizados com origem em um pedido proveniente, em síntese, de grupo que não tem autoridade moral para marginalizar quem quer que seja. 

CASACA!

Empréstimo deliberado, cobranças redobradas

Na noite de hoje teremos reunião no Conselho Deliberativo acerca do pedido de empréstimo junto à instituição financeira, solicitado pela diretoria administrativa do Club de Regatas Vasco da Gama.

Em reunião última, datada de 17/08, o Casaca! tentou de todas as formas possíveis (inclusive dito isso na tribuna) que não houvesse votação e sim um adiamento da reunião por 10, 15 dias no máximo, a fim de que se resolvesse a questão inerente à apresentação dos documentos ao Conselho Fiscal do clube, o que, por relapsia injustificável, não fora feito de forma minimamente satisfatória.

Infelizmente naquela oportunidade o presidente do clube, Alexandre Campello, responsável por chamar a reunião, não teve a sensibilidade e a humildade de perceber que por seu erro (desídia) tornara a discussão acalorada e trouxera também uma desconfiança sobre dados narrados, mas não apresentados ao poder competente estatutariamente para verificá-los.

Ora, se a atual administração prega transparência e não a pratica internamente, para além de seus discursos e slides, ela própria se responsabiliza pelo não andamento daquilo que objetiva e o faz de maneira tão consciente como inconsequente.

O não adiamento da reunião para uma data curta próxima, mas sine die, trouxe dois prejuízos ao Vasco:
1 – Uma votação desnecessária de um tema que estava obscuro;
2 – Uma imprevisibilidade de lapso temporal entre uma reunião e outra.

A administração do clube ainda não apresentou tudo aquilo que prometeu em termos de documentação ao Conselho Fiscal e, em razão disso, ação proposta na Justiça por um atleta contra o clube, recentemente, fez pairar dúvidas sobre o dito pela diretoria em reunião última e a verdade dos fatos, sem que possamos aqui afirmar qual é ela.

Diante da posição entendida por nosso grupo, qual seja a de oportunizar à direção uma chance para que cumpra totalmente com aquilo prometido ou, se preferirem, comprometido junto ao Conselho Fiscal (cumpriu em parte até aqui) definimos voto favorável ao empréstimo.

Espera-se nessa reunião, que a chapa de oposição – considerando os aptos a voto dela na última reunião – se apresente com 28 nomes, diferentemente do número visto na reunião anterior (19). Deverão estar ausentes apenas dois conselheiros que nesta data encontram-se fora do país.

No mais, ficamos satisfeitos em saber que a ampla maioria do Conselho Deliberativo votará a favor do empréstimo, fato não ocorrido na reunião última por culpa exclusiva da administração do clube, pelo não cumprimento de seu compromisso estatutário e verbal, referente ao tema.

Casaca!

Sobre a Reunião do Conselho Deliberativo

 

Na noite desta sexta-feira, 17.8.2018, o Conselho Deliberativo do Vasco decidiu adiar por dias a concessão do aval para a obtenção do empréstimo de 38 milhões de reais pleiteado pela diretoria. A intenção é aguardar que se conclua a apresentação da documentação por parte da administração ao Conselho Fiscal, algo que teve início apenas na quinta-feira passada, apesar da alardeada urgência pontuada pelos senhores gestores.

A respeito disso, é bom que se destaque a absoluta necessidade de convivência harmônica entre os Poderes do clube. Não se pode, seja com a justificativa que for e por período de 3 anos, omitir documentação do poder Fiscal, assim como este deve tratar com a devida isenção aquilo que recebe para analisar.

Duarante a sessão, o Sr. Presidente Alexandre Campello fez uma apresentação recheada de números contestáveis, justamente pela ausência do que os sustente.

Por exemplo, desconsiderou como receita que contempla o início de seu mandato 30 milhões de reais provenientes de depósitos judiciais recentemente liberados junto ao TRF da 2a Região.

Por outro lado, novamente, expôs como dívida do clube um valor que supera em quase 100 milhões de reais aquele que se vislumbra como real, incorrendo nos mesmos equívocos cometidos na carta de apresentação de seu Balanço Patrimonial. Sobre isso, o Presidente do Conselho de Beneméritos chegou a citar a diferença, sem que houvesse qualquer contestação do plenário, inclusive do senhor presidente que então expunha os números.

As dificuldades que o Vasco enfrenta, após a triplicação da sua dívida durante as administrações Dinamite, são suficientes. Desprezam incremento que atire na última administração qualquer tipo de responsabilidade no cenário real e peso ainda maior sobre a Instituição. Mesmo porque, no triênio 2015-2017, a dívida do Vasco foi reduzida em cerca de 120 milhões, o que comprova a responsabilidade com que o clube foi gerido.

Nossa posição foi apresentada em uma primeira reunião logo após a Copa do Mundo, mais exatamente no dia da partida com o Fluminense em São Januário. Nada foi feito. Ratificada por 2 notas aqui publicadas há 20 dias. Nada foi feito. Confirmada nos dias anteriores das reuniões dos Conselhos de Beneméritos e Deliberativo, tendo como única medida o oferecimento da documentação na véspera da sessão do CD. O descaso não foi nosso.

Declaramos que não passamos os últimos 18 anos “esmurrando pontas de facas” em defesa de uma filosofia de preservação da Instituição para que ela seja agredida por cartas de apresentação de balanço patrimonial, cujo teor é confirmado a cada entrevista, a cada aparição pública, a cada show de Power Point.

A votacão de ontem, não teve nada de excepcional, decisiva e fundamental, como querem fazer parecer dramaturgos de plantão, pois bastará a conclusão da apresentação do que se pede para que a atual direção levante o valor que afirma necessitar. Exigir que o presidente da diretoria administrativa respeite os demais Poderes pode ser um bom começo para que, enfim, ele respeite a Instituição, sem priorizar um arranjo que justifique possível insucesso ou desejável sucesso de sua gestão.

Por fim, o voto proferido pelo CASACA! na assembleia de ontem adia por pouco tempo uma reconhecida necessidade do Vasco. A dramaticidade que tentam imputar ao ato é desproporcional e injustificável. Fica, assim, elucidada uma posição que manifestamos há bastante tempo em reuniões, notas e pronunciamentos no plenário.

No mais, ao contrário do que podem imaginar, seguiremos na mesma direção e sentido, respeitando o Vasco e seus homens, convictos de que, mais uma vez, votamos pelo bem do clube.

CASACA!

Dados sobre a inadimplência no acordo com o ex-atleta Edmundo

 
 
 
O GE.com informa a penhora de contas do Vasco em função de ação de execução da dívida do clube com o ex-atleta Edmundo, com origem em 1997. 
 
Após a realização de acordo com o retorno do jogador em 2008, o clube cumpriu com suas obrigações até junho daquele ano. A partir dali, com o advento da administração Dinamite, que triplicou a dívida do Vasco, iniciou-se a inadimplência continuada.
 
Com a nova mudança de administração, novo acordo foi celebrado. Entre janeiro de 2016 e abril de 2017, todas as parcelas foram mantidas. De maio a agosto, pelo menos mais duas foram pagas. Após este período, com a judicialização do processo eleitoral, os poucos recursos captados foram direcionados apenas para manter o clube em funcionamento. 
 
Em janeiro de 2018, o modus operandi da gestão Dinamite voltou a aflorar no Vasco e as consequências estão aí.
 
Por fim, lamenta-se que o ex-candidato Júlio Brant tenha sido deselegante com o seu candidato a Vice-presidente, Antonio Soares Calçada. Na ânsia de defender Edmundo, atacado em mídias sociais por vascaínos insatisfeitos, disse que este não tem culpa se quem presidia o Vasco à época da origem da dívida não honrava compromissos. O Sr Calçada merecia mais respeito. 
 
CASACA!

CASACA! impede manobra espúria e Vasco economiza 600 mil

 

Alan Belaciano, “advogado togado” fortemente vinculado a Julio Brant, patrocinou diversas ações contra o Vasco. Por tantas, foi suspenso do quadro social durante a administração passada. 

Apesar de inadimplente junto ao quadro social do clube, Belaciano foi à Justiça contestar a punição e obteve uma tutela antecipada que obrigava o Vasco a religá-lo, sob pena de multa de R$ 1000,00 por mês. 

Frente a esta decisão, o Vasco o religou. Ocorre que Belaciano é bem mais esperto  do que todo mundo e, usando como subterfúgio o suposto fato de não conseguir acessar a área restrita do site oficial do Clube (talvez por estar inadimplente), buscou indenização alegando o descumprimento da decisão por parte do Vasco no valor totalizado de R$ 633.682, 92, sendo R$ 611.000,00 em multa pelo suposto descumprimento e o resto por suposto dano moral. 

O VP Jurídico de fato na ocasião, Dr. Leonardo Rodrigues, auxiliado pelo Diretor Jurídico Márcio Magalhães, ambos integrantes do CASACA!, apresentaram a impugnação do pleito, comprovando a reintegração e a má fé do autor. 

O juiz acolheu a impugnação, declarou cumprida a obrigação e extinta a execução, condenando o autor ao pagamento de 10% sobre o requisitado, ou seja, cerca de 60 mil reais. 

Como se vê, prevaleceu o dito popular que reza que “malandro demais se atrapalha”. Aliás,  nos estarrece que o  “Dr. Magistrado” não tenha aprendido a lição até hoje, já que sua malandragem fez com que passasse um Reveillón no início dos anos 2000 vendo o sol nascer quadrado.

Diante das movimentações que Belaciano realizou e que resultariam na exclusão da instituição do ato trabalhista, submetendo-a a inúmeras penhoras que a inviabilizariam por completo, mesmo que isso não importasse em nenhum proveito para seus clientes, o Vasco, desta vez, não apenas o suspendeu, mas expulsou do quadro social. Em outra ação, o autor agora busca nova reintegração. Esta nova ação ainda não possui decisão de mérito. 

Apesar de ter sido ocultado de todo o processo eleitoral pela chapa que elegeu Brant conselheiro, Belaciano recentemente ajuizou ação anulatória da eleição. Com a desfaçatez que o caracteriza, Brant disse que não via problema na atuação profissional de Belaciano, tentando fugir, novamente, do nítido vínculo entre ambos. 

Há pouco tempo, em reunião do Conselho Deliberativo, o ex-candidato à presidência do Vasco disse o seguinte a um membro da mesa diretora: “você não tem moral para cobrar moral”. O mundo dá voltas. Às vezes, rápidas. 

CASACA!

A Hipocrisia Dá Plantão no Whatsapp

 

Aquele que se elegeu pregando transparência, quando cobrado, respondeu dizendo que não cederá à chantagem. 

Campello foi a um grupo de Whatsapp – é isso mesmo, grupo de whatsapp – para mostrar que se incomodou profundamente com uma nota do CASACA (leia “Requisitos para o Adiantamento de Cotas de TV”) . Lá, lógico que sem apresentar documentos, “prestou contas” de sua administração sob o discurso vitimista  de sempre. 

Enquanto isso, Campello está zerado no Conselho Fiscal. São seis meses de deserto, nem uma nota fiscal oferecida. Quem quiser saber a quantas anda seu mandarinato, procure ser convidado para as mídias nas quais o presidente acredita nadar de braçada. 

A nota do CASACA exige transparência para que os conselheiros vinculados ao grupo votem pela aprovação de um adiantamento que Campello pretende fazer junto à Rede Globo. Deveria ser algo natural para uma diretoria composta por exigentes quando opositores. Mas, pelo visto, transparência é bom para os olhos alheios. 

O texto estabelece mais 3 condições: uma para desonerar o clube em ações judiciais e, ao mesmo tempo, oferecer segurança jurídica à composição dos Poderes; outras duas, no sentido de rever erros técnicos do Balanço Patrimonial 2017 que levaram sua administração a denegrir a Instituição. 

Mas se Campello prefere chamar de chantagem aquilo que lhe cobra transparência, fica exposto, enfim, um de seus traços mais marcantes: o que ele fala não se escreve. 

Apesar do esperneio feito no ambiente em que se sente à vontade, ficam mantidas as condições para que votemos a favor de seu pleito. A decisão está unicamente em suas mãos. Apresentando o que foi por nós requisitado, terá nossos votos tranquilamente. Não por ele, que não merece nossa confiança. Mas por questões institucionais. Não apresentando, tudo indica que terá os votos necessários amealhados junto a outras correntes, não é mesmo? Caso também não tenha e não consiga as assinaturas das quais precisa, a responsabilidade será somente sua e de sua diretoria.

Por fim, não há como deixar de qualificar de, ao menos, pitoresco o substantivo que o Sr. Presidente usou: chantagem. Vindo de quem tenta obter simpatia de conselheiros às custas do Almirante, o resultado é um só: a apresentacão de mais um de seus traços heterodoxos.

CASACA

Requisitos para o Adiantamento das Cotas de TV

 
 
Na próxima semana começa a discussão a respeito do adiantamento de cotas de televisão pleiteado pela diretoria administrativa. Prática comum dentre os clubes brasileiros, será interessante observar os argumentos daqueles que outrora bradavam contra tal medida.
 
Entende-se que esta necessidade deverá vir sustentada por alguns pilares técnicos, por contrapartidas políticas e por soluções técnico-políticas para que seja aprovada. É necessário o aval do Conselho de Beneméritos e do Conselho Deliberativo.  
 
Os conselheiros vinculados ao CASACA deverão votar, principalmente, de acordo com os seguintes itens, sujeitos a acréscimos:
 
– Informação documentada, devidamente encaminhada ao Conselho Fiscal e ao Conselho Deliberativo, a respeito do inédito valor apurado pelo clube nos últimos seis meses, os primeiros de governo da atual gestão. Em contas rasas, presume-se que o Vasco apurou neste ano mais de 150 milhões de reais até aqui. O seu destino precisa ser informado, para que se possa entender a necessidade do empréstimo pleiteado. Nota: até o momento, nada da atual administração chegou ao Conselho Fiscal.
 
– Informação quanto às consequências contratuais que tal adiantamento trará junto à operadora de TV. Ou seja, que contrapartadidas a TV Globo requer para liberar a quantia. 
 
– Extinção imediata dos processos movidos pela diretoria administrativa, ou nos quais ela seja parte, contra as indicações de benemerências, que oneram o clube e criam insegurança legal na composição de seus Poderes.
 
– imediata republicação do Balanço Patrimonial de 2017 produzido pela atual diretoria administrativa, após a verificaçäo por parte dos próprios elaboradores de equívocos graves constatados na feitura do primeiro. Em tal publicação, eliminar notas do balanço viciadas por caráter político e, portanto, compositoras de peças de fake news;
 
– decorrente do item anterior, republicação da carta de apresentação do Balanço Patrimonial assinada pelo presidente. A original foi uma agressão à Instituição em nome de interesses de ordem restrita, a depender dos resultados futuros: no fracasso, com o objetivo de esquiva; no sucesso, com o objetivo de auto-enaltecimento.
 
Contornados tais problemas e providenciadas medidas adequadas, há indicação para que o pleito seja tranquilamente aprovado. Na supressão de qualquer destes itens e de outros que ainda possam surgir, tende-se à votação em bloco contra a solicitação, pois, convenhamos, não haverá sustentação alguma. 
 
A posição exposta acima tem por intenção prover a segurança da própria diretoria administrativa atual e preservar administrações futuras de impactos causados pela presente. Isso se resolve com simplicidade, sem necessidade, por exemplo,  da distribuição ao vento de viagens ao Equador. Embora alguns de nós tenhamos sido convidados, com a devida recusa, fica o recado para a atual administração de que o CASACA! nunca esteve à venda. 
 
Equipe CASACA!

CASACA!, de novo, a favor do Vasco

 

No sábado passado, o jornal O Globo publicou a recuperação, por parte do Vasco, de 30 milhões em depósitos judiciais junto ao TRF. A ação para a recuperação foi adotada pelo então diretor juridico de direito, VP Jurídico de fato, Dr. Leonardo Rodrigues, membro do CASACA!. 

Nesta sexta-feira, outra grande notícia para o Vasco em termos financeiros, também proveniente dos movimentos realizados pelos Drs Leonardo Rodrigues, Márcio Magalhães e Gracília Portella, com auxílio do Dr. Rafael Landa.

O atleta Diego Souza entrou com execução do contrato de imagem no valor de R$ 5.385.155,64. Após atuar no Vasco, ele aproveitou mais um lamentável descuido da administração Dinamite, que não fez constar de forma clara no termo de distrato a rescisão do contrato de imagem. Seus advogados silenciaram e deixaram vencer todas as parcelas para executar o clube. 

Ocorre que, após contestação do departamento jurídico do Vasco, sob comando do Dr Leonardo, a juíza reconheceu a acessoriedade do contrato e mandou a questão para a Justiça do Trabalho. 

Isso significa que pode ser reconhecida a prescrição de 2 anos e/ou a inexigibilidade dos valores pela rescisão do contrato acessório ser consequência da rescisão do principal. Ou seja, encerrado o principal (de trabalho), encerra-se o acessório (de imagem). Além disso, o Vasco fica desobrigado de ter que renovar a fiança bancária que até aqui impedia a penhora de suas receitas, afinal nem tão cedo correrá riscos de bloqueios como estaria sujeito na justiça comum.

Na prática, reconhecida tal expectativa, o Vasco poupará, considerada a projeção para hoje, mais de 9 milhões de reais que vinham sendo computados em Balanço Patrimonial como perdas prováveis. 

Mais uma vez, o CASACA! vai para além da retórica: atua decisivamente em favor do clube, sob a liderança do Dr Leonardo no setor jurídico, com auxílio fundamental da equipe citada. 

O Vasco merece!

  1. CASACA!