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CASACA!, de novo, a favor do Vasco
No sábado passado, o jornal O Globo publicou a recuperação, por parte do Vasco, de 30 milhões em depósitos judiciais junto ao TRF. A ação para a recuperação foi adotada pelo então diretor juridico de direito, VP Jurídico de fato, Dr. Leonardo Rodrigues, membro do CASACA!.
Nesta sexta-feira, outra grande notícia para o Vasco em termos financeiros, também proveniente dos movimentos realizados pelos Drs Leonardo Rodrigues, Márcio Magalhães e Gracília Portella, com auxílio do Dr. Rafael Landa.
O atleta Diego Souza entrou com execução do contrato de imagem no valor de R$ 5.385.155,64. Após atuar no Vasco, ele aproveitou mais um lamentável descuido da administração Dinamite, que não fez constar de forma clara no termo de distrato a rescisão do contrato de imagem. Seus advogados silenciaram e deixaram vencer todas as parcelas para executar o clube.
Ocorre que, após contestação do departamento jurídico do Vasco, sob comando do Dr Leonardo, a juíza reconheceu a acessoriedade do contrato e mandou a questão para a Justiça do Trabalho.
Isso significa que pode ser reconhecida a prescrição de 2 anos e/ou a inexigibilidade dos valores pela rescisão do contrato acessório ser consequência da rescisão do principal. Ou seja, encerrado o principal (de trabalho), encerra-se o acessório (de imagem). Além disso, o Vasco fica desobrigado de ter que renovar a fiança bancária que até aqui impedia a penhora de suas receitas, afinal nem tão cedo correrá riscos de bloqueios como estaria sujeito na justiça comum.
Na prática, reconhecida tal expectativa, o Vasco poupará, considerada a projeção para hoje, mais de 9 milhões de reais que vinham sendo computados em Balanço Patrimonial como perdas prováveis.
Mais uma vez, o CASACA! vai para além da retórica: atua decisivamente em favor do clube, sob a liderança do Dr Leonardo no setor jurídico, com auxílio fundamental da equipe citada.
O Vasco merece!
- CASACA!
A Imprensa Lamenta a Vitória do Vasco
O Twitter do jornal O Globo registrou assim a vitória heróica do Vasco sobre o Grêmio:
“Com gol acidental, Vasco segura a pressão do Grêmio”.
Durante a partida em TV aberta, o narrador Gustavo Villani decretou que havia em campo quatro títulos continentais: 3 do Grêmio, um do Vasco. Ignorou o histórico sul-americano de 1948 e a Copa Mercosul de 2000.
Curioso: estes lapsos de memória não ocorrem quando se referem aos “seis títulos brasileiros do Flamengo”, ainda que sejam cinco. Por que será?
Também foi deste narrador a frase ao final da partida garantindo que o Vasco luta para recuperar sua grandeza dentro e fora de campo, como se a tivesse perdido em algum momento. Esqueceu de mencionar que o processo de recuperação vem desde 2014, após os 6 anos nos quais o clube foi arrasado, tendo sua dívida de 110 anos triplicada entre 2008 e 2014.
Por outro lado, a resposta aparentemente inocente do Twitter oficial do Vasco à manchete do O Globo nos oferece pistas a respeito de como pensa quem aprovou tal contradita:
“Não entendemos esta má vontade com o Vasco”.
Imaginamos o que originou esta redação boboca: para o responsável pelo marketing do Vasco, o ódio ao clube começou com Eurico Miranda. E deveria se encerrar quando ele não estivesse mais na administração do clube.
Pobre ilusão. Triste falta de conhecimento histórico. Lamentável visão estreita. Respostas à mídia que historicamente nos odeia devem ser no mesmo tom. De nada adianta a vitimização.
A bela e heróica vitória do Vasco merece todas homenagens. Inclusive, reações à altura contra aqueles que tentam diminuí-la.
O Globo sendo O Globo. Nós conhecemos vocês.
CASACA!
Informações sobre o velório de Marcus Fonseca
Hoje, dia 6.7.2018, Cemitério do Catumbi, ao lado do túnel Sta. Bárbara, capela G, as 11h, sepultamernto às 13h30m.
CASACA!
Orações
O Casaquista Marcus Aurélio Garcia Fonseca é policial civil. Ele foi baleado na manhã de hoje ao reagir a um assalto, no Andaraí, quando se preparava para seguir para o seu trabalho.
Estamos na torcida para que este não seja mais um caso determinado pela situação de calamidade vivida nesta cidade, neste estado, neste país. Torcemos pela recuperação de Marcus Aurélio. Pedimos aos que tèm fé que orem por ele. Nós estamos orando.
CASACA!
A Base que Sangra
Nota de Eurico Miranda: Reparo à Fala do Presidente Administrativo
Resposta de Eurico Miranda à Nota Oficial da Diretoria Administrativa
O Presidente do Conselho de Beneméritos do Club de Regatas Vasco da Gama, Eurico Miranda, repudia a ingerência e as inverdades contidas em Comunicado Oficial assinado pelo Presidente da Diretoria Administrativa, Alexandre Campello, no dia 30 de maio.
Em nenhum momento os Beneméritos ou o Presidente do Conselho cometeram atos que denotassem transtorno ou prejuízo à imagem do Vasco. Há algum tempo, em meio a idas e vindas sobre os mais diversos assuntos por parte do Presidente da Diretoria Administrativa, este Conselho tem procurado realizar um papel moderador e de preservação da Instituição.
O Presidente Alexandre Campello enviou uma lista com a proposição de 24 nomes para Beneméritos do Vasco e outros para Eméritos. O Conselho, dentro das normas estatutárias, formou uma Comissão no dia 23 de março de 2018, em reunião na qual estava presente o Presidente da Diretoria Administrativa.
A Comissão aprovou 6 dos 24 nomes enviados. Às vésperas da convocação da reunião do Conselho de Beneméritos ocorrida no último dia 29 de maio de 2018, o Presidente Alexandre Campello, numa clara usurpação de Poderes, afirmou em documento que iria retirar as indicações porque poderia haver eventuais vícios na proposição.
Quem analisa se as proposições atendem ou não os requisitos estatutários é, primeiro, a Comissão formada; em seguida, o plenário do Conselho de Beneméritos; e, ao fim, os nomes precisam ser ratificados pelo Conselho Deliberativo. Mais uma vez, o Presidente da Diretoria Administrativa diz que assinou algo do que se arrepende posteriormente.
O Conselho de Beneméritos do Vasco não tem nenhuma participação nas crises administrativas da atual Diretoria com seus aliados ou ex-aliados. Mas enquanto for Presidente deste Conselho não aceitarei que queiram atribuir aos Beneméritos seus problemas internos. Se o Sr. Campello decidiu por retaliar seus ex-parceiros, que o faça sem atropelar atribuições estatutárias e, sobretudo, sem ter a audácia de interceder em outro Poder do clube, em manobras, estas sim, que rabiscam a imagem da Instituição.
Portanto, afirmo que o Sr. Alexandre Campello, mais uma vez, falseia no uso argumentos pueris a fim de justificar seus atos atrapalhados, o que me leva a acreditar que se causei algum transtorno à imagem do Vasco, foi quando o ajudei decisivamente a se eleger.
Por fim, digo pessoalmente a este senhor que exijo respeito. Tenho 50 anos de serviços relevantes prestados ao Vasco. Se há alguém entre nós dois que causou transtornos ao clube foi ele. No passado, ingressando com reclamação trabalhista contra o clube na qual fez exigências incomuns. Atualmente, conduzindo de forma desastrada e incompetente os destinos do Vasco.
Eurico Miranda
Crítica
De janeiro para cá, o diário Lance tem atribuído importante destaque aos processos judiciais que versam sobre dívidas do Club de Regatas Vasco da Gama, postura diametralmente oposta àquela demonstrada durante o período compreendido entre dezembro de 2014 e dezembro de 2017, quando pouco abordou o assunto.
Muito embora algumas dessas notícias já tenham sido objeto de esclarecimentos neste canal, o diário, que dada sua moratória encontra-se em recuperação judicial, continua pecando na divulgação da informação, distanciando-se daquilo que ele próprio afirma ser no seu processo de recuperação judicial: “tão investigativo como preciso em sua análise”.
Se por um lado o veículo acertou ao afirmar que o Clube realizou, no ano de 2015, acordo com os ex-jogadores de basquete Rogério Klafke e Sandro Varejão para pagamento parcelado da dívida, por outro, deixou de precisar que a narrada e pontual dificuldade de pagamento deu-se somente a partir de dezembro de 2016, assim como também omitiu o fato da antiga administração ter deixado em aberto, apesar das dificuldades, apenas a parcela vencida na segunda quinzena de dezembro de 2017.
Importante notar que tal informação consta da própria decisão judicial reproduzida na notícia, não justificando-se, portanto, a imprecisão da publicação, especialmente quando observa-se que o mesmo não hesitou ao buscar precisar e alargar as pontuais – porém sanadas – dificuldades de pagamento em dezembro de 2016. A precisão no que pode atingir a antiga administração e a imprecisão quanto ao que lhe deveria render méritos denotam possível desvio daquilo que recomenda a melhor prática jornalística e influencia diretamente na opinião das pessoas, recomendando, por isso, a presente crítica para que haja correção do desvio de perspectiva.
Esta constatação, aliás, emerge com maior clareza quando se observa que o diário recuperando parece ter se afastado da festejada especialidade investigativa ao deixar de verificar e noticiar que, neste mesmo processo, 3 outros acordos foram firmados e quitados com os ex-atletas Chuí, Aylton e Demétrius.
Fato é que, em meio as inegáveis dificuldades derivadas do processo político-eleitoral do Vasco, que agravou sobremaneira a já complicada situação econômico-financeira da agremiação, três (3) dos cinco (5) acordos firmados com os ex-atletas foram cumpridos, sendo que os remanescentes (um com 7 parcelas vincendas e outro com 12) encontravam-se com uma única prestação em atraso e vinham sendo objeto de conversações com os credores e o escritório de advocacia para acomodação ainda no mês de janeiro e/ou fevereiro deste ano.
Efetivada a troca de gestão em janeiro de 2018, todos os esforços, na fase da pacífica e salutar transição, foram empreendidos no sentido de se evitar a quebra e a execução, dentre outros compromissos, desses acordos remanescentes e, consequentemente, maior onerosidade ao clube. Essa, no entanto, não parece ter sido a opção dos mandatários atuais, que, ao que tudo indica, escolheram não dar continuidade à estratégia, em que pese elucidados sobre as possibilidades e consequências.
E para que nada fique sem esclarecimento, cabe elucidar que as dívidas envolvidas neste processo versam sobre contratos de imagem (Aylton e Demétrius – junho de 1999 à maio de 2001; Sandro Varejão – junho de 1999 à junho de 2002; Rogério – agosto de 2001 à junho de 2002; Chuí – janeiro à julho de 2002), cujos inadimplementos se deram nos anos 2000 e/ou 2001 e a discussão acerca dos valores efetivamente devidos prosseguiu por anos a fio no processo em razão da divergência entre as partes.
Assim, naquilo que me cabe e com essas breves linhas, encerro a presente crítica para que o periódico em questão faça da falaciosa teoria a sua prática, afinal o dever de informar exige a propalada precisão por parte de quem pretende se recuperar e seguir no múnus jornalístico.
Casaca!
Leonardo Rodrigues
