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Veja a íntegra da entrevista coletiva de Eurico Miranda

O presidente Eurico Miranda concedeu entrevista coletiva na sala de imprensa do Estádio de São Januário na tarde desta segunda-feira (06/04), para falar sobre as declarações do técnico Vanderlei Luxemburgo, do Flamengo, e também do atacante Fred e do vice-presidente de futebol Mario Bittencourt, ambos do Fluminense. O mandatário ressaltou a sua defesa em relação ao Campeonato Carioca e repudiou todas as declarações recentes dadas de que o Vasco teria algum suposto benefício na competição. Confira os temas abordados:

Assembleia Geral

“A mídia está conduzindo as coisas de maneira errada do que efetivamente acontecem. Como já disse em outras oportunidades, já como presidente do Vasco, participei de uma Assembleia Geral da Federação e uma das figuras que eu me lembro que estavam lá era o Michel Assef Pai, representando o Flamengo. Tinha os representantes de todos os outros clubes também. Tudo que foi decidido para o campeonato foi previamente discutido e acordado por unanimidade”

Número de inscrições dos jogadores no Carioca e time misto

“A Federação recebeu um comunidado do Globo, que patrocina o campeonato, com a emissora informando que poderia valer as cláusulas contratuais, caso os clubes se apresentassem com times mistos ou reservas. A partir dai, tínhamos que limitar o número de inscrições dos atletas em 28: 25 e os três goleiros. Foi discutido a seguir quantos jogadores amadores poderiam ser inscritos. E esse número foi aprovado com unanimidade que seriam cinco jogadores amadores no máximo que poderiam estar jogando, isso dentro dos 25. E tendo a possibilidade de ter substituição de até três jogadores nessa lista. Isso tudo foi discutido e votado por unanimidade. Não foi o Arbitral, foi a Assembleia Geral que decidiu, inclusive com posicionamento favorável de todos os clubes”

Declarações de Luxemburgo

“Inadvertidamente ou propositalmente, o treinador do Flamengo, diante da omissão ou conivência de seus dirigentes, se manifestou em relação a algo que tinha sido aprovado pelo próprio clube, terminando dizendo que deveria ser dado ‘porrada na Federação’. Evidentemente que a mídia, em especial a Rede Globo, deu origem a isso através dos seus comentaristas. Começaram a dizer que é um absurdo limitar o numero dos jogadores e de inscrições, o que levou a mídia de uma maneira geral achar que isso era coisa para perseguir A ou B. Ao se manifestar dessa forma, ele foi punido como deveria ser pelo Tribunal da Federação. O treinador quer dar uma de conhecedor da lei, mas esqueceu que temos órgãos legitimados que podem punir”

Manifestações sobre competições

“Em nenhum lugar do mundo, profissionais falam mal da competição que se disputa. Se falam são devidamente punidos. O direito de ir e vir não quer dizer que você possa ir e vir para qualquer lugar. Se por determinação de algum órgão, você está proibido de fazer algo, tem que obedecer. Liberdade de expressão existe até o momento que você fere o outro. Caso você fale demais, tem de sofrer as consequências. Se não tivesse acontecido a omissão dos dirigentes do Flamengo e também do Fluminense, não teriam feito essas declarações irresponsáveis”

Declarações de Fred e Mario Bittencourt

“O Fred disse que o Campeonato tinha que acabar. É claro que para ele isso pode acontecer, já que ele ganha mais que todas as três mil pessoas juntas que trabalharam na competição. O dele está assegurado. Respaldado pelo seu vice-presidente, que é outro irresponsável e que ainda não saiu dos cueiros, ele falou isso. O Mario Bittencourt disse que ‘existem clubes que têm um pênalti a cada jogo’. Esse rapaz é um irresponsável quando afirma isso. Se ele tivesse que defender o seu clube, teria reclamado do seu jogador ter sido expulso aos 30 minutos num jogo decisivo. E mais: O que o Vasco tem a ver com o que acontece em outro jogo? Ele deveria reclamar é do Flamengo, que foi beneficiado. Por que não insurgiram contra isso?”

Erros no Campeonato

“Ninguém cita o que teve aqui (em São Januário) no jogo contra o Barra Mansa. Ninguém cita que o Flamengo no jogo contra o Madureira teve um gol duvidoso. Querem dizer deliberadamente que o Vasco é beneficiado. Eu defendo o Campeonato Carioca e sempre defendi pelo que ele representa”

Rubens Lopes

“Esse negócio de que o presidente da Federação estava no meu gabinete e associarem isso a um suposto beneficiamento não existe. Esse tipo de pressão eu conheço lá de trás. Eu quero deixar clara a posição do Vasco de repudio a essa situação toda e de mostrar que a opinião pública precisa ser efetivamente esclarecida”

Pênaltis contra o Friburguense

“Na minha opinião, todos os três pênaltis aconteceram. Mas alguns comentaristas querem sempre tumultuar . Cada um quer dar a sua opinião. Todos os pênaltis que eu vi aconteceram. Não quero saber se foram nos descontos ou no final. Se realmente aconteceram, precisam ser marcados. Isso é de jogo. Não quer dizer que seja benefício”

Liga Independente

“‘Tem um ditado português que diz que ‘tem umas coisas que são mais velhas que a Sede Braga’, que é uma das igrejas mais antigas de Portugal. Essa questão de criação de liga não é de hoje. Isso é lá de trás. Todos sabem a motivação disso: Tumultuar. É impossível a criação de uma liga como eles querem. Existe uma hierarquia. A Fifa está acima de tudo isso, através de suas federações e confederações. Isso tem uma ordem. Se amanhã a Confederação concordar com isso, pode até ter. Se um dia a Federação do Rio apoiar, ok. Isso tudo é para justificar a incompetência em termos de gestão”

Peter Siemsen

“Esse é outro irresponsável. Está no nível de seus subordinados. A partir do momento que ele permite que os seus subordinados se manifestem desse jeito, já demonstra a sua irresponsabilidade e o que é mais grave, que é a sua omissão”

Vasco respeitado

“Durante um período negro da história do Vasco, eles não precisavam se preocupar. Achavam que o Vasco não chegaria a lugar nenhum. Quando eu reassumi o Vasco, eu disse que o respeito ia voltar, interno e externo. Não tenho dúvida que o respeito voltou e agora o temor também. É isso que está levando eles falarem desse jeito”

Protesto no Maracanã

“Só digo o seguinte: Você não verá isso em um jogador do Vasco. Os jogadores não são culpados, pelo contrário. O que os jogadores têm a ver com isso? Agora se omitir e jogar essa responsabilidade para os jogadores ou para o treinador, isso é omissão de dirigente, que na verdade acha que deveria ser assim. Isso é devidamente orquestrado”

Fonte: Site oficial do Vasco

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Convicções

Outro dia li uma reportagem na qual o presidente do Vasco, Eurico Miranda, diz que passados tantos anos ele menos, pouco ou nada se importa com aquilo que os outros vão achar de suas atitudes A ou B, em ele próprio tendo o entendimento quanto à correção delas.

Bem mais novo, ainda com pouca vivência prática neste ambiente (não por opção porque medo não tenho nenhum de enfrentar aquilo que vejo notoriamente contrário aos interesses do Vasco por oponentes do clube disfarçados em neutros) vou aqui nadar minhas tranquilas braçadas para falar do jogo de hoje e do campeonato até aqui, como já falei do comportamento da torcida do Vasco aquém do esperado no jogo contra o Flamengo (a parte organizado de comando dela) e que será fatal, se repetido, caso haja uma disputa entre os dois clubes na final do Campeonato Carioca de 2015, a não ser que o time seja infinitamente superior ao adversário nos dois confrontos.

Inicialmente é bom dizer que se o Vasco atuar da forma como jogou hoje contra o Friburguense corre sério risco de nem ganhar do Volta Redonda, portanto é hora de o treinador contar com o que tem de melhor, preocupando-se em ouvir de quem é competente para tal, quais são as condições físicas dos candidatos a atuar, para escalar o time, não simplesmente ignorando-as em detrimento de técnica mais apurada de um ou outro atleta, ou mesmo de alguma planificação tática teórica.

Da mesma forma, se passar pelo Volta Redonda e jogar contra o Botafogo da forma burocrática como atuou no segundo tempo da partida passada diante dos alvinegros periga nem chegar à final.

Antes do jogo de hoje, um preâmbulo curioso.

O que desequilibrou a partida Vasco x Bonsucesso para boa parte da mídia? A arbitragem. O Vasco ganhou com um pênalti duvidoso no final da partida. Perdeu vários gols, chutou uma bola na trave minutos antes de marcar e manteve domínio absoluto da partida.

O que desequilibrou a partida Vasco x Barra Mansa, válido pela quinta rodada deste certame? O gol mal anulado assinalado por Marcinho aos 46 do segundo tempo? Não. O Vasco não venceu porque jogou muito mal, não é?

Para a história do estadual 2015 ficou que o Vasco atuou muito mal contra o Barra Mansa e não mereceu vencer, enquanto só derrotou o Bonsucesso graças à arbitragem, independentemente de qualquer merecimento.

O formidável nisso tudo é o fato de o Vasco se danar nos dois casos, pela forma como tudo é simplificadamente exposto. O incrível nisso é a facilidade como que o torcedor vascaíno compra esse discurso, tal qual freguês de caderno global.

Enquanto isso…

O Flamengo afirma ser o campeonato uma vergonha, já que a FFERJ e o Vasco estão unidos para favorecer o seu único rival, de fato, no estado. Enquanto isso, nas quatro linhas…

O rubro-negro joga muito mal contra o Madureira, mas tem marcado a seu favor um gol no qual a bola não entra.

Atua pessimamente contra o Volta Redonda no Maracanã, mas tem um gol em impedimento dado a seu favor aos 40 minutos da etapa final.

Na semana do jogo contra o Vasco afirma categoricamente que teme a marcação de um pênalti contra si e no final das contas tem um assinalado a seu favor (que houve).

Dias depois enfrenta o Bangu (time do presidente da FFERJ) e os alvirrubros têm invalidado pela arbitragem um gol legítimo a seu favor.

E na penúltima rodada do campeonato, após realizarem um protesto patético em campo, são novamente beneficiados pela arbitragem com uma expulsão injusta do principal artilheiro adversário, atuando por mais de um tempo com um homem a mais em campo.

Prejuízos ao rubro-negro? Sim. O Vasco existir e ter voz não deixando com que mandem ou desmandem sem qualquer oposição a suas ações.

Cheguei a ouvir – e duvido muito da veracidade disso – que teria sido ofertado para compra a seus sócios-torcedores estudantes ingressos na decisão do ano passado, tendo estes o direito de adquiri-los pagando meia da meia entrada, enquanto os do Vasco não possuíam a mesma benesse. Não pode ser verdade, como também certamente não é uma suposta primazia dada por sua direção no último Vasco x Flamengo ingresso de meia entrada aos associados do clube da Gávea, embora alguns rumores tenham feito com que o Vasco intervisse para garantir o contrário, porque agora tem voz na Federação capaz de inibir possíveis malandragens.

Mas as exóticas arbitragens dos jogos onde o time do sistema atua, ainda não foram devidamente questionadas porque enquanto a mídia abafa, os adversários do mais queridinho vão tapar a boquinha juntos ou se preocupam mais em desfazer do próprio time na competição.

Agora sim. Vasco x Friburguense.

O segundo gol do Friburguense ocorreu em lance de falta clara cometida pelo atleta número 2, Sérgio Gomes, sobre Lucas e isto é nítido, olhando-se as quatro câmeras de transmissão do jogo, desde que a bola sai do escanteio. Não é possível que ninguém tenha contestado o fato de o atleta do Vasco ter cabeceado para dentro de seu próprio gol, sem observarem o porquê disso. Não teria sido desequilibrado no lance? É ruim de cabeça e doente do pé?

O quarto gol do Friburguense foi marcado em completo impedimento, no último lance do primeiro tempo de jogo.

Os três pênaltis marcados contra o Friburguense ocorreram de fato e o Vasco desperdiçou o último deles.

O quinto gol do Friburguense não aconteceu por falha do atleta do Vasco que, diante do perigo, com um adversário próximo a si, tentou rebater a bola e encontrou o pé de outro jogador adversário no caminho e as redes no bate-rebate. Mas Serginho atuou mal? Sim, sem dúvida. Neste lance, entretanto, lhe faltou sorte, por extensão ao Vasco, e esta sobrou ao adversário.

E o placar final foi 5 x 4 Friburguense com dois gols ilegais e um pênalti perdido pelo Vasco no último lance do jogo (que não teve acréscimos, diferentemente do ocorrido em todos os outros 13 jogos do Vasco na competição até aqui).

Mas o que veremos amanhã? Prejuízo ao Vasco e favorecimento ao Flamengo por conta da arbitragem? De forma alguma. Muito pelo contrário, afinal foram três pênaltis a favor do Vasco e isso justifica tudo. Justifica sofrer dois gols ilegais, por exemplo. Já no Fla x Flu o destaque será o cala-boca do Flamengo no Flu, mais propriamente a Fred, boquirroto após ter sido injustamente expulso, cerca de meia hora depois da mudez geral pelo bem da família Fla x Flu.

E o torcedor do Vasco ao ler isso? Inicialmente usará um discurso clichê. Nada justifica tomar cinco gols do Friburguense (nem a arbitragem). O quinto gol do Vasco foi falha sim do Serginho, embora se fosse a favor do Vasco nós diríamos ser sorte, porque o vascaíno precisa se justificar perante uma realidade midiática que o oprime.

Se ele, torcedor cruzmaltino, for às ruas amanhã ignorando ter o time atuado bem ou mal, mas simplesmente defendendo seu clube diante do prejuízo sofrido pela arbitragem e reagindo diante do mudo/cínico/falastrão rubro-negro estará saindo fora do script que lhe cabe para quem o domina.

Desculpem-me todos, mas eu passei e muito dessa fase como torcedor do Vasco. Como disse, lá no início do texto, não preciso chegar aos 70 para pouco me importar em ser popular ou impopular em minhas visões e atitudes se ajo convicto e embasado quando as exponho, mesmo porque quem fez 70 e enfatizou tal conclusão, demonstrou para mim durante anos a fio – com atitudes normalmente distorcidas pelos adversários – ser praticamente impossível agradar aos que comandam o circo do futebol brasileiro, quando não se quer protagonizar o papel de mero coadjuvante determinado pelos donos do espetáculo.

Sérgio Frias

Vasco perde pro Friburguense fora de casa pelo Estadual

Em jogo eletrizante, Friburguense vence o Vasco em Nova Friburgo
Em partida de nove gols, Gilberto (2) e Lucas (2) marcaram para os vascaínos

Em jogo eletrizante pela 14º rodada do Campeonato Carioca, o Friburguense vence o Vasco por 5 a 4, no Estádio Eduardo Guinle, em Nova Friburgo. O resultado salvou o Frizão do rebaixamento e deixa o Gigante da Colina a um ponto de se classificar para as semifinais do campeonato. Os gols vascaínos foram marcados por Gilberto (2) e Lucas (2). O próximo confronto da equipe será contra o Volta Redonda, na quarta-feira (08/04), às 22h, em São Januário.

O Jogo

Os torcedores que foram ao Estádio Eduardo Guinle neste domingo (05/04) acompanharam uma partida de altos e baixos, com muitos gols das duas equipes. Precisando da vitória para se classificar, quem começou pressionando foi o Gigante da Colina, que não demorou muito para abrir o placar.

Aos 19 minutos, Pierre derruba Julio dos Santos dentro da área e o árbitro marca pênalti. Com categoria e muita calma, Gilberto bate no canto direito do goleiro e abre o marcador. Friburguense 0x1 Vasco. O time de Nova Friburgou não demorou a responder. Aos 25, uma verdadeira blitz do Frizão. Após um bate e rebate dentro da grande área, a bola sobra para Jorge Luiz, que solta a bomba e empata a partida. Friburguense 1×1 Vasco.

Após saída de Rodrigo, Anderson Salles se tornou a dupla de Luan na zaga. Mas aos 28, mais um cruzamento na área do Vasco, e Lucas acaba tocando contra para o gol. Virada do Friburguense: 2×1. Percebendo a dificuldade da equipe, o técnico Doriva promoveu mais uma mexida. Colocou Yago no lugar de Jhon Cley para dar mais velocidade ao time. Mas o adversário continuou bem e ampliou aos 39. Sérgio Gomes sobe na área, e de cabeça, marca o terceiro. Friburguense 3×1 Vasco.

O camisa 6, que entrou no Vasco, logo começou a complicar a vida do Friburguense. Aos 41, Yago faz grande jogada na área e chuta na direção do gol e Cadão coloca a mão na bola. O árbitro assinala novamente pênalti para os cruzmaltinos. Na cobrança, Gilberto bate no mesmo canto e marca o seu sétimo gol pelo Gigante da Colina na temporada. Friburguense 3×2 Vasco.

Antes do fim do primeiro tempo, o time de Nova Friburgo se aproveitou de um erro defensivo do Vasco. Em posição duvidosa, Jorge Luiz recebe cara a cara com Martín Silva e não perde! Friburguense 4×2 Vasco.

Vasco não se recupera e sofre sua segunda derrota no Carioca

O segundo tempo não foi bom para os vascaínos.Apesar de maior posse de bola, o domínio não foi convertido em gols suficientes para evitar a derrota.

Aos 8 minutos, Lucas até que tentou uma reação para o Vasco. Após cobrança de falta de Bernardo, o volante sobe mais que todo mundo e diminui. Friburguense 4×3 Vasco.

O técnico Doriva colocou Matheus Índio no lugar do camisa número 11, mas o time pecou novamente aos 31. Serginho tenta afastar o perigo da área vacsaína, mas ao chutar a bola em Felipe, a mesma vai em direção ao gol de Martín Silva, que não consegue defender. Friburguense 5×3 Vasco.

Se por um lado, a noite não foi para o Vasco, por outro, um dos destaques do time foi Lucas, que marcou o seu segundo gol no jogo aos 40 minutos, após bate e rebate na área. Pressionando muito com Yago e Matheus Índio, o clube de São Januário tentou de todas as maneiras empatar a partida. Até que o camisa 6 consegue mais uma boa jogada pela direita e tenta tocar para Luan. O defensor do Friburguense coloca a mão na bola e o árbitro marca o terceiro pênalti a favor dos vascaínos. Porém, na cobrança, Gilberto não teve o mesmo sucesso e viu Marcos defender e garantir a vitória do Frizão, que os salvou do rebaixamento no Campeonato Carioca. Final: Friburguense 5×4 Vasco.

FICHA TÉCNICA – FRIBURGUENSE 5X4 VASCO DA GAMA
Local: Estádio Eduardo Guinle, Nova Friburgo
Data: 05 de abril de 2015
Horário: 18h30
Árbitro: Leonardo Garcia Cavaleiro
Assistentes: Luiz Cláudio Regazone e Daniel do Espírito Santo Parro
Cartões amarelos: Cadão e João Victor (Friburguense) / Christianno, Julio dos Santos e Gilberto (Vasco)
Gols: Gilberto (20’/1ºT e 42’/1º ) e Lucas (08’/2ºT e 40’/2ºT) / Jorge Luiz (25’/1ºT e 46’/1ºT), Lucas (Contra-28’/1ºT), Sérgio Gomes (39’/1ºT) e Felipe (31’/2ºT)
Friburguense: Marcos, Sergio Gomes (Damião), Cadão, Pierre e Flavinho; Bidu, João Victor (Felipe), Léo (Zé Victor) e Jorge Luiz; Jefferson e Caíque. Técnico.
VASCO: Martín Silva, Madson, Luan, Rodrigo (Anderson Salles), Christiano; Serginho, Lucas, Julio dos Santos e Jhon Cley (Yago); Bernardo (Matheus Índio e Gilberto. Técnico: Doriva.

Texto: Matheus Alves

Fonte: Site Oficial do Vasco

Eurico é um dos principais articuladores pela volta do mata-mata ao Brasileiro

Apesar de a direção da CBF afirmar que a decisão será dos clubes, o presidente eleito, Marco Polo Del Nero, colocou Rogério Caboclo, diretor financeiro que é o seu braço direito na entidade, como coordenador do grupo de trabalho que analisará a volta do mata-mata como sistema de disputa do Campeonato Brasileiro. Caboclo chefiará a comissão que tem como membros presidentes de nove equipes da Série A.

Os escolhidos. O grupo que começou a trabalhar dia 19 de março é formado pelos presidentes de Atlético-MG, Atlético-PR, Flamengo, Vasco, Coritiba, Grêmio, Santos, Corinthians e Sport.

Vantagem. A maioria dos presidentes do grupo de trabalho, cinco, defende a volta do mata-mata. Os dois principais articuladores da mudança, o gremista Romildo Bolzan e o vascaíno Eurico Miranda, são membros. Dos nove, Atlético-PR é contra e três (Flamengo, Sport e Coritiba) são neutros.

Fonte: Coluna Painel FC – Folha de S. Paulo

Declaração do presidente da Guaraviton sobre o Vasco

“Já joguei no Vasco, minha infância foi aqui no Vasco, tinha uma história social, um clube maravihoso. Estamos juntos novamente – disse o presidente da Guaraviton, Neville Proa, que afagou Eurico e disse que o Vasco “é dos quatro do Rio o clube com maior visibilidade no Brasil inteiro.” – É impressionante, isso eu digo de cadeira, da força do futebol carioca. No Nordeste, na parte central do país. Falei com o presidente, vou trazer ótimas oportunidades aqui para o Vasco. Tenho certeza que essa parceria vai dar muito certo.”

Fonte: GloboEsporte.com – Exceto o título
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Comentário do Casaca!

Pano rápido para os adversários.

CONFRATERNIZAÇÃO PELOS 15 ANOS DO CASACA!

O Casaca! comemora seus 15 anos neste sábado, 04 de abril, e convida você vascaíno, você vascaína a comparecer em nossa festa.

Nestes 15 anos de muitas lutas e conquistas agregamos torcedores do nosso clube à nossa causa, fizemos amigos, trouxemos famílias inteiras para o nosso convívio e as confraternizações do Casaca! marcaram momentos de muita alegria e congraçamento entre vascaínos focados no engrandecimento institucional da nossa paixão: o Club de Regatas Vasco da Gama.

Que tenhamos mais uma vez a oportunidade de abraçar os amigos que nos acompanham e que fizeram, fazem, junto conosco, o Casaca! crescer e ampliar uma concepção de Vasco, invejada pelos adversários e orgulhosamente desenvolvida por todos nós há 15 anos.

Abaixo mais detalhes do evento:

Local: Sede Náutica do Calabouço

Endereço: Rua Jardel Jercolis, s/nº – Centro

Cardápio

Entrada (Incluída no preço)
Bolinho de Bacalhau
Bolinha de Queijo
Coxinha de Frango
Quibe

Principal (Incluído no preço)
Salada
Strogonoff de Carne
Arroz Branco
Batata Palha
Penne aos Quatro Queijos

Sobremesa (Incluída no preço)
Bolo

Bebidas (Incluídas no preço)
Cerveja
Refrigerantes (Normal e Zero) – Coca, Guaraná
Sucos (Laranja e outro à escolha do Buffet)
Água Mineral Gasosa e sem Gás

Preço:
Adultos e crianças a partir de 11 anos – R$50,00
Crianças entre 9 e 10 anos – R$15,00
Crianças até 8 anos – Gratuito

Horário do serviço de Buffet:
12:15 às 15:15 hs.

O Buffet fica responsável por cobrança do valor a ser pago pelo público presente ao evento, pela feitura do Buffet, por servir bebidas e salgadinhos através de garçons (o almoço será no estilo “americano”).

Não haverá qualquer tipo de cobrança extra por garçons e outros funcionários do buffet.

Cobrança:
Na entrada do evento (não é na entrada do clube e sim na entrada do evento)

Haverá também o tradicional sorteio de brindes para os presentes ao evento.

Equipe Casaca!

Vasco vence Rio Branco no Acre em jogo de ida pela Copa do Brasil

Vasco vence o Rio Branco e garante vantagem para o jogo de volta
Thalles e Douglas Silva anotaram os gols cruzmantinos

Depois de a partida ter sido adiada devido à cheia que atingiu a região acriana, Vasco e Rio Branco se enfrentaram na noite desta quarta-feira (01/04), pela primeira fase da Copa do Brasil. De volta ao Acre depois de 27 anos, Thalles e Douglas Silva marcaram os gols da vitória vascaína por 2 a 1, com Kinho descontando. Com o resultado, o Gigante da Colina mantém a escrita de nunca ter perdido em jogos de estreia da competição.

O JOGO

Contando com o apoio da torcida, que lotou a Arena da Floresta, não demorou para o Vasco abrir o placar. O relógio mostrava pouco mais de um minuto quando Bernardo tocou para Thalles chutar forte e inaugurar o marcador. VASCO 1 a 0.

O jogo seguiu agitado, com o Vasco dominando a partida. O Cruzmaltino voltou a assustar aos 19 minutos, com finalização de Yago passando muito perto do travessão. Apesar de ter o controle nas ações, o Vasco parava na defesa adversária. Aos 44 minutos, o segundo gol. Bernardo cobrou escanteio pela direita, Douglas Silva subiu mais que a zaga e cabeceou para o fundo da rede. VASCO 2 a 0.

Na volta para o segundo tempo, a primeira chance vascaína veio aos 7 minutos, com Nei arriscando de fora da área, levando perigo ao goleiro. Logo depois, aos 8, o zagueiro do Rio Branco cabeceou contra a própria meta, obrigando Filipe a fazer uma grande defesa. Por pouco não saiu o terceiro gol cruzmaltino.

O Rio Branco marcava com os onze jogadores no campo defensivo e dificultava as jogadas de ataque vascaíno. Aos 35 minutos, boa jogada da equipe acriana. Kinho recebeu lançamento e chutou no canto, diminuindo o placar. VASCO 2 a 1. Apesar de impor velocidade e voltar ao domínio da partida, o Vasco não conseguiu alterar o resultado.

Por não conseguir vencer por dois gols de diferença, o Vasco enfrentará o Rio Branco novamente, dessa vez no Estádio de São Januário. O segundo confronto será disputado no próximo dia 15 de abril. Para avançar de fase, o Gigante da Colina precisa apenas de um empate. Uma derrota por 1 a 0 também classifica o time vascaíno.

FICHA TÉCNICA – RIO BRANCO 1 X 2 VASCO

Local: Arena da Floresta, Rio Branco (AC)
Data: 01 de abril de 2015
Horário: 19h30
Árbitro: Rodrigo Batista Raposo (DF)
Assistentes: Arnildo Lino dos Santos (RO) e Luciano Benevides de Sousa (DF)
Cartões amarelos: Victor Bolt, Nei, Bernardo (Vasco); Kinho, Léo, Joel (Rio Branco)
Gols: Thalles (1’/1ºT – Vasco); Douglas Silva (44’/1ºT – Vasco); Kinho (35’/2ºT – Rio Branco)
VASCO: Martín Silva, Nei, Douglas Silva, Anderson Salles e Lorran; Guiñazu, Victor Bolt, Bernardo (Mosquito) e Matheus Índio (Montoya); Yago e Thalles (Romarinho). Técnico: Doriva.
Rio Branco: Filipe, Bruno (Tonho Cabañas), Tyrone, Victor Hugo e Tiaguinho (Léo); Kinho, Joel, Marquinhos e Jeferson (Lukinhas); Evandro Russo e William. Técnico: Zezito

Texto: Fernanda Maia

Álvaro Miranda rebate Fluminense e nega aliciamento: 'Paulo Vitor está querendo jogar no Vasco'

Nos bastidores, depois de notificar a Ferj e a CBF pelo sumiço do jogador do infantil Paulo Vitor, o Fluminense acusa o Vasco de aliciamento do jogador. O atacante de 15 anos, que foi campeão estadual infantil pelo tricolor no ano passado, chegou ao Vasco em 2007 e está há um ano e meio treinando em Xerém, na estrutura do rival carioca. Em São Januário, a diretoria da base vascaína trata do assunto sem medo e já prepara um documento para rebater qualquer denúncia tricolor. Representante das divisões inferiores do Vasco, Álvaro Miranda cita investimentos de mais de R$ 70 mil do clube na formação de Paulo Vitor e diz que foi procurado pela jovem revelação, não o contrário.

O lema da volta do respeito, presente em frases do presidente do Vasco, está também no discurso de Álvaro, filho mais novo do mandatário. Aos 36 anos, ex-jogador de basquete – estava no grupo vitorioso comandado por Hélio Rubens no fim anos 1990 -, e técnico de futebol com experiência na base do Vasco e em times profissionais do Olaria e do Duque de Caxias, ele tem o cargo de manager das categorias de base e garante uma postura bem diferente da gestão anterior, que, de longe, via como “boazinha” demais.

– O Vasco tinha uma linha e nós temos outra. O Vasco ficou muito desvalorizado, ninguém respeitava… O principal é que nós temos uma pessoa que representa o clube, que é o presidente. Não vão mexer como mexiam. Faço a mesma coisa aqui (na base). Não faço sacanagem, não alicio jogador. Se um jogador quiser vir para o clube… O Vasco está aberto. Os outros clubes fazem a mesma coisa – afirma Álvaro, em entrevista no Centro de Memória do clube.

As reticências na parte final da fala são referência direta ao caso Paulo Vitor. O garoto ainda não treina com o grupo do infantil, mas a briga com o Fluminense parece apenas no começo. Álvaro lembra os jogadores que o Vasco perdeu no tempo em que seu pai deixou a presidência. Cita os casos do meia Muralha, que foi para o Flamengo por diferença pequena de valores, e dos tricolores Marlon e do atacante Kennedy – conta que o atual atacante tricolor demonstrava tanta insatisfação com a troca de comando que chegava a gritar “Eurico” quando Dinamite entrava na sala do Colégio Vasco da Gama, que completa 15 anos em 2015.

– Quem trouxe o Paulo Vitor foi a gente (Vasco). Ele chegou em 2007. Está há um ano e meio no Fluminense, mas foram cinco anos aqui no Vasco. Quem tem direito de formador? Como o Fluminense vai pleitear isso? O menino me procurou e quer vir para o Vasco. Ele não quer ficar no Fluminense. Não tem essa, o Vasco não dá dinheiro para o jogador. Ele foi lá (no Flu) três vezes e não resolveram. “Ah, pediu R$ 1 milhão.” Não sei. Ele já notificou o Fluminense e hoje não tem nenhum documento de vínculo com o clube. Ele tem um contrato de formação, mas esse contrato não é chancelado na federação. Ele está livre, quer vir, e o Vasco está aberto – explica e argumenta ao mesmo tempo Álvaro.

Questionado se o Vasco não pode sofrer punição igual a do Atlético-PR no caso Mosquito, hoje de volta ao clube – em 2013, os paranaenses foram afastados de competições de base até pagarem por tirar o atacante de São Januário -, Álvaro diz que são casos distintos.

– O Mosquito, sim, foi aliciado e foi até inscrito no Macaé antes para depois ser repassado ao Atlético-PR. Paulo Vitor está querendo jogar no Vasco. Vamos esperar ele resolver a situação dele – diz Álvaro, que contesta e diz não reconhecer o código de ética assinado em 2013. No documento, assinado por representantes da base dos clubes, havia compromisso de não aliciar jogadores e estabelecimento de sanções após análises mais rigorosas de casos.

– Essa questão de ética tem dois pesos e duas medidas. Para uns servem, para outros, não. Tenho conversado com pessoas do Flamengo e do Botafogo. Como que um funcionário do clube pode assinar um documento? Só quem pode (assinar) é o presidente ou alguém que ele coloque para assinar. Tinha um documento assinado pelo Humberto (Rocha, ex-gerente da base), mas o presidente não reconhece. O Vasco não quer brigar, mas queremos as coisas mais esclarecidas – explicou.

“Para escalar, tem que me falar”

Em pouco mais de um mês, o Vasco deve inaugurar, com pompa, a nova Pousada do Almirante, um “hotel cinco estrelas” para abrigar 48 atletas, como descrevem membros da nova diretoria. O clube também reforma outro alojamento e refeitório para os garotos. Para Álvaro, as mudanças atraem jogadores para o Vasco, que ainda tenta o certificado de clube formado, documento que, no Rio, somente o Nova Iguaçu possui.

Antes de citar o caso Paulo Vitor, Álvaro comentou que recebe ligações e mensagens de vários garotos que conheceu no clube que desejam retornar ao Vasco. Foi assim com Matheus Índio, que parou o carro e lhe chamou quando dava aula de personal trainer na praia, e é desta maneira, com aproximação e “olho no olho” à frente dos interesses econômicos que medem as relações no futebol, que ele pretende repetir o procedimento com outros.

Manager da base, Álvaro viaja para Goiânia para acompanhar torneio de garotos sub-11 e promete investimentos na captação de jovens talentos. Recentemente, o Vasco contratou dois meninos para o futsal. Ele lembra que descobriu Talisca, hoje no Benfica e na seleção olímpica, Thalles e outros jovens promissores indo assistir torneios de futebol amador. Na última passagem do pai pela presidência, ele chegou a ser técnico do pré-mirim, mirim e auxiliar do juvenil. Hoje, responsável pela base ao lado de Isaías Tinoco e Nilson Gonçalves, ele diz que ainda tem impulsos de treinador, misturados ao cargo de gestor. E revela, no estilo do pai, que tem que saber das escalações previamente:

– Para escalar (o time) tem que me falar, eu tenho que saber. Aqui nós somos bombeiros. O jogador que não joga fica p…. Toda hora é problema. Então eles (treinadores) precisam me passar. Por isso, vou aos treinos e posso rebater quando o jogador diz que está bem e fala que estão sacaneando, que é coisa de empresário. Eles não têm autocritica. Aí eu falo que é mentira – conta Álvaro.

Fonte: GloboEsporte.com

Álvaro Miranda rebate Fluminense e nega aliciamento: ‘Paulo Vitor está querendo jogar no Vasco’

Nos bastidores, depois de notificar a Ferj e a CBF pelo sumiço do jogador do infantil Paulo Vitor, o Fluminense acusa o Vasco de aliciamento do jogador. O atacante de 15 anos, que foi campeão estadual infantil pelo tricolor no ano passado, chegou ao Vasco em 2007 e está há um ano e meio treinando em Xerém, na estrutura do rival carioca. Em São Januário, a diretoria da base vascaína trata do assunto sem medo e já prepara um documento para rebater qualquer denúncia tricolor. Representante das divisões inferiores do Vasco, Álvaro Miranda cita investimentos de mais de R$ 70 mil do clube na formação de Paulo Vitor e diz que foi procurado pela jovem revelação, não o contrário.

O lema da volta do respeito, presente em frases do presidente do Vasco, está também no discurso de Álvaro, filho mais novo do mandatário. Aos 36 anos, ex-jogador de basquete – estava no grupo vitorioso comandado por Hélio Rubens no fim anos 1990 -, e técnico de futebol com experiência na base do Vasco e em times profissionais do Olaria e do Duque de Caxias, ele tem o cargo de manager das categorias de base e garante uma postura bem diferente da gestão anterior, que, de longe, via como “boazinha” demais.

– O Vasco tinha uma linha e nós temos outra. O Vasco ficou muito desvalorizado, ninguém respeitava… O principal é que nós temos uma pessoa que representa o clube, que é o presidente. Não vão mexer como mexiam. Faço a mesma coisa aqui (na base). Não faço sacanagem, não alicio jogador. Se um jogador quiser vir para o clube… O Vasco está aberto. Os outros clubes fazem a mesma coisa – afirma Álvaro, em entrevista no Centro de Memória do clube.

As reticências na parte final da fala são referência direta ao caso Paulo Vitor. O garoto ainda não treina com o grupo do infantil, mas a briga com o Fluminense parece apenas no começo. Álvaro lembra os jogadores que o Vasco perdeu no tempo em que seu pai deixou a presidência. Cita os casos do meia Muralha, que foi para o Flamengo por diferença pequena de valores, e dos tricolores Marlon e do atacante Kennedy – conta que o atual atacante tricolor demonstrava tanta insatisfação com a troca de comando que chegava a gritar “Eurico” quando Dinamite entrava na sala do Colégio Vasco da Gama, que completa 15 anos em 2015.

– Quem trouxe o Paulo Vitor foi a gente (Vasco). Ele chegou em 2007. Está há um ano e meio no Fluminense, mas foram cinco anos aqui no Vasco. Quem tem direito de formador? Como o Fluminense vai pleitear isso? O menino me procurou e quer vir para o Vasco. Ele não quer ficar no Fluminense. Não tem essa, o Vasco não dá dinheiro para o jogador. Ele foi lá (no Flu) três vezes e não resolveram. “Ah, pediu R$ 1 milhão.” Não sei. Ele já notificou o Fluminense e hoje não tem nenhum documento de vínculo com o clube. Ele tem um contrato de formação, mas esse contrato não é chancelado na federação. Ele está livre, quer vir, e o Vasco está aberto – explica e argumenta ao mesmo tempo Álvaro.

Questionado se o Vasco não pode sofrer punição igual a do Atlético-PR no caso Mosquito, hoje de volta ao clube – em 2013, os paranaenses foram afastados de competições de base até pagarem por tirar o atacante de São Januário -, Álvaro diz que são casos distintos.

– O Mosquito, sim, foi aliciado e foi até inscrito no Macaé antes para depois ser repassado ao Atlético-PR. Paulo Vitor está querendo jogar no Vasco. Vamos esperar ele resolver a situação dele – diz Álvaro, que contesta e diz não reconhecer o código de ética assinado em 2013. No documento, assinado por representantes da base dos clubes, havia compromisso de não aliciar jogadores e estabelecimento de sanções após análises mais rigorosas de casos.

– Essa questão de ética tem dois pesos e duas medidas. Para uns servem, para outros, não. Tenho conversado com pessoas do Flamengo e do Botafogo. Como que um funcionário do clube pode assinar um documento? Só quem pode (assinar) é o presidente ou alguém que ele coloque para assinar. Tinha um documento assinado pelo Humberto (Rocha, ex-gerente da base), mas o presidente não reconhece. O Vasco não quer brigar, mas queremos as coisas mais esclarecidas – explicou.

“Para escalar, tem que me falar”

Em pouco mais de um mês, o Vasco deve inaugurar, com pompa, a nova Pousada do Almirante, um “hotel cinco estrelas” para abrigar 48 atletas, como descrevem membros da nova diretoria. O clube também reforma outro alojamento e refeitório para os garotos. Para Álvaro, as mudanças atraem jogadores para o Vasco, que ainda tenta o certificado de clube formado, documento que, no Rio, somente o Nova Iguaçu possui.

Antes de citar o caso Paulo Vitor, Álvaro comentou que recebe ligações e mensagens de vários garotos que conheceu no clube que desejam retornar ao Vasco. Foi assim com Matheus Índio, que parou o carro e lhe chamou quando dava aula de personal trainer na praia, e é desta maneira, com aproximação e “olho no olho” à frente dos interesses econômicos que medem as relações no futebol, que ele pretende repetir o procedimento com outros.

Manager da base, Álvaro viaja para Goiânia para acompanhar torneio de garotos sub-11 e promete investimentos na captação de jovens talentos. Recentemente, o Vasco contratou dois meninos para o futsal. Ele lembra que descobriu Talisca, hoje no Benfica e na seleção olímpica, Thalles e outros jovens promissores indo assistir torneios de futebol amador. Na última passagem do pai pela presidência, ele chegou a ser técnico do pré-mirim, mirim e auxiliar do juvenil. Hoje, responsável pela base ao lado de Isaías Tinoco e Nilson Gonçalves, ele diz que ainda tem impulsos de treinador, misturados ao cargo de gestor. E revela, no estilo do pai, que tem que saber das escalações previamente:

– Para escalar (o time) tem que me falar, eu tenho que saber. Aqui nós somos bombeiros. O jogador que não joga fica p…. Toda hora é problema. Então eles (treinadores) precisam me passar. Por isso, vou aos treinos e posso rebater quando o jogador diz que está bem e fala que estão sacaneando, que é coisa de empresário. Eles não têm autocritica. Aí eu falo que é mentira – conta Álvaro.

Fonte: GloboEsporte.com