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Há 64 anos, Vasco empatava com Boca Jrs no Maracanã após reação espetacular

 

No dia 25 de janeiro de 1953, o Vasco (convidado por ser o atual campeão carioca) fazia sua estréia no Quadrangular Internacional do Rio de Janeiro contra a equipe argentina do Boca Jrs. Os outros participantes do torneio foram o Racing Club (vice-campeão argentino de 1952) e o Flamengo (vice-campeão carioca de 1952). Após empatar com Boca (4 a 4) e Racing (3 a 3), o Vasco goleou os rubro-negros por 5 a 2, levando o título invicto. Esta seria a primeira de três conquistas internacionais do Gigante da Colina neste ano. As outras seriam o Torneio Internacional de Santiago, disputado em abril e o Octogonal Rivadavia Correa Mayer, entre junho e julho. Este último, com aval da FIFA e tendo peso de campeonato mundial de clubes. 

Assim descreveu a peleja o jornal “O Globo” do dia 26/01/1953:

“Depois do empate da noite de sábado entre Flamengo e Racing na abertura do Torneio Quadrangular, tivemos na tarde de ontem, no Maracanã, um novo empate, entre o campeão da cidade, o Vasco da Garna, e o Boca Juniors. Com a diferença apenas que o empate de ontem foi mais cheio de altos e baixo, mais acidentado, e no qual o team local mereceu elogios e fortes reprovações. Elogios porque realmente teve o mérito do espirito lutador, partindo duas vezes em busca do empate sensacional, depois de estar com o match praticamente perdido. Assim esteve o Vasco inferiorizado em 2 a 0 no primeiro tempo e logo no inicio do segundo tempo chegou ao empate de 2 a 2. Tornou o Boca Junior a colocar dois goals a frente, com o placar de 4×2, e voltou o campeão carioca a reagir, nessa altura já com dez homens apenas, pelo justíssima expulsão de Jorge, para chegar ao empate finai de 4 a 4.

Um empate que foi um prêmio ao grande estorço dos cruzmaltinos e deve ter servido corno uma lição ao quadro argentino, que depois dos 4 a 2, se descuidou, caindo muito de produção, confiado por certo não só nos dois gols de diferença, como na circunstância posterior de estar o adversado reduzido a dez homens.

A MARCHA DO PLACAR

O Score foi aberto pelo Boca aos oito minutos de jogo. Numa carga dos argentinos, em que a bola andou de pé em pé na área cruzmaltina, Haroldo falhou, dando um chutinho de infantil. A bola caiu nos pés de Rolando, que rápido atirou alto no centro do goal, vencendo Barbosa. Aos 35 minutos surgiu o segundo gol do Boca. Numa carga cerrada dos visitante, o center Rolando atirou forte em gol. Barbosa defendeu parcialmente, largando a bola e Montano, entrando, mandou o couro às redes, fixando o placar de 2 a 0, que foi o final do tempo.

No segundo período, o Vasco deu a saída e de pronto, com uns 15 ou 20 segundos de jogo, Vavá, entrando pelo centro da área, numa bola lançada por Ademir, atirou magnificamente com o pé esquerdo, de virada, no canto do gol de Carletti. Cresceu o Vasco e, pouco depois, aos seis minutos, Ademir, rodando com a bola na entrada da área, atirou alto e forte no gol, vencendo novamente Carletti. Com 2 a 2 no placar, parecia que o Vasco iria tomar o rumo da vitória, mas eis que aos nove minutos Chico, recuando em perseguição ao ponteiro Navarro, aplicou-lhe um foul de “carrinho”. O próprio Navarro cobrou alto sobre a área e Rolando, saltando, golpeou de cabeça no centro da meta de Barbosa, assinalando o 3º gol do Boca. E logo depois, aos 11 minutos, numa bola lançada dentro da área Navarro, entrando rapidamente, desviou o couro de Barbosa, que saíra ao seu encontro, e assinalou o quarto gol do Boca. O toque do ponteiro foi tão leve, tão de fininho, que a bola entrou na meta lentamente, preguiçosamente.

Com 4×2 o Boca tranquilizou-se e o Vasco desesperou-se. Dai o foul violento de Danilo em Montano aos 12 minutos, seguido da agressão de Jorge em Maurino. Expulso Jorge, com Ipojucan recuando para médio esquerdo, o jogo caiu de movimentação. Mas aos 33 minutos, num córner cobrado por Chico, Ademir saltou bem de cabeça e marcou o terceiro gol. Chico saiu logo depois desse gol e entrou Sarno de half, voltando Ipojucan ao ataque na ponta direita, com Sabará na ponta esquerda. E o Vasco passou o atacar mais, até que aos 41 minutos, conseguiu o tento do empate final, de pênalti. O lance nasceu de uma bola chutada por Vavá em gol e em que Ademir correu para entrar no keeper Carletti. O zagueiro Colman, precipitadamente, quando viu Ademir correr sobre o arqueiro tentou agarrar o avante vascaíno, puxando-o pelo braço. Não o conseguiu totalmente, mas desequilibrou Ademir, e o sr. Mário Vianna prontamente assinalou o pênalti. Ipojucan cobrou a falta máxima de maneira interessante, balançando o corpo mas atirando certeiro ao fundo das redes. E com 4 a 4 no marcador, terminou a peleja.

FICHA DO JOGO:
QUADRANGULAR INTERNACIONAL DO RIO DE JANEIRO (25/01/1953)
CR VASCO DA GAMA 4 x 4 BOCA JRS
LOCAL: Maracanã
ÁRBITRO: Mário Viana

CR VASCO DA GAMA:
Barbosa, Augusto e Haroldo; Eli, Danilo e Jorge (Ipojucan) (Sarno); Sabará, Ademir, Ipojucan, Vavá e Chico.

CA BOCA JRS:
Carleri,Olman e Otero (Bendasi); Lombardo, Mauricio e Péscia; Navarro, Montano, Rolando, Gil e Gonzalez.

GOLS: Rolando (8 do 1º tempo), Montano (11 do 1º tempo), Vavá (1 do 2º tempo), Ademir (6 do 2º tempo), Rolando (9 do 2º tempo), Navarro (11 do 2º tempo) e Ipojucan 45 do 2º tempo).

Fonte: História Cruzmaltina

Há 17 anos, Vasco estreava no Rio-SP com goleada de 5 sobre o Palmeiras

Guilherme comemora um dos seus três gols na partida

No dia 24 de janeiro de 1999, o Vasco fazia sua primeira partida oficial daquela temporada, após dois amistosos contra Olaria (5×1) e Friburguense (0x0). O jogo era válido pela 1ª rodada do Torneio Rio-SP, e a estrondosa goleada na casa dos paulistas, já mostrava aos adversários que o Vasco era um dos principais candidatos ao título, que acabou conquistando.

Assim descreveu o jogo o “Jornal do Brasil” do dia seguinte:

“O jogo era na casa do adversário. Logo, o Vasco era visita. Mas fez desfeita. Em sua estréia no Torneio Rio-São Paulo, o time carioca jogou como quis e goleou o Palmeiras em pleno Parque Antártica, por retumbantes 5 a 1. Tudo bem que a equipe palmeirense não correspondia exatamente à própria realidade – havia vários juniores e até um juvenil em campo – mas isso não diminui em nada o mérito da excelente estréia do Vasco no Torneio Rio-São Paulo. O sorriso que vai amanhecer em cada rosto cruzmaltino hoje é mais do que justo. 

Além dos gols, o Vasco começou a esboçar ontem uma equipe mais poderosa ainda que aquela que venceu o Campeonato Brasileiro, em 1997, e o Estadual e a Taça Libertadores, ano passado. E se o Vasco de 1998 carecia, às vezes, de mais força no ataque, o deste ano se apresentou muito mais, pode-se dizer, saidinho. Os novos contratados caíram como uma chuteira macia no esquema do técnico Antônio Lopes: a entrada de Paulo Miranda no lugar de Luisinho deu mais mobilidade ao meio-campo; Alex se entendeu às maravilhas com Felipe, saudoso de um companheiro canhoto desde que Pedrinho foi operado do joelho direito, em setembro passado; e Guilherme mostrou, por três vezes, que a camisa 9 do Vasco é dele e ninguém tasca.

Aos 10min, ele deu a primeira prova: Zé Maria cobrou falta da direita e, diante do vacilo da zaga palmeirense, Guilherme abriu o placar. Aplicado, o Vasco corria mais que o Palmeiras e chegou rápido aos 2 a 0, desta vez pela esquerda: Juninho bateu fone, Galeano pôs a cabeça na bola e terminou desviando do goleiro Marcos. Estava fácil e, três minutos depois, num contra-ataque fluido, Juninho cruzou carinhosamente da direita para Donizete completar de voleio: 3 a 0.

Na volta para o segundo tempo, o Palmeiras — que tinha Jackson, Galeano e, depois do intervalo, o ex-vascaíno Evair; logo, não era tão jovem assim — tentou equilibrar o jogo. Pressionou, sem sucesso, por 15 minutos. No décimo sexto, Juninho (outra vez ele) cobrou escanteio. Guilherme subiu com estilo, posando para a foto: 4 a 0. O técnico do Palmeiras, Luiz Felipe Scolari, pediu clemência, mas não deu certo: aos 32min, Alex foi dominado na área. Guilherme chutou com força: 5 a 0. Jackson ainda descontou, mas não fazia mais diferença. Só uma coisa não ficou clara: por que a torcida do Palmeiras gritava olé enquanto seu time era humilhado? Eu, hein..”

Jornal do Brasil (25/01/1999)

O jornal “O Globo” também exaltava a belíssima atuação daquele timaço:

O Globo (25/01/1999)

“O Vasco deu um show no Parque Antártica e o Palmeiras, um vexame. A equipe carioca goleou a paulista por 5 a 1 e começou bem no Torneio Rio-São Paulo. O resultado refletiu exatamente a superioridade do Vasco, uma equipe mais consciente e que soube aproveitar o fato de o Palmeiras entrar em campo desfalcado da maioria dos titulares. Guilherme, autor de três gols, foi o destaque. Os outros foram de Juninho e Donizete.”

As atuações da equipe vascaína segundo o Jornal do Brasil

Ficha do jogo:

Vasco Da Gama 5 x 1 Palmeiras (SP)
Data: 24/01/1999
Torneio Rio – São Paulo
Local : Estádio Palestra Itália (São Paulo – SP)
Arbitro : Reinaldo Ribas
Público : 5.666
Gols : Guilherme (Vasco 11/1ºT), Juninho (Vasco 25/1ºT), Donizete (Vasco 28/1ºT), Guilherme (Vasco 16/2ºT), Guilherme (Vasco 32/2ºT) e Jackson (Palmeiras 45/2ºT)

Vasco – Carlos Germano, Zé Maria, Odvan, Mauro Galvão, Felipe, Nasa, Paulo Miranda, Alex Oliveira (Luisinho), Juninho, Donizete (Zezinho) e Guilherme (Luís Cláudio) Técnico : Antônio Lopes

Palmeiras – Marcos, Neném, Júnior Tuchê, Vágner, Jorginho (Evair), Galeano, Paulo Assunção, Jackson, Pedrinho, Juliano e Tiago Silva Técnico : Luís Felipe Scolari

Assista abaixo, esse jogo histórico na íntegra:

 

https://youtu.be/rbMbyezqkXc

Fonte: historiacruzmaltina.com

No apagar das luzes, o empate e a manutenção da liderança

 

No dia 22 de janeiro de 1956, Vasco e Flamengo se enfrentaram no Maracanã em jogo que valia a liderança do campeonato estadual do ano anterior. O Flamengo abriu o placar com Paulinho aos 16 do 1º tempo e Vává, nos acréscimos empatou, mantendo o cruzmaltino no topo da tabela.

Assim Mário Filho descreveu a partida no “Jornal do Brasil” do dia 24 de janeiro de 1956:

“Um match decisivo é assim. O torcedor na arquibancada. o jogador no campo, todos sentem a angústia da decisão. Enquanto houver jogo há perigo. O que vence não está seguro, o que perde ainda tem esperança. Lá estava o placard: Flamengo um a zero. Mas o Flamengo jogava com dez homens, o Vasco insistia. É verdade que o tempo se escoava. A qualquer momento o juiz podia levantar os braços.

A noitinha chegava e muita gente, gente do Vasco, já ia embora, desistindo de esperar. O Flamengo ia vencer, desde o primeiro tempo que era o líder. Foi quando houve o córner. Saberá bateu. A bola subiu, desceu em frente ao gol do Flamengo, todo mundo apinhado na pequena área. Pinga cabeceia, a bola bate em Pavão, volta. Vavá se estica, mete a testa, a bola foi estufar a rede. Era o empate.

O GOAL DO ÚLTIMO INSTANTE

Para o Vasco mais do que o empate. Aquele goal no escuro recolocava-o na ponta do campeonato. O Flamengo é que perdera a grande oportunidade. Por que? Naturalmente todo o placard se explica por si mesmo. Algumas vezes o Flamengo esteve à beira do segundo goal. O shoot de Dida bateu na trave e voltou às mãos de Hélio. O de Indio encontrou o peito de Hélio. O certo é que o Flamengo não fez o segundo gol, ficou no goal de Paulinho. E a distância de um goal é transponível a qualquer momento. E a prova está ai: quando o jogo estava ‘acaba não acaba’, quando nem se sabia se Sabará teria tempo de bater o córner, surgiu o goal do Vasco. “

O Globo – 23/01/1956

Ficha do jogo:

VASCO DA GAMA 1X1 FLAMENGO
Local: Maracanã
Juiz: Charles Williams
Renda: Cr$ 1.475.152,00
Gols: Paulinho 16′; Vavá 90′
FLAMENGO: Chamorro, Tomires e Pavão; Jadir, Dequinha e Jordan; Joel, Paulinho, Índio, Dida e Zagalo. Técnico: Fleitas Solich.
VASCO DA GAMA: Hélio, Paulinho e Bellini; Mirim, Orlando e Beto; Sabará, Maneca, Vavá, Pinga e Paulinho. Técnico: Flávio Costa.
Expulsão: Joel

Vitórias do Vasco em 22 de janeiro:

Vasco 2×0 Americano (Carioca 2012)

Fonte: historiacruzmaltina.com

Vitória com gol de Sabará na entrega das faixas

 

No dia 20 de janeiro de 1953, o Vasco vencia o Olaria por 1 a 0 pela última rodada do Carioca de 1952, ocasião em que recebeu as faixas de campeão.

Assim descreveu a peleja o “Jornal do Brasil” do dia 22 de janeiro:

“O local desta partida foi o estádio de São Januário, perante numerosa assistência, principalmente do quadro social do grêmio cruzmaltino.

Como era natural, pela grande diferença de forças,o quadro vascaíno era considerado franco favorito, tanto mais quanto não necessitava da vitoria vara a conquista do campeonato já ganho. Bastaria jogar com calma e acerto para não perder a partida.

Contrariando porém a expectativa geral, tornou-se de sobremodo difícil alcançar o triunfo não obstante a enorme superioridade demonstrada em todo transcorrer do jogo. Desde o começo até o final  a equipe cruzmaltina foi senhora do gramado só não conquistando pontos em parte pela precipitação ou maus arremessos dos seus dianteiros em parte pela defesa do próprio Olaria que recuou alguns dos seus elementos e os concentrou frente ao seu retângulo facilitando o rechaço da pelota, mesmo em momentos críticos.

E dessa forma o tempo foi escoando até que no último minuto há um córner contra o Olaria que Chico se encarregou de bater proporcionando a Sabará correr e enviar a pelota as redes assinalando o gol da vitória. logo após o joog veio a terminar com a muito justa mas difícil vitória do Vasco da Gama por 1×0.

Vasco da Gama: Barbosa, Augusto e Haroldo/ Eli, Danilo e Jorge; Sabará, Vavá, Edmur, Ipojucan e Chico.

Olaria: Aparício, Jorge e Job; Olavo, Moacir e Ananias, Tião,Washington, Maxell, Alves e Lima.”

O Globo (21/01/1953)

Outras vitórias do Vasco no dia 20 de janeiro:

América 1×2 Vasco (Carioca 2010)

Fonte: Memória Cruzmaltina

Vasco é derrotado pelo Corínthians no Torneio da Flórida de Pré-Temporada e vai disputar o terceiro lugar

Na noite de quarta-feira o Vasco continuou seu período de treinamento e testes, enfrentando o Corínthians pelo Torneio da Flórida 2017.

A equipe cruzmaltina iniciou a partida com um time alternativo, no qual dos titulares, a princípio, para a temporada de 2017 apenas cinco começaram jogando: Martin Silva, Madson, Luan, Rodrigo e Nenê.

A partida começou movimentada e logo a um minuto Guilherme Costa atirou próximo à entrada da área rente à trave esquerda defendida por Cássio.

Aos 4 minutos Jô bateu da entrada da área para defesa parcial de Martin Silva, bem colocado no lance.

Aos 8, após cobrança de escanteio efetuado por Nenê, Julio dos Santos, de cabeça, carimbou a trave corintiana.

Aos 11, Rodriguinho, próximo à entrada da área vascaína, bateu forte e Martin Silva praticou bela defesa no canto. Na cobrança do escanteio, Balbuena cabeceou e Martin Silva fez bela defesa no canto, no rebote Rodriguinho tentou a finalização, mas a bola estourou em Guilherme Costa e saiu novamente a córner.

Aos 20 minutos o gol de abertura da contagem. Camacho recebeu próximo à intermediária vascaína, sem que Evander o acompanhasse na jogada. Livre o atleta avançou, tabelou com Rodriguinho e tocou na saída de Martin Silva, inaugurando o placar.

A resposta do Vasco veio quatro minutos depois com um golaço de Éder Luís, que recebeu de Nenê, a quatro passos da entrada da área pela esquerda, e bateu por cobertura, no ângulo esquerdo de Cássio, sem defesa para o arqueiro.

Aos 26 o Vasco atacou pela esquerda. Henrique recebeu de Evander e cruzou para a área. Thales matou no peito dentro da área para Nenê, que ajeitou a bola para Éder Luís bater da meia lua. Desta vez o chute não saiu tão preciso e a defesa de Cássio, bem colocado, foi segura.

Aos 33, após cobrança de escanteio efetuado por Nenê, Madson cabeceou para o meio da área, encontrando Thales, que de virada chegou a balançar as redes corintianas, mas estava em posição de impedimento, bem marcado pela arbitragem.

Aos 41, o Corínthians voltou a carga com Rodriguinho, que recebeu de Marlone, cortou Rodrigo e bateu próximo à entrada da área para segura defesa de Martin Silva.

Já nos acréscimos da primeira etapa, em falha do miolo de zaga, Rodrigo deu o bote errado e Luan marcou a bola. Resultado: Marlone tabelou com Romero e entrou livre para marcar o segundo gol corintiano, estabelecendo o placar final do primeiro tempo.

O início da segunda etapa se mostrou mais favorável aos paulistas no início, após a troca do time inteiro no intervalo, e apenas a partir das substituições feitas por Cristóvão Borges no time cruzmaltino o Vasco voltou a equilibrar a partida.

As primeiras alterações ocorreram aos 11 minutos com a saída de Madson para a entrada de Pikachu, Escudero, substituindo a Guilherme Costa e Mateus Pet na vaga de Éder Luís.

Aos 17 minutos o Corínthians teve a chance de ampliar, após Léo Príncipe cruzar da direita e Guilherme, de primeira, bater com o pé direito, já próximo da pequena área, para ótima defesa de Martin Silva.

Aos 21 minutos Allan Cardoso entrou na vaga de Henrique. Era a quarta substituição do Vasco.

Aos 24 foi a vez de Julio dos Santos ser substituído. Em seu lugar entrou Andrezinho, que modificaria a partir daí a postura ofensiva da equipe cruzmaltina, distribuindo bem o jogo.

Dois minutos depois era Thales quem saía para a entrada de Éderson.

Aos 32, em belo lançamento de Andrezinho, Pikachu avançou pela direita, invadiu a área e chutou cruzado, pelo alto. O goleiro Caíque mandou a escanteio. Na cobrança efetuada por Nenê, Ederson cabeceou e Caíque fez bela defesa, mandando a novo córner.

Quando parecia mais próximo o gol de empate do Vasco, surgiu o terceiro do Corínthians, praticamente selando o resultado da partida, aos 37 minutos. No lance falharam consecutivamente Pikachu e Rodrigo, dominando e rebatendo mal o perigo na área cruzmaltina, após tabelinha frustrada entre Marciel e Marquinhos Gabriel. Por fim falhou Allan Cardoso, que deixou Kazim livre para cabecear às redes, após cruzamento da esquerda de Marquinhos Gabriel, que havia recolhido o rebote da zaga vascaína na jogada.

Aos 40 minutos, Evander bateu com veneno, de fora da área, o goleiro Caíque bateu roupa, mas não havia ninguém no rebote, facilitando a defesa do arqueiro logo a seguir. No minuto seguinte o próprio Evander deixou o campo de jogo para a entrada de Bruno Gallo. Pouco antes Rafael Marques entrara na vaga de Luan.

Aos 44, após erro do lateral Pikachu, ao tentar fazer a linha de impedimento, Kazim avançou pela direita e tocou para Marquinhos Gabriel, livre, fechar o placar.

O Vasco volta a jogar no próximo sábado pela disputa do terceiro lugar do Torneio da Flórida, continuando sua preparação para o início da disputa do Campeonato Estadual do Rio de Janeiro de 2017, quando buscará seu segundo tricampeonato na história da competição.

Casaca!

Os Corvos

 

Como pode alguém que geriu e liquidou com o departamento de esportes da Rádio Globo, saindo pela porta dos fundos, tentar desqualificar um trabalho recém-começado no departamento de futebol do Vasco?

Gilmar Ferreira, na vã tentativa de atingir o Presidente Eurico Miranda, ataca o seu filho, Vice-Presidente de Futebol do clube. Não se conforma com a verdadeira virada aqui promovida: a gestão apoiada por este senhor deixou o Vasco em situação pré-falimentar. Em dois anos, contudo, já é possível enxergar o horizonte, investir com extremo sacrifício e arriscar na montagem de uma equipe de futebol competitiva.

Tudo isso apesar da insistência de figuras que se dizem amigas do Vasco, mas que procuram atletas e seus empresários a fim de convencê-los a não assinar com o clube. Nada que não se supere, mas é bom que os vascaínos tenham conhecimento de onde esta gente pode chegar para alcançar seus objetivos obscuros.

A temporada não começou, há negociações em curso que envolvem muita gente e grandes quantias, negociações complexas que não se resolvem em 24 ou 48 horas, mas a plantação de factóides sobre uma suposta contrariedade do elenco e do “mercado” com o recém-nomeado Vice de futebol foi exposta no pequeno espaço que restou ao referido jornalista após a sua demissão de outros veículos.

Os jogadores e o “mercado” sabem, contudo, que o Vasco paga em dia e oferece estrutura para seus profissionais. A dificuldade para contratar é a mesma dos outros 11 grandes clubes do Brasil, apesar de não se ter hoje o mesmo poderio financeiro graças também ao crime de lesa-Vasco promovido pela gestão que o referido “profissional” apoiou até quando pôde em seis anos e cinco meses (julho de 2008 a dezembro de 2014), a mesma que assinou o pior contrato de TV da história do Vasco, que trouxe evidentes consequências para as demais receitas do clube. Sem falar no oceano de dívidas herdado.

Desconsideramos, portanto, notas redigidas com penas de corvos, vã tentativa de tumultuar ambientes, teses cuspidas no afã do “quanto pior melhor”, rastejos de politicagem barata. Desqualifiquemos gente que se une a ex-atletas e ex-candidatos da política do Vasco para tentar que o clube não se reforce, pois não merece credibilidade. Desclassifiquemos aqueles que utilizam seus espaços para elogios ou críticas, independentemente dos fatos e da real qualidade das pessoas, pois não merece credibilidade.

Apesar dos métodos deles, apesar do que tentam espalhar no mercado, apesar de se ter que lidar com anti-vascaínos, apesar da inconformidade com a diferença abissal entre a situação financeira encontrada em novembro de 2014 e a situação atual, que demonstra a responsabilidade e a eficiência com as quais o clube foi gerido de lá para cá, o Vasco atingirá seus objetivos em 2017. Em breve, teremos novidades. Em breve, os corvos se calarão, pois não lhes restará opção.

CASACA!

Vasco passou da segunda fase na Copinha pela quarta vez em sua história

A Copa São Paulo de Futebol Sub 20 começou a ser disputada no ano de 1969, mas nas duas primeiras edições só contava com equipes paulistas.

A partir de 1971 clubes de outros estados passaram a fazer parte da competição e em várias edições, a partir dos anos 80 do século passado, até mesmo equipes internacionais foram convidadas a atuar, como Bayern Munich-ALE, Universidad Guadalajara-MEX, Boca Juniors-ARG, Cerro Porteño-PAR, entre outras. Até mesmo seleções Sub 20, de Japão e China, chegaram a disputar a Copinha.

A primeira participação do Vasco ocorreu em 1979, quando a equipe saiu na primeira fase, terminando em terceiro lugar no seu grupo com uma vitória sobre o Internacional-RS (2 x 1), um empate, contra a Portuguesa de Desportos (0 x 0) e uma derrota, na estreia, diante do São Paulo (2 x 0).

Entre 1980 e 1982 o Vasco não disputou a competição.

A partir de 1983 o Vasco passou a jogar com maior frequência. Neste ano o clube ficou na lanterna de seu grupo, que contava com cinco participantes. No ano seguinte foi novamente lanterna num grupo de três equipes apenas.

Finalmente, em 1985 a primeira boa campanha.

Na primeira fase o clube ficou em segundo lugar, após obter uma vitória, sobre o Joinville (2 x 0), um empate, contra o Matsubara-PR (0 x 0) na estreia e uma derrota para o Nacional-SP por 1 x 0.

Naquela oportunidade, pela primeira e única vez, o Vasco foi eliminado na canetada. Venceu a partida da segunda fase contra o Juventus-SP por 2 x 0, com dois gols do centroavante Roger, mas perdeu os pontos da partida pela inscrição indevida na competição do próprio atleta.

Em 1986 o Vasco foi lanterna novamente de seu grupo, com apenas um ponto marcado, em três jogos disputados.

Em 1987 a Copa São Paulo de Juniores não foi disputada.

No ano seguinte o Vasco não esteve presente e até 1991 não participou da competição.

Em 1992 o Vasco voltou a disputar a Copinha e nessa edição veio o primeiro e único título conquistado.

Na primeira fase o time cruzmaltino terminou em segundo lugar no seu grupo, com duas vitórias, dois empates e uma derrota. O líder do grupo foi o São Paulo, que seria o adversário do Vasco na decisão. O placar na primeira fase foi igual ao da decisão (1 x 1). O Vasco goleou a Portuguesa de Desportos (campeã do ano anterior) na estreia por 4 x 0 e a única derrota sofrida foi diante do Bahia, pelo placar de 3 x 0. Nos outros jogos daquela fase, vitória sobre o Atlético-MG por 2 x 0 e empate com o Nacional-SP pelo placar de 1 x 1.

Nas quartas-de-final vitória sobre a Ponte Preta por 3 x 1, na semifinal foi batido o Santa Tereza, de Minas Gerais, por 2 x 0 e na decisão, após empate em 1 x 1 no tempo normal e 0 x 0 na prorrogação contra o São Paulo, a vitória nos pênaltis por 5 x 3 deu o título ao Vasco.

Em 1993 o time foi eliminado na segunda fase, no saldo de gols, diante do Corínthians, com muita reclamação dos vascaínos na segunda partida da chave, exatamente contra o time do Parque São Jorge, quando um gol legítimo do time cruzmaltino foi anulado no empate por 1 x 1. A campanha invicta, apesar da eliminação, ficou marcada.

Na primeira fase, vitória sobre o Boca Juniors-ARG (2 x 0), Juventus (3 x 0) e empate com a Portuguesa de Desportos (0 x 0). Na segunda fase, além do empate com o Corínthians, o Vasco venceu o Grêmio por 3 x 0 e o Bragantino por 4 x 1.

Em 1994 o Vasco não se classificou para a segunda fase da competição, terminando em terceiro lugar no seu grupo, com uma vitória e duas derrotas.

No ano de 1995 o Vasco novamente não se fez presente, mas em 1996 despontou na primeira fase, pela primeira vez conquistando 100% dos pontos disputados nela. Vitórias sobre o Guarani (2 x 1), Grêmio (3 x 1) e XV de Piracicaba-SP (6 x 1) punham o clube como um dos favoritos para levar a taça. Nas oitavas-de-final, entretanto, o sonho acabou após uma derrota para o Cruzeiro por 3 x 1.

Em 1997 o Vasco terminou a primeira fase de seu grupo na primeira colocação, com sete pontos ganhos, mas outra vez caiu nas oitavas-de-final, perdendo para o Sport pelo placar de 4 x 1.

No ano de 1998 o time cruzmaltino repetiu a performance de 1996, obtendo 100% de aproveitamento na primeira fase. Vitórias sobre Desportiva-ES (2 x 0), União Agrícola Barbarense-SP (3 x 0) e Paraná (2 x 1). Da mesma forma, porém, foi eliminado nas oitavas-de-final derrotado nos pênaltis pelo Bragantino por 2 x 1, após empate em 0 x 0 no tempo normal.

Em 1999 a segunda melhor campanha da história.

Na primeira fase, sete pontos ganhos e a liderança do grupo, após vitórias sobre o Cruzeiro (3 x 1), Aracruz-ES (3 x 1) e um empate com o ECUS-SP por 1 x 1.

Nas oitavas-de-final vitória sobre o Lençoense-SP por 1 x 0, nas quartas a classificação veio na disputa por pênaltis (4 x 2), após 0 x 0 no tempo normal contra o Capivariano-SP, na disputa semifinal o triunfo sobre a Ponte Preta por 2 x 0 e na decisão uma derrota imerecida sofrida diante do Corínthians, com direito a vários gols perdidos pelo ataque vascaíno.

Em 2000 o Vasco foi eliminado na primeira fase da competição, com uma vitória, um empate e uma derrota.

No ano de 2001 a equipe cruzmaltina voltou a fechar a primeira fase da competição com 100% de aproveitamento, batendo na sequência Vitória-BA e Caxias-RS por 2 x 1 e o ECUS-SP por 1 x 0, mas caiu outra vez na segunda fase, derrotado que foi pelo Primavera-SP por 2 x 0.

Em 2002 o clube não passou da primeira fase, terminando-a na lanterna da competição, assim como ocorrera em 1983, 1984 e 1986.

No ano de 2003 uma excelente campanha novamente e a bronca com a arbitragem na semifinal da competição.

Na primeira fase o Vasco conquistou a primeira colocação de seu grupo após empate com o Goiás em 0 x 0, vitória sobre o Clube de Futebol Amazônia (CFA), do estado de Rondônia, por 7 x 1 e novo triunfo, desta vez diante do Serra Negra-SP, por 2 x 0.

Na segunda fase, vitória sobre o Rio Branco-SP por 2 x 1, já na prorrogação, após empate no tempo normal em 1 x 1, nas quartas-de-final o Santos foi batido por 2 x 1, enquanto na disputa semifinal contra o Santo André, uma série de erros cometidos pela arbitragem, tais como uma expulsão injusta de atleta vascaíno, um gol irregular do adversário e o término do jogo com 8 atletas do Vasco em campo contra 10 do adversário, proporcionaram à equipe da casa uma vitória pelo placar de 2 x 0. Na disputa do terceiro lugar, derrota nos pênaltis para a Internacional-SP por 4 x 3, após empate em 2 x 2 no tempo normal.

Em 2004 o time cruzmaltino não passou da primeira fase, terminando em segundo lugar no seu grupo, com uma vitória, um empate e uma derrota.

Nos anos de 2005 e 2006 o Vasco não participou da competição e em 2007 tornou a ser eliminado na primeira fase, terminando em terceiro lugar no seu grupo com um empate e duas derrotas.

No ano de 2008 nova bronca com a arbitragem, desta vez no mata-mata válido pela segunda fase da competição.

Os 100% de aproveitamento na fase inicial foram obtidos mais uma vez naquela oportunidade. Vitórias sobre o Paysandu (1 x 0), Vila Aurora-MT (4 x 1) e Taubaté (1 x 0) puseram o Vasco com certo favoritismo no confronto diante do União São João na fase seguinte, mas um pênalti mal marcado a favor da equipe paulista (que teve dois a seu favor no jogo), quando o placar era de 0 x 0, e um gol anulado do Vasco em lance bastante duvidoso, no momento em que a peleja estava empatada em 1 x 1, contribuíram para a vitória da equipe da casa por 3 x 2.

Em 2009 o Vasco terminou a primeira fase em primeiro lugar, com duas vitórias e uma derrota, mas perdeu para o Avaí por 1 x 0 na seguinte; em 2010 a equipe terminou a primeira fase na segunda colocação, atrás do CFZ pelo critério de saldo de gols, com duas vitórias e um empate, mas caiu logo no primeiro mata-mata, diante do Paulista-SP por 3 x 1.

Em 2011 o time cruzmaltino deu uma ótima impressão na primeira fase ao somar nove pontos em três jogos, derrotando o América-RN por 2 x 0, o Linense-SP por 7 x 0 e o Grêmio Osasco-SP por 1 x 0, mas pela segunda vez consecutiva foi derrotado pelo Paulista-SP na fase seguinte, desta vez por 2 x 1, com o gol da vitória adversária marcado aos 43 minutos do 2º tempo.

Em 2012 eliminação na primeira fase, mesmo tendo obtido duas vitórias nos dois primeiros jogos. A derrota para o Taubaté, equipe da casa, na última rodada, por 2 x 1, de virada, e com o gol da vitória assinalado aos 46 minutos do 2º tempo foi fatal para as pretensões do Vasco naquela edição da Copinha.

Em 2013 apesar da boa campanha na primeira fase, quando terminou na liderança, com sete pontos ganhos, a imagem negativa ficou após ter o Vasco sido goleado por 5 x 1 diante do Goiás na fase seguinte, maior revés sofrido pelo clube em toda a história da Copinha.

No ano seguinte, tal qual ocorrera em 2012, o time cruzmaltino foi eliminado na primeira fase, mesmo obtendo seis pontos dos nove disputados. A derrota contra o Audax na estreia foi fatal.

Em 2015 mais uma vez o Vasco conseguiu 100% de aproveitamento na primeira fase da competição, batendo o Araxá-MG por 2 x 0, Serrano-BA pelo placar de 4 x 0 e o Taubaté, equipe da casa, por 6 x 0. Na segunda fase, entretanto, derrota para o Cruzeiro por 2 x 1.

No ano passado o time vascaíno obteve o primeiro lugar no seu grupo com 5 pontos ganhos (1 vitória e 2 empates), valendo-se do número de gols pró para superar o vice-líder, São Raimundo-RR, mas foi eliminado na fase seguinte, diante do América-MG, na disputa por pênaltis, por 4 x 2, após 1 x 1 no tempo normal.

Finalmente em 2017, pela quarta vez o Vasco ultrapassa a barreira da segunda fase na competição.

Após uma surpreendente derrota na estreia para o Botafogo-PB por 1 x 0, a equipe cruzmaltina recuperou-se na segunda rodada, passando pelo Rio Branco-ES por 2 x 1, em seguida bateu o São Carlos-SP, que terminaria como líder do grupo pelo saldo de gols, pelo placar de 1 x 0 e nessa terça-feira derrotou nos pênaltis o Botafogo-SP por 4 x 2, após 1 x 1 no tempo normal.

Dos 12 grandes clubes do futebol brasileiro já foram eliminados da disputa até aqui, Grêmio, Atlético-MG, Palmeiras e São Paulo, faltando ainda os jogos restantes desta quarta-feira para encerrar a segunda fase da disputa.

Abaixo dados mais específicos:

Eliminações na 1ª fase da competição: 1979, 1983, 1984, 1986, 1994, 2000, 2002, 2004, 2007, 2012, 2014.

Eliminações na 2ª fase da competição: 1985, 1993, 1996, 1997, 1998, 2001, 2008, 2009, 2010, 2011, 2013, 2015, 2016.

Eliminado na semifinal da competição: 2003.

Vice-Campeão: 1999.

Campeão: 1992.

2017?????

Participações: 1979, 1983, 1984, 1985, 1986, 1992, 1993, 1994, 1996, 1997, 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2007, 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015, 2016, 2017.

Ausências: 1969, 1970, 1971, 1972, 1973, 1974, 1975, 1976, 1977, 1978, 1980, 1981, 1982, 1988, 1989, 1990, 1991, 1995, 2005, 2006.

Campanhas Invictas: 1993, 1998, 2016.

Campanhas com 100% de aproveitamento na primeira fase: 1996, 1998, 2001, 2008, 2011, 2015.

Maior vitória obtida: Vasco 7 x 0 Linense-SP – 2011

Maior derrota sofrida: Goiás 5 x 1 Vasco – 2013

Casaca!

Vasco vence o Botafogo-SP nos pênaltis e está na 3ª fase da Copa São Paulo de Jrs

 

O tabu chegou ao fim! Na tarde desta terça-feira (10/01), no Estádio Agostinho Prada, em Limeira (SP), o Vasco da Gama venceu o Botafogo (SP) e voltou a ultrapassar a segunda fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior após 14 anos. O triunfo cruzmaltino foi conquistado nas cobranças de pênalti pelo placar de 4 a 2, após empate por 1 a 1 no tempo normal.
Com a bola rolando, Paulo Vitor marcou para o Gigante da Colina. Nas penalidades, Hugo Borges, João Victor, Linnick e Arthur balançaram as redes. O goleiro João Pedro voltou a justificar a fama de pegador de pênaltis e defendeu uma cobrança. Na próxima fase, o Cruzmaltino enfrentará o vencedor do confronto entre São Carlos (SP) e Independente (SP), que se enfrentam logo mais.
O JOGO

João Victor distribuindo o jogo durante o primeiro tempo

O Vasco entrou em campo com a proposta de pressionar a saída de bola e não deu chances para o Botafogo na etapa inicial. A equipe paulista ensaiou uma pressão no começo, mas foi o Gigante que dominou as ações no primeiro tempo. Aos 13, Dudu cobrou escanteio e Arthur cabeceou com perigo. Três minutos depois, Talles, goleiro rival, fez um milagre após forte chute de Dudu. O Cruzmaltino seguiu atacando e quase abriu o placar aos 27, quando Rafael França lançou Dudu e ele finalizou por cima.

A boa atuação vascaína foi coroada aos 34 minutos. quando Paulo Vitor foi lançado e acabou sendo derrubado na grande área. Na cobrança do pênalti, o camisa 9 demonstrou categoria e mandou a bola para o fundo das redes: VASCO 1 x 0. O gol trouxe ainda mais tranquilidade ao Almirante, que desperdiçou uma grande chance antes do árbitro encerrar o primeiro tempo. Aos 40, Gabriel Buriche escapou pela direita e cruzou na medida para Felype Hebert. O atacante se antecipou ao marcador e testou perto da trave.


Dudu teve boas oportunidades durante a partida

Em desvantagem, o Botafogo se lançou ao ataque na etapa final. O Vasco, por sua vez, passou a apostar nos contra-ataques. Num deles, aos 14 minutos, Hugo Borges tentou encobrir Talles e quase foi feliz. O goleiro se recuperou na última hora e espalmou para escanteio. Na base da ligação direta, o time de Ribeirão Preto tentou chegar, mas só conseguiu assustar aos 29 minutos, quando Murilo aproveitou cruzamento da esquerda e empatou a partida no Estádio Agostinho Prada: Botafogo (SP) 1 x 1.

Com o placar igual, a decisão da vaga acabou indo para as cobranças de pênalti. Nelas, o Vasco foi eficiente e acertou suas quatro batidas, com Hugo Borges, João Victor, Linnick e Arthur. O Botafogo (SP), por sua vez, desperdiçou duas penalidades. Primeiro, Teixeira acertou o travessão. Depois, Hércules parou em grande defesa do goleiro vascaíno João Pedro, que voltou a justificar a fama de pegador de pênaltis. Fim de jogo, triunfo cruzmaltino por 4 a 2 e vaga na terceira fase garantida.

Escalação do Vasco:
João Pedro, Gabriel Buriche, Athyla, Arthur e Elias (Alexandre); Rafael França, João Victor e Dudu (Hugo Borges); Robinho (Linnick), Felype Hebert (Patrick) e Paulo Vitor. Treinador: Marcus Alexandre.


João Pedro recebe orientações do treinador de goleiros Rodrigo- Fotos: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br

Texto: Carlos Gregório Júnior

 

Vasco bate São Carlos e avança para a segunda fase da Copinha

Dudu em ação contra o São Carlos (SP)- Fotos: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br

O Vasco da Gama está garantido na segunda fase da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Jogando no Estádio Municipal Luisão, em São Carlos (SP), o Cruzmaltino derrotou os donos da casa por 1 a 0 e avançou com a segunda melhor campanha do Grupo 9. O gol da vitória vascaína foi marcado pelo lateral-esquerdo Elias, no começo da etapa final.

Escalação do Vasco: João Pedro, Gabriel Buriche, Athyla, Arthur e Elias (Alexandre); Rafael França, João Victor (Linnick) e Dudu (Hugo Borges); Robinho, Paulo Vitor e Felype Hebert (Denílson). Treinador: Marcus Alexandre.
Mais informações em instantes.

Texto: Carlos Gregório Júnior

Fonte: Site oficial

Você pagou com traição…

O palmeirense Edmundo, cujos malfeitos, embora prescritos, não foram esquecidos, aproveita-se da sua posição de comentarista para vociferar contra o Vasco. Sua fala, porém, depõe contra o próprio. Desnuda o seu rancor e evidencia sua ignorância, traindo-o ao melhor estilo “animal”.

Como noticiado pela imprensa, até houve por parte do Vasco interesse na contratação do atleta Diego Souza. O interesse, porém, esbarrou na milionária engenharia financeira que seria necessária para avançar.

Isso porque, o desenrolar de qualquer negociação junto ao referido atleta, além dos valores a serem desembolsados para sua aquisição junto ao Sport, obrigatoriamente passaria por uma composição no processo em que a empresa DSA EVENTOS pretende receber do Clube a quantia de R$ 5.358.155,64, atualizada até 24/04/2015. Sem falar na reclamação trabalhista que gira em torno de 500 mil reais.

A milionária dívida tem origem em mais um de tantos erros crassos dos antigos administradores, aos quais o Sr. Edmundo, sua chapa “Sempre Vasco/Cruzada Vascaína” e seu parceiro advogado fizeram questão de auxiliar com a prorrogação dos mandatos em agosto de 2014, vã tentativa que tornaria possível um golpe no pleito eleitoral daquele ano.

Aos fatos: os luminares dirigentes de então, amadores e profissionais, quando da saída do atleta Diego Souza para o Al-Ittihad, da Arábia Saudita, se limitaram a documentar a rescisão do contrato de trabalho, nada tendo disposto acerca do contrato de direito de imagem, cuja vigência iria até 31/03/2015.

Deste modo, além de não pagarem a rescisão trabalhista, permitiram que a empresa DSA EVENTOS executasse o contrato de uso de imagem do atleta pela integralidade dos valores, e não apenas em relação às 4 (quatro) parcelas que estavam em atraso, que totalizavam à época 320 mil reais.

Não fosse isso suficiente para inviabilizar financeiramente qualquer investida sobre o atleta Diego Souza, há um outro fato de extrema relevância ignorado no rancoroso vaticínio de Edmundo. O comentarista, que ao longo de sua carreira assinou dezenas de contratos e se diz “formado em gestão desportiva”, bateu mais um pênalti para fora. Parece não ter aprendido ainda que a saída de um atleta de futebol antes do término do contrato não depende apenas de sua vontade pessoal, mas de questões contratuais e regulamentares (FIFA) junto ao Clube detentor dos direitos federativos (no caso o Sport), como, por exemplo, e no mínimo, a cláusula indenizatória desportiva. Isso é basilar!

Aproveitando o ensejo, fica sugerida ao comentarista a leitura da Lei Pelé!

Assim, claro está que não houve rejeição alguma. Nem poderia, pois como as circunstâncias acima demonstram, a contratação do atleta se apresentou financeiramente impossível dentro da política de responsabilidade da atual gestão. Responsabilidade, aliás, deveria ser a palavra a nortear o comentarista em sua função, afinal é melhor se calar e deixar as pessoas na dúvida do que ser traído pelas próprias palavras e acabar com qualquer interrogação que antes pudesse existir a seu respeito, expondo a todos quais os seus reais interesses.

CASACA!