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Ensinando a interpretação correta da regra do impedimento aos árbitros

Apesar da vitória deste domingo diante do Sport ter sido conquistada pelo Vasco, um novo erro de arbitragem contrário ao time cruzmaltino voltou a ocorrer.

Eram decorridos oito minutos do primeiro tempo quando em falta cobrada por Nenê, Serginho, em posição legal, cabeceou para o barbante assinalando aquele que seria o segundo gol vascaíno e praticamente definiria o jogo.

Atendendo ao aceno do bandeirinha, o árbitro Heber Roberto Lopes anulou o gol por impedimento de Luan que não alcançou a pelota antes desta ir às redes adversárias, em lance no qual o goleiro do Sport, Danilo Fernandes, nem esboçou chegar na bola.

Semana passada comentamos sobre o absurdo gol do Flamengo contra o Vasco na última partida entre ambos pela Copa do Brasil. Na ocasião o corta luz do atleta Cesar Martins atrapalhou Madson que marcou contra a favor do rubro-negro e discutiu-se na mídia a hipótese (absurda) de o atleta não ter participado no lance a ponto de atrapalhar o lateral vascaíno.

Há duas semanas, no clássico Fla-Flu, o terceiro gol rubro-negro foi iniciado num levantamento para a área tricolor no qual Paulinho estava em posição de impedimento (a bola foi levantada para ele que era o único atleta do Flamengo na jogada), mas a zaga afastou antes de que a pelota chegasse à cabeça do atleta. No rebote, novo cruzamento na área e desta vez Paulinho, em posição legal, marcou. Este é um exemplo de mais um lance no qual, mesmo sem tocar na bola um atleta em posição de impedimento participa da jogada a ponto de atrapalhar o adversário e, portanto, se valer da condição irregular para tirar proveito da situação.

No lance de hoje a bola já havia passado pelo goleiro, Luan tentou tocar nela, mas não conseguiu nem atrapalhou qualquer atleta do Sport na jogada, porém o tento foi anulado.

Além do tradicional “dois pesos e duas medidas” contra o Vasco, tivemos no jogo de hoje uma aula do que é um atleta em posição de impedimento não atrapalhar em nada a equipe adversária nesta condição. Ou os árbitros brasileiros são muito fracos e não aprenderam ainda a interpretar o que é participação ou não na jogada de um atleta em posição de impedimento, ou têm preferência por prejudicar uns em detrimento de outros, o que ocorreu em três partidas com apitadores diferentes.

26/08 – Vasco 1 x 1 Flamengo – Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO) – Validou gol ilegal do Flamengo, ignorando inclusive aceno de impedimento do bandeirinha.

06/09 – Flamengo 3 x 1 Fluminense – Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG) – Validou gol ilegal do Flamengo.

20/09 – Vasco 2 x 1 Sport – Árbitro: Héber Roberto Lopes (SC) – Invalidou gol legal do Vasco.

A quem tanto incomoda a reação do Vasco no Campeonato Brasileiro?

A quem tanto incomodou a classificação do Vasco na Copa do Brasil?

Casaca!

 

Sobre arbitragem novamente

Na partida da noite desta quarta-feira, entre Cruzeiro e Vasco (2 x 2), tivemos as seguintes falhas graves de arbitragem, mais propriamente do árbitro Thiago Duarte Peixoto, da Federação Paulista.

1 – Aos 36 minutos do primeiro tempo Bruno Rodrigo, zagueiro do Cruzeiro, que já tinha cartão amarelo, cometeu falta por trás em Herrera e não foi expulso. Caso se desse a expulsão o Vasco teria um homem a mais em campo durante no mínimo 54 minutos.

2 – Aos 10 minutos do segundo tempo Williams do Cruzeiro cortou com um braço cruzamento na área do Cruzeiro e o árbitro, em cima do lance, viu o toque com o braço e nada marcou. Um pênalti não assinalado a favor do Vasco.

*Williams já havia feito o mesmo num Vasco x Flamengo em 2010, ocasião em que cometeu o pênalti não marcado a favor do Vasco a três minutos do fim, quando o placar, que seria o final, era de 2 x 1 para o rubro-negro, resultado que eliminou o Vasco da Taça Rio e por conseguinte do Estadual daquele ano.

3 – Aos 46 minutos do segundo tempo, após falta a favor  do Vasco no seu campo de defesa, Julio dos Santos não ouviu o apito do árbitro e rechaçou a bola para o campo de ataque. O árbitro entendeu isso como um ato de indisciplina ou coisa que o valha e expulsou Julio dos Santos da partida, mas nos dois minutos subsequentes não marcou faltas claras sobre Thales e depois sobre Renato Kayser, sendo que numa das oportunidades houve chance de o Cruzeiro na sequência do lance para desempatar.

Ontem já falávamos sobre a risível colocação dos torce contra da ESPN, preocupados com um favorecimento ao Vasco nestas últimas 13 rodadas de Campeonato Brasileiro.

Voltamos ao tema hoje, afinal em poucas partidas do campeonato até aqui uma equipe foi tão prejudicada pela arbitragem em lances capitais do jogo e também nos detalhes, como visto no clássico disputado no Mineirão.

Casaca!

 

O contra ataque da mídia antiVasco

Após a vergonhosa “palpitaria” dos sabidos da ESPN no confronto diante do queridinho também daquela mídia, vencido pelo Vasco na Copa do Brasil, os “torce contra” da emissora surgiram com um papo de que se preocupam com arbitragens favoráveis ao Vasco no futuro, como se estas fossem um perigo aos adversários do clube que detestam, conservando-o na primeira divisão em detrimento dos outros em função disso.

Vamos aqui relembrar os erros de arbitragens contrários ao Vasco neste Campeonato Brasileiro, que apesar da péssima campanha do time ocorreram como é comuníssimo acontecer nesta competição através dos anos.

Vasco 1 x 1 Internacional-RS – 3ª rodada

1 – Pênalti em Gilberto não marcado no segundo tempo

2 – Pênalti em Guinazu não marcado no segundo tempo

Sport 2 x 1 Vasco – 7ª rodada

1 – Pênalti em Gilberto (cotovelada na cara que fez o atleta sangrar) não marcado no segundo tempo

Vasco 1 x 0 Avaí – 9ª rodada

1 – Gol mal anulado de Gilberto no primeiro tempo

Goiás 3 x 0 Vasco – 20ª rodada

1 – Pênalti mal marcado a favor do Goiás, supostamente cometido por Rodrigo no primeiro tempo

2 – Expulsão injusta de Jorge Henrique aos 19 minutos do primeiro tempo

3 – Pênalti não marcado sobre Nenê no segundo tempo

4 – Pênalti mal marcado a favor do Goiás, supostamente cometido por Rodrigo no segundo tempo

Vasco 1 x 2 Atlético-MG – 23ª rodada

1 – Gol ilegal do Atlético-MG (o segundo, marcado no primeiro tempo), pois no início da jogada houve falta sobre Jorge Henrique não marcada,

Vasco 2 x 0 Atlético-PR – 25ª rodada

1 – Pênalti não marcado a favor do Vasco, cometido sobre Rodrigo no primeiro tempo

Fora isso ainda tivemos na Copa do Brasil:

Vasco 1 x 0 Flamengo – Oitavas-de-final – 1º jogo

1 – Pênalti não marcado sobre Anderson Sales no segundo tempo

2 – Canteros foi poupado de ser expulso no segundo tempo após falta por trás em Guinazu, quando já tinha cartão amarelo

Vasco 1 x 1 Flamengo – Oitavas-de-final – 2º jogo

1 – Gol irregular do Flamengo validado pela arbitragem no primeiro tempo, em lance no qual Cesar Martins, zagueiro rubro-negro, participa da jogada de forma clara e inequívoca.

Sobre favorecimentos do Vasco nas duas competições, podemos citar um pênalti de Luan cometido no primeiro tempo da partida contra o Figueirense pelo Brasileiro e o gol do Vasco marcado na primeira partida das oitavas-de-final da Copa do Brasil, assinalado por Jorge Henrique (impedimento de Riascos), ocorrido cinco minutos depois do pênalti não marcado a favor do Vasco.

Portanto, à turma da ESPN, torçam contra descaradamente, mas não tentem pressionar as arbitragens contra o Vasco, fazendo ilações irresponsáveis sobre o futuro, afinal não costumam ter vocação para acertar tais previsões.

Casaca!

 

Esclarecimento

Sobre matéria publicada pelo Lance!, que nos cita e faz relação com supostas divergências do Casaca! e a gestão do presidente Eurico Miranda:

 

1 – Não temos qualquer problema em relação a quem ocupe cargos no Vasco, principalmente em se tratando de quem os ocupa e ainda auxilia o clube em problemas do dia a dia;

 

2 – O Casaca! entende sim que tem plenas condições de ajudar o clube, nos mais diversos departamentos (inclusive futebol), pois tem quadros para isso e já comprovou capacidade dentro do pouco espaço que teve para fazê-lo;

 

3 – O Casaca! sabe perfeitamente que os problemas vistos no futebol, independentemente de alguns questionamentos pontuais, se dão pela impossibilidade evidente de se cumprir os compromissos do clube com seus atletas, caso não se estipulasse um teto salarial que proporcionasse isso, pois a situação caótica encontrada não deu outra escolha à direção;

 

4 – O Casaca! não apoiou a gestão de Eurico Miranda apenas nos bons momentos do futebol. Apoia, além da gestão, uma concepção de Vasco posta em prática por ele e que será, pelo bem do próprio Vasco, posta em prática no futuro também por nós. Não nos posicionamos por 15 anos ao lado de Eurico Miranda para incensá-lo como muitos podem pensar, mas sim para defender uma concepção de Vasco que entendemos a correta para o futuro do clube, com todos os elogios inerentes ao seu presidente por tudo que fez e faz pelo Vasco, posto ACIMA de TUDO, conforme prometera que o poria há cerca de 30 anos, quando candidato a presidente no ano de 1985;

 

5 – Por fim, embora não tenha sido citado na matéria, gostaríamos de aproveitar a oportunidade para afirmarmos categoricamente que somos a favor de que o clube volte a atuar em São Januário, sua casa, o quanto antes, e que acreditamos perfeitamente na virada do Vasco neste Campeonato Brasileiro, bem como no título da Copa do Brasil, simplesmente pelo fato de sabermos da força do clube para o qual torcemos e lutamos, em nome de sua grandeza.

 

Casaca!

Medo

O Vasco no último sábado atuou mais uma vez melhor que o adversário, mas não obteve êxito, ou seja, não venceu, não fez gols e frustrou sua torcida presente ao estádio e digna de elogios novamente, pois apoiou até o fim.

 

Se eram 30, 31 pontos necessários em 18 jogos, agora são em 17.

 

Continuo afirmando precisar o time de contratações que estejam na ponta dos cascos para a reta final da competição.

 

Não é hora de questionar o porquê de Dagoberto não ter dado certo no time, de Riascos ter se descomprometido, assim como Thales, de Herrera não ter encontrado seu futebol, do porquê da insistência na permanência de Roth, de ficar se discutindo sobre o supervisor, gerente, diretor. A hora é de olhar para frente. De perder o medo.

 

Quem torce efetivamente para as coisas darem certo não pode ter medo que venham continuar a dar errado.

 

As últimas cinco partidas do Vasco, desde a chegada de Nenê e Jorge Henrique, mostraram uma sensível melhora na equipe, não traduzida em gols por três vezes muito pelo fato de o clube não ter um matador, embora em tese Thales fosse um. Ontem foi trazido Leandrão, que como opção no mercado nacional era a mais viável e não se deve ter medo de apostar nela.

 

Continuo afirmando ter de haver uma contratação inquestionável para o meio campo e não interessa se vai estar apto em uma, duas ou três semanas. O reforço pega ainda metade do turno para atuar. Não há porque ter medo de se apostar nisso por questões de adaptação ou algo similar.

 

A reação do Vasco só virá se houver coragem. Do time, da direção e da torcida. Sem dúvida, mais exposta, a direção demonstra coragem ao voltar para o mercado, sem medo de errar, em busca de um “9” para ajudar a resolver a questão dos gols da equipe ou ser a solução. Ela própria decidirá sobre a chegada ou não de novos reforços, mas acredito que os traga ainda, pois se a permissão dada pelo regulamento da competição é contratar até 15 de setembro isto significa não ser qualquer problema trazer atletas até a data limite. A regra existe exatamente para isso: delimitar o razoável.

 

Voltando à questão do “medo”. O Vasco faz até aqui a terceira pior campanha de sua história em Brasileiros, pois foi lanterna em 1969 e 1970, ganhando dois jogos apenas em 16 por dois anos consecutivos, com uma pequena diferença. Aqueles campeonatos acabaram, este não.

 

Então o primeiro fantasma foi embora. Já foi sim pior, e o presidente Agathyrno da Silva Gomes foi eleito para presidir o Vasco até 1973 ( triênio 1970/73) pela conquista do estadual de 1970, 11 anos depois, embora tivesse assumido o clube no final de 1969, terminado dois anos na lanterna do Brasileiro da época. Para completar, ainda experimentaria no Campeonato Carioca de 1971 o maior número de derrotas consecutivas do clube na história da competição, sete.

 

O Vasco vinha de uma década horrenda, na qual cairia duas vezes, caso as regras fossem essas, na qual perdera nos confrontos diretos contra todos os grandes cariocas, na qual se disse à época que o clube falira por conta da falência do Banco Pan-americano, onde teoricamente o Vasco guardava toda a sua receita com o maior plano de sócios da história do clube pós construção de São Januário (os títulos patrimoniais vendidos a partir de 1964); na qual houve impeachment de um presidente (Reinaldo Reis), na qual fomos tão somente a uma final de Campeonato Carioca, levando uma sova do Botafogo de 4 x 0, na qual se contabilizou, entre 1960 e 1969, por nove vezes, o título de quarto do Rio entre os grandes na referida competição

 

Mas a torcida cruzmaltina não desistia. O rebaixamento era anual, simbolizado nos mais diversos e consecutivos fracassos, mas o Vasco continuava sendo o clube da massa e o Flamengo o do povo. O vascaíno não tinha medo. Ele se revoltava, se indignava, mas frequentava os estádios, enfrentava os adversários e não deixava de acreditar. Dessa crença obteve-se o título da Taça GB de 1965 contra o quase imbatível Botafogo de Garrincha, dessa crença o técnico Tim conseguiu algo miraculoso: uma virada improvável de vitórias consecutivas que deram ao Vasco a conquista do Estadual de 1970, após um começo trôpego e uma Taça GB anterior lamentável.

 

A imprensa tratava o Vasco da mesmíssima maneira como faz agora, embora as baterias fossem carregadas contra o clube e não usando um dirigente como camuflagem de suas pérfidas intenções. Éramos indiscutivelmente (para eles) a quarta força do Rio e por vezes levávamos surras de América ou Bangu.

 

Numa época na qual as convocações para Copas do Mundo eram feitas apenas com atletas que atuavam no Brasil passamos três seguidas com apenas um jogador cedido para o “scratch”, Brito em 1966.

 

Um samba de Martinho da Vila (Calango vascaíno – 1974) dizia: …”minha única alegria é ver o Vasco jogar. Minha alegria é ver o Vasco jogar. Eu tô cansado de derrotas mas não vou me entregar”…

 

Eurico Miranda transformou novamente o Vasco num clube tão grande, tão enorme, que nada feito por ele na situação catastrófica encontrada no fim de 2014 agrada. E nem vai agradar. A torcida do Vasco abandonou o time no começo do campeonato após ser campeã depois de 11 anos, viu o campeão vencer três vezes seguidas o Flamengo, mas não compareceu da forma devida em nenhuma delas, goza com a eliminação do adversário, mas virtualmente. Ao vivo foram poucos os que demonstraram acreditar.

 

Há 10 anos, exatos 10 anos, o mais queridinho estava virtualmente rebaixado, a oito rodadas do fim. Nem Maracanã havia na época. Obteve 6 vitórias e dois empates e escapou. Isso após ser derrotado pelo Vasco a 10 jogos do epílogo daquele certame. Faltando oito apenas para o encerramento da competição figurava em vigésimo primeiro (entre 22 participantes), na zona de rebaixamento.

 

E o “horroroso” time do Vasco de 2005? Aquele da derrota para o Atlético-PR de 7 x 2. Aquele que dependia de Alex Dias para tudo. Pois bem. Nas últimas oito rodadas, sem Alex, ganhou cinco partidas e empatou duas, contando com um artilheiro a um, dois meses de completar 40 anos de idade para conduzi-lo. Falamos aí de 17 pontos em oito jogos, ou de 23 em 11, caso contemos três rodadas para trás naquele mesmo ano.

 

Não se pode ter medo de ajudar a conduzir o clube a sair dessa fase, que é um contrassenso em relação à Copa do Brasil, que surge num ano de conquista do Estadual, que ocorre diante de um momento no qual o Vasco institucionalmente volta a se reerguer, com muito trabalho e dedicação.

 

Não importa quem errou, se alguém errou mais ou menos, não importa o que passou. Importa como lição apenas.

 

De forma pragmática o time deixou de somar quatro pontos nas primeiras duas rodadas e precisará recuperá-los em jogos subsequentes. Perder do Internacional e empatar contra Atlético-MG em casa e Ponte Preta fora era a princípio algo aceitável neste início de turno. Que se recupere pontos nos próximos três jogos e se não for possível nos posteriores. O Vasco deve lutar pelos resultados e sua torcida carregar no colo o time em todas as partidas disputadas no Rio de Janeiro, contando ainda com a colaboração que puder nos jogos fora. Sem medo, sem previsões, sem resignação.

 

E que se danem as estatísticas atuais. Que se danem os futurólogos, os mesmos que cravavam Flamengo classificado na Copa do Brasil, Vasco quarta força do Rio, Nenê e Jorge Henrique contratações que não dariam certo e cravam Leandrão como um fracasso.

 

Não tenham medo do verão carioca, nem do frio da Sibéria. Tenham orgulho de poder torcer por um clube que só fez se superar em sua história, bem como bisou várias vezes isso no próprio ano de 2015.

 

Sérgio Frias

Prejuízo

Continuo afirmando precisar o time do Vasco de um primeiro volante dos considerados inquestionáveis e alertando que há poucas opções no mercado; permaneço pontuando ser importante um meia de criação para o restante da competição pois expulsões e contusões impedirão a manutenção do nível da linha de três no setor que conta, em tese, com Jorge Henrique, Andrezinho e Nenê; insisto na qualificação do time com novas opções para lateral e na busca por um centroavante de confiança da nova comissão técnica, primordialmente do treinador, pois Riascos e Herrera quebram um galho por ali, e pelo fato de termos como único atleta “top” da posicão, ainda no mercado, Pizarro, ex- Bayern Munich, peruano de 36 anos e que custaria ao Vasco, caso viesse a aceitar atuar no clube, valor superior a 10 milhões de reais ano, certamente.

Mas o assunto principal desta data é a inacreditável atuação da arbitragem CONTRA o Vasco em Goiânia.

O time começou na frente, tomou o gol antes dos 10 minutos, praticamente na primeira investida do adversário, poderia até ter levado o segundo num outro ataque, mas o pênalti marcado pela arbitragem pouco depois foi uma brincadeira de péssimo gosto. Um puxão na camisa do atacante goiano que nem ao próprio incomodou, visto ter ele mesmo pedido escanteio ao final da jogada. Um lance no qual no momento do tal puxão, que não alterou em nada a jogada, o atleta esmeraldino estava com um pé fora da área e outro dentro. A frenética marcação do bandeira foi no mínimo estranha. O mesmo bandeira que na segunda etapa deixou de marcar falta claríssima sobre Madson em jogada na direita, por trás, no nariz dele e assinalada pelo árbitro da partida.

Pouco depois um atleta do Goiás estica o pé para atingir bola ou rosto de Jorge Henrique, que na sequência dá um toque por baixo na perna do infrator, que por sua vez põe a mão no rosto como se tivesse sido atingido na face. O árbitro de longe expulsa Jorge Henrique, enquanto o bandeira, frenético minutos antes, se omite.

Na segunda etapa, em contragolpe goiano, Martin Silva faz uma bela defesa, mas parcial apenas, e no rebote Rodrigo vai para a briga com um avante goiano que sentindo o toque do zagueiro cruzmaltino se joga de forma acintosa ao chão. O árbitro marca o pênalti e expulsa Rodrigo, terminando o Vasco a partida com nove em campo.

Houve antes, quando o placar ainda era de 2 x 0, um lance na área do Goiás no qual Nenê percebe que vai ser tocado pelo defensor adversário (como de fato foi) e força a queda, mas a arbitragem, em cima, nada marca.

O irmão de Paulo Cesar de Oliveira – ex-árbitro, com o histórico de ter apitado de maneira ridícula uma partida contra o Vasco em 1999 diante do Paraná, em São Januário, a qual lhe trouxe consequências na época – só pode ter se inspirado naquele evento para atuar de forma tão esdrúxula, assessorado por um de seus bandeiras.

Já fico imaginando o que ocorreria se ao armar a bicicleta no primeiro gol do Goiás o atacante da casa fosse tocado ou impedido por Anderson Sales com uma paredinha ou um deslocamento comum. Talvez houvesse mais um pênalti contra o Vasco na partida. 

Tivesse hoje o Vasco Edmundo, Juninho, Viola, Mauro Galvão, Felipe e cia. em Goiás, perdendo por 2 x 0, com 19 minutos de jogo, 10 contra 11, fruto de prejuízos oriundos da arbitragem (duas vezes, em lances cruciais), o destino do embate não se modificaria.

Problemas existem ainda, mas a postura tática do time hoje, mesmo com um homem a menos em campo, não se compara àquela vista contra Corínthians, Palmeiras, Santos entre outras partidas as quais nada mais foram (no 11 contra 11) que um autêntico ataque contra defesa. 

Sobre permanência na primeira divisão, continuamos precisando de 30 pontos, mas agora em 18 jogos. Um empate hoje seria muito importante e a derrota fará com que o time tenha de buscar este ponto diante de um adversário mais difícil fora de casa. Já em seus domínios, com direito a errar muito pouco, o Vasco precisará de vitórias e muitas, para permanecer na Série A. Mas pelo visto a briga por isso terá de se iniciar fora das quatro linhas.

Sérgio Frias

Returno

Escrevo para aqueles com crença no Vasco e não para os que já jogaram a toalha.

Quem tem escutado o programa Casaca! no Rádio sabe das críticas que temos feito à atual situação do clube no futebol.

A lentidão para conclusão de algumas contratações, manutenção de técnico com prazo vencido, falta de percepção do momento de se agir para solucionar problemas futuros tem levado o clube a experimentar inúmeros problemas, até mesmo desnecessários.

O Vasco ainda carece de alguns reforços inquestionáveis, dois são suficientes, para reerguer-se no Campeonato Brasileiro.

O problema da saída de bola é crônico. O Coritiba não foi parâmetro, pois a marcação frouxa e a série de espaços dados pela equipe paranaense proporcionaram a que Serginho e Lucas tivessem um pouco mais de tempo para concatenarem jogadas, atuando ambos de forma elogiável, primordialmente nos primeiros 30 minutos de jogo.

Uma mínima melhora na organização tática do adversário, mais notada na etapa final, iniciou novamente a mesmice de ligações diretas. Sem um nome que comandasse as saídas de bola, dando segurança ao time e ao outro volante viu-se pela enésima vez chutões com pouco rumo e muito improviso, normalmente sem qualquer sequência de jogada a favor do Vasco.

Ainda sobre o jogo, especificamente, a absurda saída de Jorge Henrique e manutenção de Lucas – já sem forças, sob o aspecto físico, para desenvolver o jogo desde a intermediária do Vasco – resultaram numa desarmonia e falta de compactação do time que, nervoso, pressionado em função de a bola não entrar, passou a dar oportunidade a contragolpes cada vez mais perigosos da equipe visitante.

A inoperância ofensiva do Coritiba impedia que o time paranaense abrisse o placar, até a falha de Jomar, bem na partida até ali. Mas o gol foi um acidente de percurso. A partida ia para um 0 x 0, consequência até então de algumas chances inacreditáveis perdidas pelo Vasco.

Como gancho nisso, ressalte-se que o time precisa e muito de um centroavante nato, pois Riascos e Herrera quando atuam por ali quebram um galho e Thales se mantém fora de forma, de ritmo e de jogo, atuando mal consecutivamente até aqui.

Na parte criativa, a contratação de Nenê modificou um pouco o quadro, mas a responsabilidade não pode ir toda para as costas dele. Andrezinho ainda é uma incógnita, embora se espere mais dele quando voltar, e Jorge Henrique vem para ocupar a outra vaga da linha de três. Um meia com talento e experiência seria importantíssimo para o time, até porque serão 19 decisões mais a Copa do Brasil e a tendência é a de que não se consiga contar com essa linha de três (Jorge Henrique, Andrezinho e Nenê) em várias das muitas decisões futuras. Um nome incontestável no setor seria de suma importância.

Para a zaga foi acertadíssima a contratação de João Carlos. O Vasco agora possui três zagueiros de primeira linha, o que é o ideal, pois não dava para imaginar ter Rodrigo e Luan (hoje ainda contundido) até o fim do ano atuando em todos os jogos, sem alterações.

Além disso mais um lateral precisa ser contratado. Cabe aí enxergar a nova comissão técnica se Julio Cesar pretende se comprometer com a reação do Vasco ou não. Christiano continua sendo o melhor preparo físico do elenco, tem agora Nenê ao seu lado para ações ofensivas, ou mesmo Jorge Henrique, se houver qualquer inversão, mas precisa traduzir em gols seus avanços. Este é um setor que ainda dá dor de cabeça ao torcedor, mas pode vir a ser importante como válvula de escape, caso o time finalmente esteja bem articulado, agora com mais peças para isso.

Na direita Madson está absoluto e isso pode também ser um problema. O Vasco não tem reserva à altura para a posição e Jean Patrick quebra mais um galho, mas sua ação ofensiva é muito tímida.

Há ainda laterais no mercado de bom histórico e currículo. Um deles vindo já será importante para a trajetória cruzmaltina até o fim da temporada.

O Vasco tem sim amplas condições de mudar sua história no campeonato. Precisará da torcida e contará com o nosso apoio. Muitos torcem contra por enxergarem no rebaixamento do clube uma oportunidade para o pilharem futuramente e nós precisamos ter a mais ampla noção disso.

É hora de ação, pois a morosidade demonstrada para a tomada de decisões não foi sinônimo de prudência, mas sim de letargia. Em função dela se perdeu um tempo precioso, pois atletas como Nenê e Jorge Henrique poderiam ter vindo muito antes, um volante inquestionável que qualificasse a saída de bola do time idem e a reposição pela saída de Gilberto, ato contínuo a ela, também.

A janela de contratações abriu e fechou com o Vasco fazendo tão somente duas contratações de maior impacto (Andrezinho e Herrera) e as oportunidades no mercado atual para que se traga ainda alguns atletas rareiam. Existem, mas rareiam.

Há de se imaginar quais são as consequências de uma queda, principalmente no ponto nevrálgico do clube: suas finanças.

Todo o trabalho feito com tanto esforço, denodo e dedicação para tornar o Vasco novamente viável não pode ser posto em xeque pela ridícula e inaceitável campanha do time de futebol.

Por fim, continuaremos a nos manifestar, como fazemos semanalmente no programa Casaca! no Rádio, e fizemos em relação à inacreditável permanência de Roth, tanto quanto à necessidade de se qualificar o time quando o rendimento de vários atletas passou a decair.

No mais, boa sorte à nova comissão técnica e que use tanto o CAPRRES como o setor de Desempenho do clube, tocado por profissionais qualificados e com visão de alcance inatingível para as comissões técnicas anteriores, por falta de conhecimento ou medo do novo. Um medo que quase sempre, em qualquer lugar e circunstância, engessa a evolução.

Sérgio Frias

Nosso direito

A Luta por um lado se baseia em uma conquista, num direito adquirido em 1950 quando conquistamos dentro de campo o primeiro campeonato carioca da era do Maracanã, e por mais de 60 anos era respeitado este acordo. Tradição é tradição e todos os clubes prezam e gostam de demonstrá-la para seus torcedores e simpatizantes, mas isto não pode ser feito somente quando a situação convém. Devemos honrá-la.

Mas neste momento vem sendo desrespeitado pelo Fluminense a tradição. O clube das Laranjeiras agarrou-se em uma oportunidade injusta e com a parceria do Consórcio Maracanã da construtora Odebrecht, muito conhecida hoje pela operação Lava Jato, assinou um contrato – que nunca foi mostrado – do nosso Maracanã, construído com o dinheiro de todos os torcedores e comparando-se os impostos recolhidos, no caso específico entre as torcidas de Vasco e Fluminense, com um valor muito maior nosso, devido à lógica da diferença do tamanho das torcidas em questão.

Então, peço para que todos os torcedores do Vasco se unam nesta questão, esquecendo qualquer conotação política, a fim de lutarmos por este direito adquirido, pois no final será a vitória do respeito, da palavra, da tradição, do VASCO.

Precisamos lutar contra o que entendo seja o maior inimigo do futebol carioca no momento, que é o preço aplicado pela administração do Consórcio Maracanã no aluguel do estádio, construído e reformado com dinheiro público, e sua interferência em assuntos do futebol nos quais não deveria adentrar.

O Fluminense, por outro lado, de forma oportunista, quer impor a nós torcedores do Vasco a perda do nosso direito.

Tomei minha decisão e lutarei pelo VASCO, pelo nosso lado direito das cabines de rádios do Maracanã e não posso ir ao Maracanã sem que o lado de nossa torcida seja respeitado e espero que nossa torcida faça com que Fluminense e o Consórcio Maracanã tenham prejuízo sem a nossa presença, enquanto perdurar este desrespeito.

Particularmente, em qualquer lugar que esteja ratifico a posição de que o lado direito é nosso! Nosso direito!

Saudações Vascaínas,

Roberto Rodrigues

*Roberto Rodrigues é Sócio Proprietário do Club de Regatas Vasco da Gama

Não se deixe enganar

Nenhum jornal noticiou, mas esse vascaíno aqui que vos fala que, nem precisava ser inteligente para saber que nosso presidente desistiu do projeto Ronaldinho por conta do leilão que já estava se desenvolvendo, saindo assim por cima de um negócio arriscado com o irmão do Assis. Contudo, a mídia, que até agora não havia encontrado motivos para criticar a excelente gestão de reerguimento do nosso Vasco tenta colocar isso como uma grande derrota.

Primeiro veio Juca Kfouri, e sua tropa ridícula da ESPN Brasil, da qual só se salva Mauro Cesar Pereira que, mesmo velado não segue a linha ostensiva contra o Vasco, afinal, o homem precisa receber no final do mês não é? Após vem o, ridículo a esta altura, Renato Mauricio Prado, que nem vale muito a pena citar, já que sabemos dos problemas ‘freaudianos’ que o mesmo tem contra Eurico. Conste que para atacar o Vasco, Kfouri ousou até mesmo ir contra o senador Romário.

Por isso não se engane! É necessário alguém de fora, como eu, falar. O Casaca! faz sua parte todos os dias, já que é nossa primeira linha de defesa mesmo, mas é necessário que vascaínos como eu usem as redes sociais para defender nossos interesses, pois só podemos contar conosco mesmo!

Acreditem no Eurico e somente no que ele diz, e se ele diz que não vamos cair, é verdade, se ele diz que o Ronaldinho que teria a honra de jogar com o André – por mais que nós saibamos que este profissional não liga para ninguém que não seja seu próprio ego, ou o comerciante que é seu irmão – acreditem!

A mídia queria, clamava, por momentos assim para nos atacar, nos separar e nos fazer desacreditar. O momento do Vasco é de reconstrução e o engenheiro certo está à frente das obras. O resto é só calunia da oposição, que nada representa. Mas era preciso dizer.

Alexsandro Fleury, Manaus.

Curto e médio prazo

A derrota do Vasco contra a Chapecoense ontem foi desenhada com a expulsão de Christiano no início da segunda etapa, sob o aspecto prático, mas no âmbito teórico se deu desde a escalação da equipe.

O belo gol marcado por Biancucchi na quarta passada contra o Avaí apagou a partida burocrática que fazia, espelho de outras diante de Atlético-PR, Cruzeiro e Sport.

A insistência recente, tanto do ex-treinador Doriva como do atual, Celso Roth, em prescindir do futebol de Julio dos Santos na equipe titular para escalação de Biancucchi ou Jhon Clay cria dois problemas de cara para o Vasco quando entra em campo: Madson não tem seu apoio na lateral direita para executar as jogadas ofensivas (cada vez mais raras) e o Vasco perde a chance de usufruir de um atleta com bom passe, proteção de bola, visão de jogo e tranquilidade em campo.

A lentidão de Julio dos Santos seria a justificativa pela barração segundo muitos, mas esta é compensada por suas qualidades, como se viu no Campeonato Carioca, inclusive nos clássicos. A reserva amargada pelo atleta pode se dar também pelas observações em treinamentos, o fato de não ter entrado bem em algumas partidas (exceção da última contra o Avaí quando não comprometeu) ou ainda por qualquer problema de ordem física, mas dentro do elenco atual, sem contar ainda com os novos reforços, ele sobra no setor de meio campo.

Falando de reforços, há a real possibilidade da estreia de dois deles contra o São Paulo, em Brasília.

Andrezinho chega com boa expectativa, não só por suas qualidades ofensivas, como também pelo bom momento vivido no futebol asiático, que possui o calendário norteado no nosso e não no europeu, portanto em meio de temporada.

Falta e continuará faltando, até a contratação de um outro meia ofensivo, um companheiro para o novo reforço, não deixando de se reafirmar que Julio dos Santos seria uma boa opção até a confirmação de tal contratação.

Alguns lembrarão que Dagoberto poderá retornar no futuro, mas o tempo de recuperação ainda é considerável e suas atuações no Estadual e início de Brasileiro deixaram a desejar.

Na frente o treinador poderá promover a estreia de Herrera, banco de Riascos e Gilberto, ou já atuando com um dos dois. Deve somar e muito no time, caso esteja em boa forma física.

Éder Luís é a grande incógnita. Se recuperado fisicamente pode brigar pela posição de titular, mas somente no campo será possível tirar a prova dos 9, no caso dos 7.

Sobre o sistema defensivo do Vasco, sofre com o fraco desempenho do time na frente, não só pelo pouco número de gols como de oportunidades criadas. Rodrigo e Guiñazu permanecem muito bem; Luan, hoje na seleção pan-americana, mostrou-se instável no Brasileirão; Anderson Salles tenta se entrosar com Rodrigo enquanto o titular não retorna; Martin Silva faz muita falta (Charles não teve culpa no gol tomado ontem, mas ainda demonstra insegurança); Madson (absoluto na posição) e Julio Cesar (provável lateral titular) não são marcadores excepcionais, mas compensam, um pela experiência e outro pela qualidade no apoio, e Serginho permanece com altos e baixos, desde o início do ano. Espera-se agora ter uma sombra no banco, com possibilidades até de ganhar a posição no time, caso ratifique o bom momento vivido no futebol português na temporada 2014/2015. Falamos de Bruno Gallo (considerando que se confirme a contratação), apto inclusive a atuar em outras posições, entre elas a lateral esquerda.

Afinal, o time precisa da contratação de mais um centroavante? Esta posição é outro mistério. Renderá Gilberto, junto a novos reforços, com a bola chegando mais até ele e em melhores condições? Thales – embora mais voluntarioso nas últimas participações – não é nem sombra do atleta que brilhou no time entre o final de 2013 até o fim do estadual de 2014; Herrera pode jogar como referência na frente, mas funciona muito bem atuando pelos lados do campo. Precisaria o Vasco do chamado “fazedor de gols”? Os números (até aqui) dizem que sim.

Sobre o treinador, apesar da clara discordância quanto à ausência de Julio dos Santos na atual equipe titular, ficou evidente ter entrado o Vasco mais ligado nos jogos, mais alerta e mais combativo. Para que se torne compacta a ponto de subir bastante na tabela, a equipe dependerá da produção dos reforços contratados, adaptados ao atual elenco, bem como de quem ainda venha a chegar, com o espírito de não apenas somar, mas sim multiplicar ações ofensivas.

Sobre arbitragens, o chamado ”dois pesos e duas medidas” não pode imperar contra o clube no Brasileirão e na Copa do Brasil, até o final do ano. Se um “agarrão” de Lucas dentro da área do Vasco é pênalti (Atlético-PR x Vasco), uma cotovelada que fez sangrar Gilberto na área adversária também o é, a nosso favor (Sport x Vasco); se Christiano foi expulso ontem pela interpretação do árbitro quanto à cor de cartão, que se faça a mesma a nosso favor em lance similar de algum adversário. E que erros crassos não sejam mais cometidos contra o Vasco, como a anulação do gol de Gilberto diante do o Avaí, por impedimento mal marcado de Jhon Clay.

Reação a curto e médio prazo, até o final do turno, é o objetivo. Serão quatro jogos contra os grandes paulistas, Grêmio fora de casa, um clássico contra o Fluminense e dois adversários teoricamente mais fáceis em casa: Coritiba e Joinville. Espera-se muita melhora ofensiva do time para encarar os desafios e uma compactação da equipe, a fim de impor seu ritmo em campo, independentemente do poderio encontrado nos seus próximos oponentes.

Quanto aos torce contra, deixemos que sofram com as vitórias do Vasco. Como o destino do clube é vencer mais que perder, o sofrimento será um sentimento que não poderá parar, conforme o clube vá se recuperando na competição.

Sérgio Frias