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Falta de memória

 

Com tanta gente que realmente gosta do Vasco, que conhece o Vasco, a história do Vasco, disposta a explanar, argumentar e comprovar a verdade que a mídia convencional finge não ver, prefere não ver e busca distorcer, ainda há espaço para torcedores do clube usarem o nome do Vasco, misturando suas convicções políticas ou questões pessoais com dirigentes acima dos interesses do Vasco e, primordialmente, da verdade dos fatos.

No Campeonato Estadual de 2016, o Flamengo foi beneficiado na segunda rodada, contra o Macaé, diante da não marcação de um pênalti quando o placar era de 1 x 0 a seu favor, aos 21 minutos do 2º tempo. Praticamente nada se falou a respeito disso.

Na terceira rodada do Estadual, num lance em que até agora, com várias câmeras não dá para cravar que a bola não tocou no braço do atleta do Volta Redonda, após tocar na barriga do mesmo e sem que uma câmera na posição do bandeira possa matar de vez a questão, embora a social toda daquele lado tenha visto, gritado, cobrado e enfatizado ter havido pênalti na jogada, o jornal Extra, do Rio De Janeiro, usou sua capa, a matéria em si para falar por três vezes da inexistência da penalidade, ainda duvidosa.

Supostamente, alguém vestido de Vasco vai defender o Vasco nesses casos. Para isso servem os blogs de torcedores, que vestem a camisa de veículos midiáticos convencionais, supõem-se.

Mas quem não sabe, não conhece, não tem noção, não tem capacidade, não tem enfim, condição, de enxergar o Vasco acima das suas questões pessoais com A ou B, até na hora de falar teoricamente para favorecer o Vasco, joga contra o Vasco, mas agrada os anti-Vasco e afins.

Ora, um cidadão de nome Bruno Guedes usa um espaço da ESPN para falar que não é bem assim a história dos pênaltis para o Vasco este ano. Usa um parágrafo inteiro para dizer o contrário, citando lances de 2014 e 2010 nos quais Eurico também tinha influência na FFERJ. Emenda ainda lances do Brasileirão de 2011, competições da CBF, induzindo o que? Que a influência de Eurico não é só na FFERJ, mas também no quadro de árbitros cariocas?

Por que a referência em relação a Eurico não é historiada levando-se em conta os anos de 1986, 1987, 1988, 1990, 1992, 1993, 1994, 1996, 1999, 2000, 2001, 2003, 2004, 2005, 2008 e 2015? Em todos os anos citados o Vasco teve prejuízos de arbitragem em momentos cruciais, várias vezes perdendo títulos, turnos, jogos decisivos, a oportunidade de vencer um Campeonato Carioca invicto, entre outros danos.

O citado “defensor” do Vasco, papel que tenta passar no texto, não suporta falar de todos os prejuízos sofridos pelo Vasco no ano passado, em pleno Campeonato Carioca? Qual o motivo? Não tem essa memória?

Afinal, houve um gol mal anulado aos 46 minutos do jogo com o Barra Mansa a favor do Vasco em partida na qual empatamos por 1 x 1?

Afinal houve pênalti em Gilberto contra o Fluminense na Taça GB do ano passado, ignorado pela arbitragem no primeiro tempo?

Houve pênalti sobre Gilberto no primeiro tempo e sobre Madson no segundo, contra o Botafogo no empate em 1 x 1, ano passado?

Houve dois gols ilegais marcados pelo Friburguense contra o Vasco na vitória de 5 x 4? Naquele mesmo jogo algum dos três pênaltis marcados a favor do Vasco não ocorreu (lembrando que o Vasco converteu dois dos três)?

Na primeira partida semifinal entre Vasco x Flamengo (0 x 0), o chute do Jonas na cara do Gilberto aos 10 minutos de jogo não era lance de expulsão? Houve alguém que defendesse o contrário para além do árbitro?

Na segunda partida semifinal contra o Flamengo a bola cabeceada pelo Rafael Silva, que o goleiro Paulo Vitor deixou passar por entre as suas pernas, entrou ou não entrou? O pênalti no Serginho, parecidíssimo com o marcado sobre o Juan a favor do Flamengo, contra o Botafogo, na decisão de 2009, não foi pênalti?

No segundo jogo da decisão contra o Botafogo, o gol de empate alvinegro marcado em lance de mesma linha mostrava alguma armação a favor do Vasco ou comprovava que todo o discurso midiático beirava o insano?

Mas certamente os rubro-negros que o cercam o farão se lembrar do pênalti mal marcado contra o Bonsucesso. Isso sim foi um absurdo. O resto passa.

Por que não se buscou lembrar de barbaridades feitas pelo apito contra o Vasco no Campeonato Brasileiro (já que foram relembrados lances de 2011), ocorridos no ano passado e também os da Copa do Brasil?

No Brasileiro fomos garfados contra Internacional-RS, Sport, Goiás, Atlético-MG, Atlético-PR, Cruzeiro, Sport (de novo), Avaí, Chapecoense, São Paulo e Coritiba, nos tomaram 14 pontos em função disso e nada é lembrado?

Ah, mas fomos favorecidos contra o Figueirense no returno, em partida que por sinal perdemos.

Na Copa do Brasil tivemos dois erros capitais na primeira partida contra o Flamengo. Um contra o Vasco e outro a favor, mas o absurdo gol validado pelo Flamengo no segundo jogo não chama a atenção? Já foi esquecido? Esquecidos também foram os erros da primeira partida contra o São Paulo nas quartas-de-final?

O Vasco foi roubado no ano de 2010, em partida que poderia ter levado à disputa de pênaltis a decisão da vaga para a final da Taça Rio; foi roubado em 2014 com um gol que nos tirou o título já nos descontos na decisão contra o Flamengo. Fato. Mas na memória seletiva nada é lembrado em relação a 2008, 2005, 2004, 2003, 2001, 2000, 1999, 1996, 1994, 1993, 1992, 1990, 1988, 1987, 1986? Ora, em todos os anos o Vasco mandava na FFERJ segundo os entendidos da mídia convencional. Por que tantos prejuízos ao Vasco?

Já passou da hora desta verdade vir à tona, desta fantasia idiota acabar, deste cinismo midiático ser desmascarado. O que o Flamengo tem a reclamar em todos os anos citados sobre arbitragem? Um prejuízo? Dois?

O rubro-negro é de forma deslavada, indecente, inquestionável, comprovada, sabida por todos, ajudado sistematicamente, ano após ano, como foi também no ano passado, contra Fluminense, contra outros adversários chamados pequenos, contra o Vasco, mas o discurso não muda. São oposição desde 1986 à FFERJ e colecionam uma série de títulos com ajuda do garfo, com ajuda da imprensa, que os põem como coitadinhos diante da malvada Federação, do malvado chefe da Comissão de Arbitragem, do malvado árbitro, do malvado bandeira, mas só se beneficiam.

E no meio disso tudo surge um cidadão que supostamente vai pôr os pingos nos is e borra toda a escrita, sem elucidar o público do que foi cometido contra o Vasco, por exemplo (exemplo simples) no ano passado. Volta a 2010, mas para por ali. Se envereda pelo mantra da mídia, atrelando prejuízos e benefícios de arbitragem ao presidente vascaíno, mas curiosamente usa mais exemplos de quando Eurico Miranda não era presidente nem dirigente do Vasco e deixa de usá-los num espaço de 22 anos e meio anteriores à sua saída em 2008. E olha que o aqui mencionado, de 2008 para baixo, se refere somente a Campeonatos Cariocas.

Se o nobre colunista não tem conhecimento aprofundado do assunto é melhor não o abordar para além do que vê neste ano. Querer sair fazendo comparações e passar por cima do que fizeram com o Vasco no ano passado pega mal. Muito mal. Para quem é Vasco, obviamente (e torce a favor).

A briga na FFERJ é, foi e sempre será feia. Ganha-se aqui, perde-se ali, mas é melhor ter maioria. É evidentemente melhor. Flamengo e Fluminense não conseguem essa maioria porque querem que os pequenos se danem. O Vasco vai pelo caminho inverso, que aliás tem tudo a ver com sua história não elitista, não preconceituosa, não segregacionista. Mas isso não impede erros e acertos de árbitro, bandeira, fiscais de linha, etc… e todo o choro rubro-negro, aliado aos venenos soltos mídia afora influenciam sim nas performances dos que decidem um lance, um jogo, uma vaga, uma taça, um campeonato.

Falar sem conhecimento de causa dá nisso. Uma análise medíocre de um assunto no qual o Vasco historicamente é vítima, foi vítima ano passado e em tantos anos nos quais o personagem atrelado ao texto sofreu na pele (como todos os vascaínos) com erros dos mais diversos contra o nosso clube, ficando, claro, com a culpa, a cada derrota ou objetivo não alcançado, por mais de duas décadas.

Casaca!

Lição da torcida do Vasco aos que torcem contra

 

A demonstração de força da torcida vascaína neste início de Campeonato Estadual é notória.

Nas últimas 30 edições de estaduais, de 1987 a 2016, apenas em seis oportunidades o somatório de público pagante das duas primeiras rodadas foi maior que o do atual campeonato, em 2016, sem contar aqueles campeonatos nos quais o Vasco atuou em clássicos na primeira ou segunda rodada do certame (1988 (Flamengo), 1990 (Fluminense), 2003 (Botafogo)), retirados da conta por causarem normalmente um desequilíbrio no público pagante, dado o tamanho das torcidas.

Nas últimas 20 edições do estadual, utilizando-se o mesmo critério, apenas em quatro oportunidades, o somatório de público pagante das duas rodadas iniciais superou o de 2016.

Nas últimas 15 edições do estadual, utilizando-se o mesmo critério, apenas em duas oportunidades, o somatório de público pagante das duas rodadas iniciais superou o de 2016.

Nas últimas 10 edições do estadual, utilizando-se o mesmo critério, apenas em uma oportunidade, o somatório de público pagante das duas rodadas iniciais superou o de 2016.

Das últimas 5 edições do estadual, o somatório de público pagante das duas rodadas iniciais deste ano superou a todas.

Quaisquer matérias oriundas da mídia convencional que venham a ignorar tais dados são eivadas de vício e demonstram apenas uma sofreguidão em se desvalorizar o Campeonato Carioca e a participação de nossa torcida no certame atual.

Abaixo o somatório dos públicos, ano a ano, desconsiderando as edições de 1988, 1990 e 2003.

1987:

Vasco 1 x 0 Olaria – 2.519 – São Januário

Vasco 3 x 0 Goytacaz – 1.499 – São Januário

Total de público pagante: 4.018

XXXX

1989:

Vasco 1 x 0 Volta Redonda – Portôes fechados*

*Devido ao tabelamento de NCz$0,60 pelo preço do ingresso, imposto pela SUNAB a FFERJ proibiu a venda ao público, em protesto à decisão proferida pelo Tribunal Federal de Recursos, que manteve a determinação da SUNAB. O público total não foi divulgado, mas associados tiveram livre acesso e 2.000 ingressos de arquibancada foram distribuídos aos torcedores que iam ao estádio a fim de ver o jogo e não eram sócios. Os ingressos foram distribuídos por uma empresa que os havia comprado antes pelo preço de NCz$1,50 antecipadamente. Estimou-se a presença de um público inferior a 3.000 pessoas no estádio.

Cabofriense 0 x 2 Vasco – 1.968 –  Moça Bonita

Total de público pagante: Aproximadamente 5.000.

XXXX

1991:

Vasco 1 x 0 Campo Grande – 5.022 – São Januário

Portuguesa 0 x 0 Vasco – 3.158 – Estádio Luso-Brasileiro

Total de público pagante:  8.180

XXXX

1992:

Madureira 0 x 0 Vasco – 1453 – Caio Martins

Vasco 1 x 0 América-TR – 1.100 – São Januário

Total de público pagante:  2.553

XXXX

1993:

Vasco 4 x 1 Bangu – 12.105 – Maracanã

Vasco 6 x 0 América-TR – 1.029 – São Januário

Total de público pagante:  13.134

XXXX

1994:

Vasco 2 x 0 Volta Redonda – 12.407 – São Januário

Vasco 1 x 0 Bangu – 1.860 – São Januário

Total de público pagante:  14.267

XXXX

1995:

Vasco 1 x 0 São Cristovão – 5.736 – São Januário

Barreira 0 x 0 Vasco – 2.621  – Estádio Eucy de Rezende (Bacaxá)

Total de público pagante: 8.357

XXXX

1996:

Vasco 4 x 1 Olaria – 291 – São Januário

Americano 0 x 2 Vasco – 1.790 – Godofredo Cruz (Campos)

Total de público pagante: 2.081

XXXX

1997:

Vasco 3 x 0 Bangu – 1.640 – São Januário

Madureira 1 x 2 Vasco – 2.305 – Conselheiro Galvão

Total de público pagante: 3.945

XXXX

1998:

Vasco 1 x 0 Bangu – 3.307 – São Januário

Vasco 5 x 0 Americano – 1.001 – São Januário

Total de público pagante: 4.308

XXXX

1999:

Vasco 4 x 0 Bangu – 14.583

Itaperuna 1 x 4 Vasco – 6.845 – Jair Bitencourt (Itaperuna)

Total de público pagante:  21.698

XXXX

2000:

Vasco 2 x 0 Madureira – 10.300 – São Januário

Vasco 3 x 0 Bangu – 7.049 – São Januário

Total de público pagante: 17.349

XXXX

2001

Vasco 1 x 2 Madureira – Menos de 2.000 pagantes – São Januário (Fonte: Jornal do Brasil)

Friburguense 1 x 2 Vasco – 679 – Eduardo Guinle (Nova Friburgo)

Total de público pagante: Aproximadamente 2.000.

XXXX

2002:

Vasco 3 x 0 Bangu – 119 – São Januário

Madureira 1 x 2 Vasco – 200 – Conselheiro Galvão

Total de público pagante:  319.

XXXX

2004:

Vasco 2 x 0 Portuguesa – 2.059 – São Januário

Olaria 0 x 3 Vasco – 856 – Rua Bariri

Total de público pagante: 2.915

XXXX

2005

Vasco 2 x 1 Portuguesa – 19.779 – São Januário

América 1 x 1 Vasco – 8.267 – Giulite Coutinho (Mesquita)

Total de público pagante: 28.046

XXXX

2006

Vasco 3 x 1 Madureira – 8.613 – São Januário

Vasco 2 x 1 Volta Redonda – 2.340 – São Januário

Total de público pagante: 10.953

XXXX

2007

Vasco 2 x 0 Nova Iguaçu – 7.440 – São Januário

Friburguense 1 x 4 Vasco – 4.094 – Eduardo Guinle (Nova Friburgo)

Total de público pagante: 11.534

XXXX

2008

Vasco 1 x 2 Madureira – 10.671 – São Januário

Vasco 1 x 0 Americano – 2.171 – São Januário

Total de público pagante: 12.842.

XXXX

2009

Vasco 0 x 2 Americano – 9.204 – São Januário

Tigres 0 x 4 Vasco – 3.144 – Los Larios (Xerém)

Total: 12.348

XXXX

2010

Vasco 1 x 0 Tigres – 13.433 – São Januário

Vasco 2 x 1 América – 4.244 – Engenhão

Total: 17.677

XXXX

2011

Vasco 0 x 1 Resende – 6.305 – São Januário

Nova Iguaçu 3 x 2 Vasco – Não fornecido 3.194 – Raulino de Oliveira (Volta Redonda)

Total de público pagante: 9.499

XXXX

2012

Americano 0 x 2 Vasco – 6.920 – Moacyrzão (Macaé)

Duque de Caxias 1 x 3 Vasco – 3.598 – Moacyrzão (Macaé)

Total de público pagante:  10.518

XXXX

2013

Boavista 0 x 3 Vasco – 3.827 – Raulino de Oliveira (Volta Redonda)

Vasco 4 x 2 Macaé – 2.787 – São Januário

Total de público pagante: 6.614

XXXX

2014

Vasco 1 x 1 Boavista – 5.763 – São Januário

Macaé 1 x 1 Vasco – 2.721 – Moacyrzão (Macaé)

Total de público pagante: 8.484.

XXXX

2015

Cabofriense 0 x 2 Vasco – 4.401 – Moacyrzão (Macaé)

Vasco 2 x 0 Madureira – 6.557 – São Januário

Total de público pagante: 10.958

XXXX

2016

Vasco 4 x 1 Madureira – 7.905 – São Januário

América 1 x 3 Vasco – 4.946 – Giulite Coutinho (Mesquita)

Total de público pagante: 12.851

Casaca!

Esquecimento

O Clube de Regatas do Flamengo fez solicitação formal ao GEPE para que haja reforço policial, atenção, cuidados, etc…, para a partida a ser realizada no maior estádio particular do Rio de Janeiro daqui a sete dias.

O Casaca! entendeu estar incompleta a solicitação.

Vejam a reportagem abaixo:

Matéria do dia 23/10/2005 do jornal O Globo:

FESTA CASEIRA NO CLÁSSICO

No campo e na pacífica festa de sua torcida, que respondeu às bombas caseiras e às brigas dos adversários com um estridente apitaço, o Vasco levou a melhor sobre o Flamengo ontem à tarde, em São Januário. … 

Matéria do dia 23/10/2005 do jornal O Globo

Fla também perde em comportamento

Torcedores jogam bombas em rivais

O Flamengo perdeu dentro de campo, e fora dele também. Nas arquibancadas, alguns de seus torcedores mostraram um comportamento irresponsável, para dizer o mínimo. Logo no início da partida, uma bomba foi jogada por um torcedor rubro-negro na direção da torcida do Vasco. Depois foram mais seis. Vascaínos, apesar do domínio em campo, mandaram duas bombas na torcida rival. Nas duas torcidas, crianças, mulheres e idosos e os demais torcedores que saíram de casa para se divertir assistiam, chocados, à violência. Gritos de guerra entre os rubro-negros Das sete bombas jogadas por torcedores rubro-negros, duas foram lançadas no intervalo. A essa altura, o gás de pimenta jogado pela polícia chegava a quem nada tinha a ver com a confusão. O símbolo do vandalismo pôde ser visto em alguns poucos, mas mal-intencionados torcedores rubro-negros, que vestiam máscaras cirúrgicas para se protegerem do gás de pimenta. As duas torcidas estavam a 30 metros de distância uma da outra, protegidas por um cordão de isolamento policial. No meio delas, ainda havia uma grade. O que também impressionou foi que alguns rubro-negros gritavam frases provocativas e de mau gosto, como “ão, ão, ão,dominamos o chiqueirão” ou “ã, ã, ã, Jovem-Fla é talibã”….

Fica a pergunta à turma rubro-negra: Máscaras cirúrgicas estão liberadas?

Casaca!

 

A herança de ouro hoje vale 218 milhões de reais

Foi noticiado ontem no site UOL, através do blog “Futebol em Números” que a venda do atleta Alex Teixeira – criado na base do Vasco em uma época na qual ela era tratada com todo carinho (como voltou a ser depois da passagem do Tsunami Amarelo) – o transformava no terceiro atleta brasileiro mais valorizado da história.

E isso traz à tona a memória de um passado não tão distante, mais precisamente lá dos idos de 2009, quando o então presidente da porta pra dentro José Hamilton Mandarino deu a seguinte declaração sobre a multa rescisória de R$ 100 milhões que o Vasco colocou no contrato da jovem promessa:

“Não se pode fazer o que ele fez, até porque o jogador precisa receber algo proporcional a sua multa rescisória, e isso não aconteceu. Aquilo, na verdade, foi uma fanfarronice. E foi algo feito a um garoto de apenas 17 anos que vivia um momento complicado. Ele estava numa fase difícil da vida, numa transição da adolescência para a vida adulta e, de repente, escutou todo mundo falando que ele valia R$100 milhões. Foi muito difícil para ele”, disse o vice-presidente de futebol.”

Fonte: Site do Sidney Resende 07/10/2009

E a resposta não demorou a vir, através do presidente Eurico Miranda:

“Ele [Mandarino] agora vem com esse tipo de conversa, em relação ao Alex Teixeira. Ele não conhece a legislação. Ele me diz que foi uma fanfarronice. Eu vou dar a resposta a ele, porque ele merece. Mas, na verdade, isso foi em defesa e valorização do próprio jogador, porque eles fazem pontes. A legislação permite que você fixe o preço do passe para o exterior. Do passe não, dos direitos econômicos para o exterior, livremente. Aqui dentro do Brasil, tem que ser dentro daqueles percentuais – é tantas vezes o salário recebido no ano, etc. Mas, para o exterior, livre. Para evitar as pontes é que eu fiz uma fixação lá em cima, e demonstrando que não tinha o menor interesse em vender o Alex Teixeira, porque propostas teve pelo Alex Teixeira. E não foram propostas pequenas, foram propostas altas.”

Fonte: NetVasco 16/10/2009

Ficou bem claro para todos que a multa rescisória foi com o claro intuito de valorizar o atleta. E isso fica cabalmente comprovado agora, em 2016.

Casaca!

Vasco lança o programa de Sócio Torcedor Gigante

 

O Club de Regatas Vasco da Gama lança nesta quarta-feira, em São Januário, o seu programa de Sócio Torcedor: GIGANTE. O projeto de relacionamento com o torcedor, cujas adesões terão início em março, foi criado para atender os diversos perfis de vascaínos, de acordo com as suas características e expectativas em relação ao clube. Todo o seu conceito foi inspirado na grandiosa história do clube e em sua torcida.

Os principais benefícios que as categorias do programa oferecem para o torcedor são acesso garantido aos jogos do Vasco em São Januário, prioridade de compra e descontos em ingressos, experiências exclusivas com o clube e descontos em parceiros, além de um dos mais completos clubes de vantagens do Brasil.

O programa de fidelidade atenderá vascaínos de todos os lugares através de troca de pontos, descontos em grandes estabelecimentos nacionais e internacionais (lojas virtuais, restaurantes, cinemas, companhias áreas, postos de combustível, entre outros), integração com programas de milhagem e até pagamento de contas.

A gestão do Gigante será feita pelo Club de Regatas Vasco da Gama em conjunto com a FutebolCard, empresa com vasta experiência no mercado, inclusive na gestão do programa Avanti do Palmeiras, referência em sócio torcedor no Brasil.

“Estamos muito felizes por estreitar ainda mais nossa parceria com o Vasco. Queremos continuar sendo referência neste tipo de operação, e iniciar essa nova fase na gestão do programa de sócio torcedor do clube é motivo de orgulho e responsabilidade. Temos alguns cases de sucesso no país e estamos ampliando nossos serviços internacionalmente. Será um casamento de muito sucesso”, afirma Robson de Oliveira, sócio-diretor da FutebolCard.

Os planos do Gigante são:

– SEMPRE AO TEU LADO – vagas limitadas
Social: R$ 179,98 / Área Premium: R$ 129,98 / Arquibancada: R$ 99,98
Perfeito para quem sempre acompanha o Vasco e busca comodidade.
Benefícios: Ingresso garantido (jogos com mando de campo do Vasco em São Januário), Clube de Vantagens com pontuação Vasco em dobro, experiências exclusivas, camisa oficial após 12 meses (mediante renovação) e descontos em diversas marcas e produtos

– AMOR INFINITO
Social: R$ 79,98 / Área Premium: R$ 44,98 / Arquibancada: R$ 24,98
Ideal para quem ama o Gigante da Colina e quer estar cada vez mais próximo.
Benefícios: Desconto de 30% a 70% e prioridade na compra de ingresso (jogos com mando de campo do Vasco em São Januário), Clube de Vantagens, experiências exclusivas e descontos em diversas marcas e produtos.

– DE NORTE A SUL
R$ 14,98
Especial para quem é apaixonado pelo Vascão, independente da distância, e merece ter todo esse amor retribuído.
Benefícios: Prioridade na compra de ingresso de arquibancada (jogos com mando de campo do Vasco em São Januário), Clube de Vantagens, experiências exclusivas e descontos em diversas marcas e produtos.

– ALMIRANTINHO – até 12 anos
R$ 9,98
Exclusivo para os pequenos vascaínos que já se orgulham de carregar a Cruz de Malta no peito.
Benefícios: Gratuidade no ingresso (jogos com mando de campo do Vasco em São Januário), Clube de Vantagens, experiências exclusivas e descontos em diversas marcas e produtos e Certidão de Almirantinho.

As adesões ao programa Gigante estarão abertas a partir do dia 28/03 através do site www.sociotorcedorgigante.com ou na Central de Atendimento em São Januário. Até esta data, está aberto o pré-cadastro da categoria Sempre Ao Teu Lado, com vagas limitadas, no mesmo endereço virtual.

“O Vasco é um dos poucos clubes com dimensão nacional e, por isso, precisava lançar um programa à altura de sua torcida. O Gigante muda para melhor a relação dos torcedores de todo o país com a sua paixão”, afirma Marco Antônio Monteiro, Vice-Presidente de Marketing do Vasco.

Esta é a grande oportunidade de a torcida vascaína mostrar seu apoio ao clube e ter todo o seu amor retribuído.

https://youtu.be/ROgDa_JKTx0

Fonte: Site do CR Vasco da Gama

Carrasco Leandrão deixa Flamengo abaixo de Portuguesa e Friburguense

 

Com boa presença de público no estádio Giulite Coutinho, do América (o Flamengo não tem estádio), Boavista e Flamengo empataram pelo placar de 1 x 1.

O centroavante vascaíno, Leandrão, emprestado ao clube da Região dos Lagos, mostrou ao Flamengo que participar da Liga Sul-Minas 2017 vai dar trabalho. Lembrando que se classificam apenas os dois primeiros colocados do Estadual para a competição, caso esta seja harmonizada aos interesses da CBF, da FFERJ e dos classificados para ela no ano que vem.

Portuguesa e Friburguense já se garantiram na primeira rodada à frente do Fla. Mas esta Portuguesa não escalou nenhum atleta sem condições para favorecê-lo.

Amanhã rubro-negros e as demais cores do arco íris devem se sentar junto à TV para torcer contra o Vasco.

Nada mais natural que secar o atual Campeão Carioca.

E o Casaca! faz questão de relembrar a você, torcedor do Flamengo:

O respeito põe de quatro. Ponto.

Casaca!

 

 

Basquete: Estreia do Vasco na Liga Ouro será no dia 27/02 em São Januário contra o Ginástico-MG

Está confirmado: o Vasco estreará na Liga Ouro contra a equipe do Ginástico. A primeira partida será realizada dentro do caldeirão de São Januário, no dia 27 de fevereiro, um sábado, às 11 horas da manhã. Dois dias depois, novamente Vasco e Ginástico se enfrentam em São Januário, às 19:30h. Em dois excelentes dias e horários, a diretoria cruzmaltina pretende contar com o apoio em massa da torcida, que apesar do longo período de inatividade do basquetebol adulto do clube, ainda se mostra muito apaixonada pelo esporte que deu tantas glórias ao clube no fim dos anos 1990 e início dos anos 2000.

Na Liga Ouro, cada vez que uma equipe viajar para enfrentar a outra, acontecerão dois duelos. O que economizará em custos de viagem, hospedagem e logística.

O Vasco montou uma forte equipe para a disputa da Liga Ouro, que dará ao campeão, o direito de disputar a NBB na temporada 2016/2017. Além do Ginástico, o Vasco terá como adversários o tradicional Sport Recife e o Campo Mourão.

Em breve, o Polidesporto Vascaíno – SempreVasco estará disponibilizando a tabela completa da competição e uma cobertura diferenciada, como sempre fez, sobre a Liga Ouro.

Fonte: Polidesporto Vascaíno – Semprevasco

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Rumo ao título, Vascão!

Casaca!

Será que a imprensa aprendeu?

 

Em 2013, durante a disputa do Campeonato Brasileiro, mais precisamente na rodada final, o Flamengo escalou André Santos de forma irregular contra o Cruzeiro num sábado à tarde. Tal qual hoje, num sábado à tarde.

O jornal “O Lance”publicou no dia da partida que o atleta não tinha condições de jogo.

Durante o jogo do rubro-negro contra o Cruzeiro na ocasião, com André Santos em campo, nenhum comentário da emissora detentora dos direitos de transmissão.

Na noite daquele sábado nenhuma palavra a mais.

No dia seguinte o Lance quedou-se silente.

Só foram descobrir isso na… segunda-feira. Curiosamente após ter sido dito que Héverton, da Portuguesa, havia sido escalado irregularmente contra o Grêmio no domingo.

Agora à tarde, na estreia do Estadual, com pleno jogo em andamento e sem a transmissão do próprio, surge a notícia  de que dois atletas do Tigres (que atua neste momento contra a Portuguesa) estão irregulares. Desta vez a imprensa investigativa atuou rápido. Que bom seria se fosse sempre assim…

E pensar que o caso Héverton, da Portuguesa, não teve cobertura quase nenhuma após a abertura de inquérito por parte do Ministério Público e mesmo depois de o próprio Ministério Público ter afirmado que segundo as investigações alguém tinha levado, mas não se sabia quem. Nada disso motivou a verve investigativa da imprensa esportiva.

Eis que neste sábado um dos representantes da mídia convencional comprovou que quando quer buscar algo, acha. Quando quer esconder algo, porém, o tapete imenso que lhes faz acobertar quem lhes interessa fica imundo, repleto daquilo que o público não pode ou não deve saber.

Casaca!

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MP conclui que meia Everton foi escalado irregularmente de maneira premeditada pela Portuguesa em 2013, em troca de vantagens financeiras. As principais suspeitas recaem sobre Flamengo e Fluminense, segundo a reportagem. Veja abaixo:

https://youtu.be/NTTf9rHQ9BM

Cacau Cotta, candidato a presidência do Flamengo em 2015, diz em entrevista para a ESPN que Flamengo “não caiu por que a Portuguesa AJUDOU na escalação de um jogador errado”. Assista o vídeo:

https://youtu.be/1fUTW5g4dhc

Enquanto uns disputam amistosos, finalistas do Estadual disputarão a Primeira Liga Sul-Minas em 2017

 

Surgiu há pouco a notícia de que a CBF autorizou os clubes cariocas a disputarem de maneira amistosa jogos de seu interesse em 2016.

Houve um certo rebuliço, alguns entenderam as entrelinhas (muito claras), outros não.

A questão é simples: a  Liga será da forma como o Vasco cravou (sem chance este ano) e não como tentaram empurrar goela abaixo.

Destacamos trecho importante e que diz tudo que precisa der dito:

“CONSIDERANDO o pleito dos clubes disputantes da Copa Sul Minas Rio para que fossem permitidos jogos amistosos adicionais, além do período de pré-temporada, com o compromisso que estes (a) não conflitem com as datas dos campeonatos oficiais do calendário do futebol brasileiro (b) respeitem o ordenamento jurídico que rege as competições, em especial a Lei 10.671/03 (“Estatuto de Defesa do Torcedor”) e (c) observem os intervalos mínimos entre partidas de um mesmo clube, de acordo com as normas vigentes;”

Mais fácil de entender, impossível: jogos AMISTOSOS que não conflitem com COMPETIÇÕES OFICIAIS.

Outro trecho importante e auto-explicativo:

“A CBF, em parceria com as federações e os clubes, será a responsável por adequar a tabela da competição ao calendário do futebol brasileiro e fornecerá o suporte necessário através de seus órgãos técnicos para a devida oficialização da Copa Sul Minas Rio em 2017.”

Mais límpido e claro, só desenhando: a competição só sairá com o aval das federações e seguindo um critério técnico, no caso do Rio de Janeiro, conforme definido em arbitral da federação.

Ou é assim, ou não acontece. Ponto.

E ao contrário do que os fregueses da zona sul queriam, a Liga em 2017 irá fortalecer o estadual, pois será através dele o critério de classificação neste estado.

Sendo assim, que Flamengo e Fluminense corram atrás, pois o Vasco entra com tudo para vencer o Carioca e conquistar o bicampeonato. E como favorito, pois além de termos mantido o elenco que terminou o returno do Brasileiro 2015 com apenas 1 derrota e atrás apenas do campeão Corinthians (contando os 14 pontos que nos tiraram pelo apito neste turno), jogaremos clássicos em nossa casa.

Criaram a situação por não engolirem nosso título de 2015 e vão pagar mico em 2016 na disputa das Taças Aterro e Faz de Conta.

Imaginem a cena: organizaram a festa, arrumaram o salão, fizeram a divulgação, ensaiaram  e na hora que ela realmente vai começar, percebem que o convite está vencido. Só valia para a matinê.

Que comece o Estadual mais disputado dos últimos anos !

Casaca!

Resposta ao Freguês

 

Um cidadão conhecido por Mário Bittencourt, que se diz dirigente do Fluminense, deu a seguinte declaração gratuita e ofensiva ao Vasco:

“O clube que mais apoia ele caiu para a série B. Mais uma vez os cariocas ficam sem grandes resultados, muito em função de como o futebol do Rio é conduzido. Existem dois clubes que tentam melhorar o futebol carioca. Curiosamente os que têm melhor performance nos últimos anos. Isso deve significar alguma coisa.”

A respeito, temos a dizer o seguinte.

– O Vasco não tem motivos para se envolver nos assuntos de uma liga que promoverá amistosos. Sendo uma liga amistosa, não reconhecida, não oficial, pirata, nada tem a ver conosco.

– A dita melhor performance do Fluminense nos últimos anos inexistiu contra o Vasco, pois o Fluminense seguiu sendo nosso freguês de caderno. Sucessos duvidosos, como o vice da Libertadores, só ocorreram em função da participação de um patrocinador capaz de bancar salários irreais.

– Ausente o patrocinador, o Fluminense foi um clube de série C e não pagou três séries B – certamente em 1997, convidado após rebaixamento, certamente em 2000, alçado diretamente da C à A, e presumivelmente em 2014, em função do nebuloso caso que rebaixou a Portuguesa em seu lugar, ou no lugar do seu parceiro Flamengo.

– O Fluminense, como o Flamengo, só acredita no futebol carioca quando o título estadual é conquistado por um dos dois, muitas vezes de forma, digamos, pouco esportiva. Se o Vasco vence um Estadual, no ano seguinte eles fundam ligas estaduais, nacionais ou não comparecem no campo para jogar. Correm.

– Por fim, desconfia-se que o doutor Bitencourt precise, na verdade, de um divã. Não deve ser fácil dirigir um clube que passava talco em seus negros e que os obrigava a entrar pelo portão de serviço, sabendo que além-túnel há outro clube que, por ser o oposto a isso na sua essência, sempre os fez transbordar de ódio e preconceito.

CASACA!