Biancucchi desencanta e Vasco vence o Avaí em São Januário
Argentino marcou um golaço na vitória vascaína em casa pelo Campeonato BrasileiroPela 10º rodada do Campeonato Brasileiro de 2015, o Vasco venceu o Avaí por 1 a 0 em São Januário. O gol vascaíno foi de Emanuel Biancucchi, que pela primeira vez deixou sua marca com a camisa cruzmaltina. O resultado positivo garantiu mais três pontos para o Gigante da Colina na tabela. O próximo jogo da equipe será contra o Chapecoense, na Arenda Condá, às 21h, no sábado (04).
O JOGO
O Vasco começou o jogo com tudo, dominando as ações. Não demorou muito para o Gigante da Colina criar a primeira grande chance de perigo. Logo no primeiro minuto, Madson cobra um lateral nos pés de Riascos, que chutou muito forte para fora, levantando a torcida em São Januário. Antes dos 10 minutos, o árbitro ainda assinalou impedimento e anulou um gol de Jhon Cley.
O ritmo alucinante do time da casa foi diminuindo a partir dos 15 minutos. O Avaí começou a buscar mais o ataque, mas sem grande perigo ao gol de Charles. Aos 24, Nino Paraíba até consegue fazer boa jogada pela direita, mas a zaga afasta qualquer chance de perigo para o Vasco.
A partir dos 30 minutos, o jogo começou a ficar bastante equilibrado, com muita disputa no meio de campo. As melhores jogadas dos dois times foram criadas pelas laterais. Foi assim que surgiu mais uma chance de perigo para o Vasco. Faltando um minuto para o fim do primeiro tempo, Jhon Cley cruza para a área e no bate e rebate, a bola sobra para Gilberto, que chuta na trave!
Biancucchi marca golaço, e Vasco garante segunda vitória no Brasileiro
O Vasco voltou para o segundo tempo com boa posse de bola e marcando bem o Avaí. O time de Florianópolis apostou no contra-ataque e não quis arriscar muito ofensivamente. Se no primeiro tempo, o clube carioca começou com um ritmo alucinante, na segunda etapa, o panorama não mudou. As 6 minutos, Riascos recebe bem perto da área, mas é derrubado por Antônio Carlos. A falta perigoas foi cobrada por Anderson Salles, que com muita categoria, colocou a bola no ângulo esquerdo de Vagner, acertando a trave.
Se a retranca estava difícil de ser furada, o talento resolveu aparecer. O técnico Celso Roth fez mudanças ousadas para dar mais ofensividade e qualidade ao setor defensivo. Emanuel Biancucchi e Rafael Silva entraram nos lugares de Jhon Cley e Júlio César, respectivamente. O argentino, que ainda não tinha marcado pelo Vasco, resolveu desencantar. Aos 23, o conterrâneo Guiñazu rouba linda bola no meio de campo e entrega para o camisa 16, que acertou um chute perfeito e marcou um golaço, para delírio dos torcedores presentes em São Januário. Vasco 1×0 Avaí.
Logo após abrir o placar, o Vasco foi pressionado pelo Avaí, que tentou chegar de todo jeito ao gol de empate, mas sem sucesso. Julio dos Santos entrou ainda no lugar de Gilberto para controlar bem o meio de campo e cumpriu a sua tarefa. Final feliz para os vascaínos, que garantiram mais uma vitória no Campeonato Brasileiro.
No fim de jogo, Rafael Silva e Antônio Carlos ainda receberam cartões vermelhos e foram expulsos.
FICHA TÉCNICA – VASCO 1X0 AVAÍ
Local: São Januário
Árbitro: Marcos Andre Gomes da Penha (ES)
Auxiliares: Fabiano da Silva Ramires (ES) e Vanderson Antonio Zanotti (ES)
Público pagante: 7.333 / Presente: 8.008
Renda: 170.000,00
Cartões amarelos: Christianno e Lucas (Vasco) / André Lima (Avaí)
Cartões vermelhos: Rafael Silva (Vasco) / Antônio Carlos (Avaí)
Gol: Emanuel Biancucchi (23/2T)
VASCO: Charles, Madson, Rodrigo, Anderson Salles e Christianno; Guiñazu, Lucas, Júlio César (Rafael Silva) e Jhon Cley (Emanuel Biancucchi); Riascos e Gilberto (Julio dos Santos). Técnico: Celso Roth
Avaí: Vagner, Nino Paraíba, Antonio Carlos, Emerson e Romário; Eduardo Neto, Renan, Juninho (Everton Silva) e Pablo (Denner); André Lima (William Rocha) e Romulo. Técnico: Gilson Kleina.Texto: Matheus Alves
Fonte: Site Oficial do Vasco
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Respeito não é para qualquer um
Fonte: Globoesporte.com
Ostracismo do Mal
Esperando por uma derrota do Vasco na partida de ontem, um esquecido compositor publicou um texto no jornal O Globo intitulado Charutos do Mal. Neste, destilou rancor e ódio não por alguém, mas pelo clube com o qual alega simpatizar. O desejo pela derrota era nítido pelo seu indisfarçável hábito de torcer contra a depender de quem está à frente da Instituição e, também, pela esperança de que o seu texto pudesse se tornar um hino ao caos, quem sabe fazendo com que alguém se lembrasse de sua existência.
O ostracismo excita as vísceras, mas, neste caso, deu em água. Quer dizer: não exatamente em água. Como destilar é com ele mesmo, não se sabe ao certo em que dimensão estava quando foi baforado pela inspiração idiota. A ressaca veio com mais uma vitória do Vasco sobre o Flamengo no final do dia.
O desfile de rancor parvo começou com o seguinte: “Hoje (…) vou falar do Vasco. Não que o clube tenha atualmente alguma importância…”. Deve ser trágico iniciar um artigo que precisa preencher um espaço com 4 mil caracteres e ali pelo vigésimo descobrir que tudo já foi dito. Sim, pois o que veio depois apenas reforçou a ideia de que o autor tinha apenas a intenção de latir.
Nada como o ódio para cegar e, por vezes, colocar por terra uma trajetória quase respeitável. Ou seria uma farsa?
Em um destes latidos proferidos pelo poeta esquecido, pode-se pinçar uma provável contradição: ao passo em que se fez notar por composições em que ressalta a raça negra, esqueceu-se de si e cravou que Celso Roth, quando treinador do Internacional de Porto Alegre, perdeu um Mundial sendo derrotado por “um time de africanos que entrou de arco e alijava de flechas em campo” e cujo goleiro se valia de “uma zarabatana para furar as bolas”. Seria esta uma alusão ao atraso do continente negro? Pode ser que estes africanos atrasados sejam os mesmos que renderam ao compositor algumas boladas por versos bem escritos homenageando-os, mas, definitivamente, rancor e criação não deveriam andar juntos, sob pena de se confundirem em mentes que podem ser tão brilhantes quanto patéticas ao mesmo tempo.
O mestre-sala dos mares aponta as paranoias de seus desafetos, mas tem a sua própria: chama-se Eurico Miranda. Por isso, resolveu atacar Roth. Por isso, diz que seu pai faleceu no dia seguinte de uma conquista do Vasco e que teve sorte por não ver o que veio depois com Eurico. Deve ter morrido jovem, talvez em 1977, último título antes da paranoia particular de seu filho passar a resolver tudo no clube.
Entre latidos e babadas, enquanto vai mofando entre o torresmo e a moela, a tarde de domingo cai como um viaduto e traz as agruras de um resultado inesperado pelo Kid Cavaquinho, fora de seus planos, fora de seus prognósticos de agouro. O tempo bate na porta da frente para avisar que torcedores e simpatizantes deste naipe devem passar longe do Vasco. Ou melhor, se manter longe. Não pelo bem do Vasco, que tem uma História incapaz de ser modificada ao bel prazer de paspalhos magoados, História que resiste ao rancor de meretrício exposto em textos sem pé, cabeça e uma pitada, sequer, de verdade. Mas pelo bem do próprio autor, que deveria procurar canais mais apropriados para vazar suas paranoias e pesadelos causados pelo titular da Charutos & Suspensórios, enquanto aguarda a próxima dose.
CASACA!
Vasco vence Flamengo novamente e encerra jejum no Brasileirão
Com gol de Riascos, Vasco vence o Flamengo pelo Brasileirão
Em jogo bastante truncado, Riascos marcou de cabeça o gol que deu a vitória ao Gigante da ColinaCom gol de Riascos, o Vasco venceu o Flamengo por 1 a 0, pela 9º rodada do Campeonato Brasileiro. Esta é a primeira vitória dos vascaínos na competição, que acumularam mais 3 pontos na tabela. Agora, o clube carioca está na 19º posição, com 6 pontos. O próximo jogo do Cruzmaltino será contra o Avaí, na quarta-feira (01/07), às 19h30, em São Januário.
O Jogo
O primeiro tempo foi muito truncado e com poucas chances para as duas equipes. O Gigante da Colina fez uma boa marcação e foi feliz em uma jogada.
O técnico Celso Roth apostou em iniciar o jogo com Júlio César no meio de campo. O jogador teve boa movimentação e ajudou a equipe. Madson, que nos últimos jogos vinha sendo muito bem bloqueado pelos adversários, conseguiu aparecer, apesar da marcação de Emerson Sheik.
Aos 15, o lateral-direito fez a grande jogada do primeiro tempo. Madson passa facil por Anderson Pico, vai ao fundo e cruza para a área, onde encontra Riascos livre para dar uma forte cabeçada para o fundo do gol. Vasco 1×0 Flamengo.
Apesar de maior posse de bola, o Flamengo pouco fez. Não assustou o goleiro Charles e pecou nos erros de passes. Do lado vascaíno, Riascos mais uma vez apareceu após roubada de bola. O colombiano tocou para Gilberto, que com perigo, chegou forte no ataque, chutou e mandou para fora. Com uma atuação segura, o Vasco bloqueou o rubro-negro na primeira etapa.
Vasco se defende bem e garante a vitória
O Flamengo voltou para o segundo tempo tentando mudar o panorama da partida. Nos primeiros 10 minutos, Emerson Sheik e Canteros até que tentaram, mas pecaram na finalização.
O Gigante da Colina só apostou no contra-ataque na segunda etapa, e se segurou até os últimos minutos, com muito sucesso. O rubro-negro teve uma chance real de gol com Alan Patrick, que parou nas mãos do goleiro Charles. Com isso, o Vasco consegue a primeira vitória na competição: 1 a 0.
FICHA TÉCNICA – VASCO 1X0 FLAMENGO
Local: Arena Pantanal
Árbitro: Héber Roberto Lopes (SC)
Auxiliares: Kleber Lucio Gil (SC) e Guilherme Dias Camilo (MG)
Público: 16.602 presentes / 14.010 pagantes
Cartões amarelos: Serginho, Jhon Cley e Charles (Vasco)
Gol: Riascos (Vasco – 15/1º tempo)
VASCO: Charles, Madson, Rodrigo, Salles e Christianno; Guiñazu, Serginho, Júlio César e Jhon Cley (Rafael Silva); Riascos (Thalles) e Gilberto (Lucas). Técnico: Celso Roth
Flamengo: Cesar, Luiz Antonio, Wallace, Samir e Anderson Pico (Alan Patrick); Jonas, Márcio Araújo e Canteros; Everton (Paulinho), Emerson Sheik e Eduardo da Silva (Marcelo Cirino). Técnico: Cristóvão BorgesTexto: Matheus Alves
Fonte: Site Oficial do Vasco
O fim do jejum, contra o freguês de sempre
Para evitar a repetição do pior jejum de vitórias do início do Campeonato Brasileiro em sua história, ocorrido em 1990, o adversário do Vasco de hoje veio mesmo a calhar.
Com isso, o Vasco volta a vencer o rubro-negro, após nove anos, em campeonatos brasileiros.
Curiosidades:
1 – A gestão MUV amarelo banana teve 10 oportunidades para vencer o rival no Campeonato Brasileiro, entre os anos de 2008 e 2013 (em 2014 o Vasco estava na segunda divisão) e não ganhou nenhuma.
2 – Desde 2001 até aqui, o Vasco – somando as duas gestões de Eurico Miranda – teve o seguinte resultado nos confrontos diante do Flamengo:
Vasco – 8 vitórias
Empates – 1
Flamengo – 4 vitórias
3 – Desde o momento em que Eurico Miranda assumiu o futebol do clube, até hoje, foram 41 vitórias do Vasco contra 39 do Flamengo.
Que o clube inicie sua reação no campeonato, se reforce ainda mais e saia da posição incômoda que ocupa, um espaço cativo dos rubro-negros, mas não do Vasco de verdade, aquele que jamais caiu quando teve comando.
Por fim, para não perder o costume, CHORA FREGUÊS!
Texto: Casaca!
Imagem: Internet
Contra o Vasco
A última palavra será do presidente Eurico Miranda.
Se depender porém de grande parte da torcida do Vasco, Ronaldinho Gaúcho não vestirá a camisa vascaína.
Embora tenha saído do Flamengo em junho de 2012 e colocado o clube na justiça meses depois, os torcedores não esquecem as juras de amor do jogador ao rubro-negro.
Ronaldinho declarou abertamente, na ocasião de sua contratação, ser torcedor do Flamengo.
Nem mesmo entre os conselheiros do Vasco Ronaldinho é unanimidade. Pelo contrário. A imagem do jogador ainda é associada ao Flamengo.
Eurico está isolado no caso.
Isolado mas tem o poder de decisão.
Ronaldinho, através do irmão e empresário Assis, não prioriza o Vasco. O jogador tem o desejo de voltar ao Brasil, mas analisa propostas bem mais vantajosas financeiramente da China, Turquia e dos Estados Unidos.
Fonte: Yahoo Esportes – Exceto o título
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Comentário do Casaca!
Olhem que situação curiosa:
Na última segunda-feira, o presidente do Vasco, Eurico Miranda, confirmou haver negociação com Ronaldinho Gaúcho, que, aliás, já ocorria há algum tempo, mas, apesar do seu otimismo, deixou claro não haver hipótese de o clube entrar num leilão para adquirir o atleta, afirmando ainda não estar fechado o ciclo de contratações no clube.
Não há qualquer conselheiro, dos que frequentam o Conselho Deliberativo nas reuniões, independentemente da maré, contra a contratação de Ronaldinho Gaúcho, até porque o Conselho Deliberativo atuante no clube não é composto por idiotas.
Uma informação como a exposta acima mostra-se leviana e irresponsável. Se há alguém contra a vinda de Ronaldinho Gaúcho, contra o clube se reforçar com outros nomes, contra a recuperação do time e a favor dos adversários do Vasco, que mostre a cara de uma vez, ou simplesmente torça contra calado.
Casaca!
Depoimento de Pedrinho sobre posicionamento do Vasco na contratação de Léo Moura
Fernando Prass reclama de Dinamite, diz que Eurico lhe paga em dia e descarta acionar o Vasco na Justiça
Sem processo
O palmeirense Fernando Prass desistiu de entrar na Justiça contra o Vasco. “O Roberto Dinamite só pagou quatro de 20 parcelas, mas, desde que o Eurico Miranda assumiu a presidência, tenho recebido normalmente, todo dia 10”, diz.
Fonte: Coluna Jorge Nicola – Diário de S. Paulo (texto)
Enredo batido
O atleta Leonardo Moura negociava já há algum tempo, à procura de um clube.
Grande parte da imprensa sabia disso, como os mais bem informados deveriam saber do motivo real de seu retorno ao Brasil, convenientemente exposto na própria mídia dois dias após sua desistência de atuar no Vasco.
O atleta pediu ao Flamengo, seu clube por 10 anos, para tê-lo de volta e o rubro-negro se recusou, afinal o enxotara antes e no Flamengo enxota-se sem perdão, apesar da falsa auréola posta na cabeça do clube.
É difícil crer que o atleta não expôs o motivo do retorno aos dirigentes rubro-negros, os santos, os anjos, os bons moços, até pela relação vivida no clube modelo da mídia.
Pois bem, o atleta após dar de cara na porta em seu ex-clube procurou o Fluminense, que também não se interessou em trazê-lo, e aí buscou o Vasco, o que qualquer profissional faria, ainda mais sob a pressão de voltar ao Brasil por um problema de ordem familiar.
O Vasco o acolheu e boa parte da imprensa sabia o motivo da escolha, sabia da recusa do Flamengo, sabia do problema familiar dele, mas como se portou?
Primeiro anunciou o acordo, muito antes de o Vasco anunciar. E por que? Porque ela nos tempos de hoje tem a informação quase imediata do que ocorre.
No dia seguinte, apoplética, depois enraivecida e por fim enlouquecida, sem deixar o cinismo de lado, ouviu oficialmente o que já sabia desde o dia anterior: Leonardo Moura fechara com o Vasco.
A partir daí fez um trabalho sujo, imundo, digno de outros piores adjetivos.
Iniciou por ridicularizar a contratação, reverberando isso o quanto pode, seguiu obtendo informações desencontradas sobre a impossibilidade de o atleta vir por conta da insatisfação do clube americano (falou-se até em processo contra o Vasco), o que já se sabia de antemão ser mentira, pois o próprio atleta negociava com outros clubes seu retorno já há algumas semanas.
Ao mesmo tempo não informava, como era a sua obrigação, do tratamento dado a Leonardo Moura por seu ex-clube, no mínimo insensível.
Diante da fragilidade emocional do atleta, escondida por cerca de 10 anos quando o assunto era o próprio na Gávea, o incensou (quase rogou) pela desistência, a fim de que a fábula contada sobre essa outra mentira hiperbolizada, de nome Flamengo, permanecesse intacta.
E Leonardo Moura descumpriu sua palavra de homem, caindo nos braços da mídia, que partiu para desinformar, jogando conversa fora a fim de atrair o gado.
Amadorismo do Vasco, pressão na nação, etc…, declaração de Leonardo Moura mentindo, de seu empresário, que se pôs no papel de corno “o último a saber” para limpar sua própria barra e a tentativa de se encontrar uma forma para que todos os rubro-negros e vinculados saíssem de maneira airosa da grossa sequência de sacanagens feitas, inicialmente contra o atleta e posteriormente contra o Vasco.
Mas como voltar a fazer de Leonardo Moura um bom moço, após o papelão feito com o Vasco?
Vamos, agora sim, soltar a verdade, escondida por algum tempo. Vamos revelar que o Flamengo não aceitou o atleta, pois no contexto dos fatos que narraremos isto será desimportante. Leonardo é o bom moço, que queria ficar no Rio por uma questão de ordem familiar. O Flamengo não é o vilão e o Vasco, que agiu de forma correta e digna, todo o tempo, trataremos de de maneira jocosa, algo felizmente revertido em parte com a reação dos vascaínos nas mídias sociais, que não acreditaram no atleta, na mídia, nas informações desencontradas, mas sim no próprio clube.
Os verdadeiros vascaínos, aqueles que brigam pelo Vasco e contra os adversários do Vasco, quando estes mexem com o clube, estão de parabéns. A direção do Vasco está de parabéns. Foi digna, correta, reta e aceitou o pedido insistente de um atleta, fechando um acordo financeiro benéfico para ambos e resolvendo, por tabela um problema pessoal e familiar dele que o Flamengo ignorou.
Posteriormente, diante da atitude desqualificável de Leonardo Moura, afirmou não o querer mais nem de graça, no que fez muito bem. Pouco importa hoje se seria uma contratação talhada para dar certo ou errado, por mais diversidade de opiniões que haja. Tal discussão é menor diante de todo o contexto.
Este é mais um dos milhares de episódios forjados pela mídia, massificando uma realidade paralela dos fatos, escondendo informações, soltando outras falsas e partindo para o comentário dentro daquilo que quer impor ao seu “respeitável” público.
Viva e longa vida à mídia alternativa!
Casaca!
*Link da matéria:
http://www.netvasco.com.br/n/164373/doenca-do-primo-da-esposa-teria-sido-o-motivo-de-leo-moura-querer-voltar-para-o-futebol-brasileiro
Presidente do Fluminense convida torcida do Vasco a ficar do lado esquerdo do Maracanã, conforme desejo do tricolor
O presidente do Fluminense, Peter Siemens, convidou , via twitter, a torcida do Vasco para assistir o clássico diante do tricolor do lado esquerdo do Maracanã.
O afável dirigente, responsável pela picuinha de mudar o lado da torcida do Vasco no estádio em 2013, com anuência de Dinamite e sua turma na ocasião, chutou para o alto um direito adquirido pelo clube há mais de 60 anos.
O Vasco mudou de cara e de direção e já obteve no âmbito estadual, através da FFERJ, o respeito ao direito adquirido quando da conquista do Campeonato carioca de 1950 (ou se joga lá nos moldes corretos, ou se joga fora de lá), mas nas competições organizadas pela CBF a insistência em se desrespeitar a história do nosso clube prevalece.
Claro está que o Vasco não pode tomar um W.O. em função disso e o clube já se manifestou quanto a um direito contra o qual o Fluminense brigou com unhas e dentes e agora cedeu, o de não atuar contra o Vasco em São Januário. Outro direito do Vasco que os tricolores fizeram de tudo para não aceitar ao longo dos últimos nove anos.
Resta saber se a torcida do Vasco aceitará o convite do afável dirigente tricolor, dará dinheiro ao Fluminense, pois a renda será toda do tricolor, ou preferirá abster-se de ir para um lugar que não é o seu de direito e continuará junto da direção do clube, apoiando pela luta de retorno do Vasco ao seu lugar nas arquibancadas, conquistado no campo e na tradição.
Casaca!
